RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas

imagemFatboy Slim confessa ter se arrependido de conhecer David Bowie pessoalmente

imagemA influente banda que acabou causando a "separação" do Guns N' Roses

imagemQuando Roberto Carlos foi alfinetado por Raul Seixas, mas o Rei gostou do que ouviu

imagemO megahit dos Beatles inspirado em desenho de amiguinha do filho de John Lennon

imagemLendário empresário do Kiss se manifesta sobre acusações de playback de Paul Stanley

imagemAs 5 bandas confirmadas no Summer Breeze Brasil que não tocarão em outras cidades

imagemAs polêmicas escolhas do Nirvana para o "MTV Unplugged in New York"

imagemOzzy Osbourne é contemplado com dois Grammy na edição de 2023 do evento

imagemMike Portnoy diz que nunca ouviu nenhuma música da cantora Beyoncé

imagemO hit da Legião Urbana que Renato Russo considerava "pretensioso e babaca"

imagemO grande amor de Renato Russo que durou pouco mas marcou sua vida para sempre

imagemA única música tocada no Festival de Woodstock que atingiu o primeiro lugar nas paradas

imagemQuando o Lynyrd Skynyrd irritou Mick Jagger ao abrir o show dos Rolling Stones

imagemA curiosa origem do apelido "Mago" que Fabio Lione ganhou no Angra

imagemNovo álbum do Angra será o melhor da era Fabio Lione, segundo Felipe Andreoli


Stamp

Brutal Exuberância: Obrigatório para quem gosta do estilo

Resenha - Território Perdido - Brutal Exuberância

Por Mário Orestes Silva
Postado em 30 de junho de 2014

Com vários anos de experiência e muito carisma conseguido com este tempo, principalmente nos bairros da periferia da cidade de Manaus, a banda de thrash/heavy metal Brutal Exuberância mostra neste seu CD debut intitulado "Território Perdido", lançado no ano de 2011, que seu legado já se faz histórico com conseqüências notáveis e significantes em seus arranjos e produções.

A "bolachinha" abre com uma sinistra introdução que reflete muito bem o clima caótico da música que emenda em seguida. "Apocalipto" vem com uma cadência rápida, quase extrema, que até mostra indícios de hard core e convida qualquer um que goste de música pesada a, no mínimo, bater a mão acompanhando a bateria. Depois do segundo refrão há uma quebrada com diminuição no ritmo, típica do estilo, para um estrofe retornando à pancadaria, após um certo destaque com dois bumbos e encerra com um solo arrasador.

A segunda "Alcoholic Domination", é a única cantada em inglês do disco. Uma porrada que infelizmente só possui 25 segundos de duração. Em terceira posição está aquela que nomeia o álbum. "Território Perdido" abre com um grande riff que conduz ao aceleramento para entrada da voz. As palhetadas na segunda parte da canção são o grande destaque e casam muito bem com os vocais de Naldão.

"Metal, Essa É Minha Vida" é a próxima faixa que demonstra toda a influência das bandas dos anos 80 e como isto é levado de um modo bastante sadio, no tocante à diversão. Em seguida está "Zona Leste Town" que afirma o carisma da banda, citado no início deste texto, para com seu local de origem. Atenção para seu solo de guitarra. Na penúltima posição está a divertidíssima "Morro de Fome Mas Não Trabalho". Infelizmente com apenas 1 minuto e 27 segundos de duração. Bem que o grupo poderia pensar em estender um pouco mais essas pérolas.

Pra fechar o disco com chave de ouro, vem a ótima "Futuro Incerto". Certamente que se trata da faixa mais trabalhada, com melhor letra, melhor levada, melhor solo de guitarra (apesar de curto, está dividido em duas partes, sendo a segunda o desfecho da música) e com influências inegáveis do magnífico Dorsal Atlântica.

A excelente arte gráfica traz fotos, letras, agradecimentos, créditos e tudo que se espera de um álbum de metal. Em suma, "Território Perdido" é um excelente registro da Brutal Exuberância, que se torna obrigatório para quem gosta do estilo e deseja possuir um grande CD em sua coleção.


Outras resenhas de Território Perdido - Brutal Exuberância

Resenha - Território Perdido - Brutal Exuberância

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Siga e receba novidades do Whiplash.Net:

Novidades por WhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Def Leppard Motley Crue 2


publicidadeAdemir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | André Silva Eleutério | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Euber Fagherazzi | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Henrique Haag Ribacki | José Patrick de Souza | Julian H. D. Rodrigues | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Mário Orestes Silva

Deuses voavam pela Terra numa nave. Tiveram a idéia de aproveitar um coito humano e gerar uma vida experimental. Enquanto olhavam, invisíveis ao coito, divagavam: - Vamos dar-lhe senso crítico apurado pra detratar toda sua espécie. Também daremos dons artísticos. Terá sex appeal e humor sarcástico. Ficará interessante. Não pode ser perfeito. O último assim, tivemos de levar à inquisição. Será maníaco depressivo e solitário. Daremos alguns vícios que perderá com a idade pra não ter de morrer por eles. Perderá seu tempo com trabalho voluntário e consumindo arte. Voltaremos numas décadas pra ver como estará. Assim foi gerado Mário Orestes. Décadas depois, olharam como estava aquela espécie experimental: - O que há de errado? Porque ele ficou assim? Criamos um monstro! É anti social. Acumula material obsoleto que chamam de música analógica. Renega o título de artista pelo egocentrismo em seus semelhantes. Matamos? - Não. Ele já tentou isso sem sucesso. O Deixaremos assim mesmo. Na loucura que criamos pra vermos no que dará, se não matarem ele. Já tentaram isso, também sem sucesso. Então ficará nesse carma mesmo. Em algumas décadas, voltaremos a olhar o resultado. Que se dane.
Mais matérias de Mário Orestes Silva.