Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
Abaixo, alguns dos últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Àlfar Quest se une a Fabio Lione mais uma vez no single "The Cleric"
FONTE: Hell Yeah Music Company
Em ascensão no cenário do Power Metal global, a banda brasileira Àlfar Quest lançou seu novo single, "The Cleric", dando continuidade à construção de seu universo narrativo que mescla fantasia épica, drama humano e elementos clássicos do power metal sinfônico, novamente contando com a participação do renomado vocalista italiano, Fabio Lione.
Nesse contexto, a Àlfar Quest vem se posicionando na vanguarda de um movimento global que recoloca o Power Metal em evidência, renovando sua força por meio de narrativas ambiciosas, produção sofisticada e uma abordagem contemporânea do gênero, que conecta tradição e novas formas de expressão musical e uma nova forma de se posicionar perante o mercado.
SP From Hell: Primeira edição do festival acontece no dia 30 de abril
FONTE: LP Metal Press

Semana que vem acontece a primeira edição do festival "SP From Hell, no dia 30 de abril (quinta-feira, véspera de feriado), com as bandas Artillery (Dinamarca), Master (EUA), e as bandas brasileiras Anthares, Vulture e Sadistic Messiah (confira serviço abaixo!).
Artillery
Formada em 1982, na Dinamarca, o Artillery é um dos nomes clássicos do thrash metal europeu. A banda conta com 10 álbuns de estúdio, incluindo os clássicos "Fear Of Tomorrow" (1985), "Terror Squad" (1987) e "By Inheritance" (1990). O lançamento mais recente é o EP "Made In Hell", divulgado neste ano.
A formação atual traz Martin Steene (vocal), Michael Stützer (guitarra), René Loua (guitarra), Peter Thorslund (baixo) e Frederik Kjelstrup Hansen (bateria).
Master
O Master foi formado em 1983, nos Estados Unidos, e atualmente está baseado na Chéquia. A banda soma 15 álbuns de estúdio, além de EPs e registros ao vivo. Entre os destaques estão os clássicos "Master" (1990) e "On the Seventh Day God Created... Master" (1991), considerados marcos do death metal.
A formação atual conta com Paul Speckmann (baixo e vocal), Alex "93" Nejezchleba (guitarra) e Peter Bajci (bateria).
Anthares
Formado em 1984, em São Paulo, o Anthares é um dos nomes tradicionais do thrash/speed metal nacional. A banda divulga atualmente seu terceiro álbum, "Espetáculo Sangrento", lançado no ano passado.
A formação traz Diego Nogueira (vocais), Mauricio Amaral (guitarra), Eduardo Toperman (guitarra), Pardal Chimello (baixo) e Edu Nicolini (bateria).
Vulture
O Vulture foi formado em 1996, em Itapetininga/SP, e segue firme na cena do death metal nacional. A banda possui cinco álbuns e dois EPs, sendo "The End Of Agony" (2020) o trabalho mais recente.
A formação conta com Adauto M. Xavier (guitarra e vocal), Yuri Schumann (guitarra), Mateus Barros (baixo) e Fábio Amaro (bateria).
Sadistic Messiah
Formada em 2018, em São Paulo, a Sadistic Messiah vem ganhando destaque no thrash metal nacional. A banda possui dois álbuns, sendo o mais recente "Dehumanizing Process" (2022). A formação inclui Hellish Angelcorpse (vocais), Rhodz Costa (guitarra), Ítalo Dourado (guitarra), Guilherme Majzoub (baixo) e Marcos William (bateria).
O SP From Hell é produzido pela TC7 Produções, responsável por trazer ao Brasil nomes como Pain of Salvation, Rotting Christ, Grave, Exciter, Orphaned Land, Warrel Dane, Roland Grapow, Destruction, Obituary, Evergrey, Vision Divine e Circle II Circle, entre outros.
Dia: 30/04, quinta-feira (véspera de feriado)
Horário: Portas a partir das 19:30
Local: Burning House- Av. Santa Marina 247- São Paulo- SP (colado na Estação Água Branca da CPTM)
Ingressos: www.clubedoingresso.com/evento/spfromhell
Oldora lança single e videoclipe de "Karma (A Vida Cobra no Fim)"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda brasileira Oldora lançou o single e videoclipe de "Karma (A Vida Cobra no Fim)", uma faixa que consolida a identidade do grupo, unindo peso, melodia e uma mensagem direta. O lançamento projeta a banda como um nome em ascensão dentro do metalcore e do post-hardcore brasileiro, evidenciando uma proposta alinhada às dinâmicas do rock e do metal contemporâneo, sem perder a conexão com a energia crua da cena independente.
"Karma (A Vida Cobra no Fim)" mergulha na ideia de que toda ação carrega consequências inevitáveis, dispensando a necessidade de vingança em favor de um ciclo natural de retorno. A faixa equilibra agressividade e apelo melódico, transitando entre o metalcore e influências do pop punk. Essa dualidade entre peso e acessibilidade potencializa o discurso da banda, que transforma a música em um espaço de reflexão sobre conflitos internos, escolhas e os desdobramentos da vida cotidiana.
Registro histórico do hardcore punk nacional, Ulster lança "Aperte o Gatilho" em vinil
FONTE: Farol Music Assessoria
O relançamento em vinil do álbum "Aperte o Gatilho", da banda Ulster, simboliza a chegada de um registro histórico do hardcore punk nacional. Com 20 faixas, o disco que foi originalmente lançado em CD nos anos 2000, ganhou versão em LP 12" pela Burning London Records.

"Aperte o Gatilho" é o único álbum completo da discografia do Ulster, que ao longo dos anos também lançou EPs, splits e participou de compilações. O disco conta com participações especiais de nomes ligados à cena hardcore / punk, como Fabio Sampaio (Olho Seco), que contribui nas faixas "Bandeiras Vermelha" e "Viva Nós", Juninho (Foda-C) em "Noite Gelada", Claudia (Negative Control) em "Heresia", Gepeto (Ação Direta) em "State Oppression", além de Randi em "Ignorante". Também participam Ricardo Bauer (bateria) e Jeferson Bem (Agrotóxico) no baixo em algumas faixas.
A origem do material remonta ao início dos anos 1980, quando a banda, atualmente formada Vladi (baixo e voz), Galo (guitarra e voz) e João (bateria e voz), dava seus primeiros passos. Em relato, Vladi descreve o contexto inicial: "Quatro jovens encostaram um amplificador e uma bateria e iniciaram os experimentos com sons pouco ortodoxos. A busca obsessiva era por velocidade, volume e distorção". Segundo ele, "quem ouvia dizia que não dava para entender nada, e com isso veio a percepção de que estava ficando bom".
Ainda de acordo com o músico, parte das composições presentes no álbum já havia sido registrada anteriormente. "Este CD continha várias das músicas registradas num K7 de 81, bem como músicas compostas nos anos seguintes". A ideia de lançar o trabalho em vinil foi adiada à época. "Apesar da preferência irrefutável por um registro em vinil, o momento não permitia viabilidade do formato", afirmou.
O projeto de lançamento em LP só se concretizou anos depois, quando surgiu a iniciativa da Burning London Records. "Quando o selo ventilou a possibilidade do resgate deste registro em vinil, o entusiasmo foi geral", relata João, acrescentando que o resultado trouxe um som "mais visceral e muito mais próximo da identidade seminal do Ulster".
"Aperte o Gatilho" em vinil representa a consolidação de um registro que atravessou décadas até chegar ao formato desejado.
Romiverso lança "Meu Vício" e fala sobre hiperconexão com influências de indie rock
O Romiverso lançou nesta quinta-feira, 23 de abril, o single "Meu Vício", faixa que trata dos efeitos do excesso de informação e da hiperconexão sobre a saúde mental. Com influências do indie, garage rock e rock alternativo, a música procura traduzir como é a experiência de viver no mundo que nunca desliga das redes sociais.
Conduzido pelo carioca Romi Junior, "Meu Vício" traz uma sonoridade crua, marcada por guitarras distorcidas, solos sujos, teclados e synths. A faixa carrega influência de nomes variados como The Black Keys, Queens of the Stone Age, Kings of Leon e Arctic Monkeys, mas sem abrir mão de uma identidade própria.
Segundo Romi, a proposta da música é transformar esse mundo hiperconectado em som. "’Meu Vício’ nasceu da vontade de traduzir em música esse esgotamento silencioso que muita gente vive hoje. Quis fazer uma faixa que soasse inquieta, porque o tema pedia isso. É uma canção sobre excesso, comparação e sobre o quanto a mente vai se perdendo quando tenta dar conta de tudo", afirma.
O novo single foi desenvolvido de forma inteiramente solo. No Romiverso, Romi Junior assina voz, guitarras, baixo, bateria, synths e teclado, num processo bastante autoral. Em vez de seguir formatos rígidos, a ideia é trabalhar a composição com espaço para experimentar novas linguagens.
Mais sobre Romiverso
Criado em 2022, o Romiverso é o projeto autoral de Romi Junior, músico nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro. Autodidata, ele começou a escrever as primeiras músicas aos 14 anos, influenciado pela paixão pelos Red Hot Chili Peppers, e montou o primeiro home studio improvisado aos 15, quando passou a gravar as próprias ideias.
Suas principais referências passam por Jimi Hendrix, David Gilmour e John Frusciante, mas sua formação musical sempre foi ampla, incluindo do metal melódico a sons e artistas latinos. Essa escuta diversa ajudou a moldar um repertório voltado para arranjo, textura e experimentação.
Antes de consolidar o Romiverso, Romil participou de diferentes projetos. Entre eles, o Jinx, tributo a vozes femininas, os trabalhos como músico fixo das cantoras Tai Pessoa e Neíra Nazareth — que participou do Canta Comigo, da TV Record, em 2023 —, além da banda carioca de metal Laggus, com a qual esteve envolvido no processo criativo e na gravação do álbum GRIS, lançado em 2023.
A discografia do projeto inclui os singles "Tubo Telescópico" e "Mundo Reservado", ambos de 2023, o EP "C I E L O S", de 2024, e as colaborações "Healing Song" e "Frente a Frente", lançadas em 2025. Agora, com "Meu Vício", o Romiverso apresenta mais um passo de sua construção artística, marcada por liberdade formal, mistura de influências e uma busca constante por expressão própria.
Pulsar debuta com o EP "Ripping Light"
Pulsar começou a ganhar forma em 2020, quando certas ideias passaram a insistir com mais força num período de recolhimento involuntário. Algumas composições nasceram ali. Nem todas chegaram a Ripping Light, mas várias seguem preservadas para um trabalho futuro.
A pedra fundamental veio em setembro de 2023, quando Léo Axekiller, de Jandira, convidou Fagner Jaques, também de Jandira, para trocar riffs e expor as primeiras ideias da banda. Bastaram algumas conversas e um primeiro ensaio de cordas para que a química se tornasse evidente. A partir dali, o que ainda era intenção passou a adquirir consistência.
Nos primeiros movimentos, a banda contou com o apoio de Roberto, o Cipó, baterista experiente com passagem por Crusher Force e Beermug. A formação encontrou seu eixo definitivo quando Leandro Uther, vindo de São Paulo, ingressou também a convite de Axekiller e assumiu a bateria de forma permanente, trazendo precisão, firmeza e presença. Foi nesse ponto que as composições ganharam densidade, recorte e personalidade, criando entre os integrantes a convicção de que o material já exigia registro.
As gravações de Ripping Light começaram em setembro de 2025 e foram concluídas em março de 2026. A produção ficou a cargo de Rodrigo Toledo, produtor independente ligado ao circuito underground, cuja condução preservou a intenção central do trabalho: capturar identidade sem polimento excessivo, mantendo a aspereza necessária.
O EP reúne cinco faixas, entre elas uma instrumental concebida como interlúdio para um trabalho vindouro, quase como uma passagem aberta entre dois momentos da mesma trajetória. Em seu núcleo, o disco sustenta um princípio pouco negociável: fazer heavy metal por convicção, sem reverência a modismos, nichos ou fórmulas transitórias.
A faixa escolhida para apresentar o projeto é "Nemesis Squad", uma composição que equilibra agressividade e ironia. Narrando a saga de corsários espaciais que enfrentam corporações intergalácticas, a música é um exemplo nítido da identidade da Pulsar: justiça em ambiente hostil sob uma condução veloz.
Musicalmente, a faixa remete à era de ouro de nomes como Blind Guardian, Grave Digger e Gamma Ray. O diferencial reside no vocal barítono, que se afasta deliberadamente dos agudos estratosféricos do power moderno para buscar ecos em vozes clássicas como as de Messiah Marcolin e Harry Conklin. O resultado é um refrão majestoso que se abre em meio a uma base rítmica cerrada e riffs de pressão contínua.
Além do ataque de "Nemesis Squad", o EP explora nuances como a faixa "Struggle on a Hard Road", uma composição erguida sobre a ideia de permanência e desgaste, onde o retorno após uma longa travessia pesa mais do que o próprio triunfo.
A Pulsar deixa claro que seu compromisso é com a linhagem clássica. O trabalho dialoga diretamente com o Power Metal oitentista e o rigor técnico da NWOBHM. É música feita para durar, utilizando riffs que atravessaram anos intactos até encontrarem seu lugar definitivo neste EP.
"Ripping Light" não é apenas um lançamento; é uma assinatura de luz em estado de ruptura, pronta para marcar seu território no cenário do metal nacional.
"Nos Tempos do Egoritmo", disco do Barba Rala transita entre o rock alternativo, progressivo, stoner e elementos de psicodelia
A banda catarinense Barba Rala lançou de forma independente o primeiro álbum de estúdio, "Nos Tempos do Egoritmo", que transita entre o rock alternativo, progressivo, stoner e elementos de psicodelia.
Segundo o guitarrista e produtor Weskley San, o disco de onze faixas é uma reflexão sobre o comportamento humano em um mundo mediado por algoritmos, autoimagem e excesso de informação. O título "Nos Tempos do Egoritmo" parte de um jogo de palavras entre "ego" e "algoritmo", indicando a proposta central do trabalho. "Em vez de apontar culpados, o álbum gira em torno de questionamentos sobre situações que a gente vive todos os dias, como a comparação constante, o olhar permanente sobre si e essa dificuldade de se sentir realmente presente", afirma Weskley San. "Ao longo das onze faixas, o disco percorre diferentes facetas desse cenário com peso e groove, mas sem seguir uma única linguagem musical rígida. Cada música assume uma identidade própria, tanto em sonoridade quanto em abordagem, criando um contraste intencional que espelha essa sensação de viver tudo ao mesmo tempo, meio desconectado e em aceleração contínua".
Para a divulgação do disco, a banda escolheu a faixa "O Show Vai Começar", que se utiliza de uma estética inspirada no universo circense para construir uma metáfora sobre a dinâmica social atual. De acordo com Weskley, a música propõe uma abordagem ambígua, ao sugerir que todos ocupam, de alguma forma, um lugar nesse espetáculo social.
Formada em 2017 na cidade de Santa Rosa do Sul (SC), com influências que vão de System of a Down a Charlie Brown Jr., a banda chega ao disco de estreia após anos de apresentações ao vivo e construção de identidade dentro da cena independente do rock brasileiro. Para o baixista Kauê, o lançamento não representa um início, mas o resultado de algo que já vinha sendo construído. "É o primeiro registro de estúdio de uma banda que já chega com anos de maturidade de palco, fazendo com que o disco soe mais como uma afirmação de identidade do que como um ponto de partida", conclui.
Além de Weskley San na guitarra e Kauê no baixo, a Barba Rala é composta por João (voz e guitarra) e Luiz (bateria).
Timeless Rage lança o álbum conceitual "My Kingdom Come"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda alemã Timeless Rage lançou seu segundo álbum completo de estúdio, "My Kingdom Come", pela gravadora Metalapolis Records. Apostando em uma sonoridade que transita entre o dark symphonic e o power metal, o grupo desenvolve um trabalho ambicioso e sofisticado, que rapidamente encontrou espaço nas paradas de Rock e Metal da Alemanha, estreando na posição 30 e alcançando o 26º lugar na semana seguinte, além de acumular números expressivos nas plataformas de streaming. Consolidando uma nova fase na carreira da banda, o disco marca também a chegada do vocalista Nicolaj Ruhnow e do baixista Daniel Wengle à formação.
Concebido como um álbum conceitual, "My Kingdom Come" se desdobra como uma narrativa épica em múltiplos atos em que cada faixa funciona como um fragmento de um arco maior. A obra mergulha em questões universais como poder, liberdade, rebelião, amor, culpa, guerra e o ciclo da vida e da morte, entrelaçando perspectivas teológicas, mitológicas e humanas. Musicalmente, essa densidade se traduz em um equilíbrio preciso entre a imponência orquestral e a agressividade do metal, revelando uma atmosfera sombria, dramática e imersiva, posicionando o álbum como um dos lançamentos mais expressivos do Symphonic Power Metal em 2026.
Beseech lança "End This", o segundo single do próximo álbum.
FONTES: Despotz Records
Os pioneiros suecos do metal gótico, Beseech, apresentam o novo single "End This", a segunda prévia do 7º álbum de estúdio intitulado "Future. Present. Past."
Formada em Borås no início dos anos 90, Beseech se consolidou como um dos principais nomes do Gothic Metal sueco, com a mistura de romantismo gótico, atmosferas doom e melodias cativantes. Desde sua demo "Tears" de 1995 até seu álbum de estreia "...From a Bleeding Heart" lançado em 1998, a banda desenvolveu uma sonoridade singular que amadureceu com "Black Emotions" de 2000 e o aclamado "Souls Highway" de 2002, sendo esse o álbum que apresentou pela primeira vez o dueto de vozes entre Erik Molarin e Lotta Höglin, uma combinação que definiu para sempre a identidade da banda.
A evolução continuou com "Drama" de 2004 – o álbum responsável por projetar a banda e conquistar muitos fãs na América Latina – e "Sunless Days" lançado em 2005, trazendo novos elementos e influências sonoras sem perder a essência melancólica e atmosfera sombria que os caracterizava. Após a separação em 2006 a Beseech deixou um legado de belas melodias e músicas memoráveis. Uma década depois, retornaram com "My Darkness, Darkness" de 2016, demostrando que a capacidade de criar beleza a partir das sombras permanecia intacta, mesmo com uma formação bem diferente daquela que consagrou a banda.
Agora, a Beseech ressurge, trazendo de volta a dupla vocal mais icônica de sua história: Erik Molarin e Lotta Höglin, além de muitos dos integrantes presente durante a era de ouro da banda, marcando a volta das harmonias profundas, atmosferas sombrias, letras profundas e emocionais ao mesmo tempo que expande seu som para novos territórios e influências, trilhando o caminho entre a beleza e o desespero.
Sobre o novo single, a banda declarou: "Com ‘End This’, a Beseech prova que as melodias e a atmosfera continuam sendo o foco. É uma canção que ilumina a ansiedade de perder o que é importante."
O design da capa desse novo single também foi desenvolvido por mim, Rafael Sales, e nela trouxe mais um "fragmento" de um dos elementos presente na capa do álbum, construindo certa ligação conceitual e continuidade visual, assim como o clipe gravado por Mathias Coulouri (Coulouri Photography) na Suécia que pode ser assistido no player a seguir.
"Future. Present. Past" foi produzido pelo agora baterista oficial da banda, Christian Silver, responsável por também produzir os álbuns anteriores e promete explorar todas as facetas do universo emocional construído pela Beseech, principalmente nos álbuns de 2002 a 2005, desde baladas melancólicas a riffs pesados e envolventes, reafirmando sua posição como uma das bandas mais influentes do metal gótico escandinavo. O álbum será lançado em 28 de agosto de 2026 pela Despotz Records
Stone Wizards aprofunda vôos progressivos com seu novo single "Oceans"
A banda de stoner metal progressivo STONE WIZARDS de Santa Catarina, marca um novo capítulo em sua trajetória com o lançamento do single OCEANS. A faixa encapsula a evolução sonora que vinha sendo gestada desde o lançamento do EP INTO THE WOODS e apresenta a formação em seu estágio mais ambicioso e experimental até o momento.
Com a entrada recente do novo baterista, Mauro Uhlig, o trio catarinense apresenta um trabalho que não é apenas mais uma música, é uma declaração de intenção. O single mergulha de cabeça em estruturas mais complexas e desafiadoras, marcando um afastamento deliberado de fórmulas convencionais do gênero. Os membros da banda abraçam agora a polirritmia como ferramenta narrativa, criando diálogos rítmicos que confrontam o ouvinte com camadas de complexidade.
A dissonância aparece não como desconstrução, mas como elemento compositivo fundamental. Acordes alterados e tensões harmônicas sustentadas constroem uma atmosfera de inquietação que reflete a dualidade do título — a vastidão e ao mesmo tempo o abismo dos oceanos.
O que diferencia OCEANS de outros experimentos progressivos é a coragem de manter a melodia como âncora. Em meio às complexidades rítmicas e harmônicas, passagens melódicas surgem como faróis , momentos de clareza que não apenas aliviam a tensão, mas a ressignificam. Essa abordagem transforma o que poderia ser puramente cerebral em algo profundamente emocional.
"OCEANS é um aperitivo do nosso 1º álbum, ela caotiza nossa capacidade de composição por ser livre de qualquer rótulo direto", comenta Chacal, guitarrista da STONE WIZARDS. " Serão aproximadamente 55 minutos de leveza e caos auditivo ", completa.
5 to Rock: F1 e crossover com Hänz Hazard (Niki Lauda Firefighters)
No 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, o vocalista alemão Hänz Hazard, da banda de thrashcore Niki Lauda Firefighters, que recentemente fez uma turnê pelo Brasil, falou sobre o nome, a estética no palco e a influência da Fórmula 1. Ele, inclusive, abordou o contraste entre o filme Rush (2013), que opõe Niki Lauda e James Hunt como símbolos de controle e velocidade na construção de um som rápido, cru e direto.
Hänz também falou sobre sua trajetória em outras bandas, como M.V.D. (Mundus Vult Decipi), Tankobot, e Reactory. Já a faixa "Tiktoks from the Trenches" puxa o debate sobre redes sociais e a banalização de temas como guerra e sofrimento.
Menandro lança single EP "If Regrets Could Kill", que transforma memórias e arrependimentos em narrativa sonora
O artista independente MENANDRO apresenta ao público o single EP "If Regrets Could Kill", um trabalho autoral que mergulha em temas como relações abusivas, amadurecimento emocional e o peso das lembranças. O projeto conta com três faixas e cerca de 14 minutos de duração, consolidando uma estética intimista e ao mesmo tempo densa.
A faixa-título, "If Regrets Could Kill", conduz o ouvinte por uma reflexão sobre o fim turbulento de um relacionamento marcado pela imaturidade. A canção aborda o olhar retrospectivo de quem, já mais maduro, encara os próprios erros e reconhece os arrependimentos como parte de um processo de aprendizado — ainda que irreversível. A versão presente no single traz uma mixagem distinta da versão que integra o álbum, reforçando nuances emocionais diferentes dentro da mesma composição.
Já "Moon", terceira faixa do EP, funciona como um desfecho melancólico e contemplativo. A música revisita memórias do momento final de um relacionamento, transformando pequenos detalhes em gatilhos emocionais. A imagem da lua cheia, presente no último encontro, simboliza o encerramento inevitável e carrega a atmosfera de despedida que permeia a faixa.
O processo criativo das canções reforça o caráter espontâneo do projeto. "If Regrets Could Kill" foi composta de forma quase instantânea: a ideia surgiu durante um banho e, em poucos minutos, já estava estruturada com versos e refrão. "Moon", por sua vez, nasceu a partir de versos escritos anos antes, sendo finalizada posteriormente em estúdio, também de maneira intuitiva, como se já estivesse pronta no subconsciente do artista.
Musicalmente, o trabalho dialoga com referências clássicas e contemporâneas. Na faixa principal, destacam-se influências do rock britânico e da construção de backing vocals inspirados em The Beatles, The Beach Boys e John Frusciante. Já "Moon" apresenta uma sonoridade mais atmosférica, com ecos de Radiohead e David Bowie, evocando uma despedida sombria e cinematográfica.
Totalmente concebido de forma independente, o EP evidencia o caráter multifacetado de MENANDRO, que assina composição, produção musical, arranjos, gravação, mixagem, masterização e identidade visual. A gravação foi realizada no estúdio Potato Unicorn, com participação de Rafael Guazzelli na bateria, e lançamento pelo selo Potato Unicorn Records.
Com "If Regrets Could Kill", MENANDRO entrega um trabalho confessional e sensível, que transforma experiências pessoais em uma narrativa universal sobre perdas, memória e reconstrução emocional.
Siyeon, do Dreamcatcher, troca o k-pop pelo rock e traz nova fase ao Brasil com show em São Paulo
FONTE: Highway Star
Se no grupo de k-pop Dreamcatcher o rock já aparecia como referência, agora ele vira protagonista. Siyeon, uma das vozes mais marcantes do k-pop, desembarca no Brasil em uma nova fase da carreira: como vocalista da banda de rock ChRocktikal.
O grupo se apresenta no dia 21 de junho, no Terra SP, em São Paulo, com a turnê ChRocktikal the 1st World Tour [CRTK: The Beginning], título que não é por acaso. O projeto marca um ponto de virada na trajetória da artista, que abandona temporariamente o k-pop para assumir uma posição mais autoral e um som mais pesado no palco.
Formado também por Lee Wonseok (guitarra), Lee Junyoung (baixo) e Je Gwanwoo (bateria), o ChRocktikal surgiu este ano com o álbum We Break, You Awake, apostando em uma sonoridade mais direta, crua e voltada à experiência ao vivo,um movimento que dialoga com uma tendência recente de artistas de k-pop explorando projetos paralelos fora do circuito tradicional.
Além do Brasil, a turnê passa por Estados Unidos, Canadá e México. Esta será a terceira visita de Siyeon ao país, que já se apresentou por aqui com o Dreamcatcher em 2018 e 2024, consolidando uma base de fãs que acompanha de perto cada nova reinvenção da artista.
Os ingressos estarão disponíveis a partir de 24 de março, com pré-venda no dia 23, pela plataforma Shotgun. Os valores custam a partir de R$170, no valor da meia-entrada e no ingresso social, mediante doação de 1kg de ração para cães ou gatos no dia do evento.
Além do show, o evento contará com experiências para fãs, como passagem de som, sessões de fotos e momentos de interação com os artistas, reforçando o modelo de proximidade que vem se tornando central na economia dos shows.
Data: 21 de junho de 2026 (domingo)
Horário: 20h (portões às 19h)
Local: Terra SP - São Paulo/SP
Ingressos
Descaso lança "Mais uma segunda"
A banda paulistana Descaso lançou o single "Mais uma segunda", unindo o Rock Blues à atitude contestadora do Punk. A faixa, trabalhada desde 2025, critica o desgaste da classe trabalhadora no sistema capitalista. Segundo o vocalista Ivan Laurino, a letra vai além do relato cotidiano, pregando a união e a rebelião contra a exploração.
A identidade visual reforça a mensagem com uma capa baseada em uma foto real do guitarrista Victor Kiapine, registrando o caos do horário de pico na Estação da Sé. Gravado no emblemático Wah Wah Studio com produção de Michel Kuaker, o single consolida uma parceria de sucesso que já rendeu três lançamentos recentes.
Este lançamento marca a transição da banda após o EP de 2023, servindo como prévia para o aguardado segundo álbum de estúdio. Com a mesma energia de sucessos anteriores, a Descaso reafirma sua nova fase sonora, apostando em composições pesadas e letras que dialogam diretamente com a realidade urbana de São Paulo.
Into the Groove": o novo videoclipe de Alex Metzzher que convida você a sentir o som
O rock ganha novas cores e sensações em 2026 com o lançamento de "Into the Groove", o mais recente videoclipe do vocalista Alex Metzzher — uma faixa que mistura o melhor do rock clássico com uma pegada groove inspirada nos anos 70.
Como o próprio nome sugere, "Into the Groove" mergulha em uma proposta rítmica envolvente, convidando o ouvinte a entrar no clima e sentir o balanço da música de forma intensa. A construção aposta na cadência, no swing e na força dos vocais para criar uma atmosfera cativante, que prende do início ao fim.
O videoclipe acompanha essa identidade com precisão, traduzindo em imagens a vibração da faixa. A performance de Alex ganha destaque, evidenciando sua presença de palco e sua capacidade de conduzir a música com personalidade e entrega — elementos que já se tornaram marca registrada de seu trabalho.
Conhecido por sua consistência em produções visuais, Alex Metzzher segue expandindo sua identidade artística e explorando novas influências dentro do rock, consolidando uma trajetória em constante evolução.
Com produção cuidadosa e uma proposta que valoriza tanto o som quanto a experiência visual, "Into the Groove" não é apenas mais um lançamento — é um convite direto: aumente o volume, entre no ritmo e deixe a música te conduzir.
Lançamento do álbum autoentitulado da banda Oneance
Oneance é um projeto musical brasileiro de metal alternativo formado em Brasília, Distrito Federal, em 2016. As composições e performances são realizadas por A., que também efetua a mixagem e a masterização das músicas. O projeto possui influências de shoegaze, post-metal e black metal.
Como único membro da banda e com preferência pelo anonimato, A. é responsável pelo processo artístico e administrativo por trás da música. Além de compor e performar as canções, sendo multi-instrumentista, também é encarregado pela gravação, edição, mixagem e masterização das faixas. Todo o processo de produção é realizado em sua própria casa, ao estilo "faça você mesmo". O nome "Oneance" surgiu a partir de um anagrama da palavra "oceanos", frequentemente associada à vastidão e ao desconhecido, com duas letras modificadas.
O primeiro álbum consumado pelo projeto é o autointitulado "Oneance", lançado em abril de 2026. As letras foram construídas em forma de poesia e carregam forte peso lírico, com alguns trechos sendo recitados durante as músicas. O álbum é semiconceitual e possui temas anticonformistas que abordam a depressão, a natureza, a religião, o tempo e a morte. A arte da capa é uma modificação de uma asa de borboleta-coruja, inseto relativamente comum nas áreas verdes de Brasília.
O álbum possui quatro faixas, que transitam entre as influências citadas. Alternando entre o peso do metal (alternative metal, post-metal e black metal) e passagens limpas (com fortes inspirações no shoegaze), as composições fogem das estruturas convencionais ao optar pela ausência de refrões. Muitas vezes, as músicas seguem uma progressão lenta com os crescendos característicos do post-rock e do post-metal, incorporando instrumentos pouco usuais e formando estruturas próprias.
Luiz Toffoli lança single "Shadows of a Man" e antecipa álbum solo "Beyond the Garden"
Fonte: TRM Press
Single traz abordagem social em linguagem progressiva e reúne Alírio Netto (vocal), Felipe Andreoli (baixo), Pedro Tinello (bateria) e Vithor Moraes (teclados e orquestrações) em uma produção assinada pelo guitarrista e compositor brasileiro.
O guitarrista Luiz Toffoli acaba de lançar o single "Shadows of a Man", composição de metal progressivo que abre caminho para o álbum "Beyond the Garden", previsto para julho deste ano. A faixa marca mais um passo na consolidação de sua trajetória autoral e chega cercada por nomes de destaque da cena pesada brasileira, como Alírio Netto nos vocais, Felipe Andreoli no baixo, Pedro Tinello na bateria e Vithor Moraes nos teclados e orquestrações. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Adair Daufembach.
Com temática voltada a questões sociais profundas, "Shadows of a Man" reforça a proposta artística de Toffoli, que atualmente conduz o projeto como carreira solo, embora tenha planos de transformá-lo em uma banda no futuro. "Atualmente este trabalho é uma carreira solo, mas tenho perspectiva que no futuro seja uma banda. Este sempre foi meu maior sonho de carreira", afirma o músico.
A escolha dos convidados, segundo Luiz Toffoli, aconteceu de forma natural a partir da admiração que carrega por cada um deles. "A escolha foi fácil, pois todos estão entre meus maiores ídolos. Penso que da mesma forma que desejamos o melhor para qualquer coisa que façamos, eu queria os melhores para interpretar minhas músicas", destaca. O resultado é uma faixa que une técnica, sensibilidade e uma sonoridade grandiosa, alinhada à proposta progressiva do trabalho.
Natural de Ourinhos/SP, Luiz Toffoli começou a estudar guitarra em 2008, aos 14 anos. Em 2012, fundou a banda Enigma Garden, nome que mais tarde, em 2023, seria reaproveitado no título de seu primeiro disco solo. Em 2020, mudou-se para Curitiba para cursar Composição e Regência na EMBAP. Já em 2023 e 2024, ampliou sua visibilidade ao realizar shows pelo Brasil com Angra, Symphony X e Kiko Loureiro, além de lançar o DVD "Live At Ópera de Arame".
O lançamento de "Shadows of a Man" também chega acompanhado de videoclipe, reforçando o cuidado estético e conceitual do projeto. "Me sinto realizado pelo trabalho finalizado, por poder estar ao lado de grandes músicos e compartilhar minhas composições com os fãs que sempre me apoiaram", diz Toffoli. O músico ainda faz um agradecimento especial à equipe responsável pelo material audiovisual: "Créditos a Caike Scheffer que fez um trabalho incrível na captação e edição das imagens."
Além de apresentar o primeiro capítulo de "Beyond the Garden", Luiz Toffoli já prepara a continuidade dessa nova fase. O segundo single, "Gates of Eternity", será lançado em 8 de maio, ampliando a expectativa em torno do disco completo e confirmando a ambição artística de um trabalho pensado para firmar seu nome entre os novos destaques do metal progressivo brasileiro.
Gilsons Band lança "Inquietude": Uma crônica sonora sobre a insônia e o peso da realidade
A Gilsons Band apresenta seu novo single, "Inquietude", uma faixa que mergulha no turbilhão mental das noites mal dormidas. A canção explora o contraste entre o mundo dos sonhos e o despertar abrupto para a "vida real" nos tempos atuais, onde o cansaço acumulado tenta vencer a agitação constante do dia a dia.
Com uma letra que reflete sobre a frustração de sonhos esquecidos ao amanhecer, "Inquietude" narra o ciclo exaustivo de quem luta contra a insônia, finalizando na esperança de uma noite de descanso para recomeçar a batalha no dia seguinte. É um retrato fiel da ansiedade contemporânea transformado em música.
Spine Shiver lança clipe de "Silhouette" e amplia presença internacional do rock brasileiro
A banda brasileira Spine Shiver lançou oficialmente o clipe do single "Silhouette", marcando um novo momento em sua trajetória e reforçando sua presença no cenário internacional.
Com proposta sonora intensa e contemporânea, "Silhouette" apresenta uma nova fase da banda, trazendo uma pegada envolvente sem perder a essência marcante dos riffs e da identidade bem-humorada que acompanha o grupo. A faixa chega como uma experiência sonora diferenciada, apostando em energia, atitude e conexão com o público.
O clipe foi gravado no Lucky Friends, em Sorocaba (SP), um dos principais ícones da cultura custom na América Latina. A produção conta com a participação de amigos e personalidades ligadas ao rock, reforçando o espírito colaborativo da cena e a valorização da cultura alternativa.
Mais do que um lançamento, o projeto representa a consolidação de uma caminhada construída de forma independente, com apoio de fãs e da comunidade musical. A banda destaca que o momento simboliza resistência e continuidade, em um cenário onde o rock segue se reinventando e conquistando novos espaços.
V3SP3RO destila sarcasmo e realismo sujo no single "Você não é especial"
Caminhando na linha tênue entre o drama do bolero e a anarquia do gipsy punk, V3SP3RO lança seu novo single: "Você não é especial". A faixa é uma descarga de ironia sobre a necessidade moderna de ser revolucionário ou inesquecível. Abandonando qualquer traço de romantismo, a letra encara de frente a mediocridade do cotidiano e a figura opressora do "patrão", despindo o ouvinte de suas ilusões de grandeza.
Com versos viscerais como "Seria um clássico se não fosse ridículo", a música serve como um manifesto niilista para quem insiste em buscar heroísmo em um cenário que oferece apenas o básico para a sobrevivência. É o som da guerra cotidiana, sem filtros, sem retoques e, principalmente, sem heróis. Um hino cru que nos recorda o óbvio: no fim do dia, ninguém é especial.
Alternata e Gabrielz lançam "Minha Fé": Um manifesto de peso contra a intolerância religiosa
A banda Alternata une forças com Gabrielz em "Minha Fé", um lançamento que funde rock and roll e rap para denunciar a intolerância religiosa no Brasil. A faixa se posiciona como um manifesto sonoro em defesa das religiões de matriz africana e afro-indígena. É uma resposta necessária contra a repressão e o preconceito histórico.
Com instrumental energético e vocais viscerais, a canção propõe um diálogo entre diferentes crenças, de Orixás a figuras como Jesus e Buda. A letra questiona a violência contra terreiros e defende a liberdade espiritual como um direito inegociável. O objetivo é promover a comunhão e o respeito mútuo, sem hierarquias.
O clipe oficial aprofunda a mensagem ao retratar de forma crua a destruição de elementos sagrados em contraste com imagens de resistência e identidade. A obra transforma a música em uma ferramenta de transformação social contra o discurso de ódio. O single e o vídeo já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Do Maracatu ao Rock: Desisto e Suburbaque Maracatú lançam single que une peso e tradição.
Rock com maracatu? A banda Desisto e o grupo Suburbaque Maracatú provam que sim no single "Maraca Eu Maraca Tu". A faixa funde riffs pesados e vozes melódicas à batida frenética do maracatu, criando uma atmosfera que transita entre a energia do post-rock e a tradição percussiva. É uma celebração explosiva da cultura de rua e da fusão musical.
A letra escancara a conexão entre diferentes estilos e artistas, reforçando que a arte e a celebração são os verdadeiros caminhos para a transformação social. Com o verso "Do maracatu ao rock, o sorriso da rua brilhou", a obra exalta o carnaval e a união de propósitos. O resultado é uma sonoridade que causa estranheza e alegria, convidando o ouvinte para uma revolução rítmica.
Produzida em Mogi das Cruzes (SP), a música foi lançada estrategicamente na terça-feira de carnaval e já ocupa as principais plataformas de streaming. Enquanto o público se contagia com o novo som, a galera já prepara um clipe oficial que será lançado em breve. O single reafirma a potência da cena independente em criar encontros inusitados e memoráveis.
O Boto lança "Jah Eu (Um Pouco de Sol)", prévia do primeiro disco
A banda paulistana O Boto lançou o single "Jah Eu (Um Pouco de Sol)", que marca mais um passo na construção do álbum de estreia "Diferente de Ninguém", previsto para o segundo semestre deste ano.
Com arranjos que unem o rock alternativo a elementos do reggae, incluindo percussão, trompete e trombone, a faixa propõe uma reflexão sobre as relações contemporâneas através de uma paisagem imagética criada pela banda. "Essa música fala muito sobre se relacionar com alguém que não sabe exatamente o que quer. Existe uma entrega muito grande de uma das partes, mas também esse lugar mais silencioso de quem só observa tudo acontecendo", conta o vocalista João Pedro Rydlewski. "Eu já vivi isso em diferentes momentos — e em ambos os papéis (risos) — e essa música vem muito desse lugar de se dar por inteiro enquanto o outro muda o tempo todo. Por isso, eu trouxe a natureza como metáfora, com seus ciclos e movimentos, que acabam refletindo essa instabilidade dentro da relação", revela.
O verso "Eu só preciso te lembrar de beber água, porque flor que nem você não precisa de mais nada", traduz o cuidado presente nos pequenos gestos do cotidiano, enquanto o refrão "Já eu, um pouco de sol e um beijo seu", aponta para a simplicidade de um amor leve e essencial.
Além de João Pedro Rydlewski nos vocais, O Boto é formado por Lucas Benez na guitarra, Felipe Troccoli no baixo e Gabriel Brantes na bateria. A amizade entre o quarteto dá início a banda, que cria sua própria identidade numa combinação entre o groove, o rock, o reggae e rap a partir de influências que passam por Charlie Brown Jr., Seu Jorge, Jorge Ben Jor, Red Hot Chili Peppers e Lagum. O nome O Boto reforça a conexão com a cultura brasileira e simboliza uma proposta artística que transita entre profundidade emocional, cotidiano urbano e imaginação.
SubRock explora o Nu Metal em novo single sobre ansiedade
A banda SubRock está de volta com "Cabeça Vazia", o primeiro single de seu próximo EP. Abandonando temporariamente os temas políticos, a faixa mergulha na saúde mental, abordando as crises de ansiedade e o "looping" de pensamentos que impedem o descanso. Segundo o vocalista Gil, a letra reflete aquele estado de insônia onde reflexões sobre a vida acabam se tornando perturbadoras.
Sonoramente, o grupo buscou inovação ao resgatar influências do Nu Metal, inspirando-se em bandas como Korn. A composição partiu de uma base de baixo de Gil, ganhando contornos mais pesados com o Droyd e a cozinha rítmica de Diego e Casado. O resultado é uma sonoridade densa e diferente de tudo o que a banda apresentou até então.
Gravada no renomado Conspiração Records, em Osasco, a faixa conta com a assinatura do mestre Lau na produção, em parceria com a própria banda. Lançado pelo selo SE Records, "Cabeça Vazia" marca o início de uma fase mais pesada e introspectiva para a SubRock, preparando o terreno para o novo trabalho de estúdio.
Jurema Juice lança seu álbum de estreia unindo peso, psicodelia e cultura nordestina
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda alagoana Jurema Juice lançou seu autointitulado álbum de estreia, despontando como uma das promessas do stoner rock na cena nordestina. O disco chega sem singles prévios, apostando na experiência completa de audição como ponto de partida, com nove faixas que transitam entre o peso do stoner rock, a psicodelia e uma identidade profundamente enraizada no nordeste brasileiro. O lançamento também ganha um desdobramento audiovisual com uma performance ao vivo gravada no Mirante de Santa Amélia, em Maceió, expandindo a proposta estética da obra para além do áudio.
"Jurema Juice" é uma experiência sensorial que atravessa camadas, indo do orgânico ao etéreo, refletindo a essência da banda em cada detalhe. Musicalmente denso, o trabalho se sustenta no contraste, transitando com fluidez entre faixas que exploram o amor e a conexão humana e outras que aprofundam críticas sociais e reflexões sobre conflitos globais. A proposta inicial parte da tentativa de resgatar o espírito esotérico flower power das décadas de 60 e 70, ornamentada por uma sonoridade mais pesada, contemporânea e psicodélica, além de incorporar elementos da cultura regional nordestina.
"Don't Save", EP de grunge feito por uma banda de um homem só
The Hectic é a banda paulista na qual um único músico tocou todos os instrumentos, escreveu todas as letras, criou todas as melodias e cantou cada refrão sozinho. O projeto solo resgata o grunge, mostrando que o gênero, símbolo dos anos 90, permanece vivo na juventude do século XXI. O nome da banda vem do desejo do guitarrista (não apenas guitarrista) de não ficar quieto, de "não medir esforços para fazer barulho" e, ao mesmo tempo, ser simples e direto. O nome, em tradução livre para o português, fica algo como "o inquieto". Criada por Calvin Vega Carneiro, de 24 anos, nascido em Osasco (SP), a banda foca no grunge, mas também busca influências no punk rock.
O músico afirma que, apesar de tocar todos os instrumentos, a sua verdadeira paixão, desde criança, é a guitarra. Ele define as partes dos demais instrumentos como sendo tocadas por "feeling". O guitarrista ainda comenta que, como um bom punk, não tem estudo para tocar bateria ou baixo, por exemplo, mas é fácil para ele tocar a sua própria música como vem em sua mente.
Segundo o músico, o EP de estreia "Don’t Save" lembra algumas bandas famosas do grunge americano, como Nirvana, Soundgarden e Alice in Chains. Além do grunge, Calvin cita que há um toque dos Beatles na quinta faixa. A música chamada "Would Care About The Things?" surgiu de tanto ouvir o "Fab Four": "Ouvindo muito ‘Sgt. Pepper's’, foi que eu consegui ter essa ideia de fazer essa música. E aí, uma coisa leva a outra. Pra mim, quando eu toco, parece até ser um plágio, só que, quando as outras pessoas ouvem e falam comigo, elas nem percebem, isso quer dizer que foi um trabalho bom", conclui o músico.
Calvin comenta que o EP foi pensado e concebido como um "álbum de garagem", inspirado em vários lançamentos de referências do gênero nos anos 80 e 90. Ele complementa sobre suas influências na guitarra do álbum citando Jerry Cantrell, do Alice in Chains, que, segundo ele, tem bases muito harmônicas e "solos bizarros".
Quando questionado sobre o porquê do título do EP, Calvin demonstra desapego com os significados: "Eu não gosto de colocar uma interpretação séria nem uma interpretação oficial para essas coisas, porque eu acho que, assim como a música, a vida também difere de muitas perspectivas. Então, às vezes, eu posso interpretar uma coisa de uma forma e você olhar a mesma coisa e interpretar de outra forma." Ele conclui mostrando seu lado punk, ao dizer que o nome é assim simplesmente porque é, não tendo um significado mais profundo por trás.
Como a banda só tem um integrante, os shows e eventos culturais ainda não estão na rotina do The Hectic, mas o frontman (não apenas frontman) garante que está nos planos buscar músicos para dar sequência à trajetória: "Eu não faço shows, e, como o projeto ainda é solo, preciso arrumar uma banda. É algo que eu quero muito para este ano e para o ano que vem: conseguir inserir o Hectic na cena e participar mais dela, fazer parte de shows culturais ou underground de bares que têm por aí."
Sobre as maiores dificuldades de um artista novo no ramo musical, Calvin responde que, mesmo tendo tudo o que é necessário, como talento, esforço, sorte e inovação, o sucesso na carreira é de "um em um milhão". Ele segue o raciocínio dizendo que, por mais que muitos estejam nesse meio musical, são poucos que podem fazer disso sua vida. O músico cita o caso de sua banda com um empecilho a mais: por ser focado em grunge, a bolha musical diminui ainda mais, em um país onde esse gênero está longe de aparecer no mainstream.
Para fechar, Calvin cita como exemplo a banda Mudhoney, que, para ele, é o verdadeiro "pai" do grunge, mas fez muito menos sucesso que seus contemporâneos, como Nirvana e Pearl Jam.
Fato é que a cena underground tem muita coisa boa e totalmente desconhecida para o público em geral. Não só a banda de um homem só de Calvin, mas também tantos outros artistas que amam e querem produzir mais e mais rock. Você, que é fã de Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains e do grunge em geral, ficou curioso com o som do The Hectic?
Beyond the Touch lança curta metragem e fecha ciclo da banda
A banda mineira Beyond The Touch dá mais um passo importante em sua trajetória ao lançar oficialmente o curta-metragem musical "Beyond The Sea of Stars", já disponível no YouTube. O projeto reforça a proposta do grupo de expandir sua atuação para além da música, apostando em uma linguagem audiovisual mais ampla e conceitual.
Antes da estreia oficial, o trabalho teve uma pré-exibição especial no tradicional Trash Bar, em Contagem (MG). O evento reuniu fãs, amigos e apoiadores da banda em uma noite marcada pela proximidade com o público e pela recepção positiva ao projeto. A exibição antecipada criou um clima de expectativa e celebrou o lançamento em um ambiente ligado à cena underground, que faz parte da trajetória do grupo.
Conhecida por suas composições de rock e heavy metal com forte carga emocional, a Beyond The Touch apresenta no curta uma proposta narrativa que une música e cinema de forma imersiva. "Beyond The Sea of Stars" vai além de um simples videoclipe, construindo uma história que conecta diferentes momentos musicais da banda dentro de um mesmo universo.
Entre os destaques da produção estão os clipes de "The Dream Man" e "Victim of the Night", que foram incorporados à narrativa do curta de maneira orgânica. As faixas não aparecem de forma isolada, mas sim como partes fundamentais do enredo, ajudando a conduzir a história e intensificar a carga dramática da obra. Cada música contribui para o desenvolvimento emocional dos personagens e para a construção do clima sombrio e reflexivo do filme.
A obra propõe uma reflexão direta ao espectador ao questionar: "até onde uma decisão ruim pode te levar?". A partir dessa provocação, o curta conduz uma jornada marcada por dilemas humanos, consequências, arrependimentos e a busca por redenção, criando uma experiência envolvente e sensível.
Com esse lançamento, a banda evidencia seu lado conceitual e reforça a integração entre música e storytelling, consolidando um caminho artístico que ultrapassa os limites do formato tradicional.
Este trabalho também representa uma fase mais madura da Beyond The Touch, que vem investindo em produções com maior profundidade narrativa, impacto visual e conexão emocional com o público. A iniciativa integra um conjunto de projetos que ampliam o universo criativo da banda e fortalecem sua identidade artística.
Formada em Minas Gerais, a Beyond The Touch vem conquistando espaço na cena independente ao abordar temas como luta pessoal, apoio emocional e superação. Com o novo curta-metragem, o grupo reforça seu posicionamento como um projeto que vai além dos palcos, explorando cada vez mais a força do audiovisual.
A banda ainda adianta que novos conteúdos relacionados ao projeto, como bastidores e making of, devem ser divulgados em breve em suas redes sociais e no YouTube, ampliando a experiência do público com o universo criado em "Beyond The Sea of Stars"., fechando esse ciclo da banda.
Banda Ouropretana Pseudonimus lança seu segundo álbum "Náusea"
Formada em Ouro Preto/MG no ano de 2024, a banda conta com André Estanislau (vocal), Luciano Ângelo (guitarra), Alberto "Feijão" (baixo) e Dudu "Casa de Pedra" (bateria).
Em abril de 2026, a banda lança seu segundo álbum de estúdio, Náusea!, composto por 10 músicas inéditas. Este novo trabalho expande as fronteiras da banda, trazendo uma produção ainda mais refinada, mas mantendo a crueza e a acidez lírica que se tornaram sua marca registrada.
Resenha do ábum por José Luiz - Xupz, vocalista das bandas Sflexia e Austericídio:
"Náusea surge como um sinal de que a MPB (Música Pesada Brasileira) vomita, mas passa bem. Esse é o recado da banda Pseudônimos em seu último disco, Náusea.
A faixa de abertura, "Anestesia", traz em sua letra uma fotografia comum a milhões de brasileiros: o estresse cotidiano e a dose anestesiante que desce peito abaixo, quicando no piloro estomacal e retornando na forma de raiva. Na sequência, "Homem Tranquilo" propõe a organização dessa raiva e aponta para o poder nas mãos do povo, que renasce e ressurge na terceira faixa, "Renasci/Ressurgi".
Faixas mais rápidas, como "Cadê a realidade?", trazem peso e velocidade por meio de influências do hardcore, remetendo a bandas como Calibre 12, Sociedade Armada e Ação Direta. Essa intensidade contrasta com "Eles Quem?", que desacelera e cria uma dinâmica interessante dentro do álbum.
A penúltima faixa, "Juiz da Vergonha", apresenta uma abordagem mais introspectiva e filosófica, com arranjos mais exóticos que lembram bastante os conterrâneos de Ouro Preto, a banda Vitimas de Cronos. Já em "Elite", última faixa do disco, o vocalista André tira do bolso de seu sobretudo , quase como quem saca mais uma carta , uma variação de timbres, explorando um vocal mais rasgado.
No geral, o disco se mostra como um argumento sólido de que é possível fazer punk rock em português de forma afrontosamente elegante. Essa ideia ganha ainda mais força em "Cirurgias Mentais", que, além de um refrão contagiante e da excelente dicção do vocalista André, traz uma passagem que evidencia influências do ska.
Destaque também para o mashup cinematográfico da capa, assinada pelo ilustrador Túlio Campos, que faz menção a Taxi Driver e The Matrix , conceito que também aparece na quarta faixa do disco, "Estamos presos na matrix".
A degustação sonora de Náusea funciona como uma espécie de "Dramin", aliviando o enjoo causado pela mesmice. É um disco dançante, mas que não ofusca o peso, com letras bem sacadas e uma forte influência de The Clash, tudo transposto para uma identidade marcadamente nacional ,que também dialoga com a veia de Inocentes."
Lufeh transforma exaustão emocional em força criativa no single "Overwhelmed", faixa-título do novo álbum
Com sonoridade sofisticada, rock progressivo e forte carga sensível, a banda apresenta música que reflete sobre o esgotamento da vida contemporânea e antecipa a identidade do disco que será lançado em 29 de maio.
A banda LUFEH lança "Overwhelmed", faixa-título de seu novo álbum, como uma síntese poderosa da proposta artística que conduz esta nova etapa da banda. Com uma sonoridade que equilibra densidade, técnica e apelo melódico, o grupo mergulha em temas ligados à sobrecarga emocional e mental, transformando inquietações do cotidiano em música de forte impacto. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke (violinos), com os integrantes Lufeh (bateria), Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals), consolidando uma unidade musical marcada por experiência, entrosamento e abertura para novas texturas sonoras. O álbum Overwhelmed será lançado em 29 de maio de 2026.
Escrita por Deio Tambasco, "Overwhelmed" ganha personalidade logo nos primeiros instantes, com a introdução conduzida pelo violino de Ginny Luke, elemento que amplia o alcance emocional da faixa e ajuda a diferenciá-la dentro do repertório do disco. Lufeh destaca a importância dessa escolha para o resultado final da música. "Essa é a faixa-título do álbum, escrita pelo nosso guitarrista Deio Tambasco. O grande destaque aqui é o violino de Ginny Luke na introdução. Ter uma violinista conosco realmente transformou a música e a levou para um lugar único."
No campo lírico, a composição se conecta de forma direta com a sensação de cansaço, aceleração e excesso que marca a vida contemporânea. A proposta da faixa é abordar o instante em que o corpo e a mente já não conseguem sustentar o mesmo ritmo, exigindo pausa, reflexão e retomada de equilíbrio. "Na letra, a canção aborda aquele ponto em que você sente que não consegue mais continuar correndo. Fala sobre ter ‘nós na cabeça’ e sentir uma ‘corrida de ratos superlotada’ dentro da alma por causa de tantas distrações da vida", explica Lufeh. Na sequência, ele resume o núcleo da mensagem: "A mensagem principal é a necessidade de parar um instante para recarregar, respirar e desacelerar antes de perder o controle, porque o tempo está passando."
"Overwhelmed" também funciona como uma espécie de eixo conceitual do trabalho. O álbum foi concebido a partir de uma abordagem mais madura de composição, já pensada em função das melodias vocais e da fluidez das canções, sem abrir mão da identidade progressiva da banda. Gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, o projeto reforça a intenção da LUFEH de ampliar sua linguagem musical com equilíbrio entre passagens técnicas, atmosfera emocional e acessibilidade. "Este álbum é resultado de muita dedicação, maturidade e da realização de um sonho. Gravar no histórico estúdio Sunset Sound, em Los Angeles, onde grandes nomes da música mundial registraram seus sucessos, foi uma experiência inesquecível", afirma Lufeh.
A construção de Overwhelmed também reflete a longa convivência entre os integrantes e o modo colaborativo como a banda desenvolve suas ideias. O grupo buscou neste trabalho composições mais orgânicas, com temas marcantes, mais camadas vocais e arranjos pensados para valorizar tanto a complexidade quanto a experiência de escuta. O resultado é um disco que se propõe a dialogar com diferentes nuances do rock progressivo contemporâneo, preservando personalidade própria e reforçando a química entre músicos que já compartilham décadas de trajetória.
Banda Brother Who apresenta "Equilíbrio"
A banda Brother Who apresenta "Equilíbrio", faixa central do álbum ORIGENS. Nascida de uma letra de rap escrita de forma natural e veloz, a música reflete anos de vivências reais. Após superar mudanças na formação em 2023, o grupo relança a obra como um símbolo de resiliência e amadurecimento artístico.
A composição traz a visão de mundo sob a ótica de um skatista, abordando a escolha de amizades e a filosofia das ruas. No refrão, um trocadilho inteligente conecta a habilidade física do skate com a arte de equilibrar a própria vida. O destaque fica para o speed flow, que detalha o lifestyle, o "drip" e a atitude da cultura urbana.
Produzido por Ablan Namur em seu estúdio em Santana de Parnaíba, o single une a energia coletiva da banda com uma lapidação técnica individual. O resultado é uma sonoridade autêntica que traduz como as experiências sobre o shape moldaram a personalidade e o equilíbrio emocional dos integrantes.
Borthãnia estreia com o pé no acelerador no single "Dificuldade"
O Borthãnia acaba de apresentar ao mundo seu single de estreia, "Dificuldade". A faixa é uma dose certeira de Hardcore Melódico, bebendo diretamente da fonte de ícones como NOFX e Bad Religion. Com uma batida rápida e marcante, a música contrasta o peso instrumental com uma letra que respira coragem e positividade, trazendo um respiro de otimismo em meio ao caos.
Gravado no Estúdio Overdrive, em Mogi das Cruzes, o single teve produção assinada pela própria banda em parceria com o produtor André. O trabalho reflete fielmente a entrega que o grupo demonstra nos palcos, capturando a essência vibrante que tem feito o Borthãnia se destacar na cena ao vivo.
Lançada em janeiro, "Dificuldade" é o primeiro cartão de visitas do futuro EP da banda. O single já está disponível em todas as plataformas digitais e marca o início de uma trajetória que promete renovar o fôlego do hardcore nacional com autenticidade e melodias marcantes.
Tubos de ônibus viram palco em novo clipe da Favourite Dealer
Os tubos de ônibus de Curitiba, conhecidos como símbolo do transporte urbano da cidade, se transformaram em cenário para o novo clipe da banda paranaense Favourite Dealer.
Gravado dentro de um dos tubos, o vídeo cria um ambiente fechado e intenso que dialoga com a proposta da música "Freak Show", marcada por variações entre peso e tensão. A faixa explora a sensação de exposição e deslocamento, reforçando a identidade direta da banda.
Formada por Wil (vocal), Gustavo (guitarra) e Jean (baixo), a Favourite Dealer aposta em um som autoral com influências do rock alternativo e mantém uma abordagem sem concessões estéticas.
O material foi gravado e mixado no estúdio Bunker Cultural, enquanto o clipe foi produzido de forma independente pelos próprios integrantes.
A banda se prepara para o lançamento de seu segundo álbum, e "Freak Show" antecipa a sonoridade do novo trabalho.
Negative Wolts lança "Double Down", single que marca o início da trajetória da banda
A banda Negative Wolts lançou o single "Double Down", primeiro trabalho oficial do grupo.
A música apresenta uma sonoridade pesada e direta, com influências de grunge e elementos de nu metal, marcada por guitarras distorcidas e vocais intensos.
O lançamento também conta com um clipe que aposta em uma estética de filmagem caseira dos anos 2000, com uso de câmera digital, trazendo um visual cru e nostálgico.
"Double Down" marca o início da trajetória da banda, que aposta em um som direto, com foco em peso e identidade própria dentro da cena independente.
Rock sem jabá, como um músico brasileiro criou uma tv para ajudar bandas
Todos nós sabemos que não existe emissora focada em rock, muito menos rock underground. O máximo que tínhamos em mãos era a saudosa MTV, que fazia parte do pacote das mídias tradicionais e que dedicava pequenos momentos na divulgação da música rock metal, mas nada além disso. Ou seja, o que era pouco, virou nada. No Brasil, dominado pelos ritmos financiados pelos grandes empresários, sertanejo, funk, pagode, o cenário é de um deserto nesse quesito. E é nesse ambiente que surge a Lamore Rock Show WebTV.
Aparecer na TV é algo próximo do impossível para as bandas que não possuem dinheiro nem pra voltar pra casa de Uber a noite após o show, imagina pagar jabá. E mesmo pagando não significa que isso resultará em sucesso e fama. Sabendo disso, está claro para os próprios músicos, produtores, jornalistas e até mesmo os fãs que, sem união e iniciativa tudo continuará na mesma e sem avanços. Foi então que em 2022 surgiu a primeira e única web tv de rock underground no território brasileiro.
Com programação 24 horas, os telespectadores encontram clipes, entrevistas e coberturas de imprensa, sempre com artistas que vivem a realidade cruel da cena independente. Com viés de expansão constante, a Lamore Rock Show WebTV, inicialmente apenas com site e streaming próprios, passou a contar com aplicativo para celular e recentemente entrou no cardápio das tvs smart, ao lado de gigantes como Netflix e Globo Play, basta entra na Play Store, tanto no smart phone quanto nas tvs para baixar, instalar e começar a assistir.
Rodrigo Lamore, idealizador desse projeto revolucionário é oriundo da cidade de Guanambi, no interior da Bahia e vive no Rio de Janeiro desde 2012. Já que as tvs fecham as portas para nós, estamos criando nossa casa exclusiva, fazendo valer o lema "Do It Yourself", mas nunca esquecendo de que o coletivo e a colaboração são as chaves para o sucesso, pois ninguém vence sozinho. E viva o rock underground.



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