Keith Richards: segundo ele, é mais fácil largar a heroína do que o cigarro
Por Igor Miranda
Fonte: Mojo / NME
Postado em 14 de fevereiro de 2019
Não é de hoje que o guitarrista Keith Richards tem abandonado seus vícios. Em recente entrevista à Mojo, o músico dos Rolling Stones falou sobre duas substâncias diferentes, mas bem perigosas: a nicotina e a heroína.
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Richards, de 75 anos, fez menção a Lou Reed, músico falecido em 2013 aos 71 anos, para dizer que é mais complicado abandonar a nicotina, especialmente presente no cigarro, do que a heroína. "Tentei largar o cigarro. Até agora, sem sucesso. Lou Reed dizia que nicotina era mais difícil deixar a nicotina do que a heroína. E é", afirmou.
Em seguida, o guitarrista falou sobre a diferença entre as abstinências de ambas as substâncias. "Largar a heroína é como o inferno, mas é um inferno curto. Os cigarros estão sempre por aí e você sempre fumou. Eu apenas os pego e os acendo sem pensar nisso", afirmou.
O cigarro é o único vício do qual Keith Richards não conseguiu se livrar, mas ele afirma estar no caminho para abandoná-lo. "Na verdade, ultimamente - e divulgue isso -, eu estou conseguindo cortar uma boa quantidade a cada dia. Parei com as coisas mais pesadas. Bebo um pouco de vinho com carnes, uma Guinness (marca de cerveja irlandesa) ou uma ou duas cervejas", afirmou.
Fim dos tempos?
Em entrevista concedida no fim do ano passado para a Rolling Stone, Keith Richards revelou que "praticamente" parou de beber. "Já faz um ano. Tirei a tomada disso. Fiquei de saco cheio", afirmou Richards.
Colega de Keith Richards nas guitarras dos Stones, Ron Wood refletiu sobre a sobriedade de Keith Richards durante a mesma publicação. Wood, que está sóbrio desde 2010, disse que ofereceu "todo o apoio" para o amigo. "Não funcionava mais para ele, sabe? O Keith que conhecíamos tinha um limite. Se ele bebesse algo além do limite, ele se tornava alguém desagradável. Esse limite se tornou cada vez mais curto e ele percebeu isso", afirmou.
Wood destacou, ainda, que a sobriedade de Richards fez com que se tornasse "um prazer" trabalhar com ele. "Ele está muito mais maduro. Está mais aberto a ideias que, antes, me faziam ranger os dentes e pensar: 'ele vai falar m*rda por sugerir isso'. Agora, ele só diz: 'legal, cara'", disse.
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