Almir Figueiredo: o brasileiro que arrematou os óculos de Ozzy

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Por Ricardo Seelig
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Almir e sua coleção
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Álbuns e singles vinil
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CDs digipack
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Boxes e singles em vinil
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Box Castle Years
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Comic book
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Past Lives digipack
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Action figures e outros
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Tourbook autografado
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Revistas de todo o mundo
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Folder The Osbournes
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Touca Feliz Natal
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Meia Feliz Natal
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Litografia
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Microfone
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Óculos autografado
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Sala do Fã Clube
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Esta matéria foi publicada muitos anos atrás, está datada, e a coleção mostrada hoje deve ser bem diferente. Mas a matéria continua sendo uma curiosa cobertura sobre uma invejável coleção, e por isso a destacamos.

Ozzy Osbourne ou Black Sabbath? Na dúvida, os dois. Esta é a opinião do paulistano Almir Figueiredo. Um dos maiores fãs do Madman em todo o mundo, o webmaster do site Fanzmosis (www.fanzmosis.com), um dos principais portais dedicados ao lendário vocalista do Sabbath, nos recebeu para uma conversa animada e repleta de histórias interessantes. Em um clima descontraído nos apresentou detalhes da sua coleção, e também como conseguiu trazer para o Brasil um óculos assinado pelo próprio Ozzy.

Bem, em primeiro lugar muito obrigado por ter aceito o convite para participar da "Collector´s Room". Antes de começarmos o nosso papo eu gostaria que você se apresentasse para os nossos leitores.

Meu nome é Almir Figueiredo, sou empresário, tenho 46 anos e moro na cidade de São Vicente (SP). Sou fã de Rock desde 1975, há mais de 30 anos.

Vamos lá então. Almir, como começou esta paixão pela obra do Ozzy?

1975 foi o ano que conheci o universo do rock’n’roll e descobri que ali morava a felicidade. Bandas como Status Quo, Grand Funk, Uriah Heep, Santana, Slade, Led Zeppelin, Deep Purple, Mutantes, Raul Seixas, O Terço, Made in Brazil entre outras não poderiam faltar. Mas o que me levou à maior loucura foi um tal de BLACK SABBATH!!! Quando escutei “Paranoid” e “War Pigs” pirei. É impossível não gostar do trabalho destes quatro monstros do rock.

E quando você percebeu que estava se tornando um colecionador do velho Madman?

Em 1995, quando fiquei sabendo que Ozzy estava “chutando a aposentadoria“ em uma turnê pela América do Sul, e que o primeiro grande show seria no Philips Monsters Of Rock em São Paulo. Tentei obter o maximo de informação sobre Ozzy e participei de uma promoção da revista Rock Brigade, onde ganhei o CD ”No More Tears Demo” em uma edição limitada autografada pelo Ozzy. Nestes onze últimos anos passei a manter contato direto com pessoas ligadas ao Ozzy e família, Bill Ward e muitos amigos nos EUA, Alemanha, Irlanda e outros países, e eles sempre enviam presentes. Por este motivo acabei tendo uma “pequena coleção” em casa.

É comum entre os fãs possuirem muito mais álbuns de sua banda predileta do que de outros grupos. Acredito que com você isto também deva acontecer. Quantos álbuns você possui (CD e vinis), e quantos são do Ozzy?

No final dos anos 70 eu tinha uma equipe que fazia “bailes de rock” em São Caetano do Sul e Santo André, em salões como Eklypse Rock, Alucinason, S.B.E.Rock II, Heavy Metal, Fofinho... Ao longo dos anos perdi muitos LPs. Para ser sincero parei de contar, sei que tenho muitos álbuns em vinil , mas muito mais em CD. Para mim, o som analógico é melhor que o digital, mas a tecnologia esta aí.

Além dos álbuns, que outros materiais relativos ao Ozzy você coleciona?

Vários itens autografados, como revistas, fotos, tour books, LPs, microfone, prato, litografia, posters, além de bonecos, carrinhos, vídeos, demos, DVDs, camisetas raras, enfim, um pouco de quase tudo.

Dentre todos estes itens, qual você mais destacaria e porque?

A litografia (única no Brasil). Só existem cinquenta reproduções deste desenho feito por Ozzy, e me foi enviado direto do escritório da Sharon.

E claro, o óculos redondo do Ozzy, por ser um item de uso pessoal do Madman. Para mim, ter isto é como se um pouco do Ozzy estivesse no Brasil simbolicamente.

Todo colecionador precisa ser dedicado ao seu objeto de desejo, e costuma investir constantemente em sua coleção. Você saberia dizer quantos álbuns em média você compra por mês?

Dificilmente compro algo, pois recebo revistas, livros, jornais de alguns editores do Brasil e do exterior. Muitos amigos me enviam coisas que não existem no Brasil. Mas quando aparece algo muito raro ou que eu goste em leilões tipo eBay eu compro, mas isto é muito raro, porque existe muita coisa falsificada por aí.

Como você guarda e conserva a sua coleção?

Parte dos itens mantenho em casa e a outra parte em meu escritório (onde trabalho e também mantenho o site Fanzmosis (www.fanzmosis.com).

Vamos voltar um pouco no tempo. Você ainda lembra qual foi o primeiro álbum que comprou na vida, e, mais que isso, qual foi aquele que apresentou você ao universo de Ozzy Osbourne?

Sim , mas não foi nada do Sabbath. Foi uma coletânea em vinil chamada “Arquivo Pop”. Era fã do Deep Purple e comprei este LP em 76 por causa de uma música que não havia saído em nenhum álbum oficial da banda na época. A música era “Black Night”.

Eu escutei Ozzy cantando no Black Sabbath pela primeira vez na casa de um amigo em 75, era um som estranho para a época, mas muito contagiante. As músicas dos álbuns “Black Sabbath”, “Paranoid” e “Vol 4” eram incríveis para um moleque de quinze anos que não entendia uma palavra em inglês, e mesmo assim a voz de Ozzy entrava nas veias, ou, para ser mais exato, na alma.

Quais álbuns você considera os dez melhores de todos os tempos?

Black Sabbath – Paranoid
Deep Purple – Made In Japan
Led Zeppelin – The Song Remains The Same
Rolling Stones – Gimme Shelter
Pink Floyd – Dark Side Of The Moon
Rush – All The World´s A Stage
AC/DC Back In Black
Ozzy Osbourne – Live & Loud
Ozzy Osbourne – Diary Of A Madman

Bela seleção. Quando você mostra a sua coleção para as pessoas,, qual é a reação delas?

Alguns não acreditam , outros falam: “cara, isto é um sonho, você tem uma parte do Black Sabbath na sua casa”. É bom saber que você conseguiu chegar próximo do que, há um tempo atrás, não passava de um um sonho...

Qual item você tem mais ciúmes, não deixa ninguém chegar perto, guarda à sete chaves, cheio de proteção?

Cada item é especial por ter uma história. Eu gosto muito das fotos dele cantando em São Paulo e no Metropolitan (no Rio), além de revistas que o Ozzy assinou na casa dele para mim antes de ir para o Japão gravar o “Live At Budokan”. Estes itens são como filhos, todos são especiais.

Almir, existe ainda alguma coisa que você queira ter do Ozzy e que você, apesar de procurar e procurar, ainda não tenha conseguido adquirir?

Creio que já tenho quase tudo. A única coisa que ainda quero do Ozzy depende da Sharon e da principal empresa que promove eventos no Brasil: eu ainda quero poder ver o Madman com ou sem o Black Sabbath em um palco brasileiro novamente, mas isto está ficando cada vez mais impossível de acontecer. Pensando bem ainda falta a foto do Ozzy usando a camiseta do fanzmosis...

Todo colecionador faz verdadeiras loucuras atrás de raridades de seus ídolos. Qual foi o item que deu mais trabalho para conseguir?

A litografia. Foram quase dois anos de espera até receber este item direto do escritório dele.

Além de Ozzy, o que você tem ouvido ultimamente e o que você destacaria?

Eu gosto muito do som dos anos setenta. Foghat, Status Quo, Alice Cooper, Nazareth, Pink Floyd, Uriah Heep, Santana, Slade, Led Zeppelin, Deep Purple. Entre os álbuns destacaria o “Fused” (Iommi com Glenn Hughes), “Mafia” do Black Label Society e o “Ohmwork” do Geezer Butler.

Vamos falar um pouco de Ozzy e Black Sabbath agora. Diversos fãs se declaram apreciadores do trabalho solo de Ozzy, mas não curtem muito a sua passagem pelo Black Sabbath. Qual é a sua opinião sobre isso?

Eu já escutei o Sabbath com outros vocalistas, amo o trabalho do Dio, o cara tem uma voz incrível. O Gillan é divino, tive a honra de ver ele cantando várias vezes no Brasil, mas a melhor fase do Black Sabbath foi até 1978. O Sabbath só está vivo por causa de Ozzy. Já a carreira solo do Madman, sempre ao lado de grandes músicos, gerou trabalhos incríveis, com vendagens que atingiram platinas dupla, tripla, etc. Para mim Ozzy só é Ozzy hoje por causa do Black Sabbath e vice-versa , um sem o outro não seria nada.

Nos últimos anos, graças à série "The Osbournes", Ozzy deixou de ser apenas um ícone da música e tornou-se um ícone cultural, principalmente nos Estados Unidos. Muitos fãs, inclusive eu, não curtem a maneira com que ele é retratado, como se fosse um fóssil ambulante e dependente de todos, tremendamente seqüelado pelas décadas de consumo de drogas. Sinceramente, acho que Ozzy não precisava disso. O que você pensa a respeito de tudo isso?

A série da MTV foi uma grande jogada. A emissora norte-americana nunca imaginou que vinte capítulos com a família de Ozzy seria o recorde de audiência da emissora. O “pastelão” deu tanto dinheiro que resolveram fazer mais temporadas de “The Osbournes”, sugar ao maximo.

Bom agora vamos lá. Eu pergunto: quem realmente lucrou expondo Ozzy como o “lesado-mor”? A equipe da MTV ficou com a família de Ozzy quase seis meses, e, lógico, só colocou no ar o que venderia. Isto não foi bom, porque Ozzy não é aquilo que a MTV mostrou. Concordo com você, Ozzy não precisava passar por isto.

Outra reclamação bastante comum entre os fãs é a queda de qualidade e a repetição excessiva encontradas nos últimos lançamentos do Madman. Todos sabemos que é impossível agradar totalmente os fãs, mas por qual caminho você gostaria que o som de Ozzy passasse a andar, e o que você pensa a respeito desta reclamação dos fãs?

Parece que isto não está só acontecendo com Ozzy, infelizmente o lance de fazer coletâneas, releituras ou versões de clássicos de outros grupos virou febre entre as bandas em vários países, inclusive bandas brasileiras de renome. Parece que a gravadora fala “vamos relançar isto e tirar mais dinheiro dos fãs”... Eu tenho uma opinião: clássico é clássico, não se pode mexer ou modificar uma obra de arte Fazer isto é o mesmo que desrespeitar o artista.

Eu gostaria de ver um trabalho novo de Ozzy ou do Sabbath, mas sem modificar o que já foi feito.

Você é fundador e webmaster dos sites www.ozzy.com.br e www.fanzmosis.com. Como surgiu a idéia de compartilhar todo este material com outros fãs ao redor do mundo, e como é o trabalho nos sites?

O Fanzmosis começou como um fanzine, e o objetivo inicial era entrar em contato com o maior número de fãs brasileiros para tentar trazer Ozzy novamente ao Brasil, mas como o fanzine tinha uma tiragem limitada e de difícil distribuição, em setembro de 96 criamos o www.fanzmosis.com.br e fizemos o fã-clube virtual. Começamos a receber o apoio de várias mídias que começaram a divulgar nosso trabalho, e no dia 30 de janeiro de 97 fui surpreendido ao recener uma carta do Ozzy agradecendo por ter criar o fã clube. Então começamos a manter contato com a equipe dele na Califórnia, e algum tempo depois, com a ajuda de amigos, criamos a versão internacional do site, o www.ozzy.com.br. Pretendemos entregar para os fãs no final do próximo mês os três sites com cara nova e mais interatividade.

Recentemente, você ficou bastante conhecido como o cara que arrebatou os famosos óculos do Ozzy no eBay. Conta aí pra gente como foi tudo isso, e qual foi a sua reação ao saber que havia sido o vencedor da negociação?

Em 99 Ozzy havia doado um óculos para um leilão beneficente da MTV americana. Lembro que tentei comprar, mas o valor ficou fora do real para um brasileiro, mais de US$ 3.000, então desisti. No final do ano passado fiquei sabendo que seria realizado um leilão beneficente no eBay e que entre os item haveria outro óculos do Madman. Entrei em contato com John Fenton (assessor direto de Sharon Osbourne, John trabalha no escritório que Ozzy mantém em Beverly Hills e é um grande amigo) para saber se O óculos era de uso pessoal ou se ele simplesmente assinara um para o leilão. John falou: “Almir, estes são do Ozzy, ele estava na rádio e doou os óculos para ajudar as vítimas do furação Katrina”. Depois que ele confirmou eu falei para ele “vou trazer este para o Brasil”. Quando fiquei sabendo que era o vencedor, imediatamente escrevi para o escritório da Sharon e falei para o John: “Por favor, conte para o Ozzy que o óculos dele vai ficar no Brasil, caso ele sinta saudades entregarei para ele, mas ele terá que retirar pessoalmente”. John respondeu: “O item não poderia estar em lugar melhor”.

Você tem alguma dica para quem está começando a colecionar, tipo onde conseguir itens raros, onde conseguir os melhores preços, não só de itens do Ozzy mas de outras bandas também?

A melhor forma de iniciar uma coleção ou algo do tipo é sempre ter em mente que nem sempre o que tem valor ou importância para você será compartilhado por outra pessoa, pois uma coleção é algo muito pessoal. Existem muitos lugares bons, com pessoas sérias, como o eBay, Mercado Livre, lojas especializadas, mas lembre-se que existe muita coisa falsa sendo anunciada também, então tenha sempre cautela.

Para fechar, gostaria que você contasse alguma história inusitada que esta sua paixão pela obra de Ozzy já fez você passar.

Esta é uma pergunta difícil de responder, mas citarei uma que foi um tanto frustrante. Em Outubro de 99 Ozzy, Iommi e Geezer estariam desembarcando no Brasil para divulgar o “Reunion” em um programa de TV em SP (programa H da TV Band). Fui convidado para participar da gravação e poderia levar 250 fãs cadastrados no Fanzmosis, seria uma oportunidade única onde todos poderiam estar próximos dos membros originais do Black Sabbath, inclusive fazer perguntas, mas a alegria durou pouco. Dois dias antes, na Alemanha, por causa de um acidente com Geezer, Sharon envia um fax informando que a vinda ao Brasil estava cancelada. Resultado: além da frustração de não ver nossos ídolos, tive que cancelar camisetas, cinco ônibus e ligar/enviar e-mails para mais de 250 pessoas desmarcando tudo.

Bem Almir, obrigado pela entrevista. Este espaço fica livre para você mandar um recado para os fãs de Ozzy Osbourne e para os leitores do Whiplash!.

Amigos, um dia falaram para mim “você é louco”, “Ozzy jamais vai saber quem é você”. Hoje, além de Ozzy e família, Bill Ward conhece este fã brasileiro, portanto vale a pena perseguir um sonho. Ricardo, obrigado por criar esta oportunidade ímpar de poder contar um pouco do que é ser um fã de nosso Madman. Abraço.

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Post de 30 de julho de 2012


Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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