Bon Jovi: A coleção do paulista Flávio Celestino

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Por Ricardo Seelig
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Flávio Celestino
Flávio Celestino

Coleção de CDs
Coleção de CDs

Discografia básica de vários países
Discografia básica de vários países

Discografia Japonesa com CDs duplos
Discografia Japonesa com CDs duplos

Vinis singles, LDs e DVDs
Vinis singles, LDs e DVDs

Alguns bootlegs
Alguns bootlegs

Gold Signarures, singles 3", CDs vídeo e dual discs
Gold Signarures, singles 3", CDs vídeo e dual discs

Box Japonês com CDs gold
Box Japonês com CDs gold

Boxes de vários países
Boxes de vários países

Esta matéria foi publicada muitos anos atrás, está datada, e a coleção mostrada hoje deve ser bem diferente. Mas a matéria continua sendo uma curiosa cobertura sobre uma invejável coleção, e por isso a destacamos.

Sem dúvida alguma, o Bon Jovi é uma das bandas mais importantes e influentes dos últimos anos. O seu impacto na cena hard e rock and roll, apesar de subestimado pelos críticos, é inegável. A legião dos fãs do grupo e, principalmente, aqui no Brasil, é gigantesca. Fomos bater um papo com o paulistano Flávio Celestino, talvez o maior colecionador de material do grupo em nosso país, a respeito da sua coleção e da banda que o acompanha há mais de uma década. O resultado foi muito legal.

Antes de tudo muito obrigado por participar da Collector´s Room. Para começar o nosso bate-papo, gostaria que você se apresentasse aos nossos leitores.

Meu nome é Flávio Celestino, 32 anos, sou casado e tenho um filho. Nasci e moro em Campinas, interior de São Paulo, sou formado em administração e trabalho em São Paulo.

Você lembra como foi o seu primeiro contato com a música, e como você descobriu e se apaixonou pelo rock e pelo metal?

O meu primeiro contato com o rock foi através do meu tio, que é vidrado em Beatles. Na época tinha 11 anos, mas fui me apaixonar pelo metal em 1986 quando certa vez estava no setor de música de um determinado supermercado e me deparei com o vinil de “Speak Of The Devil”, do Ozzy. Aquela capa me chamou atenção e pedi para que meu pai comprasse. Quando ouvi este disco posso te dizer que o rock nunca mais ia sair da minha vida.

Realmente, a capa deste álbum do Ozzy é muito legal, e chama a atenção mesmo. Toda grande coleção tem o que eu chamo de o seu “ponto zero”, o seu marco inicial. Àquela hora em que nós, colecionadores, percebemos que somos diferentes dos nossos amigos, que apenas “consomem” música. A dedicação é maior, o investimento é maior, o cuidado com tudo é maior. Quando você percebeu que estava se transformado de um simples fã em um colecionador dedicado do seu grupo favorito?

Foi em 1990 no Hollywood Rock, quando o Bon Jovi veio ao Brasil para ser o headliner do festival. Vi que realmente estava fora do controle, tudo que encontrava que tinha Bon Jovi comprava, era meio obcecado, mas naquela época era complicado, primeiro que dependia da grana do meu pai e depois o acesso a discos importados era complicado, além de caro.

Flávio, sacia a minha curiosidade: quantos álbuns no geral você possui, e quantos do Bon Jovi?

Pelas últimas contas uns 1.800 entre CDs e vinis. Do Bon Jovi são 340 CDs e vinis, sendo a maioria CDs. Não possuo CDr, somente bootlegs italianos que saíram na década de 90. A maioria dos meus CDs são americanos e japoneses.

Além do Bon Jovi, de quais outros grupos você possui mais material?

Muitos. Sou fã incondicional de hard rock e heavy metal, tenho uma vasta coleção de vários grupos, como AC/DC, Aerosmith, Guns n’ Roses, Cinderella, Mötley Crüe, Def Leppard, Kiss, Poison, Skid Row, Slaughter, Tesla, Scorpions, Danger Danger, Mr Big, Van Halen, Whitesnake, Iron Maiden, Black Sabbath, Ozzy, Metallica, Megadeth. Todos esses citados e mais alguns tenho no mínimo a discografia básica completa, além de singles raros, como por exemplo um do Skid Row autografado pelo grupo, singles do Guns n’ Roses, Kiss, Poison, que hoje estão fora de catálogo, entre outros.

A minha coleção é assim também cara (risos). Como você conheceu o Bon Jovi e quando você começou a colecionar material da banda?

Conheci o Bon Jovi através da novela Mandala, da Globo, em 1988. Na trilha tinha a música “Never Say Goodbye”, havia gostado muito da balada e fui pesquisar mais sobre a banda. Logo em seguida comprei o vinil “Slippery When Wet” e não parei mais de comprar material do Bon Jovi até os dias de hoje.

Com certeza a sua coleção não é formada apenas por CDs. Que outros formatos você possui?

Tenho CDs, LDs, VHS, DVDs, camisetas oficiais, revistas, quadros, calendários, além de bonecos de outras bandas.

O que falta ainda conseguir, falando exclusivamente do Bon Jovi, para você ter literalmente “tudo” o que o grupo lançou?

Ao longo destes anos resolvi priorizar em minha coleção:

1º lugar - CDs, CDs singles e promos
2º lugar- Singles de 3”
3º lugar - Vinil.

Hoje, para concluir toda a discografia oficial de vários países entre CDs, singles e promos faltam uns 15 itens, de singles 3” oito itens. Já vinil é incalculável, tem muita coisa, temos que levar em consideração que é material desde 1983, como pictures, 7”, 12”, etc ... sempre quando acho algo muito raro não penso duas vezes: compro.

Vamos voltar um pouco no tempo então: qual foi o primeiro álbum que você comprou, e por quê?

Como já mencionei acima, foi o LP do Ozzy, mas o primeiro com a minha grana foi uma edição limitada feita para o Rock in Rio II do Guns n’ Roses que vinha com “Appetitte For Destruction”, o “Lies” e mais um pôster. Tenho até hoje, e é raro. O Guns foi e é uma banda que admiro muito.

Qual o item que você considera o mais raro da sua coleção?

Difícil, são vários, mas vou pôr ordem: tenho um box japonês que contém a discografia do Bon Jovi até o “Crossroads”, mais o “Blaze Of Glory” e “Stranger In This Town”, onde todos os discos são GOLD, além de uma camiseta, palhetas, credenciais e um mega book com toda discografia, letras e fotos. Os gold signatures que saíram na Austrália da tour do “Keep The Faith”. Também tenho um single em vinil do Jon Bon Jovi, “Miracle”, que tem o número de série 000001. Dois CD/ Vídeo – “Wanted Dead Or Alive” e “Livin’ On A Prayer,” um vinil “Livin In Sin” branco, entre muito singles que hoje são impossíveis de achar e, quando se encontra, são muito caros.

Qual foi o maior número de álbuns que você comprou de uma única vez?

Difícil responder essa, pois faço isso com freqüência (risos). Creio que o dia que mais comprei foi quando fui a uma loja na Galeria do Rock e disse ao rapaz que se tivesse todos os discos do Kiss remasters iria levá-los. Depois de alguns minutos estava saindo com 20 CDs… mas com certeza passei em outras lojas no mesmo dia e levei mais.

Quantos álbuns em média você compra por mês?

Acho que de 10 a 20 CDs, depende dos lançamentos do mês e o que consigo encontrar para a coleção.

Tem algum item que, só de alguém chegar perto, você já gela e morre de ciúmes, tem um carinho especial e não venderia de jeito nenhum?

Além dos que citei nos raros, tenho uma discografia japonesa do Bon Jovi em que todos os CDs vem com um CD bônus com b-sides e shows. Esses eu tenho um carinho especial.

Entre todos os itens que você possui, quais foram os que deram mais trabalho para conseguir?

Acho que a palavra não foi “trabalho”, mas sim paciência. A ansiedade é grande quando se está negociando um item, você não vê a hora dele fazer parte da sua coleção, principalmente quando é raro. Creio que tive sucesso em todos. E quando você está com ele em mãos, a sensação é indescritível.

Toda coleção sempre possui diversos itens curiosos. Neste sentido eu gostaria de saber qual é o CD mais estranho da sua coleção.

Acho que não tenho... Ou não me lembro.

Que discos você está procurando há tempos, e ainda não conseguiu?

São os três primeiros em CDs do Bon jovi, em uma edição limitada de 1988, lançada no Japão. Eles são pictures e vêm com a foto deles na capa. O preço unitário é de 150 a 200 doletas, mas estão em minha prioridade.

A troca de materiais é uma prática comum entre nós, colecionadores. Às vezes, na empolgação de conseguir algum item mais raro, acabamos nos desfazendo de alguns discos que, mais tarde, acabam fazendo falta. Sendo assim, eu queria saber qual disco você vendeu, trocou ou meteu no meio de algum rolo, e acabou se arrependendo depois?

Acho que nenhum, pelo menos do Bon Jovi nunca fiz isso. Mas, pensando bem, na época da transição do vinil para o CD, tinha uns 250 vinis e de um dia para o outro resolvi ir num sebo vender todos, como a coleção completa do Ramones, Iron Maiden, Kiss, entre outros, para começar minha coleção de Cds. Claro que ainda fiquei com os LPs das minhas bandas favoritas …

Todo colecionador tem as suas manias. Eu mesmo sou assim, cheio de dedos com os meus CDs. Como você guarda e conserva a sua coleção?

Todos os meus CDs ficam em ordem alfabética. Montei um quarto só para isto.

Já os do Bon Jovi ficam em um lugar especial. Tenho um rack exclusivo em ordem cronológica, protegido com vidro para não sujar. Só para você ter idéia, na época do vinil, dependendo da banda, tinha mania de gravá-los em K7 com medo de riscá-los (risos) …

Eu queria que você fizesse agora um top#5 com os itens do seu acervo que você mais curte.

Vamos lá:

Box japonês com a discografia gold
Os gold signature
Box CD single “Livin In Sin”
Single 3” de “Born To Be My Baby” americano (lacrado)
E a discografia japa de CDs duplos.

Todo colecionador tem as suas listinhas. É a tal síndrome de “Alta Fidelidade”. É uma curiosidade minha, mas tenho certeza de que você já fez esta lista mentalmente várias vezes: quais seriam, para você, os dez melhores álbuns de todos os tempos?

Os que mais escutei em toda a minha vida:

New Jersey – Bon Jovi
Slippery When Wet – Bon Jovi
Love Gun – Kiss
Appetitte For Destruction – Guns n’ Roses
Slave To The Grind – Skid Row
Shout At The Devil – Motley Crue
Flesh & Blood – Poison
Pump – Aerosmith
Hysteria – Def Leppard
Back In Black – AC/DC

O que você tem ouvido ultimamente, e o que destacaria para os leitores do Whiplash!?

Nesta semana comprei os primeiros do Slaughter e do Danger Danger. Para quem gosta de hard rock dos anos 90 são muito bons. Da atualidade estou ouvindo muito o “Live To Win” do Paul Stanley, que também é ótimo.

Qual é o limite da sua coleção? Deixa eu ser mais claro: qual é o seu objetivo final com essa coleção, até onde você quer chegar com ela?

Sabe que nunca pensei nisso, tá aí uma boa pergunta para eu pensar... Sinceramente não sei, quem sabe deixar para o meu filho, se depender de mim será apreciador de boa música e continuará passando de geração para geração (risos).

Qual você acha que será o destino dos seus discos com o passar dos anos, com você ficando mais velho?

Não me importo qual será o destino não só dos meus discos, mas de qualquer bem material. Não levaremos nada conosco, temos que saber usufruir e curtir da melhor maneira, sem ostentação esse momento que para nós colecionadores é muito saudável. Isso tem que ser um hobby, não uma obsessão.

Qual você acha que foi, e ainda é, o papel, a importância e a influência do Bon Jovi para a música?

Na década de 80, sem comentários, teve o seu marco e se consagrou ficando para a história do rock com um dos discos mais vendidos, “Slippery When Wet”, e o mais importante: adquiriram respeito da mídia e da crítica. Já nos 90 mudanças aconteceram, mas continuaram influenciando muitas bandas novas. E no novo milênio a consistência depois de mais de 20 anos de estrada.

Nestes anos toda esta paixão pela música certamente propiciou a você diversas experiências interessantes e curiosas, como contato com os seus ídolos, etc. Conta aí alguma história interessante que você viveu por causa da sua paixão pela música.

Já estive cara a cara com os integrantes do Bon Jovi, mas nunca consegui chegar perto para autógrafos. Tenho várias fotos deles chegando ao aeroporto, coletivas, Programa Livre, shows, mas quem sabe um dia... Não tenho mais o pique de ficar atrás tietando... Vou deixar para o meu filho agora (risos).

Flávio, muito obrigado por ter participado da Collector´s Room. Este espaço é seu.

Quero agradecer vocês do Whiplash pela oportunidade de mostrar minha coleção. E queria em especial agradecer dois caras que no ano de 2006 me ajudaram muito a fazer com que minha coleção aumentasse, não somente do Bon Jovi, mas de outros grupos que também sou fã. São eles: Luiz Rogério e Flávio Colognesi (Flavioace). Este caras me ajudaram muito com os seus contatos fora do país. E que este ano de 2007 aumente mais ainda. Valeu!!!!!!

It’s only Rock n’ Roll.

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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