Rush: Análise vocal de Geddy Lee

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Por Danilo F. Nascimento
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Que o Rush é uma das melhores bandas da história da música, todos sabem. Que a banda é conhecida mundialmente pela precisão milimétrica com que executa suas canções, nós também já sabemos. Dizer que o power trio constituído por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart é um dos mais técnicos e brilhantes da indústria fonográfica, é chover no molhado.

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Mas a pergunta que não quer calar é:

Será que a capacidade vocal de Geddy Lee é tão privilegiada quanto a sua capacidade de empunhar o seu baixo e o seu teclado?

Amada por muitos e odiada por tantos outros, a voz agudíssima de Geddy Lee sempre despertou curiosidade e reações distintas. Afinal de contas, tecnicamente, Geddy Lee é tão bom vocalista, quanto é bom baixista/tecladista?

É o que você descobrirá a seguir.

Geddy Lee nasceu em 29 de julho de 1953, e é natural de Ontario (Toronto - CAN). Ainda jovem, Lee interessou-se pela música por intermédio do quarteto Led Zeppelin. Segundo o próprio Lee, Robert Plant é, foi e sempre será a sua maior influência ao cantar.

Mas além de cantar, Lee aprendeu logo cedo a tocar violão, e o fazia maravilhosamente bem.

Embora Lee já tenha admitido publicamente que se considera um baixista e não um cantor, a imprensa e crítica especializada sempre massacrou a forma com que o músico cantava, principalmente no início de carreira, quando o Rush ainda não tinha a notoriedade e importância que têm hoje.

No início de carreira, os reviews da crítica especializada apontavam Geddy Lee como um "Robert Plant piorado". A partir do disco "Permanent Waves", a crítica se rendeu ao talento do maior e melhor power trio da história da música, e consequentemente, ao talento de Geddy Lee.

Realmente, o músico não é tão bom vocalista quanto bom baixista ou tecladista, e isso se torna evidente ao conferir uma apresentação ao vivo da banda. Mas Lee apresenta uma característica marcante para que se diferencie de tantos outros vocalistas que surgiram na mesma época: A originalidade.

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Gostando ou não, a voz de Geddy Lee é extremamente original, e não há nada parecido na indústria fonográfica. A Rolling Stone.com elegeu a Geddy Lee o décimo vocalista mais original de todos os tempos. Sim, a voz de Geddy Lee é originalíssima e de difícil reprodução.

Geddy Lee evoluiu consideravelmente a partir de "Permanent Waves", tanto que se envergonha da sua voz no início de carreira. Em entrevista concedida ao portal Maxim.com, Lee dissertou sobre o assunto:

"As vezes me pego dando risada sozinho. O Motivo? Minha voz no início de carreira me deixa envergonhado. Quando paro pra ouvir dou muita risada, é embaraçoso (risos)".

Questionado sobre a sua entonação, Lee diz:

"Eu sempre cantei em tons muito altos, desde muito jovem. Eu cantava no coral da escola e era a 'soprano' do coral, pois minha voz era mais aguda do que a das meninas (risos). Eu moldei a minha musicalidade a partir de bandas como Blue Cheer, The Who, Humble Pie e Led Zeppelin. Eu amava Robert Plant. Sobre minha voz, muitas pessoas estranham quando ouvem minha voz falada. E eu respondo: 'O que esperavam? Eu apenas canto em falsete ás vezes, mas não posso falar utilizando falsete, isso apenas o Mickey Mouse pode (risos)".

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Questionado sobre quais são as músicas do Rush mais difíceis de cantar, Lee diz: "Com certeza é 'A Farewell to Kings'. Eu tentei ensaiá-la para a última turnê e, simplesmente, não consegui cantá-la, me machucaria sério se tentasse cantá-la a fundo, então tive que desistir (risos). Antes que você me pergunte, eu mesmo digo. Sim, há um monte de canções que gravei no passado que não posso mais cantar, isso é normal, minha voz mudou. Canções como '2012' têm que ser tocadas, pelo menos, 1/2 tom abaixo em alguns shows, para que eu possa cantá-la confortavelmente. Canções como 'Ghost Rider' e 'Ceiling Unlimited' também são extremamente difíceis.".

Questionado sobre qual a estratégia utilizada para cantar estas músicas difíceis em apresentações ao vivo, Lee é enfático: "A estratégia é simples. Colocamos no repertório o maior número de músicas instrumentais possíveis. Depois de cantar músicas muito difíceis, sempre tocamos uma canção instrumental para que eu possa recuperar o meu fôlego."

Sobre a utilização exacerbada de falsetes, Lee comenta: "Eu mesclo minha voz de cabeça com falsetes, e gosto do efeito que me proporciona, gosta como soa na maioria das vezes."

Indagado sobre como cuida da sua voz em turnê, Lee responde: "Eu mantenho uma dieta muito rigorosa quando estou em turnê, evito produtos derivados do leite e alimentos picantes, além de bebidas alcoólicas. Bebo apenas um vinho branco moderadamente. Bebo litros de água e nos dias de folga, nos intervalos entre um show e outro, eu tento não falar muito, converso o mínimo necessário."

No que tange o seu aquecimento vocal, Lee afirma: "Antes de todos os shows, fazemos uma passagem de som de, no mínimo 20 minutos, aqueço a minha voz na passagem de som, além de realizar execícios fonoaudiólogos antes de entrar no palco. O aquecimento vocal é muito importante. Lembro que no início de carreira minha voz ia embora na metade da apresentação, pois eu não a aquecia corretamente. Hoje eu me preocupo com tudo, aquecimento vocal e, principalmente, repertório. Você tem que se conhecer, saber como está sua voz no dia da apresentação. Têm dias que não estou bem para cantar determinadas músicas, em outros dias canto-as com extrema facilidade. O cantor tem que ter esse feeling, para não ir além dos seus limites".

Geddy Lee também foi questionado sobre suas mudanças físicas: "A idade chega e você percebe que não consegue mais atingir algumas daquelas notas altas. Eu tive problemas com as minhas mãos e o joelhos, a idade não perdoa (risos).

Questionado sobre a dificuldade de tocar e cantar ao mesmo tempo, Lee diz: "É difícil. Ás vezes, preciso alterar ligeiramente algumas melodias no baixo ou nos vocais para que eu consiga tocar e cantar ao mesmo tempo. Mas é claro, são alterações mínimas, a essência da música deve permanecer intacta."

Perguntado sobre quais conselhos daria à cantores que estão começando, Lee falou: "Entenda os seus limites, entenda que você não será o melhor cantor do mundo. A partir do momento que entendi isso, tudo se tornou mais fácil, cada cantor é bom em algo e ruim em outras coisas, faz parte, entenda sua voz e até onde ela pode ir. Respeite os músculos da suas cordas vocais, e quando envelhecer, não se iluda pensando que vai cantar da mesma forma de quando era jovem, você têm que se adaptar as várias fases da sua vida. Jamais fique em ambientes onde as pessoas estão fumando, cigarro é horríveis para as cordas vocais. Beba bastante águas, litros, eu diria. E nos dias de folga, não fale, converso o mínimo possível, mantenha sua voz em repouso".

Nos primeiros discos, a voz de Geddy Lee era extremamente estridente, chegando a soar desagradável em alguns momentos, mas Lee evoluiu gradativamente com o passar dos anos, ganhando o apoio dos, até então, ferrenhos críticos especializados.

Muitas pessoas ao ouvir a voz agudíssima de Geddy Lee dão o veredito de que ele utiliza falsete o tempo todo. Mas não é verdade, pois na maior parte do tempo, Geddy Lee utiliza a sua voz voz de cabeça ou usufrui de voz mista.

Nota do autor: Voz de cabeça é extensão da voz de peito para o alto, mas uma voz mais aguda.

Mas como diferenciar voz de cabeça de voz de peito, por exemplo?

Primeiramente, identifique a voz de peito pelas notas fortes no registro grave. A voz de peito pode ser sentida mentalmente e literalmente no peito e leva consigo um timbre de qualidade forte. O som é seguro e evidente.

Em seguida, diferencie a voz de cabeça pela qualidade leve do registro mais alto. As notas estarão no registro alto da parte mediana e alta de sua extensão, e geralmente têm menos força e um som mais suave.

A voz de peito literalmente ressona no peito e na máscara vocal, ou face. A voz de cabeça se move para a cavidade nasal e as vibrações vão para a testa. Ela é associada ao palato mole levantado, enquanto a voz de peito é associada com o brilho e ressonância frontal que vibra os lábios.

Para encontrar a sua quebra entre a voz de peito e cabeça pratique escalas. Quando você sentir que a vibração subiu de seu peitoral para o rosto, você a achou. Treine mesclar esses registros na quebra para diminuir a diferença óbvia que pode ser ouvida na maioria das vozes sem treinamento vocal adequado.

Embora tenha cantado em corais desde cedo, e frequentado fonoaudiólogos na fase adulta, Lee nunca estudou canto formalmente com um treinador vocal.

No início de carreira, atingia notas altíssimas com extrema facilidade, mas a má utilização de sua voz deteriorou, parcialmente, esta sua característica.

Com o passar dos anos, a prática permitiu que Lee melhorasse sua impostação vocal, e se os agudos já não eram mais tão altos, pelo menos eram realizados de forma mais confortável para o vocalista.

Geddy Lee é extremamente preciso em seus instrumentos, mas também, quase sempre, é preciso ao cantar. Conhece os seus limites e dificilmente canta algo fora do tom. Em tratando-se de um auto-didata, Lee pode ser considerado sim um bom vocalista, pois embora seja extremamente subestimado, é dotado de uma originalidade e de uma gama vocal única e particular.

Algo extremamente positivo no que concerne a evolução técnica de Lee, é que, ao contrário do início de carreira, desde o início dos anos 80, o vocalista abandonou totalmente o terrível ato responsável pela deterioração vocal de inúmeros vocalistas: Cantar com a garganta.

Nota do autor: Cantar com a garganta significa colocar força nos músculos fonadores, que ficam próximos as pregas vocais. Ou seja, ao invés de você cantar corretamente que é com a garganta relaxada e o mínimo de tensão possível em toda essa região da garganta e pescoço, você vai espremer e forçar esses músculos e as articulações de um jeito que faça o som que você procura, mas que é o jeito incorreto e pode ter consequências graves para a saúde da sua voz a médio e longo prazo.

Sabe aqueles comediantes que imitam diversas pessoas, celebridades, etc? É esta musculatura que eles torcem e retorcem pra fazer os diversos sons. Como resultado, precisam mudar o foco de seus stand up comedy's, pois a longo prazo é impossível manter-se saudável utilizando a garganta desta forma.

Se você cantar forçando a garganta por muito tempo, pode vir a ter uma das doenças da voz como, por exemplo, pólipos e nódulos vocais, edema das pregas vocais, problemas de laringe, etc.

Ao falarmos, a maioria de nós utiliza, erroneamente, a garganta. Por isso é imprescindível que você visite um fonoaudiólogo. Fará bem a sua saúde, mesmo que você não seja cantor.

Então, como cantar sem pressionar a garganta?

Primeiramente, fique em frente a um espelho que pegue todo seu corpo e fique como se fosse começar a cantar. Suas pernas devem estar paralelas a seus ombros, e seus ombros devem estar relaxados e levemente curvados para trás. Seu pescoço deve estar esticado e reto sem qualquer constrição, e seu maxilar levemente solto com a face relaxada. Atente-se para qualquer sinal de desalinhamento no espelho, seu corpo deve estar reto.

Respire com o diafragma e puxe ar para o fundo do estômago. Os músculos do diafragma irão lhe ajudar a tomar um bom ar, o que irá sustentar sua voz. Se você tem problemas ao respirar com seu diafragma, finja que está bocejando; este processo usa os mesmos músculos do estômago.

Depois aqueça cantando uma escala no meio do seu alcance. Cante a escala inteira e tente conseguir um bom som em cada nota. Se você não consegue cantar uma escala, cante uma única nota e segure-a por quatro batidas. E então cante outra nota que seja um pouco mais baixa e retorne à nota original. Complete este exercício cinco vezes.

Cante músicas que caem apenas no seu alcance vocal. Evite cantar músicas que sejam muito altas ou muito baixas pra você. Isso irá colocar mais pressão em suas pregas vocais e dificultar o canto.

Geddy Lee parece ter entendido o prejuízo que teria se continuasse a cantar coma garganta. Obviamente que a sua voz não é mais a mesma, mas ele mesmo é categórico ao admitir isto. Mas acredite, a história poderia ser pior. Cantar com a garganta por mais alguns anos poderia ter abreviado a sua carreira e, consequentemente, a do Rush, ou você consegue imaginar alguém melhor para cantar no Rush do que ele? Bem, o autor que vos escreve não consegue, a voz de Geddy Lee é o pilar da banda.

Que Geddy Lee é um excelente músico, original e competente no que se propõe a fazer nós já sabemos, mas e ao cantar? Qual o repertório de Lee? Quais as técnicas mais utilizadas por ele?

Bem, mesmo sendo auto didata, Lee aprendeu e desenvolveu um excelente repertório de técnicas vocais que lhe permitem pautar a sua originalidade. São elas:

Falsete - Registro vocal por meio da qual o cantor emite, de modo controlado (não natural, por isso "falso"), sons mais agudos ou mais graves que os da sua faixa de freqüência acústica natural (tessitura). Essa técnica depende diretamente do conjunto de músculos intrínsecos da laringe.

Yodel - Recurso utilizado enquanto parte estrutural do desenho melódico, ora realizado na entrada de frases (transição abrupta de adução simples de falsete para adução dupla, independentemente da preponderância), ora realizado no meio de frases, constituindo a própria estrutura melódica (dinâmica entre aduções simples de falsetes e aduções duplas, realizada de modo preciso e abrupto). Tal técnica evidencia a capacidade da musculatura laríngea de realizar ajustes finos num curto espaço de tempo.

Belting com ar - Aduções simples e duplas, com nível mediano de selamento glótico.

Articulação - Movimentação muscular, articular dos órgãos articuladores, a saber: lábios, língua, musculatura do rosto, dentes e mandíbula.

Impostação - Impostar a voz é usar todos os recursos técnicos disponíveis como respiração, apoio, Articulação e ressonância, tirando a voz de lugares que podem prejudicar o Canto, por exemplo: garganta (Voz gutural) , nariz (Voz anasalada) e faringe (voz entubada, abafada). O ideal é uma voz equilibrada usando todos os pontos de ressonância procurando sempre colocar a voz, pressão de som para cima, preenchendo toda a cabeça, principalmente a máscara. A impostação se dá através de exercícios específicos como Boca Chiúsa (Boca fechada) e vocalizes usando diversas combinações de vogais, escalas e tonalidades, exercitando a voz em toda a sua extensão, aplicando a técnica respiratória, abertura de boca e projeção do som.

Voz mista - Dupla adução com sinergia de TA (Músculo Tireoaritenoídeo - músculo intrínseco da laringe) e CT (Músculo Cricotireóideo - músculo intrínseco da laringe), com selamento glótico pleno. Quando não utiliza falsete, as notas mais agudas de Geddy Lee são realizadas por intermédio desta técnica.

Conceitos e termos acima são de cortesia do treinador vocal Ariel Coelho. Para mais informações:
http://www.arielcoelho.com.br/analises-vocais/

Geddy Lee caracteriza-se também por utilizar uma dinâmica entre entre músculos tireoaritenóideos e crocotireóideos em termos de aduções simples.

No início de carreira, o motivo de sua voz estridente e nasalada, além de cantar com a garganta era que ele executava as notas muito agudas com o abaixamento do palato mole.

Como dito anteriormente, é evidente que a voz de Geddy Lee não é a mesma, e nem poderia. A voz humana não apresenta uma mudança contínua, sendo que a última alteração acontece entre 35 e 50 anos, variando de pessoa para pessoa.

Conheceremos a seguir algumas das características vocais de Geddy Lee:

Timbre: High tenor
Faixa cantada: E2-B5
Alcance total: C2-B5

Notas altas significativas:

B5 ("Cygnus X-1" live, "Something For Nothing" live)
B♭5 ("By-Tor and The Snow Dog" live 1980, "Cygnus X-1", "2112" live)

A5 ("Anthem", "Battle Scar", "Cygnus X-1" live, "Finding My Way", "2112" live)

G♯5 ("By-Tor and the Snow Dog", "Celebrity Winter Advice with Geddy Lee", "Lessons")

G5 ("Cygnus X-1", "Cygnus X-1" live, "Lessons", "Cygnus X-1 Book II: Hemispheres", "Something For Nothing")

F♯5 ("Anthem", "2112")

F5 ("Cygnus X-1", "Freewill", "Garden Road" live 1973)

E5 ("A Farewell to Kings", "Anthem", "Best I Can", "Finding My Way", "Fly By Night", "Here Again", "In The End" live, "Lessons", "The Twilight Zone", "Tom Sawyer", "2112", "Vital Signs", "Xanadu")

E♭5 ("Garden Road" live 1973)

D5 ("A Farewell to Kings", "Available Light", "Circumstances", "Distant Early Warning", "Fly By Night", "Lock and Key")

C♯5 ("Big Money" demo version, "Carnies", "Marathon", "Red Barchetta", "Secret Touch", "Territories")

C5 ("Between The Wheels", "Big Money", "Distant Early Warning", "Ghost Rider", "Headlong Flight", "Limelight", "Middletown Dreams", "Resist", "Test For Echo", "Tom Sawyer", "Wish Them Well")

B4 ("Analog Kid", "Big Money", "Countdown", "Cut to the Chase", "Everyday Glory", "Far Cry", "Headlong Flight", "Lock And Key", "Marathon", "One Little Victory", "Prime Mover", "Roll the Bones" live, "Seven Cities of Gold", "The Seeker", "The Speed of Love", "Time Stand Still", "Working Man")

Notas baixas significativas:

D3 ("Animate", "Dreamline", "Ghost of a Chance", "Heart Full of Soul", "Manhattan Project", "New World Man", "Territories", "Test For Echo", "The Speed of Love", "Time and Motion")

C♯3 ("Ghost of a Chance", "Second Nature", "Time and Motion", "Time Stand Still")

C3 ("Animate", "Open Secrets", "Red Tide", "Resist", "The Garden")

B2 ("O Canada" live, "Red Tide", "Wish Them Well")

B♭2 ("Resist", "Roll the Bones")

A2 ("Bravado", "Cold Fire", "The Spirit of the Radio" disco version, "The Trees")

E2 ("The Spirit of Radio" country version)

C2 ("Double Agent")

Melhores performances vocais da carreira de Geddy Lee:

1. 2112

2. Cygnus X-1 (Suite)

3. Tears

4. Here Again

5. Before and After

6. Anthem

7. Something For Nothing

8. Lessons

9. Resist

10. Time Stand Still


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Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

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