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O ponto alto do Angra com Fabio Lione nos vocais, segundo Mayara Puertas
A cantiga infantil sombria dos anos 1990 que o Metallica tocou ao vivo uma única vez
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A música do Thin Lizzy que marcou a vida de King Diamond
A banda que é muito melhor ao vivo do que no estúdio, segundo Regis Tadeu
Sascha Paeth: o guitarrista alemão que se apaixonou pelo Brasil
A música que "virou a chave" e colocou Brian Johnson no AC/DC: "Foi mágico"
Bruno Sutter e Sylvinho Blau Blau detonam demissão do técnico Filipe Luís do Flamengo
A atração do Rock in Rio que "as pessoas já viram 500 vezes"
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Especialista revela: avião dos Mamonas Assassinas quase escapou do acidente por 30 metros
Os quatro únicos clássicos dos Beatles que concorreram ao Grammy e perderam
Axl Rose queria "o guitarrista mais maluco de todos", e Joe Satriani sabia onde achar
O músico que Sting chamou de "um dos maiores tecladistas do mundo"
O álbum que mudou definitivamente a vida de Mike Portnoy, baterista do Dream Theater
Deuses voavam pela Terra numa nave. Tiveram a idéia de aproveitar um coito humano e gerar uma vida experimental. Enquanto olhavam, invisíveis ao coito, divagavam: - Vamos dar-lhe senso crítico apurado pra detratar toda sua espécie. Também daremos dons artísticos. Terá sex appeal e humor sarcástico. Ficará interessante. Não pode ser perfeito. O último assim, tivemos de levar à inquisição. Será maníaco depressivo e solitário. Daremos alguns vícios que perderá com a idade pra não ter de morrer por eles. Perderá seu tempo com trabalho voluntário e consumindo arte. Voltaremos numas décadas pra ver como estará. Assim foi gerado Mário Orestes. Décadas depois, olharam como estava aquela espécie experimental: - O que há de errado? Porque ele ficou assim? Criamos um monstro! É anti social. Acumula material obsoleto que chamam de música analógica. Renega o título de artista pelo egocentrismo em seus semelhantes. Matamos? - Não. Ele já tentou isso sem sucesso. O Deixaremos assim mesmo. Na loucura que criamos pra vermos no que dará, se não matarem ele. Já tentaram isso, também sem sucesso. Então ficará nesse carma mesmo. Em algumas décadas, voltaremos a olhar o resultado. Que se dane.
Mais matérias de Mário Orestes Silva.
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