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Rock e Heavy Metal - lançamentos de álbuns, singles, clipes e outras novidades

Abaixo, os últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com
Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com

Mafra lança videoclipe de "New Friend"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A jovem e talentosa cantora e compositora Ana Clara Mafra, lançou o videoclipe de "New Friend", faixa de seu primeiro álbum em inglês, "Searching For Heaven". A música é parte de uma narrativa conceitual em que cada canção do disco se conecta, formando uma história com começo, meio e fim. Dentro dessa estrutura, "New Friend" compõe uma trilogia central, formada pelas faixas três, quatro e cinco, que aborda, de forma simbólica, a sedução do mal e suas consequências.

Segundo Mafra, a escolha de lançar o videoclipe antes da faixa nas plataformas de streaming foi estratégica, para que a mensagem pudesse ser absorvida de maneira mais clara pelo espectador. A música, composta em primeira pessoa, dá voz ao próprio mal, que se apresenta como uma saída em momentos de fragilidade emocional, espiritual ou psicológica. No entanto, a aparente solução logo se revela como uma armadilha de dominação, transformando o que parecia acolhimento em um verdadeiro inferno existencial.

O videoclipe traz cenas emblemáticas que reforçam essa metáfora. Em um dos momentos mais impactantes, o mal espalha pétalas brancas sobre uma mesa de jantar e oferece pratos recheados de elementos que, apesar de muitas vezes romantizados na sociedade, como jogos de azar, drogas, pornografia e álcool, representam portas de entrada para abismos ainda mais profundos. "Eu compus 'New Friend' com o objetivo de despir o mal, como um alerta", explica Mafra.

Novo álbum do guitarrista Dallton Santos - Abstract Minute

O guitarrista Dallton Santos acaba de lançar seu novo álbum instrumental, intitulado "Abstract Minute". O trabalho reúne 26 faixas que condensam ideias musicais complexas em pequenos fragmentos, formando uma jornada sonora cheia de energia, técnica e emoção.

Em "Abstract Minute", cada faixa é uma experiência única. O álbum transita entre o rock progressivo, jazz fusion, metal, música brasileira e hard rock, sempre com foco na exploração harmônica e rítmica, característica marcante do estilo de Dallton.

Segundo o guitarrista, o conceito por trás do disco foi explorar o máximo de informações musicais em curtos espaços de tempo, criando músicas intensas que funcionam como fragmentos de ideias condensadas.

O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e também no YouTube.

Lançado terceiro trabalho da banda brasileira Plan X1

AUTOR: Orlando Andrade

O selo Som Interior está lançando The Third Consciousness - Plan X1, um cd com o terceiro álbum da banda que já está nas plataformas digitais desde fevereiro. O fato é que, se aventurar no terreno exótico do rock progressivo ainda nos dias de hoje é uma tarefa bastante incerta mas, esta banda brasileira de rock progressivo, ao que tudo indica, está conseguindo lidar com os obstáculos.

O álbum traz as 15 faixas principais disponíveis nas plataformas digitais e, duas faixas bônus que só estão no cd. O Plan X1, que está por aí desde 1999, apenas nos últimos cinco anos conseguiu lançar oficialmente os seus trabalhos (um de 2002, outro de 2021 e o atual de 2025).

Recebi um release com um cd nos últimos dias e achei interessante fazer entrevista com a banda, já que é a terceira matéria que faço do trabalho deles e já que achei também interessante a história desse álbum. Participaram da entrevista Edu Oliveira (compositor, tecladista, baixista), Carloz Ivan (guitarrista e baixista) e Renato Barreto (bateria e percussão). Confira aí leitor.

ORL AND: Dentro do release que me foi enviado, me deu curiosidade saber a história temática desse álbum. Falem sobre isso.

EDU OLIV: A temática é toda em cima de um conceito chamado Terceira Consciência, que basicamente são as experiências que escapam aquilo que o corpo e a mente podem detectar... Está além dos cinco sentidos tradicionais.

ORL AND: Será que isso não soa meio clichê não? Parece uma coisa alternativa nessas tendências de hoje em dia...

EDU OLIV: Vou dar um exemplo então... Um dos astronautas que foram à Lua (não lembro qual) teve uma espécie de êxtase quando se viu no espaço e no meio do nada e viu a Terra suspensa no vácuo... Aquilo foi tão forte para ele que começou a se dedicar mais a religiosidade quando voltou para a Terra. Teve um outro caso de um homem e sua família acampando no meio da natureza e, ao colocar a mão dentro da água de um rio, sentiu uma estranha sensação de pertencimento ao todo. Depois disso, nunca mais foi o mesmo e se tornou menos ansioso e mais amoroso. São coisas assim a que me refiro e eu também tive uma espécie de despertar mais ou menos desse jeito.

ORL AND: Interessante. E você poderia nos contar como foi seu "despertar"?

EDU OLIV: Em 2019 meu irmão foi diagnosticado com câncer no cérebro e eu tive de acompanhar grande parte do tratamento dele e até mesmo ficar com ele em seus últimos dias no hospital. Isso tudo me fez repensar a minha vida, o porquê de passarmos por isso, a nossa ignorância diante de nós estarmos aqui sei lá pra que... Foi mais ou menos isso. Dentro desse processo as músicas foram surgindo na minha cabeça.

ORL AND: O álbum tem seis faixas cantadas e uma espécie de poesia numa das faixas bônus. Você poderia dizer a essência de cada uma dessas faixas cantadas e o que elas significam para você?

EDU OLIV: Bom, Higher Self Suite é uma espécie de fórmula do desapego e de entrega e sintonia com o todo e com o amor. Look Around fala sobre os profetas do apocalipse, ou seja, gente que pega qualquer coisa natural e diz que aquilo é sinal do fim do mundo. E letra inclusive fala a todo momento Look around, ou seja, olhe em volta... Não tem nada aterrador acontecendo. The Sacred Chant é um canto de serenidade tentando passar alguma tranquilidade no meio das adversidades que todo mundo passa em algum momento... O canto é sagrado pois sua serenidade e paz são sagradas diante do Universo. Bringing back the good days é uma reflexão sobre um homem que vislumbra as lembranças de seu passado e principalmente do período da inocência e alegria da infância. Your wish is my command é uma canção sobre se perder o medo do futuro e viver o agora... Se você se preocupa com o futuro, sofre duas vezes... Sofre agora e quando o futuro chegar, deixando assim a vida e o seu presente de lado. Dreaming in colour é uma mensagem de positividade e esperança de que quando o corpo e a mente agem em senso comum, sem se sabotarem um ao outro, tudo pode dar muito certo. Na faixa bônus que você se referiu Beyond the self, o narrador fala basicamente do despertar de uma nova consciência, de um senso maior de unidade, onde a gente vai descobrir ainda que, tudo o que a gente faz tem um efeito sobre nós e por isso não podemos agir irresponsavelmente diante da natureza, da nossa estrutura e até diante da vida... Bom... É isso aí.

ORL AND: O album é bastante diverso em estilos musicais... Você tem referências de como compôs as músicas?

EDU OLIV: Eu não me apego a fazer uma coisa uniforme demais e sim a fazer algo que atenda aquilo que eu imaginei para minha música. Daí tem coisas que podem remeter a bandas como Manfred Mann, Alan Parsons Project, Tangerine Dream, Eloy, Jeff Beck, Emerson Lake and Palmer etc etc. Tem coisas inclusive que as pessoas de repente não entendem... Usei muitos conhecimentos que tenho de frequências para trazer sentimentos a tona... Tem faixas pequenas, por exemplo, que só possuem acordes mas, se você se concentrar, ouvirá um ruído de fundo com frequências de elevação espiritual, meditação, paz interior e coisas assim que, até a ciência comprova hoje em dia.

ORL AND: Pode dar exemplos disso, ou seja, dessas influências?

EDU OLIV: A introdução do álbum por exemplo... Me lembra coisas que a banda alemão Eloy fazia em albuns como Planets e Time to turn... Na faixa Look Around eu não sabia como cantar a música com meu estilo de voz, daí estava ouvindo o álbum "Angel Station" do Manfred Mann e logo na faixa inicial (Dont kill it Carol) veio a minha inspiração de fazer uma voz grave. No estúdio, entretanto, o produtor sugeriu que eu fizesse uma segunda voz fina também para contrapor a grossa. A idéia do vocooder em algumas partes veio do álbum "Cyclone" do Tangerine Dream que eu considero maravilhoso... Mas tem coisas que eu me inspirei até no Emerson, Lake and Palmer (apesar de eu nem chegar aos pés deles - risos) e até no Jeff Beck que é um guitarrista que eu amo muito.

ORL AND: Interessante você citar o Jeff Beck pois tem uma música no álbum em homenagem a ele, não é?

EDU OLIV: Sim, Hope and Joy for this World, que tem até uma coisa meio transcedental na composição dela... O Jeff Beck tinha morrido e a notícia foi dada... Nesse momento eu já quis fazer uma homenagem. Daí eu separei músicas com ele bastante energéticas pois eu queria lembrar dele como algo energético e não com baladas ou músicas profundas demais. Fiquei ouvindo um tempão "Blue Wind" e uma outra música do Stanley Clarke que ele participa chamada "Rock n Roll Jelly"... Dormi com aquilo na cabeça e quando acordei, a melodia principal de Hope and Joy for this World apareceu bem clara na minha cabeça... Parece coisa de manifestação espiritual, de mediunidade, de psicografia (risos)...

ORL AND: Bom... E você Renato. É o membro mais novo da banda. Pode contar pra gente mais ou menos o que você acha que trouxe para a banda, tipo, quais os bateristas que mais te influenciam e moldam seu estilo?

RENATO B: Acredito que a principal influência que trago ao som da banda é o ecletismo. Não me prendo a um único estilo. Já os bateristas que mais moldam meu jeito de tocar dentro da linguagem do Plan X1 são o Mike Portnoy (ex-Dream Theater) e o Gavin Harrison (do Porcupine Tree).

ORL AND: Vamos falar um pouco de você agora, Carloz Ivan, que é o guitarrista do Plan X1. Quais as suas preferências e influências como guitarrista? No Plan X1 você demonstra uma técnica bem eclética.

CARLOZ IV: Gosto de muitas coisas, sempre escutei muitos estilos ao mesmo tempo, do punk ao jazz, fusion entre outras coisas, mas, tenho duas grandes referências: Jeff Beck e Allan Holdsworth, que considero um dos maiores músicos de todos os tempos, não só um fenomenal guitarrista, mas um verdadeiro gênio. Mas adoro outros guitarristas como Joe Pass, adoro os chord-melody dele, gosto do Steve Howe e acho que isso tudo tá presente quando escuto, estudo e toco.

ORL AND: Nos três álbuns do Plan X1 há uma faixa acústica solo sua. Qual a sua inspiração para elas? Você pensa num tema que tenha a ver com o conceito do álbum ou não?

CARLOZ IV: Ah sim, acho que aquelas pequenas peças, tem muita influência das músicas do Genesis, acho as harmonias deles lindas e do Allan Holdsworth também. As vezes algumas sonoridades ficam ressoando na nossa cabeça e acaba que quando a gente começa a testar algumas vozes de acordes e progressões e elas vão aflorando naturalmente.

ORL AND: Bom, aqui vai uma pergunta polêmica para um de vocês três responderem: A inteligência artificial está cada vez mais presente na música de hoje, a tal ponto que a gente nem consegue dizer o que é um artista real e o que é um artista de I.A. Muitos dizem que o futuro é inevitável e não tem como mudar a evolução das coisas. Vocês acham que no futuro a profissão do músico ficará muito comprometida pelo evento da Inteligência Artificial?

CARLOZ IV: Bom... Eu como músico, e acho que a maioria das pessoas que tocam algum instrumento e se apaixonam pela música e pela arte de uma maneira geral, como uma forma de expressão, não penso que seja possível se substituir o prazer de tocar ou produzir alguma obra, seja ela musical pictórica ou o que seja. A gente pode ver essa tecnologia como uma ferramenta que pode expandir a capacidade de produção, mas acho que existe um problema ético aí. Acho que essa ferramenta deve ser usada de forma a gerar benefícios, o bem geral e não criar subterfúgios para esconder incapacidades ou gerar atitudes desleais. No caso da arte acho que o grande mérito é a expressão humana, então se essas ferramentas forem usadas para se expressar sentimentos, o universo pessoal de cada artista, assim como tem sido feito com qualquer tecnologia criada pelo homem ao longo da história, acho válido. O ser humano é insubstituível, nós falamos sobre as pessoas que nos influenciuaram , espero que as pessoas não passem a ter como influência um algoritimo (risos).

Bom. E é isso aí. O novo álbum do Plan X1 está em todas as plataformas digitais e, o cd pode ser adquirido pela Renaissance Discos ou [email protected]) ou pelo whatsapp (21) 99910-9771. Achei a audição interessante.

Guilherme Hirose lança single solo "A New Empire"

O renomado vocalista de power metal Guilherme Hirose anuncia o lançamento de seu mais novo single solo, intitulado "A New Empire". A faixa estará disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 23 de agosto de 2025, prometendo uma imersão sonora épica inspirada em um momento crucial da história.

"A New Empire" combina elementos característicos do power metal e do metal sinfônico, como arranjos orquestrais grandiosos, riffs de guitarra intensos e vocais poderosos, para narrar a fuga da corte portuguesa para o Brasil, ocorrida durante as invasões napoleônicas. A música busca capturar a energia e a magnitude desse evento histórico, transformando-o em uma experiência musical envolvente.

Com uma produção de altíssimo nível técnico e artístico, o single entrega as melodias inspiradoras, a energia arrebatadora e a narrativa cativante que os fãs do gênero esperam. O lançamento reforça a habilidade de Hirose em fundir excelência musical com temas históricos de grande relevância, criando arte com uma identidade sonora própria.

Este lançamento representa mais um marco significativo na carreira solo do cantor, consolidando sua proposta de unir musicalidade de vanguarda com narrativas grandiosas.

Metal nacional embala batalhas em novo game brasileiro

FONTE: Wargods Press

"Raining Blood: Hellfire" é um jogo independente brasileiro distribuído pela SL Games, do Grupo SehLoiro — projeto ligado ao streamer YoDa — e que agora firma parceria com o selo Heavy.Future e o comunicador Ocaradometal. Com estética pixelada, ação intensa no estilo bullet hell e criado por Luiz Guilherme Aquino, um programador headbanger, o game presta homenagem direta ao universo do Rock e do Metal: cada fase leva o nome de uma música icônica do gênero, enquanto os combates contra diversos bosses (chefes) são embalados por uma trilha sonora pesada. O jogo foi lançado oficialmente na plataforma Steam em julho e o objetivo da parceria é ampliar a base de jogadores do game e se conectar ainda mais com a comunidade metálica.

A aproximação entre o jogo e a Heavy.Future nasce como uma oportunidade mútua de divulgação — especialmente entre os sócios dos projetos: o comunicador Ocaradometal e o streamer YoDa, da SL Games.

Cinco músicas das bandas Ocaradometal, Psycho Decadence e Dandy Cadet estarão presentes na sonoplastia do jogo em momentos de batalha com os chefões. Além disso, os jogadores terão acesso a uma arma especial do Heavy.Future: uma guitarra que ataca os inimigos com ondas sonoras.

"Conheci muitas músicas muito legais e brutais jogando, e além disso, sempre quis que minhas músicas também estivessem em jogos. Esse era o meu sonho. Pensa que isso aconteceu com várias das minhas bandas preferidas. Eu amo jogos de survival e não poderíamos ter escolhido melhor esse primeiro jogo para estrear neste segmento", explica Ian Garbinato, mais conhecido como Ocaradometal.

"O Heavy Metal sempre foi um estilo que vai além da música — é atitude, é energia pura. Para muita gente, especialmente das novas gerações, o primeiro contato com o Metal acontece através dos videogames. Unir a musicalidade do Ocaradometal ao Raining Blood é uma oportunidade única de apresentar Metal de qualidade para novos ouvintes e expandir ainda mais essa energia", finaliza YoDa.

As bandas que farão parte da trilha sonora de "Raining Blood Hellfire" – e que foram lançadas pelo Heavy.Future – mostram diversas facetas do som pesado. O Ocaradometal participa com três faixas: "Crise Existencial", que embala a batalha contra o boss Sinos; "Autoconhecimento", presente na terceira fase do boss Gael; e "Guerreiros MIDI", que surge em ondas especiais a cada sequência de níveis. Já a banda Psycho Decadence marca presença com "In the Sand We Step" e "Sunrise", ambas inseridas no confronto contra o boss Lucifer. Por fim, o Dandy Cadet traz a épica "Seafarer", que integra um confronto com boss Gael, ampliando a diversidade sonora do jogo.

Confira o jogo no Steam:
https://store.steampowered.com/app/2147530/Raining_Blood_Hellfire/

Vocalista da Caos Lúdico lança single solo "Onda Boa"

FONTE: Farol Music Assessoria

Conhecido por seu trabalho nas bandas brasilienses Caos Lúdico e Paranoia Bomb, João Ramos estreia sua trajetória solo com o single "Onda Boa", já disponível nos principais tocadores digitais. "Estou aproveitando muito essa nova fase, explorando outras influências e uma estética diferente, que também adoro", adianta João.

A música lançada de forma independente, foi produzida por Jorge Zulim no estúdio Zulim Sounds em Brasília - DF, e mixada por Dan Felix. "A produção valoriza as camadas, a dinâmica e o sentimento da canção", diz o músico. A letra, em parceria com Álvaro Dutra, versa sobre a vida vivida com leveza e autenticidade. "Mais do que falar de amor, ela comemora a liberdade de sentir sem pressa, sem traumas, sem clichês, seguindo seu ritmo e confiando no tempo. É se permitir viver, olhar para o passado com leveza, aproveitar o presente e estar em sintonia consigo mesmo", revela.

Com um gosto musical que vai do punk rock à musica jamaicana, passando pelo folk, country, soul e MPB, João Ramos diz absorver tudo o que o emociona, transformando em algo totalmente seu. "Para mim, ouvir música é buscar informação, conhecimento e experiências — é uma forma de ser melhor como artista e como pessoa. É dessa mistura de influências que surge algo autêntico e com a sua própria identidade".

"Onda Boa" conta com a participação de Rodrigo Txotxa (Natiruts, e ex-Plebe Rude e Maskavo Roots) na bateria, Fellipe Souljah nos violões, Jorge Zulim Bittar nos teclados e Malu Cascardo nos backing vocals.

Catarina Jones lança novo single "Me Devolva"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda paulista Catarina Jones, uma das revelações mais promissoras do Rock Nacional na atualidade, lançou seu novo single, "Me Devolva", que antecipa seu álbum de estreia "Coisas Que Só o Tempo Cura", previsto para 2026. O lançamento da música teve sua pré-estreia em um show gratuito realizado no dia 16 de agosto, na RuEra Cervejaria, em Campinas-SP, reunindo um público engajado e atento ao talento de músicos tão jovens, mas com uma proposta madura e envolvente.

"Me Devolva", composição de Lina Carvalho, explora de maneira profunda e comovente a vulnerabilidade emocional e a saudade, abordando a dificuldade de lidar com sentimentos amorosos e a busca por reconciliação e autodescoberta. A música se destaca por sua sensibilidade, característica que vêm se tornando marca registrada da banda.

Cais lança o single "Montaria de Otário"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda paraibana Cais, um dos grandes nomes do Metal Moderno no Nordeste na atualidade, lança seu novo single "Montaria de Otário", marcando a estreia de Marlon Andrade nos vocais e guitarras, além de apresentar oficialmente sua própria gravadora, a Caistrofobia Records.

Carregada de revolta e peso, tanto na sua sonoridade quanto em sua letra, "Montaria de Otário" nasce como um grito de resistência diante da alienação social e política. A música denuncia a idolatria a líderes que se colocam como vítimas enquanto exploram os mais vulneráveis, e expõe a apatia coletiva de uma sociedade que, muitas vezes, escolhe fechar os olhos para o que é nocivo.

"Essa talvez seja a nossa faixa com a mensagem mais escancarada e direta até agora. É uma resposta, uma forma de manter viva a lucidez em tempos em que pensar diferente ou buscar consciência crítica pode significar ser rejeitado", afirma a banda. A canção se inspira na célebre frase: "Dizer a verdade em tempos de mentira é um ato revolucionário", traduzindo o espírito de resistência que guia a composição.

Matías Francino - confira o single "El Último Lamento"

O músico chileno Matías Francino acaba de lançar o single "El Último Lamento", já disponível no Spotify e em todas as principais plataformas de streaming.

Além do lançamento inédito, os ouvintes podem conferir outro material recente do artista também disponível nas plataformas digitais, consolidando essa nova fase de produção e divulgação de seu trabalho.

Raízes Perdidas lança seu álbum de estreia, "O Peso do Batuque"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda pernambucana Raízes Perdidas, pioneira do gênero que batizou como Metal Regional, lançou seu álbum de estreia, "O Peso do Batuque", uma obra que funde o peso do Heavy Metal à riqueza da música tradicional nordestina, incorporando elementos de maracatu, baião e frevo. O trabalho apresenta uma sonoridade única, guiada por influências de nomes como KoRn, Sepultura, Chico Science, Death e Nirvana, enquanto suas letras se firmam como um manifesto de resistência, denunciando desigualdades sociais, combatendo todo tipo de preconceito e celebrando a força da história e da cultura do Nordeste.

Formada em 2012 no Conservatório de Criatividade Musical e atualmente em turnê promovendo seu álbum de estreia, a Raízes Perdidas carrega em sua trajetória a força de mais de uma década dedicada a levar a cultura pernambucana, nordestina e periférica para todo o país e, cada vez mais, para o mundo inteiro. A atual formação da banda é composta por Nato X (vocal), Dinho Caveira (baixo), Flavio Vieira (guitarra), Dayvison Marques (percussão) e Danilo Cavalcanti (bateria), contando ainda com o apoio fundamental de Kerol Steffanny, fotógrafa, social media e co-produtora da banda.

Professor de canto e intérprete de Freddie Mercury, Fabricio Fonseca se lança em carreira solo

FONTE: Som do Darma

Natural de Londrina, no Paraná, Fabricio Fonseca é um experiente vocalista e professor de canto com mais de 25 anos de carreira. Graduado em música pela renomada UEL (Universidade Estadual de Londrina), Fabricio Fonseca ainda tem pós-graduação em canto lírico e o certificado internacional "TVS Certified Instructor – The Four Pillars of Singing" pela The Vocalist Studio de Seattle, nos Estados Unidos.

Em paralelo a sua formação e atuação acadêmica, Fabricio Fonseca foi vocalista da banda Hocus Pocus com quem gravou três álbuns e fez uma turnê pela Europa em 2009. Também foi vocalista da "Onde Os Fracos Não Têm Vez", turnê realizada ao lado do renomado baterista Aquiles Priester (Wasp, ex-Angra) onde interpretaram músicas do Iron Maiden em cerca de 20 shows por todo Brasil. Também trabalhou com o baterista no "1° Aquiles Priester Drum Fest" realizado em São Paulo no ano de 2021.

Atualmente, Fabricio Fonseca atua através de duas bandas: a Cometz que interpreta artistas variados de rock e pop internacional, e a Queen Tribute Brazil, a primeira banda tributo ao Queen do país que tem sempre agenda muito cheia, com shows por todo território nacional.

Mas Fabrício Fonseca também têm muito a dizer como compositor, e agora se lança em carreira solo autoral. Seu primeiro lançamento é a música "Rain Down" que já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Segundo o cantor, Rain Down é uma canção sobre "deixar cair o que pesa, aceitar a chuva como parte do caminho". "Estou muito feliz em lançar essa minha música autoral em inglês. Rain Down é uma faixa intensa, emotiva e cheia de identidade! Mas é claro que traz influências de Queen, Muse, Alice in Chains e Radiohead", comentou o vocalista.

Stress apresenta videoclipe oficial de "Grito de Liberdade"

O STRESS, banda pioneira do heavy metal brasileiro, lança agora o videoclipe de "Grito de Liberdade", um trabalho que reafirma a força e a atualidade de seu legado.

Com riffs marcantes, energia pulsante e uma mensagem direta em defesa da Liberdade, Paz e Esperança, a canção do power trio ganha vida em imagens intensas que traduzem toda a emoção presente na música.

Produzido e dirigido por Moadias Branco, o vídeo foi registrado no Sound Bunker Studio (Belém-PA) e conta com iluminação de Valdo Vieira e co-produção/figurino de Josy Sidrim. As cenas de bateria foram gravadas no Casa do Monstro Studio (RJ) por Stéphanie Chamon, utilizando Chroma Key, com pós-produção, edição e roteiro assinados também por Branco.

O clipe traz participações especiais de Glauce Brabo, Josy Sidrim, Carollayne Costa e a presença simbólica de Rafael Chamon, o "bebê da esperança".

Bizarre Bathtub Battle expande seu universo avant-garde com "Xpace Invaders"

FONTE: Hell Yeah Music Company

O Bizarre Bathtub Battle, projeto brasileiro criado pelo músico Ernane Laranjo (Soturn) e um dos pioneiros do Avant Garde Metal no Brasil, lançou seu segundo single, "Xpace Invaders", reforçando a proposta ousada, única e imprevisível já introduzida em seu single homônimo de estreia.

Com mais peso e ainda mais elementos de metal, a nova faixa nasceu a partir do DNA característico do projeto, mas com uma carga extra de agressividade. O processo criativo manteve-se fiel à essência caótica e experimental do Bizarre Bathtub Battle, com riffs e ideias que surgem de forma aleatória, são distorcidos, reimaginados e submetidos a um rigoroso "controle de qualidade" até atingirem o resultado desejado.

A letra de "Xpace Invaders" faz uma crítica mordaz aos chamados visionários modernos, líderes carismáticos capazes de transformar falhas em inovação, vaidade em estratégia e promessas vazias em manchetes. Por trás da imagem de gênio excêntrico, o projeto expõe vaidade, destruição, manipulação em massa e uma engrenagem de interesses ocultos. Como define Ernane, "No fundo, isso tudo é um circo, e você é o palhaço da plateia. Ou pior, o trabalhador que montou a lona e ainda paga ingresso".

Bad Resilience lança o álbum "No Soy Digno"

No meio do ano de 2024, foi onde surgiu o projeto Bad Resilience. Quem disse que as vertentes do Grindcore, Noisecore e Deathgrind tem que ser sempre com produção LOFI? Aqui temos o contrário. HI-FI com timbres definidos, mixagem e masterização de alta qualidade, demonstrando assim, bastante conhecimento técnico.

Bad Resilience é um projeto formado pelo músico Rodrigo Chenta que atua nas vozes e demais instrumentos, abordando as estéticas extremas. Propõe um estilo original com riffs peculiares, onde acordes diminutos, dialogam com levadas diretas do grind, sem esquecer das origens cruas no Hardcore Old School.

Em seu mais recente trabalho, o álbum "No soy digno" (2025), segue um trabalho com mais agressividade e definição na sonoridade, incremento na velocidade do andamento e a mesma temática das letras abordadas no álbum de estreia.

Daniel Fonseca lança "Misanthrope", faixa técnica e experimental do álbum "33"

FONTE: TRM Press

O cantor, compositor e guitarrista Daniel Fonseca apresenta "Misanthrope", novo single que fará parte do álbum "33", previsto para lançamento em breve nas plataformas digitais. A música se destaca pela fusão entre execução instrumental de alto nível e produção experimental, marcada por diferentes camadas sonoras e timbres contrastantes.

Inspirada em temas alienígenas, "Misanthrope" vai além da ideia do extraterrestre, abordando também a sensação de alienação que muitas pessoas experimentam dentro da sociedade. Essa dualidade se reflete no arranjo, que combina momentos de alta complexidade técnica com atmosferas eletrônicas e futuristas.

"Eu queria que ‘Misanthrope’ fosse uma música que unisse técnica e liberdade criativa. Ela tem partes muito calculadas, com solos e arranjos bem trabalhados, mas também abre espaço para experimentações sonoras que fogem do previsível. É um contraste que eu gosto muito de explorar", comenta Daniel Fonseca.

O instrumental é um dos pontos centrais da faixa: um solo de guitarra extenso, com uso de tapping, vibratos expressivos e licks elaborados, conduzido por Daniel. A bateria, de caráter técnico e preciso, dialoga com samples, drum breaks e texturas diversas. O baixo, gravado por Felipe Andreoli (Angra), mantém o mesmo nível de virtuosismo, enquanto sintetizadores e efeitos eletrônicos ampliam a paleta sonora, criando um resultado dinâmico e detalhado.

"Misanthrope" reafirma a versatilidade e a busca por novas sonoridades na obra de Daniel Fonseca, preparando o terreno para um dos lançamentos mais aguardados de sua carreira.

Assista ao clipe de "Plastic Idol"

Banda curitibana Humanal, de groove/progressive, estreia com álbum "Delirium"

Após ficar entre os finalistas do concurso New Blood promovido pelo Bangers Open Air e abrir para os russos do Slaughter To Prevail, a banda curitibana Humanal de groove/progressive metal lança na quarta-feira, dia 13 de agosto, seu primeiro álbum completo, "Delirium".

Com dez faixas inéditas, o trabalho combina peso, melodia e crítica social em uma obra que trata de temas como saúde mental, vaidade, vício, opressão e o impacto da tecnologia na vida humana.

Produzido por Tati Klingel (voz) e Mauricio Escher (baixo), o álbum foi composto coletivamente pelos quatro integrantes originais da banda, antes da entrada do guitarrista Rafael Barcellos. "A gente queria um álbum que refletisse o que estamos vivendo, sem floreio. As letras são diretas, às vezes duras, mas sempre com uma busca por significado", afirma Tati.

Entre os destaques estão as faixas "Xawara", baseada no livro "A Queda do Céu" de Davi Kopenawa, e "Burnout", que retrata o esgotamento mental causado pelas pressões da vida moderna. O disco também traz composições como "Vanity", "Echoes of Ether" e "Spiritless", que abordam a alienação social, o colapso ambiental e a religiosidade como instrumento de poder.

Com influências que passam por metal progressivo, groove e death melódico, a Humanal busca consolidar sua identidade com um som pesado, mas que também aposta em camadas harmônicas e letras densas. "Queremos que as pessoas pensem. O metal tem essa força: pode ser visceral e reflexivo ao mesmo tempo", resume Mauricio.

Krad lança "The War", uma confissão sobre o amor que deixou marcas

O Krad acaba de lançar sua mais nova faixa, "The War", uma composição que ressoa profundamente com aqueles que já viveram um amor intenso e transformador. A música explora as complexidades de um relacionamento que chegou ao fim, mas que deixou cicatrizes impossíveis de apagar.

Com uma letra crua e sincera, "The War" não é apenas uma reflexão sobre a perda do amor, mas também sobre os sentimentos que permanecem. É uma escolha consciente de carregar as memórias — não só das alegrias vividas, mas também das dores sentidas. "Essa música é sobre o que ficou. E sobre o que a gente escolhe nunca esquecer", afirma Rafael Vaz, vocalista da banda.

Apnea lança novo EP "Beyond City Limits"

FONTE: Reverbera Music Media

APNEA retorna com um novo trabalho, o EP ‘Beyond City Limits’, gravado no Dissenso Studio em São Paulo. Para esse disco, fizeram questão de trabalhar com uma mulher na produção, convidando Muriel Curi, que produziu e mixou as quatro músicas do EP. Já a masterização foi feita pelo Fernando Sanchez.

O baterista Maurício Boka conta como foi o processo de composição e o trabalho com Muriel Curi:

"Tínhamos os 4 sons já bem prontos como comentei antes, então quando pensamos em fazer um EP, queríamos gravar em um estúdio diferente e com uma capacidade de recurso mais abrangente.Também procuramos uma produtora. Pensamos que uma mulher teria uma leitura e uma visão diferente do que a gente pensa de música, outra sensibilidade. Quando apareceu o nome da Muriel Curi que comanda o estúdio Dissenso, não tivemos dúvida e o resultado foi maravilhoso".

‘Beyond City Limits’ representa um amadurecimento tanto em termos de composição e execução das músicas, como na produção, na qualidade de tudo.

"Somos uma banda que ensaia com bastante frequência e compomos constantemente. Com as 4 músicas já bem resolvidas, entendemos que um EP após o álbum de estreia seria uma boa ideia. Em termos de discografia, pensamos que com um compacto, um álbum e um EP lançados 'completaria' todos os tipos de formatos convencionais de lançamento dentro da nossa trajetória até o presente momento", conta Maurício Boka.

Este trabalho é o mais pesado da banda, mostrando sua evolução e fincando sua identidade no cenário nacional. Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 70 e 90, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, APNEA construiu seu som com diversas influências.

"O som ficou mais pesado e mais 'rockão' do que no álbum", conta Maurício Boka. "E as letras são bastante subjetivas. Elas abordam temas como o meio ambiente, a luta de classes, o cotidiano, a cidade de Santos, etc, porém de uma maneira indireta e meio psicodélica. Acho que somente lendo algumas letras, fica difícil entender a mensagem diretamente, podendo soar como uma 'viagem' total. Também queremos que as pessoas conheçam e entendam o som. Gostaríamos de expandir nossa música para o mais longe possível. A qualidade da produção e das composições refletem um novo momento, um degrau acima".

Flor ET lança clipe de "O Corre" – primeiro single do álbum "Brazapunk"

Está no ar o clipe de "O Corre", single que abre os caminhos do novo trabalho da FLOR ET. Uma pancada autêntica que herda a atitude punk, "fusiona" rock progressivo com tropicalismo e agora ganha potência na sua versão audiovisual. Produzido pela própria banda, junto com seus parceiros JP Franz e Matheus Wollmann, o clipe traz uma estética maximalista, somando elementos presentes no cotidiano da "nave floretiana" e a performance marcante do grupo.

"A gente curte muito o desenvolvimento criativo. Foram várias ideias e debates até chegar nesta estética e proposta do clipe. Claro que como somos artistas independentes a gente pode até "pirar" mas sempre pensando que o orçamento é limitado. A solução foi virar nossa casa do avesso, transformar a sala num set de filmagem, juntar todas as artes que temos, câmera na mão e bora gravar." - Mário Ferreira (produtor, compositor e guitarrista da FLOR ET) A música reflete as questões sociais de como é doido viver num Brasil com tanto moralismo, com tanta mesquinhez e oportunismo em cima de pessoas inocentes. Tudo isso num tom debochado e leve, retratando que, apesar de tudo, O CORRE É DOIDO e ninguém vai segurar.

Navala lança "Nem Vem" com clipe e reforça o som autêntico da música caiçara

A banda NAVALA, destaque da nova geração da música popular caiçara, acaba de lançar a faixa "Nem Vem", já disponível nas plataformas digitais. A música é a quarta do álbum "4S", e reforça a proposta sonora do grupo: um mix energético entre rock, surf rock, ska, reggae e MPB, tudo com sotaque litorâneo e atitude própria.

o primeiro video clip da banda foi lançado no Youtube pela UTMKT
A faixa "Calmaria" também já ganhou destaque no canal oficial da banda no YT , com um clipe produzido pela UT Marketing.

Outro destaque do canal é a versão da musica com letras em "PLANO ALTO", reforçando o carisma e a pegada do grupo.

Thinking Head lança o EP ao vivo "Leaving From Our Roots (Live Studio Session)"

FONTE: Wargods Press

A banda gaúcha THINKING HEAD anuncia o lançamento de seu novo EP, "Leaving from Our Roots (Live Studio Session)", já disponível nas plataformas digitais e em vídeo no YouTube. O trabalho traz versões ao vivo de cinco faixas do grupo – "Big Failure", "Numskull", "Energy Sucker", "Until the World Explodes" e "Out of Touch" – registradas durante uma sessão especial gravada no Studio Bar Fulvio Motta, em Carlos Barbosa, com direção da L.E.D Filmes.

Captadas em outubro de 2024, as gravações evidenciam a intensidade da performance ao vivo da banda e marcam a última participação do guitarrista Romer "Kelkum" Alves, que recentemente se desligou do grupo. A sonoridade crua e energética do EP reflete a proposta do THINKING HEAD de revisitar suas composições com novos arranjos, explorando a maturidade alcançada desde o lançamento do álbum de estreia "Numskull" (2023) e dos shows.

"Essas versões trazem uma nova energia para músicas que já fazem parte da nossa identidade. Queremos que o público sinta o que somos no palco", destaca Lorenzo Birolo, guitarrista e vocalista. O baixista Doods Junges complementa: "Gravar ao vivo foi essencial para capturar o espírito do que é tocar em banda. Sem truques, só feeling".

O EP também ganhou versões em vídeo, que foram disponibilizadas no canal oficial da banda no YouTube. O primeiro clipe, com a faixa "Numskull", foi apresentado em dezembro durante o Roadie Crew Online Festival, recebendo elogios do público e da crítica especializada. Com formação atual composta por Lorenzo Birolo, Doods Junges e Pipo de Moraes (bateria), o THINKING HEAD segue com agenda aberta para shows e prepara novidades para 2025.

Assista ao "live session" de "Big Failure".

Assista ao "live session" de "Numskull".

Assista ao "live session" de "Energy Sucker".

Assista ao "live session" de "Until the World Explodes".

Assista ao "live session" de "Out of Touch".

Tempusvernum lança lyric vídeo de "Come Out" e traz mensagem de acolhimento e liberdade

FONTE: Wargods Press

Após os recentes lançamentos de "Primavera" e do videoclipe de "Mystical Call", a banda TEMPUSVERNUM dá sequência à divulgação de seu EP "Frightened" (2024) com mais um material audiovisual: um lyric vídeo da faixa "Come Out". A música, já conhecida por suas apresentações ao vivo, que ganha agora um novo contorno visual que dialoga com a essência da letra, aberta a múltiplas interpretações, mas centrada em temas como autodescoberta e sexualidade.

"‘Come Out’ é uma música que, assim como a maioria das nossas, está aberta a várias interpretações. No entanto, gostamos de destacar que ela trata de autodescoberta e sexualidade", comenta a vocalista Hegle. "Também gostamos de falar, antes de tocá-la, que a nossa banda é um espaço onde o público feminino e LGBTQIAPN+ pode se sentir seguro para curtir e se expressar livremente". Essa declaração deixa clara a postura do TEMPUSVERNUM enquanto banda que não apenas carrega uma identidade sonora, mas que também sustenta um posicionamento claro de acolhimento, inclusão e liberdade de expressão em meio a um cenário às vezes tão retrogrado quanto a estes temas.

O lançamento de "Come Out" chega na esteira do videoclipe de "Mystical Call", dirigido por Amanda Dias, que mescla bastidores e imagens de um show recente da banda, dando vida ao simbolismo da canção, descrita por Hegle como um "convite para atravessar o limiar da segurança e se entregar ao desconhecido". Na ocasião, o grupo celebrava um novo ciclo, marcado pela estreia ao vivo da nova formação com os recém integrados Thiago Barbosa (baixo) e Nathan França (guitarra), ao lado de Gabrielle Rocha (guitarra), Lívia Messi (bateria) e Hegle (vocais).

Em paralelo, Hegle também participou recentemente do novo álbum da banda Nephillin, dividindo os vocais na faixa "Parasitas". O convite partiu do vocalista Luiz após assistir a um show do TEMPUSVERNUM. "Fiquei nervosa, porque parecia uma responsabilidade enorme. Depois de conversarmos, ele me explicou como imaginava os vocais, que eram um pouco diferentes do que estou acostumada a fazer. Então levei esse desafio para as minhas aulas de canto e estudei bastante, principalmente me inspirando nos vocais da Yasmin, da Eskröta", conta. O resultado surpreendeu até mesmo a vocalista: "Eu amei, fiquei extasiada, nem parece que essa voz saiu de mim! Ficou muito foda, e foi uma honra participar desse álbum. O Nephillin merece vida longa e todo o reconhecimento por fazer um som com tanta qualidade".

Ouça a música "Parasitas" do Nephillin.

Umbral lança novo single e agrega novos elementos à sua sonoridade

AUTOR: Vitor Franceschini

No final do ano passado, a banda araraquarense Umbral lançou a faixa "Maledictus" acompanhada por um clipe. A faixa pode ter encerrado um ciclo da banda, afinal de contas eles moldaram seu som se baseando no hardcore e thrash metal, com um tempero do hip-hop e aquela essência que é segredo do chef (aqui no caso o quarteto).

Para provar que nunca fecharam seu leque e mostram iniciam uma nova era, chegam agora com uma nova oferta, a faixa "Sucursal do Inferno", agregando ainda mais à sua sonoridade, sem deixar sua identidade de lado. Gabriel Fernando, guitarrista da banda, dá a ideia. "Acho que a principal diferença foi que tentamos trazer elementos do deathcore. Por isso chamamos o Léo", diz o músico.

Isso mesmo, "Sucursal do Inferno" é uma música que traz um peso extra, além do groove inserido e as quebras de ritmo, bem característicos do deathcore. A música ainda conta com participação especial de Leonardo Binelli (Desafeto, Spectral Despair), mantendo a tradição da Umbral em realizar parcerias.

O ar sombrio que permeia "Sucursal do Inferno" desde sua introdução, mantém a estética que a Umbral criou em sua sonoridade e transporta isso para sua letra, que continua trazendo contestação social, dessa vez com um pouco mais de autorreflexão e até mesmo autocrítica.

Attanos lança o single "Nowhere" com sonoridade moderna e visceral

FONTE: Hell Yeah Music Company

A Attanos, grupo paulista conhecido por explorar as sonoridades mais modernas e pesadas do Metal, lançou o single "Nowhere", que serve como prévia do seu terceiro álbum de estúdio, previsto ainda para 2025. Anteriormente associada principalmente ao Metalcore, especialmente por sua influência declarada por Parkway Drive, a banda volta a se reinventar, desta vez ampliando o leque de influências e investindo em composições que misturam o peso do Metal Extremo com nuances de Melodic Death, Groove Metal, Djent e Core.

"Depois de anos nos preparando, chegou a hora de mostrarmos novos sons e a evolução ainda maior da banda. 'Nowhere' é o início de um novo passo à Attanos", destaca o vocalista Tiago Cruz.

A letra de "Nowhere" transmite uma mensagem de incentivo e renovação, encorajando o ouvinte a romper com o isolamento e a insegurança para assumir sua verdadeira identidade. Ela aborda a importância de reconhecer a própria força interior, aceitar ajuda quando necessário e enfrentar os desafios emocionais que surgem ao longo da vida. A música também reforça a ideia de que ninguém está sozinho nessa jornada, estimulando a libertação de pensamentos e sentimentos autodestrutivos e promovendo uma visão mais confiante e positiva sobre a capacidade de transformação pessoal.

Confederados 163 - clássicos do Rock reimaginados no country rock/bluegrass e participação de Jimmy London

Fonte: Lex Metalis Assessoria

O quinteto Confederados 163 é uma das grandes revelações musicais provenientes do norte do Mato Grosso e que vem encantando o público com seu repertório que mescla canções autorais e clássicos atemporais do rock nacional e internacional, e até mesmo sertanejo, reimaginados em uma envolvente mistura sonora de Country Rock e Bluegrass. E esse poderio é demonstrado em "Saloon Confederados", o seu novo registro audiovisual.

Gravado na Fazenda Celeiro na cidade de Sinop/MT no ano de 2025, "Saloon Confederados" é mais do que apenas mais um registro musical ao vivo, é um testamento da boa música que encanta o público e eleva o astral. Tudo isso regado a energia, animação e a participação mais do que especial de Jimmy London (Matanza Ritual, ex Matanza).

Nas palavras de Jimmy: "ter gravado com a Confederados foi incrível. Chegar em Sinop, um lugar tão distante de onde eu estou acostumado a ir e encontrar gente que curte a mesma coisa que eu, o mesmo tipo de som... foi incrível mesmo. Fiquei muito feliz de conhecer essa rapaziada e espero aprontar muito com meus amigos do Confederados".

Track List:

01 – Eye Of The Tiger (Survivor)
02 – Carry On My Wayward Son (Kansas)
03 – Can’t Stop Loving You (Van Halen)
04 – Your Love (The Outfield)
05 – A Estrada Até Você
06 – Take On Me (A-Ha)
07 – Tempo Ruim (Matanza) feat. Jimmy London
08 – Calor de Lascar feat. Jimmy London
09 – Don’t Stop Believin’ (Journey)
10 – Medley Zé Ramalho (Chão de Giz, Sinônimos, Avohai, Admirável Gado Novo)
11 – Medley AC/DC (Highway To Hell, You Shook Me All Night Long, Thundstruck)
12 – Medley (Smells Like Teen Spirit, Bella Ciao, Ghost Riders In The Sky)

White Dragon Project desvenda mistérios ocultos em novo single "Secret Codes"

FONTE: Wargods Press

A banda mineira WHITE DRAGON PROJECT acaba de lançar oficialmente o single "Secret Codes", uma das duas faixas inéditas que integram seu novo EP previsto para os próximos meses. A música já está disponível no canal oficial da banda no YouTube e aprofunda ainda mais a proposta artística do grupo: unir Heavy Metal tradicional, temas históricos e teorias milenares em narrativas instigantes e épicas.

Com sonoridade que flerta com o Power Metal, Heavy tradicional e progressivo, "Secret Codes" evoca atmosferas épicas enquanto convida o ouvinte a uma jornada de descoberta interior. De acordo com a banda, a letra aborda a existência de mensagens ocultas deixadas por civilizações antigas, e estes recados — os chamados "códigos secretos" — estariam por toda parte: em ruínas, paisagens naturais e na própria mente humana, aguardando o momento certo para serem decifradas.

Segundo o vocalista Leo Rodrigues, a música tem um lado filosófico mais complexo, e fala sobre "questionar, buscar e acordar. Uma jornada contra a ignorância imposta, em direção a uma verdade oculta que precisa ser decifrada". O conceito da faixa está diretamente ligado à temática do novo EP, de que povos da mítica Atlântida teriam migrado para as Américas antes do cataclismo que teria submergido o continente perdido. Ao chegarem aqui, teriam deixado símbolos, saberes e ensinamentos escondidos, acessíveis apenas àqueles dispostos a olhar além da superfície. "Secret Codes" fala sobre essa busca por algo que preencha o vazio da alma. Uma verdade maior que foi fragmentada ou encoberta ao longo dos séculos", explicou o vocalista. "É sobre romper com as mentiras, abrir os olhos para o real e entender que, no fundo, a verdade está dentro de nós mesmos", completa.

A faixa também antecipa a atmosfera do novo EP, que trará ainda outra canção inédita inspirada na lenda atlante, além de seis registros ao vivo de músicas de seus álbuns anteriores — "Prepare for the Changes" (2018) e "The Story of Gaia" (2023). Este último, inclusive, recebeu destaque na votação dos "Melhores do Ano" da revista Roadie Crew daquele ano. Leo Rodrigues (vocal), Ramon e Alex (guitarras), Jhony (baixo), Alexandre Pereira (bateria) e Rafael (teclados), seguem com sua proposta de fazer do Heavy Metal um veículo de reflexão, trazendo temas ligados a mitologia e muita melodia.

Dosoro une melodia e virtuosismo em "Morena", com participação de Derek Sherinian

FONTE: Wargods Press

Gravada e produzida no tradicional Estúdio Digital Master, em Caxias do Sul/RS, sob os cuidados de Juliano Boz, a faixa "Morena" é o mais recente lançamento da banda DOSORO. Conhecido por receber grandes nomes da música regional, o estúdio já foi palco de gravações do saudoso guitarrista Paulo Schroeber, do Hammer 67, Astafix e Almah. O processo de gravação da faixa começou ainda em 2022, mas por uma série de imprevistos técnicos e logísticos, seu lançamento só ocorreu agora. Um desses obstáculos foi a perda da gravação original, o que forçou a banda a recomeçar do zero. Felizmente, parte do material foi recuperada com ajuda dos próprios integrantes e colaboradores próximos.

"Morena" representa a essência sonora da banda, com solos de guitarrista e teclados que exploram nuances harmônicas com muito feeling. O destaque maior da faixa vai para a participação especial do tecladista Derek Sherinian, ex-integrante do Dream Theater, Black Country Communion e Sons of Apollo, e com passagens por bandas e artistas como Alice Cooper, Billy Idol e Yngwie Malmsteen. Sherinian gravou os teclados ainda no final de 2022. A colaboração surgiu de uma ideia ousada de Edu logo após a pandemia: "Pensei: por que não chamar um ídolo meu para essa música? E acabou rolando. Fizemos um duelo de solos muito bacana, virtuoso e melódico no final da música. Foi um desafio, não pela dificuldade, mas pela responsabilidade, o cara já tocou com John Petrucci, Steve Vai, Zakk Wylde, Joe Bonamassa…. E de alguma forma consegui mostrar um pouco do meu estilo ali, com identidade".

O solo de guitarra, aliás, passou por um processo cuidadoso. Edu revela que inicialmente havia composto uma linha mais agressiva, inspirada em sua fase na banda de Death Metal Segregatorum, mas acabou repensando o arranjo após sugestões do produtor Juliano e do luthier Clésio, amigo comum e responsável pelas guitarras de Paulo Schroeber: "O Juliano falou: ‘Faz algo mais bonito, mais melódico’. E o Clésio reforçou isso. Disse que meu som combinava com algo menos agressivo. Isso me tirou da zona de conforto, mas achei massa. Me inspirei bastante em guitarristas como o Vito Bratta (White Lion), que equilibram técnica e sentimento".

Mesmo conciliando projetos paralelos — Edu com a banda Diamond’s BG, Xalá em carreira solo e Hique, o Conde, atuando também no teatro — a banda segue compondo e gravando. "Temos músicas muito boas ainda para lançar: mais virtuosas, mais melódicas... e com surpresas, como sempre", antecipa o guitarrista.

Darkship lança videoclipe de "Upside-Down", faixa do álbum "Between the Shadows"

FONTE: Wargods Press

A banda gaúcha Darkship apresenta o lançamento de um videoclipe para "Upside-Down", música integrante do álbum "Between the Shadows" (2023). Gravado na La Cantina, em Garibaldi/RS, o vídeo traz direção de imagem de Aline Bortolini e edição de Ander Santos, que também assina a produção audiovisual ao lado dos demais integrantes. A proposta foi criar um registro visual direto alinhado à mensagem da música.

Produzida, gravada, mixada e masterizada por Thiago Bianchi (Shaman, Noturnall) no Fusão VM&T Studios, em São Paulo, a faixa explora um dos conceitos centrais do álbum: a luta interna entre fragilidade e superação. Sobre a temática da canção, o baterista Joel Pagliarini explica: "‘Upside-Down’ fala sobre enfrentar as feridas que ficam depois do fim de uma relação, mas sem se prender a elas. Mesmo quando tudo parece de cabeça para baixo, existe a possibilidade de encontrar novos caminhos. É sobre buscar a própria luz e acreditar que, apesar de tudo, a gente pode amar de novo".

A vocalista Sílvia Cristina Schneider Knob complementa, destacando a importância de seguir trabalhando o disco: "Esse álbum ainda tem muito a oferecer. Mesmo lançado em 2023, sentimos que várias músicas mereciam um espaço maior para se conectar com o público, e ‘Upside-Down’ é uma delas. Cada clipe é uma forma de revelar novas camadas da nossa proposta e manter viva a experiência que o disco representa para nós".

A formação da banda conta ainda com Ander Santos (violino), Misael Dutra (guitarra e vocal) e Doods Junges (baixo), que trabalham no terceiro álbum do grupo, com previsão de lançamento para o próximo ano.

Eloy Fritsch lança "Dragons and Wizards": uma jornada sonora entre fantasia e superação

O tecladista e compositor gaúcho Eloy Fritsch apresenta ao público seu novo álbum instrumental, "Dragons and Wizards", lançado oficialmente em 26 de julho. Com sete faixas inéditas, o trabalho mergulha em universos de fantasia repletos de dragões e magos, mas carrega também as marcas da realidade enfrentada por seu criador: dois anos de perdas e reconstruções no Rio Grande do Sul, após os eventos climáticos extremos que devastaram a região.

Concebido como um álbum conceitual, "Dragons and Wizards" convida o ouvinte a adentrar um mundo de batalhas místicas, inspirado em franquias como "O Senhor dos Anéis", "Como Treinar seu Dragão" e "Game of Thrones". "Sempre fui fascinado por esse mundo incrível de dragões e feiticeiros. Por isso, decidi criar um álbum conceitual onde a inspiração que tenho por esse lugar imaginário se transforma em música", explica Fritsch. A proposta fantástica é apenas a superfície de um trabalho cuidadosamente elaborado e profundamente pessoal.

Musicalmente, o álbum ratifica a importância e a identidade de Fritsch como um dos principais nomes do Rock Progressivo instrumental no Brasil. "Dragons and Wizards" é uma ode à tradição do prog setentista, mas com um toque contemporâneo: mescla estruturas complexas, mudanças rítmicas e harmonias modernas a uma ampla paleta de timbres, extraída de sintetizadores analógicos, órgão Hammond, piano elétrico e clavinete. A base instrumental, formada por teclados, baixo e bateria, confere às faixas uma textura cinematográfica que alterna intensidade épica e introspecção.

Influências como Keith Emerson (ELP), Rick Wakeman (Yes), Tony Banks (Genesis), Jürgen Fritz (Triumvirat) e Chick Corea (Return to Forever) ecoam ao longo da obra, não como meras referências, mas como pontos de partida para uma linguagem própria, que Fritsch tem lapidado ao longo de décadas, tanto em sua carreira solo quanto à frente da banda Apocalypse, um dos expoentes do Rock Progressivo brasileiro formado há mais de 40 anos.

No entanto, por trás das imagens míticas evocadas pelas músicas de "Dragons and Wizards", há também uma narrativa silenciosa de resiliência. Em 2023, o estúdio do artista foi destruído por um ciclone que atingiu a orla do Guaíba, em Porto Alegre. No ano seguinte, as enchentes históricas de 2024 voltaram a interromper o processo de gravação, impondo novos desafios. Sem tornar público o drama vivido, Fritsch optou por transformar sua dor e reconstrução em arte, encontrando nas composições um caminho para sublimar a adversidade.

O resultado é um disco que dialoga diretamente com trabalhos anteriores do músico, como a suíte "High Places", do álbum "Moment in Paradise" (2020), que lhe rendeu o Prêmio Açorianos de Música como Melhor Instrumentista. Em "Dragons and Wizards", a mesma habilidade de criar paisagens sonoras imersivas se une a um novo patamar emocional, equilibrando fantasia e realidade, conflito e esperança.

Com uma discografia solo que ultrapassa 17 álbuns de música instrumental, Eloy Fritsch consolida com "Dragons and Wizards" uma obra que vai além do entretenimento. É um convite à imaginação, mas também um testemunho sensível de que, mesmo após a destruição, é possível renascer, com som e magia.

Assista ao vídeo de "Dancing At Sunrise".

Atakhama lança single de estreia com formação internacional

O Atakhama, nova banda formada por músicos do Chile, Brasil, Lituânia e Suécia, acaba de lançar seu primeiro single, "Sema", já disponível nas plataformas digitais. Com uma proposta sonora que mistura peso, ambiência e elementos sinfônicos, o grupo se apresenta oficialmente ao público após um período de produção remota iniciado durante a pandemia.

A formação conta com Eric Galdyanz (vocal, Chile), Raphael Mattos (guitarra, Brasil), Fabio Buitvidas (bateria, Brasil/Lituânia) e Magnus Rosén (baixo, Suécia), ex-integrante do Hammerfall. Além do Atakhama, os três últimos músicos também integram a Shadowside e a Magnus Rosén Band.

O nome da banda surgiu após uma fase inicial com o título provisório "Lhamas", usado internamente como referência à origem chilena do vocalista. Com o avanço do projeto, o nome Atakhama foi adotado como uma forma simbólica de preservar essa origem, sem relação direta com o conceito musical da banda.

Musicalmente, o Atakhama transita pelo heavy metal contemporâneo, com presença de sintetizadores, pianos, arranjos de cordas e orquestrações, mantendo a base pesada nas guitarras e bateria.

"Sema" antecipa o lançamento do álbum de estreia, previsto para os próximos meses.

Circus lança videoclipe do novo single "Vende-se" e volta à ativa com seu hardcore moderno

Após quase dois anos de pausa, a banda carioca Circus retoma as atividades com o lançamento de "Vende-se". A faixa, que inaugura a nova fase do grupo, une o peso do hardcore clássico à sonoridade do metal moderno. O single marca o primeiro passo rumo ao terceiro álbum de estúdio da banda, previsto para 2026.

Distribuída pelo selo Algo Hits, a música chega acompanhada de videoclipe e aborda, de forma direta, a relação entre redes sociais, o mercado de trabalho e a necessidade constante de autopromoção. "A gente se sente forçado o tempo todo a transformar tudo em produto — desde nossos talentos até nossa forma de se comunicar. ‘Vende-se’ nasce desse incômodo", afirma o vocalista Bernardo Tavares.

A faixa marca a transição da banda de uma abordagem centrada em críticas sociais para temas mais íntimos, que irão dominar o novo disco. Ainda assim, o novo trabalho mantém o tom contestador que consolidou a identidade do grupo.

Sobre a banda Circus

Comemorando uma década de trajetória, a Circus — formada por Bernardo Tavares (vocal), Alex Heink (guitarra), Eduardo Lopez (guitarra), Lucas Mendes (baixo) e Hugo Rezende (bateria) — acumula apresentações em palcos históricos como Circo Voador, Canecão e Imperator. O grupo também soma turnês ao lado de bandas como Matanza e Dead Fish, colaborações com nomes nacionais e internacionais, e milhares de ouvintes nas plataformas digitais.

Finita lança videoclipe de "Sketch Art" e reflete sobre a condição humana e o valor da arte

FONTE: Hell Yeah Music Company

Ainda embalados pela excelente repercussão do seu recém lançado novo álbum de estúdio, "Children of the Abyss", que vem sendo apontado desde já por diversos veículos especializados como um dos grandes álbuns de 2025, a Finita disponibilizou o videoclipe de "Sketch Art", o quarto trabalho audiovisual do disco.

A composição que originalmente carrega uma profunda carga filosófica, ganha agora uma representação visual que expande seus significados e provocações existenciais. Lançado no dia que relembramos os 135 anos do falecimento de Vincent van Gogh, o videoclipe traz a atriz Cristina Vieira Rodrigues no papel de uma pintora atormentada por sua própria busca criativa. A artista encarna o arquétipo do criador que, insatisfeito com suas obras imperfeitas, as rejeita e se perde entre vício, frustração e isolamento. A metáfora atinge seu ponto mais trágico quando a pintora tira a própria vida, uma cena que se desdobra como alegoria do sacrifício profundo exigido por uma vida devotada à arte.

Segregatorum lança o EP "Tragedy Eternal" e aprofunda sua visão sombria do metal extremo

FONTE: Hell Yeah Music Company

Ainda colhendo os frutos da excelente repercussão do EP "Path Worse Than Death", lançado no primeiro semestre de 2025, a banda gaúcha de metal extremo Segregatorum consolida seu ótimo momento com seu novo EP, "Tragedy Eternal".

Formada em 2016 em Bento Gonçalves-RS, a Segregatorum construiu sua identidade explorando o horror, o existencialismo e a estética gótica, inspirada especialmente no universo de Hellraiser. Com "Tragedy Eternal", a banda reafirma sua postura artística ao reunir composições criadas ao longo de cinco anos, transitando entre a brutalidade do death metal, atmosferas sombrias e temáticas densas que mergulham em tragédias humanas, desesperança, misantropia e morte.

O novo EP representa um ponto de inflexão na trajetória da banda. Ao mesmo tempo em que honra suas raízes, o material apresenta um avanço criativo notável, incorporando elementos sinfônicos, passagens melancólicas e experimentações que apontam para novas direções. "Tragedy Eternal é um material que reúne diferentes momentos da banda. Extraímos o melhor desses últimos cinco anos. Foi, sem dúvida, o EP que mais gostei de trabalhar", comenta Lucas Lazzarotto, vocalista e fundador da banda.

Self Insight lança seu primeiro clipe para música "I Will Remain"

A nova banda de hardcore paulistana SELF INSIGHT formada por membros das bandas Prometherion, Putra e Horizon key lançam seu primeiro single que fará parte do seu álbum auto-intitulado ainda em 2025. A música "I WILL REMAIN" em parceria com o maior canal de hardcore do mundo (HARDCORE WORLDWIDE) foi a estreia da banda na cena global de hardcore.

Formada por Carlos Kolm (vocais, Putra), André "Chileno" Portilla (guitarra, Prometherion), Vinícius Starteri (baixo, Prometherion) e Lucas França (bateria, Horizon key) a banda resgata a essência do hardcore novaiorquino que trás melodia, peso e os essenciais breakdowns que caracterizam fortemente o estilo.

A música trás em sua letra uma mensagem que ignora os fatos que a vida trás, de julgamentos e objeções contra as opiniões em geral, mostrando autenticidade e que preza pela sua natureza de ser que você é.

Leandro Abrantes lança o single e HQ "Chrono Vapórium ΔT"

FONTE: Hell Yeah Music Company

O músico e compositor Leandro Abrantes lançou o primeiro single de seu projeto solo, unindo música, narrativa e identidade visual em uma obra imersiva, crítica e conceitualmente profunda. "Na vida alguns momentos são como músicas, alguns apenas passam; outras marcam, como o peso do tempo e das decisões que insistem em nos acompanhar", destaca Leandro.

A canção é ambientada no universo da HQ "Chrono Vapórium", uma narrativa gráfica criada pelo próprio músico, que se passa em um cenário distópico, vitoriano e steampunk, onde o vapor domina cidades e obscurece corações. É um mundo metafórico onde o tempo é moeda e o peso das escolhas sufocam, enquanto sentimentos são corroídos pelas engrenagens da ganância.

O single "Chrono Vapórium ΔT" aclimata esse ambiente: ela é parte da trilha sonora da HQ, dando ritmo à névoa, ao groove metálico das engrenagens e aos dilemas que se escondem por trás de cada compasso.

Here I Am, banda tributo a Andre Matos, lança música própria

HERE I AM é mais do que uma nova promessa no cenário do heavy metal nacional — é a chama viva de um legado. Formada a partir do tributo oficial ao eterno Andre Matos, a banda nasce com uma identidade própria e uma sonoridade moderna, agressiva e melódica, respeitando as raízes do metal tradicional, mas que não se prende ao passado, Here I Am mistura peso, melodia e elementos modernos em composições que falam diretamente à alma.

Suas letras abordam temas profundos sobre sonhos, desejos, superações e as batalhas diárias que nos conduzem ao verdadeiro propósito de vida.

O nome Here I Am carrega um significado simbólico e poderoso — uma afirmação de presença, identidade e resiliência.

A banda se apresenta como um grito de resistência artística em meio ao caos do mundo moderno, conectando emoção e técnica com autenticidade.

O Here I Am se mostra ao mundo lançando a música "Hear Me", um metal moderno que hipnotiza os fãs e conta também com um vídeo clipe poderoso, com uma performance matadora dos músicos.

In Vida apresenta "Awakening", disco de metal que aborda cura e autoconhecimento

A banda paulistana In Vida apresenta Awakening (NG Music), um álbum conceitual dividido em dois volumes – a primeira parte foi lançada em Abril e revelou cinco faixas do projeto. O disco, gestado entre 2022 e 2024 durante um período de introspecção e imersão criativa, traz composições que nasceram a partir de experiências pessoais, vivências com medicinas naturais e uma intensa pesquisa espiritual. O resultado é um repertório de 11 músicas que narram a jornada emocional do personagem fictício YOD. Ouça aqui.

Awakening propõe uma travessia simbólica por temas como o autoconhecimento, a dor, a cura e a transcendência. Com letras em inglês, cada faixa representa um passo na trajetória de YOD. A obra mergulha em referências que vão da psicologia junguiana, filosofia estóica, budismo tibetano e tradições ancestrais a universos cyberpunk, misturando passado e futuro em sua narrativa visual e sonora.

Musicalmente, o álbum com produção musical de Tiago Della Vega faz uma fusão entre o peso do metal moderno, beats de trap, ambientes eletrônicos e elementos tribais, com influências que passam por bandas como Bring Me the Horizon, Linkin Park – que a In Vida homenageia em shows tributo –, Spiritbox, Sleep Token e Bad Omens. Os vocais transitam entre o visceral e o melódico, enquanto arranjos combinam timbres orgânicos e digitais, mantras, cantos indígenas e atmosferas etéreas.

"O projeto da In Vida me surpreendeu pela densidade conceitual e entrega emocional. A proposta de unir peso, espiritualidade e tecnologia em um álbum conceitual foi desafiadora e instigante. Foi um processo vivo e criativo", comenta o produtor Tiago Della Vega.

No More Death apresenta álbum de estreia "The Death is Dead"

Fonte: ASE Music

Nasce um novo filho do Thrash Metal. Um herdeiro legítimo da escola brasileira, forjado com a mesma fúria e identidade que projetou o Sepultura para o mundo, mas também alimentado pelas influências diretas de Metallica, Slayer, Testament e Exodus. No More Death é o projeto idealizado e liderado por Tiago Torres, fundador, guitarrista e vocalista da extinta Mad Dragzter, que entre 2001 e 2015 lançou três álbuns e conquistou espaço no cenário nacional e internacional. Com riffs afiados, velocidade extrema, peso e uma abordagem lírica profunda, o álbum de estreia, "The Death is Dead", chega como uma declaração de princípios.

Começando pela estética ultraminimalista e diferenciada criada pelo renomado Jean Michel, da DSNS ART, "The Death Is Dead" fala sobre a morte. "O tema é o mais complexo e profundo de toda a raça humana em todos os tempos: a Morte. Como lidar com ela. Como escapar dela. Como exterminá-la. Como viver para sempre? Isso é possível? Contamos no álbum como isso não só é possível como já foi resolvido", afirma Tiago Torres.

O surgimento do No More Death foi um processo natural, segundo o guitarrista e vocalista, que já carregava consigo uma coleção de riffs, ideias e melodias desde o fim do Mad Dragzter. "Em algum momento eu sabia que voltaria a fazer música. E isso começou a tomar forma em 2024, quando começamos a gravar o álbum e transformar as ideias em músicas. Foi algo independente do que estava acontecendo na cena naquele momento. Até porque o Thrash Metal é eterno e tem legiões de fãs antigos e novos", explica Torres.

Confira o lyric video de "The Death is Dead", criado por Marcelo Silva.

"The Death Is Dead" é o princípio das eras, início da raça humana. O homem, por meio de seu representante inicial e legal, escolhe a rebelião, e com essa escolha surge permanentemente um novo personagem: a morte. "A letra relata esse acontecimento, suas consequências e, principalmente, a vinda de outro personagem, que aparece com a grande missão de vencer, matar a morte definitivamente. Mas, para isso, ele precisa morrer, experimentar a morte e retomar sua vida, voltando do mundo dos mortos. Ressurgindo. Ressuscitando", detalha Torres, que gravou todas as guitarras, vocais e baixos do disco, mantendo o mesmo espírito criativo que conduziu durante toda a trajetória do Mad Dragzter.

O álbum também conta com a coprodução de Demis Kohler, que ficou responsável pela engenharia de som, timbres, mixagem, masterização e ainda gravou todos os solos de guitarra. As influências de Metallica, Slayer, Testament e Exodus estão misturadas à carga emocional e à urgência visceral do thrash metal brasileiro. "Ouço Thrash há quase 40 anos. Está no meu DNA. E a fase de ouro do Sepultura moldou o jeito de todo brasileiro tocar e compor. Também trago comigo o legado de bandas como Korzus, Ratos de Porão e a fase thrash do Overdose. Tudo isso entrou no liquidificador que pariu o No More Death. Mas nosso foco é ter identidade própria, criar algo com uma cara única. E acredito que conseguimos isso com o primeiro álbum", conclui.

Single "Metaqualona" comemora os 10 anos da banda Acidental

Com o primeiro lançamento em 2015, o Acidental, projeto idealizado por Alexandre M., completa 10 anos. Para comemorar uma década de lançamentos anuais ininterruptos, a banda disponibilizou a faixa "Metaqualona", que carrega uma reflexão sobre saúde mental.

Metaqualona é um dos principais compostos do remédio Mandrax, muito conhecido entre os 1960 e 1970. O sedativo altamente viciante, prescrito para insônia e ansiedade, ganhou uso recreativo e passou a ser consumido com frequência junto com bebidas alcoólicas, o que levou a proibição da droga. "Assisti a um documentário sobre música brasileira onde essa substância foi citada como uma das drogas usadas nos anos 60 e 70, o que me levou a escrever sobre saúde mental e as formas de buscar alívio em medicamentos", conta Alexandre. "Se prestar atenção ao seu redor, possivelmente irá encontrar alguém que está passando por uma situação delicada. Infelizmente isso é realidade para muitos, mas ao mesmo tempo tem quem não faça ideia do que é viver assim. Acredito que essa música possa ilustrar, mesmo que de forma superficial, várias destas histórias e o que é estar nesta situação". De acordo com o músico, a harmonia da canção, que varia momentos sutis e dissonantes, colabora com o tema, revelando uma atmosfera fechada e agoniante.

Produzido por Paulo Senoni, o single conta com um videoclipe dirigido por Roberto Swan, inspirado no cinema francês e na estética noir. "Captei todas as cenas no último inverno no Reino Unido, e mandei para o Roberto editar e montar. O Acidental é uma banda obscura e as cenas solitárias deste videoclipe refletem perfeitamente nosso modo de ver a linha do tempo da vida", afirma Alexandre.

"Metaqualona" é um lançamento da Blumenau Records em parceria com a TGR Sounds, e fará parte do segundo álbum do Acidental, "Como Sobreviver Sem Açúcar", previsto para 2026.

Aeon Fracture lança seu terceiro álbum "The Dance of Time"

FONTE: Hell Yeah Music Company

Em um cenário dominado pelo imediatismo e pelo consumo efêmero da arte, a banda paulista de Prog Metal, Aeon Fracture, desafia as tendências do mercado com o lançamento de seu terceiro álbum completo de estúdio, "The Dance of Time". A nova obra reafirma a solidez da discografia do grupo e aprofunda sua proposta artística, unindo a sofisticação de suas composições, lirismo conceitual e profundo, e uma rara coragem de apostar na longevidade e no legado da arte em tempos de superficialidade e consumo instantâneo.

Composto, produzido e mixado por Fernando Neri, vocalista e fundador da banda, "The Dance of Time" é uma jornada conceitual requintada e multifacetada, guiada pelo metal progressivo, incorporado por elementos sinfônicos, trafegando por temas que dialogam com o colapso da humanidade diante da própria criação: a dependência crescente da tecnologia, a perda da individualidade, o paradoxo do progresso, a autossuficiência emocional e a entropia inevitável das estruturas sociais e psicológicas.

Antiquus Scriptum lança "Toxic Waste"

Antiquus Scriptum começou como um projeto de pagan black metal, em 1998, mas a partir de 2019, o projeto tem vindo a praticar uma sonoridade, mais perto do thrash metal, crossover & hardcore, como é o caso deste, "Toxic Waste", que já não tem nada de black metal.

Banda carioca Who To Follow lança novo single

Após um show cheio de energia no evento Dia do Rock 2025 na templo infame do rock Garage, na Rua Ceará, berço do underround carioca, a banda Who To Follow lançou seu segundo single nas plataformas de streamings. "The Game" mistura punk, indie e até valsa numa dinâmica ora rápida, ora contemplativa.

Em alguns aplicativos, ao ouvir a música o usuário poderá ver a animação do artista Jean Andrade. Assim como no primeiro single, "You", a estética das animações de Jean complementa a música.

A Who To Follow é um power trio carioca formado por Marcelo Fernandes (guitarra e vocais), Bea Mello (baixo e vocais) e Artur Gama (bateria). Mais duas músicas inédias estão programadas para sair na primeira metade de agosto, completando seu segundo EP.

Lançado novo videoclipe da Poplars, "Is Real"

FONTE: Farol Music Assessoria

Influenciada por ritmos jamaicanos do reggae e do ska, a Poplars, banda paulistana formada em 2019, lançou nesta sexta-feira (25) o videoclipe de "Is Real". O single chega às plataformas digitais de forma independente, no próximo sábado (26), e faz parte do EP "Sinal da Paranoia", previsto para setembro deste ano.

A letra de "Is Real" é um deboche às teorias de conspiração norte-americanas, como alienígenas reptilianos e o movimento QAnon. O guitarrista Nacho Martin, responsável pela direção do videoclipe, diz que a ideia do filme é a de supor que existiria um reptiliano entre nós. "É uma maneira de satirizar extremistas de direita que acreditam em certas teorias conspiratórias, misticismos etc", revela ainda, o vocalista e baixista Álamo.

Além de Nacho Martin e Álamo, a Poplars é composta por Jéssica Aguilera (guitarra), Isadora Bourdot (teclado) e Kike Garcia (bateria). A banda, que traz referências da velha escola do reggae e do ska, com pitadas de funk, soul e música brasileira, carrega na bagagem os EPs "Três" (2019) – de quando ainda usava o nome de Os Álamos -, "Pra Quem se Foi" (2021) e "Pra Quem Festou" (2023).

Supla lança novo álbum; ouça "Nada Foi Em Vão"

FONTE: Farol Music

Símbolo de autenticidade e ousadia, Supla reafirma sua força no rock nacional com o lançamento de seu 20º álbum de estúdio, "Nada Foi em Vão", que chega nesta sexta-feira (25) aos principais tocadores digitais e em uma edição especial em vinil cor-de-rosa. Prestes a completar quatro décadas de estrada, o artista soma projetos solo e parcerias: "São dois álbuns com o Tokyo, um com o Psycho 69, quatro com o Brothers of Brazil, um com o S&V e 11 álbuns solo", resume Supla.

"Nada Foi em Vão", álbum assinado por Supla e Os Punks de Boutique, conta com 15 músicas, que flertam com o punk, com o rock das décadas de 1960 e 1970, com ritmos mais pesados e até com sonoridades que fogem completamente da aura roqueira. "Um rock ‘n’ roll aberto para todo tipo de influência", destaca.

O novo registro tem a participação dos músicos norte-americanos Marc Orrell (The Mighty Mighty Bosstones / Dropkick Murphys) e Jeff Roffredo (Aggrolites) nas faixas "Goth Girl From East L.A."; "If You Believe in Nosferatu" e "Nada Foi em Vão", balada que dá o título ao disco. O single homônimo teve a letra composta por Supla em parceria com Tatiana Prudêncio, coautora das faixas "Parça da Erva" e "Anarquia Lifestyle", do álbum "Diga O que Você Pensa" (2016).

Supla destaca que "Nada Foi em Vão" reflete uma energia intensa e uma forte sintonia com todos os músicos envolvidos e traz uma atmosfera de trabalho coletivo. "Já trabalho com Os Punks de Boutique há mais de três anos. Hoje, a comunicação flui de forma natural. Isso também se estende aos músicos dos Estados Unidos, com quem já fiz turnês na América quando estava com o Brothers of Brazil", afirma o cantor.

Prika Amaral se junta à Blades of Steel em novo single "Riders of the Night"

A banda brasileira BLADES OF STEEL revela o lançamento de seu novo single para hoje, dia 25 de julho, nas principais plataformas digitais. Batizado de "Riders of the Night", a música trará a participação especial de Prika Amaral, guitarrista e vocalista da renomada NERVOSA, um dos maiores nomes do metal extremo nacional.

"A participação que fiz nesta música é muito especial para mim, que recentemente me tornei vocalista. Foi uma oportunidade incrível de fazer arte ao lado de uma amiga e vocalista talentosa, e também de descobrir em mim uma nova voz para um estilo diferente. Além disso, a música fala de uma das coisas que mais amo nessa vida, que é dirigir moto!", comentou Prika.

"Riders of the Night" foi produzido por Val Santos (VIPER, TOYSHOP, BRUTAL BREGA), carregando uma mescla de riffs do Heavy tradicional e do Thrash, além de uma mensagem que reflete viver com independência, a coragem de seguir a estrada e o calor genuíno da música intensa. A presença de Prika, acompanhada pela vocalista e líder Yara Haag, é uma declaração de intenção, com uma gradual mudança na representação feminina tomando conta da linha de frente.

O novo single chega logo após o lançamento do álbum autointitulado, contando com Filipe Tonini (baixo), Jonas Soares e Rafael Romanelli (guitarras) e Bruno Carbonato (bateria).

Schlop lança single "São Paulo, Te Amo Mas Tá Foda Demais"

A banda Schlop lançou nesta sexta-feira (25/07) o primeiro single de seu novo álbum, previsto para o segundo semestre de 2025. Intitulada "São Paulo, Te Amo Mas Tá Foda Demais", a faixa é uma releitura intensa de "New York, I Love You But You're Bringing Me Down", do LCD Soundsystem - agora transformada num retrato ao mesmo tempo brutal e poético da realidade paulistana.

A versão da Schlop traz à tona o conflito cotidiano de viver em São Paulo: uma cidade que seduz e sufoca. A letra original de James Murphy foi substituída por um texto autoral, carregado de críticas sociais e imagens urbanas que os moradores de capitais brasileiras reconhecerão de imediato: da desigualdade gritante à especulação imobiliária, passando pelo desalento político e o custo de simplesmente existir em uma metrópole.

"São Paulo, te amo / mas tá foda demais", repete o refrão-mantra da canção, que oscila entre o deboche e a melancolia. Há espaço para questionar "tanto prédio pra quê?" e ironizar prefeitos que "vendem a vista como souvenir", mas também para se entregar ao ciclo cínico da vida na cidade: "me enfio num buraco / e vou tomar uma cerveja de vinte reais".

O lançamento vem acompanhado de um clipe caseiro e independente, dirigido pela vocalista Bella Pontes, com apoio de Gustavo Mortean (Rudini) e Alexandre Bazzan. O vídeo traz registros do cotidiano urbano, em diálogo direto com os versos da canção.

"Saí de São Paulo aos 17 anos. Depois de nove anos fora, voltar virou um objetivo. Porque, por mais clichê que soe, nenhum lugar é como São Paulo", comenta Bella Pontes sobre o tema da música. "Quando finalmente voltei, já adulta e com outro olhar, percebi que São Paulo é um caos magnético: dá vontade de fugir, mas é sempre pra onde eu quero voltar. Nada me preenche como essa cidade. Pela primeira vez, entendi exatamente o que o James Murphy quis dizer com ‘New York, I Love You But You're Bringing Me Down’".

"São Paulo, Te Amo Mas Tá Foda Demais" abre os caminhos para o novo disco da Schlop, que promete manter o tom direto, crítico e emocional, com o olhar sempre atento e peculiar às contradições da vida em suas letras, embaladas por arranjos fortemente influenciados pelo indie rock dos anos 90.

Fumaza faz reflexões profundas sobre a depressão em seu novo single, "Fim"

A banda mineira de Stoner/Doom Metal, Fumaza, disponibilizou seu novo single, "Fim", o último antes do lançamento de seu EP de estreia, previsto ainda para 2025.

Com uma proposta absolutamente sombria e densa, "Fim" honra a estética do Doom e do Stoner Metal, revelando a faceta mais introspectiva e crua do grupo. A composição, escrita por Jereh em um período anterior à formação da banda, nasce de um momento de profunda depressão. Segundo ele, "a música expressa toda a vontade que eu tinha de não existir. Em algumas partes, justifico meu desejo de partir e mostro em palavras como a vida é sem sentido."

A faixa é um grito silencioso vindo do fundo da alma, refletindo pensamentos angustiantes e uma busca por sentido diante da existência. Felizmente, o músico superou esse período difícil com ajuda de amigos e reencontro com seus sonhos, transformando sua experiência em música: "Procurei ajuda e consegui superar a depressão. Meu desejo de realizar meus sonhos voltou".

Norte Cartel encara o passar do tempo com irreverência e lucidez no novo single "Tempo Bom"

FONTE: Hell Yeah Music Company

Com quase duas décadas de estrada, os cariocas da Norte Cartel lançaram o single "Tempo Bom", combinando a crueza do punk rock e do hardcore com a sinceridade brutal de quem já viveu o suficiente para rir da própria decadência. O single chega após os lançamentos de "Eu Sou a Guerra" e "Derrubem os Reis", antecipando o próximo álbum completo da banda, que será revelado faixa a faixa ao longo do ano de 2025.

"Tempo Bom" é uma reflexão amarga mas espirituosa sobre envelhecer. A letra descreve o cotidiano de um sujeito que encara as mudanças físicas e emocionais com sarcasmo e irreverência por meio de situações do cotidiano, como o despertador que não toca, as visitas frequentes ao posto de saúde, o declínio físico na pelada de domingo, mas sem nunca perder o espírito combativo: "Mantendo o meu elã e porrada nos fachos!".

A banda afirma que a música não é uma ode simplória à nostalgia, mas uma celebração às boas memórias: "Tempo Bom não diz respeito a nenhum tempo que era bom, tampouco é sobre uma nostalgia vulgar qualquer. Ela é sobre entender que todo tempo é bom, com exceções, claro, mas todo tempo tem seu valor".

Daniel Fonseca mistura peso e sensibilidade no novo single "Behind the Mask"

FONTE: TRM Press

Faixa começa no acústico, ganha peso com influências eletrônicas e culmina em um rock alternativo com refrão marcante e solo de guitarra, tudo em quatro minutos que revelam a identidade artística do músico.

O novo single de Daniel Fonseca, Behind the Mask, já está disponível em todas as plataformas digitais e marca um momento importante na trajetória do jovem artista. Com apenas 19 anos, Daniel mostra maturidade ao apresentar uma música que evolui em camadas — começando de forma suave, explorando texturas eletrônicas e culminando num rock alternativo visceral e emocional.

"Essa música é como uma viagem dentro de mim", conta Daniel. "Começa com um violão tranquilo, meio introspectivo, e vai ganhando força até explodir. Eu queria que a produção refletisse essa transformação, porque fala muito sobre o que estou vivendo como artista e pessoa."

A canção fala sobre pessoas que escondem quem realmente são — seja por medo de rejeição, por necessidade de aceitação ou até por interesse. "O mundo está cheio de máscaras. Às vezes usamos para nos proteger, outras para manipular. Essa música é um convite para refletir sobre isso e, quem sabe, tirar a própria máscara", comentou.

Com um refrão envolvente e um solo de guitarra marcante, Behind the Mask resume, em apenas quatro minutos, a sonoridade e o estilo que Daniel vem desenvolvendo. "É um som que mistura tudo que eu gosto: melodia, peso, ambiência e emoção. O solo é como se eu dissesse tudo o que ficou preso nas entrelinhas da letra. É o meu jeito de falar com a guitarra."

Musicalmente, a faixa revela influências que vão desde o rock alternativo ao pop contemporâneo, passando por elementos de música eletrónica. Essa fusão dá ao single uma identidade própria, que foge de fórmulas e se apoia na expressividade. "Queria que fosse imprevisível. Que quem ouvisse pensasse: ‘uau, isso não foi o que eu esperava’. Porque é isso que eu gosto de sentir quando ouço algo novo", diz Daniel.

Behind the Mask faz parte do primeiro álbum completo do artista e já se destaca como uma peça central do projeto. "Essa música abriu meu olho para possibilidades musicais infinitas. Quando terminei de compor, percebi o quanto eu podia experimentar e ainda assim manter minha identidade", revela.

Criminal Action lança o single "Amor Inconsequente"

A banda curitibana Criminal Action, referência no hard rock cantado em português, lança seu novo single, "Amor Inconsequente", já disponível nas principais plataformas digitais. A faixa mergulha em uma sonoridade intensa, carregada de glam, atitude e cicatrizes emocionais, representando fielmente a alma da banda.

Com mais de uma década de estrada — formada em 2012, em Curitiba (PR) — a Criminal Action aposta em letras diretas, riffs marcantes e uma estética que bebe da fonte do hard rock clássico, mas com identidade própria e uma entrega visceral. "Amor Inconsequente" é um exemplo claro disso: um som que mistura força e vulnerabilidade, paixão e caos, com refrão explosivo e clima de arrebatamento emocional.

O single traz à tona a essência da Criminal Action, que segue consolidando sua trajetória com composições autorais e presença marcante na cena do rock nacional. Com visual carregado de referências do glam e uma sonoridade crua e poderosa, a banda mostra que é possível fazer hard rock em português sem perder a alma nem a pegada.

Midgard lança novo EP que resgata as origens da banda no doom metal

FONTE: Som do Darma

A cena do doom metal nacional é, com certeza, uma das mais relevantes do mundo! E foi durante a década de 90 que algumas das principais representantes do estilo surgiram aqui no Brasil. The Cross, Imago Mortis, Silent Cry, Pettalom, Lugubrious Hymn, Serpent Rise, Pentacrostic, Monasterium, são alguns nomes, além da Midgard, é claro.

Formada em Bauru/SP em 1999, a primeira demo tape autointitulada saiu no mesmo ano reunindo apenas duas faixas, mas que tornaram-se clássicos do doom nacional na época, "Self Liberty" e "Last Sanctuary". Ao contrário da maioria das bandas de doom dessa época que flertavam com o death metal, o Midgard era uma autêntica banda de epic doom metal, ou heavy doom, na melhor escola Saint Vitus, Candlemass, Trouble e Solitude Aeternus.

Entusiasmados com o retorno e o momento atual, o Midgard lançou então no dia de finados do ano passado, aquele que é seu segundo álbum de estúdio, "Verdugos".

Reunindo nove faixas, "Verdugos" compila composições do passado histórico da banda com outras mais recentes, por isso mesmo é um álbum bastante plural.

Eis que, ainda comemorando o sucesso de "Verdugos", e superando as expectativas mais otimistas, o Midgard acaba de lançar um novo EP, "Echo Fractum".

Gravado no Mister Rec Vintage Studios em Bauru/SP com produção de Amauri Muniz e mixagem/masterização de Caio Cordeiro Constanzo, "Echo Fractum" reúne tres faixas que resgatam as origens da banda no doom metal.

"Lançar este EP tão cedo após o ‘Verdugos’ atendeu, de certa forma, à nossa vontade de consolidar as inovações apresentadas nele, com a presença de mais teclados atmosféricos e os vocais divididos com um pouco mais de ênfase", explica a vocalista Paula Jabur. "Foi também uma oportunidade de oferecer um contraponto, um complemento ao ecletismo do ‘Verdugos’, demonstrando que nossa veia doom é forte e, por fim, de homenagear e celebrar amigos, parcerias e influências antes de iniciar um novo ciclo criativo."

Rovers lança o single "Black Wings" antecipando seu álbum de estreia

FONTE: Hell Yeah Music Company

A Rovers, banda idealizada e liderada pelo músico e compositor curitibano Rômulo Vicente, lançou o single "Black Wings", promovendo um verdadeiro tributo aos grandes nomes do Hard Rock e do Heavy Metal. A faixa é uma síntese dos dois estilos que definiram a última geração analógica: riffs diretos e memoráveis, refrão cativante, solo de guitarra arrebatador e uma energia crua que remete à era de ouro do rock pesado, uma época onde a atitude dos músicos e suas mensagens moldavam gerações.

Mesclando a agressividade do Thrash Metal com a alma e o groove do Hard Rock, "Black Wings" carrega a força de referências como Metallica e Black Sabbath, principais influências do músico Rômulo Vicente. A letra, por sua vez, traduz um espírito de superação, enfrentamento e libertação, em uma metáfora poderosa sobre romper com o passado, alçar voo em direção ao desconhecido e nunca mais olhar para trás.

Icarus expande seu universo com os lançamentos de "War Cry" e "Weeping Tides"

FONTE: Hell Yeah Music Company

O Icarus, projeto idealizado e liderado pelo músico e compositor goiano Adam Calaça, lançou dois novos singles que reafirmam a riqueza conceitual e a versatilidade de sua proposta artística: "War Cry" e "Weeping Tides". Unindo fantasia épica inspirada em cenários de RPG, narrativas densas e composições autorais cuidadosamente elaboradas, a banda mergulha em temas que transitam entre o simbólico e o emocional.

Enquanto "War Cry" canaliza o espírito guerreiro da juventude, com sua energia impulsiva, senso de pertencimento e desejo de viver com propósito, "Weeping Tides" desce às profundezas da memória coletiva, resgatando as cicatrizes históricas da humanidade e propondo uma reflexão sensível sobre dor, justiça e cura. Os singles são sucessores do álbum de estreia da banda, "Alvorecer da Imaginação", de 2024, e antecipam novos lançamentos esperados ainda para 2025.

Por sua vez, "Weeping Tides" conduz o ouvinte por uma jornada emocional profunda, dolorosa e comovente, na qual o oceano surge como testemunha silenciosa das tragédias causadas pela escravidão e pela exploração humana. A canção sugere imagens de correntes, navios e mercados de carne e ossos, não de forma literal, mas por meio de uma linguagem simbólica e poética, que amplia seu impacto emocional e reforça sua dimensão política. É uma elegia que transforma o mar em espaço de memória, lamento e denúncia sutil. "A mensagem central é clara: há feridas profundas na história que ainda ecoam no presente, nas águas, nas lágrimas, nas estruturas sociais invisíveis", comenta Adam.

V.Shyne Lança Versão Acústica de "Rebel"

O compositor e músico V.Shyne (também conhecido como Voodoo Shyne) acaba de lançar a versão acústica de seu single "Rebel", oferecendo uma nova perspectiva sobre sua composição original.

Nesta releitura intimista, V.Shyne assume os vocais de sua própria criação, enquanto Estevan Sinkovitz contribui com violões e baixo, e também assina a mixagem e masterização da faixa, conferindo uma dimensão mais orgânica e emotiva à produção. A versão acústica destaca a profundidade lírica da composição, que explora temas universais sobre a dualidade humana e conflitos internos.

Kocytus: banda lança "Heretic", novo videoclipe com atmosfera cinematográfica e conceito sombrio

A banda paulista de death metal melódico Kocytus acaba de lançar o videoclipe de "Heretic", terceira faixa audiovisual do álbum de estreia autointitulado, consolidando a proposta visual e conceitual do grupo. O clipe foi gravado em uma fábrica abandonada, escolhida intencionalmente para traduzir em imagem a essência brutal, sombria e apocalíptica da música.

Para o guitarrista João Pedro Oliveira, a locação foi parte fundamental da experiência: "Gravamos esse clipe em uma fábrica abandonada. Acho que representa bem os temas da música, toda a vibe de algo destruído e deixado para trás. Estávamos muito animados pro dia de gravação e ficamos extremamente felizes com o resultado final. Com certeza planejamos fazer mais como este, sempre com a intenção de elevar o nível da produção."

Com mais narrativa e produção do que os lançamentos anteriores, "Heretic" marca também o primeiro trabalho da banda fora do ambiente de estúdio, apostando em uma abordagem mais cinematográfica.

O vocalista Matheus Javali explica o conceito por trás da faixa: "É um duelo épico e sangrento entre o herói e uma força maligna ancestral. Esse ser desafia os fortes, despreza os fracos e destrói tudo o que é humano — amor, esperança, orgulho — impondo sua vontade cruel sobre um mundo condenado."

O lançamento reforça o amadurecimento artístico da Kocytus, formada por jovens músicos que unem peso, melodia e uma estética sombria com influência de bandas como Opeth, Death e Mastodon. O videoclipe já está disponível no YouTube.

Formada no final de 2022 por Matheus Javali (vocal) e João Pedro Oliveira (guitarra), o Kocytus nasceu da vontade de transformar admiração pelo metal em criação artística autêntica. O projeto tomou forma rapidamente com a chegada do guitarrista Heitor Mariotto, que trouxe consigo a referência ao "Cocytus", o lago congelado do último círculo do Inferno na Divina Comédia de Dante Alighieri — inspiração que batizou e definiu a identidade da banda.

River Rise: banda curitibana lança novo single "In-between"

A River Rise Band (Classic Rock, Curitiba – PR), formada por Juliana von Mühlen (vocais), Márcio Arend (guitarra), Marcelo Pesh (bateria) e Ozéias Rodrigues (baixo), lançou seu mais novo Single: In-between. O novo trabalho está disponível nas plataformas digitais desde o dia 14 de julho de 2025. Até agora, a banda já lançou: Right Path (album; março de 2021), Leave Behind (EP; março de 2022), Untold Stories (album; fevereiro de 2023) e From Inside Out (Live Session; junho de 2024).

De repente, você percebe que não está sozinho. Você sente uma "energia" ao seu lado, mas não entende o que é e não sabe onde está. In-between é uma música enérgica que nos conta uma história: a personagem central se encontra em um cenário nunca visto, acompanhada de "uma energia" ao seu lado que a aconselha a abrir os olhos e seguir outro caminho. Seria uma visão ou apenas um sonho? A história é narrada na boa e velha combinação bateria, baixo, guitarra e vocal – em inglês, através de um harmônico diálogo entre as expressivas linhas de guitarra de Márcio Arend e a melodia da voz de Juliana von Mühlen. 



In-between foi composta, produzida e gravada pela própria banda, de forma totalmente independente, em seu home studio, no segundo semestre de 2024. Juliana é responsável pela letra, e Márcio, além de gravar guitarra, bateria e baixo, também assina a mixagem e a masterização. Atualmente, os músicos estão concentrados totalmente na divulgação deste novo trabalho.

Zelena lança primeiro EP "Livro dos Mortos"

Em julho de 2025, a banda goiana Zelena lança seu aguardado primeiro EP, "Livro dos Mortos", uma coletânea intensa que consolida os dois primeiros anos de estrada do grupo. Com quatro faixas autorais, o trabalho apresenta um heavy metal vigoroso, com influências do thrash e do crossover, em um som direto, pesado e sem concessões.

Formada majoritariamente por mulheres, a Zelena é liderada por uma das guitarristas mais experientes da cena local, com mais de duas décadas dedicadas à música. O nome da banda é inspirado na personagem da série Once Upon a Time — uma releitura da bruxa má do oeste — evocando o poder feminino e o misticismo como marca estética e simbólica do grupo.

O EP não segue um conceito temático fechado, mas carrega o DNA da banda: letras afiadas, riffs pesados e a energia de quem forjou sua identidade em ensaios, palcos e vivências cotidianas. A faixa-título, "Livro dos Mortos", é a mais elaborada do projeto e dá nome ao lançamento por sintetizar o ápice criativo da banda, tanto liricamente quanto musicalmente.

Gravado de forma independente com produção de Henry Wright (vocalista das bandas América Boulevard e Sunroad), o EP será lançado no dia 13 de julho nas plataformas Spotify e YouTube Music. Sem show de estreia previsto, a divulgação será feita pelas redes sociais da banda, mantendo o caráter direto e orgânico do projeto.

A trajetória da Zelena também carrega a relevância histórica de sua guitarrista, que integrou diversas bandas compostas por mulheres ao longo dos anos. "Sempre fiz parte de bandas majoritariamente femininas. Isso me inspira até hoje, porque representa resistência e pertencimento em um meio historicamente masculino", afirma a artista.

Em tempos de reconfiguração das cenas locais e afirmação de novos discursos no metal, o EP "Livro dos Mortos" surge como um registro fiel da sonoridade, atitude e propósito da Zelena — uma banda que mantém vivo o peso do som e a força de sua identidade.

Dollflesh lança dois singles: "Zero" e "White Noise" mergulham no caos

A banda brasileira Dollflesh estreia com dois singles que fundem peso industrial, texturas eletrônicas cruas e atmosferas sufocantes.

O primeiro single, "Zero", é um ritual sonoro, uma ode à divindade digital.

Com raízes no metal e no pulso mecânico da música eletrônica, a faixa mistura texturas industriais e energia hardcore em um organismo vivo que flutua entre o analógico e o digital.

Esse manifesto sonoro de estreia ecoa a tensão entre o caos e o controle, a carne e o código, onde a adoração é conectada por fios, e a divindade é puro dado.

Já o segundo lançamento, "White Noise", é uma metralhadora em loop — crua e direto no estômago.

O baixo e a guitarra se fundem em uma força brutal, suja e intensa, enquanto os vocais perturbados e tensos trazem o caos. A bateria tribal mantém tudo coeso, resultando no impacto característico da banda.

Apesar de ter sido escrita em algum momento do passado, "White Noise" infelizmente fala ao presente, em um tempo em que religião e política supremacista branca ainda arrastam o pior da humanidade para a superfície.

Com identidade visual marcada por elementos decadentes, glitch e horror corporal, o Dollflesh já prepara novos lançamentos para 2025.

Ingrime lança o single "Utopia" e propõe um respiro otimista em meio ao caos cotidiano

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda mariliense de Rock Alternativo, Ingrime, lançou o single "Utopia", promovendo um ponto de virada na trajetória do grupo, marcando uma fase de experimentações que ampliam os horizontes da banda sem abandonar a melancolia e o senso crítico que sempre definiram sua identidade.

Com uma letra sensível e encorajadora, "Utopia" fala sobre os desafios de seguir acreditando em dias melhores. O eu lírico questiona o próprio idealismo, confrontando vaidades, frustrações e inseguranças, ao mesmo tempo em que insiste em buscar o lado bom da vida, mesmo quando este parece distante. A música aposta em uma abordagem que equilibra a dualidade entre luz e sombra, otimismo e dúvida, esperança e realidade, e convida o ouvinte a refletir sobre a natureza da esperança em tempos de desencanto.

Anversa une hardcore e rap em videoclipe impactante de "1484" com a rapper Meire D'Origem

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda paulista de hardcore Anversa lançou o videoclipe sombrio e combativo de "1484", faixa que conta com a participação da rapper Meire D'Origem. Unindo rap e hardcore, a música promove uma fusão estética agressiva e incisiva, traduzida visualmente em uma narrativa que potencializa a força lírica da composição, que promove uma denúncia contundente da violência de gênero e um chamado à resistência coletiva diante de uma estrutura de opressão histórica, silenciosamente legitimada pelo sistema até os dias atuais.

O título "1484" remete a um dos períodos mais obscuros da história ocidental: o auge da caça às bruxas na Europa. Foi nesse ano que o inquisidor Heinrich Kramer escreveu o famigerado "Malleus Maleficarum", o "Martelo das Bruxas", tratado responsável por legitimar a perseguição a milhares de mulheres, com o respaldo do papado da Igreja Católica na época. A música estabelece um paralelo entre essas violências históricas e as opressões contemporâneas, como o feminicídio, o silenciamento de vozes dissidentes e as injustiças que as mulheres ainda enfrentam.

Edsão lança videoclipe de single "Setembro"

Edsão é jornalista, compositor, músico autodidata, baixista de rock, letrista, e escritor.. apresenta suas músicas, canções & letras, prosas e poesias, performances no baixo, análises de obras musicais, literárias, cinematográficas, além de crônicas cotidianas, e colaborações para o site whiplash.net. A Maquinavicio foi a união dos amigos edsão (baixo), fred lopes (guitarra), e robson ferrari (bateria), com o vocalista virtuose, andré leme. com influências de rush, living colour, the police, e audioslave, entre outros, as composições do grupo apresentavam músicas elaboradas e vigorosas traduzidas em arregimentações viscerais, com pegada e atitude. as letras, contundentes e refinadas, versavam sem pieguice sobre a crueza do cotidiano, conflitos existenciais e dificuldades nos relacionamentos, refletindo sobre a ditadura do gosto vigente na mídia sem se render a retóricas panfletárias ou militâncias sórdidas.

Daniel Fonseca lança "33", single que marca nova fase artística

FONTE: TRM Press

Música une peso, melodia e experimentação para expressar transformação interior e a simbologia de um número que acompanha o artista desde a infância

O músico e compositor Daniel Fonseca, de 19 anos, apresenta seu novo single "33", já disponível nas plataformas digitais. A faixa marca um momento especial e íntimo de sua trajetória: além de ser o primeiro lançamento com o artista assumindo os vocais de forma definitiva, a canção é uma homenagem direta ao número 33 — símbolo recorrente em sua vida e inspiração central para o novo trabalho.

"Desde muito pequeno, o número 33 aparece pra mim. Sempre em momentos decisivos, momentos bons, ele está lá. E no começo da produção desse álbum, quando tudo parecia confuso e difícil, eu via o 33 toda hora. Aquilo me acalmou, como se fosse um sinal de que as coisas iam dar certo", revela Daniel.

A faixa nasceu em meio a esse período de incerteza. A produção do álbum estava lenta, o som ainda não parecia certo, e a frustração tomava conta. Até que, aos poucos, o artista encontrou sua nova voz. "Foi nesse processo que tudo mudou. Comecei a cantar de verdade, encontrei um som que me emocionou, e compus essa música como uma forma de agradecimento por esse número que sempre me persegue. Espero que essa mensagem toque outras pessoas também."

Musicalmente, "33" carrega o DNA da experimentação. Mistura elementos do rock alternativo com guitarras pesadas, batidas modernas e vocais melódicos e limpos. A sonoridade busca equilíbrio entre peso e sensibilidade, dialogando com influências que vão de Deftones, Radiohead, Muse, Sleep Token até nomes do pop moderno como The Weeknd. "É uma música que mistura estilos, mas forma algo coerente. Tem fritação, guitarra pesada, vocal limpo, ambiência, e muito sentimento. É o tipo de som que representa exatamente onde eu estou agora", completa.

A produção é assinada por Adair Daufembach, um dos principais nomes da música pesada nacional. O single ainda conta com Felipe Andreoli (Angra) no baixo e Alexandre Aposan (Oficina G3) na bateria — músicos que acompanham Daniel desde os primeiros passos de sua carreira.

Fumaza estreia o single "Sombra" antecipando o lançamento de seu álbum de estreia

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda mineira de Stoner/Doom Metal, Fumaza, disponibilizou seu novo single, "Sombra", antecipando o lançamento de seu álbum de estreia, previsto ainda para 2025. Com uma proposta absolutamente sombria e densa, honrando a estética do gênero, a banda promete atormentar as profundezas da psique do ouvinte por meio de sua composição perturbadora e claustrofóbica.

Com mais de oito minutos de duração, "Sombra" é uma composição hipnótica e angustiante, que penetra lentamente pelos ouvidos como um lamento existencial carregado de distorções, fuzz e melancolia. É uma jornada épica que provoca sensações contraditórias: inquietude e fascínio, curiosidade e introspecção.

A canção propõe uma reflexão brutal sobre a condição humana e sua constante tensão entre conformismo e colapso, utilizando o instrumental como extensão dessa temática: lento, sufocante e ritualístico. Segundo a banda, "a música traz à tona nossa pior versão: 'Nunca conheci quem tivesse levado porrada', já dizia Fernando Pessoa. 'Sombra' aborda as fases nebulosas da vida relacionadas ao cotidiano, ao sistema e às relações sociais, fatos sobre a realidade mortal do ser humano e a perspectiva à flor da pele sobre isso, usando riffs sombrios e distorcidos para criar uma atmosfera de terror."

BlüdRaven estreia o single "ICKY" e mostra seu lado mais sombrio e contemporâneo

FONTE: Hell Yeah Music Company

Impulsionada pela excelente repercussão de seus primeiros singles, a BlüdRaven apresenta sua nova faixa, "ICKY", uma composição que representa uma mudança significativa em sua sonoridade. Mais contemporânea e pesada, a música mantém, no entanto, elementos marcantes que definiram a identidade da banda em seus lançamentos anteriores.

Carregada de uma atmosfera densa e instigante, "ICKY" emerge da intensa dualidade entre o desejo e a aversão, explorando impulsos por aquilo que, racionalmente, não deveríamos querer. A canção mergulha em emoções ambíguas, como o prazer perverso na dor, o fascínio compulsivo do vício e o conforto ilusório do autoengano. "ICKY é o nome do sentimento que mistura repulsa e desejo", explica Lorenzo Marchetti, compositor e letrista da faixa. "É a sensação de saber que algo faz mal e, ainda assim, não conseguir se afastar. Pode ser um amor, um vício, uma crença ou uma mania. Sempre há algo que reconhecemos como nocivo e, talvez por isso mesmo, continuamos alimentando".

Silver aposta na força da emoção na balada "Love is Rage"

Silver, novo projeto do guitarrista Felipe Machado (VIPER) e do vocalista Rodrigo Cerveira, lança hoje "Love is Rage". O single é a segunda amostra do primeiro EP da dupla, "Turn Around", que será disponibilizado em agosto.

Como todo bom "disco dos anos 1990", não podia faltar uma power ballad: "Love is Rage" tem uma bela introdução de piano até que a guitarra, baixo e bateria se juntam à melodia para criar um dos melhores momentos do EP. A faixa conta com a participação especial de Giovanna Cerveira, cuja voz forte e delicada brilha como prata – com o perdão do trocadilho em relação ao nome do projeto.

"A balada nasceu da perspectiva do amor como um sentimento que carrega várias emoções", afirma Rodrigo Cerveira. "Amor é força. A mais poderosa da humanidade na minha opinião e, por isso, carregada de emoções: simples, complexas, frias, quentes. Traduzir este coquetel na letra, na música e na melodia foi o que buscamos. Além disso, essa canção traz um componente a mais para mim, porque divido os vocais com a minha filha Giovanna, o que é sempre emocionante. É um orgulho indescritível. Também temos a presença de meu genro, o produtor Victor "Patesh" no violão".

Felipe Machado complementa: "Assim como boa parte das músicas do Silver, 'Love is Rage' nasceu de uma jam em Campos do Jordão, quando passávamos o feriado em família. Comecei a tocar uma sequência de acordes no violão e o Rodrigo já veio com a ideia para a letra e a melodia da voz. É a minha faixa favorita do EP".

A proposta do Silver é apresentar um rock contemporâneo que dialoga com a tradição do rock de arena. As composições e arranjos carregam um frescor moderno, sem deixar de lado o peso característico do gênero. O EP de estreia foi produzido por Val Santos, que também ficou a cargo do baixo e bateria programada.

Torture Squad lança videoclipe de "Thoth", faixa do álbum "Devilish"

Torture Squad, uma das grandes bandas do metal brasileiro, lança nesta sexta-feira, 11 de julho, o videoclipe da faixa "Thoth". Este é o sétimo vídeo de divulgação do aclamado álbum 'Devilish', lançado em setembro de 2023 pelo selo italiano Time to Kill.

Neste lançamento, a banda explora pela primeira vez o uso da Inteligência Artificial, com o videoclipe feito inteiramente por IA. As imagens são autorais, editadas pelo produtor e editor Daniel Berrettini da DB Criação & Design, construídas a partir de informações do compositor da letra, Rene Simionato. A ideia utilizar os recursos do IA para recriar a temática egípicia.

O guitarrista Rene Simionato comenta: "Essa música fala sobre Thoth, que carrega toda a sabedoria ancestral do Antigo Egito, e que na Grécia antiga foi conhecido como Hermes Trismegistus. Tudo se tornou uma verdadeira viagem mística, trazendo o mistério das Sete Leis Herméticas, que aparecem no clipe de forma simbólica e poderosa, e que se alinham diretamente com o peso do death metal".

Daniel Berrettini do DB Creative Studio também falou do que achou do trabalho: "Produzir o videoclipe de Thoth foi uma viagem fascinante ao Egito Antigo com toda sua riqueza cultural e visual. Através dos recursos da Inteligência Artificial criei imagens das exuberantes pirâmides, templos, paisagens desérticas, artes e escrita egípcia. Usei também efeitos visuais para criar a atmosfera mística em torno do deus Thoth. Um trabalho enriquecedor que fiz com muito prazer!"

Torture Squad irá irá anunciar em breve mais datas da turnê europeia, e recentemente confirmou participação no Wacken Open Air, o maior festival de heavy metal do mundo, que acontece na Alemanha. A banda irá se apresentar no dia 30 de julho, quarta-feira, fato que faz do Torture Squad a única banda brasileira a tocar quatro vezes no festival. A banda se apresentou em 2007, como vencedora do no Metal Battle, com a 'Chaos Corporation Tour', em 2008 com 'Hellbound Tour', 2011 com 'Aequilibrium Tour' e agora leva a 'Devilish Tour'.

Torture Squad segue divulgando o recente disco 'Devilish', disponível nas plataformas digitais e na versão física, com distribuição nacional pela Sound City Records e Valhall Music.

Hugo Mariutti lança "Heaven", primeiro single do quarto álbum da carreira

Hugo Mariutti divulga "Heaven", primeiro single do quarto álbum da carreira solo do guitarrista. "This Must Be Wrong" tem previsão de lançamento para o início de setembro.

"Essa música foi a primeira que escrevi para o novo projeto", revela Mariutti. "Lembro que gravei a melodia do refrão no celular e no mesmo dia já tinha ela inteira. É uma canção bem inspirada nas bandas inglesas de synth pop da década de 80, porém tentei colocar uma sonoridade mais atual nela".

Além da produção e mixagem, Hugo foi responsável por gravar todos os instrumentos da faixa, com exceção da bateria, gravada pelo seu braço direito, Edu Cominato, que já tocou em bandas de muita expressão como Mr Big.

O guitarrista segue motivado a evoluir artisticamente a cada novo trabalho e atualmente explora composições mais introspectivas e mergulha em sonoridades que se distanciam do heavy metal pelo qual é amplamente reconhecido. 'This Must Be Wrong' sucede 'The Last Dance' (2023), seu primeiro lançamento após o fim do Shaman, e promete aprofundar ainda mais o processo desafiador que o levou a sair da zona de conforto.

"Heaven" é um lançamento ForMusic Records.

Armahda lança "Silver Tears", single que revisita a Guerra da Cisplatina com homenagem ao Uruguai

FONTE: TRM Press

Nova música da banda mistura heavy metal, história e reflexão sobre a formação das nações sul-americanas.

A banda Armahda, reconhecida por transformar capítulos da história brasileira em música, lança "Silver Tears", terceiro single do próximo álbum. A canção revisita os acontecimentos da Guerra da Cisplatina (1825–1828), conflito decisivo entre o Brasil recém-independente e as Províncias Unidas do Rio da Prata, que culminaria na fundação da República Oriental do Uruguai. Com um trecho cantado em espanhol, a música presta homenagem direta ao povo uruguaio, e propõe um olhar plural sobre o passado.

Formado por Maurício Guimarães (vocal), Renato Domingos (guitarra), Alexandre Dantas (guitarra), João Pires (bateria) e Paulo Chopps (baixo), o ARMAHDA volta com histórias marcantes e músicas que empolgam do início ao fim.

"O Armahda sempre curtiu esse lance de mostrar que a cultura brasileira é formada também da história dos outros povos da América do Sul", conta Renato Domingos, guitarrista da banda. A faixa retrata o momento em que o imperador Dom Pedro I insistiu na posse da Banda Oriental — região estratégica à beira do estuário do Prata — mesmo sob oposição interna e limitações econômicas. Um símbolo da ambição geopolítica do jovem império brasileiro.

O nome da música nasce de uma imagem poética poderosa: "o rio da Prata chorou lágrimas de prata". É com essa metáfora que a letra aborda a tensão entre o desejo de domínio e a luta por liberdade. Enquanto o Brasil enviava tropas, os orientais se uniam sob a liderança de Juan Antonio Lavalleja e dos 33 Orientales, que atravessaram o rio e desencadearam um levante patriótico vitorioso. "No solo do Renato tem um trecho do hino do Uruguai. Acho que o pessoal de lá vai gostar muito", comenta o vocalista Maurício Guimarães.

Com a derrota brasileira e o impasse diplomático, a mediação inglesa resultou na independência da região, que passou a ser oficialmente reconhecida como República Oriental do Uruguai em 1828. "Essa música, assim como outras na carreira do Armahda, mostra como a história brasileira se confunde também com as histórias dos povos da América do Sul", diz Renato. A escolha de incluir versos em espanhol marca não só o respeito à cultura uruguaia, mas também reforça a proposta de integração latino-americana através da arte.

O vocalista Maurício reforça a intenção reflexiva da faixa: "Que esse episódio, ocorrido onde hoje já não é mais território brasileiro, ajude a resgatar a história de nossas nações-irmãs e nos convide a reinterpretar o termo ‘Libertad’". A música dialoga com o passado, mas também com o presente, ao convidar o ouvinte a pensar sobre as complexidades da identidade nacional e as cicatrizes herdadas dos conflitos.

No novo álbum, o Armahda irá além. Outra faixa abordará a tragédia do povo indígena charrua, aliado de Artigas e exterminado pelo então presidente Fructuoso Rivera, o mesmo herói da independência. "Ele chamou os charruas para uma nova missão em defesa da pátria, mas era uma mentira. Chegou lá, matou praticamente todos e ainda mandou quatro cativos para a França, onde foram expostos em circos. Uma coisa horrível", relata Maurício.

Fiel à sua proposta artística, o Armahda não pinta heróis perfeitos nem busca exaltar glórias cegamente. "Não existem santos nessas histórias, né?", observa Maurício. A ideia é mostrar os dois lados, cutucar feridas e encarar a história de forma crítica e empática. Isso vale tanto para os episódios do Brasil quanto para os das nações vizinhas. "A gente não fica só levantando os momentos patrióticos deles, a gente também põe o dedo na ferida, que é o que a gente já faz com a nossa própria história."

"Silver Tears" já está disponível nas plataformas digitais e acompanha lyric vídeo oficial no YouTube. O novo álbum da banda ainda não tem data definida, mas promete seguir explorando os ecos históricos da América Latina com peso, sensibilidade e consciência.

Sunroad lança single "Thunderbird Yell" com ex-vocalista do Accept e lendas do hard rock

A canção reúne um time de peso: David Reece (ex-Accept), Rex Carroll (Whitecross), Andy Robbins (Holy Soldier) e Fred Mika (Sunroad).

A banda goiana Sunroad lançou nesta sexta-feira, dia 4 de julho, o single "Thunderbird Yell", faixa inédita que antecipa a nova turnê nacional e dá uma amostra do espírito do próximo álbum de estúdio. A canção reúne um time de peso: David Reece (ex-Accept), Rex Carroll (Whitecross), Andy Robbins (Holy Soldier) e Fred Mika (Sunroad).

Musicalmente, a faixa bebe da fonte do Whitecross, grupo de hard rock cristão dos Estados Unidos. "A inspiração veio dos riffs criados pelo Rex Carroll, bem na linha do que ele faz com a banda. Eu apenas adicionei meu estilo na bateria e compus a letra", conta Fred Mika, baterista e fundador do Sunroad.

A composição aborda o preconceito enfrentado por quem vive em um ambiente onde o "ter" é mais valorizado que o "ser". O título remete ao grito de uma ave mitológica indígena norte-americana. "É a mais pura manifestação do ser", afirma Mika.

O destaque principal da gravação está na química entre os músicos envolvidos. "Foram quatro integrantes que nunca trabalharam juntos num mesmo projeto, mas que já dividiram palco em outras ocasiões. Isso deu uma sintonia bem interessante", comenta o baterista.

Reunir esse time não foi tarefa difícil. Todos já tinham laços prévios com o Sunroad. Rex Carroll e Andy Robbins são veteranos da cena hard rock cristã desde os anos 1980 e tocaram em shows no Brasil com o grupo goiano nas décadas de 2000 e 2010. "Rex já havia mixado um outro trabalho meu, o Earth Lux. E foi o Andy quem indicou o David Reece para essa faixa", revela Fred.

Entre os pontos altos da música, destacam-se os riffs marcantes e solos virtuosos de Rex Carroll, além da voz potente de Reece. "O drive dele se encaixou como uma luva. É uma música na linha do Ratt, mas com mais arranjos", diz Mika.

Com quase 30 anos de estrada, o Sunroad se prepara para mais um giro pelas capitais do Brasil e um novo álbum de inéditas, com participações de nomes como Mark Boals, Edu Ardanuy e o próprio Rex Carroll.

Krisiun atualiza datas da sua passagem pelo Brasil com o Malevolent Creation

Por Mário R. Pescada

O incansável Krisiun divulgou novas datas da sua atual turnê iniciada dia 05 de julho que passará por Europa, Ásia e América do Sul.
O anúncio anterior, divulgado em meados de maio pela Caveira Velha Produções, apontava nove datas no Brasil começando em setembro, incluindo aí três shows com o Malevolent Creation em Recife, Fortaleza e Belém.

Já o novo anúncio, publicado pelo grupo em sua página do Facebook, traz algumas mudanças e mais duas datas para o Brasil, totalizando onze shows começando em agosto.

No site da 101 Tickets estão à venda ingressos onde o Malevolent Creation se apresenta por aqui junto com o Krisiun em quatro cidades: São Paulo, Limeira, Belo Horizonte e Florianópolis.

Quebra Rock lança o single "Perdido Demais Pra Você"

Com uma mistura visceral de punk rock e alternativo, "Perdido Demais Pra Você" mergulha na angústia de um amor impossível — onde profundidade e superficialidade nunca se encontram.

Baixo groovado, guitarras afiadas, bateria precisa e um vocal rasgado que carrega toda a entrega emocional da banda.

Composição de Gabriel Bueno, gravada por Lucas Santos, Isa Moura e Rodolfo Lauber. Produção do músico e produtor Alexandre Capilé no estúdio Costella e lançada pelo selo Brado Records.

Worgohm lança o clássico "Wicked Game" em versão de Metal Moderno

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda brasileira Worgohm, liderada pelo guitarrista e compositor Michel Oliveira, lançou uma releitura ousada e arrebatadora do clássico "Wicked Game", de Chris Isaak. Com uma roupagem moderna calcada no Metal Moderno, regida pelo peso característico das guitarras de 8 e 9 cordas, a versão transforma a atmosfera melancólica da canção original em uma experiência brutal e avassaladora.

"Wicked Game" é uma balada melancólica lançada em 1989 que se tornou um clássico atemporal de Chris Isaak por sua atmosfera sombria e sensual. Com guitarras suaves, clima etéreo e a voz carregada de emoção de Isaak, a canção fala sobre o sofrimento de se apaixonar por alguém que só vai causar dor. Seu sucesso cresceu após integrar a trilha sonora do filme "Coração Selvagem" de David Lynch, e o icônico videoclipe em preto e branco, estrelado por Helena Christensen, ajudou a eternizar a música como um símbolo de desejo, vulnerabilidade e desilusão romântica.

Na releitura do Worgohm, a canção mantém sua essência melódica e introspectiva, mas ganha nova vida com camadas pesadas de guitarras, timbres modernos e texturas complexas típicas do Djent Metal e do Metal Moderno, em uma fusão única de delicadeza e brutalidade. Michel Oliveira soube respeitar a estrutura da composição original enquanto a transportava para seu próprio universo musical, prestando um tributo autêntico e poderoso, que dialoga com o clássico sem jamais perder a identidade da banda.

Willian Amorim lança seu EP de estreia com participações de músicos do Gloryhammer, Alestorm e outros

FONTE: Hell Yeah Music Company

O talentoso e experiente baterista brasileiro Willian Amorim lançou "The Elven Curse", o EP de estreia de seu projeto solo, reunindo uma verdadeira constelação do Power e Symphonic Metal nacional e internacional. O trabalho conta com participações como Sozos Michael (Gloryhammer), Elliot Vernon (Alestorm), Kleber Ramalho (PERC3PTION, Soulspell), Maria Verhelst (Women In Rock UK) e Cassio Marcos (Alchimist, Luiz Toffoli, Aria Inferno), resultando em um trabalho grandioso e ambicioso, que impressiona pela excelência musical e sua proposta conceitual: uma narrativa épica que envolve amores proibidos, elfos, vingança e magia.

"The Elven Curse" se passa em um reino ancestral governado por elfos, onde Irna, filha do rei, ao atingir a maioridade, parte em sua jornada de conexão espiritual chamada ITER, um ritual de provação entre a mente e a natureza. Durante sua travessia, ela encontra um humano gravemente ferido em uma caverna e, ao cuidar dele, um amor proibido floresce entre os dois. Decidida a apresentar Argo, o humano, ao pai, Irna se depara com a rejeição violenta do rei, que manda aprisionar o forasteiro e confina a filha sob escolta. Com coragem, ela foge e liberta Argo, mas ambos são capturados na tentativa de fuga. Diante de Irna, o rei assassina Argo com um punhal sagrado. Devastada, a jovem elfa se lança em um encantamento final: forja a própria morte e segue para o reino das fadas da vida, onde almas puras podem reverter destinos trágicos. Lá, ela encontra uma forma de reviver Argo, e juntos retornam para cumprir sua vingança, lançando uma maldição eterna de desgraça e morte sobre o pai de Irna e todos os que condenaram seu amor.

Ilegítimos lança o single "Madrugada"

Em meio à escuridão de uma madrugada difícil, nasceu "Madrugada", o novo single da banda gaúcha ilegítimos, que chega às plataformas digitais no dia 8 de julho de 2025. A faixa mergulha em uma dor pessoal profunda: a do vocalista e guitarrista Jeff Lee, que escreveu a letra enquanto sua esposa lutava contra um tumor cerebral.

Não há metáfora forçada, nem dramaturgia exagerada. O que há é verdade, e ela pulsa em cada verso, sustentada por riffs intensos que fazem do hard rock um veículo de resistência emocional.

"Escrevi chorando. Era minha maneira de transformar tudo aquilo em algo que pudesse gritar pro mundo." diz Jeff. É com esse tipo de sinceridade que a canção se constrói — e é o que a torna inevitável. Uma letra como cicatriz: exposta, mas viva. A poesia crua e direta da música transforma o luto em linguagem.

Banda Makv lança segundo single e lyric video do EP "Lethal"

No dia 04/07 a banda MAKV lançou o single da música "INTO THE HOLE" no Spotify e um Lyrics Video no You Tube, essa música é o segundo single do EP intitulado "LETHAL", gravado no estúdio Dharma com produção de Rodrigo de Oliveira (Korzus) e será lançado em breve. No sábado dia 12/07 a banda toca no festival InverNoise na Crash Club com a participação de muitas outras bandas.

Oriunda do ABC paulista a banda foi formada em 2004, o Makv é composto por Juliano Santos (vocal/guitarra), Caê Pimentel (guitarra), Marco Oliveira (baixo) e Thomas Perhs (Bateria), ficou por mais de 15 anos adormecida e hoje retornou as atividades com grandes lançamentos e shows.

Do rap Experimental ao Metal, Semdó lança seu mais novo álbum "Fragmentos"

"FRAGMENTOS" é um mergulho nas inúmeras versões de alguém, um trabalho que explora diversas sonoridades e temáticas que vão desde nostalgia, saudade ao ódio, raiva e a dissociação de si mesmo. Após 1 ano de produção, o álbum estreia nas plataformas digitais, trazendo junto consigo não apenas os fragmentos de SEMDÓ, mas de toda immortalis.

A produção do álbum fica por conta de Vannacci, Nvv e Otap, faixas que vão do rap experimental ao nu metal/metal alternativo, trazendo intensidade, atmosfera e muito sentimento. A parte visual fica por conta de SEMDÓ, Guerra, Hilario/Vepar e Pedro Vanacci (mc p da vp).

Pedro Iaco lança disco "Sangria" com participação inédita da banda alemã Blind Guardian

Artista paulistano, que já trabalhou com os lendários Guinga, Bobby McFerrin e Yamandu Costa, mergulha em um oceano no seu novo disco ‘Sangria’, com participações de Hansi Kürsch e Marcus Siepen, do Blind Guardian, Ensemble SP, Elodie Bouny, entre outros.

Nascido em São Paulo, na experiência do concreto urbano, mas de alma que aponta para o mar, por ter passado grande parte da vida no litoral — é como o paulistano Pedro Iaco define as duas faces do fio condutor criativo de sua vida. E nesta dualidade sugestiva encontramos os caminhos de ‘Sangria’, novo disco do cantor e compositor, que chega em todas as plataformas digitais dia 25 de junho.

O disco traz participações especiais de Hansi Kürsch e Marcus Siepen, vocalista e guitarrista do Blind Guardian, do Ensemble SP, do pianista André Mehmari e da violonista e compositora Elodie Bouny, que também arranja e produz o disco.

A fúria urbana traduzida em catarse se mistura à calmaria das ondas do mar em linhas que vão da música erudita, passam pelo violão popular, transitam pelo choro e desembocam na música flamenca e cigana com DNA ibérico, características fundamentais da música de Pedro Iaco, cujo nome artístico foi escolhido por Guinga e era um dos nomes de Dionísio na Grécia antiga.

Alarde - Lançamento do novo disco "Meu Nome É Segredo"

"Meu nome é segredo" é o nome do novo disco do Alarde. Música em forma de desabafo e reflexão, um mergulho para dentro. Alarde na alma. São 15 anos de banda, shows por todo o país e 4 discos lançados. Alarde é uma banda de rock que mistura psicodelia e música brasileira.

O quarteto paulista é formado pelos irmãos Luiz Silva, voz e guitarra, Rodrigo Silva, bateria, Marcelo Sanches no baixo e Rodrigo Mazza na guitarra.

A produção musical do novo disco é assinada pelo renomado produtor Sérgio Fouad, diretor artístico do estúdio Midas, que já trabalhou com artistas como Titãs e Zeca Baleiro, entre outros. O novo clipe do single "Meu Nome é Segredo" foi dirigido por Jean Furquim e gravado em São José dos Campos/SP.

SwitchBacK lança single que escancara os bastidores do poder

A banda SwitchBacK lançou no dia 4 de julho o single "A Farsa e a Força", faixa que antecipa o álbum "O Cão Tá Pra Trás", previsto para o segundo semestre. Com pouco mais de dois minutos, a música sintetiza a identidade sonora do grupo, que combina hardcore, grind e metal com intensidade, velocidade e um discurso direto e afiado.

A letra expõe o uso do poder político, econômico e militar como ferramenta de manipulação e dominação. "A Farsa e a Força" aborda como líderes e instituições constroem narrativas convenientes para legitimar decisões nocivas, recorrendo à força para sustentar mentiras. A crítica vai além da superfície e mergulha em temas como imperialismo, geopolítica e a influência ideológica das grandes potências.

Gravada no Tellus Studio, em Niterói, a faixa foi produzida, mixada e masterizada por Caio Mendonça, em um dos estúdios mais renomados da música pesada latino-americana. O destaque especial fica por conta da participação do músico Marcelo Val, que tocou craviola, instrumento pouco usual no gênero, mas que aqui funciona como elemento de contraste e tensão.

Formada em Niterói em 2017, a SwitchBacK vem se consolidando na cena underground com dois EPs lançados e mais de 60 mil streams nas plataformas digitais. O quarteto é formado por Vinny (vocais), Fabio Lannes (guitarra), Luciano Munhoz (baixo) e Mauro Lopes (bateria).

"Essa música nasceu da indignação com a forma como a verdade é moldada por quem tem poder. Queríamos fazer uma faixa curta, direta e impossível de ignorar, tanto musicalmente quanto na mensagem", afirma Mauro Lopes.

A arte da capa foi criada por Fran Lara, guitarrista da banda Dia de Greve, que começa a trilhar seu caminho como ilustrador e artista de colagens. Para esta criação, Fran se inspirou na velocidade dos meios de comunicação globais, em um mundo onde guerras e notícias se espalham em tempo real.

Recomendado para fãs de Ratos de Porão, Black Pantera, Surra, Paura e Ação Direta, o novo single da SwitchBacK entrega um som urgente, agressivo e sintonizado com as questões mais relevantes do crossover nacional.

Daniel Fonseca estreia nos vocais com o single "Plastic Idol" e crítica à idolatria moderna

Com produção de Adair Daufembach e videoclipe dirigido por Leo Liberti, o guitarrista brasileiro lança faixa autoral com participação de Felipe Andreoli (baixo) e Alexandre Aposan (bateria), unindo rock moderno à sua herança no metal.

O guitarrista brasileiro Daniel Fonseca, atualmente com 19 anos, inicia uma nova fase da sua carreira com o lançamento do single "Plastic Idol", já disponível nas plataformas digitais. A faixa antecipa o novo álbum ‘33’, que será lançado em breve. Conhecido pela sua trajetória no metal, Daniel estreia agora também como vocalista, revelando uma faceta mais autoral e expressiva. "Plastic Idol" marca o início de uma transição estética e musical, sem abrir mão do peso e da técnica que o consagraram.

Gravada ao lado de Felipe Andreoli (Angra, Matanza Ritual, Karma, Solo) no baixo e Alexandre Aposan (Vencedor de Grammy com o Oficina G3 e Aline Barros) na bateria, a canção traz produção de Adair Daufembach, referência na música pesada nacional. Com influências do rock moderno e do pop rock, "Plastic Idol" mantém a energia e complexidade do metal, refletindo a busca de Daniel por uma identidade sonora mais livre e contemporânea.

A transformação artística começou após sua mudança para os Estados Unidos, quando Daniel passou a compor de forma diferente e, pela primeira vez, a experimentar sua própria voz. "Eu não tinha um cantor por perto para fazer shows, então comecei a testar meus vocais. Peguei o material que já tinha e escrevi minhas linhas por cima. Foi ali que encontrei uma maneira muito verdadeira de me expressar", explica o artista.

Suas influências vocais são diversas, indo de Thom Yorke (Radiohead) a Matt Bellamy (Muse), passando por Chino Moreno (Deftones) e Billy Corgan (Smashing Pumpkins). Essa mistura resulta em um estilo vocal melódico, introspectivo e carregado de emoção, diferente do que se espera de um guitarrista oriundo do metal, mas perfeitamente coerente com sua nova proposta.

Com refrão forte e riffs marcantes, "Plastic Idol" traz uma crítica à idolatria contemporânea, ao culto de figuras que ganham status e adoração sem substância. "É uma crítica ao hábito de venerar figuras de plástico, que muitas vezes representam tudo aquilo que deveríamos evitar", afirma Daniel, que assina letra, voz e guitarra.

"Plastic Idol" representa o início de uma fase mais madura e pessoal na carreira de Daniel, agora também como vocalista. A faixa une crítica, melodia e intensidade em um formato acessível, mas autêntico. Um novo capítulo para um artista que decidiu se reinventar — e encontrou sua voz no processo.

Trio grunge Astianax Junior's celebra 5 anos com novo single

A banda Astianax Junior's, de São Paulo, lança o single "Come Home" pelo selo Se Vira Music, como prévia do futuro álbum Wrong Wild Confusing, ainda sem data de estreia. Com influências viscerais do grunge clássico — Nirvana, Alice in Chains e Mudhoney — a faixa é uma espécie de grito por conexão humana, que ressoa por múltiplas camadas interpretativas: pode ecoar tanto a radicalidade existencial de Sartre — sobre estarmos "condenados a ser livres" — quanto a vulnerabilidade confessional presente em Kierkegaard ou nas reflexões de Brennan Manning sobre a fragilidade humana.

Mais do que um lançamento, Come Home — coproduzido por Michel Oliveira, no Estúdio M.O Áudio — marca o início das comemorações pelos 5 anos de estrada da banda: uma trajetória construída sem atalhos, sem apoio externo, e com muito trabalho próprio.

Em 2024, foram 60 shows entre repertório autoral e covers — que o grupo realiza para financiar seus próprios projetos. Já passaram duas vezes pelos palcos dos EUA (em 2022 e 2024), chegando a gravar em Seattle, a convite de um produtor local que os conheceu ao vivo. O que parece "underground" é, na verdade, persistência profissional em estado bruto.

Vakan revela mais um capítulo do álbum conceitual "Sepia Dreams" com o single "The Hunter"

FONTE: Hell Yeah Music Company

Após introduzir o conceito de seu vindouro álbum conceitual, "Sepia Dreams", com o impactante single "We Are What We Are", a banda gaúcha de Power Metal, Vakan, revelou mais um capítulo surpreendente desta narrativa instigante e cinematográfica com o single "The Hunter", apresentando o lado mais sombrio do disco, que aprofunda ainda mais a densidade estética da obra.

O conceito do álbum gira em torno de Lilian, uma mulher que retorna à cidade natal para o enterro do pai. Enquanto tenta restabelecer laços com a família, ela passa a ter sonhos perturbadores que a conectam a memórias de infância e a uma série de desaparecimentos ocorridos décadas antes.

Em "The Hunter" a narrativa assume uma nova perspectiva: a do próprio assassino das meninas desaparecidas. Ele surge simbolicamente em um dos sonhos de Lilian, em um tom sarcástico e provocador, anunciando seu retorno e o fim de uma longa trégua. A presença do onírico é central na história — os sonhos da protagonista revelam fragmentos esquecidos do passado e elementos alegóricos que desafiam a lógica e exigem interpretação. Aqui o retorno do assassino se confunde com o retorno físico e emocional de Lilian à cidade, criando uma sobreposição entre o mundo real e o subconsciente. A letra dá voz a um sociopata confesso, que exibe sua perversidade com orgulho e nenhum sinal de arrependimento. Seu narcisismo exagera a própria importância nos acontecimentos da cidade e na vida da protagonista. Ao adotar essa perspectiva distorcida e cruel, a música insere uma dose de humor ácido, quase cômico, à sua abordagem da maldade humana.

AHPE lança "Mundo Caos": o antídoto contra coaches de Instagram e otimismo tóxico

Mundo Caos não é daquelas músicas que você ouve pra relaxar ou se sentir melhor. É um tapa ardido na cara, bem na hora em que você abre o Instagram e encontra um coach ensinando mindset enquanto o mundo desaba ao redor. Com hardcore temperado pelo sotaque do sul, a nova faixa da banda AHPE descreve uma realidade onde "o errado é correto e o correto é o imoral", onde todo mundo tem razão demais para conseguir ouvir qualquer coisa além da própria voz.

Lançada pela via crucis do Se Vira Music, o selo queridinho do tour manager de Rodolfo Abrantes, Mundo Caos foi gravada no estúdio Dead Marshall, por Dave Deville, em Caxias do Sul. Porque se é para cantar o colapso espiritual do planeta, nada mais justo que sair de um lugar chamado "Dead" alguma coisa.

A faixa, perfeita pra nomear o que todo mundo sente mas quase ninguém consegue articular, também marca a estreia do novo baterista Dudu Ferreira, que parece estar descontando na bateria toda a frustração acumulada dessa bagunça geral — ao lado de Kyd Monteiro (baixo) e Déco Santin (voz e guitarra). Em tempos em que "se acham modernos mas tão na inquisição", AHPE não oferece catarse nem consolo. Oferece o espelho. Aquele mesmo que Renato Russo já tinha cantado em Índios: "nos deram espelhos e vimos um mundo doente".

Samuel Yuri apresenta "Wolves" — balada folk-rock atmosférica inspirada na jornada interior

O compositor e cantor brasileiro Samuel Yuri, conhecido por suas canções de atmosfera cinematográfica, lança "Wolves", uma faixa folk‑rock que explora temas de sobrevivência, jornada pessoal e os instintos que habitam em cada um.

Em Wolves, Samuel conduz o ouvinte por uma trilha sonora intimista — com voz firme, guitarra atmosférica e percussão contida. A letra metafórica descreve o chamado do "lobo interior" e a busca por proteção, calor e identidade, além de destacar o poder da autodescoberta:

Orizzon estreia videoclipe de "Daylight" com reflexão poderosa sobre depressão e superação

FONTE: Hell Yeah Music Company

Ainda embalados pela ótima repercussão e excelente aceitação do público e da crítica para seu álbum de estreia, "Inner", lançado em 2024, a banda mariliense de Heavy Metal Orizzon apresenta mais um videoclipe impactante extraído de seu debut. Após o sucesso de "Critical", agora é a vez de "Daylight" ganhar sua versão audiovisual, revelando-se uma das faixas mais poderosas e emblemáticas do disco.

Carregada de simbolismo e emoção, "Daylight" transforma a depressão em um personagem sombrio que se dirige diretamente ao ouvinte. A letra, construída como um diálogo, apresenta essa entidade acolhedora em um primeiro momento, mas que logo revela sua natureza obsessiva e dominadora, prometendo prender a alma em um calabouço de dor. No entanto, é no refrão que a virada ocorre e surge um grito de resistência e autoconhecimento, um apelo à luz do dia e à força interior para seguir lutando: "Steel shines in fire, you are not dead!"

Com direção e produção da 0800 Cine, o videoclipe foi gravado no Cão Pererê e traz a formação completa da banda: Tiago Pierucci (vocal), Marcos Duran (guitarra), Leonardo Gonçalves (baixo) e Fabricio Mendonça (bateria). A escolha pelo formato ao vivo foi proposital, pois além de ilustrar visualmente a letra, o vídeo serve como uma vitrine da identidade da Orizzon nos palcos.

Mafra estreia o single "Guerra Fria" com participação de Muqueta Na Oreia e Haven

FONTE: Hell Yeah Music Company

A jovem cantora e compositora Mafra deu mais um passo decisivo em sua trajetória no Rock Nacional com o lançamento de "Guerra Fria", seu novo single autoral, e sua música mais pesada até aqui. A faixa, que já está disponível em todas as plataformas digitais, traz participações especiais da banda Muqueta Na Oreia e da cantora Haven, e marca também o início da produção de seu álbum de estreia.

Com uma letra afiada e a sonoridade agressiva, "Guerra Fria" é uma verdadeira catarse emocional. Inspirada em vivências pessoais da artista, a música aborda a dor provocada por relacionamentos tóxicos, falsidades e jogos de poder disfarçados de afeto. "Ela fala sobre pessoas que entraram na nossa vida como amigos ou parceiros, mas que, em algum momento, se revelaram como rivais silenciosos, obcecados em provocar uma guerra fria sem sentido", revela Mafra.

Musicalmente, o single representa o lado mais pesado da artista, transitando entre o metal moderno e o rock alternativo, com breakdowns marcantes, vocais viscerais e letras diretas. A composição, inteiramente em português, exibe a força de Mafra como letrista e vocalista, assumindo uma postura de resistência e autoconhecimento diante de ataques velados e manipulações emocionais.

Aos 18 anos, Mafra — nome artístico de Ana Clara Mafra — já é considerada uma das revelações do rock nacional. Natural de Porto Seguro-BA e radicada em São Paulo-SP, a artista carrega com orgulho sua origem nordestina e multicultural, com raízes indígenas, afrodescendentes, portuguesas e ciganas. Além de ter tocado e gravado com grandes nomes como Sandra de Sá, Rafael Bittencourt (Angra), Luis Mariutti (Sinistra, ex-Angra/Shaman) e a banda Medjay, Mafra é responsável por todas as suas composições, que mesclam influências do Rock, Pop, MPB e Metal, em português, inglês e japonês.

Edu Falaschi anuncia Bill Hudson (Doro, I Am Morbid, NorthTale) em concerto sinfônico em São Paulo

FONTE: TRM Press

No dia 5 de julho de 2025, São Paulo será palco de um dos eventos mais impactantes da história do heavy metal nacional. Entre as participações mais aguardadas está o guitarrista brasileiro Bill Hudson, conhecido internacionalmente por seu trabalho com Doro, I Am Morbid, NorthTale, Savatage e Trans Siberian Orchestra, além de sua carreira de destaque na cena do metal mundial.

Apresentado por Edu Falaschi, Bill Hudson subirá ao palco para interpretar solos e arranjos marcantes, trazendo sua técnica virtuosa e presença de palco arrebatadora. Com uma carreira sólida e reconhecida em diversas frentes do metal, Bill promete elevar ainda mais o nível do espetáculo com sua performance intensa e energética.

Sua participação reforça o caráter ousado e internacional do show, que une o melhor do metal ao erudito em um formato sinfônico imersivo. Edu Falaschi apresentará o álbum Temple of Shadows na íntegra e outros clássicos de sua carreira, com arranjos sinfônicos assinados por Adriano Machado, Ricardo Michelino e Matheus Felipe.

A noite também contará com um show especial do lendário vocalista Roy Khan (ex-Kamelot), que interpretará grandes sucessos do aclamado álbum The Black Halo, acompanhado pela banda Maestrick e com arranjos do compositor brasileiro Bruno Oliveira, atualmente atuando em Hollywood. O line-up se completa com as bandas Noturnall, Auro Control e a participação especial de Kai Hansen (Helloween, Gamma Ray).

Serviço:
Edu Falaschi + Roy Khan & Maestrick + Noturnall + Auro Control
Data: 5 de julho de 2025 (sábado)
Horário: Abertura dos portões às 18h
Local: Tokio Marine Hall – Rua Bragança Paulista, 1281 – São Paulo/SP
Ingressos aqui

Aeon Fracture desafia o domínio das máquinas no single "A Man's Will Won't Wither Away"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda paulista de Prog Metal Aeon Fracture deu mais um passo em direção ao lançamento de seu aguardado terceiro álbum de estúdio com o novo single, "A Man's Will Won't Wither Away". A faixa mergulha em uma narrativa distópica que questiona os limites do progresso tecnológico e levanta uma reflexão profunda sobre o apagamento da humanidade em um mundo dominado pelas máquinas.

Na canção, acompanhamos a história de um homem considerado retrógrado — alguém que rejeita a evolução da sociedade sob a ótica da tecnologia e se recusa a se curvar diante da automação desenfreada. Com uma letra poética e visceral, a música constrói uma poderosa metáfora sobre a resistência do espírito humano frente à desumanização crescente. A música evidencia a luta entre carne e engrenagem, razão e algoritmo, onde o eu lírico, mesmo pressionado por um sistema impiedoso, reafirma sua identidade e sua força interior.

Atualmente, a formação oficial conta com Fernando Neri nos vocais, Rodrigo Augusto e Denis Garcia nas guitarras, Dennis Ferreira no teclado, Diego Fernandes no baixo e Ciro Rezende na bateria. Saiba mais sobre o Aeon Fracture e acompanhe todas as suas novidades e lançamentos por meio do @fernandonerisaeonfracture no Instagram.

Vocifer lança videoclipe de "I Am" e revela a face narcisista e manipuladora dos líderes políticos

FONTE: Hell Yeah Music Company

Celebrando dois anos do lançamento de seu aclamado segundo álbum de estúdio, "Jurupary", a banda tocantinense Vocifer acaba de divulgar o videoclipe de "I Am", uma das composições mais pesadas e impactantes de sua trajetória. Com uma abordagem sarcástica, inteligente e provocadora, a faixa expõe as engrenagens da manipulação, do narcisismo e do culto à personalidade, elementos frequentemente presentes nos bastidores da política contemporânea. Através de uma crítica mordaz, a banda retrata a figura do político que ressurge durante o período eleitoral, munido de promessas vazias, discursos ensaiados e sorrisos artificiais, tudo isso apenas para desaparecer logo após a contagem dos votos.

Desde que assinou contrato com a gravadora grega Alone Records, responsável pela distribuição mundial do "Jurupary" em formatos físicos como CD e vinil, a Vocifer vem consolidando sua posição como um dos principais nomes do metal brasileiro no cenário internacional. Unindo peso, identidade e consciência, o grupo leva adiante uma proposta artística que vai além da música: suas composições são carregadas de simbolismos que exaltam a riqueza da floresta, a força dos povos originários e a urgência da preservação da cultura amazônica.

Dentro do conceito do álbum, "I Am" é o tema do vilão. A música fala de egocentrismo, manipulação e do momento da narrativa em que o antagonista se apresenta como herói, sendo seguido cegamente por um povo que não enxerga a verdade. Enquanto isso, o verdadeiro herói é tratado como o vilão. A letra é toda em primeira pessoa, um recurso pensado para evidenciar a arrogância e a sede de poder de quem domina os discursos e controla narrativas.

Livro documenta memórias de histórico encontro punk no interior de SP

No ar até o dia 15/7 ação para pré-venda do livro "Difusão da Cultura Punk: hardcore contra o fascismo, contra o machismo". Produzido no espírito DIY e sem fins lucrativos, o material tem como propósito contribuir para a documentação das memórias do punk e do underground, bem como do evento que ficou conhecido como "encontro de Bragança".

A publicação traz 104 páginas, dezenas de fotos e depoimentos de quem tocou ou esteve lá. Organizado pelo jornalista Marlon Maciel e trabalho gráfico de Zé Aldo Costas.

O Difusão aconteceu em dezembro de 1995 e teve mais tarde sua importância reconhecida dentro do movimento anarcopunk. Foi um dia inteiro de atividades e confraternização libertária que reuniu jovens punks de várias partes do país e 16 bandas, como Neurose Urbana, Castitate Socyale, Extrema Agonia, Execradores, Ira dos Corvos, Sinfonia di Cachorro, etc.

O material está disponível para pré-venda até dia 15 de julho. Valor R$ 70 (envio incluso). Para apoiar a iniciativa, é só entrar em contato com o autor pelo whatsapp (11) 96910-8610, pelo instagram @consciencia_citrica ou pelo e-mail [email protected]. Além de adquirir 01 (um) exemplar, os apoiadores terão sua distro, selo ou nome na publicação.

No Void Shelter transforma revolta em arte no clipe de "Masks"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda mineira de Heavy/Prog Metal, No Void Shelter, lançou o videoclipe de "Masks", uma das faixas mais intensas e contundentes de seu álbum de estreia, "Unlock". Com uma forte carga emocional e duras críticas sociais, a música e seu videoclipe escancaram a hipocrisia que veio à tona durante a pandemia, expondo o abismo entre discursos de compaixão e atitudes egoístas. Utilizando falas reais do ex-presidente brasileiro e referências filosóficas de Platão, Sêneca e Nietzsche, o clipe transforma a indignação em manifesto visual, desafiando o espectador a encarar o que se esconde por trás das máscaras, inclusive as próprias.

Dirigido a partir de uma estética sombria e carregada de simbolismo, o videoclipe amplifica o impacto da letra e traduz visualmente a tensão entre aparência e verdade. Ao intercalar cenas marcadas por metáforas visuais com trechos de discursos reais, "Masks" expõe como o medo, a fé e a ignorância podem ser usados como ferramentas de manipulação e controle, propondo uma poderosa reflexão sobre o perigo de líderes que se escondem atrás de falsas virtudes enquanto alimentam o caos.

A No Void Shelter é uma banda mineira que teve sua origem em 2013, ainda com uma sonoridade voltada para o blues e o rock clássico. Com o passar dos anos, o grupo amadureceu artisticamente e consolidou uma identidade própria. A partir de 2019, passou a explorar um universo mais denso e sofisticado, unindo elementos do heavy metal e do metal progressivo a arranjos repletos de camadas emocionais e texturas sonoras. O resultado dessa evolução culminou no lançamento do álbum de estreia "Unlock", em 2022, um trabalho que propõe uma reflexão profunda sobre a realidade contemporânea, conectando presente e passado através de temas como política, resistência, crítica social e existencialismo. O álbum obteve excelente recepção tanto pelo público quanto pela crítica especializada, com destaque para a resenha publicada na conceituada revista Roadie Crew, onde recebeu nota 9 de 10 na avaliação assinada por Ivanei Salgado.

Tempusvernum lança vídeo para "Mystical Call"

FONTE: Wargods Press

Após celebrar a chegada de um novo ciclo com o lyric vídeo da faixa "Primavera" e um show em Bauru/SP, a banda TEMPUSVERNUM lança agora um videoclipe oficial de "Mystical Call", faixa que integra o EP "Frightened" (2024). A produção é assinada por Amanda Dias, responsável por filmagem, direção e edição. No vídeo, a banda intercala atuações, bastidores e imagens do último show.

A música — densa, envolvente e de forte carga simbólica — permite múltiplas interpretações: pode ser vista como o momento em que a protagonista aceita o chamado da magia do caos, ou ainda como uma reinterpretação simbólica do mito de Eva sendo tentada por Lúcifer no Jardim do Éden. "Em ambas as leituras, "Mystical Call" é um convite para atravessar o limiar da segurança e se entregar ao desconhecido", comenta a vocalista Hegle.

O lançamento dá sequência à divulgação do EP "Frightened", que já havia ganhado destaque com o lyric vídeo de "Primavera", lançado em parceria com o coletivo Motim Underground. A faixa carrega uma mensagem de renascimento e resiliência, e marcou também a estreia da nova formação ao vivo da banda no último dia 7 de junho, durante o Johnny’s Rock Autoral. A apresentação foi a primeira com os novos integrantes Thiago Barbosa (baixo) e Nathan França (guitarra), que agora se juntam a Hegle, Gabrielle Rocha (guitarra) e Lívia Messi (bateria).

Show histórico celebra os 50 anos do álbum "Fruto Proibido" com supertime de estrelas do rock nacional

FONTE: Top Link Music

Show histórico celebra os 50 anos do álbum "Fruto Proibido" com supertime de estrelas do rock nacional. Frejat, Paulo Ricardo, Supla, Marisa Orth, Lobão, Jorge Ben Jor e Zélia Duncan se unem a membros originais do Tutti Frutti em apresentação única.

No dia 9 de julho de 2025, o palco do Tokio Marine Hall, em São Paulo, será o cenário de uma celebração única e imperdível: os 50 anos do icônico álbum Fruto Proibido, de Rita Lee & Tutti Frutti. A data será marcada por um espetáculo grandioso que reúne alguns dos maiores nomes da música brasileira, reverenciando uma das obras mais importantes da história do rock nacional. A banda que acompanhará o show é formada por grandes músicos: Luiz Carlini, Sol Ribeiro, Roy Carlini, Mario Testoni, Geraldo Vieira e Lucas Tagliari Miranda.

Além dos convidados, o evento terá a presença de músicos que fizeram parte da formação original do disco. O lendário guitarrista Luiz Carlini, que também assina a curadoria do espetáculo, se junta a Andreas Kisser, Frejat, Paulo Ricardo, Supla e Jorge Ben Jor para reviver os grandes clássicos do álbum.

Com faixas como "Ovelha Negra", "Agora Só Falta Você" e "Esse Tal de Roque Enrow", o show presta tributo à obra que não apenas consagrou Rita Lee como ícone do rock nacional, mas também influenciou gerações com sua ousadia, lirismo e atitude.

"Fruto Proibido foi feito em um momento de liberdade criativa total. Estar ao lado de artistas que admiro tanto para homenagear esse álbum é emocionante", destaca Carlini.

A produção é da Top Link Music, com apoio de Paulo Baron. A expectativa é de uma noite histórica, reunindo diferentes gerações em torno de um dos maiores legados da música brasileira.

Serviço:
Tutti Frutti e os 50 anos do álbum "Fruto Proibido"
Data: 9 de julho de 2025 (quarta-feira)
Local: Tokio Marine Hall - R. Bragança Paulista, 1281 - Várzea de Baixo, São Paulo/SP, 04727-002
Abertura dos portões: 18h00
Ingressos: Ticket Master

Again in Hell lança seu EP de estreia, "Maldade Genuína", com Death Metal cantado em português

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda mineira de Death Metal, Again in Hell, lançou seu avassalador EP de estreia, "Maldade Genuína", uma obra visceral, crua e implacável, que mergulha na essência mais brutal do gênero, incorporando influências e elementos de outras vertentes do metal extremo que moldam a identidade do grupo. Com seis faixas pesadas e tematicamente provocadoras, o trabalho apresenta uma sonoridade direta e agressiva, aliada a letras em português que abordam, com realismo desconcertante, temas como raiva, violência, colapso emocional e hipocrisia social.

O EP traz à tona personagens e situações-limite: desde figuras atormentadas pela própria fúria, passando por mentes desequilibradas prestes a romper com qualquer noção de humanidade, até críticas severas ao uso da fé como ferramenta de manipulação. Debruçando-se sobre temas como serial killers, massacres escolares, falsos profetas e a brutalidade como linguagem do desespero, "Maldade Genuína" traz um reflexo distorcido, porém fiel, de um mundo onde a violência se tornou banal.

A Again in Hell é uma banda mineira de Death Metal, formada em 2020 na cidade de João Monlevade. Com letras em português e uma sonoridade ancorada nos estilos mais extremos do metal, o grupo tem no death metal sua espinha dorsal, mas incorpora elementos de diversas vertentes do metal extremo para construir uma identidade própria, agressiva e autêntica. Entre suas principais influências estão nomes como Krisiun, Sepultura, Cannibal Corpse, Thanathus, Suffocation e outras referências do cenário nacional e internacional. A atual formação da banda conta com Wally Roots no baixo e vocal, Sanmuel Brad na guitarra e Marcos Vinicius na bateria.

Ostra Coisa lança "Teias Siderais" e mergulha em novas atmosferas existenciais

FONTE: Wargods Press

A banda OSTRA COISA, de Ubatuba/SP, lançou no dia 13 de junho seu aguardado novo álbum, "Teias Siderais", disponível nas principais plataformas digitais. O trabalho representa uma nova fase na trajetória do quarteto, com sonoridade ainda mais expansiva e temas que exploram o cotidiano, a existência e os ciclos da vida com lirismo e ousadia. Segundo o guitarrista e vocalista Alexandre Sofiatti, o disco "está bonito, está diferente, e cada faixa carrega uma surpresa, o que torna o álbum ainda mais especial! Tem feat, tem energia, tem emoção... foi um trabalho realizado com muito cuidado, e não poderíamos estar mais felizes".

Gravado e mixado pelo guitarrista Marcus Goulart no Manguezal Estúdio, "Teias Siderais" sucede a coletânea "Lembranças da Noite Anterior", lançada em março como uma reorganização e reapresentação do repertório dos EPs "Choque Cultural" (2018) e "Obnubilado" (2022). Ao mesmo tempo, a banda preparava o terreno para o novo disco, investindo em novos arranjos, ambientações e nuances.

O lançamento foi precedido por uma sequência de singles que revelaram diferentes faces do álbum. Em abril, "Get Ready" surgiu em nova versão, com participação especial do guitarrista Kaue Macri, ajustes vocais e instrumentais. Logo depois, veio "Herói Urbano", acompanhada de videoclipe, refletindo o caos da cidade sob o olhar de um personagem invisível.

E poucos dias antes do lançamento oficial, a banda surpreendeu com mais uma faixa inédita: "O Inevitável" — uma homenagem poética à vida e à finitude, narrada do ponto de vista de um cão. A canção sintetiza com sensibilidade o espírito do disco, trazendo à tona os diversos ciclos que regem nossa vida. E além dos singles lançados anteriormente, destacam-se as faixas "She's Gone", composta e cantada por Júlia Gomes e "By the Sea", composta por Luiza Sofiatti, que também gravou os vocais e o ukulele.

Combinando Rock alternativo, Punk, Metal, psicodelia e elementos experimentais, "Teias Siderais" mostra ao público a forte identidade autoral do grupo, sempre disposto a provocar, emocionar e reinventar sua linguagem. A banda é formada por Alexandre Sofiatti (voz e guitarra), Patrícia Gomes (baixo), Marcus Goulart (guitarra e produção) e Ralph Casarsa (bateria).

The Anger lança o single "Smooth Booze!" e apresenta faixa inédita

FONTE: Wargods Press

Já está no ar o novo single da banda paulista THE ANGER, intitulado "Smooth Booze!", trazendo duas faixas que dialogam com diferentes vertentes da música pesada, sem abrir mão da identidade construída pela banda nos últimos anos. Formado em 2019, o THE ANGER é um power trio composto por Rafael Orsi (guitarra, baixo e vocal), Fábio Moysés (bateria) e Aivan Moura (vocal e teclados), que desde sua estreia teve como proposta apresentar uma visão crítica da realidade urbana, sem deixar de lado a musicalidade — que transita entre o Metal tradicional, o Hard Rock e até nuances de Blues e Punk. O disco de estreia, "Through Love, Anger, Pain and Sorrow" (2020), apresentou o projeto ao público com um som direto e vigoroso.

O álbum seguinte, "Tales from the City – Part 1" (2021), solidificou o estilo da banda com um repertório que mistura peso, crítica social e versatilidade musical. O site RioMetal Press destacou que o disco "trafega por caminhos como o blues, o hard rock e o metal, com momentos sombrios, góticos e urbanos", enquanto o Headbangers Brasil descreveu o trabalho como um "rockão classe A" que retrata "as mazelas das grandes cidades brasileiras". Faixas como "Ghosts", "Mr. Nobody" e a própria "Kick All the Asses" foram apontadas como destaques, deixando clara a capacidade do trio em construir músicas diversificadas.

Agora, "Smooth Booze!" revisita esse repertório com uma nova versão de "Kick All the Asses", mais crua e agressiva, com os dois pés fincados no Heavy Metal. Se na versão anterior a faixa já carregava atitude, aqui ela surge com uma urgência renovada, potencializada por riffs diretos e vocais mais rasgados. Na sequência, a banda apresenta "Live for Rock 'n' Roll", faixa inédita que trafega com naturalidade entre o Classic Rock e o Metal tradicional. Com estrutura vibrante e um riff marcante, além de um refrão cativante e letra descomplicada, "Live for Rock 'n' Roll" é perfeita para shows, possuindo um clima festivo, como destacou Rafael Orsi: "Quando escrevemos a música pensamos justamente em um show, aquele clima ao vivo, a cerveja rolando de mão em mão, a galera curtindo. É uma música típica para os palcos pela energia que carrega".

Pilares do Sol estreia com o single "Beam of Light" e surge como uma revelação do Power Metal nacional

FONTE: Wargods Press

A cena Heavy Metal brasileira ganha mais uma banda com o lançamento de "Beam of Light", single de estreia do PILARES DO SOL, já disponível nas plataformas digitais e em vídeo clipe. Misturando o peso e a velocidade do Power Metal com influências líricas de cunho filosófico e antropológico, a música apresenta ao público uma formação comprometida com a intensidade sonora e a profundidade emocional.

Formada em 2023, a banda surgiu da união de músicos experientes da capital paraibana: Mad Ferreira (guitarra), Dotan Flávio (baixo) e Vitor Alves (bateria). Pouco depois, juntaram-se ao grupo os guitarristas Matheus França e os vocalistas Junior Andrade e Leonardo Diniz – esse último integrando a formação oficialmente em 2025. A estreia de ambos nos vocais acontece justamente em "Beam of Light", criando uma combinação de timbres que dão mais destaque à composição.

Produzida pela própria banda com o suporte técnico do estúdio Music Obsession (João Pessoa/PB), a faixa apresenta uma sonoridade que remete aos grandes nomes do estilo como Stratovarius e Helloween, mas também abre espaço para elementos modernos e até influências de ritmos brasileiros e latinos. O resultado é uma canção marcada por riffs furiosos, melodias e orquestrações, que criam o pano de fundo ideal para a mensagem central da letra.

"Be a beam of light in the darkness" — o verso que guia a composição resume a proposta da banda: inspirar coragem, compaixão e ação em tempos sombrios. Segundo os músicos, o nome PILARES DO SOL é "uma metáfora para aqueles que sustentam o mundo com as próprias mãos, protegendo o caminho dos outros mesmo quando tudo parece arder ao redor".

O repertório da banda passeia pelo inglês e pelo português sem se prender a nenhuma dessas abordagens, e dessa forma é possível expressar muitas ideias tanto para o público que se identifica com o tradicional inglês, quanto para os amantes do Metal em português. A banda está em estúdio produzindo um álbum que trará o melhor destes dois mundos e "Beam of Light" é o primeiro passo deste projeto. Com lançamento previsto para o final do ano, o álbum trará participações especiais e muitas novidades.

Dandy Cadet lança "The Seafarer", single inspirado na Idade do Bronze e no som do Hällas

FONTE: Wargods Press

A banda DANDY CADET, conhecida por sua versatilidade estilística e por transitar com liberdade entre o synthpop, pós-punk e o rock, apresenta seu mais novo lançamento: um single inédito que mergulha na sonoridade do proto-metal progressivo dos anos 1970. Com influências diretas de bandas clássicas como Iron Maiden e Wishbone Ash, além de nomes atuais como o Hällas, a faixa marca uma virada estética e sonora, reforçando a amplitude criativa que acompanha o grupo desde sua origem. "The Seafarer" está disponível em todas as plataformas digitais e conta com a participação de ocaradometal e lançamento realizado pelo selo Heavy.Future Records.

Inspirada pelo colapso civilizacional do final da Idade do Bronze, a música propõe uma viagem épica sob o ponto de vista dos enigmáticos "Povos do Mar", protagonistas históricos e mitificados de um período de instabilidade e transformações profundas no Mediterrâneo oriental. A faixa navega entre riffs densos, harmonias marcantes e linhas vocais dramáticas, conduzidas por quatro vocalistas distintos – Marianna, Bruna, Gabriel e Ian – que dão corpo à ideia de gerações migratórias em deslocamento, ao mesmo tempo vítimas e agentes de um mundo em ruínas.

O videoclipe do single acompanha o espírito da música, utilizando imagens de filmes do início do século XX como pano de fundo, em uma homenagem visual à estética clássica do metal tradicional.

Nascida como um projeto solo de música eletrônica, a banda evoluiu organicamente para um coletivo colaborativo, cujas composições frequentemente extrapolam as barreiras estilísticas. "Nunca nos prendemos a um gênero específico", explica Carlos Bueso, fundador e produtor da banda. "A ideia sempre foi seguir o que a música pede, e esse novo trabalho é uma prova disso".

Ex-integrantes do Hirax voltam à cena com a banda HarXson e lançam o single "Mata al Diablo"

O Thrash Metal nunca morre — ele se reinventa. E é com essa chama ardendo que nasce o HARXSON, banda formada por três músicos com trajetória no estilo: os irmãos Steve (baixo e vocais principais) e Lance Harrison (guitarra e backing vocals), ao lado do baterista Mike Vega. O trio integrou a clássica banda californiana Hirax por mais de uma década, participando de dois álbuns de estúdio, turnês pelo meundo e mantendo viva a tradição do Thrash norte-americano.

O HARXSON surge oficialmente em 2024, após a saída dos músicos do Hirax. Agora, prontos para abrir um novo capítulo, eles lançam "Mata Al Diablo", o primeiro single e videoclipe da nova banda, lançado na sexta, 13 de junho, exatamente às 6:66 AM (horário padrão do inferno, segundo a banda). Gravado na Califórnia, o clipe entrega a identidade do HARXSON: riffs intensos, vocais ferozes e uma produção que funde o espírito oitentista do Thrash com uma pegada contemporânea.

Lance e Steve Harrison estiveram à frente do Hirax entre 2006 e 2021, período em que contribuíram com dois EPs, dois álbuns completos — como o elogiado "Immortal Legacy" (2014) —, além de um álbum ao vivo e diversos materiais. Tocaram nos quatro cantos do mundo: Europa, América Latina, Japão, Estados Unidos, América Central, sempre levando o Thrash old school com muita emoção nos palcos. Ao lado deles no HARXSON está Mike Vega, que integrou o Hirax por seis anos, de 2014 a 2022.

"Mata Al Diablo" é a primeira faixa revelada do futuro EP "Can’t Kill Us", com lançamento previsto ainda para 2025. A arte da capa será divulgada após a estreia do clipe. O trabalho promete manter o estilo técnico e agressivo que os fãs dos irmãos Harrison esperam, mas com novas direções e uma abordagem ainda mais direta e crua. A música teve produção do lendário Bill Metoyer e o vídeo clipe foi filmado, dirigido e editado por Ron Ludwig.

Gabriel Badger e Veludo Voodoo lançam EP de estreia

Gabriel Badger e a Veludo Voodoo estão prontos para marcar sua entrada na cena autoral com a pegada crua e visceral que só eles sabem entregar. A banda traz uma sonoridade que mistura o Punk Rock dos anos 70 com o Rock’N’Roll mais selvagem, inspirada por nomes como The Stooges, Ramones e Dead Boys.

As composições são de Gabriel Badger, vocalista e guitarrista base, natural de Tapes (RS). Em 2023, ele iniciou a gravação de seu EP de estreia na Casa Sonora, em Porto Alegre, com a produção de Wagner Rodrigues, que também assumiu a guitarra solo. A banda se completa com Adry Diaz no baixo e backing vocals, e Bruno Oliveira na bateria. A arte da capa é assinada por Bruma Rodriguez.

ELLĒ lança novo single com Eleni Nota na bateria

A banda brasiliense ELLĒ lançou na última sexta-feira 13, a música "Flies", seu mais novo single com Eleni Nota (ex-baterista da Nervosa e atual baterista do ANKOR).

Em postagem nas redes sociais, a banda de occult rock afirma que este será o último single antes do lançamento de seu próximo EP, que terá 6 faixas, das quais 5 foram gravadas com Eleni na bateria.

"Flies" conta com Marcos Magalhães nas guitarras, baixo e voz, Eleni Nota na bateria e produção por Johann Rallynson. A banda também mantém sua parceria com a embaixadora da Kodak no Brasil, Mariana Montrazi, que fez a capa do single.

Em 2024, eles lançaram dois singles para o próximo EP, "A Star Has Risen In The Morning" e "The Eyes Of Lilith" – este último também conta com Eleni Nota na bateria. A banda planeja lançar uma versão em mono de "Flies".

Celestial Ascencion lança seu primeiro álbum, "Ethereal Existence"

No dia 20 de junho, a banda Celestial Ascencion lançou oficialmente seu álbum de estreia, "Ethereal Existence", uma obra que mergulha fundo nas atmosferas intensas e emocionais do metal progressivo. Com composições complexas, letras reflexivas e arranjos que transitam entre o etéreo e o poderoso, o álbum promete conquistar fãs do gênero ao redor do mundo.

Disponível em todas as plataformas digitais, Ethereal Existence marca o início de uma nova era para a banda, apresentando uma identidade sonora única e madura, que mistura técnica apurada com uma forte carga emocional e espiritual.

Este lançamento representa mais do que um álbum — é uma jornada sensorial que convida o ouvinte a explorar os limites da existência.

Hate Gods invoca o abismo com "Void"

A banda Hate Gods retorna ao cenário do Black Metal com seu mais novo e sombrio trabalho, o álbum "VOID", uma jornada brutal ao niilismo absoluto e à completa ausência de luz. Lançado em 21 de junho de 2025, o disco está disponível em todas as plataformas de streaming e também pode ser adquirido para download via Bandcamp, consolidando ainda mais a presença da banda como uma das mais autênticas forças do metal extremo nacional.

"VOID" é um álbum que não busca redenção — ele simplesmente destrói qualquer ilusão de existência com sonoridades que transbordam ódio, desolação e ruptura espiritual. Desde os primeiros instantes, fica evidente que o Hate Gods cavou mais fundo em sua proposta sonora, abraçando o caos e a decadência com uma produção crua, cortante e propositalmente sufocante.

"VOID" é uma verdadeira oferenda ao vazio — uma celebração do nada e do fim da existência. O Hate Gods mais uma vez prova que é possível fazer Black Metal com identidade, peso e profundidade lírica, sem perder a essência caótica e crua do estilo.

Disponível em todas as plataformas de música e para download no Bandcamp, "VOID" é um convite amaldiçoado para aqueles que ousam encarar o abismo — e deixar-se consumir por ele.

Boneca Voo Doo lança clipe de "O Problema"

O single "O Problema" faz parte do álbum "A Bizarra Viagem Entre Céu e Inferno" gravado durante a pandemia. A produção do álbum levou longos dois anos onde os integrantes literalmente viajaram entre o céu e o inferno para conseguir concluir o disco. Foram muitos momentos divertidos e outros de tensão. Mas no fim o álbum foi concluído e lançado sem saber se a banda iria continuar. Um ano após o lançamento, os integrantes conseguiram resolver suas diferenças (de 20 anos de convívio e amizade), e conseguiram se reunir novamente, agora mais fortes do que nunca, para dar continuidade ao trabalho. A música "O problema" fala de forma subjetiva sobre o capitalismo representado por alguém que controla o sistema em que vivemos, abusando do meio ambiente, impondo diferenças sociais e julgando as classes mais baixas (o que voce pensa que nós somos?), sendo que ele parece ter fetiches desprezíveis como comer vermes e tomar sangue por mangueiras (como um vampiro).

Síndrome K lança single "7.000 Giros" com participação de Marcello Pompeu

O single "7.000 Giros", da banda baiana SÍNDROME K, foi oficialmente lançado no dia 16 de junho de 2025, de forma totalmente independente.

A faixa marca uma nova fase na trajetória da banda, apresentando oficialmente sua formação atual. O lançamento ganha ainda mais peso ao contar com a produção, mixagem, masterização e participação especial de Marcello Pompeu, lendário vocalista do Korzus, referência internacional do estilo.

First Fear: contando com Gus Monsanto em single "Resilient"

"Resilient", novo single do First Fear, projeto idealizado pelo baixista Breno Pessoa e o guitarrista Cláudio Bezerra, conta com a participação especial de Gus Monsanto, conhecido por ter integrado bandas como Adagio, Revolution Renaissance, Takara, Symbolica e Human Fortress e que recentemente lançou seu segundo álbum solo, "Dandelions". Desde a sua estreia, ocorrida há trinta anos com o Angel Heart, Monsanto acumula mais de 30 discos no currículo e shows pelo mundo. "Gus trouxe toda sua experiência e versatilidade artística para 'Resilient', pois ela tem mais a cara dele e vem numa pegada mais hard rock, o que a diferencia de nossos singles anteriores, 'Rise Above' e 'Lord of the Storm'", avalia Cláudio Bezerra. "Também contamos novamente com Bruno Ladislau (Andre Matos, Vitalism, Hardshine e Brand New End) como produtor e que ainda fez o teclado e a bateria, além da mixagem e masterização de Andreas Asbeck‬", completa Breno Pessoa.

A letra de "Resilient" fala sobre a jornada que todos enfrentamos sozinhos, repleta de desafios, encruzilhadas e incertezas. Segundo os idealizadores do projeto, trata-se, acima de tudo, de seguir em frente, mesmo quando o caminho parece impossível. Trata-se de uma homenagem à coragem, à resiliência e àquelas pessoas que nos inspiram a continuar, mesmo diante das adversidades. Para Breno Pessoa e Cláudio Bezerra, a letra carrega um significado profundamente pessoal, mas ambos acreditam que muitos irão se reconhecer nessa mensagem. Afinal, é justamente nas provas mais difíceis da vida que revelamos nossa verdadeira força, como eles fazem questão de destacar.

Libertà lança "Foge à Regra", disco visceral que mistura grunge e heavy metal nacional

A banda mineira Libertà acaba de lançar seu novo álbum, "Foge à Regra", disponível nas principais plataformas de streaming. O trabalho é um mergulho visceral no rock em português, misturando a crueza do grunge com o peso do heavy metal dos anos 90, e letras que falam de escolhas, limites, frustrações e da urgência de viver com autenticidade.
Gravado e produzido em Juiz de Fora (MG), o disco conta com 10 faixas autorais e representa o momento mais direto, intenso e maduro da banda até agora. "É um disco feito com o coração e os dois pés na porta. Um som pra incomodar, abraçar, provocar e conectar", define a Libertà.

O álbum chegou pouco antes da participação da banda no Festival Dia de Rock, realizado entre os dias 12 e 15 de junho na Praça da Estação, em Juiz de Fora. No evento, com entrada gratuita, a Libertà dividiu o palco com nomes como Ratos de Porão, Black Pantera, Matanza Ritual, The Mönic, entre outros destaques da cena pesada brasileira.

Formada por João Reis (vocal), Pedro Rocha (Guitarra), Bruno Reis (Guitarra), Lucas Müller (baixo) e Jovander Glauco (bateria), a banda traz no novo trabalho riffs marcantes, letras afiadas e uma sonoridade urgente que dialoga com quem busca autenticidade na música.

Opus Nokturne lança EP "Winds of Sand"

A banda de metal extremo Opus Nokturne acaba de lançar seu aguardado EP conceitual Winds of Sand, disponível a partir desta sexta-feira, 13 de junho de 2025, em todas as plataformas digitais.

Após 15 anos de hiatus, o trio retorna com uma obra sombria e cinematográfica que mergulha nas profundezas da mitologia egípcia, explorando temas como poder, decadência, transcendência e a ilusão da eternidade.

Winds of Sand apresenta quatro faixas interligadas que formam um ciclo narrativo completo.

Winds of Sand:

Pharaoh and the Tales of the Nile:

The Purple Devotion:

A Quiescent Flight to Paradise:

Inspirado por Leonardo da Vinci, Renan Lourenço anuncia seu novo álbum

FONTE: Som do Darma

Mesclando elementos do rock progressivo, fusion e metal, o álbum propõe uma intervenção musicada de um dos períodos mais revolucionários da história humana, o Renascimento

O Renascimento foi um período de intensa mudança cultural, artística, científica e filosófica, ocorrido na Europa, principalmente na Itália, entre os séculos XIV e XVI. Caracterizado por uma nova visão do mundo, com foco no ser humano (antropocentrismo) e na razão, em oposição à visão medieval teocêntrica, o Renascimento marcou o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna. Mais especificamente nas artes, o Renascimento passa a retratar o mundo com mais precisão e naturalismo, com o uso da perspectiva e da anatomia humana. Entre tantos gênios, o artista mais notável desse movimento foi, sem dúvida, o autor de "Mona Lisa" e a "Última Ceia", Leonardo da Vinci.

Mesclando elementos do rock progressivo, fusion e metal, "Clarity and Renaissance", o segundo e novo álbum do guitarrista paranaense Renan Lourenço, propõe uma intervenção musicada do Renascimento, muito inspirada na genialidade e na visão inovadora de Leonardo da Vinci.

"Esse disco surge de uma inquietação artística por explorar novas linguagens musicais, sem abrir mão de minha identidade", declara Renan que é licenciado em música pela Universidade Estadual de Londrina, uma das mais prestigiadas do país.

"Vejo o álbum como um convite para uma jornada sonora, de forma que cada composição ecoa o espírito inovador e a busca incessante pelo conhecimento, características marcantes da Renascença. A sonoridade do disco reflete essa dualidade entre a clareza e a busca pela iluminação intelectual e espiritual. Cada faixa é como uma peça desse mosaico musical que remete a esboços, invenções e à mente de Da Vinci, onde o conhecimento se manifesta em forma de arte pura."

Assim como os mestres renascentistas desafiavam os limites da arte e da ciência, "Clarity and Renaissance" explora paisagens musicais complexas e dinâmicas, fundindo melodias, harmonias e virtuosismo técnico. Para isso, Renan Lourenço contou com ajuda de diversos músicos convidados, entre bateristas, baixistas, flautistas e tecladistas.

"Todos eles têm contribuído para a diversidade de timbres e atmosferas no álbum, principalmente em relação a elementos como interlúdios e as composições em compassos ímpares e harmonias complexas que remetem à tradição do rock progressivo dos anos 70", acrescentou o guitarrista.

"Clarity and Renaissance" está em fase final de produção e a previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2026.

Entre as faixas do álbum, destaque para "Sacred – Music is my Religion", lançada anteriormente como single e que expressa a devoção à arte como força espiritual, tema recorrente ao longo do disco.

"Clarity and Renaissance" segue essa linha conceitual do início ao fim, inclusive no aspecto visual. A arte gráfica do álbum é uma homenagem à estética renascentista, incorporando elementos visuais inspirados nas obras de Da Vinci", completou Lourenço.

Luis Mariutti anuncia concurso cultural que vai selecionar banda para gravação de single

O renomado baixista brasileiro Luis Mariutti, em parceria com a School of Rock, anunciou o Mariutti Team Sessions, um concurso cultural que vai selecionar uma banda ou artista independente para a produção profissional de um single. O projeto inclui produção musical assinada por Luis Mariutti, além de gravação, mixagem e masterização em estúdio profissional e apoio estratégico na divulgação por meio do Mariutti Team. Os vencedores ainda poderão participar do Stand Mariutti Team na Feira Conecta + Música e Mercado, um dos principais eventos do setor no país.

As inscrições estarão abertas entre os dias 15 e 30 de junho, com duas categorias: Bandas e artistas independentes de todo o Brasil e alunos matriculados na School of Rock Brasil. Para participar, é necessário enviar uma composição original em formato MP3, release do artista ou banda, foto promocional e uma descrição do processo criativo e das inspirações por trás da música.

A seleção final acontecerá no dia 18 de julho, durante um show especial promovido por Luis Mariutti no La Iglesia, em São Paulo-SP. A noite contará com apresentação do próprio músico e da banda mineira Medjay.

As inscrições devem ser feitas pelo site:
https://www.mariuttiteam.com/concurso

Luis Mariutti é um dos nomes mais respeitados do Heavy Metal brasileiro. Baixista original das bandas Angra e Shaman, ele construiu uma carreira sólida e influente, participando da gravação de mais de 20 álbuns ao longo de sua trajetória. Atualmente, integra os grupos Sinistra e Ready to be Hated, mantendo-se ativo e relevante na cena. Com um disco de ouro no currículo e décadas de dedicação à música, Mariutti é referência para músicos e fãs do gênero, dentro e fora do país.

Banda Briga de Pombo lança "Ondas"

A banda Briga de Pombo acaba de lançar seu quarto single, "Ondas", e ele vem com uma surpresa. É a primeira música do grupo com participação de outro artista, e um grande cantor! A faixa conta com o feat de Ma Donato, conhecido tanto por sua carreira solo quanto por sua presença marcante nas bandas Be Cold, Luanda e Emolab.

Lançada no dia 12 de junho, "Ondas" mergulha fundo nas águas da saudade — aquela sensação crua e poética de ausência que insiste em visitar quando menos se espera. Com uma sonoridade envolvente e uma letra que bate direto no peito, a música fala da falta que alguém pode fazer na vida da gente, navegando por sentimentos que todo mundo já experimentou de alguma forma.

A junção das vozes da Briga de Pombo com Ma Donato cria uma atmosfera sincera e poderosa, onde a melancolia se transforma em arte. É como se cada nota ecoasse uma lembrança, uma ausência, um pedaço de história.
Se você já ouviu Briga de Pombo antes, vai notar a evolução da banda neste novo trabalho. E se ainda não conhece, "Ondas" é o convite perfeito para entrar nesse universo sonoro carregado de emoção, indie rock e verdade.

Grateful Life Project lança "Sweet Carol"

O Grateful Life Project relançou ontem (15 de setembro) seu single de estreia, "Sweet Carol". A canção, com legendas em português, foi lançada em memória de Carol, sobrinha do guitarrista Antônio Amaral, no terceiro aniversário de sua repentina partida.

Produzida por Affonso Jr e com mixagem, masterização e arte de capa de Anderson Mattiello, a música é uma homenagem sensível à jovem mãe, cuja partida repentina deixou uma família marcada pela saudade.

Segundo Amaral, a música é uma forma de transformar a dor em gratidão e manter vivo o legado de amor deixado por Carol.

RockStory divulga "Trem de Luz", primeiro álbum da banda paulista

FONTE: Farol Music Assessoria

Lançado no final de 2024 em LP, "Trem de Luz" é o primeiro disco da banda RockStory. Produzido por Renato Napty, o álbum também está disponível nos principais tocadores digitais, e conta com uma faixa extra, além das 11 músicas que compõem o vinil.

Formada em Barueri-SP em 2022, a banda tem 8 integrantes, sendo eles Marcelo Kalunga (voz), Cibeli Martinelli (voz), PH (voz, violão e gaita), Renan Pontes (voz, teclado e guitarra), Luís Dias (guitarra), Rodolfo Bento (guitarra), Leandro Frugis (baixo) e Flávio Ruivo (bateria). De acordo com PH, por ser uma banda numerosa, a RockStory também é rica em influências. "Cada um de nós trás suas histórias e paixões, que vem desde o blues, folk, rock setentista psicodélico, grunge, até uma sonoridade mais atual", diz o vocalista.

Idealizada por Cláudio Koetz com auxílio de Edson Teixeira 'Carioca', a banda originalmente levava o nome de "Projeto RockStory" e tinha a intenção de contar a história do rock em ordem cronológica, dos anos 50 até os dias atuais. "A medida em que o projeto começou a dar certo e angariar fãs e seguidores por onde passava, surgiu a ideia (e a necessidade) de fazermos o que nossos ídolos fizeram: criar suas próprias músicas com a ideia de continuar escrevendo a história do rock com rebeldia, paixão e estilo de vida", conta Koetz.

Para a divulgação do álbum "Trem de Luz", lançado de forma independente, a banda escolheu como música de trabalho, "Pedra Filosofal", cantada por Marcelo Kalunga, que versa sobre as diferentes crenças religiosas.

Vídeo: Pedra Filosofal

PH revela que a intenção do nome do álbum seria remeter ao "trem da arte’, da liberdade de expressão, sem preconceitos". E com quatro vocalistas, seria limitador não apresentar mais uma das faixas - "Aqui Dentro", que demonstra a versatilidade da RockStory. "Sempre brincamos que a RockStory não tem uma estrela, é uma constelação", arremata Cláudio Koetz.

Vídeo: Aqui Dentro

A psicodelia sulista do Alemão Abstrato

Por Rody Cáceres

Que o Rio Grande do Sul é um berço quentinho para artistas psicodélicos e delirantes, desde os tempos do Júpiter Maçã já se sabia. O que o resto do Brasil desconhece é que o estado ainda se mantém como um dos mais rockistas (se não o mais) do Brasil. E o Alemão Abstrato é prova da tradição da região.

Advindo de Santana do Livramento, divisa com o Uruguai, Alemão vem fazendo música tem uns vinte e poucos anos e merece a atenção dos fãs de doideiras e guitarradas. Sua música derrama sarcasmo e despretensão lírica embalada por uma telecaster blueseira próxima aos primórdios dos Cascaveletes e dos Garotos da Rua. Seu mais recente lançamento, "Delírios Vespertinos Nos Sete Universos". disponível no Youtube, é a prova de que o Rock não morreu no sul e continua vivaço de alucinante em Alemão Abstrato.

Para uma primeira apreciação, sugiro a audição de "Others Songs of my Universe", álbum disponível no Soundcloud.

Em seu canal no Youtube, o músico vem publicando a série "Acústico no Banheiro", em que faz um som em banheiros aleatórios pela cidade, tocando suas composições mais alucinantes.

Banda paulistana Remains of Life lança novo lyric video

A banda de death progressivo paulistana, Remains of Life, acaba de lançar um lyric video para sua mais recente música, Guilty, a qual faz parte do EP lançado no ano passado, Forlorn. Este lançamento é um prenúncio de novos materiais a virem ser lançados em breve, seguindo a mesma linha de estética sonora que a banda adotou.

Worgohm lança o "Project: Reforged" e revive os álbuns "Sunriseless" e "Green Continuum"

FONTE: Hell Yeah Music Company

Após anos silenciados pelo tempo e pelas transições de carreira que moldaram Michel Oliveira como uma das principais referências nacionais no uso de guitarras de 8 e 9 cordas, os álbuns "Sunriseless", "Green Esperanza" e "Continuum" ressurgem sob nova forma. Reunidas no selo Project: Reforged, as obras ganham nova vida através da Worgohm, projeto atual do músico, que reconstrói seu legado instrumental com uma estética mais pesada, brutal e imersiva, ambientada em um universo conceitual onde o metal técnico encontra os ecos de um futuro cyberpunk e distorcido no espaço-tempo.

Lançado originalmente com uma proposta mais sombria e absolutamente técnica, "Sunriseless" carrega a alma do technical death metal, entrelaçando influências modernas, arranjos complexos e estruturas que desafiam os sentidos. Entre camadas de guitarras de 7 cordas, variações rítmicas imprevisíveis e atmosferas densas, o álbum constrói uma atmosfera sonora brutal e futurista, ganhando um novo fôlego como parte da identidade mais agressiva e conceitual da banda.

Já o álbum "Green Continuum", que reúne material dos discos "Green Esperanza" e "Continuum", resgatam a atmosfera densa, os riffs complexos e o pioneirismo de Michel no uso de guitarras de 8 cordas no Brasil, ainda nos primórdios do djent nacional. Agora reimaginado, o álbum apresenta uma nova mixagem, identidade visual inédita e uma faixa bônus exclusiva.

Banda MAKV lança single e clipe

Oriunda do ABC paulista a banda MAKV acabou de lançar o primeiro single e clip da música "Lethal Music" do vindouro EP "Lethal". O disco foi gravado no estúdio Dharma com produção de Rodrigo de Oliveira (Korzus) e apresenta fúria, riffs cativantes e bateria com muito groove e peso.
Formada em 2004, o Makv é composto por Juliano Santos (vocal/guitarra), Caê Pimentel (guitarra), Marco Oliveira (baixo) e Thomas Perhs (Bateria), ficou por mais de 15 anos adormecida e hoje retornou às atividades.

Finita celebra 15 anos de trajetória com lançamento do álbum "Children of the Abyss"

Após antecipar a estreia de seu aguardado segundo álbum completo de estúdio com singles e videoclipes grandiosos, que colocaram a Finita no centro das atenções do Metal Extremo no Brasil, a banda lançou "Children of the Abyss" oficialmente em todas as plataformas de streaming, com produção assinada por Thiago Bianchi (Noturnall, ex-Shaman) e gravação realizada no renomado Estúdio Fusão. O álbum também terá distribuição física em CD pelos selos Voice Music e Eclipsys Lunarys.

Ambientado no mesmo universo sombrio que permeia os trabalhos anteriores, o álbum aprofunda suas raízes no misticismo, explorando temas como a magia ancestral, o renascimento das bruxas e um futuro apocalíptico que se insinua com tom profético. As composições ganham contornos ainda mais cinematográficos, unindo a agressividade cada vez mais contundente do Metal Extremo à densidade emocional do Metal Gótico e à grandiosidade do Metal Sinfônico, criando uma experiência imersiva e perturbadora.

Imperium D lança clipe de "A New Beginning", faixa que marca virada na carreira da banda

A banda Imperium D, referência do heavy metal autoral brasileiro, acaba de lançar o videoclipe oficial de "A New Beginning", single inédito que marca uma nova era na trajetória da banda. A faixa é uma celebração da superação e da força interior após momentos difíceis — um tema que ressoa profundamente com o público do metal.

"A New Beginning" é a primeira música lançada após uma reestruturação interna da banda, que trouxe nova energia e consolidou uma sonoridade ainda mais madura. O vocalista Fabrício Santana descreve a faixa como "um grito de libertação e um renascimento musical".

A Imperium D também está entre as bandas participantes do concurso New Blood, parte do Bangers Open Air Festival, um dos maiores eventos do gênero no Brasil. O grupo busca alcançar novos públicos e fortalecer sua presença na cena metal nacional com esse lançamento.

Twilight Aura lança novo álbum "Believe" e amplia horizontes musicais

Disco traz participações especiais de Jeff Scott Soto, Fabio Caldeira, Felipe Andreoli, Andre Matos, BJ, Marcel Ribas, Daniel Matos e Fabio Elsas.

A banda Twilight Aura apresenta "Believe", seu segundo álbum de estúdio, expandindo horizontes musicais e explorando novas texturas sonoras. A banda mostra maturidade artística ao incorporar elementos de hard rock, rock progressivo e baladas emocionais, sem perder sua identidade melódica. "Nesse novo álbum, nós nos aventuramos em outros estilos. Temos músicas mais na pegada do Hard Rock (‘Sacred Earth’ e ‘Hold me Tight’), mais prog (‘Real World’)", revela o guitarrista André Bastos. "Mas também mantivemos nossa veia melódica em ‘Right Thing’ e ‘Laws of Life’. As baladas ‘Coming Home’ e ‘Believe’ trazem toda a versatilidade e sensibilidade que a Daísa sempre demonstrou", completou.

Assista ao videoclipe de "Coming Home":

O novo trabalho é uma evolução natural do disco de estreia, "For a Better World" (2022), com letras que abordam questões sociais, emocionais e espirituais. "Believe" reúne mensagens positivas e reflexões profundas, como em "Real World", que fala sobre fake news, e "Right Thing", que trata das mudanças climáticas. Já em faixas como "One Day at a Time" e "Yourself Again", o grupo aborda com sensibilidade os desafios dos distúrbios emocionais. "Coming Home" e "Believe" se destacam por trazerem uma espiritualidade acolhedora e sincera. O álbum é uma jornada sonora completa.

Um dos momentos mais emocionantes do disco é a faixa "Coming Home", que conta com as participações de Fabio Caldeira (Maestrick) e Marcel Ribas. Fabio Caldeira relata: "Para mim, receber o convite do meu grande amigo André Bastos para participar dessa linda música foi um grande presente. Assim que ouvi me conectei imediatamente, ainda mais sabendo que duetaria com a minha querida amiga Daísa Munhoz." A gravação do clipe, segundo ele, foi marcada por uma perda pessoal e por muita emoção: "A emoção daquele momento ficou eternizada."

"Believe" conta ainda com participações de nomes de peso como Jeff Scott Soto, BJ, Felipe Andreoli (Angra), além de uma emocionante homenagem ao saudoso Andre Matos, que participa da faixa "Laws of Life" ao lado de Daniel Matos e Fabio Elsas. A produção do disco foi conduzida por Andre Bastos e Tito Falaschi, que também assina a mixagem e masterização. A arte da capa foi criada por Juh Leidl, completando o pacote visual do álbum. Cada detalhe foi pensado para traduzir a nova fase do grupo.

O videoclipe de "Coming Home" já está disponível online e foi dirigido por Daniel Mazza, que capturou toda a atmosfera de cumplicidade vivida pelos músicos durante as gravações. "Essa música é muito especial por ter um significado espiritual muito forte pra gente", comenta Andre Bastos. "Aborda o que realmente importa durante a nossa passagem aqui pela Terra." A trilha sonora emociona tanto quanto as imagens, criando uma experiência audiovisual única. O resultado é uma verdadeira celebração da música como cura e conexão.

Formado originalmente em 1993, o Twilight Aura renasceu em 2021 com uma nova formação e espírito renovado. Hoje, a banda é composta por Andre Bastos (guitarra), Rodolfo Elsas (guitarra), Filipe Guerra (baixo), Leo Loebenberg (teclados), Claudio Reis (bateria) e Daísa Munhoz (voz). Conhecida por seu trabalho nas bandas Soulspell e Vandroya, Daísa trouxe frescor e potência vocal ao som do grupo. A fusão de influências dos anos 80 e 90 com uma produção moderna dá o tom à nova fase da banda.

"Believe" está disponível nas principais plataformas de streaming e também em CD pela Wikimetal Store. É um lançamento da Wikimetal Music no Brasil e da Psychomanteum Records no restante do mundo. Para quem busca um rock cheio de alma, técnica e mensagens edificantes, esse álbum é essencial. O Twilight Aura prova que é possível evoluir sem perder a essência.

Alex Metzzher lança videoclipe de "Roller Girl"

O cantor e compositor Alex Metzzher acaba de divulgar o videoclipe de "Roller Girl", seu mais novo trabalho autoral. Com uma proposta sonora que flerta com o rock clássico e nuances oitentistas, a faixa ganha vida em um vídeo dinâmico, repleto de identidade visual e atmosfera envolvente.

A música faz parte do EP "Stranger Nights", um trabalho inspirado em experiências pessoais e que evidencia uma evolução sonora marcante na trajetória do artista. O EP foi produzido por Anderson Mattiello no Estúdio Mattiello Production, trazendo uma sonoridade refinada e moderna que potencializa as emoções contidas nas composições.

Gravado com uma produção que valoriza tanto a performance musical quanto a estética visual, o clipe destaca a presença de Metzzher como figura central do projeto, reforçando sua versatilidade artística e domínio criativo.

Gloria Perpetua lança "My Letter to the Beyond" música em homenagem a Andre Matos

Após lançar a versão em vinil do debut, "The Darkside We Wanna Hide", através da Bocaroxa Records, o Gloria Perpetua antecipa o lançamento do novo EP com o lyric video da faixa-título, "My Letter to the Beyond". "O lançamento no último dia 8 de junho foi proposital, pois a data marcou 6 anos da partida de Andre Matos e esta música é justamente uma homenagem ao nosso Maestro do Rock", comentou o mentor do projeto, o baixista e compositor Daniel Fuchshuber.

O grupo, que recentemente se apresentou no festival Bangers Open Air e fará a abertura para o Angra em Belém (PA) no dia 6 de julho, foi criado por Fuchshuber em parceria com Raphael Dantas (vocal e bateria, Ego Absence) e Bruno Luiz (guitarra, The Heathen Scythe, Command6 e Stormsons). Com uma sonoridade enraizada no heavy/power metal, o debut do Gloria Perpetua traz participações de Timo Tolkki (ex-Stratovarius), Vitor Rodrigues (Native Blood, Tribal Scream, Torture Squad), Luis Mariutti (Sinistra, Ready to be Hated, Angra, Shaman, Henceforth, Andre Matos e Firebox), João Noleto (Vocifer), Vitor Veiga (Aquaria, Endless), Guilherme Hirose (Traumer), Christian Passos (Wizards), Rogério Byron (Lord Byron) e Marcelo Kalunga (solo).

Já o novo EP de inéditas contará com as participações de Lucas de Ouro (Auro Control), Timo Tolkki, Guilherme Hirose, Raphael Dantas, Vitor Veiga e Rane Oliveira. O material está agendado para 30 de junho e trará, além de "My Letter to the Beyond", as faixas "The Immigrant", "I Blame Myself", "The Afterlife" e "Reckoning Day". "O EP traz composições fortes e uma banda mais entrosada e experiente. Certamente teremos aí uma amostra da evolução que teremos no segundo álbum", analisou Fuchshuber.

Samuel Yuri Apresenta "Race", faixa inspirada em filmes e games de alta velocidade

O multi-instrumentista e compositor Samuel Yuri lança sua nova faixa instrumental de rock, intitulada "Race", uma obra eletrizante que traduz em música a adrenalina das pistas. Inspirada em filmes e jogos de corrida, a composição é um convite para acelerar os batimentos cardíacos e mergulhar em uma atmosfera de pura velocidade e emoção.

Com riffs potentes, batidas dinâmicas e uma energia contagiante, "Race" entrega uma experiência sonora intensa, digna das trilhas que embalam os momentos mais eletrizantes das telonas e dos consoles. Cada trecho da música foi cuidadosamente elaborado para capturar o espírito competitivo e frenético das corridas mais memoráveis.

A faixa mistura o peso do rock com uma sensibilidade cinematográfica marcante, refletindo a habilidade de Samuel Yuri em construir paisagens sonoras envolventes. É possível imaginar cenas de ultrapassagens ousadas, curvas fechadas e disputas acirradas ao som de guitarras afiadas e progressões harmônicas instigantes.

Ovvercross: Banda "Missa Dos Mortos" - Um Ritual Sonoro de Terror, Resistência e Folclore Brasileiro

A banda Ovvercross entrega com brutalidade e excelência o álbum "Missa dos Mortos", uma obra conceitual que mergulha fundo nas lendas mais obscuras do folclore brasileiro, entrelaçando crítica social, terror mítico e o peso visceral do heavy metal. Em um verdadeiro ritual sonoro dividido em 8 faixas inéditas e 2 faixas bônus, a banda constrói um universo sombrio e pulsante que transforma mitos em hinos do metal brasileiro.

1. Missa dos Mortos

A faixa-título é uma crítica feroz ao fundamentalismo religioso, inspirada em uma lendária missa fantasmagórica ocorrida em Ouro Preto (MG). Com riffs densos e atmosfera litúrgica macabra, a música cria um ambiente ritualístico onde caveiras rezam em latim e a alienação toma forma espectral. Uma abertura épica e conceitual que dá o tom sombrio do álbum. Destaque: A letra combina com perfeição crítica social e narrativa folclórica. Pesada, densa, memorável.

2. Monstro Maldito (Mapinguari)

Nesta faixa, a banda evoca o Mapinguari, criatura amazônica protetora da floresta. A sonoridade aqui é selvagem, tribal e ameaçadora, com uma bateria tribal que ecoa como passos de um monstro na mata. A letra invoca Jurupari, conferindo um tom mitológico poderoso à narrativa. Destaque: Um hino ambiental brutal — o Mapinguari surge como o monstro necessário diante da destruição moderna.

3. Donzela Infernal (Curacanga)

Com linhas vocais cortantes e riffs flamejantes, a faixa retrata a lenda da Curacanga, a cabeça em chamas que vaga pelas noites do Norte e Nordeste. A música é teatral, quase operística, com refrão melódico que contrasta com sua agressividade. Destaque: Letra impressionante e melodia pegajosa. Um verdadeiro conto de terror em forma de metal.

4. Labatut

Direta, feroz e insana — Labatut é um petardo sonoro sobre a criatura das noites nordestinas. Os versos rugem como o próprio monstro, e o instrumental acompanha com peso e velocidade. Destaque: É impossível ouvir e não sentir o ar ameaçador do sertão. Um dos sons mais "puro metal" do álbum.

5. Coração Valente (Ventura Mina) feat. Fernando Gomes (Dead Enemy)

Com a participação marcante de Fernando Gomes, vocalista da banda "Dead Enemy", a música homenageia Ventura Mina, herói da Revolta das Carrancas. A faixa tem tom épico e revolucionário, com refrão libertador e riffs que evocam luta e resistência. Destaque: Um tributo à luta negra e ao espírito insurgente. Pesada, histórica e cheia de alma.

6. A Casa das Sete Mortes

Nesta narrativa, sete almas escravizadas retornam em busca de justiça. O clima é de terror ancestral, com ambientação densa e letras que transbordam dor, raiva e vingança. Destaque: A banda acerta em cheio ao tratar do horror da escravidão com respeito e potência musical.

7. O Encourado

Um dos ápices do disco. A lenda do Encourado ganha forma com riffs monstruosos e vocais rituais. A canção mistura o metal extremo com elementos épicos, criando um verdadeiro manifesto folclórico-dark. Destaque: A letra é impactante, a sonoridade é devastadora. Um clássico moderno do metal brasileiro.

8. Bradador

O Bradador é a alma penada que grita nas matas. A faixa tem um tom mais cadenciado e atmosférico, como um lamento sonoro. Gritos distantes, riffs arrastados e ambientação soturna criam uma das faixas mais intensas do álbum. Destaque: Uma masterclass em como transformar uma lenda regional em música de arrepiar.

9. Coração Valente (Ventura Mina) – Bonus Track

Versão alternativa sem a participação de Fernando Gomes, focada no vocal poderoso de Bruno Oliveira. Traz ainda mais peso e emoção à já poderosa homenagem. Destaque: Um olhar mais intimista sobre Ventura Mina, mostrando a versatilidade da banda.

10. Labatut (Bonus Track) feat. Danilo Toloza (Selvageria)

Releitura com a presença do visceral Danilo Toloza, que adiciona ainda mais agressividade e velocidade à música. Uma versão que soa como se o próprio monstro estivesse aos berros na sua frente. Destaque: Dueto brutal entre Bruno e Danilo, que termina o álbum com fúria e apocalipse.

"Missa dos Mortos" é mais do que um álbum — é um grito ancestral, um tributo às lendas brasileiras e uma obra que mostra a força do metal nacional. A Ovvercross entrega peso, inteligência, identidade e respeito pela cultura brasileira, provando que nossas histórias assombradas são terreno fértil para a música extrema.

O Maldito lança lyric video de "Ao Sul de Lugar Nenhum" com letra inspirada em Bukowiski

A banda curitibana O Maldito lançou nesta semana o lyric video da faixa "Ao Sul de Lugar Nenhum", trabalho que integra o álbum de estreia do grupo, autointitulado. Com mais de seis minutos, a música é uma imersão em sonoridades densas, temas existencialistas e referências literárias e filosóficas.

Segundo Rubão, vocalista e baixista da banda, a proposta estética do vídeo segue uma linha visual deliberadamente sombria. "Adotamos uma proposta mais soturna. Cenas exageradamente escuras nos permitiram criar uma atmosfera ‘maldita’, como se fosse um arco-íris em preto e cinza, como disse um amigo nosso", afirmou. A direção visual se inspira em bandas como Rotting Christ e High on Fire. Parte das cenas e personagens foi gerada por inteligência artificial, recurso adotado principalmente pela longa duração da faixa.

Com inspiração direta em um livro de Charles Bukowski, o título da música traz ainda uma provocação social. "Para nós, que somos do sul do Brasil, esse nome também carrega um peso crítico, direcionado aos nossos conterrâneos", comenta o guitarrista Jefferson. Ele explica que a letra também se vale da noção de "eterno retorno", de Nietzsche, ao retratar os ciclos viciosos dos grandes centros urbanos. "Tentamos emular um pesadelo com imagens etéreas e deslocadas. A música se constrói com dissonâncias que realçam essa aura densa e agonizante."

Formada em Curitiba em 2017, a banda O Maldito se consolidou como um projeto autoral centrado em riffs marcantes, letras poéticas e uma estética anárquica e urbana. O lyric video de "Ao Sul de Lugar Nenhum" dá continuidade à divulgação do álbum "O Maldito". O disco, produzido por Marcelo Gelbcke, traz dez faixas que abordam existencialismo, crítica social, niilismo e outras inquietações do cotidiano moderno.

Spades Vandall: Músico lança novo álbum "Outrageous"

O cantor, compositor e multi-instrumentista Spades Vandall acaba de lançar seu novo trabalho, intitulado "Outrageous". Gravado no estúdio Hurricane, com produção de Sebastian Carsin, esse é quarto álbum lançado por Spades em sua carreira solo, que iniciou após o fim de sua clássica banda, Savannah.

"Outrageous" apresenta onze faixas inéditas e é considerado pelo cantor como o mais focado no Hard Rock da década de 1980, de sua carreira solo, além de marcar a despedida do baixista de longa data, Lee Wills.

Demon Hunter: perda e luta pessoal retratadas em "Ligh Bends", seu novo single

Fonte: Lex Metalis Assessoria

A banda americana Demon Hunter lançou "Light Bends", seu mais novo single e videoclipe, que, alinhado à melodia e ao refrão marcante, além da habitual qualidade do grupo, traz um significado profundo e pessoal.

Segundo o vocalista Ryan Clark: "Esta música é muito querida para mim, pois fala muito especificamente sobre o falecimento da minha mãe em outubro de 2023. A morte veio rápida e implacável. Tive a chance de sentar e conversar com ela pouco antes de seu falecimento. Parecia impossível encontrar todas as palavras certas para dizer naquele momento, então estou fazendo o meu melhor para complementar com uma música qualquer coisa que eu possa ter esquecido — e para deixar o mundo saber o quão especial ela era."

Este é o sétimo single da banda desde o lançamento do álbum "Exile", em 2022. Uma nova linha de merchandising já está disponível para compra em seu site oficial:

"Light Bends" é uma composição conjunta do vocalista Ryan Clark com o guitarrista Patrick Judge, com produção de Ryan e Jeremiah Scott (também guitarrista da banda), além de mixagem e masterização por Zeuss (Hatebreed, Madball, Suicide Silence, entre outros).

Dennehy lança "Zer0" e inaugura nova fase com influências de nu metal

Dennehy lança "Zer0" e inaugura nova fase com influências de nu metal
A banda brasiliense Dennehy inicia uma nova fase com o single "Zer0", que chega às plataformas digitais no dia 11 de junho. Com referências a bandas de nu metal dos anos 90 e 2000, como Deftones e Linkin Park, os autointitulados emos mandam um recado direto com a composição: "vamos fazer o que queremos fazer."

São riffs mais pesados e densos, que conduzem a voz suave, porém irritada, de Luna, por uma letra que debocha das críticas que, em algum momento, os colocaram como "zeros à esquerda". Formada atualmente por Luna (voz), Cookie (baixo), Gus (bateria) e Felipe (guitarra), a banda aborda a temática não apenas como uma mensagem escrita direcionada aos "haters", mas também como uma proposta estética, ao apresentar uma sonoridade nova que rompe o ciclo iniciado em 2019, com o lançamento do primeiro álbum, homônimo ao grupo.

O que antes era uma proposta mais alinhada ao indie rock, agora se aproxima do metalcore, do nu metal e do emo. "Queremos trazer esse som que viaja entre o nu metal e o shoegaze, mesclando as décadas de 90 e 2000. Claro, sem perder nosso tempero eletrônico e emo," compartilha Cookie.

"Zer0" conecta essa nova fase da banda com a nostalgia de suas origens. "Essa música nasceu dessa nossa vontade de voltar para as raízes. Foram as bandas dos anos 90 e 2000, como Deftones e Linkin Park, que nos influenciaram na adolescência e nos fizeram querer começar a tocar. Quando o Cookie trouxe a composição, parecia que todos nós fomos transportados para aquela época, quando não tínhamos nada além da vontade de fazer música," relata o baterista Gus.

Sobre lançamentos futuros, a banda prefere manter o mistério, mas garante que o objetivo é se abrir para as infinitas possibilidades que a música oferece. "Até essa nova era, a gente tinha muita certeza sobre o que era a Dennehy. Dessa vez, apagamos toda essa certeza. Esvaziamos nosso copo e, com ele vazio, pudemos enxergar novas possibilidades. Esse álbum vai ter mais da vibe de ‘Zer0’? Sim, mas não apenas isso. Poder ver a própria arte sem expectativas nos fez ser mais livres do que nunca," afirma Luna.

Felipe Antunes lança seu novo álbum "Embarcação"

"Embarcação" é o nome do novo álbum de Felipe Antunes que deriva da canção homônima - parceria entre Felipe e o artista e pensador mineiro, radicado em São Paulo, Salloma Salomão (que também participa da faixa) - e remete a uma disputa histórica para as pessoas trabalhadoras e subestimadas na conta financeira da sociedade. Cinco anos após o lançamento do último trabalho solo, "Visão Noturna", em parceria com o artista angolano Nástio Mosquito, e dez anos após as primeiras indicações ao Grammy Latino com sua banda Vitrola Sintética, Felipe volta ao universo das canções. O trabalho tem diversas conexões diretas ou metafóricas com o mar, os cais, os mistérios e seus barcos em travessia. Dos movimentos voluntários: ao mar - aos involuntários: do mar. É uma discussão poética e política anti a dureza e a violência que retorna às sociedades, ou mesmo que, para alguns povos, nunca deixou de existir - mas também em prol do amor, como quem se apoia nesse sentimento para sobreviver e crer num futuro mais coletivo. As canções passam pelo Soul, Samba, Blues, Rock e algo de Folk ou origem caipira. Diversas foram criadas para montagens teatrais da CIABR116, de Bete Coelho e Gabriel Fernandes, como, por exemplo, os espetáculos "Petra", "Medeia" e "Gaivota". Mas também para espetáculos de Jackeline Stefanski Bernardes ("A Anfitriã", texto autoral da atriz e diretora) e de Cacá Toledo ("A Morta", texto de Oswald de Andrade). O álbum foi produzido por Fabio Sá, gravado em São Paulo, nos estúdios Parede-Meia e Space Blues, e mixado e masterizado, respectivamente, por Gustavo Lenza e Felipe Tichauer.

Confounded - Banda pernambucana lança novo álbum

A banda recifense Confounded lançou no dia 24 de Maio de 2025, o seu oitavo registro de estúdio e segundo Full Lenght, intitulado "BRAZILIAN HOLOCAUSTO" em todas as plataformas digitais.

O tema abordado nas letras das oito primeiras músicas foram as atrocidades cometidas no antigo Hospital Colônia de Barbacena. A banda se baseou no documentário e no livro "Holocausto Brasileiro" da escritora Daniela Arbex. As letras abordam de maneira brutal, crua, e sem idolatria, toda a violência e maldade cometida por funcionários do hospital e a omissão dos governos que o geriram.

São 9 músicas destiladas em 28 minutos, de um death metal com toques brutais, começando com a faixa título, que como introdução traz apenas um grito desesperado, evitando a previsibilidade de introduções megalomaníacas. O disco, diferente do Full Lenght anterior o REGNUM ANIMALE, não traz nenhuma participação e foi produzido pelo guitarrista da banda, Almir Matoso. O vocalista Léo Montana, retornou à banda após 5 anos e gravou todos os vocais.

Line Up:
Léo Montana-Vocais
Almir Matoso-Guitarra
Fábio Montarroios-Baixo
Beto Nascimento-Bateria

Tierramystica retorna após 12 anos com novo single e anuncia álbum inédito

Após 12 anos de hiato, a banda Tierramystica anuncia oficialmente seu retorno ao cenário do heavy metal brasileiro com o lançamento do novo single "Eldritch war". A faixa, já disponível nas plataformas digitais, apresenta ao público uma sonoridade ainda mais madura e poderosa, reafirmando a identidade única do grupo que une elementos do power metal com a riqueza do folk latino-americano. O lançamento é também a primeira amostra do aguardado terceiro álbum de estúdio da banda, previsto para julho deste ano.

O retorno da Tierramystica não é apenas uma retomada de atividades, mas um novo momento na trajetória do grupo. Com produção refinada e arranjos que exploram timbres andinos, "Eldritch war" evidencia a evolução musical dos integrantes e aponta para um disco mais ambicioso, que pretende elevar o nome da banda a um novo patamar. O single marca a transição para uma nova fase criativa, sem abandonar as influências que construíram sua base de fãs no Brasil e na América Latina.

Com uma sólida carreira construída ao longo de quase duas décadas, a Tierramystica coleciona feitos importantes. A banda já se apresentou em diversos estados brasileiros e realizou três turnês pela Argentina, além de dividir o palco com grandes nomes do metal mundial, como Symphony X, Epica, Scorpions, Nightwish, Tarja Turunen e Sepultura. Também foi finalista da seletiva brasileira para o Wacken Open Air, o maior festival de metal do mundo, consolidando seu reconhecimento no meio especializado.

Para o guitarrista Alexandre Tellini, o momento atual representa uma oportunidade de renovação. "Nossa expectativa para o novo álbum é superar tudo o que já fizemos até aqui. Queremos elevar a Tierramystica a um novo patamar, tanto no cenário nacional quanto internacional — indo além do Brasil e da Argentina, onde já deixamos nossa marca", afirma. "Estamos finalizando acordos importantes de prensagem e distribuição, com lançamentos confirmados no Brasil, México e Japão, e em breve traremos todas as novidades."

Tellini reforça ainda o desejo da banda de reconectar-se com o público e ampliar sua base de fãs: "Nosso objetivo imediato é levar o novo show para todo o Brasil, mostrando que voltamos mais fortes do que nunca. Depois, queremos ir ainda mais longe — reconquistar o espaço que perdemos durante a pausa e desbravar territórios que jamais alcançamos. Temos uma missão clara: mostrar que o metal com identidade latino-americana tem muito a dizer no cenário global."

A formação atual da Tierramystica reúne músicos experientes e com forte afinidade artística. Gui Antonioli (voz), Ricardo "Chileno" Durán (backing vocals, ocarina, charango e violões), Alexandre Tellini (guitarra), Marcelo Caminha Filho (baixo), Luciano Thumé (teclados) e Duca Gomes (bateria) compõem o time responsável por dar nova vida ao projeto. A química entre os integrantes é visível tanto nas composições quanto na energia das performances ao vivo.

A banda já trabalha na agenda de divulgação do novo disco e promete uma série de apresentações em território nacional, com foco em festivais, casas de show e eventos voltados ao público do metal e do rock. Paralelamente, negociações estão em andamento para levar o novo espetáculo para países da América Latina, Europa e Ásia. Segundo os músicos, o momento é de retomada com planejamento estratégico e dedicação total à nova fase.

"Eldritch war" é o início dessa jornada, um convite para os fãs antigos reencontrarem a força da Tierramystica e para novos ouvintes descobrirem uma proposta musical autêntica, intensa e carregada de identidade. Com letras que exploram temas épicos e místicos, e arranjos que celebram a diversidade dos ritmos latino-americanos, a banda reafirma seu compromisso com a originalidade e o impacto emocional da música pesada. O futuro promete ser vibrante — e já começou.

Válvera lança o single "Crawl to the Dawn" e aborda temas de perda e esperança

Na última sexta-feira, a banda Válvera lançou seu mais recente single, intitulado "Crawl to the Dawn", uma canção que mergulha em temas profundos de perda, culpa e superação. O vocalista da banda se inspirou em uma experiência pessoal marcada por um conflito familiar não resolvido, que se tornou ainda mais doloroso após a perda de sua mãe.

Com um refrão carregado de emoção e riffs pesados, a faixa reflete o peso das palavras não ditas e o arrependimento que surge quando não há mais tempo para consertar as relações. A música apresenta uma atmosfera sombria, mas também transmite uma mensagem de esperança, incentivando os ouvintes a lidarem com seus erros e a buscarem o perdão — tanto dos outros quanto de si mesmos.

"Crawl to the Dawn" é descrita como uma jornada emocional, com letras sinceras que falam diretamente àqueles que já enfrentaram perdas e conflitos. A canção convida os ouvintes a abraçarem sua vulnerabilidade e encontrarem força para seguir em frente, mesmo diante da dor.

O Válvera promete que essa nova faixa ressoará com muitos, especialmente aqueles que acreditam na possibilidade de recomeços.

Celestial Ascencion lança seu terceiro e último single, "Into my soul"

No dia 16 de maio, a banda Celestial Ascencion lançou "Into My Soul", o último single antes da tão aguardada estreia do álbum "Ethereal Existence", previsto para o dia 20 de junho de 2025. A faixa representa, com força e intensidade, o amadurecimento sonoro da banda.

"Into My Soul" é uma explosão de energia do início ao fim, guiada por riffs poderosos e um compasso rápido que não dá trégua. A música evidencia a habilidade técnica da banda, com linhas de guitarra complexas e marcantes, bateria pulsante e cheia de variações rítmicas, além de vocais que alternam entre agressividade e melodia, conduzindo a narrativa com intensidade emocional.

A produção valoriza a força bruta e a precisão da execução, entregando uma sonoridade limpa e impactante. Mesmo com a velocidade e o peso predominantes, há espaço para passagens atmosféricas que adicionam dinâmica e profundidade à composição, sem nunca quebrar o ritmo acelerado que define a faixa.

Como último single antes do lançamento de "Ethereal Existence", "Into My Soul" cumpre com perfeição seu papel: eleva as expectativas para o álbum completo e confirma que a banda está preparada para apresentar sua obra mais ambiciosa até agora. A canção é, sem dúvidas, um marco na trajetória do grupo, deixando os fãs ansiosos pelo que está por vir.

Supersonido lança videoclipe de "Vacuum Pondus" e mergulha no peso filosófico do vazio

A Supersonido, uma das grandes representantes da NORC — Nova Onda do Rock Carioca —, lança nesta quarta-feira (28) o videoclipe de "Vacuum Pondus", faixa do segundo álbum da banda, "In Tenebris Lux" (2024). O clipe estreia no canal oficial da banda no YouTube e promete expandir, em imagens, a densidade sonora e filosófica da música.

Com pegada stoner rock, a faixa reúne afinação dropada, riffs arrastados, solo psicodélico em fade e uma marcante linha de baixo. O ponto de partida foi uma frase de baixo apresentada por Rafael Baia durante um ensaio. "A música nasceu daquele baixo hipnótico, e o resto veio quase como se estivesse no ar — ou no vácuo", brinca o vocalista Daniel Marques.

O título "Vacuum Pondus", expressão em latim que significa "o peso do vácuo", carrega o conceito central da letra: a angústia existencial da ausência, o vazio que, mesmo intangível, oprime. "A gente quis refletir sobre o quanto o nada pode pesar. Sobre essa solidão que parece não ter fim e que, mesmo invisível, machuca como algo concreto", explica Daniel.

Um dos versos resume bem essa ideia: "Aonde se está só, e somente só se encontra em si". A letra também traz ecos de "De Rerum Natura", do poeta romano Lucrécio, citado por Ítalo Calvino em "Seis Propostas para o Próximo Milênio".

Foi de lá que surgiu a inspiração para outro verso marcante: "Mas contém tudo de um corpo denso, o vácuo tem". "A ideia é mostrar que o vazio não é o oposto de tudo, mas parte do todo. Ele tem peso, tem presença. Ele nos puxa", diz Daniel. "O Vacuum Pondus é a gravidade do que não se vê."

Gravada no Estúdio Túnel, em Copacabana, com captação de Daniel "Gringo" Musiello e mixagem e masterização de Marco Xteves, a música traz a seguinte formação: Daniel Marques (vocal), Daniel Gringo (guitarra e solo), Alex Ketzer (guitarra), Rafael Baia (baixo) e Gustavo JJ (bateria).

O clipe foi gravado no Estúdio do Chefe, em Santo Cristo, também no Rio de Janeiro. O roteiro, direção e filmagem são de Ian Dias, com edição de Anderson Grillo. A atmosfera do vídeo acompanha o peso metafísico da faixa: visual escuro, movimentos lentos e imagens que sugerem mais do que mostram.

Com "In Tenebris Lux", a Supersonido consolidou seu lugar na cena alternativa do Rio. "A NORC está acontecendo agora, tem muita banda boa, e a gente está tentando contribuir com algo que seja ao mesmo tempo pesado e poético", afirma Daniel.

Pic-Nic divulga novo álbum, "Volta", e videoclipe do single "Aniquilação"

A banda indie rock carioca PIC-NIC lançou nesta quarta-feira (28) o álbum Volta. O disco, assinado pelo selo Novevoltz Records em parceria com a Bonde Music, é o primeiro registro composto exclusivamente de inéditas desde o retorno do grupo, em 2021, após uma pausa que durou 14 anos.

Volta, produzido pelos guitarristas Miguel Afonso e Paulo Gehm, conta com sete faixas e a participação do rapper Ramonzin. "É um álbum feito com muito esforço. Nos empenhamos para que ele chegasse ao mundo com o melhor que temos no momento: um trabalho compacto, com arranjos bem pensados", afirma Miguel. O baixista Flavio Chokkito diz que a ideia do disco é explorar a nova sonoridade da banda. "Ao mesmo tempo que resgatamos o som que fazíamos lá no começo dos anos 2000, o período em que estivemos separados permitiu que cada um trouxesse novas e diferentes influências, então este novo álbum é meio que um caleidoscópio, um vislumbre do que a volta da PIC-NIC vai trazer neste e nos próximos trabalhos".

Para comemorar o lançamento de Volta, a PIC-NIC divulgou o videoclipe da faixa "Aniquilação", com direção de Rabu Gonzales. De acordo com a vocalista Guidi, a faixa fala sobre a possibilidade do fim do mundo, e o vislumbre desse momento. "É sobre haver até algum prazer em ver tudo acabando, o alívio final após tanta apreensão pela espera de um evento catastrófico. E poder viver esse momento apocalíptico ao lado de quem se ama", diz a vocalista. No single, a banda utilizou pela primeira vez arranjos de metais nesta canção que Miguel descreve como ‘punk-disco-grunge’.

Formada em 2001 por Guidi Vieira (voz), Miguel Afonso (guitarra), Paulo Gehm (guitarra), Flavio Chokkito (baixo) e Robson Riva (bateria), a PIC-NIC carrega na bagagem os álbuns PIC-NIC (2003), Feito em casa (2004) e 2007 (2021). Volta é considerado pela banda o disco mais bem trabalhado. "Ele foi todo gravado no estúdio Marini, pelo Mauro Araújo, e o resultado ficou muito acima de qualquer outro trabalho que já fizemos. Além de termos contado com essa estrutura, tem o importante fato de que o tempo passou, e adquirimos a tal ‘vivência’, que só favorece na hora de fazer as músicas e escrever as letras", conta Guidi. "O novo álbum, além de trazer uma sonoridade mais madura e variada, traz uma produção mais esmerada, mais cuidadosa e carinhosa", finaliza Chokkito.

Overdose Nuclear lança o single "Raízes da Revolta" com adição de ritmos regionais

FONTE: Wargods Press

A banda OVERDOSE NUCLEAR, originária de Ubatuba/SP e criadora do "Metal do Mangue", lançou seu novo single, "Raízes da Revolta", marcando o início de um novo ciclo criativo que culminará no terceiro álbum de estúdio, intitulado "Revolução Atlântica". Conhecida por seu Thrash Metal combativo e por letras que abordam questões sociais, políticas e ambientais, a banda amplia agora suas fronteiras sonoras ao incorporar elementos da cultura regional brasileira em suas composições, fortalecendo ainda mais seu discurso engajado.

Em "Raízes da Revolta", o OVERDOSE NUCLEAR aposta na fusão entre ritmos tradicionais brasileiros — como o baião — e a crueza visceral do Thrash Metal. A presença de elementos típicos da música que ajudou a moldar a identidade cultural do país, como a viola caipira e levadas rítmicas regionais, confere à faixa uma personalidade marcante. Embora essa abordagem já tenha sido explorada por nomes como Sepultura, Angra e Overdose, a banda adiciona uma nova camada de autenticidade e riqueza sonora à proposta. Essa integração não apenas ampliou as possibilidades expressivas do grupo, como também preserva sua essência agressiva. O resultado é uma obra engajada, que ecoa as lutas sociais de ontem e de hoje com intensidade e propósito.

A produção da faixa ficou a cargo do guitarrista Marcus Goulart, que se envolveu em todas as etapas do processo, desde a captação até a masterização, buscando refletir a essência sonora que caracteriza o OVERDOSE NUCLEAR desde seus primeiros trabalhos. O vocalista Júlio Candinho descreve a música como "um grito contra a exploração", ressaltando que cada riff e verso carregam o peso da história e da luta do povo brasileiro.

A formação atual do OVERDOSE NUCLEAR reúne Júlio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Samuel Marquês (bateria) — o mesmo time responsável pelo álbum de estreia "Overdose Nuclear", lançado em 2019, e que agora retorna em plena forma. A banda tem se destacado não apenas por sua música, mas também por seu envolvimento direto em causas sociais e ambientais. Dentre as ações, participaram de uma ação de limpeza em Ubatuba e transmitiram o show virtual "Live in Mangue" para promover o projeto "Salve um Rio", voltado à preservação do Rio Tavares, de sua cidade natal, mostrando que ações valem muito mais do que palavras.