Johnny Z: Uma invejável coleção de heavy metal

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Por Ricardo Seelig
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Johnny
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Geral
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Bruce Dickinson
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Iced Earth/Judas Priest (com Tim Owens)
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Bruce Dickinson (geral)
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Metallica, Iron Maiden e outras bandas
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Bruce Dickinson (geral)
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Sepultura
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Sepultura - Roots Wooden Box
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Sepultura
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Johnny e Eddie Head (Iron Maiden)
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Johnny e Roots Wooden Box (Sepultura)
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Iced Earth/Judas Priest (com Tim Owens)
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Geral
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Demons & Wizards
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Iced Earth
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Tim Owens
Tim Owens
Tim Owens
Tim Owens

Esta matéria foi publicada muitos anos atrás, está datada, e a coleção hoje deve ser bem diferente. Mas a matéria continua sendo uma curiosa cobertura sobre uma invejável coleção, e por isso a destacamos.

Uma das maiores coleções brasileiras dedicadas ao heavy metal. Esta edição da Collector´s Room apresenta o acervo de João Luiz Zattarelli Júnior, mais conhecido como Johnny Z, dono de uma monstruosa coleção totalmente voltada para a música pesada. Johnny conta nesta entrevista detalhes sobre as centenas de itens raríssimos que possui, revela suas bandas favoritas e nos faz ficar com água na boa. Uma matéria dedicada a todos os apreciadores do bom, clássico e eterno HEAVY METAL.

Bem, Johnny, pra começar muito obrigado por ter aceito o convite para participar da Collector´s Room. Antes de mais nada, apresente-se ao nossos leitores.

Primeiramente eu que agradeço o convite de poder colaborar com o Whiplash!. Meu nome é João Luiz Zattarelli Junior, tenho 29 anos, moro em São Paulo capital, sou formado em Engenharia Civil e casado há dois anos.

Você lembra como foi o seu primeiro contato com a música pesada, como você descobriu e se apaixonou pelo heavy metal?

Meu primeiro contato com a música foi bem cedo, com nove anos de idade, por influência dos amigos. Fui descobrindo bandas e novidades a partir daí, porque comecei a comprar revistas dedicadas ao rock como a Rock Brigade, dentre outras, e continuo até hoje.

Toda grande coleção tem o que eu chamo de o seu “ponto zero”, o seu marco inicial. Aquele momento em que nós, colecionadores, percebemos que somos diferentes de nossos amigos, que apenas “consomem” música. A dedicação é maior, o cuidado é maior, e o investimento então, nem se fala. Quando você percebeu que estava se tornando um colecionador?

Eu percebi que iria me dedicar de corpo e alma ao heavy metal logo nos primeiros dias da minha “conversão” ao estilo, porque passei a escutar metal até mesmo nos intervalos da escola, a qualquer hora. Fiquei absolutamente fissurado e queria sempre conhecer e ter mais discos, de todas as bandas possíveis.

Johnny, quantos álbuns você possui, e quantos de Bruce Dickinson, Sepultura e Iced Earth?

Cara, pode parecer estranho o que eu vou falar, mas eu perdi a conta já, mas deve ter passado dos dez mil itens. Do Bruce Dickinson e do Sepultura eu posso afirmar categoricamente que tenho tudo: todos os CDs, LPs, singles, promos, DVDs, vídeos, raridades, CDs japoneses, versões em digipack, slim case, todos os formatos, incluindo aí bandas antigas e participações. Já do Iced Earth ainda existem algumas coisinhas que eu estou procurando, mas afirmo também que já tenho, digamos, 90% de tudo relacionado à banda. Tenho também todas as demos do Purgatory, que era nada mais nada menos que o Iced Earth antes de mudar de nome.

Colocando em números, são 381 itens do Sepultura, 316 do Bruce e 165 do Iced.

Além destas três bandas, de quais outros grupos você possui mais material?

Eu tenho o hábito de que, quando eu gosto de uma determinada banda, ir a caça de tudo sobre ela. Então eu poderia ficar horas aqui falando quais outros grupos coleciono, mas vou citar Primal Fear, Nevermore, Demons & Wizards, Iron Maiden (só o básico agora) e Soulfly (mesmo nível de coleção que o Sepultura), além de tudo relacionado ao cantor Tim “Ripper” Owens, onde ele mesmo me disse que eu era “maluco” e que nem ele tinha tudo aquilo (risos).

Como você já falou, Bruce Dickinson, Sepultura e Iced Earth são os artistas que você possui mais material. Como você conheceu e quando começou a colecionar material destes grupos?

Bruce eu conheci por causa do Iron Maiden, é lógico, e como também colecionava Maiden comecei a pegar coisas solo dos integrantes na medida que iam sendo lançadas, então posso afirmar que acompanho a carreira solo do Bruce desde o começo.

O Sepultura eu conheci em 87, através de uma loja de discos que havia perto da minha casa. Tinha acabado de sair o “Schizophrenia” e pedi para o vendedor tocar uns trechos do álbum. Resultado: fã de carteirinha!!!

Já com o Iced Earth foi quase a mesma coisa que com o Sepultura, as únicas diferenças foram que o Iced eu conheci em 95. Também fui comprar um CD qualquer nessa mesma loja e o vendedor me mostrou o “The Dark Saga”. O resultado foi o mesmo: fã de carteirinha 2 – a missão!!!

Apesar da grande quantidade de material de Bruce Dickison, Sepultura e Iced Earth, a sua coleção é focada no heavy metal de uma maneira geral. Eu até diria que, neste sentido, ela é uma das mais completas do Brasil. Conta pra gente como foi a sua trajetório dentro do heavy metal.

Então, como já disse, comecei mesmo com o Iron Maiden em 1986. Logo depois veio o Metallica, banda da qual fui e ainda sou, apaixonado, apesar dos deslizes, mas isso é outra história. Só que conforme os anos foram passando eu fui buscando bandas cada vez mais pesadas, porque o thrash metal foi e continua sendo o estilo que eu mais gosto. Grupos como Anthrax, Testament, Megadeth, Arch Enemy, Slayer, Exodus, Nuclear Assault, etc.

Mas nunca deixei de gostar e de ouvir outras vertentes do metal, então eu posso me considerar super eclético dentro do estilo, porque ao mesmo tempo em que amo Cannibal Corpse, Six Feet Under e Napalm Death, também amo Saxon, Iron Maiden, Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, Aerosmith e assim por diante.

Posso dizer com convicção que eu amo todos os estilos do metal, menos essas bandas góticas e épicas com vocais femininos (exceto o Arch Enemy e o Holy Moses, que graças a Deus não fazem parte deste segmento).

Como você mesmo já falou, a sua coleção não é formada apenas por CDs. Que outros formatos você possui?

Como eu gosto de ter tudo dos grupos que eu gosto, tenho também vinis, DVDs, cassetes, box sets, posters, revistas e matérias avulsas (de publicações nacionais e importadas). Só não gosto muito de materiais que não são relacionados com a música, como tênis, roupas e acessórios.

Alguns grupos, como o Iron Maiden (que você já foi um colecionador inveterado), costumam lançar muitos singles em diferentes versões, além de diversos CDs promos. Estes itens costumam ser muito desejados entre os fãs. Você possui uma coleção gigantesca de singles e promos. Sendo assim, o que falta ainda conseguir, falando de Bruce Dickinson, Sepultura e Iced Earth, para ter “tudo” o que já foi lançado a respeito destes grupos?

Do Bruce Dickinson não me falta nada no momento, mas do Sepultura existem algumas coisinhas que ainda estou procurando, como por exemplo algunas cassetes singles e alguns promos mais obscuros.

Do Iced Earth ainda me faltam também alguns promos obscuros, dois CDs japoneses (“Days Of Purgatory” e “Alive In Athens”) e o box quíntuplo em vinil picture do “Alive In Athens”.

Vamos voltar um pouco no tempo então: qual foi o primeiro álbum que você comprou, e porque?

Foi o “Somewhere In Time” do Iron Maiden em vinil, logo que saiu, porque foi amor à primeira ouvida, e também porque a capa me chamou bastante a atenção (risos).

Realmente a capa do “Somewhere In Time” é uma das mais belas que eu conheço. Qual item você considera o mais valioso da sua coleção?

Nossa, você me colocou várias vezes em enrascadas, mas vamos ver ... Eu acho que são o “The Soundhouse Tapes” vinil 7 polegadas do Iron Maiden, a “Roots Wooden Box” do Sepultura, o primeiro cassete demo do Iced Earth (“Enter The Realm”), o single em 3 polegadas “Tears Of The Dragon” japonês e o CD promo “Cyclops”, ambos do Bruce Dickinson. Tem outras coisas, mas de imediato me vieram esses.

Qual foi o maior número de álbuns que você comprou de uma única vez, Johnny?

Trinta CDs e cinco DVDs na Galeria do Rock, aqui em São Paulo. Há um bom tempo eu venho comprando muito no eBay, então sempre compro CDs e DVDs lá porque o preço é bem mais acessível do que comprar por aqui.

Quantos álbuns em média você compra por mês?

Isso varia muito, mas posso colocar que em média entre cinco e dez CDs/DVDs por mês.

Tem algum item que, só de alguém chegar perto, você já gela e morre de ciúmes, tem um carinho especial e não venderia de jeito nenhum?

Tem sim: todos!!! (risos). Eu tenho um cuidado absurdo com as minhas coisas, tenho muito ciúmes e carinho por tudo, sem exceção. No momento não venderia nada das bandas que coleciono, mas acho que não venderia mesmo o meu “The Soundhouse Tapes” do Iron Maiden.

Entre tudo o que você possui, quais foram os itens que deram mais trabalho para conseguir?

Geralmente CDs promo e japoneses dão mais trabalho para conseguir. Os primeiros por serem dificílimos de se encontrar, e os japoneses por serem bem caros. Por isso a paciência para encontrar preços acessíveis deve ser muita.

Do Sepultura foi a “Roots Wooden Box” sem sombra de dúvida. Fiquei exatos dez anos para conseguir achá-la e comprá-la por um preço excelente.

Do Bruce Dickinson foi justamente o single japonês em 3 polegadas de “Tears Of The Dragon”, que também esperei vários anos até encontrá-lo, só que não paguei um preço excelente, paguei algo assustadoramente alto, mas vale tudo (risos).

Do Iced Earth foi o cassete demo original de “Enter The Realm”, que é o primeiro registro oficial da banda. Foram lançadas apenas mil cópias em 1989!!!

Uma coleção tão ampla e completa como a sua certamente possui diversos itens curiosos. Neste sentido, eu gostaria de saber qual é o CD mais estranho da sua coleção.

Acho que não tenho um CD “estranho”, mas posso citar esta caixa do Sepultura, “Roots Wooden Box”. Ela vem com o CD normal “Roots”, três vidrinhos com especiarias (jurubeba, urucum, etc ...), velas, um colar indígena, um vídeo clipe de “Roots Bloody Roots”, uma romã (isso mesmo, a fruta, só que seca) e um press-release sobre o CD. Resumindo: parece um kit de macumba (risos).

Johnny, você possui um acervo de bootlegs impressionante. São muuitos itens de uma infinidade de grupos. Bootlegs são repletos de curiosidades, versões alternativas e raras. Seguindo este raciocínio, quais bootlegs de sua coleção você destacaria?

Cara, esta é a pergunta mais difícil para eu responder (risos). Eu gosto de ter pelo menos uns três bootlegs de cada turnê dos grupos que eu amo, que sejam de excelente qualidade para cima, então não conseguiria te listar aqui estes três de cada banda porque senão o pessoal do Whiplash! iria me matar por falta de espaço no servidor (brincadeira ... risos).

Do Iron Maiden eu destaco alguns com o Paul Di´Anno, como por exemplo o “Maiden America”, que tem um show completo de 1981 com qualidade perfeita. Com o Bruce já fica mais difícil porque existem milhares, mas posso citar o “Die With Tour Boots On”, que é da tour do “Piece Of Mind”, onde a qualidade de som e o set list chegam a impressionar. Com o Blaze eu indico “Virtual Lights Strikes Over France”, “The Last Fortunes” e “Virtual Buenos Aires”, todos pelo mesmo motivo: qualidades espetaculares e sel lists diferentes dos convencionais.

Do Sepultura ei gosto muito de recomendar o “Live From The Jungle”, da maravilhosa turnê do “Beneath The Remains”, onde eles tocam covers inusitados como bis no final do show (nem preciso falar que a qualidade é perfeita, né?) ; o “Castle Manifest” da tour do “Chaos AD”, que chega a arrancar os tímpanos ; o “Pain & Hate” da turnê do “Roots”, que foi uma das melhores apresentações do grupo naquela tour (posso falar com exatidão porque tenho vários shows desta excursão) ; e para encerrar o “Roots 1998”, que foi um show já com o Derrik Green em que eles simplesmente arregaçam em músicas que nunca mais foram tocadas, e com um gás bem diferente do que era antes.

Do Iced Earth infelizmente não existem muitos bootlegs dignos de se ouvir, mas lógico que há alguns excelentes, como é o caso do “Bochum 2002” da tour do “Horror Show”, em podemos escutar com perfeição as músicas deste álbum, e que foi também a última turnê com Matthew Barlow nos vocais.

Já do Bruce eu vou citar só dois: “Dive! Dive! Dive!” e “Skunkworks Live”, que são basicamente o áudio dos vídeos oficiais lançados pelo cantor. E também um CD duplo ao vivo no Japão, na tour do “Accident Of Birth”, que tem no CD 1 o show da banda de abertura, que era nada mais nada menos que o Tribe Of Gypsies (grupos de Roy Z e dos outros membros da banda solo de Bruce), chamado “Hot Summer Nights”.

É clássico: todo colecionador tem as suas manias. Alguns mais, outros menos, mas todos tem as suas. Como você guarda e conserva os seus CDs?

Cara, eu tenho um cuidado e um ciúme desgraçado com meus CDs, vinis, vídeos, DVDs, pastas ... tudo!!!! Não gosto que ninguém coloque sequer as mãos. Eu sou muito metódico e cuidadoso com tudo, gosto de colocar tudo em ordem cronológica (por grupos), tudo em um lugar que só eu sei onde está. Tenho um quarto só para guardar minhas coisas, com armários, estantes, e lá é o “meu” lugar (risos).

Eu fico muito, mas muito bravo quando algum amigo meu vem aqui em casa, pega um CD e tira o maldito encarte, deixando ele cheio de marcas de dedos!!! Portanto, se alguém estiver lendo e for lá em casa, nunca faça isso!!! (risos)

Johnny, eu gostaria que você fizesse agora um top#5 com os itens do seu acervo que você mais curte.

Isso muda a cada dia (risos), mas hoje eu cito estes (sem ordem de preferência):

- Primal Fear – The Book Of Seven Seals (Livro + DVD + 2CDs)

- Sepultura – Roots Wooden Box

- Iron Maiden – Eddie´s Head Box, The First Ten Years Box japonesa e Eddie´s Archive Box

- Slayer – Soundtrack To The Apocalypse Box

- Tudo do Bruce Dickinson, Sepultura e Iced Earth (risos)

Todo colecionador tem as suas listinhas. É a tal síndrome de “Alta Fidelidade”. É uma curiosidade minha, mas tenho certeza de que você já fez esta relação inúmeras vezes. Quais são, para você, os dez melhores álbuns de todos os tempos?

Isso também muda quase que constantemente para mim, mas não chega a ser difícil de citar (sem ordem de preferência):

- Black Sabbath – Dehumanizer

- Sepultura – Chaos AD

- Iron Maiden – Seventh Son Of A Seventh Son

- Exodus – Impact Is Imminent

- Iced Earth – Alive In Athens

- Queensryche – Operation Mindcrime

- Anthrax – Persistence Of Time

- Pantera – Vulgar Display Of Power

- Slayer – Reign In Blood

- S.O.D. – Speak English Or Die

Johnny, o que você está ouvindo ultimamente e destacaria para os leitores do Whiplash!?

Estou ouvindo bastante atualmente bandas de diferentes estilos, mas que eu adoro: Rainbow, Demons & Wizards, Skid Row, Sebastian Bach & Friends, Six Feet Under, Beyond Fear, Blind Guardian, Sepultura, Cannibal Corpse, Brujeria, Iced Earth, Judas Priest, Bruce Dickinson, Winters Bane, Blaze, Black Label Society, Primal Fear, e por aí vai.

Indico a todos a banda Beyond Fear, que é o novo grupo do ex-vocalista do Judas Priest e atual Iced Earth, Tim “Ripper” Owens, o qual sou o webmaster do site oficial brasileiro.

Certamente, no meio de todo este acervo, devem existir alguns itens que você olha e pensa: “nossa, porque eu comprei este disco”. Então, vamos lá: qual é o item mais estranho da sua coleção, e também que álbum as pessoas ficariam surpresas em saber que você possui?

Como já citei, o mais esquisito é o “Roots Wooden Box”, do Sepultura. Agora, com certeza as pessoas ficariam surpresas em saber que tenho alguns CDs de house antigos, porque desde antes de eu começar a escutar metal eu gostava deste tipo de música, e ainda hoje gosto, mas só os antigos mesmo. Sabe aqueles sons bem “Clip Trip” (extinto programa de clipes da TV Gazeta)? Não confundam com esses “poperô” e “tuts tuts” que existem hoje, mas sim sons tipo Information Society e essas coisas.

Bem, depois dessa até já estou me preparando para o ataque (risos), mas que se danem, eu gosto e f@#%-se (risos).

Você foi um dos administradores da extinta Seventh Page, um dos mais completos sites sobre Iron Maiden que o Brasil já teve, e hoje está à frente de dois sites excelentes (Maiden Portal – www.maidenportal.com, e Brazil Under Ice – www.icedearth.com.br) dedicaados a seus grupos preferidos. Como surgiram estas iniciativas, e como é fazer parte de tudo isso?

É, grandes tempos aqueles da Seventh, foi legal enquanto durou. Sinto saudades de algumas coisas, de outras nem um pouco. Após sair da Seventh o meu tesão por Iron Maiden foi se esgotando, não sei porque mas aquilo me chateou bastante. Hoje esta lacuna foi preenchida por outras bandas, e uma delas é o Iced Earth.

A iniciativa já vinha antes mesmo de eu sair da Seventh Page, mas só se concretizou em 2003 como Brazil Under Ice, sendo que antes existia outro site do Iced Earth junto com outras pessoas, mas infelizmente acabou não dando certo. Hoje em dia, como este site, criei laços fortíssimos com muitas pessoas em nosso fórum, que para mim são mais do que amigos, e amo muito aquele lugar. E não posso deixar de mencionar que também faço o site oficial do Tim “Ripper” Owens aqui no Brasil, que é parte integrante da Brazil Under Ice.

O Maiden Portal eu apenas ajudei a ainda dou uma força para os caras, porque são meus amigos desde o tempo da Seventh, e por mais que eu fale que “perdi o tesão pelo Maiden” eu ainda gosto desses putos, viu? (risos). Então ajudo eles com enorme prazer porque nosso país precisa de um site como o deles, que chega a dar de mil a zero em qualquer site que existe por aí!!!

Eu inclusive acho ele mais bacana que o meu do Iced Earth (risos), mas aí vai a diferença: os caras tem culhão de sobra em se tratando de Iron Maiden (risos).

O rock já está aí há mais de cinquenta anos, e passou por diversas fases nestes anos todos. Sendo assim, eu gostaria que você indicasse aos nossos leitores os álbuns que você recomenda das décadas de sessenta até hoje.

Anos 60 – Qualquer coisa do Elvis, Little Richards e Chuck Berry.

Anos 70 – Qualquer coisa do Black Sabbath, Deep Purple e Rainbow, sempre!!!

Anos 80 – Qualquer coisa de Iron Maiden, Saxon, Metallica, Slayer, Testament e Exodus.

Anos 90 – Qualquer coisa do Iced Earth e do Sepultura.

Anos 00 – Slipknot (não acho new metal nem a pau).

Nestes anos todos esta paixão pela música certamente propiciou a você diversas experiências interessantes e curiosas, como contato com os seus ídolos. Conta aí alguma história legal que você viveu por causa do seu envolvimento com a música.

Já fiz muita loucura, como não ir trabalhar para acompanhar uma coletiva, um show, onde usei a “lábia” para a famosa esquivada. Também gosto de citar as viagens que fiz para acompanhar algumas bandas pelo Brasil.

A mais interessante aconteceu em 97. Eu conhecia um amigo promotor e esse amigo me colocou em cima do palco em pleno show do Bruce Dickinson no Skol Rock, e quando eles estavam tocando “Flight Of Icarus” o Adrian Smith veio até mim e me deu a palheta dele, porque eu estava literalmente chorando por estar ali!!!

Johnny, mais uma vez muito obrigado por ter participado da Collector´s Room. Este espaço é seu.

Gostaria de agradecer ao Whiplash! pela oportunidade, e desejar sucesso a todos os responsáveis, colaboradores e envolvidos com o site. E também gostaria de dizer o seguinte para algumas pessoas que sabem quem são: a inveja alheia nos fortalece e nos dá a certeza de nossa vitória. Humildade e dignidade é uma coisa que se nasce com ela, não se compra. Falsidade é coisa de perdedor!!!

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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