Deep Purple: Análise técnica da voz de Ian Gillan

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Por Danilo F. Nascimento
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O renomado vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, também conhecido como "Silver Voice", possuí uma voz ímpar e distinta, capaz de variações e alcances imensuráveis.

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Características vocais:

Timbre: Barítono
Alcance vocal: C♯2-D6

Gillan começou a sua carreira no longínquo ano de 1963, onde cantava e tocava bateria na banda Rockett and the Moonshiners. Mas, logo percebeu que não conseguiria tocar bateria e cantar ao mesmo tempo, portanto, optou por aprimorar-se apenas como cantor.

A banda se dissolveu, mas Gillan continuou cantando em inúmeros grupos de rock e soul, do underground britânico, nos anos 60, tendo participado do grupo de jovens corais, St Dunstan Hall.

A primeira banda profissional a contar com os vocais de Gillan, fora a Episode Six. A banda excursionou pelo Reino Unido e pela Alemanha, tendo, inclusive, participado de programas na rede televisiva BBC.

A entada de Gillan no Deep Purple deu-se em 04 de junho de 1969, quando Ritchie Blackmore, Jon Lord e Ian Paice foram assistir o show de sua banda, Episode Six, e ficaram impressionados com o que viram, contatando-o em seguida para que viesse a se tornar o vocalista do Deep Purple.

Na década de 70, Gillan era, frequentemente, apontado como um dos maiores vocalistas do mundo e tal fama culminou para que, em 1972, fosse convidado a cantar no musical Jesus Christ Superstar, onde interpretou Jesus Cristo em uma canção.

Análise vocal de Ian Gillan nos anos 70:

Voz de peito - Notas baixas, que requerem grande caixa de ressonância. Por esta razão, as notas são desenvolvidos em uma queda grave, com a junção de registro vibratório e de peito (tórax).

Voz de garganta - No início de sua carreira, até por imaturidade e pouco conhecimento, no que tange sua tessitura e extensão vocal, Gillan tensionava muito sua garganta em alguns momentos, cantar com a garganta é geralmente definido sarcasticamente como "cantar com o coração". Ao cantar assim, Gillan só não não prejudicou sua voz terminantemente pois desenvolveu um bom apoio na faringe e ressonância.

Máscara de voz - Neste recurso, as notas mais altas parecem encontrar compatibilidade (vibrar sistematicamente) no rosto, nariz e cabeça. Frontal e esfenoidal. Quanto menor estas caixas de som e quanto mais projetada ela estiver, maior a facilidade de atingir notas mais altas.

Belting - Técnica baseada em uma posição de laringe ligeiramente para cima, com ampla abertura vocal, som muito alveolar, ao contrário do velofaríngea de tessitura perto de falsete, mas soando natural. O resultado é um timbre agudo e limpo.

Falsete faringe: Falsete habitual/natural, com músculo palatoestafilino.

Falsete de "sino": Falsete muito incomum, onde o músculo palatoestafilino avança consideravelmente, geralmente agudos imensuráveis e completamente raros.

Passagem - Nos anos 70, a voz de Gillan em 1970 sofria instabilidade nesta área e, a partir de meados dos anos 80 sua voz ficou mais habituada a acomodar as passagens.

Por volta de 1981/1982, Gillan teve sérios problemas em suas cordas vocais, e precisou descansá-las, fazendo com que a banda desmarcasse vários shows. Ele ainda não conhecia os limites reais de sua voz, cantava de forma muito intuitiva. Em sua volta, sua voz nunca mais seria a mesma dos anos 70, ele estava procurando uma nova identidade vocal, e possivelmente conseguiu.

A sonoridade de sua voz, hoje, talvez desaponte alguns fãs mais saudosistas, por já não atingir os agudos de outrora, mas sua voz ficou mais rica em nuances e amplificação expansão torácica.

Mas, na opinião do autor que vos escreve, mudança na voz, não necessariamente, significa que a voz tenha se tornado ruim, muito pelo contrário, tecnicamente, Gillan, é um cantor melhor hoje do que no passado, pois se, por um lado, ele não consegue (e nem deveria) atingir os agudos de outrora, sua voz está mais robusta, encorpada e certamente, ele têm maior noção, no que tange a controlá-la e impostá-la corretamente.

Observem a análise da voz de Gillan nos anos 2000:

Sim, se compararmos com o gráfico de sua voz nos anos 70, constataremos a existência de grandes diferenças em sua voz, e é absolutamente óbvio que a voz do Gillan mudou, e continuará mudando. Se por um lado, ele diminuiu a utilização do falsete de "sino" e do belting, sua voz, no que tange a ressonância, está soando mais encorpada. Se por um lado, perdeu tessitura e ganhou visceralidade e uma nova forma de interpretar as canções, cantando-as de forma mais confortável, sem tensionar sistematicamente a garganta.

Os recursos, Voz de peito, Ressonância de voz de garganta e máscara de voz parecem ter se unido em um só, ficando difícil identificar onde termina um e onde começa o outro, enquanto nos anos 70 essa diferenciação era mais fácil de identificar. Este fenômeno pode ser chamado de voz homogênea. A impressão que passa é que isso aconteceu porque hoje, as suas notas de passagem (passagens onde as ressonâncias se sobrepõem), parecem ter desaparecido, em virtude d sua voz estar mais estável, dando a sensação de que sua voz natural abrange todo estes recursos unidos.

Sua voz de peito ficou mais grave, e entre outras causas, acredito que seja em virtude do aumento de seu tubo orofaríngeo. Seu Belting hoje limita-se a gravações de estúdio, ao vivo ele tem utilizado muito pouco. Nos anos 70, ele utiliza sistematicamente, tanto em estúdio quanto ao vivo. Fisiologicamente, suas cordas vocais eram mais adeptas à utilização deste recurso do que hoje.

Sua ressonância está mais palatal, isto significa que o som está mais concentrado na área central do palato mole, corroborando para uma sonoridade mais incisiva. A provável causa é a maneira diferente como ele vêm trabalhando com os músculos da mandíbula e da língua. Hoje, ao cantar, Gillan abre mais a boca no sentido vertical, antigamente abria-a no sentido horizontal. Com isso, a espessura de sua voz que era mais fina, tornou-se mais arredondada e encorpada.

O falsete de "sino" não está incluído no diagrama (como o Belting), porque não é sempre utilizado de forma de estável. Este tipo de falsete era o mais característico de Gillan nos anos 70 e 80, e este sim, mudou significativamente, e é exatamente deste tipo de falsete que os fãs sentem falta nos dias de hoje. Vale lembrar que durante um determinado período, nos anos 90, ele passou um bom tempo com doenças virais (faringite e laringite), e um dos sintomas dessas doenças virais é prejudicar a realização desses falsete por um longo espaço de tempo. E esta mudança em si, tornou sua voz menos estridente, menos volumosa, menos resistente, e sua entonação tornou-se mais suave e menos potente. Hoje ele substitui o falsete de "sino" pelo falsete de faringe.

Embora tenha sofrido estas alterações, o falsete Ian Gillan é único. Nenhum cantor soa da mesma forma ao atingir um falsete, pois é uma técnica de tensão-palato muscular estafilino ou "sino", que se move para a frente, causando um equilíbrio de tensão nos músculos do palato mole que são totalmente diferentes das tensões usuais que causam de falsete faringítico atual, onde o músculo está escondido atrás dos outros músculos do palato mole (faringoestafilinos e glosoestafilinos), o que não quer dizer que esteja melhor ou pior, cabe ao ouvindo decidir. Vale a pena lembrar que o falsete faringítico soa mais natural, em contrapartida, não são capazes de atingir notas tão altas quanto as alcançadas por meio de falsete de "sino".

A partir dos anos 90, Gillan passou a alternar falsete de "sino" e falsete faringítico, e esta talvez seja melhor fase, tecnicamente falando, de sua voz, os falsetes de "sino" foram deixados um pouco de lado nos anos 2000, com raríssimas exceções.

Mas é imprescindível salientar que, quanto mais velho, mais difícil fica executar falsete de "sino". Um cantor de 15 anos, certamente, terá mais facilidade em executá-lo do que um de 50, por exemplo. No caso de Gillan, seus agudos não são mais tão acentuados, em compensação, na região de médios e graves, ele costuma se sair melhor do que nos anos 70.

Priorizando o falsete faringítico, Gillan, dificilmente terá muitos problemas com a sua voz daqui pra frente, porque é um falsete que emprega um movimento natural para desenvolvimento da função fonatória.

Algo que também deve ser levado em consideração, é o declínio físico de Gillan, que engordou bastante. Pode parecer bobagem, mas a parte física do cantor é extremamente importante. O cantor no peso ideal têm mais facilidade, no que concerne a sustentação e apoio na respiração diafragmática.

Todo ser humano passa por mudanças fisiológicas em sua voz ao longo dos anos, e com Gillan não foi diferente, nos anos 70, sua voz cantada (voz de peito) soava muito inferior a sua voz de cabeça e falsetes, e com o passar dos anos ele conseguir encontrar o equilíbrio, e tais problemas foram "solucionados". As aspas estão aí, pois depende da opinião de cada um, há quem o prefira nos anos 70 é a há quem o prefira nas décadas seguintes.

Com as mudanças fisiológicas e até hormonais que passamos com a chegada da idade, é óbvio que a voz, também muda, e Gillan alterou a sua interpretação em algumas canções, adaptando-a para a sua nova forma de cantar. E ele foi extremamente inteligente, provavelmente, se não tivesse modificado sua interpretação, provavelmente, teria muita dificuldade para cantar qualquer coisa hoje, porque os seus registros antigos eram muito altos.

Em entrevista ao site DPRP, em 2010, Gillan teceu alguns comentários sobre suas influências vocais e sobre ter tido ou não alguma espécie de treinamento vocal com algum professor ao longo dos anos.

"Eu nunca estudei canto formalmente com um professor, meus professores são informais, meus professores são as minhas influências, as pessoas que eu cresci ouvindo, você sabe... Elvis Presley, Ella Fitzgerald, Chuck Berry, Little Richard, Dusty Springfield, Cliff Bennett e tantos outros. Se você se limitar a apenas ouvir um professor de canto, você vai cantar corretamente, mas você estará segundo as influências dele e não dos seus heróis, e eu não gosto dessa ideia.

Pra mim, é muito importante cantar com coração, muito mais importante do que cantar com virtuose, lembro que já conversei com Luciano Pavarotti a respeito disto, e naquela oportunidade ele me disse: 'Eu já vi você cantar Smoke On The Water, ao vivo, umas 6 ou 7 vezes, e em cada vez você soa diferente, você canta com o coração, de acordo com o que você está sentindo no momento, eu adoraria fazer isto (apresentar interpretações diferentes) na ópera também, mudar algumas harmonias vocais, mas não daria certo iriam me crucificar, porque na ópera tudo têm que soar tecnicamente perfeito'.

Entendo o que ele quis me dizer, e mesmo nunca tendo estudado, tento permanecer na linha tênue entre técnica e feeling. É claro que a técnica é importante, mas eu acho que acabei adquirindo uma técnica suficiente pra cantar, ao ouvir os meus heróis de infância, como lhe disse anteriormente, eu sonhava em cantar como Cliff Bennett, e trabalhei duro pra adquirir técnicas vocais elementares, hoje tenho mais técnica do que quando era mais novo. Antes, minha voz sempre soava mais fina do que eu desejava, e hoje eu amadureci, estou mais feliz com a forma com que ela soa hoje. É engraçado, quando ficamos mais velhos, perdemos algumas coisas, e ganhamos outras, no meu caso, perdi o cabelo e ganhei a voz que sempre quis ter".

Talvez, o registro mais marcante da carreira de Gillan seja "Child In Time", nesta canção ele apresenta uma dinâmica constante, entre os esquemas vocais de "speaking voice", "belting com ar" (aduções simples e duplas, com nivelamento de selamento glótico pleno), "belting pleno" (aduções simples e duplas com predominância de TA, com selamento glótico pleno), "mixed voice" (sinergia de TA e CT) e half belting (adução dupla com predominância de CT).

Confira algumas performances de Gillan, elencados as respectivas notas alcançadas:

Notas altas significativas

D6 ("Roller" live)

C♯6 ("Smoke on the Water" live)

C6 ("What's the Buzz/Strange Thing Mystifying", "Zero the Hero" live)

B5 ("Fireball", "Fighting Man", "Rat Bat Blue", "Strange Kind of Woman" live)

B♭5 ("Demon's Eye", "Speed King")

A5 ("Abbey of Thelema", "Born Again", "Child in Time", "Disturbing the Priest", "Fool's Mate", "Night and Day", "No More Cane on the Brazos" live, "Poor Boy Hero", "Space Truckin'", "Strange Kind of Woman" live, "Trashed", "Zero the Hero" live)

G♯5 ("Black Sabbath" live, "Gethsemane (I Only Want to Say)", "Hot Line", "Poor Boy Hero")

G5 ("Bloodsucker", "Born Again", "Demon's Eye", "Hallelujah", "Hard Lovin' Man", "Highway Star", "Hot Line", "House of Pain", "Lazy", "Night and Day", "Speed King", "The Temple", "Woman From Tokyo")

F♯5 ("Fireball", "Fool's Mate", "Poor Boy Hero", "Strange Kind of Woman" live, "The Purpendicular Waltz" live, "Vavoom: Ted the Mechanic", "You Make Me Feel So Good" 1972 demo)

F5 ("Children of the Grave" live, "Disturbing the Priest", "Heaven and Hell" live, "Hot Line", "Hush" live, "Men of War", "Sometimes I Feel Like Screaming", "Vincent Price", "You Make Me Feel So Good")

E5 ("A Castle Full of Rascals", "Child in Time", "Fool's Mate", "Hard Lovin' Man", "Highway Star", "Men of War", "Mr. Universe". "No No No")

E♭5 ("Sometimes I Feel Like Screaming")

D5 ("Disturbing the Priest", "Hungry Daze", "Scarabus", "The Temple/Lepers", "Vincent Price")

C♯5 ("Speed King", "You Make Me Feel So Good" 1972 demo)

C5 ("Child in Time", "Hush" live, "Living Wreck", "Telephone Box", "Trashed", "Under the Gun", "You Led My Heart Astray", "You Make Me Feel So Good")

B4 ("Are You Sure?", "Bad Attitude", "Can't Believe You Wanna Leave", "Dead or Alive", "Into the Fire", "Knocking at Your Back Door", "Living Wreck", "Mr. Universe", "Not Responsible", "Pictures of Home", "Picture of Innocence", "Razzle Dazzle", "Soon Forgotten", "Strange Kind of Woman", "Trying to Get to You", "Vavoom: Ted the Mechanic", "Wasted Sunsets")

B♭4 ("A Gypsy's Kiss", "Born Again", "Call of the Wild", "Demon's Eye", "Hell to Pay", "Hungry Daze", "Smoke on the Water", "Woman from Tokyo")

Notas baixas significativas

C♯2 ("Bloodsucker" live in Karlshamn 1996)

D2 ("Better Days", "Blood from a Stone", "No More Cane on the Brazos")

F♯2 ("The Purpendicular Waltz", "Walk On")

G2 ("Better Days", "Blood From A Stone", "It'll Be Me", "Mary Long" live, "No Worries", "Out of Hand", "Rosa's Cantina")

A2 ("All the Time in the World", "Bird Has Flown", "Lonely Avenue", "Out of Hand", "Place in Line", "Poor Jerusalem", "Soon Forgotten", "Walk On", "Weirdistan")

B♭2 ("Loosen My Strings", "The Last Supper")

B2 ("All the Time in the World", "Donkey Ride Dream", "Razzle Dazzle", "Soon Forgotten", "The Temple", "Walk On", "When A Blind Man Cries" live)

Desta feita, é possível concluir que Gillan, está, sistematicamente, esgotando suas possibilidades, no que tange a utilização de falsete de "sino", em contrapartida, ganhou uma estrutura estável e homogênea, no que concerne a utilização de sua voz de peito, ou seja, hoje ele canta mais confortavelmente.

Anos 70, 80, 90 ou 00?

Bem, Gillan, certamente diria que o prefere nos anos 2000, mas no final das contas, cabe ao leitor do Whiplash.net decidir sua preferência. É óbvio que, a primeira vista, a voz de Gillan nos anos 70 e até 80 soa mas clara, limpa e aguda, porém, menos encorpada e imponente, do que ela soa hoje.


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Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

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