Alexandre Vilella: Empresário fanático pelo Def Leppard

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Por Ricardo Seelig
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Com Joe Elliot e Phil Collen
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Com Vivian Campbell
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Com Rick Allen e Phil Collen
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Com Rick Allen
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Com Malmo
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Backstage Pass
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After Show
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Ingresso
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Esta matéria foi publicada muitos anos atrás, está datada, e a coleção mostrada hoje deve ser bem diferente. Mas a matéria continua sendo uma curiosa cobertura sobre uma invejável coleção, e por isso a destacamos.

Alexandre Vilella dos Santos já é uma figura conhecida do metal carioca. Proprietário da Hard and Heavy, uma das mais tradicionais lojas especializadas em rock e metal do estado, com 14 anos de serviços prestados, e tendo também se firmado como produtor de shows, trazendo para o Rio nomes como Blind Guardian, Angra, Helloween e Nightwish, o cara já tem uma história no cenário. Mas muitos também sabem que além de lojista e tricolor fanático (reza a lenda que ele foi conselheiro do Fluminense por vários anos e teria sido um dos articuladores da saída do goleiro Ricardo Pinto do clube) é um grande fã do Def Leppard. Colecionador consistente da banda, adquire todos os itens que aparecem, e alguns que nem pensaríamos que existem. Quem entra na Hard and Heavy dá de cara com pôsteres emoldurados da banda, além de fotos e ingressos. Para a seção "Collector's Room", um prato cheio ... E foi numa segunda feira, 14 de novembro, véspera de feriado, que conversamos com Alexandre, num papo que rendeu grandes momentos, tudo movido a muito Def Leppard.

Entrevistador: Rafael Carnovale

Fotos:
Rodrigo Scelza e fotos com a banda
retiradas do site pessoal da coleção
de Alexandre Vilella (www.geocities.com/vilella95)

Agradecimento especial ao amigo Rafael Carnovale, que tornou possível esta entrevista. Te devo uma, meu brother.

Antes de começarmos eu gostaria que você falasse um pouco sobre você:

Bom, estou no rock desde 1982, e por acaso uma das bandas que comecei a ouvir foi o Def Leppard, juntamente com Iron Maiden e Kiss. De lá pra cá sempre ouvi outras bandas, mas realmente o Def foi um grupo que me despertou a vontade de colecionar. Comprei o primeiro vinil ("On Through the Night"), numa loja em Niterói (RJ) chamada Zartranza, com um cara que se chamava Zartran, e eu diria que ali foi o começo de tudo. Comecei a curtir a banda desde essa época, mas também curtia outras bandas, que ainda ficaram no coração, mas de maneira mais branda. E fui colecionando tudo do Def Leppard, em todos os momentos e épocas, e já se vão 23 anos. Tudo o que eu via, seja vinil, compacto, CD, vídeo laser, discos japoneses, eu comprava, e isso perdura até hoje.

Quanto você notou que estava se tornando um colecionador, que a paixão pelo Def Leppard estava aflorando de maneira mais direta?

Acho que logo no começo eu percebi que algo era especial. Foi aquela coisa que ninguém explica mesmo, de bater o olho no vinil, ver a capa do caminhão, comprar e ir para casa escutar e achar muito bom. Gostei muito de cara e a coisa foi crescendo, e a banda lançou o "High'N Dry". Depois lançaram o "Pyromania", que estourou nos EUA vendendo 8 milhões de cópias, e aí eu já era um fã apaixonado pelo grupo. E mesmo antes de abrir a loja eu já colecionava tudo o que via, e olha que antes do CD era tudo mais difícil, porque saíam poucos compactos, poucos shows, mas eu ia pegando tudo o que eu via.

E quando você notou que seu lado de colecionador era sério, e que realmente o Def Leppard ocupava um espaço especial na sua discografia?

Acho que foi em 92, quando abrimos a loja, quando ficou bem mais fácil conseguir as coisas que eu queria, pois podíamos viajar e ir buscar lá fora o que saía. E o Def não era como o Iron Maiden, que lançava compactos com músicas inéditas, era mais o single e uma ou duas músicas que estariam no álbum completo, mas mesmo assim eu pegava tudo. Eles começaram a lançar mais material ao vivo em singles a partir do "Hysteria". Neste momento consegui obter algumas raridades, como um CD de inéditas chamado "First Strike", que só saiu na Bélgica. E depois fui arrumando K7's com shows de 1980, 1981, e depois consegui em CD's. Com isso tudo o Def Leppard virou parte da minha vida, porque quando o Rick Allen (bateria) sofreu o acidente que amputou seu braço, eu fui avisado pelo Paulo Sondermann (amigo de longa data e que trabalha na loja) sobre o problema e sobre o fato de eles não virem mais ao Rock in Rio (o Whitesnake veio no seu lugar). Fiquei super abalado, mas a atitude deles em não deixar seu amigo baterista de lado, de esperar sua recuperação, bem como a atitude do Rick em reaprender a tocar (com uma bateria especial lançada pela Ludwig) só me deixou mais feliz, pois reforçou a amizade e o aspecto de família que cerca o grupo. Ainda tive outro baque com a morte de Steve Clarke em 1991, mas nunca perdi a paixão pelo Def. Hoje só não tenho mais interesse por alguns LP's mexicanos que vêm com nomes em espanhol, mais ainda assim venho colecionando todo e qualquer lançamento, comprando sempre a versão americana , européia e japonesa.

E geralmente o fã tem muito mais álbuns da banda que coleciona do que seus CD's de outras bandas. Quantos CD's você possui e quantos são do Def Leppard?

Eu posso te dar um número aproximado, pois não tenho de cabeça. Tenho 1.200 itens do Def Leppard, como CDs , LPs , vídeos , DVDs , books, enfim tudo, e 300 CDs de outras bandas. Não acho que exista um colecionador que tenha tantos itens do Def como eu. Tenho tudo o que liga à banda, como tributos, participações do Joe Eliiot em outros discos, mas isto é minoria perto dos vinis, CD's e versões diferentes de um mesmo CD.

E dentro dessa coleção tem algum item que você considere como um destaque?

Eu tenho um relógio de pulso da banda, que tenho até hoje, além de camisas. Eu nunca cheguei a me interessar por discos de platina, pois me ligo mais no som. Tenho tourbooks e livros sobre o grupo. Tenho versões diferentes do mesmo CD, pois não compro versões nacionais. No caso do "X", saiu uma edição australiana especial, e eu a comprei. Todas as edições que vierem com um diferencial eu estarei adquirindo.

E qual foi o primeiro álbum que você comprou na sua vida?

De metal foi o primeiro do Iron Maiden. Mas eu citaria também o primeiro do Vandenberg (auto-entitulado) e "On Through the Night" do Def. Depois eu acrescentaria o "Creatures of the Night" do Kiss.

De todos os itens de sua coleção qual você consideraria mais valioso, financeiramente e pessoalmente?

Não sei dizer ao certo. Citaria o primeiro compacto deles, com capa branca, que continha três músicas. Não sei dizer ao certo, mas uma grande parte da minha coleção, entre 60% a 70%, é formada por itens raros que não existem mais ou que são muito difíceis de serem encontrados.

Você é um lojista. Logo não deve comprar muitos CD`s, porque tem acesso a quase todos os lançamentos, tanto nacionais como internacionais. Mas quantos CD's em média você compra por mês ou pega para seu uso pessoal?

Não sou de comprar CD. Geralmente escuto aqui na loja. Mas, por exemplo, gosto de ter CD's do Nightwish, Asia, Iron Maiden (exceto a fase Blaze Bayley), Jef Scott Soto (tudo), Sonata Arctica, enfim, bastante coisa. Parece que por ser um lojista eu deveria ter muitos CD's, mas como tenho disponibilidade de ouvir muita coisa, acabo não comprando. Em casa dificilmente escuto algo, porque já ouço muita coisa aqui e no carro.

Como você guarda e conserva sua coleção?

Guardo tudo aqui no escritório que mantenho no segundo andar da loja, os CD's empilhados adequadamente e os vinis idem. Posso dizer que eles me fazem companhia todos os dias (risos).

De todos os itens da sua coleção, quais são os que você tem mais apreço, aqueles que você considera mais especiais? Você faria um Top#5 da sua coleção?

Preciso pensar, assim de cara não sei dizer. Tem muito disco ao vivo pirata que é super raro, singles. Eu acho que seria impossível fazer uma lista com os cinco preferidos. Para mim um CD picture japonês é tão importante quanto um single. Mas acabei me lembrando de um pirata de um show de 83 em Londres, e note que era um pirata japonês de um show inglês, em vinil vermelho, pelo qual cheguei a pagar 400 reais. E se eu olhar agora poderei citar outros itens. E nem falei dos shows em VHS e DVD's. Tenho shows ao vivo oficiais e não oficiais, piratas ou que passaram em televisão no Japão, coisas que troquei com outros fãs, que são muito especiais para mim.

Fugindo um pouco do Def Leppard, o que você tem ouvido atualmente que julgue relevante?

O que tenho ouvido atualmente? (pensativo) Eu particularmente gosto de metal. Gostei muito do álbum "From the Inside" de Danny Vaughan, um CD que tenho escutado direto. É complicado porque escuto muitas bandas aqui na loja, e é difícil de citar algo. O Place Vendome, banda do Michael Kiske, também me interessou muito. Mas nem todas as bandas que lançam CD acabam me cativando. Para dar um exemplo, saiu o novo do Helloween. Tenho escutado esse CD na loja de três a quatro vezes por dia, por isso não levaria esse CD para escutar no carro. Mas heavy metal em geral, e alguns revivals como o Iron Maiden e o Judas Priest com Halford de volta são insuperáveis. Considero impossível que alguma banda nova consiga se tornar um Iron Maiden, um Kiss. Esse status dos medalhões é inatingível para as bandas novas.

E existe algum item na sua coleção que você apontaria como o mais estranho, mais diferenciado?

Algo inusitado? Eu tenho alguns pictures, shapes raríssimos, um em formato de guitarra, que são inusitados. Agora algo que nunca imaginaria ter é quase impossível, porque o que pinta eu vou comprando. Mais coisas estranhas do Def é difícil de citar, existe um picture de "Pour Some Sugar On Me" que é em forma de triângulo e uns CD's single que se completam formando um olho, sendo cada single parte dele, que são bem legais, poderiam se encaixar nesse contexto.

E qual banda da qual você tenha CD`s você acha que surpreenderia as pessoas, gerando reações do tipo "você tem isso?".

Eu citaria o Asia, uma banda bem comercial mas que eu gosto muito, e que tenho tudo o que vem sendo lançado. Tenho raiva e asco de ritmos como samba, axé , pagode e funk, mas o pop rock dos anos oitenta como Barão Vermelho e Kid Abelha eu aprecio e até gosto, tendo alguns itens, afinal vivi essa época.

Dentro dos itens da sua coleção, qual seria aquele do qual você tem mais ciúmes, aquele que você fica de orelha em pé só de alguém por a mão?

Olha, para ser sincero, eu não empresto nada. Mostrar e deixar as pessoas verem não me cria problemas. Mas é difícil que o pessoal veja a coleção, porque não fica acessível a todos. Mas não empresto nem peço emprestado. Se alguém quer ver algo, eu até fico feliz de mostrar, pois é bom mostrar que existem itens bem inusitados de uma banda, e que acabam surpreendendo as pessoas. Mas se você me pedir algo emprestado, a chance de ouvir um "sim" é menor do que zero por cento.

Existe algum item que você tenha procurado, procurado e procurado e ainda não tenha conseguido comprar do Def Leppard?

Não. (Enfático).

Com certeza?

Absoluta. Os últimos itens que comprei foram uns compactos japoneses, e um deles é de 1980 ("Rock of Ages"), que me custou quase 400 reais, com duas músicas não inéditas. Comprei apenas para ter, assim como um selo ISO9000 do Def Leppard. (Risos).

E qual seria o item que deu mais trabalho para ser comprado na sua coleção?

Acho que esses compactos japoneses. Tive que buscar com muito empenho, cada item foi sendo achado aos poucos. Mas estes, por serem japoneses, e por eu ter comprado bem depois da época de seus lançamentos (anos 80), podem ser considerados como os que me deram mais trabalho.

Agora vamos falar um pouco sobre o Def Leppard. A banda, além de suas músicas marcantes e cativantes, tem em sua história dois momentos muito difíceis. A morte de Steve Clarke em 91 e o acidente de Rick Allen em 84/85. Ambos poderiam dar fim a banda, mas eles seguiram em frente. Como isso mexeu com você, que já era um grande fã na época?

Eu fiquei chateado, muito chateado com o que aconteceu com o Rick, mas a amizade entre os membros da banda, a atitude perante a recuperação dele, fez com que as pessoas se afeiçoassem pelo grupo, pois foi algo sensacional. A morte do Steve foi algo inevitável, e ele tinha que ser substituído. E assim o foi, com a entrada do Vivian Campbell, que é um guitarrista virtuoso. Ele poderia estar facilmente em um projeto como o G3, além de ter tocado com Whitesnake e Dio, mas ele está em uma banda, tocando bem músicas que teoricamente são mais fáceis para ele, mas permanece no conjunto. Isso mostra o quão amigos eles são. E concluindo: tais acontecimentos só fizeram fortificar em mim o apreço e a paixão pelo grupo.

E agora eu queria que você nos contasse uma história inusitada que você tenha vivido por conta do Def Leppard.

Olha, é interessante. Já me vi em situações emocionantes. Foram os shows que assisti na Europa e Estados Unidos. O Paulo tinha ido a Londres para comprar algumas mercadorias e viu que o Def Leppard iria tocar na cidade alguns meses após. Ele me ligou e disse "Vilella, o Def Leppard vai tocar aqui dia 26 de junho 92, comprei os ingressos e iremos assistir". E aí comecei a contar os dias para o show, pois nunca tinha visto um show do Def Leppard. Aí viajamos para Londres. Chegando lá, estávamos no metrô e vi uma placa que dizia "Def Leppard dia 26 e 27 de junho." Na mesma hora perguntei ao Paulo "porque dia 27?". Ele me disse que possivelmente o show do dia 26 teria esgotado, e a banda optou por marcar uma data extra. Na mesma hora voamos para o hotel, deixamos nossas coisas e fomos para o local do show, o Earls Court Arena, um anfiteatro com capacidade para 40 mil pessoas. Havíamos comprado ingressos numa posição modesta, um pouco distante do palco (Nota: os ingressos nesse local e em vários locais na Europa são marcados e numerados, e seu preço varia de acordo com a posição do assento - sim, existem assentos em shows de rock !). Chegando no local compramos ingressos para o dia 27, mais ou menos do mesmo local. Mas aí tive a idéia de perguntar se ainda havia algum ingresso para o dia 26. O atendente verificou e disse "tenho essa fileira", e "essa fileira" nada mais nada menos era a primeira, de frente para o palco ! Na hora quase tive um troço, afinal estaria a palmos dos caras. Aí comprei os ingressos, nem chegando a vender os que já tinha para o mesmo dia (acho que guardei). O palco era em forma de um olho (turnê do "Adrenalize") que ficava no meio do teatro. No dia do show estava emocionado, comprei tudo o que via no stand de merchandise. Na hora que estava me dirigindo para entrar no anfiteatro, vi que próximo ao acesso para o palco existia uma tenda retangular de onde entrava e saía gente o tempo todo. Aí dei uma parada, fiquei espiando e quem eu vejo?!? Joe Elliot !!! Aí foi o desespero. Eu com sacos e sacos de camisas, tourbooks, falei para o Paulo: "Temos que dar um jeito de entrar lá". Conseguimos conversar com algumas pessoas que nos indicaram um cara careca de bigode, o Malmo, que era o cara que mandava por ali. Esperamos ele sair e fiz o Paulo dar um jeito de convencer o cara a nos dar os "aftershows" (passes que permitem a entrada no camarim após o evento). Notem que eu não falava nada de inglês, e o Paulo se virou, falou que viemos do Brasil só para ver a banda, mostramos nossos passaportes, imploramos, e ele acabou dando os passes. O show foi maravilhoso, cantei todas as músicas, levei tapinhas na mão, algo indescritível. Ao fim do show ficamos na fila esperando para entrar no camarim. Entramos e eles estavam todos lá, com família e tudo. Peguei autógrafos e logo depois saquei que não tinha como tirar fotos, porque não levei câmera nesse dia. Jamais imaginei que conseguiria ir ao camarim.

Desta feita começamos a convencer o Malmo a nos dar "aftershow" para o dia seguinte. Explicamos que não trouxemos câmera e tal, e ele disse: "Vou tentar". No dia seguinte levei a câmera escondida na calça e foi todo aquele ritual: show maravilhoso, cantando tudo. Ao final, fomos no camarim e saí tirando fotos com todos. Tudo tinha sido maravilhoso, tudo dando certo, até que notei que a máquina estava tirando fotos além das 36 existentes. Fiquei vendo os números 37, 38, 39, 40 passando pelo visor, e só aí me dei conta de que o filme não tinha engatilhado na máquina, e que não havia tirado foto nenhuma. E eles estavam já indo embora em suas limusines.

Isto me deixou em estado de choque. Fiquei um dia em depressão total, pensando que nada do que havia vivenciado aconteceu. Mas depois a ficha foi caindo, e fui percebendo que passei sim momentos maravilhosos, e que infelizmente não pude tirar fotos, mas estava feliz para caralho, pois tinha assistido dois shows fantásticos e de quebra ainda estive com meus ídolos, e que um dia eu iria conseguir tirar foto com eles , pois pra mim foto é a coisa mais importante. E só quatro anos depois, quando fui vê-los nos Estados Unidos, é que consegui fotografar. Fui com um amigo que morava em Miami, e fui como fotógrafo. Fotografei o show e de novo fomos ao camarim, e desta vez eu estava preparado. O trauma de quatro anos atrás tinha sido tão grande que levei três câmeras, e me certifiquei de que tudo estava OK com todas elas. O mais engraçado era que eu tirava fotos com todas as câmeras. Ou seja, uma foto com a primeira, outra com a segunda e outra com a terceira (risos).

Depois eles vieram ao Brasil para a turnê do CD "Slang", com shows que não deram bom público, e novamente tirei fotos. Mas o impacto maior tinha acontecido em Miami.E depois ainda vi mais outro show em Miami , em 2003, na tour do "X", no mesmo lugar do show de 96 , mas dessa vez não tirei fotos com eles.

Vilella, muito obrigado pela entrevista. Este espaço é seu para deixar uma mensagem para os fãs de Def Leppard e os visitantes do WHIPLASH!:

Cara, eu acho que se o cara que curte muito uma banda ele precisa ser realmente ligado a ela, seja como colecionador, ver shows, tentar tirar fotos ou pegar autógrafos. Isso faz parte da vida, como o futebol (Vilella é um torcedor apaixonado do Fluminense), que preenche espaços dentro de nossa história. Se gostamos de algo temos que batalhar para isso, pois é um pedaço de nossas vidas que estamos preenchendo. Você não leva dinheiro ou outras coisas para o caixão, mas estas lembranças irão conosco para a eternidade, e temos que batalhar para conseguir ter ótimos momentos.


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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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