A baterista bastante criticada que Dave Grohl comparou a John Bonham e Ringo Starr
Por Gustavo Maiato
Postado em 11 de janeiro de 2026
Desde os primeiros passos no rock alternativo até a consagração em estádios ao redor do mundo, Dave Grohl sempre foi associado à força bruta por trás da bateria. Antes mesmo de assumir o microfone no Foo Fighters, Grohl já se destacava pela intensidade com que tocava, combinando velocidade punk com um senso raro de dinâmica. Ainda assim, ao longo dos anos, ele deixou claro que potência não é tudo quando se fala em grandeza musical.
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Entre suas maiores influências estão nomes como John Bonham e Neil Peart. Para Grohl, o que tornava esses músicos especiais não era apenas a técnica, mas a identidade sonora. Bonham, em especial, simbolizava uma bateria quase animalesca, em que cada batida carregava peso, intenção e personalidade. Um padrão que poucos conseguiram alcançar.
Quando levou essas lições para o Nirvana, Grohl ajudou a transformar a bateria em elemento central das canções, criando verdadeiros "ganchos rítmicos" em faixas como "Smells Like Teen Spirit". Mesmo podendo "martelar" a bateria até o limite, ele sempre demonstrou admiração por músicos que seguiam o caminho oposto - e foi aí que entrou Meg White, do The White Stripes.
Em meio às críticas que Meg White recebia por seu estilo minimalista, Grohl foi um dos primeiros a defendê-la publicamente (via Far Out). "Ela é uma das minhas bateristas favoritas", afirmou certa vez. "Se você ouvir 15 segundos de uma gravação dela, você sabe exatamente quem está tocando. Para mim, esse sempre foi o padrão ouro". Para Grohl, essa capacidade de ser imediatamente reconhecível colocava Meg em um patamar raríssimo.
Ao explicar o que realmente diferencia um baterista comum de alguém como Bonham, Grohl foi direto: "Esse sempre foi o desafio. Você quer ouvir e pensar: 'esse é o John Bonham, esse é o Charlie Watts, esse é o Ringo Starr, esse é o Stewart Copeland… esse é a Meg White'". A comparação não passa por virtuosismo ou força física, mas por identidade - algo que não se aprende em técnica ou estudo formal.
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