Mairon Machado - Aficionado por vinil e pelo rock clássico

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Por Ricardo Seelig
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Um cara das antigas, aficionado por vinil e pelo rock clássico. Assim podemos definir o gaúcho Mairon Machado, o entrevistado dessa edição da Collector´s Room. Mairon abriu a sua coleção para o Whiplash e mostrou que, apesar de vivermos em tempos onde a música tem se transformado em mero arquivo de computador, ainda existem pessoas que valorizam e pesquisam constantemente, atrás de novos itens para seus acervos.

Pra começar o nosso papo, eu queria que você se apresentasse aos nossos leitores.

Bueno, sou Mairon Melo Machado, gaúcho, nascido na cidade de Pedro Osório no dia 07 de novembro de 1982. Possuo um filho, Iago Machado, de 6 anos. Sou formado em Licenciatura em Física com mestrado em Física de Partículas. Atualmente estou cursando doutorado em Ciências com especialização em Física de Partículas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E, claro, sou um bolha nato.

Como foi o seu primeiro contato com o rock?

Essa é uma pergunta difícil, mas creio que foi quando eu tinha uns 3 ou 4 anos de idade e meu irmão, juntamente com os seus amigos, ouviam direto os LPs “Dois” da Legião Urbana e “Nós Vamos Invadir Sua Praia” do Ultraje, além de muitas coisas do Punk Rock, como Ramones, Exploited, Agent Orange e Sex Pistols. Peguei a geração do rock dos anos 80 com ele, mas confesso que não curtia muito as bandas brasileiras. Porém, desde o início curti Toy Dolls. Acho que Olga foi o primeiro guitarrista que me chamou a atenção.

Quando você percebeu que essa paixão iria acompanhá-lo por toda a vida?

Pode parecer mentira, mas com 6 anos. Lembro até hoje quando ouvi “Stairway To Heaven” pela primeira vez na minha vida, como trilha da novela “Top Model”. Ali meu sangue tremeu. Em seguida consegui o VHS do “The Song Remains The Same”. Pronto, não tinha mais cura.

Em que momento você se transformou em um colecionador?

Quando comprei o “Tales From Topographic Oceans”, do Yes. Esse disco foi um daqueles que mudou a minha vida. Depois que ouvi ele passei a correr atrás da obra do Yes, e ali virei um bolha.

Qual o tamanho da sua coleção?

Em números aproximados: 2.000 vinis, 500 CDs, 50 DVDs, 100 CDs bootlegs com shows, 3.000 MP3, 300 revistas, 50 Vhs.

De quais grupos você possui mais material, quais são as suas bandas favoritas?

Os grupos que possuo mais material são os progressivos tradicionais. Tenho as coleções completas do Yes, Pink Floyd, Genesis, Van Der Graff Generator, Supertramp, Focus e Rush, além de muito material do Gentle Giant, Renaissance, Premiatta Forneria Marconi e de outras bandas, como Henry Cow, Tangerine Dream, Can, Beggar's Opera, Ekseption, Amon Duul.

Minhas bandas favoritas, essa é mais difícil ainda. Por ordem: Queen, afinal, é a única banda que consegue tocar todos os estilos de música perfeitamente; Yardbirds, o único grupo que revelou três dos maiores guitarristas de todos os tempos; Trapeze, o que os caras fizeram em uma obra tão curta é insuperável; Moby Grape, uma das bandas mais injustiçadas dos anos 60; e Recordando O Vale das Maçãs, Fernando Pacheco e companhia, que não deveriam ter parado somente no primeiro disco. O contexto dessa avaliação vai pela obra completa das bandas, não somente por um único disco, se é que você me compreende.

E o estilo que você mais gosta, qual é?

Curto vários estilos. Hard anos 70, progressivo, psicodélico, música clássica, jazz, funk (funk raiz, tipo James Brown). Os meus amigos dizem que sou o cara mais eclético que conhecem, e isso caracteriza a minha coleção. Não tenho muito material de uma banda específica, mas tenho muito material de várias bandas. Mas com certeza, se você colocar um Hammond pra tocar eu vou ficar bem alegre.

Qual foi o primeiro disco que você comprou, e porque?

O primeiro que eu comprei foi o “The Song Remains The Same”, quando eu tinha sete anos. Na época paguei 100 mil cruzados. Trabalhei o Natal inteiro vendendo salgadinhos com a minha mãe para adquiri-lo. Comprei porque, primeiro, tinha a bendita “Stairway To Heaven”, mas na verdade por causa de “Dazed And Confused”. Sempre gostei de músicas longas, e aquela versão de “Dazed And Confused” era a mais longa que eu conhecia na época. Tenho o mesmo vinil até hoje.

Qual foi o número máximo de itens que você já adquiriu de uma única vez?

Aproximadamente 200 LPs. Isso ocorreu agora em fevereiro, quando estive no Rio de Janeiro.

Qual item você considera o mais raro da sua coleção?

Creio que a versão quadrifônica do “Days Of Future Passed”. Só conheço o meu LP.

E o mais bonito?

O mais bonito é o “Lotus”, do Santana. Aquele encarte é algo que o CD nunca vai conseguir reproduzir.

Qual você considera o item mais diferente e curioso do seu acervo?

Sinceramente, uma banda que na época que foi lançada ninguém conhecia, e quando caiu nas minhas mãos fiquei vidrado no som dos caras, foi o Los Hermanos. Um amigo meu conseguiu um k7 de um show do grupo na PUC em 98. Cara, os caras eram muito bons. Ainda não tinham a fama de “Anna Julia”. Passei o k7 pra MP3 e tenho todos os CDs, mais uma galeria de gravações não oficiais.

Outra que o LP caiu de gaiato na minha coleção foi o Mamonas Assassinas. Essas são duas bandas que muita gente não entende por que eu gosto, mas estão aí.

Existe algum disco que você passou um tempão atrás até consegui-lo para a sua coleção?

Existem três álbuns que batalhei muito pra comprar. “Pet Sounds”, o terceiro Deep Purple (auto-intitulado) e o “Eyes Of The Heart”, do Keith Jarreth. O primeiro acabei comprando no Rio de Janeiro depois de 5 anos buscando. O “Eyes …” durou bem mais (uns 10 anos). Agora, o terceiro Purple comprei mês passado, depois de 16 anos de busca. Foi um dos primeiros discos do Purple que ouvi, e me encantei com o talento do Blackmore ainda sem o ego que se tornou sua marca registrada. Este é um disco que está muito bem guardado na minha coleção.

E quais aqueles que, apesar de você estar atrás há uma cara, ainda não conseguiu?

Outros três: “On Time” do Grand Funk, o primeiro do Kansas e o “Rock´n´Roll Machine” do Triumph. As poucas vezes que vi na internet nunca tive grana o suficiente para comprar.

Como você guarda e conserva a sua coleção?

Guardo os meus discos por banda, em sacos de discos (daqueles de lojas) ou em caixas de papelão, dependendo do tamanho da coleção. As maiores, como Santana, Yes, David Bowie, ficam nessas caixas. Nos sacos guardo as menores, como Scorpions, Van Halen e Supertramp. Para organizar, coloco sempre em ordem cronológica de lançamento e, para me encontrar no quarto, disponibilizo em ordem de preferência. Minha conservação é a tradicional. Uma boa lavada com água e sabão sempre antes de ouvir e uma espanada duas vezes por semana para tirar o pó.

Quais são os itens que você mais gosta entre todos da sua coleção?

Em termos musicais: “Physical Graffitti”, “Tales From Topographic Oceans”, “Hot Space”, “Pet Sounds” e “The Lamb Lies Down On Broadway”.

Em termos de preciosidades: “As Crianças da Nova Floresta” (Recordando O Vale das Maçãs), “Depois do Fim” (Bacamarte) com o encarte, “Transmutation” (bootleg com o último show dos Mutantes em 1978), “Em Busca do Tempo Perdido” (O Peso) com o encarte, a versão do “Brain Salad Surggery” que se abre (com o encarte também abrindo em seis partes), o já citado “Lotus” do Santana e uma caixa japonesa em formato de porta-jóias com três CDs ao vivo do Queen.

Onde você costuma comprar os itens para o seu acervo? Que lojas você indica para os nossos leitores?

Costumo comprar ou em Porto Alegre, ou em Pelotas ou no Rio de Janeiro. Sempre que vou a uma nova cidade visito as lojas de discos da mesma, mas Porto Alegre e Rio são meus locais tradicionais. Os itens mais difíceis podem ser encontrados na Baratos da Ribeiro, do Rio de Janeiro. Minhas principais aquisições foram feitas lá. Mas gosto muito da Tropicália (também no Rio) e da Woodstock, essa em Pelotas.

Você é casado, namora, tem um relacionamento com alguém? Como essa pessoa vê a sua dedicação a sua coleção?

Fui casado, mas agora moro sozinho. Minha ex-mulher detestava que eu comprasse discos. Quando eu fazia, tinha que ser escondido. Várias vezes brigamos por causa disso (acho que esse foi um dos motivos de a gente não estar mais juntos). Mas, na real, ela sempre acabava curtindo som junto comigo.

E os seus amigos, já colocaram algum apelido em você depois de todos esses anos dedicados aos discos, ou consideram você como uma espécie de consultor, aquele cara que conhece tudo e que tem dicas preciosas para passar?

A segunda opção. A maioria dos meus amigos dizem que eu sou o cara que mais conhece música que elas já conheceram. Sei que não é verdade, pois eu sei de muita gente que conhece bem mais do que eu. O que gosto mesmo é de aprender sobre novas bandas e passar a informação adiante.

Onde você costuma pesquisar a respeito de discos raros que está procurando, de novos lançamentos, essas coisas. Em que fontes você busca essas informações?

Antigamente eu lia muito a Bizz, Rock Brigade e Top Rock. Sempre havia uma sessão (como a Discoteca Básica da Bizz ou os 100 Mais da Top Rock) que mostrava indicações de discos. Hoje em dia vou direto na Poeira Zine ou no Google mesmo.

Quais são, para você, os dez melhores álbuns de todos os tempos?

Dez melhores? Bah, citaria 100, mas vamos lá. Em ordem de preferência:

Physical Graffitti - Led Zeppelin
Hot Space - Queen
Tales From Topographic Oceans - Yes
Pet Sounds - Beach Boys
The Lamb Lies Down On Broadway - Genesis
As Crianças da Nova Floresta - Recordando O Vale das Maçãs
Fly To The Rainbow - Scorpions
Mutantes E Seus Cometas No País dos Baurets - Mutantes
Live At Fillmore East - Allman Brothers
Famous Last Words ... - Supertramp

O que anda rolando no seu som atualmente, e o que você recomendaria para os leitores do Whiplash?

Eu tenho ouvido muito Kansas, Triumph, Grand Funk Railroad e Scorpions da fase Uli Roth. Recomendo as mesmas, junto com o Moby Grape. Fico bravo quando alguém me diz que gosta de Scorpions e não conhece a fase com o Uli Roth. Acho fantástico! O mesmo ocorre para quem diz que gosta de Kansas e nunca ouviu o “Song For America”. Aliás, o Kansas é uma boa banda pra ser discutida.

A sua coleção tem um limite? Você acha que, algum dia, vai parar de comprar discos porque acha que, enfim, tem tudo o que sempre quis ter? Esse dia vai chegar ou ele não existe para um colecionador?

Com certeza isso não existe para nenhum colecionador, mesmo que seja de selos. Sempre haverá um selo novo lançado, e o mesmo ocorre com a música. Enquanto existirem bandas de rock ou jazz, sempre haverá um Mairon correndo atrás para comprar.

Já parou para pensar com quem os seus discos ficarão quando você estiver mais velho? Quem será o herdeiro da sua coleção no futuro?

Sim, já parei. Espero que meu filho leve a coleção adiante. Se isso não acontecer, que doem para um museu do som, por exemplo.

O que o rock representa na sua vida?

Não só o rock, mas a música em si representa uma amizade fiel, com quem posso conversar e expressar meus sentimentos com a certeza de que serei ouvido e vai ficar ali, entre quatro paredes. Creio que o rock te proporciona isso. Quando você ouve uma determinada música, um determinado solo de guitarra e você sente um arrepio, você está falando com a música. Do outro lado da agulha tem alguém que esté te passando o sentimento que você precisa naquela hora. Rock é isso, é sentimento puro. Por isso que gosto de vários estilos, pois cada estilo tem o seu determinado sentimento. E todos se completam, tal qual um ser humano.

Se você tivesse que indicar algumas bandas, e alguns discos, para uma pessoa que nunca teve contato com o rock, o que indicaria?

Hmmmm … “Paranoid” do Black Sabbath, “Led IV”, “Burn”, “Close To The Edge” e “Dark Side Of The Moon”, todos clássicos. Se a pessoa não gostar de rock depois de ouvir esses discos, que vá ouvir pagode então.

Tem alguma história engraçada ou curiosa que aconteceu com você por causa da música, e que te fez pensar algo como “isso só acontece com um colecionador mesmo”?

Várias. A última ocorreu agora quando estive no Rio. Como disse, procurava o “Eyes Of The Heart” há uns 10 anos, e nunca havia encontrado (sempre que o via estava em mau estado). No meu último dia no Rio, com uns 200 discos na mala, acordei com a sensação de que deveria ir em tal loja, a qual eu já havia ido três vezes na mesma semana e vasculhado tudo o que podia. Pois bem, acabei indo. Revirei todos os vinis e nada. Então perguntei pra a moça que atendia se havia chegado alguma coisa nova. Ela disse que sim, mas que ainda não havia colocado preço. Então me mostrou um lugar onde haviam uns 100 discos. Olhei todos e, para minha surpresa, um dos últimos era o “Eyes …”. Retirei ele e perguntei por quanto ela fazia. Como o álbum possui três lados, ela acabou fazendo por 6 reais. Levei na hora!

Pra fechar, que papel você acha que nós, colecionadores, temos na indústria da música?

Infelizmente hoje em dia só são lançados CDs no Brasil. Estive no Chile recentemente e fiquei muito feliz em ver que ainda existem LPs sendo lançados por lá. Acho que o colecionador realmente é quem mantém a indústria fonográfica. É muito fácil você gostar de uma música apenas e baixá-la na internet. O dinheiro para o artista (e para a indústria também) não chega. Porém, quando você é um colecionador, ou fã de uma banda, você não está interessado apenas na música, mas na história, na presença e no fato de você ter algo original, cuja qualidade é indiscutivelmente melhor.

Tenho vários MP3 como listei acima, mas cada vez que adquiro o LP (ou o CD original) me desfaço do MP3 e fico com o original. Creio que os downloads são muito importantes para a divulgação de bandas, mas não troco o velho vinil por nada (e se os artistas se dessem conta que é muito difícil você piratear um vinil, só lançariam LPs).

Cara, muito obrigado pelo papo, valeu por ter aceito participar da Collectors Room.

Eu que agradeço por mostrar um pouco de minha coleção neste que para mim é o melhor espaço para se conhecer pessoas iguais a mim. Boa sorte a Collector's Room e parabéns.

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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