Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
Abaixo, os últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Inraza tem o seu primeiro álbum lançado: "Acrasia"
No horário da meia-noite do último dia 19 de fevereiro (quinta-feira), a banda paulistana INRAZA lançou ao mundo o seu primeiro álbum de estúdio. Concebido com o nome de ACRASIA, o álbum é o resultado dos esforços contínuos da banda que mescla Groove Metal com um Death Metal Melódico na cena brasileira.
No álbum, constam duas canções que receberam o status de single no ano passado: "A Loner" e "Somos Aqueles" - esta última contando com a participação mais do que especial de Nata de Lima, do MANGER CADAVRE?, nas tarefas vocais. Aliadas a esta, ACRASIA também conta com "Crowning", outro single que foi lançado no ano de 2023 e que contou com o tratamento de um videoclipe, o qual pode ver conferido abaixo:
Formada em 2017, o INRAZA vem marcando o seu espaço dentro do Brasil e do exterior, trazendo o peso do Metal tradicional com passagens mais suaves e com variações de ritmos em suas canções, carregadas de críticas sociais que permeiam o mundo o qual vivemos.
ACRASIA sucede SOCIEXIT, o primeiro registro dos paulistanos lançado em 2018 na forma de um EP.
O INRAZA é formado por Fernanda Souza (vocal), Robin Gaia (baixo), Bruno Ascêncio (guitarra) e Davi Oliveira (bateria).
Myrkgand lança novo single com ex-Blind Guardian e Scar Symmetry
A banda Myrkgand lança no dia 20 de fevereiro de 2026 o single "Underworld Odyssey", nova faixa que reforça a proposta épica e sombria do projeto liderado por Dmitry Luna.
Com uma abordagem que mistura Melodic Black Metal e Death Metal com elementos orquestrais, a música apresenta uma narrativa conceitual sobre um feiticeiro que realiza um ritual proibido, abre um portal para o submundo e firma um pacto com uma entidade subterrânea em busca de poder para seu exército. A temática fantástica se alia a uma sonoridade intensa, marcada por riffs agressivos, atmosferas densas e arranjos cinematográficos.
O single conta com participações de peso. No baixo, Oliver Holzwarth, conhecido por seu trabalho no Blind Guardian e também por sua passagem pelo Rhapsody of Fire, adiciona profundidade e peso à composição. A bateria ficou a cargo de Henrik Olsson, ex-integrante do Scar Symmetry da Suécia, trazendo precisão técnica e energia à faixa.
A produção também reúne nomes experientes: a mixagem e masterização foram realizadas por Andre Tulipano, guitarrista da banda Steel Warrior, garantindo clareza e impacto ao resultado final.
Dmitry Luna assina vocais, guitarras, orquestrações, composição e produção, consolidando sua identidade artística em mais um lançamento que une peso, melodia e atmosfera épica.
Alcoholic Coma lança "Silent Scream", último single antes do álbum de estreia
Barra Bonita, SP — A banda brasileira de heavy/thrash metal Alcoholic Coma apresenta "Silent Scream", último single antes do lançamento oficial do álbum de estreia Just Pride No Regrets, já finalizado e previsto para chegar ao público após a sequência de singles promocionais.
"Silent Scream" aborda o conflito interno de quem vive em constante tensão emocional em meio ao caos cotidiano. A letra retrata a sensação de caminhar à beira da própria sanidade, tentando encontrar razões para continuar lutando "day by day", enquanto o mundo ao redor parece funcionar sob a lógica do "every man for himself".
A expressão "silent scream" surge como símbolo da dor não externalizada — sentimentos que não encontram voz, mas que ecoam internamente. A música contrapõe o desejo de incendiar o mundo com a frustração de ver a esperança desaparecer gradualmente, traduzindo o sentimento de isolamento e incompreensão presente na sociedade contemporânea.
Musicalmente, a faixa retoma a identidade mais direta e intensa da banda, com riffs marcantes e energia característica do heavy/thrash metal, reforçando a atmosfera de urgência sugerida pela letra.
O lançamento também consolida a nova formação da Alcoholic Coma. O baixista Tuchão deixou o grupo, e Max, vocalista da banda, passou a assumir também o baixo. Atualmente, a formação segue como power trio, composta por Max (vocal e baixo), Louis (guitarra e segunda voz) e Tom (bateria e backing vocal).
"Silent Scream" encerra o ciclo de pré-lançamentos e prepara o terreno para Just Pride No Regrets, álbum que já vem alcançando ouvintes em mais de 50 países por meio das plataformas de streaming.
Flea lança sua interpretação de "Thinkin Bout You", de Frank Ocean
Flea compartilhou sua versão de "Thinkin Bout You", de Frank Ocean, reinterpretando o clássico de Channel Orange como uma canção instrumental e orquestral. Conduzida pelo baixo elétrico e pelo trompete de Flea, a faixa conta com contrabaixo acústico de Anna Butterss e arranjos e orquestração de cordas por Nate Walcott (Bright Eyes). Após o lançamento dos singles "A Plea" e "Traffic Lights" (feat. Thom Yorke), "Thinkin Bout You" marca a terceira prévia revelada de Honora, álbum solo de estreia de Flea, que chega em 27 de março de 2026 via Nonesuch Records.
"Channel Orange! Quando aquele disco saiu, realmente me impressionou profundamente. Eu ouvi dez milhões de vezes. Era algo que eu simplesmente não conseguia parar de ouvir. Eu amei muito – e ainda amo. Foi um daqueles discos que marcaram um verdadeiro divisor de águas para mim. ‘Thinkin Bout You’ é uma das muitas grandes músicas daquele álbum, e achei que seria divertido tocá-la no trompete.
Então procurei Nate Walcott, que toca teclados em várias faixas de Honora. Ele fez aquele arranjo de cordas para mim. Ele realmente se superou e criou algo lindo. Eu só queria captar a beleza honesta da melodia, porque é uma grande canção." – Flea
Após uma carreira de quase cinco décadas (e contando) como um dos baixistas de rock mais marcantes de sua geração, o tempo e o espaço finalmente permitiram que Flea retornasse aos seus primeiros amores musicais: o jazz e o trompete. Honora, que leva o nome de um querido membro da família, reúne seis músicas originais compostas e arranjadas por Flea – incluindo "Traffic Lights", coescrita por Flea, Josh Johnson e Thom Yorke – além de interpretações de "Thinkin Bout You", de Frank Ocean e Shea Taylor, e composições de George Clinton e Eddie Hazel, Jimmy Webb e Ann Ronell.
Flea toca trompete e baixo ao longo de todo o álbum, acompanhado por um grupo de elite de visionários do jazz contemporâneo: o produtor do álbum e saxofonista Josh Johnson, o guitarrista Jeff Parker, a baixista Anna Butterss e o baterista Deantoni Parks. O disco traz vocais de Flea, Thom Yorke e Nick Cave, com Mauro Refosco (David Byrne, Atoms for Peace) e Nate Walcott (Bright Eyes), entre outros, também integrando a banda.
Mais conhecido como membro fundador e baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea teve seu primeiro contato com o jazz ao vivo ainda criança, quando amigos da família tocavam juntos na sala de estar de sua própria casa. Embora sonhasse em ser como seus heróis Dizzy Gillespie, Miles Davis e Clifford Brown, o caminho de Flea tomou outra direção: seu amigo próximo Hillel Slovak pediu que ele pegasse o baixo e se juntasse à sua banda de rock quando tinha dezesseis anos, levando Flea a uma carreira de décadas com o enormemente bem-sucedido Chili Peppers. Mas, tarde da noite, em 1991, no auge da ascensão da banda, Flea atuava no agora clássico filme de Gus Van Sant, My Own Private Idaho, quando confidenciou a um amigo: "Quero fazer um disco instrumental com grooves profundos e hipnóticos, melodias viajantes sobrepostas, meditações sobre um groove." A ressalva era que ele precisava, antes, colocar sua prática de trompete em dia.
Ao se aproximar de seu sexagésimo aniversário, Flea percebeu que, se não voltasse a pegar o trompete, provavelmente nunca o faria. Assim, decidiu praticar todos os dias por dois anos – em meio a uma turnê de estádios com o Red Hot Chili Peppers, com esposa e um recém-nascido em casa. Ao final desses dois anos, ele faria um álbum, independentemente de onde seu conhecimento ou talento tivessem chegado.
Até Honora, Flea nunca havia sentido medo de fazer música. Ele temia que a banda de estrelas que havia reunido o visse como "um idiota que não sabe tocar, um charlatão, um poser do rock ou apenas um fã". Mas, segundo ele, "acabou que todos eram as pessoas mais genuinamente solidárias, me emocionando profunda e diariamente com seus espíritos generosos… sentar numa sala e tocar música com eles me fez sentir como se eu estivesse drogado. Eu estava vibrando, viajando e flutuando pelo estúdio. Eu os amo, eles realmente se entregaram. Eu me curvo completamente."
Bardum denuncia o fascismo, a xenofobia e o caos mental em seus dois primeiros singles
Nascida em 2017, na Cidade de Santos-SP, a BARDUM não é apenas uma banda de rock que vive a cultura do skate e das praias paulistas, mas também é um manifesto social sonoro que une a densidade do Stonerdoom, com sutis traços do Sludge e também da Psicodelia, tudo isso sendo cantado em português. Recentemente foram lançados dois "singles" que sintetizam as características do Power trio santista.
Foi com um imersão no Estúdio WARZONE, em Santos, que a banda em dezembro de 2024 gravou seu material completo, dando ao público um gostinho da obra com seus dois primeiros lançamentos: "Xenofobia" que denuncia as agressões a povos oprimidos em todo mundo e "Até onde vai a Insanidade?" Que denuncia os efeitos mentais causado por uma sociedade doente. O trabalho completo da banda será lançado também nos streamings em breve.
A Bardum prova que o peso arrastado e riffs marcantes, pode ser um veículo de comunicação assertivo para a propagação de um ideal de libertação popular, sendo assim consolidando-se como uma das vozes mais potentes e necessárias do underground brasileiro atual.
Integrantes do Liar Symphony anunciam novo projeto e álbum previsto para 2026
O vocalista "Nuno Monteiro" e o guitarrista e produtor "Pedro Esteves", conhecido por seu trabalho à frente do "Liar Symphony", anunciaram oficialmente um novo projeto musical em colaboração. Ainda sem nome divulgado, a iniciativa marca o início de uma nova fase criativa na trajetória de ambos.
O trabalho consiste em um álbum conceitual inédito, atualmente em fase final de pré-produção e já em processo de gravação no "Masterpiece Studio", com produção assinada por "Pedro Esteves".
A proposta do disco é apresentar uma narrativa coesa e profunda, com identidade sonora própria, mantendo a força, técnica e intensidade que consolidaram seus nomes no cenário do heavy metal nacional, ao mesmo tempo em que expande horizontes musicais dentro de uma abordagem conceitual mais ampla.
O lançamento está previsto para o segundo semestre de 2026. Mais informações sobre o nome oficial do projeto e detalhes sobre o conceito do álbum serão divulgadas em breve.
Through Void lança novo álbum "Forsaken"
Este lançamento representa um passo importante para a banda, tanto a nível sonoro como conceptual. Forsaken mergulha em atmosferas sombrias e opressivas, explorando temas como decadência, guerra, abandono e a condição humana num mundo em colapso — com riffs pesados, ritmos arrastados e uma abordagem intensa e melancólica típica do doom/death metal.
5 to Rock - Katon W. De Pena reflete sobre sua trajetória no Hirax
No 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, o vocalista do Hirax, Katon W. De Pena, reflete sobre sua trajetória, defendendo que humildade e sinceridade são pilares da banda americana de thrash metal. Ao relembrar a participação na coletânea Metal Massacre VI (1985) e comparar com o presente, ele afirma que a essência permanece a mesma. Katon também destaca o caráter crítico das letras de Faster Than Death, especialmente em faixas como "Drowned Bodies" e "Relentless", que abordam temas históricos e políticos, reforçando o thrash como ferramenta de reflexão social e cultural.
A discografia da banda conta com os álbuns como Raging Violence (1985), Hate, Fear and Power (1986), The New Age of Terror (2004), El rostro de la muerte (2009), Immortal Legacy (2014) e o recente Faster Than Death (2025).
Foto: Guilherme Nozawa
Seven Spires se prepara para vir ao Brasil pela primeira vez
A vocalista da banda SEVEN SPIRES, ADRIENNE COWAN, concedeu entrevista ao ROCK MANIA, programa de Rádio e canal no YouTube, de Santa Catarina. Um dos assuntos em pauta foi o show que os norte-americanos farão no festival BANGERS OPEN AIR, no dia 25 de abril: "Estou super, super animada. Queremos vir ao Brasil há muito tempo. Quer dizer, sempre tem aquela coisa nas redes sociais de "venham para o Brasil", e finalmente estamos indo. Eu já toquei no Brasil algumas vezes com outros projetos e é sempre uma experiência incrível e inesquecível. Os fãs brasileiros são insanos — no melhor sentido possível — e fico feliz que vá ser no Bangers Open Air. Eu já toquei aqui antes com o AVANTASIA. Também fiz uma participação especial com o KAMELOT e foi maravilhoso. Então, estou com expectativas altas, mas o Brasil sempre supera tudo, então vai ser incrível."
Em outro momento da entrevista, ADRIENNE relembrou como foi seu início no AVANTASIA: "Curiosamente, o SPIRES trabalha com o SASCHA PAETH (guitarrista do AVANTASIA) desde os nossos primeiros lançamentos. Em algum momento do verão de 2018, ele me ligou e disse: 'Estou montando uma banda solo, ou melhor, um álbum solo' - que acabou se tornando o MASTERS OF CEREMONY - 'e eu gostaria que você fosse a vocalista. Aliás, o que você vai fazer no ano que vem? Porque o Avantasia precisa de alguém com o seu perfil.' Quando o SASCHA PAETH te liga e pergunta 'O que você vai fazer no ano que vem?', você responde: Bom, você me diz o que eu vou fazer no ano que vem. (risos) Eu disse que estava disponível, ele falou de mim para o TOBIAS, e eu oficialmente recebi o convite do AVANTASIA."
Aqui você pode assistir a entrevista na íntegra, onde ADRIENNE COWAN fala sobre seu início na música, capas de discos, artistas que admira e muito mais.
Solivagus lança "Last Gift To The Brook", primeiro single de álbum inspirado na Amazônia
No dia 16 de fevereiro, o projeto brasileiro Solivagus lançou seu novo single, "Last Gift To The Brook", primeira revelação de um álbum vindouro que aprofunda sua proposta de black metal atmosférico com identidade amazônica.
Encabeçado por Flavio Dourado, em Manaus/AM, o Solivagus surgiu em 2025 como um projeto voltado à construção de paisagens sonoras densas, espirituais e territoriais. Ainda em seu primeiro ano de atividade, o projeto lançou o EP completo "Tropical Anguish", disponível em todas as plataformas de streaming, consolidando sua proposta estética e conceitual.
Musicalmente, Solivagus transita pelo atmospheric black metal, com influências de nomes como Grima, Elderwind, Summoning e Dissection, combinando ambiência, densidade harmônica e senso narrativo.
"Last Gift To The Brook" expande essa linguagem ao apresentar uma atmosfera profunda e imersiva, construída por camadas de sintetizadores, guitarras etéreas e a presença de flauta andina, elemento que adiciona organicidade e caráter ritualístico à composição. A faixa evoca floresta, água e espiritualidade, funcionando como um portal para o próximo álbum, que seguirá explorando o imaginário amazônico sob uma perspectiva simbólica e existencial.
Com temática centrada na natureza, memória e ancestralidade, Solivagus reafirma sua identidade como um projeto que une o black metal atmosférico à paisagem e ao regionalismo amazônico.
EP "Tropical Anguish":
The Hellacopters lança coletânea "Cream of the Crap! Volume 3"
Hoje marca o lançamento de Cream Of The Crap! Collected Non-Album Works • Volume 3, o novo e aguardado capítulo da série de raridades dos mestres suecos do rock de alta voltagem, THE HELLACOPTERS. A coletânea reúne materiais raros e menos conhecidos extraídos de uma infinidade de singles, EPs e participações em outras compilações.
As 24 faixas deste conjunto foram lançadas originalmente entre 1998 e 2005 — a maioria disponível apenas em vinil ou CDs há muito fora de catálogo. O repertório inclui composições originais como ‘Disappointment Blues’, ‘Freeway To Hell’ e ‘Long Gone Losers’, além de versões viscerais de artistas como Motörhead, Ramones, Alice Cooper, MC5 e muitos outros.
Um detalhe importante: grande parte dessas músicas nunca havia sido lançada digitalmente. Compilado meticulosamente por Robert Eriksson, transferido das fitas master por Henke Jonsson e remasterizado por Magnus Lindberg para garantir a máxima fidelidade sonora, este lançamento oferece mais de 75 minutos de puro rock'n'roll em formatos digital, CD e vinil duplo.
O álbum será lançado em breve no Brasil pela parceria Nuclear Blast Records/Shinigami Records.
Shamangra anuncia turnê celebrando os 30 anos do álbum "Holy Land"
FONTE: Hell Yeah Music Company

O Shamangra anunciou oficialmente a turnê "Holy Land 30th – The Freedom Call", que celebra um dos momentos mais importantes da história do heavy metal brasileiro: os 30 anos do álbum "Holy Land", do Angra. Considerado um dos discos mais influentes do gênero no mundo, o trabalho marcou época ao unir heavy metal, música erudita e elementos da cultura brasileira em uma proposta estética inovadora e atemporal.
No centro desse espetáculo está Luis Mariutti, baixista e membro original do Angra, responsável por criar e gravar as linhas de baixo de álbuns fundamentais como "Angels Cry", "Holy Land", "Fireworks" e todos os lançamentos da banda entre 1991 e 2000. Figura essencial na construção da identidade musical do grupo, Luis sempre foi peça-chave no desenvolvimento estético e conceitual da banda que ajudou a colocar o Brasil no mapa do metal mundial.
Desde os primeiros passos do Angra, Mariutti já buscava uma sonoridade que dialogasse com a cultura brasileira. Foi dele, ainda na primeira reunião do grupo, a ideia de inserir o ritmo de baião tocado com duas mãos no baixo, um conceito que deu origem à música "Never Understand", e marcou a primeira grande influência nacional na sonoridade da banda. Essa proposta foi aprofundada e expandida justamente em "Holy Land", álbum que se tornaria referência internacional por sua fusão única entre peso, sofisticação e brasilidade.
Para a turnê "Holy Land 30th – The Freedom Call", Luis é acompanhado por um time que representa diferentes gerações e regiões do país. Ao seu lado estão Hugo Mariutti, seu irmão e guitarrista do Shaman; Hanna Paulino, vocalista nortista de voz poderosa e presença magnética, muitas vezes chamada de "a Tina Turner do Metal"; Alessandro Kelvin, baterista de pegada intensa e precisão cirúrgica; e, na segunda guitarra, a grande novidade da tour, Gustavo Lacerda, jovem talento mineiro da No Void Shelter que completa a formação.
Confira abaixo as primeiras datas já anunciadas para a tour:
01/05 - Café Piu Piu - São Paulo/SP
09/05 - Capivaras - Ponta Grosa/PR
10/05 - TBA - Maringá/PR
16/05 - New York Pub - Poços de Caldas/MG
17/05 - Caverna - Belo Horizonte/MG
23/05 - Salão Buckfest - Tupã/SP
24/05 - Ipaussu Rock Fest - Ipaussu/SP
13/06 - TBA - Batatais/SP
Muito além de uma reunião de músicos experientes que marcaram a história do Metal Nacional, o Shamangra se consolida como um projeto que conecta ídolos e fãs, artistas que cresceram ouvindo Angra e Shaman e que hoje dividem o palco com seus próprios mestres. É um encontro simbólico entre passado, presente e futuro do cenário nacional, onde diferentes trajetórias se cruzam em torno de um mesmo legado.
A turnê também marca um momento especial na carreira de Luis Mariutti, que vive o que ele mesmo define como seu "chamado de liberdade". Livre de amarras contratuais ou expectativas externas, o músico atravessa uma fase de plenitude criativa, tomando suas próprias decisões e revisitando sua história da forma que sempre desejou. Ao invés de se prender ao passado, Luis escolhe abrir caminhos, apoiar a nova cena, incentivar novos talentos e seguir contribuindo ativamente para o fortalecimento do metal brasileiro.
Luis Mariutti destaca: "São 40 anos de carreira, 30 anos de 'Holy Land', 25 anos de Shaman e incontáveis momentos que moldaram gerações. 'Holy Land 30th – The Freedom Call' é uma celebração de uma trajetória viva, de um legado em movimento e de uma liberdade de entregar ao público a minha história da forma mais verdadeira possível".
Saiba mais sobre o podcast e todas as novidades envolvendo Luis Mariutti e o Mariutti Team em @mariuttiteam e @luismariuttioficial no Instagram, ou por meio de sua Assessoria de Imprensa, Hell Yeah Music Company.
Denner Zacarias lança álbum "Ainda Há Tempo"
Fonte: SE Produções
O cantor, compositor e produtor Denner Zacarias lança no dia 14 de dezembro de 2025 a faixa "Ainda há tempo", dando continuidade à construção de seu primeiro álbum, previsto para o próximo ano. O single nasceu de uma inspiração intimista: em seu aniversário de casamento, Denner recebeu um e-mail da esposa relembrando os caminhos do casal, suas memórias, desafios e afetos.
A partir dessa mensagem, o artista iniciou um processo de reflexão, sintetizando tudo em um poema rimado que se tornaria a base da canção. "Ainda há tempo" transmite uma mensagem dupla — a esperança por mudança em quem amamos e, ao mesmo tempo, a aceitação de que, às vezes, é preciso deixar partir.
A gravação aconteceu no home studio do artista, com participação de um amigo nos instrumentos de corda. A produção foi assinada por Denner, que se baseou em marcações iniciais e riffs improvisados no teclado, mantidos quase intactos até a versão final.
Como curiosidade, o artista credita sua esposa na letra, já que foi a partir do e-mail dela que a música nasceu, além de ter ajudado em alguns trechos da composição.
"Ainda há tempo" reforça o estilo emocional, autoral e profundamente honesto que marca esta nova fase da carreira de Denner Zacarias.
Abrahones lança "Por Sobre o Tempo"
Fonte: SE Produções
"Por Sobre o Tempo" é um rock nervoso com vertente punk sobre a passagem do tempo e as cicatrizes que ele nos imprime. Com duelos de guitarras e diferentes climas, é também uma homenagem aos amigos ausentes.
A música faz parte do "Central dos Desejos" que é um álbum de canções em rock and roll e afins, onde Abrahones coloca pra fora toda a angústia de quem tenta viver uma vida leve em meio ao peso amplificado do sistema capitalista turbinado pela internet.
Fantasmas de Plutão mergulha no Rock Oitentista em seu álbum de estreia, "Mentiras Sinceras"
Fonte: SE Produções
A banda Fantasmas de Plutão acaba de dar o passo mais importante de sua trajetória com o lançamento do aguardado álbum de estreia: "Mentiras Sinceras". Composto por 8 faixas, o trabalho é uma celebração à estética sonora dos anos 80 com o frescor do novo Rock.
Lançado pelo selo SE Record’s, o álbum equilibra letras reflexivas com arranjos minuciosos, entregando uma sonoridade coesa que propõe uma renovação do gênero. Além de resgatar singles que já vinham preparando o terreno, o disco apresenta novidades inéditas, com destaque para a música de trabalho "Atrás das Estrelas"
O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.
Etros Relança "Efeito Moral"
Fonte: SE Produções
A banda Etros anuncia o relançamento da faixa "Efeito Moral," uma canção que se tornou um destaque inesperado e um verdadeiro hino de resiliência nos shows, solidificando seu lugar no álbum mais recente da banda, Horizonte de Eventos.
A inspiração para "Efeito Moral" nasceu de um período sombrio e de intensa angústia do vocalista e letrista Edu. A composição surgiu como uma necessidade visceral de externalizar o sofrimento, resultando em um processo surpreendentemente rápido. "A letra foi escrita em uns 10 minutos," revela Edu. O toque final veio ao encaixar a letra em uma base musical já existente, com ajustes mínimos de métrica e palavras para alcançar a versão final e poderosa.
A essência de "Efeito Moral" reside em sua mensagem universal sobre as batalhas que travamos em nosso próprio ser. A faixa é uma representação da luta interna, um embate constante entre a moralidade e as tentações.
"A mensagem principal creio que seja mostrar que todos temos nossas lutas internas, quase como uma luta do bem contra o mal, onde temos a moralidade em nossa cabeça, pra fazer as coisas certas, e mesmo que por vezes o mal se aproxime, o bem segue soberano."
Apesar de fazer parte do álbum Horizonte de Eventos, "Efeito Moral" é, de longe, a faixa mais antiga no repertório da banda. Ela foi originalmente composta em 2007 para um projeto anterior de Edu, mas permaneceu guardada até ser resgatada. O destino da canção mudou após o lançamento inicial no EP Morada dos novos tempos, onde seu impacto nos palcos foi imediato. A recepção calorosa do público motivou a banda a regravá-la com excelência e incluí-la no álbum mais recente.
A regravação da faixa foi um esforço para capturar a atmosfera épica da canção. A captação foi realizada no Estúdio Fusão, sob a supervisão atenta do produtor Douglas Neves. A pós-produção ficou a cargo do amigo e produtor Siro Sousa, em Osasco, que "captou com excelência o clima e a atmosfera que a música necessitava," garantindo que a sonoridade refletisse a profundidade da mensagem.
Conexão Capivara lança "Teu Fruto Proibido
Fonte: SE Produções
A banda Conexão Capivara acaba de liberar seu mais novo single, "Teu Fruto Proibido". A faixa é um rock pulsante que equilibra a energia das pistas com a melancolia de um desejo nunca concretizado. Com guitarras distorcidas e um ritmo viciante, a canção transporta o ouvinte para o centro de uma jornada emocional sobre paixão e renúncia.
O quarteto reafirma sua identidade no "Novo Rock Brasil", fundindo o peso do rock clássico a uma sonoridade contemporânea. O destaque fica para a performance de Alessandro Machado, cujo vocal rasgado dá vida à frustração e ao desejo da letra, ancorado pela cozinha precisa de Walter Feldthaus (baixo) e Salmir Luís (bateria), além dos riffs envolventes de Roger Rocha.
Como diz um dos versos, a música convida o público a "viajar em muitas curvas por aí". O single já está disponível em todas as plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music e Deezer, além de um clipe no YouTube.
Phornax lança singles "Between Fear and Hope" e "Hell's Paradise"
FONTE: TRM Press
O Phornax, grupo de heavy metal de Porto Alegre (RS), anuncia o álbum de estúdio "Hellforge", com previsão de lançamento para maio de 2026 pelo selo Phornax Records. Conceitual e simbólico, o disco traduz em música a travessia do conflito interno como força de mudança, com uma abordagem intensa e densa, guiada por uma narrativa psicológica e existencial. O Phornax é formado por Cristiano Poschi (vocal), Deivid Moraes e Eduardo Martinez (guitarras), Sfinge Lima (baixo) e Mauricio Dariva (bateria).
Assista vídeo de "Between Fear and Hope":
Ouça "Hell’s Paradise":
O conceito do título sustenta toda a obra. "Hell" representa sombra, dor, caos, queda e confronto interno, a energia da ruptura e da provação, a guerra que se trava por dentro. "Forge" simboliza a forja como transformação pelo fogo, lapidação, passagem de estado e renascimento através do sofrimento, uma energia ativa e construtiva. A leitura completa de "Hellforge" remete a "forjado no inferno" ou "a forja que nasce da dor", sintetizando crescimento pela adversidade e identidade moldada no conflito.
Segundo o vocalista Cristiano Poschi, o álbum parte da certeza de que ninguém atravessa o caos sem ser alterado por ele: "HELLFORGE nasce da ideia de que ninguém atravessa o caos sem ser transformado por ele, e isso reflete diretamente o que o Phornax viveu ao longo de mais de 12 anos de hiato. Este álbum fala sobre encarar a própria sombra, suportar o fogo e sair do outro lado diferente do que se entrou, marcando nosso retorno e o lançamento do primeiro álbum de estúdio da banda. Não é sobre glorificar a dor, mas sobre reconhecer que é no conflito que a identidade é forjada."
Realife lança o single "The Coffin Guy" em coletânea internacional
A banda Realife, referência do horror punk nacional, acaba de marcar mais um capítulo importante de sua trajetória internacional. O grupo é o único representante brasileiro na coletânea "Shockwaves 3D", 3ª edição da série lançada pelo selo norte-americano Horrorshock Records, de Dayton, EUA, que chegou oficialmente ao público no dia 31 de janeiro de 2026.
A participação da Realife nessa coletânea não é novidade — e isso diz muito sobre a consistência e relevância da banda no cenário underground internacional. O grupo já participou de diversas coletâneas internacionais (EUA, Inglaterra e Russia) e esteve presente em todas as três edições da Shockwaves, reforçando seu compromisso criativo e sua identidade sonora.
Para a Shockwaves 3D, a música escolhida foi "The Coffin Guy", uma música que aborda a morte e a hipocrisia dos vivos que ficam. Mesclando o horror da vida real com elementos de ficção. A música segue a tradição da banda em explorar temas sombrios, macabros e perturbadores, sem perder o peso, a atitude punk e a estética horror que definem sua sonoridade.
Diretamente de Goiânia – GO, a Realife leva o horror punk brasileiro para além das fronteiras, dividindo espaço com bandas de diferentes partes do mundo (The Creepy Crawlers, Zipperguts, Salem 17th, Rotgut, Los Morts, 84 Tapes entre outras). Consolidando seu nome em uma coletânea que já se tornou referência dentro do gênero. A presença contínua da Realife nas edições da Shockwaves reforça não apenas seu reconhecimento internacional, mas também a força do underground brasileiro no cenário global.
Tanatron, 30 anos de estrada e peso documentados em sessão ao vivo
Está disponível a Brisa Sessions #5 com Tanatron, registro audiovisual captado em outubro de 2025 no Doc Studio e realizado e produzido pelo selo Brisa Rec. O material apresenta o death metal visceral e autoral de uma das bandas mais consistentes e duradouras do cenário extremo brasileiro, documentando performance e fala em um momento decisivo da trajetória do grupo.
Em 2026, a Tanatron celebra 30 anos de carreira consolidada, um percurso iniciado em 1996 em São Luís (MA) e sustentado por uma trajetória de turnês pelo país, shows marcantes e uma atuação ativa no fortalecimento da cena de metal nacional por meio de intercâmbios com bandas e circuitos de diferentes regiões. A discografia da banda inclui o álbum homônimo lançado em 2017, precedido pelo EP Trivial Chaos (2008) e pelo primeiro trabalho Primitive Behavior lançado em 2003, que evidenciaram desde cedo a identidade agressiva e técnica do grupo nascida no underground brasileiro.
O episódio traz o quarteto, formado por Nyelson Weber (baixo e voz), Daniel Hakan (guitarra), Nynrod Webber (guitarra) e Weeslem Lima (bateria), executando repertório que sintetiza três décadas de afinco no estilo, além de conversas francas sobre seus planos futuros, incluindo o processo de gravação de novo disco. São 30 anos de estrada que refletem tanto a persistência quanto a evolução de um projeto que sempre privilegiou intensidade, autenticidade e conexão com a comunidade do metal extremo.
A Brisa Sessions é uma série de registros musicais ao vivo idealizada para documentar e narrar, com padrão técnico de áudio e vídeo, artistas autorais maranhenses em contexto de performance. Realizada e produzida pelo selo Brisa Rec em parceria com o Doc Studio (estúdio responsável pela captura do material), a iniciativa busca fortalecer a circulação de música feita com rigor artístico e compromisso com as cenas locais e nacionais.
Ego Erectus lança "Líquidocracia"
Ego Erectus é uma banda de rock alternativo do Vale dos Sinos (RS), formada por Riano Marques (guitarras e voz), Nicoli Bueno (baixo e backing vocals) e Hermes Pantaneiro (bateria). O trio tem como proposta dialogar com o mundo contemporâneo a partir de uma sonoridade que transita entre o rock alternativo nacional, rock gaúcho e a atmosfera do indie rock, com influências perceptíveis de bandas como Interpol.
O EP "Liquidocracia" apresenta a identidade estética e conceitual da banda ao se inspirar nas reflexões do sociólogo Zygmunt Bauman sobre a modernidade líquida e o amor líquido. As quatro faixas abordam as contradições das relações humanas em um tempo marcado pela instabilidade, aceleração e esvaziamento dos relacionamentos.
A faixa de abertura, "Fazer o Eterno Acabar", questiona a ideia de permanência e a promessa do "para sempre" nas relações contemporâneas. A letra reflete sobre o desgaste dos vínculos e a necessidade de romper com ilusões de estabilidade, expondo o conflito entre o desejo de continuidade e a lógica do descarte que atravessa os afetos.
Em "Escorre, Derrama", a banda aprofunda a crítica à superficialidade dos relacionamentos e à dificuldade de escuta em meio ao excesso de discursos. Versos como "fala muito dos teus amores / não sobra tempo pra escutar" e "nada mais foi feito pra durar" reforçam a sensação de fluidez e a perda de profundidade emocional.
A terceira faixa, "Não Me Permitiram Chorar", aborda a repressão dos sentimentos e a exigência social de força constante. A letra evidencia a negação da dor e da fragilidade, "esconder o corte, mostrar só a melhor parte", revelando a violência simbólica de um mundo que não admite falhas.
Encerrando o EP, "Entre a Cama e a Porta" retrata o espaço íntimo entre o encontro e o abandono, onde o amor se dissolve rapidamente. Traduzindo o sentimento de esquecimento e descartabilidade que atravessa as relações na modernidade líquida.
Com "Líquidocracia", a banda Ego Erectus entrega um retrato sonoro de uma modernidade líquida em que as relações, assim como líquido, escorrem pelas mãos e nada mais foi feito para durar.
Sylosis lança "Lacerations", faixa de seu próximo disco de estúdio
AUTOR: Mateus Ribeiro (Press-release Nuclear Blast)
A banda inglesa de metalcore Sylosis divulgou na última quarta-feira (4 de fevereiro) a música "Lacerations", faixa de seu próximo disco de estúdio. Intitulado "The New Flesh", o álbum será lançado no dia 20 de fevereiro, via Nuclear Blast Records.
Terceiro single de "The New Flesh", "Lacerations", mostra o Sylosis no ápice de sua carreira. A faixa equilibra brutalidade e musicalidade em uma simbiose perfeita. Sobre a nova música da banda, o guitarrista e vocalista Josh Middleton comentou:
"Quando a música surgiu, ainda no início das composições, senti um alívio enorme ao perceber que tínhamos criado nossa melhor canção até hoje. O refrão não saía da minha cabeça, o que costuma ser um excelente sinal. Com essa faixa em mãos, sabíamos que o álbum seria um grande salto em termos de composição.
Musicalmente, remete aos tons mais sombrios e melancólicos de ‘Edge of the Earth’ ou ‘The Supreme Oppressor’, mas com uma carga pesada de riffs. Nas letras, abordamos o confronto com a própria mortalidade e a ansiedade com a saúde. Acho que muita gente vai se identificar com aquela sensação de perder o controle quando sentimos que algo está errado, e como a perspectiva sobre o que realmente importa muda diante desses pensamentos intrusivos."
O clipe de "Lacerations" foi disponibilizado no YouTube e pode ser assistido no player a seguir.
Alcoholic Coma lança "Sin Doesn't Deserve Tears"
Barra Bonita, SP — Conhecida por sua sonoridade pesada dentro do heavy/thrash metal, a banda brasileira Alcoholic Coma apresenta um lado diferente de sua identidade no single "Sin Doesn't Deserve Tears", faixa que antecipa o álbum de estreia Just Pride No Regrets e aborda o suicídio de forma introspectiva, responsável e reflexiva.
Diferente dos lançamentos anteriores, "Sin Doesn't Deserve Tears" é construída de maneira minimalista, baseada apenas em baixo, piano e voz, com andamento lento e atmosfera melancólica. O vocal de Max abandona o registro rasgado e agressivo, adotando uma interpretação melódica e contida, reforçando o peso emocional da letra.
A composição retrata o conflito interno de alguém à beira de uma decisão extrema, lidando com culpa, silêncio, afastamento e a sensação de ruptura com figuras que antes representavam orientação e apoio. A "luz" mencionada na letra surge como símbolo de um caminho possível, mas conscientemente recusado, reforçando a complexidade psicológica do tema.
Sem romantizar ou apresentar o suicídio como solução, a música propõe uma reflexão dura sobre sofrimento emocional, escolhas individuais e as consequências que cercam esse tipo de pensamento, convidando o ouvinte a enxergar o tema com sensibilidade e responsabilidade.
O single também marca uma nova fase da Alcoholic Coma, que recentemente passou por uma mudança em sua formação. O baixista Tuchão não faz mais parte do grupo, e Max, além dos vocais, passou a assumir também o baixo. Atualmente, a banda segue como power trio, formada por Max (vocal e baixo), Louis (guitarra e segunda voz) e Tom (bateria e backing vocal).
"Sin Doesn't Deserve Tears" faz parte da sequência de lançamentos do álbum Just Pride No Regrets, que já está totalmente finalizado e contará ainda com mais um singles antes de seu lançamento oficial. Mesmo atuando de forma independente, a banda já alcançou ouvintes em mais de 30 países através das plataformas de streaming.
Violett lança "Rollercoaster", que traduz extremos emocionais em hard rock
A banda Violett apresenta seu novo single, "Rollercoaster", um mergulho sonoro e emocional nos altos e baixos de relacionamentos marcados pela intensidade, mas também por padrões nocivos. Com influências de rock’n’roll e hard rock, a faixa foi lançada em todas as plataformas digitais no dia 26 de janeiro, seguida pelo lançamento do videoclipe em 2 de fevereiro.
Fundada em 2022, na cidade de Itu (SP), a Violett é formada por Camila Doná (vocais), Andressa Mouxi (guitarra), Ana Julia Nihil (baixo) — todas de Itu — e Júlia Baats (bateria), natural de Sorocaba (SP). O quarteto constrói uma identidade sonora marcada por riffs pesados, linhas rítmicas pulsantes e vocais intensos que conduzem a narrativa da canção.
"Rollercoaster" aborda relações que levam a extremos emocionais: mesmo causando dor, elas atraem de volta para o mesmo ciclo, como uma montanha-russa que nunca para. Essa proposta se reflete não apenas na letra, mas também no instrumental, concebido para acompanhar picos e quedas emocionais. O videoclipe amplia essa experiência, traduzindo visualmente a intensidade da música.
A composição é assinada por Camila Doná e Andressa Mouxi, com produção musical de Raphomet. A bateria foi gravada no B. Mix Studio, o selo é Lab Sonoro e a distribuição fica por conta da Ditto Music.
Seu Igão, o "Pior Roqueiro do Mundo", lança clipe "Casa Branca"
Prepare-se para o rock and roll sem filtros de Seu Igão. Natural de São Luís, Maranhão, o irreverente cantor, compositor e comediante acaba de lançar o videoclipe de "Casa Branca", faixa que integra seu aguardado álbum de estreia: "O Pior Roqueiro do Mundo". O projeto consolida uma proposta artística singular que transita entre o humor ácido e a crueza sonora, provando que o rock maranhense tem uma voz potente, autêntica e fora de qualquer estereótipo.
Diferente de qualquer interpretação literal, "Casa Branca" utiliza a metáfora para explorar um lugar figurado que reside na mente: a tentação e o perigoso ciclo do vício em cocaína. Com uma narrativa cômica, porém carregada de críticas ácidas às drogas ilícitas, o clipe materializa esse estado mental em um cenário totalmente branco, simbolizando o isolamento e a fixação do vício.
Com direção de Flávio Guilherme e Daniel Hakan, e roteiro assinado pelo próprio Seu Igão em parceria com Lucas Almeida e Mayron Viana, o audiovisual aposta em uma estética minimalista para potencializar a mensagem da letra. Um diferencial de impacto é a inclusão da interpretação em Libras por Arly Arnald, reafirmando o compromisso do artista com a acessibilidade.
O álbum de estreia de Seu Igão é uma verdadeira montanha-russa de estilos. Do peso do Hardcore e do Metal à suavidade inesperada de um ukulele com gaita, o disco não aceita rótulos. Se em faixas como "Circo dos Engravatados" e "A Música do Diabo" o público encontra distorção e "pancadaria", em "Casa Branca" e "Sou do Mundo", o artista revela sua versatilidade melódica.
A banda que acompanha Seu Igão — formada por Daniel Hakan (guitarra), Mayron Viana (baixo) e Dã Karneiro (bateria) — entrega um som coeso, potencializado pela produção musical de Felipe Hyily (Base Estúdio). Com 11 faixas, sendo cinco inéditas, o álbum coloca o artista maranhense como uma das vozes mais corajosas e originais do cenário independente atual.
A caminhada de Seu Igão no rock começou em 2015 como baixista da banda "Vinil de Metal" (estilo Motörhead) e seguiu como vocalista e gaitista na "Los Bones" em 2017. Em 2023, mergulhou de cabeça em seu projeto solo, trazendo a irreverência nata de São Luís para o centro de um rock visceral que emociona, diverte e, acima de tudo, provoca.
Hard Power lança releitura de clássico do Hangar
FONTE: Wargods Press
A banda HARD POWER acaba de lançar seu novo single e videoclipe, trazendo uma releitura de "To Tame a Land", faixa originalmente gravada pelo Hangar no álbum "Inside Your Soul", de 2001. A escolha da música conecta diretamente a história dos integrantes com este clássico do Power Metal brasileiro. O lançamento ganha um destaque especial pela presença de Michael Polchowicz, vocalista que gravou a versão original há mais de duas décadas e que agora empresta novamente sua voz à canção, mas desta vez com a identidade do HARD POWER.
A conexão com o Hangar se aprofunda ainda mais na figura do guitarrista Cristiano Wortmann. Membro fundador do grupo em 1997, Wortmann gravou o debut do grupo em 1999, e após sua saída do line-up, retornou à banda por volta de 2012, participando dos álbuns "The Best of 15 Years, Based on a True Story" (2014), "Stronger than Ever" (2016) e "Live in Brusque/SC. Brazil" (2016).
Wortmann saiu do Hangar antes da confecção de "Inside Your Soul" e não participou da gravação original de "To Tame a Land" em 2001 - época em que a guitarra estava a cargo de Eduardo Martinez -, o que torna esta nova uma oportunidade inédita de ouvir Wortmann atuando tanto do ponto de vista como atual guitarrista do Hangar quanto do HARD POWER, interpretando um dos maiores clássicos da discografia do grupo ao lado da voz original da obra. Polchowicz, por sua vez, saiu do Hangar após a turnê "Inside Your Soul", voltando à parceria com Wortmann com o HARD POWER duas décadas depois.
Musicalmente, a nova versão optou por desconstruir o arranjo original para reconstruí-lo com a identidade Hard Rock que define o quarteto, apostando em um andamento mais cadenciado, buscando menos notas e mais peso, timbres mais crus e uma pegada visceral, sem perder a essência da composição assinada por Polchowicz, Martinez, Nando Mello (baixo) e Aquiles Priester (bateria) e gravada ao lado de Fábio Laguna (teclado) há um quarto de século.
A produção de áudio, envolvendo mixagem e masterização, foi realizada por Mateus Borges, enquanto o videoclipe foi produzido e editado por José Florêncio, com captação de imagens feita no Estúdio Dahn. Michael Polchowicz (vocal), Cristiano Wortmann (guitarra e vocal), Rafael Yadek (baixo) e Lucas Rodrigues (bateria) vem de uma sequência produtiva desde 2024, ano em que lançaram o álbum de estreia homônimo e cinco singles, mesclando exatamente o que seu nome diz, Hard Rock e Power Metal.
Incarcerated lança o álbum "Necrosphere"
FONTE: Wargods Press
A banda de Death/Thrash Metal INCARCERATED, oriunda de Londres, lançou na sexta-feira, 30 de janeiro, de forma independente, seu primeiro álbum completo, intitulado "Necrosphere". O disco chega às plataformas de streaming após a divulgação dos singles "Fatal Fate" e "Deprived", ampliando o repertório autoral do grupo formado em 2021. Posteriormente, em março, o álbum será lançado em versão física, em CD e vinil.
A produção técnica do álbum envolveu dois estúdios europeus. As gravações foram realizadas no Rogue Studios, em Londres, com produção de Alessio Garavello (A New Tomorrow) e coprodução do baixista Andy Butler. A etapa de pós-produção, incluindo mixagem e masterização, foi conduzida no Sweet Silence Studios, em Copenhague, por Flemming Rasmussen, engenheiro de som responsável por álbuns do Metallica ("Ride the Lightning", "Master of Puppets" e "...And Justice for All").
O registro conta com a formação composta por Lander da Silva (guitarra/vocais), Rafael Rojo (guitarra solo), Andy Butler (baixo) e Alberto Pesco (bateria). Para a agenda de shows e a turnê prevista para 2026, a banda oficializou a entrada do baterista Hercules Tsekouras no lugar de Pesco.
O conteúdo lírico de "Necrosphere" divide-se entre críticas sociopolíticas e questionamentos existenciais. As faixas de abertura, "Fatal Fate" e "Deprived", trazem um tom mais crítico: a primeira utiliza o recurso de aliteração para abordar o fanatismo e a distopia, enquanto a segunda discute a desigualdade social e contesta o conceito de meritocracia frente à pobreza global. A análise das estruturas de poder segue em "Neural Slaves", que trata da desinformação e manipulação ideológica, e em "God's Archetype", que inverte a narrativa criacionista para associar a figura divina às características violentas do comportamento humano.
A segunda vertente do disco foca na condição humana e em eventos históricos. As canções "Brief Life / Death Relief" e "Incarcerated" abordam o ciclo de trabalho e a estagnação psicológica, descrevendo a morte e a alienação como consequências de um sistema social rígido. O álbum também inclui uma temática histórica na faixa "Ocean of Metal", que descreve a Operação Overlord (Dia D) durante a Segunda Guerra Mundial. O encerramento com a faixa-título, "Necrosphere", funciona como epílogo, sintetizando a visão da banda sobre a corrupção moral e o declínio da civilização.
Assista ao vídeo de "Fatal Fate":
Assista ao vídeo de "Deprived":
Jaeder Menossi Interestellar Experience lança álbum "Rediscovering Pluto"
FONTE: Som do Darma
"Rediscovering Pluto", segundo álbum do Jaeder Menossi Interestellar Experience, já disponível
Assim como em seu álbum de estreia, o guitar hero brasileiro propõe-se ao autoconhecimento através de apreciações astrofísicas
Jaeder Menossi Interestellar Experience é o projeto solo do guitarrista e compositor Jaeder Menossi, cujo trabalho ficou conhecido através da banda Javali (Pop Javali), da qual é membro fundador. Jaeder também já realizou participações muito especiais como na banda Busic - ao lado dos irmãos Ivan e Andria Busic do Dr. Sin -, fez jams junto a músicos consagrados como Paul Gilbert (Mr. Big), se apresentou em importantes feiras de música ao redor do mundo como a Namm Show na Califórnia/EUA - onde também tocou em algumas gigs como artista solo -, e fez uma bem sucedida turnê europeia com o Javali em 2015 que contou com dez shows em cinco países: Inglaterra, Alemanha, Holanda, Suíça e Itália.
Autointitulado, o primeiro disco do Jaeder Menossi Interestellar Experience foi lançado pela Heavy Metal Rock em 2021. Reunindo 12 faixas - metade delas instrumentais - o álbum conceitual propunha uma viagem de 90 dias até Netuno em busca de um resgate de si mesmo. O disco recebeu muitos elogios da imprensa especializada.
"Um excelente disco" (Rock On Stage); "Seu trabalho com as seis cordas é brilhante!" (Headbangers BR); "Jaeder Menossi é uma estrela das seis cordas" (Mundo Metal); "Uma performance de alto nível e bastante virtuosa" (Roadie Metal); "Foge do estereótipo de disco de guitarrista voltado ao egocentrismo" (Rio Metal Press); "Menossi é um músico fantástico, já sabíamos disso..." (World Of Metal); "Excelente trabalho" (Revista Freak).
"Rediscovering Pluto" é então o título do segundo e novo álbum do guitarrista, lançado em Outubro de 2025.
Assim como seu antecessor, "Rediscovering Pluto" também é um disco conceitual e reúne 12 faixas, porém, dessa vez, com exceção à introdução, todas músicas possuem vocal.
"9 1/2 Years Later", "Shadows of the Past", "At the Galaxy's Dawn", "A New Horizon", "Charon", "Song for Beatriz", "The Edge of Forever", "Invisible Asteroids", "King of The Belt", "A Tribute to Alan Stern", "Iced Heart" e "Silent Scream" são as faixas que irão compor o disco.
"Rediscovering Pluto é uma homenagem a equipe da Nasa responsável pela missão New Horizon que teve como objetivo chegar até Plutão, tirar fotos e obter informações mais detalhadas", explica Jaeder Menossi. "Sempre me incomodou o rebaixamento de Plutão a planeta anão. Felizmente, essa missão - chefiada pelo Dr. Alan Stern com o auxílio do Dr. Hal Weaver, Dr. Ralph McKnutt e Dra Alice Bowman, entre outros -, ajudou a dar de volta ao planeta a sua importância. De quebra descobriram o Cinturão de Kuiper, uma das maiores novidades científicas sobre o estudo do espaço das últimas décadas. No disco, Plutão fala em primeira pessoa em agradecimento aos cientistas e faz uma correlação com os sentimentos humanos, como a ideia do amor platônico".
"Rediscovering Pluto" foi gravado no estúdio V.M.S. em Santa Bárbara D'oeste com produção de Fábio ''Pelúcio'' Mendes e Jaeder Menossi. Todas as guitarras e baixos foram gravados por Jaeder Menossi e os vocais por Jere Nery. A arte da capa é assinada por João Duarte.
"Rediscovering Pluto" foi lançado em CD pela Som do Darma e também está disponível em todas as plataformas de streaming:
Menandro lança EP "Snow Falls", primeiro capítulo de álbum duplo e conceitual
O projeto MENANDRO apresenta ao público o EP "Snow Falls", primeiro single do que será seu álbum duplo e conceitual de estreia. Com lançamento marcado para 1º de fevereiro de 2026, em todas as plataformas digitais, o trabalho inaugura oficialmente o universo narrativo que será desenvolvido ao longo dos próximos lançamentos.
O single chega em formato de EP por reunir três faixas diretamente ligadas à história do álbum: a versão principal que também integra o disco completo, a versão editada para o single da canção e a faixa bônus "The Year Of The Two Falls", exclusiva deste EP. Todas as músicas dialogam entre si e funcionam como peças fundamentais para a compreensão do enredo conceitual proposto por MENANDRO.
Composta em meados de 2021, "Snow Falls" foi a primeira música escrita para o projeto e o ponto de partida emocional que deu origem ao álbum. A faixa desencadeou uma série de sentimentos represados que acabaram moldando toda a narrativa do disco, previsto para ser lançado ainda no primeiro semestre de 2026. O nome e a data do álbum já estão definidos, mas serão revelados gradualmente nos próximos singles, que também serão disponibilizados em formato de EP.
Musicalmente e liricamente, "Snow Falls" traduz sensações de distância física, isolamento emocional e privação de contato humano. A canção aborda de forma crua a experiência de atravessar um inverno rigoroso - com temperaturas abaixo de 30 graus negativos - em um país estrangeiro, lidando com arrependimentos e emoções mal resolvidas. "O inverno nunca foi tão frio, e não era só lá fora, nas ruas", resume o tom introspectivo da obra.
O EP traz ainda "The Year Of The Two Falls", faixa instrumental que estará disponível exclusivamente neste lançamento. A música faz referência poética ao período em que MENANDRO se viu entre dois outonos simultâneos - um no hemisfério sul e outro no hemisfério norte. O instrumental sugere as dores vividas nesses dois espaços e antecipa o que viria na estação seguinte, funcionando como um elo narrativo dentro do álbum. Curiosamente, trata-se também da última faixa gravada para as sessões do disco, estabelecendo um paralelo simbólico entre início e fim de ciclo: a primeira e a última música criadas para a mesma história.
MENANDRO é o alter ego de Caio Langlois, compositor, produtor e multi-instrumentista que iniciou sua trajetória musical em 2004. Desde cedo envolvido com vinis e instrumentos, Caio começou a tocar ainda jovem e integrou diversas bandas locais como forma de desenvolvimento artístico. Em 2007, mudou-se para Toronto, no Canadá, onde aprofundou seus conhecimentos como produtor e participou de gravações e projetos da cena musical local.
Após anos de aprimoramento técnico, lançou seu primeiro EP, "Hollywood Garden", em 2019. Os planos de divulgação foram interrompidos pela pandemia, período que acabou influenciando profundamente sua produção artística. Esse ciclo criativo se encerra em 2025 e abre espaço para uma nova fase, que começa oficialmente com "Snow Falls", primeiro lançamento de uma série prevista para 2026.
Com "Snow Falls", MENANDRO apresenta não apenas um single, mas o início de uma obra conceitual que promete explorar memória, deslocamento, ciclos emocionais e reconstrução, faixa a faixa.
Válvera lança álbum Unleashed Fury e apresenta nova fase da banda
O novo trabalho representa o momento mais intenso, maduro e agressivo da trajetória do grupo, consolidando sua identidade sonora e ampliando sua presença no cenário internacional.
Reconhecido pela mídia europeia como um dos principais representantes do Neo Thrash, o Válvera apresenta em Unleashed Fury uma fusão potente entre o thrash metal tradicional e elementos contemporâneos. Com produção de alto impacto, riffs afiados e letras diretas, o álbum percorre temas como luto, colapso emocional, resistência, identidade, caos urbano, crítica social e a permanência em um mundo cada vez mais hostil e descartável.
Construído a partir de experiências reais, Unleashed Fury não romantiza a dor nem oferece redenção fácil. Cada faixa funciona como um retrato de enfrentamento - interno e externo - conectando vivências pessoais a uma leitura crua da realidade atual.
"Unleashed Fury é sobre encarar seus monstros sem abaixar a cabeça e romper todas as correntes que tentam te manter no chão. Esse álbum nasceu de dor, de luto, de arrependimentos e também de vitórias. Muita coisa pesada e muita coisa incrível aconteceram durante esse processo, e tudo foi jogado ali dentro. Cada música é um pedaço da minha história, é o som da minha luta para não cair e da decisão de levantar mais forte", afirma Glauber Barreto, vocalista e guitarrista.
Musicalmente, o álbum reflete uma banda mais coesa, confiante e disposta a ultrapassar seus próprios limites.
"No Unleashed Fury não existiu medo de arriscar, de pesar mais, de ser mais agressivo ou mais emocional. Esse álbum é faca no dente, é verdade crua. Musicalmente, foi onde consegui colocar tudo o que sempre quis ouvir no Válvera: riffs violentos, guitarras afiadas e também momentos mais sombrios e profundos. É a nossa fúria liberada, sem pedir licença e sem pedir desculpas", destaca Rodrigo Torres, guitarrista.
"Esse álbum foi uma prova de amor à música. Foram madrugadas a fio no estúdio, muito tempo investido e a dúvida constante se eu realmente tinha feito o meu melhor. No fim, ficou claro que valeu muito a pena. Já sabíamos que tínhamos material forte desde a pré-produção, mas o resultado final superou qualquer expectativa", completa Gabriel Prado, baixista.
Além do lançamento do novo disco, o Válvera oficializa a entrada de Vitor Bonati, de 20 anos, como baterista da banda. Já apresentado anteriormente nas redes sociais, o músico passa a integrar oficialmente a formação que seguirá com o grupo em turnês e gravações. Com técnica apurada, intensidade e forte presença de palco, Vitor já participou de shows recentes e se tornou peça fundamental nesta nova fase.
Green Lake, projeto darkwave nacional, lança o EP "Brazilian Southern Gothic"
"Brazilian Southern Gothic" é o segundo EP do projeto darkwave Green Lake, cuja sonoridade visa rememorar as batidas eletrônicas e a atmosfera obscura popularizadas neste estilo musical durante a década de 1980, flertando com o rock e tendo como principal fonte de inspiração os lugares pitorescos, as lendas urbanas, o folclore regional e o imaginário coletivo do Sul do Brasil. Em busca de uma atmosfera cinematográfica, o projeto visa mesclar música e imagens, tendo sido elaborados videoclipes para todas as seis faixas do EP, já disponíveis no Youtube.
"Coming With The Dark", o primeiro single – já se encontra no Spotify e principais plataformas de streaming – é uma música cujo vídeo aborda o primitivo sentimento de medo do desconhecido, daquilo que está escondido na mata, do que chega com a escuridão da noite, mostrado pela perspectiva da população rural de áreas remotas do Rio Grande do Sul.
Na mesma pegada, o vídeo da faixa que dá nome ao EP traz referências a locais bastante conhecidos de Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves, Ilópolis, além de outros pontos do interior do Estado e do litoral gaúcho, mostrando-os sob uma ótica sombria e atmosfera dark, de forma até então raramente abordada.
Terramorta lança álbum "The Fading Lumina's Embrace"
O Terramorta lançaram no dia 26 de dezembro de 2025 o seu segundo álbum de estúdio, The Fading Lumina's Embrace, assinalando uma nova fase na identidade sonora e visual da banda.
Em 2025, o grupo reformula profundamente a sua abordagem artística, explorando temas ligados à marcha inevitável do tempo e ao desespero inerente à condição humana entre a vida e a morte. O álbum percorre emoções e aspirações do homem, abordando o medo da morte associado a uma doença terminal, a superstição, o sentimento de injustiça e um desejo profundo de rebelião.
Musicalmente, The Fading Lumina's Embrace apresenta uma fusão de black metal, death metal e symphonic metal, envolta numa atmosfera etérea e densa. O trabalho destaca-se pelo cuidado na composição, pelos arranjos sinfônicos e por uma produção rigorosa, resultando num universo sonoro marcado pela intensidade emocional e pela crueza das suas abordagens.
Inventtor: explorando tormentos internos em "Epicentro da Morte"
Após soltar o single/clipe da faixa-título do novo álbum, "Senhor da Obsessão", a banda mineira de death/doom Inventtor apresenta o segundo single/clipe: "Epicentro da Morte". O tema mergulha em uma analogia psicológica profunda, traçando um paralelo entre as camadas abismais do cérebro humano e as representações clássicas do inferno. A letra explora a densidade do pensamento e os tormentos internos em uma narrativa visceral.
"É uma das minhas faixas favoritas do novo álbum! 'Epicentro da Morte' possui uma pegada forte, sendo bastante pesada e densa. Nela, fazemos uma analogia entre as profundezas do cérebro humano e o inferno. Para mim, foi uma das canções mais desafiadoras ritmicamente em minha função de baterista e vocalista. André Damien realizou um excelente trabalho nas guitarras, apresentando um solo épico, enquanto o baixo de Tony Lessa sustenta toda a massa sonora", detalha Alan Souza, vocalista, baterista e fundador do grupo.
Beto Lani explora superação e cura em novo single "Untitled"
FONTE: Wargods Press
O guitarrista e compositor Beto Lani acaba de lançar seu mais novo single, "Untitled". A faixa, que teve sua estreia nos palcos durante a terceira edição do Kaotic Fest, realizado no dia 18 de janeiro, já está disponível em todas as plataformas digitais e em formato físico, em edição limitada a 30 cópias, numeradas a mão.
Conhecido por seu trabalho autoral e pela versatilidade em transitar entre o Hard Rock e o Heavy Metal, Lani une forças nesta faixa com Bruno Musashi. "Untitled" foge das estruturas convencionais para abordar temas universais: a superação, o ato de "sair da caixa" e a coragem necessária para quebrar ciclos viciosos.
Segundo Bruno Musashi, que compôs a letra, a composição serviu como uma catarse pessoal. "Untitled é sobre aquele momento em que decidimos que a dor não vai ditar o nosso caminho. É sobre enfrentar o vazio, se reencontrar e lembrar quem somos de verdade. Escrever sobre isso foi, acima de tudo, um processo de cura", explicou o músico.
Sonoramente, a música traz a assinatura característica de Lani - riffs marcantes e melodias bem construídas - mas adiciona uma camada mais emocional que reflete a temática da letra. O lançamento chega na esteira de um período produtivo para o guitarrista, que encerrou 2025 com a divulgação do single triplo "Bring Me Home" (versões estúdio, ao vivo e acústica) e a boa repercussão do single de "Release", ambos lançados em 2024, além de diversas apresentações ao vivo com as bandas tributo que integra.
Assista ao lyric video do novo single d'O Boto, "Assiar"
A banda paulistana O Boto lançou "Assiar", segundo single do grupo e mais um passo na construção do álbum de estreia, "Diferente de Ninguém", previsto para o segundo semestre de 2026. "Assiar" sucede a faixa "Sushi no Violão" e aprofunda a proposta do quarteto dentro do rock alternativo brasileiro.
O baixista Felipe Troccoli revela que a canção fala sobre as dualidades e contradições presentes nas relações que vivemos. Segundo ele, "Assiar" é uma música sobre o amor adolescente: fresco e empolgante, na mesma medida em que carrega o desafio de se permitir ser vulnerável perante o outro. "Existe algo muito bonito no fato de todo mundo conseguir se relacionar com essa sensação de alguma maneira", afirma. Ele acrescenta que há um jogo de palavras que inverte o nome 'Raíssa' e o transforma no verso 'Ah, se ar (assiar) fosse tudo que eu precisasse', sugerindo a ideia de ter algo essencial e viciante, mas ainda insuficiente - uma metáfora para o desejo e a incompletude que atravessam as relações.
Apesar de optar por uma abordagem cotidiana e ensolarada, em que o conflito interno surge de forma natural e quase despretensiosa, "Assiar" trata de temas como autodescobrimento, ansiedade, inquietações existenciais e amadurecimento emocional. Troccoli considera que, desse modo, a música acompanha a história da própria banda, formada por também por João Pedro Rydlewski (voz), Lucas Benez (guitarra) e Gabriel Portela (bateria). "Lembro quando o JP chegou com essa música pra tocarmos pela primeira vez, por volta de 2019. A canção foi ganhando maturidade conforme a gente se desenvolveu como banda, e acho que ela cresce de uma forma muito bonita", afirma. Ele destaca, ainda, o verso "Te amar sempre vai ser como andar de bicicleta" como uma síntese simples e inocente de um sentimento complexo.
Musicalmente, "Assiar" reflete as principais influências do O Boto, que transitam entre nomes como Charlie Brown Jr., Seu Jorge, Red Hot Chili Peppers, Lagum, e Nando Reis. A produção é assinada por Hugo Silva, conhecido por trabalhos com O Grilo, Pluma e Ego Kill Talent, reforçando o diálogo da banda com a cena alternativa contemporânea de São Paulo.
Demure transforma lembranças em estética em seu álbum de estreia "All That's Left"
Reunindo dez faixas que mergulham em temas como nostalgia, amores de verão, amizades perdidas e memórias que insistem em sobreviver ao tempo; a banda gaúcha Demure estreia o seu primeiro trabalho de estúdio.
De acordo com o vocalista e baixista, Guilherme "Guiga" Alonso, o disco funciona como uma cápsula do tempo emocional. "A ideia desse trabalho nasceu do desejo de revisitar e dar vida para composições antigas que estavam guardadas. Músicas escritas ao longo dos últimos anos que permaneciam engavetadas ganharam novo significado dentro de um conceito maior; daí o título, que em português poderia ser traduzido para 'tudo que sobrou'. São músicas que falam sobre tudo aquilo que resta quando ciclos se encerram", destacou o músico.
Nascida como um quarteto, hoje, Demure é composta por três pessoas: Guiga, que divide sua atenção entre o baixo e o vocal; Edemar "Jedi" Falcão, na guitarra; e Rafael "Mufasa" Vaz, na bateria. Com um show completamente autoral e composições que dialogam entre o pop punk 2000 e o Garage Rock noventista, o power trio gaúcho avalia o trabalho feito em "All That's Left" como um marco que dá início a uma nova fase para a banda.
"Musicalmente, pensamos em construir essas músicas com guitarras mais diretas, para tornar a melodia mais marcante, fazendo a cama necessária para jogar a atenção do ouvinte nas letras repletas de confissões e anseios. Essa dicotomia entre peso sonoro e sensibilidade emocional busca equilibrar uma série de fatores que compõem a experiência que é All that's left", explica Jedi.
Embora os integrantes já colaborassem antes em outros projetos musicais e artísticos, a banda foi oficializada com a atual formação em junho de 2025. "All That's Left acaba sendo, também, um divisor de águas entre passado, presente e futuro, registrando uma identidade e química criativa atreladas a esse momento na nossa história", aponta Mufasa.



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