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Quando David Gilmour teve que ouvir "música comercial" para gravar um disco do Pink Floyd

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Postado em 15 de março de 2026

"Another Brick in the Wall" virou um daqueles casos em que uma banda de rock gigantesca encosta, mesmo que de lado, num ritmo associado à pista. E, pelo relato do David Gilmour, isso não aconteceu por "inspiração espontânea". Aconteceu porque alguém no estúdio insistiu.

A Far Out diz que, enquanto o Pink Floyd trabalhava na música, o produtor Bob Ezrin soltou uma orientação bem direta: sair do estúdio e ir ouvir o que estava tocando nos clubes, especialmente disco. A ideia era simples: entender a batida, o pulso, e trazer um pouco daquela lógica pro arranjo, sem transformar a banda em outra coisa.

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Foto: Divulgação - Midiorama
Foto: Divulgação - Midiorama

Gilmour conta que fez isso meio a contragosto. Ele foi, ouviu o "quatro por quatro" martelando no volume máximo e saiu com a impressão mais sincera possível, e bem pouco simpática: "Então eu me forcei a sair e ouvir bumbo alto, quatro por compasso e essas coisas, e pensei: 'Meu Deus, horrível!' Aí a gente voltou e tentou transformar uma das partes em uma daquelas, pra ficar grudenta."

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O incômodo do guitarrista não era exatamente "dançar". Era a sensação de estar lidando com uma estrutura rítmica mais simples e insistente, que não era o terreno natural dele como guitarrista. E, ainda assim, ele admite que aquilo entrou no processo: a banda voltou pro estúdio e tentou encaixar um pedaço do arranjo nessa ideia de "pegada" que funcionasse.

Sem contar que, na época, ainda havia um pano de fundo de tensão interna, pois na época do "The Wall" Roger Waters já estava muito no controle do projeto e a relação com Gilmour não era exatamente tranquila. Então, quando um caminho "fora do padrão Floyd" aparecia, isso também podia virar campo de disputa dentro do estúdio.

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No fim das contas, o plano deu certo do ponto de vista do impacto. A música virou um dos maiores hits do Pink Floyd, com aquela pulsação firme, repetitiva, e um refrão que cola fácil - justamente o tipo de efeito que, na época, muita gente associava à música de pista.

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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