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A morte de Chico Science e as dúvidas que ainda cercam o acidente, segundo Júlio Ettore
As demissões mais esquisitas da história do rock, de Pink Floyd a Beatles
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Por que "Load" foi (e a ainda é) rejeitado por alguns fãs do Metallica?
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"Lemmy gostava de estar no controle e amava a vida", diz Zakk Wylde
O álbum dos Beatles que todos amam e John Lennon elogiou, mas depois ficou com um pé atrás
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O que o Black Sabbath representa para Rob Halford, vocalista do Judas Priest
O guitarrista que Ace Frehley considerava "um mago"
O motivo pelo qual Kirk Hammett gosta de tocar o solo de "Fade to Black" nos shows do Metallica
A técnica de Eddie Van Halen que Billy Sheehan conheceu com outra banda lá em 1974
Gary Holt pensa em deixar material inédito do Exodus para trabalhos póstumos
Deuses voavam pela Terra numa nave. Tiveram a idéia de aproveitar um coito humano e gerar uma vida experimental. Enquanto olhavam, invisíveis ao coito, divagavam: - Vamos dar-lhe senso crítico apurado pra detratar toda sua espécie. Também daremos dons artísticos. Terá sex appeal e humor sarcástico. Ficará interessante. Não pode ser perfeito. O último assim, tivemos de levar à inquisição. Será maníaco depressivo e solitário. Daremos alguns vícios que perderá com a idade pra não ter de morrer por eles. Perderá seu tempo com trabalho voluntário e consumindo arte. Voltaremos numas décadas pra ver como estará. Assim foi gerado Mário Orestes. Décadas depois, olharam como estava aquela espécie experimental: - O que há de errado? Porque ele ficou assim? Criamos um monstro! É anti social. Acumula material obsoleto que chamam de música analógica. Renega o título de artista pelo egocentrismo em seus semelhantes. Matamos? - Não. Ele já tentou isso sem sucesso. O Deixaremos assim mesmo. Na loucura que criamos pra vermos no que dará, se não matarem ele. Já tentaram isso, também sem sucesso. Então ficará nesse carma mesmo. Em algumas décadas, voltaremos a olhar o resultado. Que se dane.
Mais matérias de Mário Orestes Silva.
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