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O uso de substâncias ilícitas no rock e metal é frequentemente associado à cultura hedonista e rebelde desses gêneros musicais. Ao longo da história, muitos músicos e bandas se envolveram com drogas como álcool, maconha, cocaína, e em alguns casos, drogas mais pesadas como heroína e LSD. Essa prática não apenas reflete um estilo de vida excessivo e autodestrutivo muitas vezes glamorizado na cultura popular, mas também levou a consequências sérias como overdoses, problemas de saúde, e até mortes prematuras de artistas icônicos.
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