Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
Abaixo, os últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Hard Power lança releitura de clássico do Hangar
FONTE: Wargods Press
A banda HARD POWER acaba de lançar seu novo single e videoclipe, trazendo uma releitura de "To Tame a Land", faixa originalmente gravada pelo Hangar no álbum "Inside Your Soul", de 2001. A escolha da música conecta diretamente a história dos integrantes com este clássico do Power Metal brasileiro. O lançamento ganha um destaque especial pela presença de Michael Polchowicz, vocalista que gravou a versão original há mais de duas décadas e que agora empresta novamente sua voz à canção, mas desta vez com a identidade do HARD POWER.
A conexão com o Hangar se aprofunda ainda mais na figura do guitarrista Cristiano Wortmann. Membro fundador do grupo em 1997, Wortmann gravou o debut do grupo em 1999, e após sua saída do line-up, retornou à banda por volta de 2012, participando dos álbuns "The Best of 15 Years, Based on a True Story" (2014), "Stronger than Ever" (2016) e "Live in Brusque/SC. Brazil" (2016).
Wortmann saiu do Hangar antes da confecção de "Inside Your Soul" e não participou da gravação original de "To Tame a Land" em 2001 - época em que a guitarra estava a cargo de Eduardo Martinez -, o que torna esta nova uma oportunidade inédita de ouvir Wortmann atuando tanto do ponto de vista como atual guitarrista do Hangar quanto do HARD POWER, interpretando um dos maiores clássicos da discografia do grupo ao lado da voz original da obra. Polchowicz, por sua vez, saiu do Hangar após a turnê "Inside Your Soul", voltando à parceria com Wortmann com o HARD POWER duas décadas depois.
Musicalmente, a nova versão optou por desconstruir o arranjo original para reconstruí-lo com a identidade Hard Rock que define o quarteto, apostando em um andamento mais cadenciado, buscando menos notas e mais peso, timbres mais crus e uma pegada visceral, sem perder a essência da composição assinada por Polchowicz, Martinez, Nando Mello (baixo) e Aquiles Priester (bateria) e gravada ao lado de Fábio Laguna (teclado) há um quarto de século.
A produção de áudio, envolvendo mixagem e masterização, foi realizada por Mateus Borges, enquanto o videoclipe foi produzido e editado por José Florêncio, com captação de imagens feita no Estúdio Dahn. Michael Polchowicz (vocal), Cristiano Wortmann (guitarra e vocal), Rafael Yadek (baixo) e Lucas Rodrigues (bateria) vem de uma sequência produtiva desde 2024, ano em que lançaram o álbum de estreia homônimo e cinco singles, mesclando exatamente o que seu nome diz, Hard Rock e Power Metal.
Incarcerated lança o álbum "Necrosphere"
FONTE: Wargods Press
A banda de Death/Thrash Metal INCARCERATED, oriunda de Londres, lançou na sexta-feira, 30 de janeiro, de forma independente, seu primeiro álbum completo, intitulado "Necrosphere". O disco chega às plataformas de streaming após a divulgação dos singles "Fatal Fate" e "Deprived", ampliando o repertório autoral do grupo formado em 2021. Posteriormente, em março, o álbum será lançado em versão física, em CD e vinil.
A produção técnica do álbum envolveu dois estúdios europeus. As gravações foram realizadas no Rogue Studios, em Londres, com produção de Alessio Garavello (A New Tomorrow) e coprodução do baixista Andy Butler. A etapa de pós-produção, incluindo mixagem e masterização, foi conduzida no Sweet Silence Studios, em Copenhague, por Flemming Rasmussen, engenheiro de som responsável por álbuns do Metallica ("Ride the Lightning", "Master of Puppets" e "...And Justice for All").
O registro conta com a formação composta por Lander da Silva (guitarra/vocais), Rafael Rojo (guitarra solo), Andy Butler (baixo) e Alberto Pesco (bateria). Para a agenda de shows e a turnê prevista para 2026, a banda oficializou a entrada do baterista Hercules Tsekouras no lugar de Pesco.
O conteúdo lírico de "Necrosphere" divide-se entre críticas sociopolíticas e questionamentos existenciais. As faixas de abertura, "Fatal Fate" e "Deprived", trazem um tom mais crítico: a primeira utiliza o recurso de aliteração para abordar o fanatismo e a distopia, enquanto a segunda discute a desigualdade social e contesta o conceito de meritocracia frente à pobreza global. A análise das estruturas de poder segue em "Neural Slaves", que trata da desinformação e manipulação ideológica, e em "God's Archetype", que inverte a narrativa criacionista para associar a figura divina às características violentas do comportamento humano.
A segunda vertente do disco foca na condição humana e em eventos históricos. As canções "Brief Life / Death Relief" e "Incarcerated" abordam o ciclo de trabalho e a estagnação psicológica, descrevendo a morte e a alienação como consequências de um sistema social rígido. O álbum também inclui uma temática histórica na faixa "Ocean of Metal", que descreve a Operação Overlord (Dia D) durante a Segunda Guerra Mundial. O encerramento com a faixa-título, "Necrosphere", funciona como epílogo, sintetizando a visão da banda sobre a corrupção moral e o declínio da civilização.
Assista ao vídeo de "Fatal Fate":
Assista ao vídeo de "Deprived":
Jaeder Menossi Interestellar Experience lança álbum "Rediscovering Pluto"
FONTE: Som do Darma
"Rediscovering Pluto", segundo álbum do Jaeder Menossi Interestellar Experience, já disponível
Assim como em seu álbum de estreia, o guitar hero brasileiro propõe-se ao autoconhecimento através de apreciações astrofísicas
Jaeder Menossi Interestellar Experience é o projeto solo do guitarrista e compositor Jaeder Menossi, cujo trabalho ficou conhecido através da banda Javali (Pop Javali), da qual é membro fundador. Jaeder também já realizou participações muito especiais como na banda Busic - ao lado dos irmãos Ivan e Andria Busic do Dr. Sin -, fez jams junto a músicos consagrados como Paul Gilbert (Mr. Big), se apresentou em importantes feiras de música ao redor do mundo como a Namm Show na Califórnia/EUA - onde também tocou em algumas gigs como artista solo -, e fez uma bem sucedida turnê europeia com o Javali em 2015 que contou com dez shows em cinco países: Inglaterra, Alemanha, Holanda, Suíça e Itália.
Autointitulado, o primeiro disco do Jaeder Menossi Interestellar Experience foi lançado pela Heavy Metal Rock em 2021. Reunindo 12 faixas - metade delas instrumentais - o álbum conceitual propunha uma viagem de 90 dias até Netuno em busca de um resgate de si mesmo. O disco recebeu muitos elogios da imprensa especializada.
"Um excelente disco" (Rock On Stage); "Seu trabalho com as seis cordas é brilhante!" (Headbangers BR); "Jaeder Menossi é uma estrela das seis cordas" (Mundo Metal); "Uma performance de alto nível e bastante virtuosa" (Roadie Metal); "Foge do estereótipo de disco de guitarrista voltado ao egocentrismo" (Rio Metal Press); "Menossi é um músico fantástico, já sabíamos disso..." (World Of Metal); "Excelente trabalho" (Revista Freak).
"Rediscovering Pluto" é então o título do segundo e novo álbum do guitarrista, lançado em Outubro de 2025.
Assim como seu antecessor, "Rediscovering Pluto" também é um disco conceitual e reúne 12 faixas, porém, dessa vez, com exceção à introdução, todas músicas possuem vocal.
"9 1/2 Years Later", "Shadows of the Past", "At the Galaxy's Dawn", "A New Horizon", "Charon", "Song for Beatriz", "The Edge of Forever", "Invisible Asteroids", "King of The Belt", "A Tribute to Alan Stern", "Iced Heart" e "Silent Scream" são as faixas que irão compor o disco.
"Rediscovering Pluto é uma homenagem a equipe da Nasa responsável pela missão New Horizon que teve como objetivo chegar até Plutão, tirar fotos e obter informações mais detalhadas", explica Jaeder Menossi. "Sempre me incomodou o rebaixamento de Plutão a planeta anão. Felizmente, essa missão - chefiada pelo Dr. Alan Stern com o auxílio do Dr. Hal Weaver, Dr. Ralph McKnutt e Dra Alice Bowman, entre outros -, ajudou a dar de volta ao planeta a sua importância. De quebra descobriram o Cinturão de Kuiper, uma das maiores novidades científicas sobre o estudo do espaço das últimas décadas. No disco, Plutão fala em primeira pessoa em agradecimento aos cientistas e faz uma correlação com os sentimentos humanos, como a ideia do amor platônico".
"Rediscovering Pluto" foi gravado no estúdio V.M.S. em Santa Bárbara D'oeste com produção de Fábio ''Pelúcio'' Mendes e Jaeder Menossi. Todas as guitarras e baixos foram gravados por Jaeder Menossi e os vocais por Jere Nery. A arte da capa é assinada por João Duarte.
"Rediscovering Pluto" foi lançado em CD pela Som do Darma e também está disponível em todas as plataformas de streaming:
Menandro lança EP "Snow Falls", primeiro capítulo de álbum duplo e conceitual
O projeto MENANDRO apresenta ao público o EP "Snow Falls", primeiro single do que será seu álbum duplo e conceitual de estreia. Com lançamento marcado para 1º de fevereiro de 2026, em todas as plataformas digitais, o trabalho inaugura oficialmente o universo narrativo que será desenvolvido ao longo dos próximos lançamentos.
O single chega em formato de EP por reunir três faixas diretamente ligadas à história do álbum: a versão principal que também integra o disco completo, a versão editada para o single da canção e a faixa bônus "The Year Of The Two Falls", exclusiva deste EP. Todas as músicas dialogam entre si e funcionam como peças fundamentais para a compreensão do enredo conceitual proposto por MENANDRO.
Composta em meados de 2021, "Snow Falls" foi a primeira música escrita para o projeto e o ponto de partida emocional que deu origem ao álbum. A faixa desencadeou uma série de sentimentos represados que acabaram moldando toda a narrativa do disco, previsto para ser lançado ainda no primeiro semestre de 2026. O nome e a data do álbum já estão definidos, mas serão revelados gradualmente nos próximos singles, que também serão disponibilizados em formato de EP.
Musicalmente e liricamente, "Snow Falls" traduz sensações de distância física, isolamento emocional e privação de contato humano. A canção aborda de forma crua a experiência de atravessar um inverno rigoroso - com temperaturas abaixo de 30 graus negativos - em um país estrangeiro, lidando com arrependimentos e emoções mal resolvidas. "O inverno nunca foi tão frio, e não era só lá fora, nas ruas", resume o tom introspectivo da obra.
O EP traz ainda "The Year Of The Two Falls", faixa instrumental que estará disponível exclusivamente neste lançamento. A música faz referência poética ao período em que MENANDRO se viu entre dois outonos simultâneos - um no hemisfério sul e outro no hemisfério norte. O instrumental sugere as dores vividas nesses dois espaços e antecipa o que viria na estação seguinte, funcionando como um elo narrativo dentro do álbum. Curiosamente, trata-se também da última faixa gravada para as sessões do disco, estabelecendo um paralelo simbólico entre início e fim de ciclo: a primeira e a última música criadas para a mesma história.
MENANDRO é o alter ego de Caio Langlois, compositor, produtor e multi-instrumentista que iniciou sua trajetória musical em 2004. Desde cedo envolvido com vinis e instrumentos, Caio começou a tocar ainda jovem e integrou diversas bandas locais como forma de desenvolvimento artístico. Em 2007, mudou-se para Toronto, no Canadá, onde aprofundou seus conhecimentos como produtor e participou de gravações e projetos da cena musical local.
Após anos de aprimoramento técnico, lançou seu primeiro EP, "Hollywood Garden", em 2019. Os planos de divulgação foram interrompidos pela pandemia, período que acabou influenciando profundamente sua produção artística. Esse ciclo criativo se encerra em 2025 e abre espaço para uma nova fase, que começa oficialmente com "Snow Falls", primeiro lançamento de uma série prevista para 2026.
Com "Snow Falls", MENANDRO apresenta não apenas um single, mas o início de uma obra conceitual que promete explorar memória, deslocamento, ciclos emocionais e reconstrução, faixa a faixa.
Válvera lança álbum Unleashed Fury e apresenta nova fase da banda
O novo trabalho representa o momento mais intenso, maduro e agressivo da trajetória do grupo, consolidando sua identidade sonora e ampliando sua presença no cenário internacional.
Reconhecido pela mídia europeia como um dos principais representantes do Neo Thrash, o Válvera apresenta em Unleashed Fury uma fusão potente entre o thrash metal tradicional e elementos contemporâneos. Com produção de alto impacto, riffs afiados e letras diretas, o álbum percorre temas como luto, colapso emocional, resistência, identidade, caos urbano, crítica social e a permanência em um mundo cada vez mais hostil e descartável.
Construído a partir de experiências reais, Unleashed Fury não romantiza a dor nem oferece redenção fácil. Cada faixa funciona como um retrato de enfrentamento - interno e externo - conectando vivências pessoais a uma leitura crua da realidade atual.
"Unleashed Fury é sobre encarar seus monstros sem abaixar a cabeça e romper todas as correntes que tentam te manter no chão. Esse álbum nasceu de dor, de luto, de arrependimentos e também de vitórias. Muita coisa pesada e muita coisa incrível aconteceram durante esse processo, e tudo foi jogado ali dentro. Cada música é um pedaço da minha história, é o som da minha luta para não cair e da decisão de levantar mais forte", afirma Glauber Barreto, vocalista e guitarrista.
Musicalmente, o álbum reflete uma banda mais coesa, confiante e disposta a ultrapassar seus próprios limites.
"No Unleashed Fury não existiu medo de arriscar, de pesar mais, de ser mais agressivo ou mais emocional. Esse álbum é faca no dente, é verdade crua. Musicalmente, foi onde consegui colocar tudo o que sempre quis ouvir no Válvera: riffs violentos, guitarras afiadas e também momentos mais sombrios e profundos. É a nossa fúria liberada, sem pedir licença e sem pedir desculpas", destaca Rodrigo Torres, guitarrista.
"Esse álbum foi uma prova de amor à música. Foram madrugadas a fio no estúdio, muito tempo investido e a dúvida constante se eu realmente tinha feito o meu melhor. No fim, ficou claro que valeu muito a pena. Já sabíamos que tínhamos material forte desde a pré-produção, mas o resultado final superou qualquer expectativa", completa Gabriel Prado, baixista.
Além do lançamento do novo disco, o Válvera oficializa a entrada de Vitor Bonati, de 20 anos, como baterista da banda. Já apresentado anteriormente nas redes sociais, o músico passa a integrar oficialmente a formação que seguirá com o grupo em turnês e gravações. Com técnica apurada, intensidade e forte presença de palco, Vitor já participou de shows recentes e se tornou peça fundamental nesta nova fase.
Green Lake, projeto darkwave nacional, lança o EP "Brazilian Southern Gothic"
"Brazilian Southern Gothic" é o segundo EP do projeto darkwave Green Lake, cuja sonoridade visa rememorar as batidas eletrônicas e a atmosfera obscura popularizadas neste estilo musical durante a década de 1980, flertando com o rock e tendo como principal fonte de inspiração os lugares pitorescos, as lendas urbanas, o folclore regional e o imaginário coletivo do Sul do Brasil. Em busca de uma atmosfera cinematográfica, o projeto visa mesclar música e imagens, tendo sido elaborados videoclipes para todas as seis faixas do EP, já disponíveis no Youtube.
"Coming With The Dark", o primeiro single – já se encontra no Spotify e principais plataformas de streaming – é uma música cujo vídeo aborda o primitivo sentimento de medo do desconhecido, daquilo que está escondido na mata, do que chega com a escuridão da noite, mostrado pela perspectiva da população rural de áreas remotas do Rio Grande do Sul.
Na mesma pegada, o vídeo da faixa que dá nome ao EP traz referências a locais bastante conhecidos de Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves, Ilópolis, além de outros pontos do interior do Estado e do litoral gaúcho, mostrando-os sob uma ótica sombria e atmosfera dark, de forma até então raramente abordada.
Terramorta lança álbum "The Fading Lumina's Embrace"
O Terramorta lançaram no dia 26 de dezembro de 2025 o seu segundo álbum de estúdio, The Fading Lumina's Embrace, assinalando uma nova fase na identidade sonora e visual da banda.
Em 2025, o grupo reformula profundamente a sua abordagem artística, explorando temas ligados à marcha inevitável do tempo e ao desespero inerente à condição humana entre a vida e a morte. O álbum percorre emoções e aspirações do homem, abordando o medo da morte associado a uma doença terminal, a superstição, o sentimento de injustiça e um desejo profundo de rebelião.
Musicalmente, The Fading Lumina's Embrace apresenta uma fusão de black metal, death metal e symphonic metal, envolta numa atmosfera etérea e densa. O trabalho destaca-se pelo cuidado na composição, pelos arranjos sinfônicos e por uma produção rigorosa, resultando num universo sonoro marcado pela intensidade emocional e pela crueza das suas abordagens.
Inventtor: explorando tormentos internos em "Epicentro da Morte"
Após soltar o single/clipe da faixa-título do novo álbum, "Senhor da Obsessão", a banda mineira de death/doom Inventtor apresenta o segundo single/clipe: "Epicentro da Morte". O tema mergulha em uma analogia psicológica profunda, traçando um paralelo entre as camadas abismais do cérebro humano e as representações clássicas do inferno. A letra explora a densidade do pensamento e os tormentos internos em uma narrativa visceral.
"É uma das minhas faixas favoritas do novo álbum! 'Epicentro da Morte' possui uma pegada forte, sendo bastante pesada e densa. Nela, fazemos uma analogia entre as profundezas do cérebro humano e o inferno. Para mim, foi uma das canções mais desafiadoras ritmicamente em minha função de baterista e vocalista. André Damien realizou um excelente trabalho nas guitarras, apresentando um solo épico, enquanto o baixo de Tony Lessa sustenta toda a massa sonora", detalha Alan Souza, vocalista, baterista e fundador do grupo.
Beto Lani explora superação e cura em novo single "Untitled"
FONTE: Wargods Press
O guitarrista e compositor Beto Lani acaba de lançar seu mais novo single, "Untitled". A faixa, que teve sua estreia nos palcos durante a terceira edição do Kaotic Fest, realizado no dia 18 de janeiro, já está disponível em todas as plataformas digitais e em formato físico, em edição limitada a 30 cópias, numeradas a mão.
Conhecido por seu trabalho autoral e pela versatilidade em transitar entre o Hard Rock e o Heavy Metal, Lani une forças nesta faixa com Bruno Musashi. "Untitled" foge das estruturas convencionais para abordar temas universais: a superação, o ato de "sair da caixa" e a coragem necessária para quebrar ciclos viciosos.
Segundo Bruno Musashi, que compôs a letra, a composição serviu como uma catarse pessoal. "Untitled é sobre aquele momento em que decidimos que a dor não vai ditar o nosso caminho. É sobre enfrentar o vazio, se reencontrar e lembrar quem somos de verdade. Escrever sobre isso foi, acima de tudo, um processo de cura", explicou o músico.
Sonoramente, a música traz a assinatura característica de Lani - riffs marcantes e melodias bem construídas - mas adiciona uma camada mais emocional que reflete a temática da letra. O lançamento chega na esteira de um período produtivo para o guitarrista, que encerrou 2025 com a divulgação do single triplo "Bring Me Home" (versões estúdio, ao vivo e acústica) e a boa repercussão do single de "Release", ambos lançados em 2024, além de diversas apresentações ao vivo com as bandas tributo que integra.
Assista ao lyric video do novo single d'O Boto, "Assiar"
A banda paulistana O Boto lançou "Assiar", segundo single do grupo e mais um passo na construção do álbum de estreia, "Diferente de Ninguém", previsto para o segundo semestre de 2026. "Assiar" sucede a faixa "Sushi no Violão" e aprofunda a proposta do quarteto dentro do rock alternativo brasileiro.
O baixista Felipe Troccoli revela que a canção fala sobre as dualidades e contradições presentes nas relações que vivemos. Segundo ele, "Assiar" é uma música sobre o amor adolescente: fresco e empolgante, na mesma medida em que carrega o desafio de se permitir ser vulnerável perante o outro. "Existe algo muito bonito no fato de todo mundo conseguir se relacionar com essa sensação de alguma maneira", afirma. Ele acrescenta que há um jogo de palavras que inverte o nome 'Raíssa' e o transforma no verso 'Ah, se ar (assiar) fosse tudo que eu precisasse', sugerindo a ideia de ter algo essencial e viciante, mas ainda insuficiente - uma metáfora para o desejo e a incompletude que atravessam as relações.
Apesar de optar por uma abordagem cotidiana e ensolarada, em que o conflito interno surge de forma natural e quase despretensiosa, "Assiar" trata de temas como autodescobrimento, ansiedade, inquietações existenciais e amadurecimento emocional. Troccoli considera que, desse modo, a música acompanha a história da própria banda, formada por também por João Pedro Rydlewski (voz), Lucas Benez (guitarra) e Gabriel Portela (bateria). "Lembro quando o JP chegou com essa música pra tocarmos pela primeira vez, por volta de 2019. A canção foi ganhando maturidade conforme a gente se desenvolveu como banda, e acho que ela cresce de uma forma muito bonita", afirma. Ele destaca, ainda, o verso "Te amar sempre vai ser como andar de bicicleta" como uma síntese simples e inocente de um sentimento complexo.
Musicalmente, "Assiar" reflete as principais influências do O Boto, que transitam entre nomes como Charlie Brown Jr., Seu Jorge, Red Hot Chili Peppers, Lagum, e Nando Reis. A produção é assinada por Hugo Silva, conhecido por trabalhos com O Grilo, Pluma e Ego Kill Talent, reforçando o diálogo da banda com a cena alternativa contemporânea de São Paulo.
Demure transforma lembranças em estética em seu álbum de estreia "All That's Left"
Reunindo dez faixas que mergulham em temas como nostalgia, amores de verão, amizades perdidas e memórias que insistem em sobreviver ao tempo; a banda gaúcha Demure estreia o seu primeiro trabalho de estúdio.
De acordo com o vocalista e baixista, Guilherme "Guiga" Alonso, o disco funciona como uma cápsula do tempo emocional. "A ideia desse trabalho nasceu do desejo de revisitar e dar vida para composições antigas que estavam guardadas. Músicas escritas ao longo dos últimos anos que permaneciam engavetadas ganharam novo significado dentro de um conceito maior; daí o título, que em português poderia ser traduzido para 'tudo que sobrou'. São músicas que falam sobre tudo aquilo que resta quando ciclos se encerram", destacou o músico.
Nascida como um quarteto, hoje, Demure é composta por três pessoas: Guiga, que divide sua atenção entre o baixo e o vocal; Edemar "Jedi" Falcão, na guitarra; e Rafael "Mufasa" Vaz, na bateria. Com um show completamente autoral e composições que dialogam entre o pop punk 2000 e o Garage Rock noventista, o power trio gaúcho avalia o trabalho feito em "All That's Left" como um marco que dá início a uma nova fase para a banda.
"Musicalmente, pensamos em construir essas músicas com guitarras mais diretas, para tornar a melodia mais marcante, fazendo a cama necessária para jogar a atenção do ouvinte nas letras repletas de confissões e anseios. Essa dicotomia entre peso sonoro e sensibilidade emocional busca equilibrar uma série de fatores que compõem a experiência que é All that's left", explica Jedi.
Embora os integrantes já colaborassem antes em outros projetos musicais e artísticos, a banda foi oficializada com a atual formação em junho de 2025. "All That's Left acaba sendo, também, um divisor de águas entre passado, presente e futuro, registrando uma identidade e química criativa atreladas a esse momento na nossa história", aponta Mufasa.



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Rock e Heavy Metal - lançamentos e outras novidades - Janeiro de 2026
