Bruce Dickinson: curiosidades sobre a voz por trás do Iron Maiden

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Por Danilo F. Nascimento
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Paul Bruce Dickinson, conhecido apenas como Bruce Dickinson, é a voz por trás de uma das maiores bandas de heavy metal da história.

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O primeiro contato de Bruce com a música, ocorreu em meados de 1963, quando tinha apenas 5 anos de idade. Bruce perambulava pela casa, quando, de repente, deparou-se com seus avós ouvindo e dançando a canção "The Twist" de Chubby Checker, e não teve dúvidas, juntou-se a eles e começou a dançar e cantar a canção.

A primeira banda por qual Bruce se apaixonou foram os The Beatles. Ele vira pela televisão a apresentação da banda em um Late Show londrino, onde executaram a canção "She Loves You". Bruce convenceu seu avô a comprar-lhe este novo single da banda de Liverpool e permaneceu ouvindo a canção, meses a fio.

A partir daí Bruce descobrirá uma de suas maiores paixões, a música. Seu pai tinha um violão velho, inutilizável, e Bruce tentou aprender à tocá-lo, sem sucesso é verdade, e ele declarou que as dores nos dedos foram mais fortes do que a vontade de tocar, na época.

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Aos 13 anos, Bruce conheceu aquela que viria a ser uma de suas bandas favoritas, o Deep Purple. Ele ouviu "Child In Time" e ficou absolutamente estupefato, incrédulo e impressionado com a voz de Ian Gillan. E foi por intermédio do disco "Deep Purple In Rock" que Bruce mergulhou fundo no rock n' roll. Em seguida, conheceu o trabalho de bandas como Black Sabbath e Jethro Tull, e desde então o pequeno Bruce, descobriu o que realmente queria fazer em sua vida: tocar rock n' roll!

Inicialmente, Bruce queria tocar bateria, ele ficou apaixonado pelo instrumento percussivo ao passar a tocar um par de bongôs que estavam paradas na sala de música da escola em que estudava.

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Entretanto, Bruce não era muito bom com os bongôs, e seu amigo de infância, Mike Jordan, o convenceu a tentar cantar. A música escolhida fora "Let It Be" dos The Beatles. Dickinson foi incentivado pelo amigo a tentar cantar de uma forma diferente de Paul McCartney, e foi assim que ele descobriu o potencial de seu alcance vocal, já que transformou a canção em heavy metal, cantando-a em tons altíssimos, o que corroborou para que soasse diferente de Paul e desse a sua interpretação pessoal à canção.

Neste período, Bruce participou de uma festa estudantil, cantando uma canção no baile da festa. Dickinson não só cantou muito bem, como acabou quebrando o globo de vidro do baile, em dos seus agudos.

Seu amigo Mike Jordan, passou a encorajá-lo a procurar bandas para que pudesse cantar. Bruce entrou em uma banda, que era constituída por alunos de sua escola, e chamava-se Paradox, tendo, em seguida, mudado de nome, passando a se chamar Styx (Nota: esta é a Styx inglesa, não confundir com a clássica banda norte-americano de mesmo nome).

O primeiro show ocorreu no Broadfield Tavern, uma espécie de barzinho inglês, que além de oferecer música ao vivo, oferece também uma gastronomia variada e um variado acervo de vinhos.

Posteriormente a banda se dissolveu, mas Bruce já sabia muito bem onde queria chegar. Em seguida, ele juntou-se à banda Samson, saindo da mesma logo depois, alegando que os integrantes só queriam saber do lema "sexo, drogas e rock n' roll"... "não eram artistas de verdade, não chegaria a lugar nenhum com eles, quero cantar em uma banda de verdade", disse Bruce na época.

O primeiro contato de Bruce com o Iron Maiden foi no clube inglês Music Machine (não confundir com o clube americano de mesmo nome). A sua então banda Samson era a banda de abertura, e ao ver o Iron Maiden ao vivo, Bruce disparou ao seu amigo Mike Jordan que o acompanhava: "Esta banda é muito boa, e eu quero cantar nela, essa é a banda que procuro, eles são profissionais". "Na verdade, a partir dali, Bruce sempre teve convicção de que um dia cantaria no Iron Maiden, era um senso instintivo que ele criou ao ver o show", lembrou Mike Jordan.

E a intuição de Bruce não estava errada, pouco tempo depois, o gerente do Iron Maiden, Rod Smallwood, o procurou e propôs que ele fizesse um teste para a banda.

O teste pode ser conferido abaixo:

Embora Bruce seja sempre lembrado como uma das maiores vozes da história do heavy metal, ele já declarou em diversas oportunidades que nunca fez aulas de canto formalmente com um professor. A sua peculiar técnica vocal foi adquirida através de muito esforço e dedicação, de forma auto-didata. Entretanto, Bruce conhece muito bem a sua voz, têm bom domínio sobre a sua tessitura e extensão vocal, e dificilmente vai além de seus limites.

O que mais contribuiu para que Bruce tivesse um alcance vocal diferenciado é a sua gama vocal, que é extremamente ampla e abrangente.

Certa vez, Bruce declarou que suas maiores inspirações eram Arthur Brown, Peter Hammill (Van der Graaf Generator), Ian Anderson (Jethro Tull) e Ian Gillan (Deep Purple) e Freddie Mercury (Queen).

Confira Bruce cantando Queen:

Confira Bruce cantando ao lado de Ian Anderson:

Bruce destacou ao portal Vorterix a importância de tomar cuidado com a sua voz quando algo está errado com ela. Ele calcula que só tenha cancelado cerca de 25 shows em mais de 35 anos como artista, mas tais cancelamentos foram importantes para que sua voz não se deteriorasse.

Dickinson: "Essa poderia ser a diferença entre eu manter ou não a minha voz. Eu nunca tomei esteroides ou essas injeções horrorosas que eles te dão. Se a minha voz estiver tão ruim que eu não consiga cantar sem remédios, então eu não deveria estar cantando."

Ele ainda se interessa em desenvolveu seu talento como cantor, mesmo com sua obra vocal podendo ser admirada no passado e no presente com a longa linhagem de DVDs do Maiden disponíveis no mercado.

Dickinson: "Eu meio que tenho meu próprio estilo agora, de certo modo. Então eu meio que estou investigando o que posso fazer com minha voz. Eu ainda estou tentando fazer as coisas que fazia quando tinha 23 anos. Então estou procurando por modos de como eu posso fazer coisas diferentes com a minha voz. Como é que eu posso introduzir tons diferentes? A medida que eu envelheço, é muito bom ter como fazer isso com sua voz, ela fica mais robusta e profunda."

Não, Bruce não faz as mesmas coisas que fazia há 23 anos, e nem deveria. Bruce, em muitas ocasiões no passado, gritava e berrava ao vivo para atingir algumas notas. Hoje ele possui maior domínio sobre técnicas vocais elementares para uma boa performance vocal. Sim, hoje, ele é um vocalista ainda mais técnico e preparado do que no passado, e sua carreira como cantor, promete ser ainda mais longeva.

É natural que muitos fãs do Iron Maiden sintam falta da potência e visceralidade vocal que o Bruce apresentava no passado, mas é bom ter consciência que ele não voltará a cantar daquela forma, hoje ele berra menos e canta mais, enquanto antigamente era justamente o oposto.

Outro fator que deve ser levado em consideração, é a mudança fisiológica que ocorre, gradativamente, na voz de uma pessoa com o passar dos anos, tanto a voz falada, quanto a cantada são modificadas, então é natural que Bruce soe um pouco diferente hoje, mas é inegável que soar diferente, de maneira alguma, quer dizer cantar mal. Sua voz está diferente sim, mas ele continua cantando divinamente bem, já que, naturalmente, com a prática contínua, tornou-se um vocalista mais técnico.

Além de cantar, Bruce superou o seu trauma passado com o violão, e aprendeu a tocar guitarra durante a sua passagem pela banda Samson.


Certa vez, Bruce foi analisado pela professora de canto lírico Claudia Friedlander.

Claudia declarou não saber absolutamente nada sobre heavy metal, mas topou analisar a voz de Bruce para o site Invisible Oranges.

A música escolhida para a análise foi "The Number Of The Beast", que pode ser conferida no vídeo logo abaixo. A respeito da performance de Bruce, Claudia declarou:

"Ao ouvir este cantor, não tenho nada que não seja admiração por ele. Ouçam como ele começa com um suave rosnado, e então muda sem problemas para um tom alto e cheio, com bastante sustain, que evolui sem esforço a um longo grito! Sua dicção é facilmente inteligível, independentemente do que está cantando e do efeito que busca. Ele consegue cantar as letras de forma ritmicamente intensa sem perder o 'ligado' e a dinâmica musical, algo que muitos cantores clássicos lutam para conseguir, especialmente quando interpretam os vários 'staccato' e acentuações que misturam os registros de Bellini, Donizetti, etc.

Há uma intensidade visceral e dramática conduzindo esta performance. Muitos cantores de Rock e Metal são tenores que alcançam tons muitos mais altos e por muito mais tempo do que os requisitados pelos tenores de ópera. E não é a apenas o microfone que torna isto possível. Estes caras estão cantando com tudo que têm e com um comprometimento incrível. A intenção é uma coisa muito poderosa.

Notem a 'irritação' que ocasionalmente colore seu som. Este é um efeito totalmente diferente de uma tensão - toda sua laringe e garganta precisam estar completamente soltas e livres para responder deste jeito. Definitivamente, ele é um grande cantor".

Bruce foi considerado, pela crítica especializada o terceiro melhor cantor de heavy metal de todos os tempos, atrás apenas de Ronnie James Dio e Rob Halford.

Entre recursos técnicos mais utilizados por Bruce Dickinson, é possível citar:

Belting pleno: Voz mista com predominância da musculatura tireoaritenóidea e selamento glótico pleno, resultando acusticamente em notas agudas encorpadas.

vibratos laríngeos: É produzido pela correta colocação da laringe, que oscilará somente com a pressão exata de ar que por ela passar, com a laringe em estado de relaxamento. Somente com o decorrer da prática o estudante perceberá a intensidade correta para o desenvolvimento do efeito de tremolo de voz.

Drive false chords: Como o próprio nome sugere, é um drive canalizado em nossas pregas vocais falsas (Elas surgem sem decorrência da formação dos ventrículos, ou seja, na segunda metade do segundo mês de gravidez, por cima do nódulo cordal. A prega tiro-aritenóidea única dá origem, pela aparição do ventrículo, à duas pregas secundárias: a superior ou corda vocal falsa e a inferior ou corda vocal verdadeira). Este drive produz uma sonoridade suja, rasgada e brutal.

Drive de epiglote: É um drive de natureza estrutural que é produzido pelo abaixamento parcial da cartilagem epiglote em direção ao ádito da laringe, realizado pelo músculo ariepiglótico.

Mixed voice: Dupla adução com sinergia de TA (Músculo Tireoaritenoídeo - músculo intrínseco da laringe) e CT (Músculo Cricotireóideo - músculo intríseco da laringe), com selamento glótico pleno.

Half Belting: Adução dupla com preponderância de CT (Músculo Cricotireóideo - músculo intríseco da laringe).

Impostação: Ampliação das ondas de freqüência por meio dos ressonadores superiores, realizada pela elevação e sustentação do palato mole com auxílio da abertura das narinas. Aqui ocorre a elevação e sustentação do palato mole, somados ao aumento do espaço laríngo-faríngeo, promovido pela projeção frontal do conjunto línguo-mandibular, sendo possível aferir o demonstra o domínio de técnicas de dupla adução, da administração precisa dos músculos articulatórios e da manutenção/sustentação do mecanismo de apoio diafragmático.

Os termos e conceitos técnicos acima são uma cortesia do treinador vocal Ariel Coelho:
http://www.arielcoelho.com.br/analises-vocais/

Confira abaixo as características vocais de Bruce:

Voice type: Tenor lírico-spinto
Gama melódica: E2-B5
Alcance vocal total: A1-B5

Notas altas (alcançadas) significativas:

B5 ("Gangland")

B♭5 ("Remember Tomorrow" live)

A5 ("Back in the Village", "Flight of Icarus", "The Number of the Beast", "Take It Like a Man", "Too Close to Rock", "Wrathchild" 1981 audition tape)

G♯5 ("Flight of Icarus" live at Hammersmith Odeon 1983, "Grime Crime", "Where Eagles Dare" live at Hammersmith Odeon 1983, "Killers" 1981 audition tape, "Wrathchild" live 1982 Reading Festival)

G5 ("Aces High", "Rime of the Ancient Mariner", "Where Eagles Dare" live at Hammersmith Odeon 1983, "Be Quick or Be Dead", "Moonchild", "Run to the Hills")

F♯5 ("Where Eagles Dare" live at Hammersmith Odeon 1983, "Big Brother", "Blood Lust", "Gangland", "Pyramid to the Stars", "Take Me to Your Leader")

F5 ("Bring Your Daughter... To the Slaughter" live Rock Am Ring 2003, "Drifter" live at Hammersmith Odeon 1982, "Go to Hell", "Hallowed Be Thy Name" live Rock in Rio 2001, "Take It Like a Man" live Reading Festival 1981, "Flight of Icarus" live at Hammersmith Odeon 1983, "Black Night" live at the Royal Albert Hall 2012, "Infinite Dreams", "Pass the Jam", "Rainbow In the Dark" live with Dio 2000)

E5 ("Children of the Damned", "Cross-Eyed Mary", "Dance of Death", "Gangland", "Hallowed Be Thy Name" live Rock Am Ring 2003, "Iron Maiden" live, "No Way Out... Continued", "Once Bitten", "Quest for Fire", "Run to the Hills", "The Duelists", "The Legacy", "The Trooper", "Where Eagles Dare", "Fear Is the Key", "Hooks in You", "Nodding Donkey Blues", "Roll Over Vic Vella", "Space Truckin'")

E♭5 ("Beast in the Light", "Communication Breakdown", "Die with Your Boots On", "Hallowed Be Thy Name" live, "Invaders", "The Mercenary" live Rock in Rio 2001, "The Sheriff Of Huddersfield")

D5 ("Aces High", "Blood Lust", "Book of Thel", "Brighter Than a Thousand Suns", "Bring Your Daughter... To the Slaughter", "Cross-Eyed Mary", "Dance of Death", "Darkside of Aquarius", "Die with Your Boots On", "Drifter" live at Hammersmith Odeon 1982, "El Dorado", "Fear Is the Key", "Hallowed Be Thy Name", "I Got The Fire", "I Will Not Accept the Truth", "Killing Floor", "Montségur", "Nodding Donkey Blues", "Pass the Jam", "Quest for Fire", "Red Skies" demo, "Road To Hell", "Space Truckin'", "The Legacy", "The Pilgrim", "The Talisman", "The Number of the Beast", "To Tame a Land", "Total Eclipse", "Twilight Zone", "Walking Out on You" live 1981 Reading Festival, "Where Eagles Dare")

C♯5 ("Believil", "Book of Thel", "Communion", "Flight of Icarus", "Hallowed Be Thy Name", "Once Bitten", "Red Skies" demo, "The Magician", "The Thin Line Between Love and Hate", "Trumpets of Jericho")

C5 ("Arc of Spade", "Blood Brothers", "Book of Thel", "Brave New World", "Bright Lights", "Chemical Wedding", "Coming Home", "Dance of Death", "Darkside of Aquarius", "Déjà Vu", "Different World", "Dream of Mirrors", "Freak", "Heaven Can Wait", "Jerusalem", "Machine Men", "No More Lies", "Pass the Jam", "Rainmaker", "Road To Hell", "Space Truckin'", "Tailgunner", "Take It Like a Man" live Reading Festival 1981, "Taking the Queen", "The Alchemist", "The Assassin", "The Ghost of the Navigator", "The Magician", "These Colors Don't Run", "Trumpets of Jericho", "Twilight Zone")

B4 ("Caught Somewhere in Time", "Chains of Misery", "Charlotte the Harlot '88", "Chemical Wedding", "Coming Home", "Die with Your Boots On", "Different World", "Gates of Urizen", "Hallowed Be Thy Name", "Heaven Can Wait", "Juanita", "King in Crimson", "Moonchild", "Out of the Silent Planet", "Powerslave", "Quest for Fire", "Rime of the Ancient Mariner", "Road To Hell", "Stranger in a Strange Land", "Taking the Queen", "That Girl", "The Alchemist", "The Evil That Men Do", "The Reincarnation of Benjamin Breeg", "The Thin Line Between Love and Hate", "The Tower", "The Trooper", "The Wicker Man", "These Colors Don't Run", "Wasted Years", "Wasting Love", "Where Eagles Dare")

B♭4 ("Darkside of Aquarius", "Freak", "Sabbath Bloody Sabbath", "Starchildren", "The Tower", "Trumpets of Jericho")

A4 ("Drifter" live at Hammersmith Odeon 1982, "Into the Black Hole", "Jerusalem", "Killing Floor", "Machine Men", "Starchildren", "The Alchemist")

Notas baixas (alcançadas) significativas:

A1 ("The Post-Alternative Seattle Fall Out")

C♯2 ("Believil", "From Here to Eternity", "The Sheriff of Huddersfield")

D2 ("The Post-Alternative Seattle Fall Out")

E2 ("Dance of Death", "Sign of the Cross" live at Dynamo Open Air 2000)

F2 ("Fear of the Dark" live, "Somewhere Over the Rainbow", "The Talisman")

F♯2 ("No Way Out...Continued", "When the Wild Wind Blows")

G2 ("Brave New World" live, "Seventh Son of a Seventh Son", "When the Wild Wind Blows")

G♯2 ("Afraid to Shoot Strangers")

A2 ("Fear of the Dark", "The Clansman" live, "The Longest Day", "The Reincarnation of Benjamin Breeg", "When the Wild Wind Blows", "The Legacy")

B♭2 ("Fear of the Dark")

B2 ("Blood Brothers", "The Longest Day", "The Reincarnation of Benjamin Breeg")

C3 ("Journeyman", "The Number of the Beast")

D3 ("Brave New World", "Bring Your Daughter... To the Slaughter", "The Number of the Beast")

A renomada revista Metal Hammer, certa vez, escolheu as melhores performances vocais de Bruce ao longo de sua carreira.

Confira as performances eleitas:

1. Where Eagles Dare (Studio Version)

2. Rime of the Ancient Mariner (Studio Version)

3. Cross-Eyed Marry (Studio Version)

4. Aces High (Studio Version)

5. Children of the Damned (Studio Version)

6. Hallowed Be Thy Name (Studio Version)

7. The Talisman (Studio Version)

8. Flight of Icarus (Studio Version)

9. The Duellists (Studio Version)

10. Communion (Studio Version)

11. Where Eagles Dare (Hammersmith 83)

12. Children of the Damned (Hammersmith 82)

13. Hallowed Be Thy Name (Rock Am Ring 2005)

14. Flight of Icarus (Sao Paolo '97)

15. Brave New World (Death On The Road)

Comente: Qual é, na sua opinião, a melhor performance vocal de Bruce Dickinson?


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Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

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