Matérias Mais Lidas

imagem"A ingenuidade do fã do Iron Maiden é um negócio que beira o patético", diz Regis Tadeu

imagemMorre Alan White, baterista do Yes e que gravou a clássica "Imagine", de John Lennon

imagemFãs protestam contra Claustrofobia após banda fazer versão de música do Pantera

imagemJohn Bonham, Keith Moon ou Charlie Watts, quem era o melhor segundo Ginger Baker?

imagemStjepan Juras retruca comentário de Regis Tadeu sobre reencontro de Di'Anno e Harris

imagemA dura crítica de Angus Young a Led Zeppelin, Jeff Beck e Rolling Stones em 1977

imagemZakk Wylde relembra ídolo: "tão relevante quanto Bach, Beethoven e Mozart"

imagemProdutor de "Temple of Shadows" conta problemas que teve com voz de Edu Falaschi

imagemÁlbum histórico do Iron Maiden estampa capa da revista Metal Hammer

imagemSteven Tyler dá entrada em clínica de reabilitação após sofrer recaída

imagemMichael Anthony diz que "Van Halen III" foi "a coisa mais louca que a banda já fez"

imagemComo era a problemática relação do Angra no "Aurora Consurgens", segundo produtor

imagemComo foi 1º encontro de Nando Reis e Cássia Eller, ocorrido na casa de Marisa Monte

imagemRegis Tadeu explica porque Ximbinha é um dos melhores guitarristas do Brasil

imagemRitchie Blackmore comenta o instrumental que lançou como homenagem a Jon Lord


Stamp

Skid Row: Análise vocal de Sebastian Bach

Por Danilo F. Nascimento
Em 06/07/14

Sebastian Philip Bierk (Freeport, 3 de Abril de 1968), mais conhecido como Sebastian Bach, é um notável vocalista de hard rock e heavy metal, que já passou por bandas como Madam X, Kid Wikkid, Herrenvolk, VO5, The Last Hard Men, Frameshift e Skid Row.

O nome artístico "Bach", fora uma homenagem ao grande músico e compositor barroco Johann Sebastian Bach, um grande ídolo de seu pai.

Bach nasceu em uma família repleta de talentos, principalmente artísticos. Seu pai era David Bierk, um famoso pintor canadense, autor das capas dos discos Slave to the Grind e Angel Down. Sua irmã Dylan Bierk, é uma notável atriz canadense e seu irmão Zac Bierk foi um famoso jogador de hóquei no gelo, atuando por vários anos consecutivos na liga profissional canadense de hóquei.

O interesse de Bach pela música ocorreu de forma prematura, desde criança ouvirá os discos de música clássica do seu pai, e na adolescência tornou-se fã de heavy metal, em especial da banda Judas Priest e de seu notável vocalista Rob Halford, a maior referência e influência vocal de Bach.


Sua primeira banda de destaque na cena underground foi a Kid Wikkid.


Bach fez um teste para entrar na banda quando tinha apenas 14 anos de idade, e é claro, foi aprovado.

A banda ganhou algum destaque na cena underground de Toronto (CAN), sendo, inclusive, manchete do jornal Peterborough em duas oportunidades.

A banda se dissolveu e Bach tornou-se o vocalista da banda de glam metal Madam X.

Bach saiu rapidamente do Madam X, alegando incompatibilidade de idéias:

"Isso (Madam X) foi uma banda que eu estava quando eu estava com 17 em Detroit, Michigan, e foi um período estranho na minha vida. Nós realmente não nos concentrávamos na música. A coisa mais importante era o visual, as roupas, os cabelos, era tudo encenação. Por isso resolvi sair."

Bach permaneceu no Kid Wikkid de 1983 à 1985, já que em 1986 fora convidado a integrar o line-up do Skid Row.

O líder e guitarrista da banda, Dave Sabo, conheceu Bach na festa de casamento do produtor Mark Weiss. Curiosamente Bach havia se oferecido para cantar na festa em troca de alguns trocados.

Sabo ficara impressionado com a voz e a performance de Bach, e o convidou para o Skid Row pouco tempo depois.

O Skid Row já estava realizando alguns shows no circuito underground de New Jersey, sendo que nesta época o vocalista da banda era Matt Fallon.

Fallon deixou a banda para se dedicar aos estudos e Bach foi contratado em seu lugar.

Era início de 1987 e o Skid Row já tinha um novo vocalista. A banda assinou contrato com a gravadora Atlantic Records e o restante da história todos conhecem.

Em meados de 1987, Bach conhecerá Don Lawrence, um treinador vocal, situado em Nova York. Bach passou a ter aulas de canto com Lawrence, adquirindo maior controle sobre a sua voz.

Bach passou a frequentar fonoaudiólogos oferecidos gratuitamente pela Atlantic Records. O vocalista aprendeu exercícios fonoaudiólogos elementares para obter um desempenho vocal satisfatório, sendo a respiração diafragmática um destes pontos aperfeiçoados por Bach.

Inicialmente, em sua adolescência, Bach cansava-se muito rápido, pois sua respiração era incorreta, o que corroborava para que ele tivesse dificuldades para apoiar e sustentar determinadas notas.

Além disto, Bach utilizava-se de drive de contrição laríngea, que são, tecnicamente, inadequados.

Mas com a ajuda fonoaudióloga e de seu instrutor vocal, Bach acrescentou uma série de variáveis aos seu leque de técnicas vocais.

É absolutamente plausível afirmar que Bach possui uma "inflexão operística" latente e uma gama vocal privilegiada, mas em meados dos anos 90, era um talento que ainda precisava ser lapidado e foi o que o Lawrence fez com Bach.

Sobre o primeiro contato com Lawrence, concedida ao portal Guitar World em 2011, Bach confirmou que o seu instrutor vocal fora importantíssimo em sua carreira:

"Devo tudo o que sei a um cara de Nova York chamado Don Lawrence. Ele me ensinou várias técnicas vocais, entre elas, o bel canto, que é a minha preferida. O bel canto é uma técnica vocal italiana, utilizada por cantores de ópera há milhares de anos (risos). É uma técnica usada por caras que admiro como Rob Halford e Steve Perry, e eles atingem notas bem altas por intermédio dela. Eu também consigo chegar alcançar essas notas. Além disso, Don me ensinou também vários exercícios para aquecimento da minha voz. Mas agradeço principalmente por ter me ensinado o bel canto, pois utilizo isto até hoje (risos)".

Em 1987, Jon Bon Jovi e Sebastian Bach acabaram se tornando bons amigos, e foi Jon que indicou Lawrence para Bach. Em entrevista concedida ao portal Rockonline em 2012, Bach também falou sobre a importância de Lawrence:

"Além de Jon (Bon Jovi), Lawrence também deu aulas de canto para cantores como Tony Harnell (TNT), Dee Snider, Christina Aguilera e Lady Gaga. Sobre o trabalho do instrutor, Bach é só elogios, e inclusive o recomenda para amigos:

"Eu indiquei o trabalho do Lawrence para Axl Rose, mas Lawrence me disse que ainda não recebeu nenhum telefonema de Axl (risos)".

E Bach continua proseando sobre seu instrutor vocal:

"O método dele é muito eficiente. Ele faz com que sua voz soe boa todas as noites. Ele ensina algumas escalas muito importantes, além de exercícios. E isso é muito importante quando você é um vocalista de heavy metal, em turnê pelo mundo. Você precisa conseguir cantar todas as noites, o que é muito diferente de só cantar vez ou outra. Então esse é meu segredo. Meu segredo é Don Lawrence. Você sabe, é um músculo e você tem que cantar muito corretamente para fazer com que os músculos funcionem sempre. Se eu vou gravar um disco, eu me preparo por semanas, e para fazer um show, por uma semana".

Podemos elencar as técnicas vocais de Bach da seguinte forma:

- Impostação: Ampliação das ondas de freqüência por meio dos ressonadores superiores, realizada pela elevação e sustentação do palato mole com auxílio da abertura das narinas.

- Articulação: Administração minuciosa da musculatura facial e língua.

- Yodel de finalização: Transição de adução dupla para adução simples de CT (Músculo Cricotireóideo - músculo intrínseco da laringe)

- Belting pleno: Voz mista com predominância da musculatura tireoaritenóidea e selamento glótico pleno, resultando acusticamente em notas agudas encorpadas.

- Belting com ar: Aduções simples e duplas, com nível mediano de selamento glótico.

- Vibratos Laríngeo: É produzido pela correta colocação da laringe, que oscilará somente com a pressão exata de ar que por ela passar, com a laringe em estado de relaxamento. Somente com o decorrer da prática o estudante perceberá a intensidade correta para o desenvolvimento do efeito de tremolo de voz.

- Half belting: Voz mista com predominância de músculos cricotireóideos, resultando acusticamente em notas agudas encorpadas quando comparadas à típica voz de cabeça.

- Drive creaky voice: É um drive de natureza glótica e constitui-se num subtipo do drive fry.

- Drives de epiglote: É um drive de natureza estrutural que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe, realizado pelo músculo ariepiglótico.

- Voz mista: Sinergia dos músculos TA (Músculo Tireoaritenoídeo) e CT (Músculo Cricotireóideo), com selamento glótico pleno, resultando acusticamente em notas agudas encorpadas.

Conceitos e termos acima são de cortesia do treinador vocal Ariel Coelho. Para mais informações:
http://www.arielcoelho.com.br/analises-vocais/

Sobre o seu aquecimento vocal, Bach falou à Guitar World:

"Eu aqueço a minha voz com exercícios uma hora antes do show por 30 minutos. 30 minutos aquecendo e mais 30 minutos quieto, sem falar, nem cantar. Aí sim eu estou preparado para o show, aí estarei pronto para gritar".

Perguntado sobre as suas entonações vocais, Bach respondeu:

"Bem, sobre o tom da minha voz, vejo um monte de gente tentando cantar as minhas músicas, e quando elas fazem isso, apenas gritam. Pra cantar o que eu canto precisa treinar também sua voz falada, pois eu não grito, apenas. Por isso, essa questão de entonação é particular, eu tenho meu estilo de cantar, tenho uma boa dicção e faço o possível para fazer as pessoas entenderem as palavras que estou cantando, e guardo minha energia para os grandes gritos, nas finais dos fraseados. Como eu falei, muitas pessoas quando tentam cantar músicas do Skid Row, ficam apenas tentando alcançar as notas altas gritando. E o meu estilo de cantar é mais do que cantar gritando."

O portal Blabbermouth questionou Bach sobre possíveis problemas em sua voz:

"Eu acho que nunca tive graves problemas na minha voz. Eu acho que tenho uma voz estranha normalmente (risos). Você sabe, quando eu fico resfriado, minha voz fica horrível, os shows soam péssimos, pois eu perco boa parte do meu alcance vocal. Mas fora isso, nada demais. O meu maior problema como vocalista é quando toco em clubes pequenos. Quando estou muito perto da bateria tenho que gritar muito pra ser ouvido e isso é péssimo."

Por sua vez, o portal Metalunderground, questionará Bach sobre a sua volta por cima, sobre a evolução de sua voz. Sobre isto, Bach respondeu:

"Yeah. Tenho conseguido atingir algumas oitavas. Eu fiz uma peça musical de teatro na Broadway chamada 'Jesus Cristo Superstar', em 2002, e esse musical exigiu muito de mim, tive que melhorar e voltar a atingir notas altas novamente. Esse período foi tão bom que eu realmente disse a mim mesmo 'Eu sempre vou cantar assim, eu posso alcançar essas notas sempre que quiser'. Você sabe o que quero dizer? (Risos) E por que não? Então eu disse: 'Meu próximo disco, cara, eu vou gritar como em Slave To The Grind. Vou tentar cantar como no primeiro álbum do SKID ROW, que realmente tem notas muito altas."

Nota do autor: Esta entrevista foi concedida em 2007, e o próximo disco ao qual o Bach se referiu era o "Angel Down".

Bach é conhecido por transitar, principalmente, pela região dos médios e agudos. Sobre a dificuldade com os graves, Bach disse:

"Tenho algumas dificuldades em relaizar alguns registros mais baixos, mais graves, porque sempre fui acostumado a imposta a minha voz pra atingir notas altas. Na música 'Falling Into You', tive algumas dificuldades, ela tem um tom baixo pra minha voz, principalmente os versos. E eu estava tão acostumado a cantar notas altas que essa foi uma das mais difíceis que já gravei. Então, eu realmente me concentrei nessa música, tentei soar puro e limpo, e eu adoro a versão final dela, me sai bem. Eu amo essa música."

A GlideMagazine entrevistou Bach e o questionou sobre a penúltimo disco.

GlideMagazine.com: Eu ia dizer isso, você tem vozes diferentes em diferentes canções, sua versatilidade é incrível.

Bach: Sim. Eu sei que a minha voz está boa, depois de todo esse tempo, sei como fazer e o que fazer. Em "Dream Forever", quando a música começa, eu canto o mais baixo que eu puder. À medida que o dia passa, minha voz fica mais alta. Eu não sei por que isso acontece, mas é a forma que funciona. Então, na música "Dream Forever", na parte em que eu canto "All I believe is what I see", é um tom realmente baixo para mim. Mas geralmente eu gravo melhor quando me levanto de manhã, e eu procuro não ficar conversando muito. Vou direto para o microfone, mesmo sem falar, depois que me levanto, ainda com o café em minhas mãos vou direto cantar. O tom da minha voz soa tão bem que parece até veludo. Então, quando eu quero cantar baixo, eu me certifico de fazê-lo no início da manhã, assim eu posso ter um tom mais suave como a seda. Você pode conferir em "Dream Forever". Nessa eu acertei em cheio (risos).

Em entrevista ao portal Blabbermouth, Bach teceu mais comentários sobre a sua evolução vocal:

"Acho que simplesmente é meu jeito de cantar. É como eu sou. (risos) Não dá para mudar como eu sôo. Em algumas das músicas — "My Own Worst Enemy" e "Caught In A Dream" — para mim, minha voz parece tão jovem e eu não sou jovem! Eu mal posso acreditar no que ouço e fico tipo, "Como isso é possível? Eu tenho farreado por uns mil anos!" (risos) Eu soo como um menininho em algumas dessas músicas. Eu as escutei um milhão de vezes! Minha voz tem vontade própria. Quero dizer, eu sei como fazê-la fazer isso, mas leva muito tempo para aquecê-la para fazer soar daquele jeito, mas é assim que vai soar quando está no ponto!"

Mas mesmo cantando como um "menininho", alguns fãs alegaram que Bach usa de artifícios estranhos e às vezes usa playback ao vivo. Sobre isso, Bach retrucou:

"Fato #1: Eu não uso playback. Também não uso Auto Tune, eu nem sei o que é isso. O cara da mesa de som usa delay e reverb em minha voz. Assim como Rob Halford (JUDAS PRIEST) em 'Unleashed in the East'. Se você tem algum problema com delay, ou reverb, reclame com Rob.

Fato #2: Eu não uso ProTools em situações ao vivo. Eu não conheço nenhum vocalista que use Pro Tools ao vivo. O Pro Tools é usado ​​nas gravações de discos."

A voz de Bach possui muitas cores. Pois é, essa classificação é feita através de testes vocais com profissionais capacitados e são testes que conferem a tessitura de cada pessoa, ou seja, o tamanho de voz – número de notas (altura) que a pessoa consegue atingir, do mais grave ao mais agudo. É genético, herdamos de nossos pais, pois a "cor" da voz depende do formato de nossas pregas vocais, ou músculos vocais.

A produção vocal acontece de forma tão espontânea que não nos atemos na complexidade do trabalho de nosso corpo para a sua produção. Ela é produto de um trabalho em conjunto entre nossos sistemas nervoso, respiratório e digestório, além de músculos, ligamentos e ossos que atuam em perfeita harmonia para que aconteça uma emissão eficiente. A fala está relacionada com a necessidade que o homem tem de se agrupar e se comunicar.

Por que existe uma voz grave e outra aguda? O que faz a diferença entre essas vozes? Talvez essa seja uma pergunta que você já fez, não é mesmo? Bem, como eu expliquei acima, a "cor" da voz – se ela é grave ou aguda – depende de uma questão genética, além também do sexo e idade. As vozes funcionam em frequências.

É importante ressaltar que a voz humana passa por mudanças fisiológicas naturais durante a vida, podendo sofrer alterações até os 50 anos de idade. Sendo assim, é absolutamente plausível que a voz de Bach tenha mudado sob alguns aspectos. Tornou-se um pouco mais grave e a facilidade para atingir os agudos de outrora também já não é a mesma.

Outro fator que prejudica algumas das performances atuais de Bach, é que ele optará por semitonar exageradamente em algumas músicas.

Entretanto, tecnicamente, Bach continua sendo um grande vocalista, e embora não tenho o mesmo alcance de outrora, sua voz ainda apresenta versatilidade, e o mais importante soando bem na maioria das oportunidades.

A versatilidade de Bach pôde ser comprovada no reality show Sing Your Face Off:


Características vocais de Sebastian Bach:

Timbre: Tenor
Faixa cantada: F♯2-A5
Alcance total: D2-A5

Notas altas sigificativas:

A5 ("Big Guns", "18 and Life" demo)

G♯5 ("Quicksand Jesus", "Rattlesnake Shake", "Back in the Saddle")

G5 ("Piece of Me", "Riot Act", "Midnight/Tornado", "Livin' on a Chain Gang", "Rattlesnake Shake", "Quicksand Jesus", "Here I Am", "Creepshow", "Monkey Business" live)

F♯5 ("In an Empty Room", "Creepshow", "Stabbin' Daggers", "Monkey Business", "Frozen", "Beggar's Day" demo, "Holidays in the Sun" live)

F5 ("I Remember You", "The Threat", "(Love Is a) Bitchslap", "Quicksand Jesus", "Psycho Love", "Human Grain", "C'mon and Love Me", "American Metalhead", "Take You Down with Me", "Slave to the Grind", "Humangrain", "You and Me" demo, "Can't Wait" demo)

E5 ("My Enemy", "In a Darkened Room", "18 and Life", "Forever", "Beat Yourself Blind", "Can't Stand the Heartache", "Tunnelvision", "Blade", "Psycho Love", "Get the Fuck Out", "How Low Can I Resist", "Mudkicker", "Eileen", "What You're Doing", "Kicking & Screaming", "Children of the Damned", "Beat Yourself Blind", "Outcast", "One Good Reason", "Bonehead", "By Your Side", "Rescue You" demo, "Beggar's Day" demo, "Youth Gone Wild" live)

E♭5 ("Angel Down", "Wasted Time", "Finding My Way", "Back in the Saddle", "Dance on Your Grave", "Trouble", "Walk with a Stranger" demo)

D5 ("Youth Gone Wild", "Take You Down with Me", "Can't Stand the Heartache", "Slave to the Grind", "Livin' on a Chain Gang", "Subhuman Race", "Outcast", "Live and Die", "Push the Button", "Take You Down with Me", "Beat Yourself Blind", "Just One More", "You Bring Me Down", "Stuck Inside", "Little Wing", "Another Nail", "(Love Is) A Bitchslap", "Negative Light", "Into Another", "In It to Win" demo)

Notas baixas significativas:

D2 ("Push the Button")

G2 ("Play in the Clouds", "Fan Mail", "Who Made You Do It? (Version 2)", "Human Grain", "Push the Button", "In an Empty Room", "When the Longing Goes Away")

G♯2 ("I Killed You", "When I Look in My Eyes", "In an Empty Room", "How Long Can I Resist", "You Don't Understand")

A2 ("Just One More", "Counterpunch", "My Enemy", "Bonehead")

B♭2 ("Dream Forever", "C'mon and Love Me", "Superjerk, Superstar, Supertears" ,"I Don't Love Today")

B2 ("In a Darkened Room", "Human Grain", "Tunnelvision", "How Long Can I Resist", "This Is Gonna Hurt", "When the Longing Goes Away")

C3 ("Just One More", "My Enemy", "Push the Button", "Beat Yourself Blind", "Monkey Business" demo, "Slave to the Grind" live)

Além de cantar e compor, Sebastian Bach toca guitarra e faz algumas participações como ator em séries, filmes e peças de teatro.


Análise Vocal

Axl Rose: Afinal de contas, o que houve com sua voz?

imagemFreddie Mercury: Características vocais do cantor

imagemAerosmith: curiosidades sobre a voz de Steven Tyler

imagemRonnie James Dio: Analisando a sua poderosa voz

imagemBruce Dickinson: curiosidades sobre a voz por trás do Iron Maiden

imagemDeep Purple: Análise técnica da voz de Ian Gillan

Guns N' Roses: Análise vocal de Axl Rose

imagemLed Zeppelin: Análise vocal de Robert Plant

imagemWhitesnake: Análise vocal de David Coverdale

imagemJudas Priest: Análise vocal de Rob Halford

imagemKiss: Análise vocal de Paul Stanley

imagemAlice In Chains: Análise vocal de Layne Staley

Helloween: Análise vocal de Michael Kiske

Glenn Hughes: Análise vocal do cantor

imagemMetallica: Análise vocal de James Hetfield

Black Sabbath: Análise vocal de Ozzy Osbourne

imagemAC/DC: Análise vocal de Bon Scott

Dream Theater: Análise vocal de James LaBrie

Scorpions: Análise vocal de Klaus Meine

Pantera: Análise vocal de Phil Anselmo

Rush: Análise vocal de Geddy Lee

imagemMegadeth: Análise vocal de Dave Mustaine

imagemBon Jovi: Análise vocal de Jon Bongiovi

Angra: Análise vocal de Fabio Lione

Faith No More: análise vocal de Mike Patton

The Cult: Análise vocal de Ian Astbury

Stone Temple Pilots e Velvet Revolver: Análise vocal de Scott Weiland

Van Halen: Análise vocal de Sammy Hagar

imagemAlter Bridge: Análise vocal de Myles Kennedy

imagemSoundgarden: Análise vocal de Chris Cornell

Todas as matérias sobre "Análise Vocal"

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp


Sebastian Bach: "descobri novos meios de se consumir maconha"



Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

Mais matérias de Danilo F. Nascimento.