Black Sabbath: Análise vocal de Ozzy Osbourne

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Por Danilo F. Nascimento
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John Michael Osbourne, conhecido apenas como Ozzy Osbourne, nasceu em 03 de dezembro de 1948, em Londres.

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Vocalista e frontman de uma das maiores bandas de todos os tempos, Ozzy é carismático e divide opiniões no que tange à sua técnica vocal (ou a falta dela).

O legado e a importância do "Madman" para o heavy metal é indiscutível, portanto, não entremos no mérito desta questão. O presente artigo fará uma abordagem, única e exclusivamente, técnica de Ozzy Osbourne como vocalista.

Nos anos 50, o pequeno John Michael recebeu um apelido curioso em sua escola primária, Ozzy.

Ozzy nasceria com dislexia e transtorno de déficit de atenção. O jovem possuía muitas dificuldades em processos de aprendizagem.

Ozzy enfrentou o palco pela primeira vez no final dos anos 50, quando participou de duas peças de teatro em sua escola, "The Mikado" e "HMS Pinafore".

O primeiro contato de Ozzy com a música ocorreu aos 14 anos, por intermédio de seus conterrâneos, os The Beatles. Após ouvir "She Loves You", Ozzy sentiu-se suficientemente inspirado para decidir que seguiria carreira musical.

Aos 20 anos, Ozzy formou a sua primeira banda, a The Polka Tulk Blues Band. Aos 21, formou a banda Polka Tulk, que mais tarde viria a se chamar Earth.

No início, as maiores influências musicais de Ozzy eram The Beatles, Cream, Blue Cheere Vanilla Fudge.

A Earth fora o embrião do Black Sabbath, banda cuja formação inicial trazia Ozzy (voz), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria).

O nome e a temática do Black Sabbath surgiu quando todos os integrantes andavam pela rua, quando se depararam com um cinema, no qual havia apenas filmes de terror em cartaz. Ozzy e Tony pensaram "As pessoas pagam para ver isso? Para sentir medo? Pode ser que dê certo", e então o nome do filme serviu de inspiração para o nome da banda e o "terror" transformou-se na temática principal das canções da banda.

Após esta breve introdução, voltemos ao assunto principal do artigo.

Ozzy possuía (e ainda possui) uma dicção terrível, o que tende a tornar a audição e interpretação de suas canções e entrevistas em uma tarefa árdua.

Embora o vocalista seja, claramente, limitado tecnicamente, é inegável que sua voz "fantasmagórica" é personalíssima e inimitável.

Sim, Ozzy Osbourne é um vocalista, tecnicamente, limitado, mas a pergunta que fica é: Será que o Madman já recorreu à aulas de canto?

A resposta é sim.

Ozzy teve dois treinadores vocais ao longo de sua carreira, Elizabeth Sabine e Ron Anderson.

Elizabeth Sabine é uma renomada professora de canto, principalmente no que tange a técnica aplicada ao Heavy Metal.

A professora é a mais requisitada por vocalistas de heavy metal que desejam desenvolver maneiras de atingir notas mais altas e alcançar entonações mais agudas.

Entre os seus alunos, é possível citar Brian Howe (Bad Company), Dan Huff (Giant), Axl Rose, Donnie Van Zant, Jizzy Pearl (Love/Hate), Miljenko Matijevic (Steelheart) e Michael Sweet (Stryper).

Confira vídeo de Ozzy realizando vocalizes em aula realizada com Elizabeth Sabine:

Já Ron Anderson é um renomado treinador vocal solicitado por artistas de inúmeros gêneros e vertentes musicais.

Entre seus alunos, é possível citar Axl Rose, Neil Diamond, Lenny Kravitz, Daughtry, Michael Bolton, Alicia Keys, Anthony Kiedis, John Frusciante, Seal, Shania Twain, Richie Sambora, Chris Cornell, Tom Cruise etc.

Ron Anderson acompanhou Ozzy por um bom tempo, e lembra com carinho do período:

"Foi ótimo, grande pessoa. Acompanhei Ozzy por três turnês seguidas, no final dos anos 80 e início dos 90, sua voz estava mudando consideravelmente e ele decidiu começar a estudar, queria que sua voz voltasse a brilhar, queria alcançar os agudos do início de sua carreira, mas de forma mais confortável, não queria depender das novas técnicas de produção para que sua voz soasse bem em estúdio".

Tendo em vista os resultados apresentados por Ozzy é possível aferir que:

- Ozzy, ao que parece, aprendeu a respirar corretamente. Por meio da contínua repetição de exercícios fonoaudiólogos, o Madman parece ter encontrado o equilíbrio ideal para a sustentação de sua respiração diafragmática.

- Ozzy adquiriu bom domínio sob a sua voz de peito, ou seja, a sua voz plena, em contrapartida, continua preferindo gritar a utilizar sua voz de cabeça corretamente para atingir notas mais altas.

Desde cedo, Ozzy sempre teve uma caraterística vocal fundamental para a formação do seu perfil artístico, o seu falsete. Entretanto, Ozzy utiliza/utiliza drive e falsete somente com a garganta, reverberando a sua voz no peito de maneira errônea, sem obedecer as zonas de passagem.

O vocalista, em muitas oportunidades - na verdade, na maioria delas - grita ao invés de cantar, muitas vezes acompanhado de contrição laríngea, o que pode ser considerado, tecnicamente, inadequado.

Honestamente, é de se espantar que o mesmo ainda consiga falar normalmente nos dias de hoje. Quando iniciou a sua carreira nos anos 70, era inimaginável pensar que fosse durar tanto tempo, devido a forma incorreta com que Ozzy utiliza a própria voz.

Conceitos e termos acima são de cortesia do treinador vocal Ariel Coelho. Para mais informações:
http://www.arielcoelho.com.br/analises-vocais/

Claudia Friedlander, uma professora de canto lírico norte-americana, que admitiu não conhecer absolutamente nada sobre heavy metal, concordou em analisar a performance de Ozzy para o portal Invisible Orange.

A canção analisada fora War Pigs:

Confira o depoimento da cantora sobre a performance de Ozzy:

"Esse cara é apenas um mau canto de garganta… Minha garganta se encolheu só de escutá-lo. Quanto tempo durou a carreira dele?

Este é um cantor com dicção aceitável e bons instintos musicais, mas nenhuma noção de técnicas vocal. Ele está forçando demais as cordas vocais, enquanto deixa fluir ar suficiente para que elas consigam falar, mas sua garganta está tão forçada que não há ressonância. Sua pontuação rítmica das letras é muito perturbadora, em contraste com o primeiro cantor, que apresentou a letra com acentuações rítmicas que encaixaram, ao invés de tirar um pouco da fluência da música e da poesia. Minha garganta dói tanto só de escutá-lo, que fiquei tentada a perguntar quanto tempo a carreira dele durou antes de sumir ou de ter necessitado uma cirurgia. Todo o espectro de seu canto está contido dentro de uma única oitava – com a exceção do momento quando ele grita 'oh, Lord!' num tom mais alto, em minha opinião o único momento de canto livre em toda a música".

Claudia dá conselho para cantores, iniciantes ou não, em seu blog, que pode ser conferido no link abaixo:

http://www.claudiafriedlander.com/the-liberated-voice/

É, embora Ozzy tenha passado pelas mãos de dois excelentes treinadores vocais, é absolutamente perceptível que Ozzy desenvolveu-se muito pouco, tecnicamente falando.

Mas será que tal evolução era realmente necessária? Ozzy é carismático, um excepcional frontman e possuí uma voz um tanto quanto peculiar, carregada de melancolia ocultismo. Sim, sua dicção, por exemplo, é sofrível, porém, o vocalista parece compensar os fãs com interpretações soberbas, munidas de um feeling inestimável.

Mesmo que ainda utilize falsetes (de forma incorreta na maioria das oportunidades) e grite (por intermédio de contrição laríngea) Ozzy não consegue mais atingir as notas altas de outrora, e a causa é simples de ser diagnosticada.

Durante boa parte de sua vida, a ingestão de álcool, cigarro e drogas fizeram parte de sua rotina diária. O resultado disto é o afrouxamento das pregas vocais, tornando a fala mais grave.

Entretanto, Ozzy afirmou em entrevista ao Fantástico que não ingere mais qualquer tipo de substância que possa vir a prejudicar a sua voz (link abaixo):

http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/v/nao-fumo-na...

Em entrevista concedida em 2207 ao The News Tribune, Ozzy falou sobre os problemas em sua voz e sobre a possibilidade de aposentadoria:

The News Tribune - O primeiro show (Ozzfest 2007) é no White River Amphitheatre. E alguns anos atrás você teve um show delicado lá. (Ozzy pirou no camarim em 2005, depois de perder a voz.)

Ozzy - Eu tenho muitos problemas de voz. Você tem que gritar muito, saca. É por isso que acho que estamos marcados para os primeiros shows. Eu acabei de fazer a maior turnê européia que já fiz. E tive um pouco de problemas com minha voz. Mas parece estar melhorando agora, sabe.

The News Tribune - Considerando que nos últimos anos você teve problemas de voz, e as primeiras duas músicas do seu novo cd se chamam "Not Going Away" e "I Don't Wanna Stop", você pensou em parar?

Ozzy - Todo ano eu penso. Eu estava ouvindo algumas demos de "No More Tears" hoje, que foi gravado tipo 15 anos atrás. E eu pensei, porra! Minha voz tinha um alcance muito maior. Eu estava conversando com Bob Seger alguns anos atrás quando sai com ele, e perguntei, "Você ainda consegue chegar lá? Como quando você canta ('Old Time Rock & Roll')". Ele disse, "Eu tenho problemas." Todos nós temos. Quando eu estou bem eu amo. Mas quando estou mal, eu odeio. Tem muitas pessoas fazendo várias trapaças, com essas máquinas e tudo mais. Como um amigo meu que foi ver a Madonna, e aparentemente ela fez todo o show com aquela merda de sincronia labial.

Os problemas na voz de Ozzy são recorrentes, e alguns shows tiveram de ser cancelados nos últimos anos. Em 2012, na Alemanha, Ozzy cancelou o show que seria realizado em Annheim. O vocalista alego problemas em suas cordas vocais.

Confira abaixo características e dados informativos sobre algumas performances de Ozzy Osbourne:

Timbre - Baixo Tenor
Alcance vocal (melódico) - G ♯ 2-F5
Alcance vocal (execução) - E2-F5

Notas altas significativas:

F5 ("I Just Want You")

E5 ("Fire", "Megalomania", "Vertical Man")

E♭5 ("Iron Man" live in Providence 1975, "The Thrill of It All")

D5 ("Killing Yourself to Live", "The Writ")

C♯5 ("A National Acrobat", "Flying High Again", "Hole in the Sky", "Megalomania", "Mr. Tinkertrain", "My Jeckyll Doesn't Hyde", "Rock 'n' Roll Doctor", "Sabbath Bloody Sabbath", "Sabbra Cadabra", "See You on the Other Side", "Tomorrow", "You Lookin' at Me Lookin' at You")

C5 ("Air Dance", "Back on Earth", "Breakin' All the Rules", "Close My Eyes Forever", "I Just Want You", "Johnny Blade", "Miracle Man", "My Little Man", "Never Say Die", "Old L.A. Tonight", "Shock Wave", "Sweet Leaf", "Tomorrow's Dream", "Tonight", "Zombie Stomp")

B4 ("A Hard Road", "Capricorn", "Centre of Eternity", "Children of the Grave", "Diary of a Madman", "Dirty Women", "Don't Blame Me", "Electric Funeral", "Evil Woman", "Flying High Again", "Hole in the Sky", "I Don't Want to Change the World", "Johnny Blade", "Junior's Eyes", "Lord of this World", "Megalomania", "No More Tears", "Over to You", "Paranoid", "Snowblind", "Spiral Architect", "Supernaut", "Tomorrow")

B♭4 ("Crazy Babies", "End of the Beginning", "Fairies Wear Boots", "Killer of Giants", "Mama, I'm Coming Home", "Over the Mountain", "Party with the Animals", "Perry Mason", "Road to Nowhere", "Symptom of the Universe", "Whole World's Fallin' Down")

A4 ("Air Dance", "Bark at the Moon", "Breakin' All the Rules", "Centre of Eternity", "Crazy Train", "Gets Me Through", "I Don't Know", "I Just Want You", "Let Me Hear You Scream", "Megalomania", "Mr. Crowley", "Never Say Die", "Not Going Away", "Tomorrow", "Tomorrow's Dream")

Notas baixas significativas:

D3 ("Breakin' All the Rules", "Civilize the Universe", "Demon Alcohol", "Hand of Doom", "Let It Die", "Not Going Away", "Planet Caravan", "Solitude", "War Pigs" live at Ozzfest 2002)

C♯3 ("Facing Hell", "In My Life", "Psycho Man", "Scary Dreams" live, "That I Never Had", "War Pigs" live at the Rainbow Theatre 1973)

C3 ("Gets Me Through", "Hand of Doom", "Lay Your World on Me", "Let It Die", "Warning", "Who's Fooling Who")
B2 ("Facing Hell", "Latimer's Mercy", "Soul Sucker")
B♭2 ("Dog, the Bounty Hunter", "God Is Dead?", "Methademic", "Who's Fooling Who", "You Can't Kill Rock and Roll")

A2 ("A Hard Road", "Latimer's Mercy", "Let It Die", "Nowhere to Run (Vapor Trail)", "Rocky Mountain Way", vocal exercises, "Working Class Hero")

G♯2 ("Demon Alcohol", "Psycho Man", "Whole World's Fallin' Down", "You Can't Kill Rock and Roll")

G2 ("21st Century Schizoid Man")

E2 ("Iron Man" (1994 version with Therapy?))

E♭2 ("Mr. Tinkertrain")

Confira abaixo as melhores performances vocais de Ozzy, elencadas pelo portal Blabbermouth.net.

1. Megalomania

2. The Writ

3. Sabbra Cadabra

4. Symptom of the Universe

5. Never Say Die

6. Mama, I'm Coming Home (Demo)

7. Air Dance

8. Killer of Giants

9. Sabbath Bloody Sabbath

10. Mr. Tinkertrain

11. Dreamer

12. No More Tears

13. Time After Time

14. In My Life

15. Tonight

A voz esganiçada e característica de Ozzy, juntamente com o seu legado, já estão marcados no rol dos fatos mais incontestáveis da história do rock n' roll.

A ausência de técnica vocal é latente, mas não suficientemente expressiva para deteriorar a sua brilhante carreira musical, construída à base de feeling e dedicação integral ao rock n' roll e ao heavy metal.

Alguns dirão... "Prefiro o Ronnie James Dio".

Sim, o autor que vos escreve também prefere. Dio era completo, um vocalista tecnicamente espetacular, mas Ozzy, de forma alguma, deve ser desprestigiado em virtude disto. Cada um têm a sua importância, tanto pelo que fizeram no Black Sabbath quanto em suas respectivas carreiras solo.

Agradeço desde já a quem têm acompanhado a série, externando sugestões, críticas e elogios por meio dos comentários.

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Post de 13 de julho de 2014


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Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

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