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Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades

Abaixo, alguns dos últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes.

Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com
Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com


Beyond Fire apresenta videoclipe para o single "Walking Alone"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda manauara Beyond Fire lançou o single "Walking Alone", acompanhado de um videoclipe com uma performance cinematográfica e uma narrativa que revela a profundidade proposta pela obra do grupo. Apostando em uma abordagem mais sensível, mas sem abrir mão de suas raízes no Heavy e Power Metal, o grupo apresenta uma composição comovente e sofisticada, que evidencia sua versatilidade e reforça a identidade construída ao longo dos últimos anos.

Tito Falaschi lança single "Time to Move On"

Músico apresenta faixa-título de seu novo álbum e se une ao irmão em noite especial da Mi'raj & The Legacy Tour, no dia 15 de agosto.

Tito Falaschi lançou o single "Time to Move On", faixa-título de seu novo álbum de estúdio, e confirmou mais um momento especial em sua carreira: o músico será responsável pela abertura do show de Edu Falaschi, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, no dia 15 de agosto de 2026.

Litosth divulga lyric video de "Gólgota"

FONTE: Wargods Press

O duo brasileiro de Dark/Black Metal LITOSTH — formado por Maicon Ristow (instrumentos) e Wendel Siota (letras) — disponibilizou no YouTube o lyric video da música "Gólgota". A faixa é o novo single do quarto disco da banda, "Dreaming", que já pode ser escutado na íntegra no Bandcamp da gravadora Personal Records.

Como primeira amostra dessa nova fase, "Gólgota" funciona como um ataque direto à hipocrisia religiosa e à moralidade imposta. A faixa, segundo concepção da banda, aborda como dogmas antigos são usados como ferramentas de opressão e controle, mascarando o ódio como se fosse "verdade". É uma crítica pesada àqueles que vendem salvação e pregam pureza, mas usam o medo e a culpa para sufocar e condenar qualquer forma de pensamento livre.

Sobre o conceito geral que amarra todo o material de "Dreaming", Wendel detalha o contraste com o disco anterior: "O "Cesariana" ainda era um grito de revolta, a gente batendo de frente com essa obrigação de que todo mundo tem que ser feliz o tempo todo. O "Dreaming" já não tem isso. Ele desce direto para o fundo do poço e não oferece conforto ou redenção nenhuma. A ideia foi retratar a arquitetura de um colapso. Quando você arranca a fé, a moral, o propósito e qualquer ilusão de futuro, o que fica? Sobram cinzas, silêncio e vazio. É sobre isso."

Já Maicon explica que a parte instrumental precisou acompanhar o peso do tema: "A gente nunca se prendeu a rótulo de estilo musical. O objetivo sempre foi fazer a brutalidade do som andar lado a lado com a filosofia das letras. Então os arranjos precisavam soar gigantescos, mas ao mesmo tempo cirúrgicos. Nós não queríamos compor oito faixas que apenas descrevessem uma queda. A intenção era fazer o ouvinte sentir que a queda é a própria música."

Clique para ouvir o álbum "Dreaming" (Bandcamp)

Epitaph lança novo álbum de estúdio, "Digital Screams"

FONTE: Wargods Press

A banda gaúcha EPITAPH está divulgando o lançamento de seu mais novo álbum de estúdio, intitulado "Digital Screams". O grupo de Porto Alegre, em atividade desde o ano 2000, tem como foco um material voltado ao Heavy Metal tradicional, com uma proposta conceitual focada nas transformações da sociedade contemporânea e do universo digital. Com oito faixas inéditas, o disco une influências de Thrash Metal e Hard Rock, apresentando uma produção assinada por Lucas Santorum que evidencia a evolução técnica do quinteto nestes mais de vinte anos.

Assista ao vídeo clipe de "The Girl Who Loved the Dead":

As composições mantêm a característica crítica e provocativa que marca o histórico da banda, trazendo mais uma vez a colaboração de Dênis Winston nas letras. O destaque principal fica para a faixa-título, que conta com a participação especial de Gustavo Demarchi (ex-Apocalyse), vocalista presente como convidado no disco de estreia do grupo e que agora retorna novamente. Musicalmente, o conjunto segue extraindo inspiração de nomes consagrados como Black Sabbath, Judas Priest, Saxon e Accept.

Ouça o álbum no Spotify:

Morcegula lança seu terceiro álbum, "Desmodus Profundus"

FONTE: Hell Yeah Music Company

O duo brasileiro Morcegula lançou seu terceiro álbum de estúdio, "Desmodus Profundus", já disponível nas principais plataformas de streaming. O trabalho sucede o elogiado "Caravana dos Desajustados" e aprofunda a identidade da banda baseada em um punk'n'roll cru, visceral e cheio de personalidade. Além do lançamento digital, realizado em 26 de junho, o disco também ganhará edição em vinil no dia 9 de julho, celebrando mais um importante capítulo da discografia do grupo.

Formado por Rebeca Li e Henrique Badke, o Morcegula nasceu de uma proposta pouco convencional. Ela canta e toca bateria em pé, dispensando o uso de pratos, enquanto ele assume guitarra, vocais e composições. Mesmo vivendo em estados diferentes, Rebeca em Uberlândia-MG e Henrique no Rio de Janeiro-RJ, o casal transformou a estrada em seu principal ponto de encontro, fazendo dos palcos o elo que une vida pessoal e trajetória artística.

Ruin and Reverie lança álbum "The Seed of Chaos" com Vocais de Ray Alder (Fates Warning)

Projeto de metal progressivo idealizado pelo guitarrista brasileiro Peri Rocha apresenta trabalho conceitual focado na ficção científica e nos dilemas da humanidade

O novo projeto de metal progressivo Ruin and Reverie, baseado em Seattle (WA), acaba de lançar oficialmente o seu álbum de estreia, intitulado The Seed of Chaos, disponível a partir de hoje, 3 de julho de 2026. O grande destaque do trabalho fica por conta da parceria com o renomado vocalista Ray Alder, amplamente conhecido por sua liderança à frente do Fates Warning — uma das bandas mais importantes e influentes da história do metal progressivo — além de seus trabalhos com Redemption e A-Z. Após antecipar o registro com um cronograma de singles, o álbum completo já pode ser ouvido na íntegra.

The Seed of Chaos é um álbum inteiramente conceitual que traz dez faixas interconectadas. O enredo é inspirado no ensaio "Humankind Was an Accident", escrito em 2022 pelo guitarrista e principal compositor do projeto, o brasileiro Peri Rocha. A narrativa acompanha o capítulo final da humanidade na Terra e seus primeiros passos em direção ao espaço e ao desconhecido, funcionando como uma crônica contínua desenhada para ser ouvida do início ao fim.

A colaboração de Ray Alder vai além da interpretação técnica; o vocalista do Fates Warning também divide a co-composição e assina todas as letras do disco, moldando a identidade lírica e melódica da obra.

"Trata-se de um trabalho construído com muita dedicação. Queremos que o ouvinte mergulhe nos sentimentos e na ambientação que o personagem enfrenta ao longo desta história", comenta o guitarrista e produtor do projeto.

Downearth: projeto do baixista do Eminence lança novo clipe

Formada por músicos experientes da cena de Belo Horizonte, banda combina elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal

Criada em 2022, a banda Downearth, formada por Julimar Fernandes (vocal, Raising Conviction), Matheus Araujo (guitarra, Balla), Davidson Mainart (baixo, Eminence) e Samuel Bernardo (bateria, Paradise in Flames), tem como proposta desenvolver uma identidade sonora distinta dos projetos principais de cada músico.

Até o momento, o grupo lançou os singles "Legions", "Absense" e "Tired", combinando elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal. O repertório traz composições densas, atmosféricas e pesadas, alternando melodias e momentos agressivos para abordar temas introspectivos, como existencialismo, questões sociais e as incertezas da humanidade.

"Tired" mergulha na exaustão moldada pelo tempo, pelas expectativas e pela entrega absoluta. A letra retrata a experiência de oferecer tudo o que se tem, doar até as últimas forças e, ainda assim, seguir contando os dias. É um relato honesto sobre o peso de despejar a própria alma na música e na arte, convivendo com a constante sensação de que nenhum esforço parece suficiente. "A letra traduz o desgaste da mente criativa, presa em um ciclo implacável no qual o artista, mesmo completamente esgotado, simplesmente não consegue parar", comenta Julimar Fernandes.

A narrativa ganha ainda mais força ao ser costurada por uma metáfora sobre a devoção a uma fé cega. "A entrega à arte passa a se confundir com a submissão a uma força que exige sacrifícios contínuos, sempre cobrando mais, mas raramente se mostrando concreta o bastante para justificar tamanha dedicação", detalha o vocalista.

Com uma sonoridade significativamente mais agressiva do que a apresentada nos lançamentos anteriores, "Tired" revela a faceta mais pesada da banda. Riffs dissonantes, guitarras sujas e vocais carregados de desespero transformam a música em um verdadeiro prato cheio para quem aprecia um som intenso, caótico e visceral.

Sacrificed lança o clipe de "Agony (Where Lie Doesn't Rest)"

FONTE: Wargods Press

A banda mineira SACRIFICED disponibilizou nesta sexta-feira, 3 de julho, o seu mais novo single, intitulado "Agony (Where Lie Doesn't Rest)". A faixa, que já pode ser conferida em todas as plataformas de streaming, chega acompanhada de um videoclipe no canal do grupo no YouTube e marca o início das atividades promocionais em torno de seu vindouro EP. Para este lançamento, a banda contou com um time de peso na produção: a música foi gravada por André Damien (Paradise In Flames), a mixagem e masterização ficaram a cargo de Jonathas Peschiera (AXTY), e o clipe foi produzido por Bruno Paraguay (Eminence).

Apresentando uma sonoridade encorpada e transitando pelas vertentes do Metal moderno, alternativo e progressivo, "Agony" é o primeiro registro de estúdio da banda com a formação estabilizada como um quarteto. O guitarrista e vocalista Diego Oliveira comenta sobre o processo de criação e o impacto de escolher a faixa como o primeiro cartão de visitas da nova formação: "Lançar 'Agony' primeiro foi uma decisão muito certeira para nós. Ela sintetiza com perfeição a energia atual da banda: é agressiva, sufocante e tem um nível técnico que exigiu bastante de todos no estúdio. A letra trata justamente dessa sensação de claustrofobia e dor, e ver essa atmosfera ganhando vida agora, tanto no áudio quanto no videoclipe, é a concretização de um trabalho intenso que viemos lapidando. É um som feito para bater de frente."

A temática visceral da música também se reflete na identidade visual do single. Rompendo com estereótipos digitais e saturados pelo uso de Inteligência Artificial, a capa do single traz uma fotografia crua e monocromática assinada pela artista visual Juh Missagia, retratando de forma humana e artística o isolamento que a letra de "Agony" transmite. Antes da chegada do EP completo, a banda ainda liberará mais um single inédito e videoclipe para a faixa no início de agosto.

Novo single de Ricky de Camargo com Edu Ardanuy, Roberto Barros e Dallton Santos

O guitarrista e compositor Ricky de Camargo acaba de lançar seu mais novo single, "A Pilgrimage to the Inner Light", uma composição que reúne alguns dos mais talentosos músicos da cena nacional em um trabalho marcado por técnica, peso e identidade musical.

A faixa conta com as participações especiais de Edu Ardanuy (Dr. Sin e Sinistra), Roberto Barros (ex-banda de Edu Falaschi), Dallton Santos (baterista que acompanha Felipe Andreoli), Adrian Blakk (Anderuvius), nos vocais, e Giovanna Teixeira, na bateria.

Com pouco mais de 10 minutos de duração, "A Pilgrimage to the Inner Light" conduz o ouvinte por uma verdadeira jornada sonora, transitando entre o rock progressivo e o metal progressivo. A composição apresenta passagens intensas, mudanças de dinâmica, melodias marcantes e uma grande variedade de solos de guitarra, sem abrir mão da musicalidade e da emoção.

Jordan's Empire of Dreams lança "Chapter I: The Crossing"

O projeto Jordan's Empire of Dreams lançou no dia 19 de junho seu álbum de estreia, "Chapter I: The Crossing". O trabalho apresenta uma combinação de metal sinfônico, rock alternativo, orquestrações cinematográficas e elementos de música épica, reunidos em uma proposta conceitual que explora temas como auto descoberta, superação, propósito, amor e transformação pessoal.

Com dez faixas, cada composição representa uma etapa distinta de uma jornada emocional. Embora faça parte de uma história maior, cada capítulo apresenta uma narrativa própria, e cada música pode ser apreciada de forma independente, sem perder sua conexão com o conjunto da obra. O repertório transita entre momentos introspectivos e passagens grandiosas, combinando guitarras, orquestrações, corais e elementos modernos de produção.

As letras, melodias, composições e direção criativa do álbum foram desenvolvidas por Jordan Oliveira, compositor brasileiro que também contribuiu com gravações de guitarra, violões, teclados e vocais de apoio. O projeto utiliza parte dos instrumentos e vocais gerados com auxílio de inteligência artificial como ferramenta de produção para dar forma aos arranjos e à visão artística do álbum.

Phantom Star lança oficialmente seu álbum de estreia

FONTE: Wargods Press

A banda curitibana PHANTOM STAR acaba de disponibilizar o seu aguardado full-length. O álbum, autointitulado "Phantom Star", já pode ser ouvido na íntegra em todas as principais plataformas de streaming e adquirido em formato físico (CD) através da gravadora Classic Metal Records.

Após preparar o terreno com os singles "Touch of a Curse", "I Am the Storm" e "Witch Hunt", o grupo apresenta agora a sua obra completa. Composto por oito faixas, o disco traz uma forte declaração de amor ao Heavy Metal tradicional. As composições deixam transparecer de forma orgulhosa as influências da banda, que transitam por influências de nomes como Savatage, Queensryche, Fates Warning, Virgin Steele, Mercyful Fate e King Diamond. A audição do álbum revela arranjos complexos e bem trabalhados, permitindo que faixas inéditas para o público — como as imponentes "Edge of the Knife", "Chalice of Lies" e "Orpheus Quest" — mostrem a versatilidade do grupo.

Wasteland Prophets dá mais um passo com quarto single

Formado pelo guitarrista Frank Almendra (ex-integrante do Avalon e outros projetos) e o vocalista Anton Parr (ex-Buffalo Theory MTL, The Still, Avalon), que também atuam juntos no Hoax Society, o Wasteland Prophets surgiu em 2026 trazendo a experiência de seus idealizadores.

Apostando em um tema central atual e suas diversas ramificações, como trilha sonora de suas 'profecias' entoam do rock clássico ao hard rock, além de flertes com o blues, com uma abordagem bem própria moldando sua identidade.

Com um primeiro semestre intenso, a dupla chega agora ao seu quarto ato, "The Number One Conspiracy", que amplia sua sonoridade com influências do rock alternativo, além de continuar com a sua exploração dos cantos mais sombrios da história, dos mitos e da natureza humana. "A música mergulha de cabeça em um dos mistérios mais duradouros do século XX: o assassinato do presidente John F. Kennedy. "The Number One Conspiracy" examina as questões, teorias e sombras que continuam a cercar os eventos de 22 de novembro de 1963", explica os músicos.

Como já se tornou uma marca registrada dos lançamentos do Wasteland Prophets, o single também inclui um lado B, que é sempre uma versão para algumas das referências da dupla. Desta vez, a banda interpreta "Down in the Hole", de Tom Waits e, como de praxe, mostra o quanto conseguem inserir sua própria personalidade nos covers. Os temas da música — tentação, redenção e sobrevivência — se encaixam naturalmente no crescente catálogo da banda, repleto de narrativas apocalípticas e inspiradas no noir.

Blakkesis questiona a desumanização em "Plastic Dreams"

Explorando reflexões sobre a existência humana, a busca por equilíbrio e os conflitos entre humanidade e programação em uma sociedade movida pelo consumo, a Blakkesis, banda expoente do metal moderno brasileiro, lançou o clipe oficial do single inédito 'Plastic Dreams'.

Com uma atmosfera futurista que conduz o público por uma transição entre o mundo real e uma realidade utópica, a narrativa aborda problemáticas vivenciadas na era pós-moderna, como crise existencial, alienação humana, busca por pertencimento e sobrevivência emocional. A relação entre o palpável e o abstrato, entre o indivíduo e a máquina, reforça a crítica da faixa sobre o esvaziamento humano em meio a uma sociedade cada vez mais marcada pela artificialidade, pelo consumo e pela automatização das relações.

Produzido e dirigido por Mad Ferreira, o clipe de 'Plastic Dreams' aposta em uma estética futurista, incorporando cenários e elementos em 3D que traduzem o significado adotado pela banda ao evidenciar o conceito de uma realidade artificial, onde tecnologia, padrões sociais e comportamento humano se entrelaçam em um universo distópico.

Com 'Plastic Dreams', a banda aprofunda na proposta estética ao unir peso, atmosfera e narrativa visual em uma experiência sensorial que dialoga tanto com a agressividade quanto com a introspecção. O lançamento do clipe marca mais um passo na construção do universo conceitual da Blakkesis, que busca transformar cada música em um fragmento de uma obra maior onde som, imagem e significado se entrelaçam.

The Knights lança o single de estreia "Water Demon"

FONTE: Wargods Press

A banda paranaense THE KNIGHTS, formada na cidade de Matinhos em setembro de 2025, acaba de anunciar o lançamento de seu single de estreia, "Water Demon". Idealizado pelo multi-instrumentista e vocalista Emerson "Devil's Preacher" ao lado da letrista Ariane Queiroz, o grupo foca na junção do Heavy Metal tradicional com o Rock Progressivo. A faixa foi disponibilizada de forma independente em 15 de junho de 2026 no Bandcamp e no YouTube.

O single é tematicamente inspirado nos filmes "Godzilla" (1954) e "Godzilla: Minus One" (2023), utilizando o cinema e a ficção científica para abordar as consequências do uso de armas nucleares. Mais do que focar na criatura em si, a música retrata o monstro como o resultado físico do ódio humano e das políticas de destruição em massa iniciadas com os bombardeios atômicos de 1945. "Nossa ideia não era apenas escrever sobre um monstro destruindo cidades, mas usar essa figura para debater o comportamento da nossa sociedade. A criatura de couro e aço, como diz a letra, é um reflexo direto do pior lado da humanidade e de como a guerra e a radiação cobram o seu preço", explica Ariane Queiroz sobre o conceito principal da faixa.

Sonoramente, a banda presta um tributo a nomes clássicos do estilo, como Rush, Genesis, Budgie, Dio e Nektar, além de influências extremas como Death e Blood Incantation, e nomes obscuros como Black Fate, incorporando também a influência literária de autores como Machado de Assis, Júlio Verne e Albert Camus, além de uma forte conexão lírica com o oceano. Essa mistura de referências reflete o histórico da dupla fundadora: Emerson atua no cenário underground desde 2012, passando por bandas de Thrash e Neoclássico, e tendo gravado o disco "Epidemic Tragedies" com a banda Yellow Fever. Já Ariane possui carreira no setor audiovisual, roteirizando e dirigindo obras de viés autoral, como os curtas "Dia 21" e "A Surpresa".

"Queríamos criar uma atmosfera instrumental que funcionasse em conjunto com o tom trágico da letra. O foco foi estruturar as guitarras e o baixo mais diretos do Heavy Metal com aquelas passagens mais climáticas e estruturadas que são a marca registrada do Rock Progressivo que nós tanto escutamos", comenta Emerson "Devil's Preacher" sobre o processo de composição e os resultados obtidos com o single. Os próximos incluem o lançamento de um novo single no final do ano e posteriormente a finalização de um álbum completo.

Substratos lança single "Alive Within the Silence"

Toda jornada tem um começo... e toda história merece um desfecho.

Tudo começou com Two Hearts, One Sound, quando duas almas descobriram uma conexão que ia além das palavras. Depois veio Unbroken Tomorrow, lembrando que a esperança continua viva mesmo quando a vida muda o nosso caminho. Em seguida, More Than We Can Say apresentou o capítulo mais intenso dessa história, explorando tudo aquilo que as palavras jamais conseguem expressar.

Agora, essa jornada chega ao seu capítulo final com Alive Within the Silence.

Mais do que falar sobre despedidas, a música propõe uma reflexão sobre aceitação, perdão e a coragem de seguir em frente. Ela parte da ideia de que o amor vai além de permanecer ao lado de alguém. Às vezes, deixar partir também pode ser uma forma de amar. Seguir em frente não significa esquecer, mas honrar tudo aquilo que nos ajudou a nos tornar quem somos.

Musicalmente, a faixa reúne guitarras atmosféricas, elementos de rock cinematográfico, influências de rock melódico e metal melódico, além de vocais masculino e feminino que conduzem a narrativa até seu desfecho.

O lançamento é acompanhado por um lyric video construído a partir de paisagens simbólicas e elementos visuais que convidam cada espectador a encontrar sua própria interpretação da história.

Com "Alive Within the Silence", o Substratos encerra um ciclo sem transformar o fim em ruptura. A faixa mostra que algumas histórias continuam existindo de outras formas, na memória, no aprendizado e em tudo aquilo que carregamos conosco. Mais do que um ponto final, ela representa a aceitação de que seguir em frente também pode ser uma forma de amar.

Revengin aposta em emoção e estética no clipe de "Far Away"

A banda Revengin reforça sua fase de projeção internacional com o lançamento do videoclipe de "Far Away", produção que traduz em imagens a intensidade emocional da canção. Com narrativa sensível, fotografia cinematográfica e direção cuidadosa, o trabalho aborda temas como distância, saudade, perdas e esperança, ampliando a força da composição por meio de uma linguagem visual sofisticada.

Musicalmente, a faixa evidencia a maturidade do grupo ao combinar guitarras marcantes, elementos orquestrais e uma base rítmica consistente, características do metal sinfônico. A interpretação vocal acompanha a evolução dramática da música, alternando momentos de delicadeza e potência, enquanto os arranjos reforçam o clima melancólico e ao mesmo tempo grandioso da obra.

O videoclipe investe em enquadramentos elegantes, iluminação precisa e uma paleta de cores que intensifica a atmosfera contemplativa da canção. A edição acompanha a dinâmica musical, alternando cenas mais intimistas e momentos de maior impacto, criando uma experiência audiovisual que valoriza tanto a narrativa quanto a performance da banda.

Em um momento de expansão da carreira no mercado europeu e com uma turnê internacional prevista para os próximos meses, o Revengin demonstra, em "Far Away", sua capacidade de unir qualidade técnica, identidade artística e emoção. O resultado é um trabalho que reafirma o amadurecimento da banda e fortalece sua presença no cenário do metal sinfônico contemporâneo.

Ostra Coisa lança clipe colaborativo para o single "O Inevitável"

FONTE: Wargods Press

A banda paulista OSTRA COISA acaba de lançar o videoclipe oficial do single "O Inevitável". A produção traz uma proposta sensível e comovente, concebida originalmente como uma homenagem aos animais de estimação que deixaram marcas eternas e profundas na vida de seus tutores. O grande diferencial do projeto está em seu caráter estritamente colaborativo. Por meio de uma convocação nas redes sociais, o quarteto convidou o público e os seguidores a confiarem suas lembranças e registros pessoais ao projeto. A resposta dos fãs transformou o videoclipe em um mosaico coletivo de histórias reais, unindo imagens de companheiros de jornada em uma celebração marcada pelo amor, pela saudade e pela gratidão.

Além da produção da música, e do próprio álbum "Teias Siderais", o guitarrista da banda, Marcus Goulart, que é responsável pelo Manguezal Estúdio, também realizou a captação e a edição do vídeo clipe.

"'O Inevitável' nasceu como uma homenagem aos pets que deixaram marcas eternas em nossas vidas. E graças a vocês, esse clipe ficou ainda mais especial! Recebemos fotos e vídeos de seguidores que confiaram suas lembranças e seus companheiros de jornada para fazer parte dessa história. Nosso muito obrigado a cada pessoa que participou e ajudou a transformar esse trabalho em uma verdadeira celebração de amor, saudade e gratidão", destaca a banda em agradecimento ao público.

Musicalmente, a faixa equilibra o peso e a melodia característicos do grupo, servindo de pano de fundo para a pegada emocional que as imagens apresentam. O lançamento de "O Inevitável" dá continuidade ao ritmo de produção do grupo, que em 2025 lançou o elogiado álbum "Teias Siderais" e recentemente se apresentou no palco do 8º Ubatuba Rock Fest.

Ouça "Teias Siderais" no Spotify:

Luiz Toffoli lança single "When Heaven's Breeze"

Faixa chega às plataformas em 10 de julho e integra o repertório do álbum "Beyond the Garden", novo trabalho autoral do guitarrista e compositor

O guitarrista e compositor Luiz Toffoli lança o single "When Heaven's Breeze", nova faixa do álbum "Beyond the Garden" que deverá ser lançado no segundo semestre de 2026. A música chega às plataformas digitais antecipa uma composição que será apresentada de forma completa no disco, com quase oito minutos de duração.

Com atmosfera progressiva, construção melódica e arranjos que alternam peso, dinâmica e sensibilidade, "When Heaven's Breeze" amplia a narrativa musical de "Beyond the Garden", álbum que vem sendo apresentado ao público por meio de singles como "Shadows of a Man", "Gates of Eternity" e "Chasing Dreams". A nova faixa aprofunda o caráter reflexivo do trabalho, colocando a mensagem da canção no centro da experiência sonora.

A composição tem como ponto de partida o texto conhecido como "o caminho do amor", escrito pelo apóstolo Paulo. Apesar da referência, Luiz Toffoli destaca que a música não possui caráter religioso. A proposta é transformar a ideia em uma reflexão universal sobre afeto, empatia e convivência em um período marcado por guerras, intolerância e distanciamento entre as pessoas.

"Acredito que seja um tema muito relevante para o momento que vivemos, com guerras, falta de empatia e tantos conflitos. A música não tem cunho religioso, mas fala sobre algo humano e necessário", afirma Luiz Toffoli.

"When Heaven's Breeze" apresenta uma leitura mais direta da composição, preservando a atmosfera épica e emocional que será expandida na versão integral do álbum. A faixa reforça a proposta de "Beyond the Garden" de unir metal progressivo, peso, melodias marcantes e temas ligados à experiência humana.

Ember Brick: segundo álbum ganha edição em vinil

Gravado em estúdio analógico Forest Lab, álbum "Ember Brick" ganha edição limitada em vinil com 150 cópias

O segundo álbum da banda Ember Brick, autointitulado, reúne 13 faixas e chega ao público em uma edição especial em vinil. O lançamento é independente e limitado a 150 cópias, realizado em parceria com os selos Melômano Discos, Undershows Records e Brado Discos. O trabalho foi gravado integralmente em formato analógico no estúdio Forest Lab e tem mixagem assinada por Lisciel Franco, reforçando a proposta sonora orgânica e fiel às gravações de época.

A banda paranaense, atualmente formada por Guilherme Marin, responsável pelo vocal, baixo e letras, André Borela na guitarra e Jean Gardinalli (Edu Falaschi) na bateria, foi criada em 2017 por um grupo de amigos e iniciou sua trajetória com uma gravação caseira em 2019, que originou a demo "Flying Money Machine". Mesmo registrado no quintal da casa de um amigo em Maringá, o material serviu como impulso para a banda aprofundar as composições e buscar uma produção profissional. Em 2022, já com mudanças na formação, o grupo passou a contar com o guitarrista André Borela. Nesse período, foi ao Rio de Janeiro para gravar no estúdio de Lisciel Franco, conhecido pelo trabalho com gravações analógicas. O resultado foi o primeiro álbum de estúdio, "Smoke Some Bricks", com nove faixas registradas em formato analógico.

O disco ampliou a visibilidade do grupo e abriu novas oportunidades no mercado. Este reconhecimento levou a um convite da Virgin Music do Brasil para um novo projeto no mesmo estúdio e com a mesma proposta de gravação. Dessa parceria nasceu o segundo álbum, "Ember Brick", com 13 faixas e previsão de lançamento em vinil.

Musicalmente, o som do Ember Brick costuma ser classificado como stoner e doom metal, com influências de grunge e rock progressivo. A banda define sua sonoridade como uma mescla de referências que atravessam estilos distintos, com forte presença de elementos dos anos 1970, como Black Sabbath, Motörhead e Rush, combinados a influências mais modernas como Alice in Chains e Tool.

Para adquirir o material, acesse este link.

Tianastácia revisita "O Sol" em versão acústica e celebra 30 anos de estrada

Gravada ao vivo no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, a nova interpretação do clássico chega via ONErpm nesta sexta-feira (10) e marca uma nova fase da banda

Uma das bandas mais emblemáticas do rock mineiro está completando três décadas de estrada com novidades de peso: o lançamento do Audiovisual "30 Anos ao Vivo no Palácio das Artes", programado para o segundo semestre de 2026. O Tianastácia abre as comemorações desse lançamento com o single "O Sol", que chega em todas as plataformas digitais no dia 10 de julho (sexta-feira) via ONErpm. A faixa ganha uma roupagem inédita, acústica e com arranjo de cordas gravado ao vivo no lendário Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e também será lançada em vídeo no canal oficial da banda, às 11h.

Caio Gaona lança tributo à clássica abertura de Power Rangers

O baterista Caio Gaona, conhecido por seu trabalho nas bandas Triscore e Crossroad, acaba de lançar uma homenagem especial a uma das músicas mais marcantes da cultura pop dos anos 1990. O músico disponibilizou em seu canal uma versão da icônica abertura de Mighty Morphin Power Rangers, composição de Ron Wasserman que atravessou gerações e permanece viva na memória de milhões de fãs ao redor do mundo.

Para dar ainda mais força ao projeto, Caio convidou o renomado vocalista Edu Curti, que empresta sua potência vocal à releitura, trazendo uma nova energia ao clássico tema da série que se tornou um fenômeno mundial.

A produção busca unir nostalgia e modernidade, celebrando uma canção que marcou época e continua conquistando novos admiradores. O lançamento já pode ser conferido em vídeo através do canal oficial de Caio Gaona.

Hajem Kunk, "rock troncho" da Paraíba, lança o single "Leite de Pedra"

A banda paraibana Hajem Kunk anuncia o lançamento de "Leite de Pedra", terceiro e último single antes do lançamento de seu álbum de estreia, previsto para o segundo semestre de 2026.

Misturando rock progressivo, jazz fusion, psicodelia e música instrumental pesada com influências do stoner rock, o quarteto define sua sonoridade como "rock troncho", termo popularizado pela conterrânea Papangu e que a Hajem Kunk busca expandir em novas direções.

"Leite de Pedra" sintetiza a multiplicidade de estilos presente no disco de estreia da banda. A faixa destaca elementos de psicodelia, sessões de improviso e compassos tortos, características que permeiam todo o trabalho. Antes dela, a Hajem Kunk lançou os singles "Pipe" e "Mar Morto", que apresentaram ao público diferentes colorações da paleta sonora do grupo.

Formada por Pedro Francisco (guitarra), Rafael Jordão (guitarra), Lucas Farias (baixo) e George Alexandria (bateria), a Hajem Kunk reúne músicos atuantes na cena da Paraíba e dialoga com diferentes vertentes da música instrumental contemporânea.

Gravado integralmente ao vivo no estúdio Mutuca (João Pessoa, PB), o disco é um retrato da cena pulsante paraibana e pessoense, marcada pelo intercâmbio constante entre artistas de diferentes influências e trajetórias.

A formação conta ainda com dois integrantes da Papangu, Pedro Francisco e George Alexandria. Com a banda, os músicos já passaram por festivais como o Lollapalooza Brasil e o Knotfest e foram destacados recentemente pelo jornal britânico The Guardian.

Além do lançamento do álbum, a Hajem Kunk já tem duas apresentações confirmadas em São Paulo no mês de julho: no dia 22 na Porta Maldita e dia 24 no Fenda 315, ampliando a circulação do grupo e levando o repertório do disco de estreia para novos públicos. Mais detalhes sobre essas datas serão divulgados em breve.

Rafix Lemo lança a faixa "Tempo"

"Tempo" é uma música acústica que mistura metalcore, post-hardcore e emo, com influências do som dos anos 2000. A letra aborda conflitos internos, passagem do tempo e superação, buscando transmitir emoção e identificação ao ouvinte.

Voice Music anuncia relançamento de "Ritual", álbum de estreia do Shaman

Depois de anos fora de catálogo, "Ritual", álbum de estreia do Shaman, volta ao mercado brasileiro em edição especial pela Voice Music. O relançamento chega em CD com slipcase e pôster 36 x 36 cm, em pré-venda pela Black Rock Store, com lançamento previsto para 24 de julho de 2026 e envios a partir de 23 de julho.

Compre o CD "Ritual", do Shaman

Lançado originalmente em 2002, "Ritual" marcou a primeira fase do Shaman e apresentou ao público a formação reunida por Andre Matos (vocal), Luis Mariutti (baixo), Ricardo Confessori (bateria) e Hugo Mariutti (guitarra). Gravado na Alemanha e produzido por Sascha Paeth, o disco consolidou uma proposta que combinava Power Metal, arranjos orquestrais, coros, peso e elementos de world music.

"Fairy Tale", uma das músicas mais conhecidas do trabalho, ampliou o alcance do grupo ao integrar a trilha da novela "O Beijo do Vampiro", da TV Globo.

Com esta nova edição, a Voice Music recoloca em circulação um álbum essencial para colecionadores e admiradores do heavy metal brasileiro, agora em apresentação física voltada ao público que acompanha a trajetória do Shaman desde sua formação e às novas gerações que descobriram o álbum nas plataformas digitais.

Gerson Rios Leme lança EP instrumental "Nihil Signal"

O músico, compositor e professor de som para cinema Gerson Rios Leme, de Pelotas (RS), lança o EP instrumental "NIHIL SIGNAL", novo trabalho autoral independente construído a partir de uma reflexão sobre a comunicação em um mundo marcado pelo excesso de informação, ruídos e interferências.

Dividido em duas faixas — "Transmission I" e "Transmission II" —, o EP foi concebido como uma narrativa sonora em duas tentativas de transmissão. Na primeira, um sinal emerge lentamente em meio a drones, guitarras densas, texturas degradadas e interferências, buscando permanecer inteligível apesar da deterioração constante. Na segunda, a estrutura torna-se mais intensa e instável até culminar no colapso definitivo da transmissão, encerrada por um silêncio abrupto.

O conceito surgiu a partir de reflexões sobre os ruídos do mundo contemporâneo e a dificuldade crescente de estabelecer conexões significativas em meio ao excesso de estímulos. Desenvolvido ao longo de aproximadamente quatro meses, o trabalho transforma o ruído em parte da própria linguagem musical, ocupando o limite entre presença, memória e desaparecimento.

Gravado integralmente em home studio, "NIHIL SIGNAL" foi produzido de forma totalmente independente. Gerson assina composição, arranjos, gravação das guitarras e do baixo, além da programação das baterias e sintetizadores. Em vez de privilegiar o virtuosismo instrumental, o EP aposta na construção de riffs, atmosferas e texturas para alcançar uma sonoridade mais direta e visceral.

Formado em Música, Gerson Rios Leme atua como professor de som para cinema e pesquisador na área de som e paisagem sonora. Sua produção autoral é dedicada exclusivamente à música instrumental, transitando entre diferentes linguagens, como composições para viola caipira, violão, guitarra, música eletrônica e obras experimentais. Após lançar discos autorais em 2002 (Caminhos) e 2020 (4 Temas para Anna), retomou sua produção de forma mais intensa no último ano.

Entre as referências que dialogam com a sonoridade de "NIHIL SIGNAL" estão nomes como Russian Circles, God Is an Astronaut e Pelican, além da intensidade de bandas como Morbid Angel, Slayer, Cannibal Corpse e Napalm Death.

"Meu objetivo é criar obras autorais experimentais que representam a crueza dos dias de hoje", resume o compositor.

"NIHIL SIGNAL" está disponível para audição no Bandcamp.

Joshua B. Haus lança single "Backveld Casino"

AUTOR: Gabriel von Borell

Depois de explorar uma sonoridade que transitava entre a estética oitentista e o indie rock dos anos 2000 no EP Vortex Escapade (2024), lançado pela Florada Records com produção de Luke Branch, o cantor e compositor paulistano Joshua B. Haus inicia um novo capítulo de sua trajetória. Se o destaque do trabalho anterior ficou por conta do single "After (Love Session)", agora o artista deixa de lado a influência dos anos 1980 para abraçar de vez a energia do indie rock dos anos 2000 em "Backveld Casino", canção disponibilizada nas plataformas digitais no dia 27 de junho.

Com guitarras potentes e um refrão que envolve, a faixa dialoga com referências como Oasis, Kasabian e Caesars. O resultado é uma combinação entre nostalgia e vitalidade, resgatando a força das bandas que marcaram a virada do milênio sem abrir mão de uma identidade própria. Liricamente, "Backveld Casino" transforma uma inquietação moderna em um hino de resistência. A música questiona a lógica da hiperprodutividade e da autoexploração, mostrando como a busca incessante por desempenho extrapolou o ambiente profissional e passou a moldar também os relacionamentos, onde conexões são frequentemente reduzidas a métricas, validação e acúmulo.

Ao comentar o lançamento, Joshua B. Haus, que atualmente reside em Santos, cidade costeira no estado de São Paulo, afirmou:

"'Backveld' Casino é sobre o jogo de recompensa pela autoexploração em todos os contextos, especialmente, nos relacionamentos interpessoais. Amizade é networking, relacionamento é acumular match. No fim do dia, a conta não fecha. 'Backveld Casino' é meu grito de guerra contra tudo isso.'"

A música representa uma mudança de direção estética e criativa, estabelecendo a aproximação definitiva do artista com o indie rock do início do século. A sonoridade pulsante reforça o contraste entre melodias cativantes e uma crítica social que convida o ouvinte a refletir sobre os mecanismos de recompensa que permeiam a vida contemporânea. Tal visão também reflete a forma como Joshua enxerga sua própria carreira. Em vez de perseguir métricas ou grandes números, o cantor prefere construir uma discografia duradoura, em que cada lançamento tenha vida própria e permaneça relevante ao longo do tempo.

"Não quero número, não faço questão de ir para o ao vivo, mas gostaria que as baladas indie underground conhecessem mais sobre o Joshua B. Haus, consigo ver a galera curtindo nesse cenário."

Com "Backveld Casino", Joshua B. Haus destaca seu compromisso com uma música guiada pela autenticidade, encontrando no espírito do indie rock clássico o veículo ideal para transformar questionamentos pessoais em canções que dialogam com uma geração inteira.


Lançamentos de Bandas de Rock e Heavy Metal