Helloween: Análise vocal de Michael Kiske

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Por Danilo F. Nascimento
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Michael Kiske, vocalista conhecido por ter integrado a formação clássica do grupo de power metal Helloween, nasceu em 24 de janeiro de 1968, em Hamburgo, na Alemanha, e é frequentemente lembrado como um dos melhores cantores da história do heavy metal.

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O interesse de Kiske pela música fora prematuro. Em entrevista à Tony Webster, ele declarou:

"Eu só ouvia Elvis quando tinha 8 anos de idade. Quando eu comecei a ouvir música em LPs, eu costumava ouvir gravações de contos de fadas, e achava que música em Lp's era desperdício de plastico, mas isso mudou quando fui apresentado ao trabalho de Elvis."

E Michael Kiske permanece um grande fã de Elvis Presley, tanto que já fez tributos ao rei do rock n' roll.

Michael Kiske - Love Letters (Elvis Presley Cover)

Michael Kiske - I Really Don't Want to Know (Elvis Presley Cover)

Michal Kiske - How The Web Was Woven (Elvis Presley Cover)

Michael Kiske - Mary In The Morning (Elvis Presley Cover)

Aos 11 anos, Kiske descobriu e apaixonou-se pelo heavy metal através da banda Judas Priest. Ao ver uma performance do grupo liderado pelo excêntrico vocalista Rob Halford na TV, o jovem decidiu que seria musicista, decidiu que tocaria rock n' roll.

Aos 14 anos, começou a cantar. Kiske ainda não tinha uma identidade vocal definida, então, por vezes emulava as vozes de Rob Halford e Elvis Presley.

Aos 17 anos, iniciou a sua carreira profissional na banda Ill Prophecy, e em 1986 abandonou a banda para integrar o Helloween, substituindo Kai Hansen nos vocais da banda.

No início, Kiske ficaria receoso em relação à banda, pois havia detestado o disco Walls of Jericho, lançado um ano antes com Hansen nos vocais.

Entretanto, topou o desafio e confirmou a sua entrada na banda. O resto da história, todos conhecem.

Michael Kiske afirma categoricamente nunca ter tido aulas formalmente com um professor de canto. Sobre este assunto, o vocalista é enfático:

"Tony Webster: Qual conselho você daria para alguém que está se inicializando como vocalista?

Michael Kiske: Bom, a primeira coisa é que você ficará bem empolgado! A primeira coisa é ficar empolgado em cantar, a melhor coisa a fazer é pegar um violão e sair por ai cantando músicas dos Beatles, ou pelo menos começar com algo parecido ou algo simples, apenas para pegar o sentimento do canto. Quanto mais velho fiquei, menos interessado em alcance e técnicas eu fiquei, para mim, o melhor cantor de todos os tempos foi Elvis Presley, principalmente o Elvis do período 1968-1970. Ele transmitia sentimento e cantava com a alma, e é isso que importa. Não há como comparar Elvis com cantores de Heavy Metal, pois são características e formas de cantar completamente diferentes, mas em um contexto geral, ele era o melhor, ele tinha um feeling inexplicável. Para início de conversa, a melhor coisa a fazer no início é transmitir sentimento ao cantar, a interpretação é fundamental. A parte técnica envolvida nisso... como alcançar notas altas... você sabe, não é comum uma voz masculina alcançar muitos agudos, quero dizer, você tem que desenvolver uma técnica que faça você atingir notas altas sem ferrar de vez sua voz, e isso você consegue com prática. Eu nunca fiz aulas de canto, apenas encontrei o meu jeito de cantar, encontrei a forma mais confortável de fazer, e não precisei de um professor para isso, na verdade, eu não vejo necessidade alguma em ter professores ou aulas de canto, porque você precisa achar sua própria maneira de cantar. A melhor coisa a fazer em relação à isso é achar o seu estilo. Quando você se inicia no canto, você começa soando como seus ídolos, no meu caso, eu emulava a voz de Rob Halford no início, porque são as pessoas que você foi buscar inspiração para cantar no primeiro momento. É muito importante desenvolver seu próprio som, seu próprio estilo, sua própria identidade, cantando e praticando."

Michael Kiske têm uma voz privilegiada, é dono de uma considerável gama vocal e faz coisas que muitos vocalistas não conseguem fazer. Embora declare nunca ter tido aulas formais de canto, provavelmente Kiske desenvolveu técnicas de como cantar confortavelmente com o auxílio de fonoaudiólogos, que certamente o ajudaram no que concerne à esclarecimentos sobre sua tessitura vocal (nota do autor: não confundir tessitura vocal com extensão vocal).

A prática contínua fez com que, mesmo de forma praticamente auto-didata, Kiske desenvolvesse algumas técnicas indispensáveis para obter um bom desempenho vocal, principalmente, se levarmos em consideração a vertente do rock na qual ele cantava. O power metal exige que o vocalista tenha um considerável leque de técnicas à serem utilizadas.

Entre as técnicas utilizadas por Kiske é possível destacar:

Falsete de "sino": Falsete muito incomum, onde o músculo palatoestafilino avança consideravelmente, geralmente agudos imensuráveis e completamente raros.

Máscara de voz - Neste recurso, as notas mais altas parecem encontrar compatibilidade (vibrar sistematicamente) no rosto, nariz e cabeça. Frontal e esfenoidal. Quanto menor estas caixas de som e quanto mais projetada ela estiver, maior a facilidade de atingir notas mais altas.

Belting - Técnica baseada em uma posição de laringe ligeiramente para cima, com ampla abertura vocal, som muito alveolar, ao contrário do velofaríngea de tessitura perto de falsete, mas soando natural. O resultado é um timbre agudo e limpo.

Belting com ar - Aduções simples e duplas, com nível mediano de selamento glótico.

Belting pleno - Aduções simples e duplas com preponderância de TA, com selamento glótico pleno.

Half Belting - Adução dupla com preponderância de CT.

Mixed voice - Sinergia de TA e CT.

Yodel - Enquanto parte estrutural do desenho melódico, ora realizado na entrada de frases (transição abrupta de adução simples de CT para adução dupla, independentemente da preponderância), ora realizado no meio de frases, constituindo a própria estrutura melódica (dinâmica entre aduções simples de CT e aduções duplas, realizada de modo preciso e abrupto). Tal técnica evidencia a capacidade da musculatura laríngea de realizar ajustes finos num curto espaço de tempo.

Speaking Voice - Variação 01, com isolamento de registros

Conceitos e termos acima são de cortesia do treinador vocal Ariel Coelho. Para mais informações:
http://www.arielcoelho.com.br/analises-vocais/

Em grande parte das canções que contam com os vocais de Kiske, há uma dinâmica entre esquemas vocais com dupla adução (beltings, mixed voice), e uso de vibratos laríngeos, com elevação do palato mole (espaçamento laríngo-faríngeo e enriquecimento dos harmônicos da voz).

Os agudos de Kiske são, basicamente, consequência de uma forma de cantar cujas pregas vocais são esticadas em seu limite, proporcionando profundidade, densidade e agudos contundentes.

Kiske, predominantemente, canta de forma limpa, demonstrando bom controle sobre a sua voz de cabeça, sempre fazendo conexão entre técnicas que compõe o seu leque. Alguns fãs e críticos comparam seu estilo e alcance com Geoff Tate e o Bruce Dickinson (na sua época do Samson), como também com Rob Halford. Kiske é dono de uma gama vocal privilegiada e goza de uma facilidade estarrecedora de transitar na região dos médios e agudos.

O vocalista já declarou em diversas oportunidades que, apesar de não fazer aulas de canto, cuida muito bem de sua voz, hidratando-a regularmente, além de realizar, cotidianamente, exercícios fonoaudiólogos. Outro fator que contribuí para que o vocalista esteja até hoje cantando de forma impecável, é o fato de levar uma vida saudável, sem exageros no que tange ao consumo de álcool, por exemplo.

Em entrevista ao Metal Assault, Michael Kiske comentou as mudanças em sua voz com o passar dos anos.

"Acho que estou muito melhor agora (risos). Não consigo mais me ouvir nos Keepers. Era um bebê. Tinha 18, 19 anos, as cordas vocais mal tinham se desenvolvido. Elas só ficam realmente prontas depois dos 30. Então, em termos de sonoridade, agora elas estão bem melhores. Não preciso mais me esforçar tanto para fazer um bom trabalho. Claro que a maturidade pessoal também ajuda muito".

Nota do autor: A voz humana passa por mudanças fisiológicas naturais ao longo dos anos. A voz masculina, especificamente, têm sua última mudança ocorrida entre os 35 e 50 anos, dependendo do organismo de cada um. É importante ressaltar que mudança na voz nada tem a ver com cantar mal. A pessoa passará por mudanças fisiológicas naturais em sua voz no decorrer dos anos, mas isto não quer dizer que a idade a fará cantar mal. Pelo contrário, se o cantor tiver conhecimentos técnicos elementares para um bom desempenho vocal, seguirá cantando bem, de forma diferente sim, mas ainda sim cantando bem. No caso específico de Kiske, ele apenas melhorou, tanto tecnicamente, quanto na interpretação. Sua voz amadureceu e tornou-se mais versátil, e é notório que hoje ele canta de forma mais confortável do que no passado.

Características vocais:

Voice type: Tenor
Sung range: E2-A5
Total range: C2-A5

Notas altas significativas:

A5 ("Follow The Sign" live in Manchester 1987, "Ride the Sky" live in Tilburg 1987, "Someone's Crying")

G♯5 ("The Ethereal Dream", "How Many Tears" live Pamplona '88, "How Many Tears" live Manchester '87)

G5 ("Eagle Fly Free" live New York '89, "How Many Tears" live in Koln '92, "Starlight", "Keeper of the Seven Keys", "You Always Walk Alone", "Where Clock Hands Freeze", "Dr. Stein", "Over the Rainbow", "Reach Out For The Light" live, "Ride the Sky" live in Birmingham 1988, "Victim of Changes" live)

F♯5 ("I'm Alive" live Hell on Wheels '87, "The Chance", "Keeper of the Seven Keys", "How Many Tears" live, "Giants", "Streets of Fire")

F5 ("Someone's Crying", "Key to the Universe", "The Tower", "New Horizons", "Eagle Fly Free", "Halloween")

E5 ("Victim of Fate", "We Got the Right", "Wastelands", "Halloween", "Key to the Universe", "March of Time," "The Tower", "Farewell," "Save Us," "Future World", "The Chance", "Keeper of the Seven Keys", "I Want Out", "Twilight of the Gods", "A Tale That Wasn't Right" live, "Mankind")

E♭5 ("Farewell," "When Clock Hands Freeze", "Absolution", "So Sick", "Where Clock Hands Freeze", "Hello Moon", "Dweller in a Dream")

D5 ("Easy", "Your Turn", "Cross the Line", "Wastelands", "A Little Time", "A Tale That Wasn't Right", "Do I Remember a Life?", "We Got the Right", "Twilight of the Gods", "I'm Doin' Fine Crazy Man", "Dweller in a Dream", "Rise and Fall", "The Calling")

C♯5 ("Absolution," "We Got the Right," "Place Vendome", "Hello Moon", "When the Sinner", "I Believe", "The Tower", "Back on the Streets", "We Rise", "Giants")

C5 ("Eagle Fly Free," "Stargazers", "I Will Be Gone," "Philistine City", "Savior in the Clockwork", "We Got the Right", "Never Change Me")

B4 ("You Always Walk Alone", "Twilight of the Gods", "Sign of the Times", "I Will Be Gone", "Streets of Fire", "Revolution Renaissance", "The Calling," "King of It All", "Cross the Line", "Philistine City", "Longing", "I Believe", "Silver Maiden", "Your Turn", "Music", "Back on the Streets", "Revolution Now", "Hello Moon", "Cross the Line")

Notas baixas significativas:

C2 ("March of Time" live at Rock Hard Festival 2012)

E♭2 ("Absolution")

E2 ("Shadowfights", "Love Letters", "Future World" live acoustic, "Keeper of the Seven Keys")

F2 ("Never Change Me", "Shadowfights")

F♯2 ("Halloween," "Easy", "Longing", "Somebody Somewhere", "Time's Passing By")

G2 ("Key to the Universe", "So Sick", "Revelations", "Kings Fall", "Victim of Fate")

G♯2 ("Runaway Train", "Music")

A2 ("Revelations", "I Really Don't Want to Know", "Keeper of the Seven Keys", "Mary in the Morning", "No One Ever Sees Me")

B♭2 ("Music", "In the Night", "So Sick", "Runaway Train", Elvis impression)

B2 ("Mary in the Morning", "I Believe", "Set Me Free", "No One Ever Sees Me")

Tenho visto algumas pessoas com dúvidas pertinentes no que tange as notas alcançadas pelos vocalistas que venho analisando. Ninguém é obrigado a saber "ler" música, então vou tentar elucidar esta questão por meio de uma imagem simplória, que mostra como é constituída uma oitava.

A revista BURRN elegeu as melhores performances vocais de Michael Kiske em toda sua história, elencando-as da seguinte forma:

Studio Versions

1. Keeper of the Seven Keys

2. We Got the Right

3. Key to the Universe

4. March of Time

5. Halloween

6. Save Us

7. Eagle Fly Free

8. Be True to Yourself

9. You Always Walk Alone

10. Shadowfights

Live:

1. We Got the Right (Live in the UK)

2. A Tale That Wasn't Right (Live in Osaka '89)

3. How Many Tears (Live in the UK)

4. Ride the Sky (Birmingham '89)

5. Eagle Fly Free (Barcelona '88)

O legado de Michael Kiske é imensurável, o vocalista é frequentemente mencionado quando o assunto é heavy metal, e a sua voz inspirou inúmeros cantores do mundo todo.

Sobre a voz de Michael Kiske, Kai Hansen declarou:

"Michael passou a se preocupar menos com questões técnicas, gosto de sua voz nos álbuns, mas prefiro a sua voz da forma como ele canta ao vivo hoje em dia".

Outro músico que mencionou Kiske fora o, também competente, vocalista Fabio Lione:

"Michael Kiske é uma lenda. Ele é excelente, ótimo tipo de voz, poderoso (provavelmente a melhor head-falsetto!). Ótima voz também nas músicas lentas e refinada (claro, ele é como Geoff [Tate], então..)".

E como se não bastasse ser um dos melhores vocalistas da história do heavy metal, Kiske ainda é multi-instrumentista. O músico toca pandeireta, órgão, teclado/piano e guitarra/violão.


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Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

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