Aquiles Priester: Posters, action figures e latinhas de coca-cola

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Por Ricardo Seelig
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Bonecos do “Eddie Somewhere In Time” e “Eduardo Mãos de Tesoura”
Bonecos do “Eddie Somewhere In Time” e “Eduardo Mãos de Tesoura”

“Somewhere In Time” em vinil, CD e tour book, e a caixa “First Ten Years” do Iron Maiden
“Somewhere In Time” em vinil, CD e tour book, e a caixa “First Ten Years” do Iron Maiden

Algumas “actions figures” da coleção de Aquiles
Algumas “actions figures” da coleção de Aquiles

Poster raríssimo de show do Iron Maiden em Milão, na turnê do álbum “Powerslave”, de 1984
Poster raríssimo de show do Iron Maiden em Milão, na turnê do álbum “Powerslave”, de 1984

Uma das várias latas de Coca-Cola que o baterista do Angra coleciona
Uma das várias latas de Coca-Cola que o baterista do Angra coleciona

Um dos muitos prêmios conquistados pelo grupo mundo afora, pelo álbum “Temple Of Shadows”
Um dos muitos prêmios conquistados pelo grupo mundo afora, pelo álbum “Temple Of Shadows”

Detalhe da coleção de Coca-Cola´s de Aquiles, e ao fundo vários quadros do Iron Maiden
Detalhe da coleção de Coca-Cola´s de Aquiles, e ao fundo vários quadros do Iron Maiden

Materiais de várias partes do mundo compõe a coleção de itens da Coca-Cola de Aquiles
Materiais de várias partes do mundo compõe a coleção de itens da Coca-Cola de Aquiles

Bonecos de Lampião e Maria Bonita
Bonecos de Lampião e Maria Bonita

A matéria abaixo, mostrando as coleções de Aquiles Priester, foi publicada em junho de 2006. Apesar de algumas informações desatualizadas é material muito interessante para fãs do baterista e das bandas de que ele participa. Boa leitura.

O Angra é uma das maiores bandas que o Brasil já viu nascer. Esta edição da Collector´s Room é uma homenagem ao grupo e a todos os seus fãs. O baterista Aquiles Priester nos recebeu para uma agradável conversa, onde relembrou o passado, revelou o que o Angra está preparando para o futuro e, claro, apresentou a sua coleção. Então, chega de enrolação e vamos ao que interessa: com vocês, Aquiles Priester.

Bem, Aquiles, antes de tudo muito obrigado por ter aceito o convite para participar da Collector´s Room. Para começar, você lembra como foi o seu primeiro contato com a música?

Lembro-me que meu irmão Demétrius ouvia muito Beatles e passei a gostar muito das músicas deles, pois eram de fácil assimilação.

E depois deste primeiro contato, como se deu a sua aproximação com o metal e a música mais pesada?

Escutei numa rádio a música “Caught Somewhere In Time” do Iron Maiden e pirei!!! Não acreditei que aquela música com belíssima melodia vocal poderia ser Heavy Metal.

Quantos álbuns no geral você possui?

Devo ter uns dois mil CDs e só fiquei com uns 100 vinis clássicos.

De quais bandas você possui mais material?

Com certeza do Iron Maiden e do Angra.

Além de CDs, vinis e DVDs, existe algum outro item que você coleciona?

Latas e artigos da Coca-Cola do mundo tudo, material de todos os tipos sobre o Transatlântico Titanic, livros e objetos sobre Lampião e Maria Bonita e baquetas de outros bateristas

Vamos voltar um pouco para o passado então: você lembra qual foi o primeiro álbum que comprou, e por quê?

Foi o “Pânico em SP” dos Inocentes. Estava assistindo um programa da Rede Globo (o extinto “Clip-Clip”) em 1986, vi o Clemente ao vivo tocando “Ele Disse Não” e enlouqueci. Saí na semana seguinte procurando o disco. Achei muito bacana a atitude da banda e também o visual pós-punk!

Qual item você considera o mais raro em sua coleção?

Um pôster de rua de divulgação de um show do Iron Maiden que ocorreu durante a tour do “Powerslave” no dia 12 de novembro de 1984, com abertura do Motley Crüe em Milão, na Itália.

Quantos álbuns em média você compra por mês?

Isso depende muito se tenho chance de ir em alguma loja. O grande problema é que sempre tenho vários discos que quero comprar, mas quando chego nas lojas me dá um branco total. Geralmente nas tardes de autógrafos do Angra sempre ganhamos DVDs e CDs.

Lembra qual foi o maior número de álbuns que você comprou de uma única vez?

Foi na tour do “Temple Of Shadows” no Japão. Acho que comprei uns setenta CDs e uns trinta vinis... Eu acabei jogando muitas roupas fora para trazer isso tudo na minha mala.

Todo colecionador tem seus itens preferidos. Qual item você tem mais ciúmes, aquele CD que você tem um carinho especial e não venderia de jeito nenhum?

Tenho muita coisa da época do “Somewhere In Time” do Iron Maiden, que é meu disco de Heavy Metal preferido de todos os tempos, e também o disco que mais ouvi na minha vida. Tenho uma coleção raríssima de bootlegs dessa tour e também o show em que foi executada pela primeira e única vez a música “The Loneliness Of A Long Distance Runner”. Isso aconteceu no Pionor Hall, em Belgrade na Ioguslávia, no dia 10 de setembro de 1986, e esse foi o primeiro show dessa tour.

O “Somewhere In Time” também é um dos meus discos preferidos. Entre todos os itens da sua coleção, qual foi aquele que deu mais trabalho para conseguir?

A coleção de singles em Vinis do Iron Maiden chamada “The First Ten Years”.

Como todo colecionador, com certeza ainda existe algum álbum que você procura, procura, e mesmo assim ainda falta em sua coleção, certo? Que disco é este?

Um que o Deen Castronovo gravou com o cantor italiano Vasco Rossi. Já o procurei diversas vezes quando fomos tocar na Itália.

Certamente você deve possuir alguns itens que olha e pensa “nossa, porque eu comprei este álbum”. Então, vamos lá: qual é o item mais estranho da sua coleção, e também que álbuns as pessoas ficariam surpresas em saber que você possui?

Sempre me arrependo de ter o “Virtual XI” do Iron Maiden, mas colecionador é colecionador... Eu sempre vejo a obra toda e não somente um disco. Acho que qualquer um se surpreenderia em saber que tenho vários discos da Suzane Vega, Sheryl Crowl, The Coors, Madonna e Shania Twain, e também que curto muito death metal como Vital Remains, Nile, Krisiun, Morbid Angel, Behemoth, Burning Inside, etc...

Aquiles, você possui algum lugar específico para guardar a sua coleção? E, além disso, tem alguma dica de conservação para passar pra gente?

Eu tenho uma espécie de escritório na minha casa onde guardo minhas coisas, e quando os caras da banda vão lá por algum motivo eles começam a tirar as coisas do lugar para poderem falar que estou mais desorganizado. Uma dica? Acho que manter todo o material num lugar bem seco e arejado.

Você consegue fazer um top#5 dos itens da sua coleção que você mais curte?

Não consigo, pois todas as coleções fazem parte de um todo. Mas vou citar cinco itens que gosto muito: um quadro do Titanic, um boneco do Eddie “Somewhere In Time”, dois bonecos esculpidos em madeira do Lampião e Maria Bonita, o quadro de rua da tour do Powerslave e as baquetas de outros bateras que curto.

Vamos falar um pouco de música em geral. Para você, quais são os dez melhores álbuns de todos os tempos?

Tony MacAlpine – Maximum Security
Death – Symbolic
Iron Maiden – Somewhere In Time
Racer X – Second Heat
Sepultura – Beneath The Remains
Marty Friedman – Dragon´s Kiss
Joey Tafolla – Infra-Blue
Conception – Flow
Dave Matthews Band – Crach
Rush – Roll The Bones

Essa pergunta foi muito difícil responder …

Que grupos você tem ouvido ultimamente, que tem chamado a sua atenção e você recomendaria aos leitores do Whiplash!?

Não são coisas tão novas, mas são bandas que eu gosto muito. The Haunted, Daemon, Spiral Architect, Shadows Fall, Kamikaze, Torture Squad, Stereo Box, etc...

O que veio primeiro: o interesse pelo rock levou você à bateria, ou você era aquele garoto que vivia batucando o tempo todo e descobriu no rock a razão para isto tudo?

Foi o interesse pelo rock que me levou até a bateria. Acho que o visual do instrumento facilitou a minha escolha.

Como músico, como você vê esta paixão e devoção dos fãs pela obra de um artista, com acervos muitas vezes mais completos do que os dos próprios músicos?

Isso é algo sensacional!!! É muito legal quando alguém chega para você e diz “uma vez eu li numa entrevista sua...”, ou então quando te trás algo que você não vê há muito tempo para autografar.

Você já viajou o mundo todo com o Angra. Em algum momento nestas tours você conheceu alguma loja, algum sebo, enfim, algum lugar que poderia ser considerado um paraíso não só para os colecionadores, mas para os fãs de música em geral?

Sempre faço isso e sempre todos na banda estão afim de fazer isso. Na nossa última tour pelo Japão visitei todas as lojas da rede Disk Heaven.

Assim como você, eu também sou gaúcho. Como você bem sabe, Porto Alegre é considerada a melhor cidade brasileira, depois de São Paulo, para se encontrar raridades musicais. Na sua adolescência você era com eu e centenas de outros fãs, peregrinava pelos sebos da Borges atrás de raridades, caminhava sem parar pelas ruas em busca deste ou daquele álbum?

Naquela época eu ia lá para fazer trocas. Sempre que eu entrava nas lojas os caras já falavam “e aí, o que você tem hoje, ‘roleiro’?”. Com certeza o Getúlio da Boca do Disco foi o cara que mais me aturou durante várias tardes de sábado, convencendo ele a trocar meus encalhes por coisas audíveis. Uma vez consegui convencê-lo a trocar um disco do Vzyadoc Moy (nem sei se é assim que se escreve) pelo single “Running Free”, do Iron Maiden. Falei que era uma banda alternativa de São Paulo e que no futuro aquele disco iria valer muito e tal. Tenho esse disco até hoje e sempre que vou a Porto Alegre dou um jeito de dar uma passada nessas lojas.

Todo colecionador adora um “bootleg”. Registros de shows estão entre os itens mais desejados em todo mundo. E você, como músico, qual é a sua opinião sobre os “bootlegs”?

Como também sou fã sou a favor, desde que seja um item de coleção e não para comercialização. Até trocar por outra coisa eu acho justo, mas vender, não.

O Brasil é um dos únicos países onde o formato “single” não vingou, seja por uma decisão das gravadoras ou por um costume do mercado. Como você vê isso?

Ele não vingou por que as gravadoras querem vendê-lo pelo mesmo preço de um disco normal. Aí não dá mesmo...

Nós, colecionadores, conhecemos o mercado do lado de cá. As lojas, os lançamentos, as diferentes versões de um mesmo álbum, singles, bootlegs, reedições. Você, além de colecionador, como músico está também do outro lado. Sendo assim, o que você gostaria que mudasse no mercado fonográfico brasileiro?

O preço final do produto, pois acho isso um absurdo. É praticamente um assalto!!! E nós, como artistas, recebemos uma mixaria dessa grana toda...

Você coleciona material do Angra, tem em casa as versões dos álbuns lançadas em cada país, edições especiais, boxes, singles, estas coisas?

Tenho tudo em todas as versões e formatos. Tenho também vários pôsteres de turnês e também um press release muito atualizado de tudo que sai na imprensa sobre mim, sobre o Angra e o Hangar.

Nestes anos todos de carreira com certeza muitas histórias interessantes aconteceram com você, seja envolvendo fãs ou encontrando ídolos ao redor do planeta. Conta uma aí pra gente.

Acho que a mais emocionante foi tocar com o Iron Maiden num festival na Espanha. Bati fotos, troquei baquetas, pedi souvenires, dei DVD´s, foi um escambo só!!! Ainda de quebra vi o show do palco, ao lado do Mike Portnoy, e nós comentamos como aquelas músicas tinham mudado as nossas vidas!!! Naquele show eles tocaram somente músicas dos quatro primeiros álbuns da carreira deles. Depois desse show fomos fazer uma mini tour de quatro shows com o Dream Theater e o Portnoy me deu dois splashes de recordação, que estão pendurados no meu estúdio.

O que o Angra está preparando para os seus fãs em 2006?

Um disco novo e uma grande tour mundial. Vamos estar ainda mais perto de todos vocês durante um longo tempo.

Aquiles, muito obrigado pela entrevista. Foi um honra para mim ter batido este papo com você. Pode ter certeza de que os leitores do Whiplash! vão curtir muito esta nossa conversa. Mais uma vez obrigado, e este espaço é seu.

Agradeço muito a todos os fãs e admiradores do meu trabalho, e quero dizer que tenho uma gratidão imensa por poder fazer parte da vida de vocês. Sem vocês minha vida seria muito vazia!!!

Um grande abraço e muita sorte para todos!!!

Site Oficial: www.aquilespriester.com

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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