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As duas músicas do Black Sabbath que quase foram arruinadas por títulos ruins
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Gus G ficou chateado por não ter sido chamado para despedida de Ozzy? Ele responde
The Gathering não tem planos definidos para além de 2026 com a formação de "Mandylion"
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Festival Somos Rock é adiado uma semana antes da realização
Skid Row diz que já tem alguns nomes na mira para assumir os vocais, mas está sem pressa
O dia em que Shane Embury, do Napalm Death, chorou ao encontrar Ronnie James Dio
O disco rejeitado nos anos 90 que anunciava, sem fazer alarde, o futuro da música
O clássico que o Rainbow nunca tocou ao vivo porque Ritchie Blackmore esqueceu o riff
O guitarrista vetado na banda de Suzi Quatro que três anos depois vendeu 10 milhões de discos
Ex-vocalista gostaria de participar da turnê que celebra 50 anos do Accept
O disco mais agressivo de todos os tempos, segundo o vocalista do Death Angel
Deuses voavam pela Terra numa nave. Tiveram a idéia de aproveitar um coito humano e gerar uma vida experimental. Enquanto olhavam, invisíveis ao coito, divagavam: - Vamos dar-lhe senso crítico apurado pra detratar toda sua espécie. Também daremos dons artísticos. Terá sex appeal e humor sarcástico. Ficará interessante. Não pode ser perfeito. O último assim, tivemos de levar à inquisição. Será maníaco depressivo e solitário. Daremos alguns vícios que perderá com a idade pra não ter de morrer por eles. Perderá seu tempo com trabalho voluntário e consumindo arte. Voltaremos numas décadas pra ver como estará. Assim foi gerado Mário Orestes. Décadas depois, olharam como estava aquela espécie experimental: - O que há de errado? Porque ele ficou assim? Criamos um monstro! É anti social. Acumula material obsoleto que chamam de música analógica. Renega o título de artista pelo egocentrismo em seus semelhantes. Matamos? - Não. Ele já tentou isso sem sucesso. O Deixaremos assim mesmo. Na loucura que criamos pra vermos no que dará, se não matarem ele. Já tentaram isso, também sem sucesso. Então ficará nesse carma mesmo. Em algumas décadas, voltaremos a olhar o resultado. Que se dane.
Mais matérias de Mário Orestes Silva.
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