Rob Halford, do Judas Priest, acha que Phil Lynott foi um gênio
O megahit de 1973 que Rod Stewart levou 25 anos para gostar: "Você deveria cantar isso"
O dia que Jim Morrison, nos anos 60, previu o surgimento da música eletrônica
A música estranha de John Deacon que o Queen quase rejeitou e acabou virando seu maior single
O músico que merece cada elogio que recebe, segundo David Gilmour
O baterista que Phil Collins considerava "tecnicamente muito superior a mim"
O álbum mais bem-sucedido de Jeff Beck que o próprio guitarrista gostaria de apagar
Os dois álbuns que fizeram Pete Townshend repensar o que a música podia ser
Músicos do Judas Priest passaram uma semana em motel fuleiro para abrir shows do Led Zeppelin
A música do Metallica que fez James Hetfield perceber que a banda havia virado profissional
O guitarrista que Brian May lamenta nunca ter conhecido e chamou de monstro elemental
A única banda dos anos 1960 que a indústria não sacaneou, segundo Paul Rodgers
Guitarrista fala sobre influência de Queen e David Bowie no Def Leppard
Tatiana Shmailyuk, do Jinjer, gosta de ouvir disco do Opeth quando vai dormir
Guitarrista explica 50 vertentes do heavy metal em 13 minutos
Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza, foi um ícone do rock brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro em 1958, marcou a década de 80 com sua voz marcante e letras poéticas e intensas no Barão Vermelho, com quem gravou três álbuns, "Barão Vermelho", "Barão Vermelho 2" e "Maior Abandonado", e depois em carreira solo, com discos como "Ideologia" e "Só Se For a Dois". Entre seus maiores sucessos, estão "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Brasil" e "Faz Parte do Meu Show". Cazuza faleceu em 1990, aos 32 anos, vítima de complicações da AIDS.
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