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Megadeth, "Risk", "Dystopia" e a dificuldade em aceitar a preferência pessoal alheia

Por
Postado em 16 de março de 2026

Quem me conhece ou acompanha meu trabalho sabe - ou ao menos desconfia - que gosto de Megadeth há algum tempo. Para ser mais preciso, escuto a banda liderada pelo guitarrista e vocalista Dave Mustaine desde 2000, quando tinha entre 14 e 15 anos.

Naquela época, o lançamento mais recente da discografia do Megadeth era o controverso "Risk" (1999). Lembro de ler comentários bastante negativos sobre o disco em revistas - e não foram poucos.

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Foto: Site Oficial
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Como prefiro tirar minhas próprias conclusões, adquiri uma cópia de "Risk" para conferir se a obra realmente era a desgraceira que alguns escribas pintavam. Durante a audição, gostei de boa parte do material. Tinha plena consciência de que não se tratava de um trabalho voltado ao thrash metal, e em nenhum momento isso me incomodou - até hoje não incomoda.

O tempo passou, tive acesso a outros discos do Megadeth, e "Risk" continua sendo um dos meus preferidos. Além da memória afetiva que guardo do álbum, realmente me identifico com a abordagem musical apresentada ali. "Breadline", "Prince of Darkness", as duas partes de "Time", "Crush 'Em" e "Ecstasy" são músicas que dialogam comigo e satisfazem o meu gosto pessoal até hoje.

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Não é thrash metal, mas e daí? Se eu quiser ouvir esse estilo, o que não falta são opções no catálogo do Megadeth. É o caso de "Dystopia" (2016), que marca a estreia do guitarrista Kiko Loureiro na formação.

"Dystopia" é técnico, pesado e muito bem produzido. Apesar de reconhecer essas qualidades, não consigo gostar desse disco. Não existe uma razão específica, mas, com exceção de "Poisonous Shadows", o trabalho simplesmente não me provoca emoção.

Sim, eu sei que "Dystopia" rendeu um Grammy ao Megadeth. Também sei que a opinião de quem escolhe os vencedores da premiação não tem relação alguma com as minhas predileções.

Pois bem. Feitas as devidas apresentações, é hora de falar do episódio que motivou este texto. Dias atrás, a pedido de um grande amigo, montei um ranking da discografia do Megadeth. Respeitando as categorias estipuladas por ele, coloquei "Dystopia" como "bom" e "Risk" na prateleira de "muito bom".

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Desde o momento em que finalizei a lista, imaginei que receberia comentários pouco elogiosos. Afinal, pelo visto, é proibido gostar de "Risk" ou não ser fã de "Dystopia". Não vou reproduzir as mensagens aqui - não gosto de dar audiência a quem não merece -, mas o que li me fez constatar que, para algumas pessoas, respeitar o gosto pessoal alheio parece ser bastante difícil. Manter a educação também.

Todo mundo tem direito de discordar da minha opinião. O que não faz muito sentido é construir preferências com base em senso comum ou em supostas "verdades absolutas". "Ah, mas fulano disse que 'Risk' não presta". E o que eu tenho a ver com isso?

Música, no fim das contas, é emoção. Prefiro me apegar às lembranças que uma obra artística me traz do que me deixar guiar pelas palavras de críticos musicais, influenciadores ou internautas - ainda mais quando alguns desses cidadãos se limitam a repetir papagaiadas ou a proferir grosserias.

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Imaginei que em março de 2026 não seria necessário dizer isso, mas uma lista reflete a opinião de quem a confeccionou. E, acredite você ou não, cada pessoa tem as próprias preferências.

Talvez alguém leia estas linhas e conclua que estou tentando convencer os outros de que "Risk" é melhor que "Dystopia". Não é isso. A única coisa que estou dizendo é que gosto mais de um do que do outro.

O Megadeth gravou discos suficientes para agradar públicos diferentes. Há quem prefira a fase mais técnica e agressiva; outros se identificam com momentos mais experimentais da banda. Nenhuma dessas posições precisa invalidar a outra.

No meu caso, "Risk" continua sendo um álbum que me traz boas memórias e músicas que ainda me dizem algo. "Dystopia", por sua vez, é um disco que respeito, mas que não me provoca a mesma reação.

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Porque, no fim das contas, gostar de música não é um exercício de obediência ao consenso. É apenas uma questão de conexão com o que sai do fone de ouvido ou da caixa de som.

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Sobre Mateus Ribeiro

Fã de Ramones, In Flames e Soilwork. Ouve (quase) tudo, desde rock clássico até black metal.
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