Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
Abaixo, alguns dos últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes.
Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Neural Wreck estreia com "Amidst the Ruins", álbum que une thrash metal progressivo e crítica social
Está disponível nas plataformas digitais o álbum Amidst the Ruins, que marca a estreia da banda paulista de thrash metal progressivo Neural Wreck. Com uma sonoridade agressiva e técnica em que peso extremo e passagens melódicas se unem de forma única, as composições do álbum buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano.
As letras assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade.
Descrito como "thrash metal progressivo", o álbum coloca o ouvinte dentro de um cenário em colapso, no qual a desobediência consciente surge como única resposta possível diante de uma realidade muito maior do que qualquer ação individual isolada.
Com onze faixas, Amidst the Ruins amplia e consolida a identidade da banda. Produzido por Thiago Parpinelli, tecladista da banda Magistry, o álbum tem onze faixas que equilibram crítica social, tensão psicológica e uma abordagem musical que se recusa a ficar presa a rótulos. Antes do álbum, a Neural Wreck havia lançado o EP Mortal Obsession (2022), que já apontava o caminho estético e temático aprofundado no álbum completo.
Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026.
Inventtor lança novo álbum, "Senhor da Obsessão", e clipe de "Broken"
A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com Alan Souza (vocal e bateria) e Tony Lessa (baixo), apresenta o novo álbum, "Senhor da Obsessão", acompanhado do single/clipe de "Broken", que traz a participação da vocalista Nienna (Paradise in Flames). Gravado em Nova Lima (MG), produzido e mixado por André Damien, que também registrou as guitarras e teclados, "Senhor da Obsessão" traz arte de capa assinada por Fernando Lima e tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.
Ao longo das oito faixas, das quais quatro contam com singles/vídeos, a obra conduz o ouvinte por uma reflexão sobre responsabilidade individual, defendendo que cada pessoa é a única responsável por seus próprios atos. As composições abordam as marcas deixadas pela doutrinação religiosa e fazem uma crítica contundente ao que a banda define como o "terrorista psicológico" da religião, sendo a figura que manipula a fé por meio da culpa e do medo como instrumento de controle.
"Broken", lançada em videoclipe e que conta com a participação de Nienna (Paradise in Flames), representa o momento em que a psique finalmente sucumbe ao peso constante da opressão. Estar "quebrado" significa perder completamente a individualidade, tornando-se apenas um reflexo dócil e facilmente manipulável. "A música evidencia o objetivo final dos tiranos e falsos profetas: destruir o pensamento crítico até que a própria escravidão seja confundida com proteção ou liberdade", explica Alan Souza. "A voz e a entrega de Nienna trouxeram uma camada absurda de peso e atmosfera para 'Broken'. A parceria deu uma liga perfeita com o som e elevou a faixa a outro patamar, trazendo uma energia única para o álbum", acrescenta.
Segundo o baixista Tony Lessa, lançar "Senhor da Obsessão" é um marco para a Inventtor. "Se em nosso debut nós pavimentamos o caminho na escuridão, neste novo álbum mergulhamos sem medo nas camadas mais profundas da mente humana", avalia. "Conseguimos traduzir em música o peso espiritual, a crítica contra as amarras da manipulação religiosa e os tormentos da psique. É o trabalho mais maduro, denso e desafiador da nossa carreira até aqui e esperamos que todos possam sentir isso", conclui o baixista.
Elysius lança seu 1º EP "The Isolated One".
A banda brasiliense Elysius apresenta seu primeiro trabalho de estúdio, o EP "The Isolated One", reunindo quatro faixas autorais: "Distant Souls", "Tower Of Sorrow", "To Myself" e "The Isolated One". Influenciado por nomes como Helloween, Angra, Gamma Ray, Stratovarius e Iron Maiden, o grupo combina peso, melodias marcantes e temáticas ligadas ao isolamento, à reflexão e à superação.
Outro destaque do lançamento é a arte da capa, criada por Carlos Fides, renomado designer responsável por trabalhos para artistas como Edu Falaschi, Shaman, Almah e Noturnall. A ilustração complementa a proposta conceitual do EP, representando visualmente os sentimentos e a atmosfera presentes nas composições.
Com "The Isolated One", a Elysius dá um importante passo em sua trajetória, apresentando um trabalho que une as raízes do Power Metal tradicional a uma identidade própria.
Carceral: grupo instrumental de metal extremo apresenta álbum de estreia
"Descending Reprisal", que combina death/thrash metal e grindcore, está disponível nas plataformas de streaming
Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), disponibilizou nas plataformas de streaming o álbum de estreia, "Descending Reprisal". O trabalho, que combina death/thrash metal e grindcore, foi precedido pelos singles "Archaic Law" e "Hypnomachia", além de playthroughs.
Formado em dezembro de 2024, o Carceral, que teve seu nome inspirado por leituras do poeta Augusto dos Anjos, passou mais de um ano dedicado exclusivamente à construção de sua estreia. "Descending Reprisal", produzido por Roberto Ortega e Victor Hormidas, com mixagem e masterização de Samuel Bassani, conta com 24 faixas instrumentais. Musicalmente, o debut dialoga com a brutalidade e a técnica de bandas como Death, Kreator, Slayer, Morbid Angel, Dark Angel e Krisiun, mas desenvolve uma identidade própria ao colocar as guitarras e o baixo no centro da narrativa.
"Embora as composições sejam inspiradas em bandas como Death, Morbid Angel e Dark Angel, eu também quis capturar a atmosfera sinistra e dissonante de Voivod e Immolation. O objetivo nunca foi recriar esses sons, mas combinar a liberdade expressiva da música instrumental com a escuridão e a intensidade do metal extremo. Esperamos que 'Descending Reprisal' proporcione aos ouvintes uma experiência que seja, ao mesmo tempo, familiar e completamente nova", declarou o fundador e guitarrista Roberto Ortega.
Além da introdução, criada por Pablo Greg, conhecido por seus trabalhos orquestrais para Edu Falaschi e Crypta, o projeto traz Vithor Moraes (Armiferum), que assina o design de som de duas faixas e uma futura versão orquestrada de "Of Searing and Perilous Abidance". Já a arte da capa foi criada pelo russo Artem Demura, artista conceitual conhecido por seu trabalho nos games Lords Of The Fallen e Mortal Shell
Malditos Inocentes aborda polarização e fanatismo em "Brasil Dividido"
O projeto musical Malditos Inocentes lançou em 13 de maio de 2026 seu segundo álbum, "Brasil Dividido". Com sete faixas, o trabalho aborda a polarização política, o fanatismo e o enfraquecimento do diálogo entre os brasileiros.

O álbum retrata um país reunido sob a mesma bandeira, mas dividido nas ruas, nas redes sociais e até mesmo dentro das famílias. Enquanto opiniões políticas se transformam em conflitos pessoais, problemas como fome, insegurança, corrupção, exploração e abuso de poder continuam presentes na vida da população.
A proposta de "Brasil Dividido" não é defender direita ou esquerda. O trabalho questiona a transformação da política em uma disputa de torcidas, na qual líderes são tratados como figuras acima de qualquer crítica e discordar passa a ser interpretado como uma agressão.
A faixa-título observa como as discussões políticas ocuparam mesas de almoço, grupos familiares e espaços de convivência, criando uma realidade em que todos desejam falar, mas poucos estão dispostos a ouvir.
"Ídolos de Barro" critica o culto a figuras políticas e a substituição do pensamento individual pela repetição de discursos. "Pátria Amada" aborda o contraste entre a riqueza do país e a realidade de uma população que trabalha e ainda enfrenta fome e dificuldades. Já "No Topo do Poder" trata da relação entre interesses econômicos, contratos e decisões públicas.
O repertório também inclui "Sem Medo de Falar", sobre preservar a própria voz diante de pressões e extremismos; "Sombras na Cidade", que aborda a insegurança urbana; e "Castelo de Vidro", uma reflexão sobre estruturas de poder aparentemente sólidas, mas sustentadas por interesses e silêncios.
Àlfar Quest, Enorion e Lothlöryen unem forças em versão para "Diggy Diggy Hole"
FONTE: Hell Yeah Music Company
Três importantes representantes da cena brasileira de Power e Folk Metal se uniram em um lançamento especial. Àlfar Quest, Enorion e Lothlöryen apresentam sua versão para "Diggy Diggy Hole", clássico da cultura gamer criado pelo Yogscast, acompanhada de um videoclipe que celebra o espírito aventureiro, o humor e a atmosfera épica que transformaram a canção em um verdadeiro fenômeno mundial. A colaboração reúne músicos das três bandas em uma interpretação que preserva a energia contagiante da composição original, incorporando a identidade artística de cada grupo, resultando em uma versão grandiosa e feita sob medida para os fãs de Power, Folk Metal e fantasia medieval.
Auro Control lança vídeo de "Conception" gravado na Ópera de Arame em Curitiba
FONTE: Hell Yeah Music Company
Após conquistar excelente repercussão com seu álbum de estreia, "The Harp", a banda baiana de Prog/Power Metal Auro Control lançou o vídeo ao vivo de "Conception", registrado durante sua performance na icônica Ópera de Arame, em Curitiba-PR. A gravação aconteceu como parte da "The Harp Brazil Tour 2025-2026", turnê realizada ao lado de Edu Falaschi e Noturnall, eternizando um dos momentos mais marcantes da trajetória da banda em um dos palcos mais emblemáticos do Brasil.
O lançamento marca mais uma etapa na consolidação da Auro Control após uma longa sequência de apresentações pelo país. Ao longo da tour a banda passou por Salvador, São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro, Vila Velha, Belo Horizonte, Ponta Grossa, Florianópolis, Curitiba, Recife, Natal, Fortaleza e Teresina, levando seu elogiado repertório a públicos de diferentes regiões do Brasil. Paralelamente à divulgação de "The Harp", o grupo já se encontra em fase de produção de seu segundo álbum de estúdio, que promete expandir ainda mais a identidade artística e conceitual construída em seu trabalho de estreia.
Banda manauara de Power Metal, Beyond Fire lança o single "Rising Sun"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda manauara de Power Metal Beyond Fire lançou seu novo single, "Rising Sun", terceira faixa autoral da carreira da banda que vem se tornando um dos destaques do gênero no Norte do Brasil. Mantendo a combinação entre melodias marcantes, peso e refrões grandiosos que caracterizam sua identidade, o grupo apresenta uma composição inspiradora que reafirma sua capacidade de transformar experiências humanas em canções carregadas de emoção.
Em "Rising Sun", a Beyond Fire aborda a capacidade de recomeçar mesmo diante de grandes adversidades. A música retrata a jornada de quem cai, enfrenta batalhas internas, lida com as marcas deixadas pelas dificuldades e encontra forças para se reconstruir e continuar lutando. Com uma mensagem de esperança e perseverança, a letra transmite a ideia de que, por mais distante que alguém esteja de seus sonhos ou por mais profundas que sejam suas feridas, sempre haverá um novo amanhecer e uma nova oportunidade para seguir em frente, afinal, o sol sempre nasce outra vez.
Indjent lança o single e videoclipe de "Insuficiente"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda brasileira Indjent lançou o single "Insuficiente", acompanhado de um videoclipe que amplia a carga emocional da composição por meio de uma estética urbana, direta, pulsante e visceral. Conhecida por unir metal moderno, rap e brasilidade em uma identidade própria, a banda desta vez desloca seu olhar das tensões sociais para um conflito mais íntimo, sem perder a profundidade que caracteriza sua sonoridade, buscando apresentar novas tonalidades em meio a sentimentos acinzentados.
Em "Insuficiente", a Indjent retrata o desgaste de quem entrega tudo em uma relação e, ainda assim, permanece preso à sensação de nunca ser suficiente. A música explora o peso da rejeição, da indiferença e das cobranças constantes, revelando as marcas deixadas por vínculos que sufocam e corroem a autoestima. A faixa acompanha a trajetória de quem decide romper esse ciclo, abandonar o sofrimento e seguir em frente em busca de paz, mostrando que recomeçar também é um ato de resistência.
Electric Mob lança deluxe de "2 Make U Cry & Dance" com faixas ao vivo e raridades
O Electric Mob vive um dos momentos mais sólidos de sua trajetória. Depois de ultrapassar a marca de meio milhão de reproduções com o álbum "2 Make U Cry & Dance" e receber elogios dentro e fora do Brasil, a banda curitibana lança nesta sexta-feira, 10 de julho, a edição digital deluxe do trabalho pela Frontiers Music Srl.
A nova versão reúne as faixas do disco originalmente lançado em 2023, seis gravações ao vivo registradas no Capital Moto Week de 2024, em Brasília, e uma versão alternativa de "WATCH ME (I'm Today's News)", que anteriormente estava disponível apenas no mercado japonês. Para acompanhar o lançamento, o grupo também divulgou um visualizer oficial da nova versão da música.
Confira o visualizer de "WATCH ME (I'm Today's News)".
A edição especial reforça a boa repercussão de "2 Make U Cry & Dance". O álbum já superou meio milhão de streams no Spotify e recebeu avaliações positivas da crítica especializada nacional e internacional. Regis Tadeu incluiu o trabalho em sua lista de melhores do ano, enquanto Daniel Dutra, da Roadie Crew, definiu o Electric Mob como "a melhor banda de hard rock do Brasil".
O Roadie Metal também destacou a força do grupo, afirmando que o país estava "diante de uma das maiores e mais enérgicas bandas de rock que este país já produziu". No exterior, uma resenha descreveu o Electric Mob como "uma das bandas contemporâneas mais memoráveis que você provavelmente encontrará".
Entre as gravações ao vivo presentes na edição deluxe estão "Sun Is Falling", "Will Shine", "IT'S GONNA HURT", "By The Name (nanana)", "4 Letters" e "Love Cage". O material captura a energia da apresentação no Capital Moto Week, festival em que o trio ocupou o palco principal e reforçou a reputação construída por meio de shows intensos.
Segundo o vocalista Renan Zonta, o registro ao vivo preservou o peso emocional da versão original. "Essa versão ao vivo é fiel à raiva e ao desconforto que sentimos quando escrevemos, com cada um brutalizando a sua própria performance", declarou.
Ao comentar a edição deluxe, Renan destacou o orgulho da banda pelo segundo álbum. "Estamos muito felizes por lançar esta edição superespecial de algo de que temos muito orgulho. A versão deluxe de '2 Make U Cry & Dance' chega com faixas ao vivo cruas e poderosas, reafirmando a força que existe dentro desse trabalho. Escutem mais uma vez enquanto estamos preparando o próximo", disse.
O guitarrista Ben Hur Auwarter também ressaltou a importância dos palcos na construção da identidade do Electric Mob. "Sempre nos consideramos uma banda forjada no palco. É onde tudo realmente ganha vida. Nesta edição deluxe, estamos capturando parte dessa energia e compartilhando-a com os fãs que ainda não tiveram a oportunidade de vivenciá-la conosco pessoalmente."
Formado em Curitiba, o Electric Mob ganhou projeção internacional com "Discharge", lançado em 2020. O disco abriu espaço para o grupo em rádios dos Estados Unidos e da Europa. Já "2 Make U Cry & Dance" foi seguido por uma turnê nacional que passou por 12 cidades de seis estados e por uma sequência de shows ao lado do Project46, incluindo apresentações no Nordeste.
Nos anos seguintes, a banda também passou por festivais como Summer Breeze Brasil, atualmente Bangers Open Air, Porão do Rock, Mundial Rock, SBO Rock Fest, HackTown e Capital Moto Week. Em sua cobertura do Summer Breeze, a Billboard Brasil apontou o Electric Mob como responsável por "uma das apresentações mais elogiadas do evento".
Atualmente formado por Renan Zonta nos vocais, Ben Hur Auwarter na guitarra e Mateus Cestaro na bateria, o Electric Mob combina influências do hard rock clássico com groove, peso e uma abordagem moderna. A banda também confirmou que já trabalha em material novo, enquanto a versão ampliada de "2 Make U Cry & Dance" encerra e celebra esse capítulo da discografia.
Again in Hell lança lyric video de "Brutalidade" inspirado em cena de The Walking Dead
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda mineira de Death Metal Again in Hell lançou o lyric video de "Brutalidade", dando sequência à divulgação de seu EP de estreia, "Maldade Genuína". A nova produção, a cargo de Marcelo Silva, amplia o impacto visual de uma das faixas mais avassaladoras do trabalho, destacando a estética agressiva e a temática perturbadora presente na composição.
Inspirada pela icônica primeira aparição de Negan na série The Walking Dead, "Brutalidade" aborda um dos momentos mais chocantes da televisão contemporânea. A música explora a violência explícita que marcou a introdução do personagem e redefiniu os rumos da narrativa da série, utilizando esse episódio como ponto de partida para refletir sobre o medo, o domínio pela força e a banalização da violência. A faixa dialoga diretamente com o conceito do EP, que mergulha em personagens extremos e situações-limite para retratar um mundo onde a crueldade, o fanatismo e a perda da humanidade caminham lado a lado.
DarkTower lança "Colônia dos Condenados", sobre o Hospital Colônia de Barbacena
Após apresentar o peso histórico e conceitual de "Invasão", a banda carioca DarkTower dá sequência à divulgação de seu próximo álbum, DISSENSU, com o lançamento de "Colônia dos Condenados", segundo single do trabalho.
Mantendo a proposta de unir metal extremo, história e crítica social, a nova faixa mergulha em um dos episódios mais sombrios do Brasil: os horrores cometidos no Hospital Colônia de Barbacena, onde cerca de 60 mil pessoas morreram vítimas de um sistema marcado por exclusão, violência psiquiátrica e desumanização.
Inspirada também no trabalho da jornalista Daniela Arbex, autora de "Holocausto Brasileiro", a composição denuncia um modelo institucional que confinou, torturou, negligenciou e exterminou milhares de pessoas em nome de uma falsa ideia de ordem e progresso.
A letra preserva a memória das vítimas ao mesmo tempo em que questiona mecanismos de poder que continuam determinando quais vidas são consideradas descartáveis.
Musicalmente, "Colônia dos Condenados" leva o DarkTower a um de seus momentos mais extremos. A faixa combina a velocidade e agressividade do thrash e do death metal com riffs inspirados no black metal e melodias herdadas do heavy metal tradicional, sem abrir mão da identidade construída pela banda ao longo de sua trajetória.
O guitarrista Nonu Pirozzi explica como nasceu a composição: "Quando trouxe a base da música, minha intenção era criar algo extremo, rápido e brutal, com influências muito fortes de thrash e death metal. Eu e o Rodolfo trabalhamos juntos na construção e na finalização da faixa, moldando essas características e incorporando elementos clássicos da identidade do DarkTower. Esse som combina essas influências iniciais com riffs mais abertos de black metal, acordes menores e dobras melódicas inspiradas no heavy metal tradicional."
Já o também guitarrista Rafael Morais revela que a escolha do tema foi natural diante do conceito do álbum. "Eu sugeri o tema por ser historiador e por já ter um contato próximo com o livro de Daniela Arbex e com a história do Hospital Colônia de Barbacena. Trata-se de um episódio abominável, pesado e profundamente doloroso, que precisava ser abordado em um álbum dedicado ao lado obscuro da nossa história, como é o DISSENSU. Trabalhei a letra junto com o Rodolfo buscando tratar essa memória com a seriedade e a contundência que ela demanda."
Com "Colônia dos Condenados", o DarkTower reafirma a proposta apresentada em DISSENSU: utilizar o metal extremo não apenas como expressão de agressividade sonora, mas também como ferramenta para revisitar capítulos esquecidos da história brasileira, provocar reflexão e preservar memórias que jamais deveriam ser apagadas.
Scrambled Heads lança novo single e clipe
O Scrambled Heads, projeto curitibano formado por Buga (Redlightz, ex-Abraskadabra) e André Pamplona (ex-Monaco Beach), lançou o single e o videoclipe de "I Build Shelter From Branches of Second-Guessing".
Unindo post-hardcore emocional e punk alternativo, a faixa aborda dúvida, memória e reconstrução, alternando passagens melódicas e momentos mais intensos. O lançamento antecipa o EP Inward, Then Apart, previsto para 7 de agosto de 2026.
A música foi gravada no Estúdio 9, em Curitiba, com gravação, engenharia de áudio, mixagem e masterização de Gil Costa. O videoclipe foi dirigido por Gee Lima, com direção de fotografia de Italo Fortes.
Revista Valhalla celebra 30 anos do lançamento de sua primeira edição e lança canal no Youtube
Fundada em Julho de 1996 por Eliton Tomasi, a revista Valhalla foi uma das mais importantes publicações especializadas em rock e heavy metal do país e do mundo, sendo distribuída para todas as bancas do Brasil e de Portugal até 2007.
Originalmente editada como fanzine (Valhalla Fanzine), a Valhalla era impressa artesanalmente (xerox), com distribuição em filas de shows de música. Em sua terceira edição, o fanzine transformou-se em revista, com impressão em gráfica.
A partir da sétima edição já contava com vários anunciantes (gravadoras e empresas voltadas ao mercado da música em geral), quando também foi assinado contrato de distribuição com a empresa Fernando Chinaglia e passou a ser vendida em bancas de todo país.
A partir da décima edição a Valhalla já era uma das principais publicações voltadas ao segmento rock do Brasil com tiragem média de 30 mil exemplares/mês e distribuição em todo país.
A Valhalla empregou e revelou dezenas de profissionais da área de comunicação, além de também ter contado com colaboradores em todo o país e correspondentes internacionais em várias partes do mundo. Sua linha editorial contava com entrevistas e matérias realizadas com os mais renomados e importantes músicos, além de coberturas dos maiores festivais de rock do Brasil, Europa e Estados Unidos. Com relação ao aspecto comercial, as principais gravadoras de música como Universal Music, Warner, Sony, EMI, etc, bem como empresas do mercado de instrumentos musicais, estavam entre os principais anunciantes e parceiros comerciais.
A revista também participava, com frequência, como expositores, de feiras de música e tecnologia, como a Expomusic, por exemplo.
A partir da vigésima quarta edição da Valhalla, fora fechado uma parceria com a HMP Editorial (editora de outras importantes publicações voltadas ao mercado da música) o que possibilitou aprimorar ainda mais a revista e expandir sua distribuição, agora chegando até mesmo à Portugal.
A partir da quadragésima segunda edição, foi feito uma joint-venture com a revista alemã Rock Hard, considerada uma das publicações especializadas mais importantes do mundo, sendo a Valhalla lançada no Brasil como a versão nacional da alemã Rock Hard (Rock Hard-Valhalla). Essa fusão permitiu ser adotado um formato gráfico diferenciado e matérias internacionais em primeira mão.
Ao longo de 11 anos de mercado, foram lançadas 54 edições da revista Valhalla que é lembrada até hoje entre fãs de rock e heavy metal do Brasil – e do mundo - como um grande marco da comunicação cultural especializada no gênero.
Em Julho de 2026, portanto, a Valhalla completa 30 anos desde sua fundação, e para celebrar essa data, foi lançado o canal Valhalla TV no Youtube. A princípio, o antigo editor da revista, Eliton Tomasi, tem entrevistado ex-redatores, colaboradores e colunistas da revista, como os jornalistas Erick Tedesco, da Tedesco Media, Marcos Franke, da Nuclear Blast Brasil e Carlos Lopes, da Dorsal Atlântica que, por anos, escreveu uma coluna e colaborou com coberturas de shows em entrevistas para a Valhalla.
"Encontro muitos leitores da Valhalla que dizem sentir falta e pedem um retorno da revista", comenta Eliton Tomasi. "Muitos dizem que a Valhalla era sua publicação preferida entre todas as revistas especializadas que circulavam na época. Estamos num mundo completamente diferente hoje, seja em relação ao comportamento, hábitos culturais e também econômico. Um retorno da publicação impressa é impossível, e também não desejaria seguir esse caminho nos dias de hoje, mas entendo que a revista exerceu um papel importante na solidificação da cena brasileira de rock e heavy metal e estamos, portanto, tentando um possível retorno através do digital por esse canal no Youtube".
Eliton Tomasi, porém, adianta que o canal não se prestará ao tipo de conteúdo convencional da comunicação cultural dos dias de hoje.
"Durante o período que a Valhalla esteve em circulação, a internet ainda estava no começo e não haviam mídias sociais. Entrevistamos, por telefone, alguns dos maiores músicos de rock e heavy metal de todos os tempos quando ainda não havia a ameaça da política do cancelamento. A liberdade de expressão sempre norteou nossas pautas, numa tentativa de provocar respostas dos entrevistados que fugissem do óbvio. Por isso, a Valhalla era conhecida por trazer um conteúdo diferenciado, com mais profundidade, tanto é que a publicação, por muitos anos, foi considerada "a revista inteligente de rock". Hoje, com a "vigilância da expressividade" e o "fetiche dos likes", tenho a impressão que a comunicação cultural voltada ao rock está previsível. A Valhalla TV não seguira esse modelo, pelo contrário, a tentativa é de resgatar pautas corajosas, inteligentes, desinteressadas de números de likes e views, e absolutamente interessada em potencializar o pensamento para além dos limites estereotipados".
A Valhalla TV pretende compartilhar novos conteúdos semanalmente. O próximo entrevistado será Milton Mendonça, CEO do Prog Power USA e tour manager de bandas importantes como Nevermore e Evergrey. Assim como os demais entrevistados, Milton destaca o quanto a revista Valhalla foi fundamental para sua formação e atuação profissional no mercado internacional da música pesada.
Confira as entrevistas e se inscreva no canal Valhalla TV.
Syang retorna aos palcos brasileiros com show especial na Arena Galeria, em São Paulo
FONTE: LP Metal Press
Syang retorna aos palcos brasileiros com show especial na Arena Galeria, em São Paulo
Após quase duas décadas longe dos palcos nacionais, cantora revisita sucessos da carreira e apresenta músicas inéditas em apresentação única na Galeria do Rock

Depois de quase 20 anos sem realizar shows no Brasil, a cantora, compositora e guitarrista Syang está de volta aos palcos nacionais. Radicada nos Estados Unidos há mais de 15 anos, a artista fará uma apresentação especial no dia 22 de dezembro (terça-feira), às 18h, na Arena Galeria, localizada na tradicional Galeria do Rock, no centro de São Paulo.
O show marca o início de uma nova fase de sua carreira. Além de apresentar ao público seus novos singles - produzidos por Addasi Addasi, da Fuel Music -, Syang revisitará momentos importantes de sua trajetória solo com músicas do álbum "Syang" (1999), trabalho que revelou canções como "Olha Pra Mim" e "Angus e Elvis", além de outras surpresas preparadas especialmente para o reencontro com os fãs.
Syang iniciou sua carreira como guitarrista da banda P.U.S., um dos principais nomes do metal brasileiro na década de 1990. Com o grupo, gravou o EP "Third World" (1990) e os álbuns "P.U.S." (1991), "Sin Is The Only Salvation" (1994) e "Presets" (1996), consolidando seu nome na cena nacional.
Em seguida, deu início à carreira solo e ganhou projeção nacional ao participar da segunda edição do reality show Casa dos Artistas, do SBT. Também integrou a banda gaúcha Defalla, com a qual gravou o álbum "Superstar" (2003), ampliando ainda mais sua trajetória artística.
Atualmente, além da música, Syang comanda o podcast Out Of The Box, onde recebe convidados para conversas sobre saúde mental, neurodivergência, criatividade e comportamento. Faixa-preta de jiu-jítsu, ela também compartilha suas experiências pessoais com o TDAH e os desafios da maternidade atípica, sendo mãe de uma filha com autismo e outra com diabetes tipo 1. O programa propõe debates francos sobre desenvolvimento humano, arte e diferentes formas de enxergar o mundo.
5 to Rock recebe Vladimir Korg, vocalista do The Mist
Vocalista relembra trajetória no The Mist, Chakal, Cogumelo Discos com curiosidades e bastidores da cena mineira
O vocalista Vladimir Korg, um dos nomes mais emblemáticos do thrash metal brasileiro, é o convidado do 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha. Conhecido por sua trajetória à frente do The Mist e do Chakal, Korg relembra momentos decisivos de sua carreira, desde os tempos em que atuava como baixista do Megathrash, passando pela transição para os vocais, até a fase atual do The Mist, que promove o álbum "The Dark Side of the Soul" (2025). O vocalista também revela a origem de "The Hangman Tree", clássico da banda que nasceu ainda na época do Chakal e reúne curiosas referências ao cinema e ao U2.
O quadro ainda aborda sua importante contribuição para a cena metal brasileira, incluindo o período em que trabalhou na Cogumelo Discos, e a indicação do Sepultura para gravar o EP "Bestial Devastation". Além disso, fala sobre seu trabalho como letrista e do programa de rádio Metal Massacre, no fim dos anos 1980, ao podcast que atualmente apresenta ao lado de Clinger Carlos, do Heavy Metal Online.
Swamp Music Players revisita "Run With Us" e reforça sua proposta entre o swamp rock e a Cosmic Americana
O coletivo musical canadense Swamp Music Players lançou "Run With Us", nova versão da clássica música-tema da animação The Raccoons, dando sequência à proposta artística desenvolvida pelo grupo desde sua criação, em 2015. O lançamento amplia a discografia do projeto, conhecido por combinar influências do swamp rock, swamp blues, country e roots rock com elementos eletrônicos inspirados na estética sonora dos anos 1980.
Fundado em Victoria, na província de British Columbia, o Swamp Music Players se apresenta como um coletivo internacional de músicos independentes dedicado à releitura da música de raiz norte-americana sob uma abordagem contemporânea. A proposta, definida pelo próprio grupo como "Cosmic Americana", reúne guitarras, sintetizadores vintage e arranjos que transitam entre referências clássicas e produções modernas.
Na nova versão de "Run With Us", os vocais ficam a cargo da colaboradora Hilary Beckett, que interpreta a composição originalmente conhecida por integrar a trilha da animação canadense The Raccoons. A releitura incorpora guitarras distorcidas, sintetizadores e uma produção que aproxima a canção da identidade construída pelo coletivo.
Antes desse lançamento, o grupo apresentou o single "Wave of Peace", disponibilizado em maio de 2026. A música explora uma atmosfera mais psicodélica, ampliando a diversidade sonora do projeto sem abandonar suas influências ligadas ao rock de raiz e à Americana contemporânea.
Além dos lançamentos em plataformas digitais, o Swamp Music Players também desenvolve trabalhos voltados ao audiovisual. Composições do coletivo foram utilizadas em produções independentes, entre elas os filmes "Commando Ninja 2: Invasion America" (2025) e "Hellcat's Revenge", reforçando a relação do grupo com projetos ligados ao cinema independente e à estética retrô.
Ao longo de sua trajetória, o coletivo também alcançou espaço em rádios universitárias e comunitárias do Canadá, Estados Unidos e França, registrando presença em rankings dedicados à música independente.
Com "Run With Us", o Swamp Music Players dá continuidade ao desenvolvimento de sua proposta musical, reunindo referências do rock de raiz, da música americana tradicional e de elementos eletrônicos em um projeto que mantém identidade própria dentro da cena independente internacional.
Daron presta homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne
Após lançar o single "Restos de Sol", que evidenciou influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho Daron decidiu prestar uma homenagem ao eterno Madman gravando uma versão de "I Just Want You". A música foi originalmente lançada no álbum "Ozzmosis" (1995), o sétimo trabalho da carreira solo do Príncipe das Trevas, falecido em 22 de julho de 2025.
"É o meu disco preferido do Ozzy, que sempre considerei o maior frontman de todos os tempos, tanto pela autenticidade quanto pela verdade que transmitia no palco. Quando assisti ao vídeo do Black Sabbath gravado em Paris, no início dos anos 1970, foi uma explosão na minha mente. Naquele momento pensei: 'Quero ser igual a esse cara!'", comentou Daron.
Vencidos encara a vulnerabilidade da vida humana em videoclipe de "Sala de Espera"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda Vencidos lançou o videoclipe de "Sala de Espera", primeiro registro inédito de seu vindouro segundo álbum de estúdio, "Canções Para Desistir". Dando continuidade à proposta artística que consolidou o projeto, a nova obra abandona qualquer ideal de heroísmo ou superação para mergulhar na observação silenciosa de uma das experiências mais delicadas da existência humana, dando início a uma nova fase ainda mais intimista, austera e contemplativa.
Chicken Rocket lança clipe inspirado nos animes dos anos 80
A banda Chicken Rocket apresenta o single "Reach Out", terceira música de seu repertório autoral, acompanhada de um videoclipe inspirado na estética dos clássicos animes japoneses dos anos 80. Com influências de obras como Hokuto no Ken, Macross e Akira, a produção utiliza inteligência artificial generativa para construir uma narrativa visual que conecta o imaginário da década de 1980 às possibilidades tecnológicas atuais, abordando temas como superação, espiritualidade e transcendência.
A letra convida o ouvinte a seguir em frente mesmo diante das maiores adversidades, reforçando a mensagem de que sempre existe a possibilidade de um novo encontro. O videoclipe acompanha um viajante solitário que atravessa um cenário hostil, enfrentando tempestades, fogo, raios e criaturas ameaçadoras até alcançar um lugar de paz e redenção. Cada cena foi desenvolvida com o auxílio de inteligência artificial, utilizando prompts elaborados individualmente para reproduzir características marcantes da animação japonesa clássica, como contornos fortes, cel shading, screentones e uma fotografia predominantemente em preto e branco, que ganha cores apenas em momentos decisivos da narrativa.
Além do aspecto artístico, "Reach Out" possui um significado profundamente pessoal para a banda. O lançamento presta homenagem ao amigo Alan de Carvalho dos Santos, cuja morte em 2025 marcou profundamente os integrantes. "A música fala sobre batalhas, partidas e reencontros. Quando pensamos no Alan, sentimos que não conseguiríamos lançar essa canção sem homenageá-lo. Ele faz parte dessa história", afirma o tecladista Rafael Galo.
Formado em 2021, em meio à pandemia, o Chicken Rocket conta com Alencar Moraes (vocal), Lex Nogueira (guitarra), Everton Negão (baixo), Rodrigo Marudi (bateria) e Rafael Galo (teclado). Desde então, a banda vem consolidando seu nome no cenário do sul de Minas Gerais e do leste paulista, apostando em uma sonoridade que resgata a essência do hard rock e do melodic rock/AOR dos anos 1980, sem abrir mão de uma identidade contemporânea.
Banda de metalcore Seventy Times Seven volta após uma década com música sobre prevenção ao suicídio
A Seventy Times Seven, que se apresenta como uma banda de metalcore da "capital dos tubarões", foi formada em 2009 e interrompeu as atividades por volta de 2016. Segundo o vocalista Felipe Luiz, a pausa aconteceu a partir de uma combinação de fatores pessoais, como faculdade e casamento, mas também foi influenciada pelo desgaste causado pela polarização política que atravessou a cena de metal e hardcore em Pernambuco. De acordo com ele, o ambiente de divisão acabou afetando a dinâmica da cena, com casas deixando de contratar bandas por conta de posicionamentos políticos, contribuindo para o afastamento do grupo.
A canção nasceu a partir de uma experiência marcante vivida pela esposa de Felipe, que presenciou o momento em que uma jovem se jogou do 17º andar de um prédio. A partir desse episódio, o vocalista escreveu a música e a banda abriu uma convocação nas redes sociais para receber relatos de pessoas que passaram por situações de sofrimento psicológico, ideação suicida ou tentativa de suicídio.
Foram mais de 20 depoimentos recebidos, todos enviados mediante termo de consentimento. A banda incorporou à música apenas um trecho do relato em áudio de Samuel, 26 anos. Já a poesia presente em outro dos depoimentos fará parte da campanha de divulgação de "17º Andar". Desde o início da ação, os participantes foram orientados a não compartilhar descrições de métodos, mas experiências de enfrentamento, recuperação e caminhos encontrados para seguir em frente.
O tema dialoga com uma realidade de grande relevância. Em setembro de 2025, o G1 publicou um levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados do Ministério da Saúde, apontando o crescimento de casos de autolesão e tentativas de suicídio entre adolescentes no Brasil (bit.ly/4pcSMc8). Na reportagem, a presidente do Departamento Científico de Prevenção e Enfrentamento das Causas Externas na Infância e Adolescência da SBP, Renata Waksman, destaca que o suicídio está relacionado a um processo de sofrimento psíquico e reforça a importância de observar mudanças de comportamento.
Mãe Serpente: trio de stoner metal lança música que batiza a banda
A banda mineira de stoner metal Mãe Serpente, formada no Vale do Aço e que conta com Fernando Dias (vocal e guitarra), Mário Rodrigues (baixo) e Victor Espeschit (bateria), apresenta seu segundo single antecipando o disco homônimo, previsto para chegar às plataformas digitais no dia 27 de julho. "Mãe Serpente", faixa que dá nome ao trio e também ao seu próximo álbum, vem acompanhada de um lyric video.
Na nova composição, a banda explora o simbolismo ancestral da serpente como manifestação do sagrado. A letra percorre diferentes tradições culturais e mitológicas nas quais esse elemento aparece como divindade, guardiã e agente de transformação, associada ao conhecimento, ao renascimento, à vida e à morte. "A proposta é apresentar a serpente como uma força universal presente na história da humanidade, enquanto os arranjos criam uma atmosfera ritualística que reforça a temática da composição", explica Fernando Dias.
Desde 2015, o trio desenvolve uma identidade baseada no stoner e no doom metal, incorporando ainda influências do hard rock dos anos 1970 e do heavy metal clássico. O resultado é uma sonoridade marcada por riffs pesados, atmosfera densa e letras em português que abordam questões sociais, filosóficas e existenciais.
Após lançar seu álbum de estreia em 2019 e atravessar um período de hiato durante a pandemia, a banda retorna com uma nova fase criativa, marcada por maior amadurecimento artístico e unidade estética. Esse momento teve início com o single "Fúria Sem Olhos" e ganha continuidade com "Mãe Serpente", consolidando a proposta sonora do próximo trabalho. "O novo álbum equilibra o peso característico do stoner e do doom metal com referências ao hard rock setentista e ao metal tradicional. As composições também ampliam nosso universo lírico, explorando temas sociais, filosóficos e simbólicos", destaca Dias.
Edu Curti canta "Wasted Years" do Iron Maiden
Algumas músicas representam verdadeiros testes para qualquer vocalista de heavy metal. "Wasted Years", clássico lançado pelo Iron Maiden em 1986, certamente está entre elas, especialmente pela exigência vocal e pela inevitável comparação com Bruce Dickinson. Edu Curti, com quase 350 mil seguidores no Instagram, decidiu encarar o desafio e arrancou elogios nas redes sociais.
Depois de ter seu nome especulado por fãs como possível vocalista do Angra, Curti apareceu no Instagram interpretando o clássico do Iron Maiden. O cantor, que possui quase 350 mil seguidores na plataforma, publicou um trecho de sua performance no Manifesto Bar, tradicional casa de rock de São Paulo.
"Em casas de show como o icônico Manifesto Bar eu faço um show de homenagem às grandes lendas do rock e do metal. Concorda que precisa ter um Iron Maiden no repertório?", escreveu o vocalista.
Curti também aproveitou a publicação para pedir sugestões aos seguidores. "Já deixe aqui outras bandas que devem fazer parte deste tributo", acrescentou. Nos comentários, diversos internautas elogiaram sua interpretação e voltaram a destacar suas qualidades vocais.
O cantor ganhou projeção nas redes sociais justamente com versões de clássicos do rock e do heavy metal, além de músicas de outros estilos adaptadas às suas características vocais. Sua presença digital ajudou a aproximá-lo de um público cada vez maior e também alimentou discussões entre fãs sobre possíveis projetos futuros.
Anteriormente, Curti também havia publicado sua interpretação de "Total Eclipse of the Heart", clássico eternizado na voz da saudosa Bonnie Tyler. Na ocasião, o vocalista destacou a importância da cantora como uma de suas inspirações musicais.
Fenômeno nos anos 80, banda Magazine relança sucesso "Tic Tic Nervoso"
Mais de quatro décadas após se tornar um dos maiores hinos do pop-rock brasileiro, a banda Magazine relança em parceria com a Radar Records, seu clássico "Tic Tic Nervoso" em uma nova versão que preserva toda a irreverência do original enquanto ganha uma sonoridade renovada e ainda mais pulsante.
Com a formação atual, o Magazine revisita o hit que marcou os anos 80 e continua extremamente atual ao retratar o estresse, o caos urbano e as tensões do cotidiano com humor ácido, refrões explosivos e uma identidade sonora inconfundível.
Lançada originalmente em 1984, "Tic Tic Nervoso" atravessou gerações e se consolidou como um dos maiores clássicos da new wave brasileira. Agora, em 2026, a banda apresenta uma releitura moderna, mantendo intacta a essência divertida e crítica que transformou a música em um verdadeiro fenômeno popular.
A nova gravação traz mais peso, dinâmica e atitude, sem perder o espírito irreverente da composição. Na interpretação da atual formação, a faixa ganha ainda mais energia, aproximando o clássico das novas gerações sem deixar de emocionar os fãs que viveram a explosão do Magazine nos anos 80. O resultado é uma combinação perfeita entre nostalgia e modernidade, conectando diferentes públicos através de uma música que continua extremamente atual e relevante.
PG resgata a energia do arena rock dos anos 80 e 90 com o álbum "De Volta ao Começo"
Com quase 30 anos de carreira dedicados ao rock, o cantor e compositor PG apresenta seu mais novo álbum de estúdio, intitulado "De Volta ao Começo". O projeto reúne nove faixas inéditas fortemente influenciadas pelo hard rock e pelo arena rock que dominaram as décadas de 1980 e 1990. Assinando a produção musical do trabalho, o ex-vocalista do Oficina G3 aposta na tecnologia de áudio imersivo Dolby Atmos para entregar uma experiência sonora de alto nível.
- Eu estava num tempo de olhar pra trás, sabe? Família, igreja, os primeiros dias com Deus. Quando escrevi "De Volta ao Começo" foi como se tudo fizesse sentido. A música deu nome ao sentimento e virou o álbum inteiro. Compor e produzir cada faixa foi muito pé no chão. Eu compunha pensando se o povo vai cantar isso na igreja e no carro. Na produção a gente quis juntar o calor da banda tocando junto, de verdade, com uma produção atual, caprichada. Conversamos muito sobre timbres, detalhes de sonoridade da época, 80/90, e depois lapidamos tudo. Esse projeto será lançado nas plataformas para as pessoas sentirem que estão ali na sala com a gente - explica o músico.
NOSTALGIA VISUAL E SONORA
O mergulho de PG nas tendências que moldaram o rock mundial não se limita à sonoridade, mas estende-se a toda a concepção estética do disco. A identidade visual, desenvolvida pelo designer Khayo Lúcio, do Paraná, resgata o dinamismo cromático da era de ouro do rock.
- A gente queria que o álbum tivesse cara de festa e memória. Então fomos direto na referência dos anos 80 e 90, que foi a época quando eu descobri minha música e meu estilo isso moldaria minha trajetória musical para sempre. Cores fortes, alegres, cheias de vida, degradê, luz de néon, tipografia marcada... Aquela identidade visual que na hora você já lembra de encarte, de clipe, de fita cassete, de CD, de vinil… É retrô, mas com pegada atual e vibrante para combinar com a mensagem de recomeço e esperança - detalha o artista, que começou a tocar em 1997.
Para PG, o retorno a essa estética também responde a um desejo do próprio público:
- Acho que o povo está cansado de coisa rasa e descartável. Os anos 80 e 90 tinham canções, histórias e álbuns que você ouvia do começo ao fim. Na música e na fé é igual: às vezes a gente precisa voltar para lembrar de onde veio e do que realmente importa - afirma.
UM NOVO OLHAR SOBRE O FILHO PRÓDIGO
A faixa-título de "De Volta ao Começo" é inspirada na clássica parábola bíblica do filho pródigo. No entanto, o cantor optou por inverter o ponto de vista tradicional da narrativa.
- Todo mundo olha para o filho que foi embora. Inclusive eu. Mas eu quis também mostrar o olhar pro Pai que ficou esperando. O que me pega nessa história é o abraço. É Deus correndo na nossa direção através de Sua promessa e conclusão de salvação através de Jesus. "De Volta ao Começo" é isso: é voltar para casa - pontua o cantor.
Antecipando o conceito do álbum, PG lançou em fevereiro o single "Bem Aventurado", cujo clipe oficial já ultrapassa a marca de 100 mil visualizações no YouTube.
- "Bem Aventurado" é a porta de entrada desse álbum porque fala de graça, de perdão, de recomeço, de Deus nos olhando com carinho mesmo quando a gente erra. Quis começar o projeto com esperança, com um abraço. Acho que era isso que as pessoas precisavam ouvir primeiro e, em seguida, mostrar a casa do Pai - comenta PG.
Um dos grandes destaques do repertório é a faixa "Te Reencontrar". A canção foi escrita por Hadassa Mazarão, filha de PG, que também divide os vocais com o pai na gravação. A composição nasceu como um poema de despedida e homenagem à avó de Hadassa, Benedita (mãe de PG), logo após o seu falecimento.
- Gravar com a Hadassa foi um presente. Ela escreveu esse poema para a avó com muita força em cada palavra, e eu a convenci a colaborar no álbum com essa linda homenagem. Tem hora que eu esqueço o microfone e lembro só que sou pai. Foi um dos dias mais especiais desse projeto - recorda.
"De Volta ao Começo" chega 20 anos depois do álbum "De um Lado a Outro", o segundo da discografia do artista e cuja canção-título também trazia uma mensagem sobre caminhos, escolhas e até mesmo o novo começo em Cristo.
- Eu diria que esses álbuns se complementam. "De um Lado a Outro" era sobre decisão, sobre atravessar e "De Volta ao Começo" é sobre voltar. Vinte anos se passaram e eu entendo melhor o que é recomeçar. Um projeto conversa com o outro e é como se fosse a parte 2 da mesma história.
Além de distribuir o álbum nas plataformas digitais, PG também vai disponibilizar "De Volta ao Começo" no formato físico. Para o artista, que cresceu lendo encarte e colecionando CDs e vinis, lançar o físico é um jeito de dizer que aquilo tem valor e é para quem gosta de ouvir com calma e colecionar.
MEIO SÉCULO DE VIDA E UM RECADO PARA O PASSADO
No ano em que completa 50 anos de idade, PG garante que o público pode esperar por muita verdade, letras sem rodeio e que falam com a vida real com uma sonoridade de banda e uma produção imersiva de alto nível.
- 50 anos é olhar pra trás e ver o cuidado de Deus em cada detalhe e é também responsabilidade adquirida com o passar dos anos. Quero deixar um legado, quero servir bem. Chegar aqui me fez querer voltar ao começo, mas com mais maturidade e uma verdade que transforme a mim e aos que me rodeiam. Se eu pudesse mandar um recado para o Pedro Geraldo que conheceu a música aos sete anos, eu diria: "Pedro, não para de cantar, tá? Mesmo se for só pro espelho de casa. Deus está te vendo e um dia Ele vai usar isso. Confia e cuida do seu coração porque Ele vai cuidar de você" - finaliza.
Guitarrista Marcelo Souza lança Livro "O Despertar da Arte"
Com uma carreira sólida e respeitada no cenário da música instrumental e do Rock/Metal nacional, o guitarrista, produtor e professor Marcelo Souza dá um novo e importante passo em sua trajetória artística com o lançamento do seu livro autobiográfico e inspiracional, O Despertar da Arte.

Natural de Taubaté-SP, no Vale do Paraíba, Marcelo construiu uma bagagem acadêmica e prática irretocável. Bacharel em Guitarra pela FASC (Faculdade Santa Cecília) e com formação em Violão Erudito pelo tradicional Conservatório Maestro Fêgo Camargo, o músico alia técnica refinada e profunda musicalidade - virtudes que também transmite como mestre em seu próprio centro de ensino, o Instituto Musical Marcelo Souza.
Sua trajetória traz conquistas de grande peso na cena musical. Como sideman, atuou ao lado de artistas de destaque na mídia nacional e participou de projetos de grande relevância, como a lendária banda de Thrash Metal Attomica, com a qual gravou álbum, DVD e realizou extensas turnês pelo Brasil e pela América do Sul (passando por países como Chile, Paraguai e Argentina em 2019). Além disso, Marcelo já dividiu palco e abriu apresentações para ícones mundiais e lendas da guitarra, incluindo Marty Friedman (ex-Megadeth), Guthrie Govan, Vinnie Moore, Edu Ardanuy (Dr. Sin), Faíska e Marcinho Eiras.
Paralelamente ao trabalho nos palcos com o vigoroso show instrumental "Machine on Fire" - que reúne composições dos seus aclamados álbuns solo Circle of Fire (2011) e Human vs Machine (2021) -, Marcelo Souza sintetiza agora suas vivências, desafios, filosofias e aprendizados em O Despertar da Arte.
A obra propõe uma imersão profunda sobre o papel do talento, a disciplina, a busca pelos sonhos e a transformação pessoal por meio da expressão artística, servindo como um guia inspirador tanto para músicos quanto para admiradores da arte em geral.
Com O Despertar da Arte, Marcelo Souza reafirma sua posição não apenas como um dos grandes nomes da guitarra no Brasil, mas também como uma voz ativa na formação e inspiração de novas gerações de artistas.
Luannova lança primeiro single de novo EP
A banda carioca de Metal Sinfônico, LUANNOVA, lançou o primeiro single de seu primeiro EP, "Noites Irreais". O single, chamado "O Fim", conta com a participação do multi-premiado guitarrista Lucas Barnery, da banda de Power Metal Auro Control.
A música vem com uma proposta de não seguir a fórmula tradicional do Metal Sinfônico, com um foco total no vocal e na orquestra, mas, sim, com a ideia de dar um espaço maior para um arranjo com baixo, bateria e guitarras bem presentes, que tentam conversar tanto com os fãs do Sinfônico tradicional quanto com ouvintes de outros subgêneros do Metal.
O EP está sendo produzido por Gabriel Filgueiras, baterista da banda de Metal Progressivo Killtering e ex-baterista da banda de Black Metal Tellus Terror. A produção de Filgueiras busca trazer novos ares para o som da banda e explorar ao máximo as individualidades de cada um dos músicos.
A banda hoje é formada pela vocalista Ana Madureiro, pelos guitarristas Hugo Kairos e Savio Ramos, pelo baixista Gabriel Hisao e pelo baterista Eduardo Mussum e irá lançar o EP "Noites Irreais" em agosto. A LUANNOVA já possui, além de "O Fim", mais dois singles lançados: "Você Sou Eu", que conta também com um videoclipe no YouTube, e "O Vento e A Chuva". Ambas foram produzidas de forma independente.
Guitarrista Tiago Cesana inicia carreira solo instrumental
Após mais de duas décadas dedicadas à guitarra e participações em diferentes projetos do cenário do rock e do metal, Tiago Cesana inicia sua carreira solo instrumental e apresenta o videoclipe "Just Like a Wild Horse". "Este clipe representa o início de uma fase muito importante da minha trajetória. 'Just Like a Wild Horse' trata sobre liberdade, coragem e autenticidade. Estou muito feliz em finalmente compartilhar esse trabalho com o público. Espero que cada pessoa que assistir consiga sentir a mesma energia e emoção que coloquei em cada cena e em cada nota", comentou o guitarrista. "Fizemos a pré-estreia do clipe no Malta Rock Bar (SP) e agora ele está disponível no YouTube", completou.
Paulistano, criado em Extrema (MG) e atualmente radicado em Bragança Paulista (SP), Cesana construiu sua trajetória por meio de estudos contínuos, aprimoramento técnico e desenvolvimento de uma identidade musical baseada na combinação entre virtuosismo, melodias marcantes e improvisação. Sua formação inclui estudos com Celso Ricardi e mentorias ligadas a guitarristas como Kiko Loureiro, Roberto Barros, Jean Patton e Zozi Silveira.
Além da música, também é engenheiro eletricista e levou sua paixão pelo universo sonoro para a área acadêmica ao desenvolver, como trabalho de conclusão de curso, a simulação de um amplificador valvulado para guitarra. Antes da carreira solo, Tiago integrou bandas como Apache on Fire e Rygel, participou de jam sessions em São Paulo, incluindo apresentações no Manifesto Bar, e colaborou com projetos da cantora Bella Guima.
Inspirado por nomes como Steve Vai, Kiko Loureiro, Marty Friedman, John Petrucci, Zakk Wylde e Paul Gilbert, o guitarrista afirma que seu objetivo sempre foi transformar técnica em expressão musical. Segundo ele, a guitarra representa um espaço de conexão e autenticidade. "Eu não toco guitarra para impressionar ninguém. Eu toco porque é onde eu me sinto inteiro."



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