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Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com
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Storia lança "Revenant: A Righteous Revenge", álbum conceitual que aprofunda saga de vingança, honra e redenção

Novo trabalho expande o universo narrativo iniciado em "Revenant: The Silver Age", reúne participações especiais e videoclipes cinematográficos das músicas "The Grey Twilight" e "A Righteous Revenge".

O Storia acaba de lançar "Revenant: A Righteous Revenge", álbum que dá continuidade direta à narrativa iniciada no EP "Revenant: The Silver Age". No novo trabalho, a história acompanha o retorno de um cavaleiro traído, agora preso entre a vida e a morte, em uma jornada marcada pela busca por justiça, pelo peso da traição e pelo confronto com aqueles que destruíram seu passado. O Storia é formado por Pedro Torchetti (vocal), Pablo Guillarducci (baixo), Gabriel Veloso (guitarra) e Thiago Caeiro (bateria).

Assista ao vídeo de "The Grey Twilight":

Assista ao vídeo de "A Righteous Revenge" com participação de Roberto Barros e Raphael Dantas:

Concebido como uma obra conceitual completa, o disco foi estruturado para que cada faixa funcione como um capítulo da saga. Se o EP anterior apresentou o universo da história, o novo álbum aprofunda esse mundo, desenvolve os personagens e amplia os conflitos centrais da trajetória do Revenant. A narrativa parte do retorno do protagonista após a morte. Consumido pela memória da traição, ele inicia uma campanha de vingança contra os responsáveis pela destruição de sua ordem e de seu legado. Ao longo das músicas, a trama combina tragédia, honra e redenção, refletindo sobre o preço da vingança e o peso de um destino que já não pertence totalmente ao mundo dos vivos.

O vocalista Pedro Torchetti afirma: "Após dois longos anos de trabalho neste projeto, estamos muito felizes por finalmente poder compartilhar esse álbum com os nossos fãs."

O repertório reúne nove faixas principais e quatro interlúdios narrativos, gravados por voice actors em formato de áudio drama. Esses trechos ajudam a conectar os acontecimentos da história e reforçam a proposta cinematográfica do trabalho, tornando a experiência ainda mais completa quando o disco é ouvido do início ao fim.

Na parte musical, "Revenant: A Righteous Revenge" leva o som do Storia a um novo nível de intensidade e ambição. O álbum alterna passagens pesadas, como em "The Kaer Slaughter", com momentos épicos e melódicos, preservando o equilíbrio entre narrativa e musicalidade que marca a identidade do grupo. As composições partem do power metal, mas também exploram virtuosismo instrumental, elementos progressivos e arranjos mais complexos e dinâmicos. Os corais também têm papel importante na construção da atmosfera do disco. Em uma das faixas, a presença de um coral infantil cria um contraste expressivo dentro da estética do álbum e reforça seu caráter épico.

O trabalho ainda reúne participações especiais. Craig Cairns, vocalista do Tailgunner, aparece em três faixas interpretando o personagem do antigo melhor amigo do Revenant. O guitarrista Roberto Barros participa da faixa-título "A Righteous Revenge", contribuindo como compositor e performer. Já Raphael Dantas integra duas faixas no papel do Mestre, acrescentando novas camadas à narrativa.

A concepção do álbum partiu da construção de sua história. Pedro Torchetti assina o conceito, a narrativa e as letras que conduzem todo o universo do disco. A partir dessa base, as músicas foram desenvolvidas pelo Storia para representar momentos específicos da trama, de modo que cada composição ocupasse um papel relevante dentro da jornada do personagem central. A produção e a mixagem ficaram a cargo de Pablo Guillarducci, integrante do próprio grupo, em um processo conduzido de forma próxima e detalhada por todos os envolvidos. Dos arranjos à interpretação vocal, passando pela ambientação de cada faixa, o objetivo foi garantir coerência entre música e narrativa.

Além do álbum, o Storia investe na dimensão visual do projeto com dois videoclipes de abordagem cinematográfica para as faixas "The Grey Twilight" e "A Righteous Revenge". As gravações aconteceram em dois castelos no estado de São Paulo, o Castelo Scravoni e o Monte Castelo, e os vídeos foram concebidos como peças narrativamente sequenciais, funcionando quase como um pequeno filme dentro do universo do disco.

A produção visual buscou refletir a estética medieval e dark fantasy do álbum. Para isso, os integrantes utilizaram figurinos desenvolvidos especialmente para cada membro, levando em conta estilo pessoal, mobilidade em cena e coerência com a proposta conceitual do trabalho. A gravação também contou com o apoio da Tenda Medieval, responsável pelo fornecimento de espadas e escudos usados nas filmagens.

Após o lançamento de "Revenant: A Righteous Revenge", o próximo passo do Storia será levar o novo repertório aos palcos. Entre julho e agosto de 2026, o grupo participará da Epic Tales Brasil Tour Part 2, do vocalista italiano Fabio Lione, um dos nomes mais reconhecidos do power metal mundial. Na excursão, o Storia atuará como convidado especial e também como banda de apoio do cantor, em apresentações por diferentes capitais e regiões do país.

Com "Revenant: A Righteous Revenge", o Storia amplia sua proposta musical e narrativa em um trabalho que une conceito, técnica e atmosfera, consolidando uma nova etapa em sua trajetória.

Muqueta na Oreia chega aos 19 anos de trajetória com o lançamento do EP "MNO"

FONTE: Hell Yeah Music Company

Com 19 anos de trajetória, o Muqueta na Oreia consolidou seu nome como uma das forças mais consistentes do underground brasileiro. Unindo a atitude do punk com uma sonoridade que transita entre o Heavy Metal e o Hardcore, a banda vem consolidando uma carreira imponente no cenário nacional.

Honrando o legado construído ao longo de quase duas décadas de estrada, o Muqueta na Oreia lançou seu novo EP, "MNO", reafirmando o profissionalismo e o comprometimento da banda com sua música e com a valorização da cultura da música pesada no Brasil. A pré-estreia oficial do trabalho aconteceu durante a participação da banda na Conecta+ Música e Mercado, uma das maiores feiras do setor na América Latina, onde o Muqueta na Oreia promoveu um show de pré-lançamento do EP e marcou presença com um estande próprio durante os quatro dias do evento.

Electric Trip - A Noite Eterna Dos Graxains

A banda Electric Trip passou por diversas formações desde 1998. Dividiram palcos com Mutantes, Tom Zé, Casa das Máquinas, Trem Fantasma e por aí vai... em várias edições do Festival Psicodália

Depois de um hiato de longo período desde 2014, em meados de 2023 à 2026, Fernando Spagnol (vocal e guitarra) e Mauricio M. Pivotto (bateria) juntamente com Gustavo Schmitt (ex-baixista da Picanha de Chernobill) e Eric Rossignol (guitarrista e produtor lo-fi) - se uniram para lapidar ideias que Fernando veio compondo ao longo desse tempo.

O grupo decidiu trazer a essência setentista que sempre pulsava em suas veias e também respeitar o legado da banda. Contribuindo para a cena do rock n' roll - que atualmente se encontra morta na cidade de Nova Prata/RS, mas que talvez estava somente adormecida.

Em ''A Noite Eterna Dos Graxains'' a Electric Trip traz uma áurea dos tempos atuais, com letras em português compostas por Fernando e seus riffs de blues & rock psicodélico setentista. Com uma produção caseira, gravada no modo D.I.Y. (faça você mesmo) por Eric Rossignol - com placa de áudio e alguns microfones e seus conhecimentos com DAW (Ableton Live).

A banda promete entregar mais produções daqui pra frente, pois Eric é o mais jovem (27 anos) em comparação aos outros integrantes (que beiram aos 40 anos), conseguindo absorver às ideias nos ensaios e organizar as captações e mixagens posteriormente.

Sky In Flames: "Enslaving Humans Through Faith" é oficialmente lançado

O SKY IN FLAMES surpreendeu a cena extrema ao lançar, na última terça-feira (06), o EP "Enslaving Humans Through Faith" com exclusividade inicial via Bandcamp. O trabalho celebra os 24 anos de estrada do grupo gaúcho, aprofundando-se em temáticas densas como a psicanálise e a agonia existencial.

"A obra atua como um estudo lírico e sonoro sobre a regressão através da anamnese, tateando o que transcende a própria sanidade", afirma o mentor Wagner Santos. Musicalmente, o registro expande o legado de "The Funeral Winds" (2025), entregando cinco faixas inéditas onde melodias lúgubres e vocais atmosféricos consolidam a força do Doom Death Metal nacional.

Ouça agora e garanta sua cópia digital de "Enslaving Humans Through Faith" diretamente no perfil oficial da banda no Bandcamp.

Issos reforça nova fase como power trio com o single "They Are Us" e mantém crítica afiada.

O Issos começou a chamar atenção ainda como quinteto com o lançamento do clipe de "The Leader of Us", que já deixava clara a proposta da banda: transformar vivência em denúncia. O vídeo retrata a realidade da Baixada Fluminense e carrega um sentimento explícito de protesto e indignação social - algo assumido pelos próprios integrantes como parte de sua identidade.

Quatro meses após o lançamento de "They Are Us", a banda carioca Issos mostra que o single continua atual - não apenas pela sonoridade pesada, mas principalmente pela mensagem. Marcando o retorno do grupo como power trio, a faixa representa um novo momento, trazendo as raízes da identidade para um caminho construído com críticas sociais contundentes e reflexão global.

Esse direcionamento não foi pontual. Ele se fortaleceu ao longo dos trabalhos seguintes, como no clipe de "Dungeon and Chains", que trouxe uma narrativa ainda mais densa ao acompanhar a trajetória de um morador de rua no centro do Rio de Janeiro - um personagem invisibilizado pela sociedade e resultado direto de desigualdades estruturais.

Na época, o lançamento dialogava com um cenário de crise social e econômica, ampliando o impacto da obra ao conectar música e realidade de forma contundente.

Ao longo dos anos, o Issos manteve sua linha crítica, explorando temas sociais, políticos e humanos dentro de uma sonoridade pesada e acessível, combinando riffs marcantes, peso e melodia como parte de sua identidade musical.

Essa consistência construiu uma narrativa sólida: começou com críticas às origens e à realidade local, avançou para um aprofundamento em questões sociais e políticas e, agora, se amplia para um discurso mais universal.

Em "They Are Us", a banda expande seu alcance temático. A letra aborda ganância, desigualdade e destruição, retratando uma sociedade movida pelo egoísmo e pela busca por poder - onde vidas são negligenciadas em nome do acúmulo material. Mas o grande diferencial da música está justamente no desfecho.

Como curiosidade, a composição instrumental e a letra de "They Are Us" são de autoria de Vinicius Fernandes, responsável também pela produção do primeiro EP da banda. Esse EP foi gravado no estúdio Casarão Multimídia, em Teresópolis, com produção e mixagem assinadas por ele. Já o single foi trabalhado de forma independente pelo Issos, que assumiu sua própria mixagem. A música, originalmente cedida ao grupo, passou apenas por uma leve adaptação na letra, realizada por Head, mantendo sua essência enquanto se alinhava à identidade da banda.

Após construir, ao longo da letra, um antagonismo claro entre "nós" e "eles", a composição quebra essa barreira com a frase final: "They are us".

Essa virada muda completamente a proposta. A crítica, que até então parecia direcionada a uma elite ou a um grupo específico, se amplia e passa a questionar o comportamento coletivo. Nesse momento, o ouvinte deixa de ser apenas um observador externo e se torna parte direta da reflexão, confrontado com a ideia de que essas atitudes também fazem parte da própria sociedade - e, em algum nível, de nós mesmos.

Além do conteúdo, "They Are Us" também marca uma mudança importante na estrutura da banda. O Issos retorna como power trio, adotando uma formação mais enxuta e direta.

Head assume o contrabaixo enquanto mantém os vocais guturais, agora com ainda mais responsabilidade nas linhas vocais, suprindo a ausência dos backing vocals presentes nos primeiros registros. Thiago Di Moura assume as guitarras com mais protagonismo, conduzindo tanto as bases quanto os solos com precisão e peso. As linhas rítmicas ganham mais corpo e consistência, enquanto os solos aparecem mais trabalhados, reforçando a identidade da banda. Gafanhoto mantém a bateria precisa e pesada, essencial para sustentar a intensidade dessa nova fase.

A música funciona tanto como continuidade da trajetória do Issos quanto como um novo ponto de partida. Se antes a banda denunciava a realidade ao seu redor, agora amplia o foco e propõe uma reflexão mais incômoda: o problema não está apenas no sistema - está nas escolhas individuais que o sustentam.

Essa leitura ganha ainda mais força quando colocada diante do cenário global recente. Conflitos armados, disputas por território, crises econômicas e decisões políticas baseadas em interesses estratégicos - muitas vezes em detrimento da vida humana - tornam a mensagem de "They Are Us" quase um retrato do presente.

Versos como "They don't care about life / While chasing what they want / Killing for material things" dialogam diretamente com guerras motivadas por poder, recursos e influência geopolítica. A ideia de destruir em nome de interesses maiores ecoa em situações em que populações inteiras são afetadas por decisões tomadas por poucos.

Quando a letra questiona "Why they want more? / So they steal from the poor who have nothing besides war", a crítica se aproxima também do campo econômico: desigualdade crescente, concentração de riqueza e sistemas que perpetuam a exclusão social. Em muitos contextos atuais, enquanto alguns acumulam, outros sobrevivem em cenários de crise, conflito ou escassez.

Para quem ainda não conferiu, o videoclipe de "They Are Us" já está disponível e reforça toda essa proposta com imagens fortes e diretas. Vale a pena assistir e tirar suas próprias conclusões:

Como curiosidade vale dizer que a composição instrumental e a letra de "They Are Us" são de autoria de Vinicius Fernandes, responsável também pela produção do primeiro EP da banda. Esse EP foi gravado no estúdio Casarão Multimídia, em Teresópolis - RJ. Com produção e mixagem assinadas por ele. "They Are Us", por sua vez, foi trabalhada de forma independente pela banda, sendo mixada pelo próprio Issos. Originalmente cedida para execução do grupo, a música passou por uma leve adaptação na letra, realizada por Head, preservando sua essência e alinhando-a ainda mais à identidade da banda.

5 to Rock: Jayme Danko (Cova Rasa) entre o metal, o terror e o boxe

O quadro 5 to Rock recebeu o guitarrista Jayme Danko, da banda Cova Rasa, que atualmente promove o álbum "Another Time". Durante a entrevista, o músico falou sobre a identidade temática do grupo, marcada por referências ao terror, ao oculto, ao sobrenatural e às lendas urbanas, e explicou se essa abordagem surgiu de forma natural a partir de seus gostos pessoais ou foi construída com base em influências específicas. Outro ponto abordado foi sua trajetória como ex-boxeador profissional, conhecido como Tiger Shark, e como essa experiência contribui para a persistência na busca por reconhecimento do Cova Rasa no cenário do heavy metal.

Natural de Recife e atualmente radicado em São Paulo, o guitarrista também refletiu sobre a presença de temas históricos brasileiros na obra da banda, como na música "Batalha dos Guararapes", e opinou sobre a valorização da história nacional dentro da cultura e da música no país. Além da música e do esporte, Danko ainda revelou sua ligação com o universo dos vinhos, explicando como surgiu sua atuação como sommelier e o interesse por essa área.

Hellbenders lança novo single em português e anuncia nova fase da carreira

A banda goianiense Hellbenders lançou nesta sexta-feira, 10, o single Desejar Sem Destruir, marcando um novo momento em sua trajetória. A faixa é o primeiro lançamento de um EP inédito e reforça a guinada do grupo para composições em português, explorando novas camadas sonoras e temáticas.

Conhecida por transitar entre o stoner rock, o punk e o hard rock setentista, a Hellbenders apresenta agora uma sonoridade mais densa e contemporânea. O novo trabalho incorpora guitarras com afinações mais baixas, uma bateria com timbres modernos e uma abordagem mais direta, sem abrir mão da identidade construída ao longo de mais de uma década de estrada.

Em Desejar Sem Destruir, a banda mergulha em questões ligadas à ansiedade e às pressões do mundo atual, propondo uma reflexão sobre os limites entre desejo, urgência e autocuidado. A faixa dialoga com uma geração marcada pela busca de sentido em meio às transformações da vida contemporânea, especialmente na transição entre o analógico e o digital.

A música também evidencia um leque de influências que vão do rock pesado dos anos 2000, com referências como Queens Of The Stone Age e Helmet, até nomes mais recentes, ampliando o repertório estético da banda.

A produção do single é assinada por Braz Torres, com mixagem e masterização de Gabriel Zander. A capa foi criada pelo artista plástico Douglas Pereira, do Bicicleta Sem Freio e baterista do Black Drawing Chalks, que traduziu visualmente a angústia presente na música ao representar a construção de múltiplas versões de si mesmo.

Com o lançamento, a Hellbenders reafirma sua relevância na cena independente brasileira e aponta para uma fase mais madura, em que experimentação e intensidade caminham lado a lado.

Reggie estreia carreira solo com experiência audiovisual imersiva em "Brick by Brick"

FONTE: Hell Yeah Music Company

O músico e compositor curitibano radicado em Santa Catarina, Reggie, lançou "Brick by Brick", seu single e videoclipe de estreia em carreira solo, marcando uma nova fase artística pautada por uma abordagem estética ambiciosa e cinematográfica, construindo uma experiência audiovisual completa por meio deste lançamento, na qual música e imagem se entrelaçam para potencializar a narrativa da faixa.

Em "Brick by Brick", Reggie aborda o processo de reconstrução pessoal, explorando aquele momento de ruptura em que é preciso encarar as próprias sombras para seguir em frente. A canção carrega uma atmosfera introspectiva e resiliente, conduzida por influências que transitam entre o rock, o metal e o southern rock contemporâneo, criando uma ambientação densa e envolvente. A ideia de recomeço, "tijolo por tijolo", surge como eixo central, transformando dor e superação em um percurso de fortalecimento individual.

Pulsar debuta no Metal Nacional com o single "Night Watch"

A Pulsar começou a ganhar forma em 2020, quando ideias autorais passaram a insistir com força durante um período de recolhimento involuntário. Algumas composições nasceram ali e, embora nem todas tenham integrado o repertório atual, serviram de alicerce para o que viria a ser o DNA da banda.

A pedra fundamental foi lançada em setembro de 2023, em Jandira (SP), quando Léo Axekiller convidou Fagner Jaques para trocar riffs e alinhar os primeiros conceitos. A química imediata transformou a intenção em consistência. Após movimentos iniciais, a formação encontrou seu eixo definitivo com a chegada do baterista Leandro Uther, vindo de São Paulo. Com Uther, as composições ganharam a precisão, a firmeza e a densidade necessárias para o registro oficial.

O marco inicial dessa nova jornada acontece em 10 de abril, com o lançamento de "Night Watch", o primeiro single oficial do projeto. A faixa funciona como a linha de frente do ataque sonoro da Pulsar. Duas semanas depois, no dia 24 de abril, a banda apresenta o EP completo, intitulado "Ripping Light", que além de contar com o single de estreia, reúne as composições que consolidam a identidade da banda no cenário nacional.

As gravações de Ripping Light ocorreram entre setembro de 2025 e março de 2026. A produção ficou a cargo de Rodrigo Toledo, produtor ligado ao circuito underground, cuja condução preservou a intenção central do trabalho: capturar a identidade da banda sem polimento excessivo, mantendo a aspereza necessária ao gênero.

O EP reúne cinco faixas, incluindo uma instrumental concebida como interlúdio para trabalhos vindouros. Em seu núcleo, o disco sustenta um princípio pouco negociável: fazer heavy metal por convicção, sem reverência a modismos ou fórmulas transitórias.

Entre os destaques do EP está "Nemesis Squad", uma composição que equilibra agressividade e ironia ao narrar a saga de corsários espaciais. Musicalmente, o trabalho remete à era de ouro de nomes como Blind Guardian, Grave Digger e Gamma Ray. O diferencial reside no vocal barítono, que se afasta deliberadamente dos agudos estratosféricos do power moderno para buscar ecos em vozes clássicas como as de Messiah Marcolin e Harry Conklin. O resultado é um refrão majestoso que se abre em meio a uma base rítmica cerrada e riffs de pressão contínua.

O EP ainda explora nuances em faixas como "Struggle on a Hard Road", erguida sobre a ideia de permanência e desgaste. Com um pé no Power Metal oitentista e outro no rigor técnico da NWOBHM, a Pulsar deixa claro seu compromisso com a linhagem clássica.

Para a Pulsar, o Heavy Metal é uma questão de convicção e linhagem. Com o debut de "Night Watch", a banda assina seu nome no cenário underground, provando que a luz da ruptura está apenas começando a brilhar.

Lufeh lança single "He Commands The Sun and The Stars" e abre nova fase com o álbum "Overwhelmed"

Banda de rock progressivo fundada por brasileiros residentes em Los Angeles, nos Estados Unidos, antecipa single de álbum previsto para 29 de maio e apresenta faixa que combina complexidade rítmica, peso e forte apelo melódico com participação de Ginny Luke.

A banda LUFEH inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de "He Commands The Sun and The Stars", primeiro single do álbum Overwhelmed, que chega em 29 de maio de 2026 em lançamento independente com distribuição pela DistroKid. Sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos, e dedicada a uma fusão de rock progressivo, metal e influências de jazz, a banda é formada por Ginny Luke (vocal), Lufeh (bateria) Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals).

Faixa de abertura de Overwhelmed, "He Commands The Sun and The Stars" é destacada pela própria banda como uma das composições mais fortes do repertório. A letra aborda a figura de um homem poderoso, capaz de comandar o sol e as estrelas, mas que passa a ser questionado justamente pela multidão que o idolatra.

"Essa nova fase da LUFEH nasce de uma evolução natural da banda, agora mais madura, mais entrosada e compondo já com as vozes em mente, algo diferente do que aconteceu no primeiro álbum. A entrada do guitarrista Deio Tambasco também foi fundamental para direcionar o grupo a um novo caminho."

O single funciona como cartão de visitas de um álbum que busca consolidar a evolução sonora da LUFEH. Gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, Overwhelmed foi produzido por Gera Penna e conta com mixagem e masterização de Adair Daufembach. O trabalho reúne canções impactantes, baladas pesadas, passagens com pedal duplo e solos de guitarra, baixo e teclado, sempre em equilíbrio com a interpretação de Ginny Luke.

A participação de Ginny Luke é um dos elementos centrais desta nova fase. Após testar quatro cantores diferentes, o grupo definiu Ginny como nova vocalista convidada. Além da voz, ela também contribui com violino em faixas do disco, ampliando o alcance estético do trabalho e adicionando novas texturas ao som da LUFEH.

Overwhelmed será o segundo álbum de estúdio da banda e sucede Luggage Falling Down, lançado em 2020. Desde então, a LUFEH vem sendo reconhecida por unir refinamento técnico, intensidade e senso melódico em uma linguagem própria. Agora, com "He Commands The Sun and The Stars", o grupo apresenta a primeira amostra de um disco de oito faixas que pretende aprofundar essa identidade e reafirmar a força criativa de uma formação construída a partir de décadas de convivência musical.

Vencidos lança videoclipe de "Inverno", faixa de seu álbum conceitual de estreia

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda Vencidos lançou o videoclipe de "Inverno", expandindo o universo conceitual de seu álbum de estreia, "To Build a Fire". Com roteiro, direção e edição de Daniel Franco, o vídeo funciona como um desdobramento narrativo da obra, aprofundando sua atmosfera densa e contemplativa, traduzindo em imagens a releitura do primeiro movimento do concerto homônimo de Antonio Vivaldi, originalmente parte de As Quatro Estações.

"Inverno" se apresenta como um epílogo de "To Build a Fire", não sendo mais apenas o relato da travessia, mas aquilo que persiste após seu fim. O frio deixa de ser apenas cenário e assume o papel de força soberana, impessoal e indiferente, deslocando o foco da experiência humana para a permanência de uma natureza que não julga, não reage e sequer percebe. O videoclipe se inicia na morte do protagonista do álbum e acompanha o retorno do cão em busca de abrigo, fazendo referência direta ao conto de Jack London. Nesse movimento, reafirma-se o centro trágico da obra, onde diante da natureza, não há consolo, apenas a continuidade inevitável da vida como necessidade.

Unindo Rap e Metal, Indjent lança o single e videoclipe de "Sujeira"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda brasileira Indjent lançou o single "Sujeira", acompanhado de um videoclipe que amplia o impacto da faixa com uma estética crua, urbana e inquietante. O lançamento se impõe como um ponto de inflexão na trajetória do grupo, onde som e conceito se tornam indissociáveis, reforçando sua identidade agressiva e contemporânea, além de aprofundar o diálogo com temas sociais urgentes que provocam, incomodam e exigem reflexão.

Em "Sujeira", a Indjent mergulha na realidade de um cidadão comum esmagado pelas engrenagens do sistema diante das contradições do sistema capitalista, traduzindo em música a sensação de sufocamento e sobrevivência diária. A faixa expõe, sem filtros, a dualidade entre resistir ou se corromper, sintetizada na ideia de "sufocar na poeira ou se afogar na sujeira", transformando o cotidiano em um campo de batalha, onde cada verso carrega a urgência de quem vive no limite. Musicalmente, o grupo combina o peso do metal moderno com elementos brasileiros como o berimbau, além da linguagem direta do rap, criando uma sonoridade híbrida, dinâmica e carregada de identidade.

Fabio Caldeira lança versão de "My Guardian Angel", do Place Vendome, para celebração dos 30 anos da Frontiers Records

Vocalista do Maestrick destaca convite da gravadora, soma novo marco internacional à trajetória recente e reforça fase de grande reconhecimento com "Espresso Della Vita: Lunare", show no Bangers Open Air, estreia nos Estados Unidos no ProgPower USA e novas parcerias.

Fabio Caldeira, vocalista do Maestrick, acaba de apresentar sua versão para "My Guardian Angel", em participação especial nas comemorações pelos 30 anos da Frontiers Records. O lançamento reforça o reconhecimento internacional ao trabalho do cantor brasileiro, convidado pela gravadora para interpretar uma música do Place Vendome, projeto que tem Michael Kiske, uma de suas maiores referências, nos vocais. A releitura chega em um momento particularmente simbólico da carreira de Fabio, que vem acumulando conquistas expressivas no Brasil e no exterior.

Sobre o convite, Fabio destaca: "Tive a honra de ser convidado pela Frontiers Records, por conta do álbum de 30 anos da gravadora, a cantar uma música do Place Vendome, projeto que tem nos vocais um dos meus heróis, Michael Kiske! Espero que gostem!". A participação ganha ainda mais peso por se somar a uma sequência de realizações que têm marcado um período especial em sua trajetória, incluindo o lançamento de Lunare pela própria Frontiers no ano passado, a apresentação no Bangers Open Air e a estreia do Maestrick nos Estados Unidos.

Esse contexto ajuda a dimensionar a relevância da atual fase vivida por Fabio Caldeira. Além da projeção internacional, o músico também recebeu reconhecimento em importantes votações especializadas. No portal internacional Progspace, ficou em sexto lugar entre os vocalistas, enquanto Lunare alcançou a quarta colocação. Já na tradicional votação da revista Roadie Crew, Fabio conquistou o terceiro lugar em duas categorias: vocalista e tecladista. O conjunto desses resultados reforça a força de uma trajetória que vem se consolidando com consistência, versatilidade e crescente visibilidade.

A nova versão de "My Guardian Angel" também dialoga com esse momento de expansão artística, que segue em movimento com outros trabalhos recentes, como o novo single do Confessori. Ao somar seu nome a uma celebração internacional da Frontiers Records e, ao mesmo tempo, colecionar marcos importantes em diferentes frentes, Fabio Caldeira reafirma 2025 e 2026 como um período decisivo de sua carreira, marcado por reconhecimento, projeção e por uma presença cada vez mais forte no cenário do rock e do metal progressivo.

Pedro Vitor estreia EP "Sabe" com influências do rock nacional

FONTE: Farol Music Assessoria

O músico Pedro Vitor, de 19 anos, dá um novo passo em sua trajetória artística com o lançamento de seu primeiro EP, intitulado "Sabe". Disponível nas principais plataformas digitais, o trabalho reúne três faixas e marca uma fase de consolidação para o jovem artista de Ribeirão Preto.

Produzido e arranjado por Fernando DeGino, "Sabe" conta com a mixagem e masterização de Sergio Fouad, conhecido pelos trabalhos com os veteranos do Titãs. O EP foi gravado no estúdio Midas Music, considerado um dos mais importantes da América Latina, com o acompanhamento do produtor Rick Bonadio, que também participou das gravações tocando bateria. A conexão com o estúdio e a equipe técnica já havia sido estabelecida no primeiro single do músico, "Pra Onde Vou", lançado em dezembro de 2024.

A faixa-título "Sabe" é o principal destaque do EP. Composta por Bola, vocalista da banda Zimbra, a música aborda temas cotidianos como desafios pessoais, superação e relações afetivas.

Multi-instrumentista, Pedro Vitor define seu estilo como pop rock, com influências que transitam entre bandas nacionais como Capital Inicial, Titãs e CPM 22, além de referências internacionais do metal, como Metallica, Iron Maiden e Linkin Park. Essa diversidade de referências contribui para uma sonoridade que mistura energia, melodia e elementos contemporâneos. Com o lançamento de "Sabe", Pedro Vitor apresenta novas canções que consolidam os primeiros passos de uma carreira em desenvolvimento.

Chuva Negra lança "Surf" em LP e reforça trajetória independente

FONTE: Farol Music Assessoria

A banda paulistana Chuva Negra divulgou nesta quarta-feira (8) o lançamento do álbum "Surf" em LP. Com 12 faixas, o disco disponível anteriormente apenas nas plataformas digitais, chega agora em vinil pelo selo Burning London Records.

Formada em 2009 na zona norte de São Paulo, a Chuva Negra construiu sua identidade no circuito underground, transitando por diferentes vertentes do punk. Composta por Rodrigo (voz), Mateus e Thiago (guitarras), Gabriel (baixo) e Fernando (bateria), a banda se consolidou ao longo dos anos como parte do que define como "rock não famoso", mantendo atuação independente desde a origem.

O álbum "Surf" apresenta uma proposta aberta de interpretação. "É o oposto de conceito, mas pode ser um conceito também, depende de quem observa", afirma o vocalista Rodrigo. "Pode ser o 'supérfluo', 'superficial' ou 'não importante'… 'surfar' pode ser 'andar por cima' ou 'viver'. Esse mantra se repete pelo álbum inteiro", completa.

Produzido, mixado e masterizado por Philippe Fargnoli - que também assinou a masterização específica para o vinil -, o disco representa, segundo a banda, um momento de maior cuidado no processo criativo. "Foi o primeiro álbum que fizemos uma pré-produção. Tivemos calma para decidir o que iria ou não ser registrado. Este álbum representa nossa música do jeito que sempre queríamos", revela Rodrigo.

O novo formato aposta na experiência física. O disco conta com capa que remete à estética clássica da MPB, com uma fotografia do vocalista ainda criança ao lado do pai, além de um encarte rico em colagens, para "ficar analisando os detalhes, como fazíamos antigamente". A tiragem é limitada, com versões em vinil preto e em azul translúcido.

Para a banda, a chegada ao formato físico reforça o significado do trabalho. "O lançamento em vinil tira nossa dúvida da relevância disso tudo e nos faz lembrar que a música, ou qualquer forma de arte, faz-nos colocar em movimento, bem como as pessoas ao redor", conclui Rodrigo.

Cadaveric Remains: confira o lyric video de Meet Your Maker, novo single da banda

Cadaveric Remains é uma nova banda de Death Metal formada em Belo Horizonte (Brasil), um dos berços do metal extremo. Composta por músicos experientes da cena do heavy metal, a banda surgiu do desejo de canalizar as influências do Death Metal sueco clássico para uma forma nova, brutal, atmosférica e crítica.

O single "Meet Your Maker" surge de uma necessidade interna de questionar a vida dedicada as incertezas da religião. Apesar de tema recorrente na música pesada, abdicação, privação e negação da natureza humana ainda fazem parte dos "encantos" proporcionados pelo autoengano na qual boa parte da sociedade brasileira acredita.

A dinâmica sonora da música busca atingir um peso cadenciado com seu riff principal, como uma dor aguda que incomoda a qualquer sinal de movimento. Para além disso, blast beats e uma parte quase "sabbathica" completam este registro totalmente Old School Death Metal.

Adoração ao T lança o single "Era Uma Vez", primeiro capítulo de narrativa conceitual

O projeto musical Adoração ao T promoveu o seu primeiro lançamento, o single "Era Uma Vez", que chegou às plataformas digitais no dia 20 de março de 2026.

A música marca o início de uma proposta artística construída em formato de narrativa. Cada lançamento funciona como um capítulo de uma história maior, revelada gradualmente através de símbolos, atmosferas sonoras e elementos ligados às forças da natureza.

Sem focar na figura do artista, o projeto apresenta a ideia de um mensageiro que traduz essas forças em música, permitindo que a obra se destaque mais do que a identidade por trás dela.

"Era Uma Vez" abre o que está sendo chamado de "Prólogo", introduzindo o universo simbólico que será desenvolvido nos próximos lançamentos do Adoração ao T.

Brasileiro Marcus Dotta assume posto de baterista do Masterplan em turnê pela Europa

O baterista brasileiro Marcus Dotta (@marcus.dotta) será o músico à frente da bateria da banda de heavy metal alemã Masterplan na Metalmorphosis Tour 2026, série de 14 apresentações pela Europa entre os dias 10 e 29 de abril.

A excursão passa por Dinamarca, Croácia, Eslovênia, Eslováquia, República Tcheca, Alemanha e Holanda, e coloca o brasileiro em um momento particularmente simbólico de sua trajetória: tocar ao lado de uma banda que, por meio de Roland Grapow e Uli Kusch, foi uma das referências centrais de sua formação no heavy metal.

Dotta é músico experiente: tocou na banda do Warrel Dane, Leather Leone, entre outras, e atualmente faz parte do Metalium (Alemanha).

Para Marcus, a conexão com o Masterplan é parte da relação com a música pesada. A fase de Grapow e Kusch no Helloween foi decisiva em sua adolescência e ajudou a definir não apenas seu gosto musical, mas também a vontade de se tornar baterista. Quando os dois deixaram a banda alemã e fundaram o Masterplan, essa admiração seguiu de forma natural. O impacto foi imediato, sobretudo a partir do álbum de estreia, que se tornou uma referência permanente em sua formação.

"A minha carreira musical tem uma relação quase umbilical com o Roland e com o Uli Kusch. A fase deles no Helloween é a minha preferida, foi uma banda que marcou a minha adolescência e que me fez querer tocar bateria. Quando eles fundaram o Masterplan, eu passei a acompanhar a banda de forma muito intensa e fiquei especialmente ligado ao primeiro disco. Então, os dois são fundamentais na minha trajetória, na minha vontade e no meu objetivo de seguir sendo músico profissional dentro do metal", afirma.

A nova etapa amplia uma relação que já havia ganhado corpo na estrada. Depois de participar da primeira turnê do Masterplan pela América Latina, Marcus agora acompanha a banda em território europeu, incluindo uma apresentação em Hamburgo, cidade historicamente associada à trajetória dos fundadores do projeto.

"Já tinha sido uma grande honra fazer a primeira turnê pela América Latina com eles. Agora, tocar com a banda na Europa, na terra deles, tem um peso ainda maior para mim. E tocar em Hamburgo torna tudo mais especial. É realmente a realização de um sonho e um passo muito importante na minha carreira", diz o baterista.

A excursão também acontece em um momento de renovação para o Masterplan, que voltou a apresentar material inédito depois de um longo intervalo. Para Marcus, isso dá à turnê um significado especial.

"Para mim, também é incrível poder participar desses shows pois serão os primeiros em que a banda vai tocar os novos singles. Isso torna essa turnê ainda mais marcante", completa.

Banda Trágico lança seu segundo trabalho de estúdio "Futuro Miserável"

Trágico é uma banda de Hardcore punk formada em São Paulo em 2023 que conta atualmente com a seguinte formação: Fernando (vocal), Déda (bateria), Amanda (baixo) e Fejones (guitarra).

A banda lançou em Abril de 2026 seu segundo trabalho de estúdio, o EP "Futuro Miserável". O EP foi gravado no 147 Studio Bar em São Paulo e foi produzido e masterizado pelo Fábio Godoy, que é baixista da banda de hardcore Ódio Social. A capa conta com a ilustração do Fernando Romano.

"Futuro Miserável" conta com 7 músicas de estúdio e o som é influenciado pelo D-beat e por bandas Punks paulistanas da primeira geração, como Cólera, Restos de Nada e Inocentes. Todas as letras deste EP falam sobre encarar o fim. Não como um evento isolado, mas como o estado contínuo. Tudo, de certo modo, está acabando ou se esgotando o tempo inteiro. Diante disso não existe nenhum tipo de esperança ou consolo. Você precisa encarar a sua existência sem ilusões.


Lançamentos de Bandas de Rock e Heavy Metal