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Sepultura

A importância de "The Ultimate Sin" (Ozzy Osbourne) para a carreira de Jake E. Lee

Por
Postado em 15 de março de 2026

Jake E. Lee estreou como guitarrista da banda de Ozzy Osbourne em "Bark at the Moon" (1983). Apesar de ter contribuído – e não ter sido creditado –, o instrumentista entende que se desenvolveu como artista no sucessor, que acabaria sendo seu último ao lado do Madman. O próprio falou à Guitar World sobre "The Ultimate Sin" (1986).

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Foto: Reprodução
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"Ozzy estava na reabilitação e eu tinha um daqueles gravadores de cassete de quatro canais, que eram de alta tecnologia na época, além de uma bateria eletrônica Simmons e um baixo que a Charvel me deu. Passei um bom tempo fazendo minhas próprias demos. Foi aí que surgiu tudo o que está em 'The Ultimate Sin', exceto 'Shot in the Dark'."

Com relação às contribuições do baixista Bob Daisley, Lee afirmou: "Sim. Bob e eu nos juntamos, e ele deixou sua marca, o que significa que melhorou tudo um pouco. (risos) Adicionava partes ou perguntava: 'Por que você está fazendo essa parte aqui? Você não precisa disso', meio que como um editor – mas também contribuía com ideias."

Em relação aos créditos por suas composições, Jake se recusou a prosseguir com The Ultimate Sin até que lhe fosse apresentado um contrato justo. "Foi algo que persistiu durante as sessões de 'Bark at the Moon'. Quando elas terminaram, fiquei insatisfeito, então, com The Ultimate Sin, antes de entregar minhas demos, eu disse: 'Quero um contrato que diga exatamente o que vou receber por este disco. Preciso de créditos de composição. Quero os direitos autorais que mereço'."

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O guitarrista ainda fez questão de deixar claro que Ozzy não apresentou qualquer objeção ao pedido. "Na verdade, foi só isso. Não é que eu quisesse uma redução na porcentagem de créditos; eu só queria créditos de composição e direitos autorais. Eu disse: 'Me dê um contrato que diga isso, e podemos seguir em frente'. Não houve nenhum problema."

Em relação ao que "The Ultimate Sin" revelou sobre si mesmo, Lee não se importa em parecer excessivamente confiante. "Foi o primeiro disco em que eu soube quem eu era e o que eu queria fazer como guitarrista. 'Bark at the Moon' era eu, o novato, sendo jogado ali, a primeira vez que gravei profissionalmente. 'The Ultimate Sin' foi onde encontrei minha voz e minha identidade. Tem coisas em 'Bark at the Moon' que eu mudaria, mas não em 'The Ultimate Sin'. Toquei tudo do jeito que eu achava que deveria. Levei isso para o Badlands."

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Quarto trabalho solo de Ozzy Osbourne, "The Ultimate Sin" marcou as estreias do baixista Phil Soussan – que só gravou este disco – e do baterista Randy Castillo. A produção de Ron Nevison foi realizada com a declarada intenção de adaptar a sonoridade ao que dominava o rock americano à época.

O baixista Bob Daisley participou do processo de composição, mas saiu antes das gravações devido a discussões relacionadas a créditos. Seu nome não aparece nas primeiras prensagens, o que foi corrigido posteriormente. Originalmente o álbum se chamaria "Killer of Giants", com a mudança ocorrendo próximo ao lançamento.

A repercussão foi positiva, com o play alcançado mais de 2 milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos. Mesmo assim, Ozzy declarou pelo resto da vida não ter gostado do resultado. Exceção ao hit "Shot in the Dark", poucas vezes outras faixas foram executadas ao vivo após a tour de divulgação.

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Sobre João Renato Alves

Nascido em 1983, jornalista graduado e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.
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