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Chapado e pelado: quando Trivium tocou com o Maiden na Holanda e comeu bolo de maconha

Por Emanuel Seagal
Em 16/01/22

Matt Heafy, guitarrista e vocalista do Trivium, contou a história de quando ouviu pela primeira vez o álbum "Operation: Mindcrime", do Queensryche, do início ao fim. O quarteto estava em turnê com Iron Maiden em 2006 e decidiu aproveitar o dia de folga em Amsterdã para visitar uma coffeeshop e experimentar space cakes, os famosos bolos de maconha.

O quarteto ao lado de membros da equipe, seu empresário Justin Arcangel e Brian Heafy, pai de Matt chegaram lá e aventura começou. "Não lembro se algum de nós fumou, mas comemos space cakes , e 'okay, legal, veremos o que acontece', começamos a sentir os efeitos, e todos falamos, 'acho que tenho que ir embora'. Era como Detroit Rock City, nós quatro nos separamos e fomos para nossos quartos de hotel. Paolo (Gregoletto, baixo) me disse que ele começou a sentir os efeitos, mas ele não queria mais sentir então se forçou a vomitar. Ele vomitou na pia, a encheu e continuou vomitando, mas obviamente quando você está chapado aquilo não faz nada, você está apenas chapado vomitando, e space cakes são muito mais fortes do que fumar. Leva horas. Os efeitos vão começar uma hora ou duas depois e vão durar por oito horas. Ele disse que bateu na porta do nosso empresário, Justin, pra pedir ajuda, e Justin olhou pelo olho mágico e não deixou ele entrar", relembrou Matt.

Ele acrescentou: "Corey (Beaulieu, guitarra) abriu, mas estava com a corrente, e quando Paolo começou a falar Corey fechou a porta. Justin (Arcangel, empresário) começou a andar pelo quarto e toda vez que ele terminava uma volta ele riscava um traço na parede com um lápis e disse que na manhã seguinte a parede inteira estava cheia de marcas. Eu não lembro o que aconteceu com o Travis. Paolo estava vomitando, Corey não deixou Paolo entrar, Justin estava andando em círculos. Meu pai foi um campeão, ele não sentiu nada."

Dos membros da banda aparentemente o que mais se divertiu foi Matt, ao menos até antes do show. Ele explicou: "Eu fiquei pelado, deitei no chão, coloquei 'Operation: Mindcrime', e comecei uma jornada, eu via as notas musicais, eu as ouvia, eu sentia a música, eu via o filme, e eu amo aquele disco. Eu amo aquele disco desde então. Na manhã seguinte acordamos para o show e estávamos todos de ressaca por causa dos space cakes, e meu pai acordado, tipo, 'E aí pessoal, tudo bem? Vamos ter um bom dia'."

Matt tentou aprender umas palavras em holandês para falar durante o show, porém como ainda estava de ressaca, ninguém entendeu nada. "Então, se você estava no show do Trivium em Amsterdã, na turnê com o Iron Maiden, e nós não tocamos bem, é por causa do seu estilo de vida livre que decidimos experimentar", concluiu.

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com Iron Maiden e Black Sabbath até chegar ao metal extremo e se apaixonar pelo doom metal. Considera Empyrium e X Japan as melhores bandas do mundo, Foi um dos coordenadores do finado SkyHell Webzine, escreveu para outros veículos no Brasil e exterior, e sempre esteve envolvido com metal, seja com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa. Escreve para o Whiplash! desde 2005 mas ainda não entendeu a birra dos leitores com as notícias do Metallica. @emanuel_seagal no Instagram.

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