Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
Abaixo, alguns dos últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Lybrian lança seu surpreendente álbum de estreia, "Labyrinth of Dreams"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda brasileira de Power Metal Lybrian lançou oficialmente o seu aguardado álbum de estreia, "Labyrinth of Dreams". Marcando uma nova fase na trajetória do grupo, o trabalho representa a consolidação definitiva da banda após seu retorno em 2023 e a materialização de anos de evolução artística, amadurecimento musical e reconstrução criativa de uma história iniciada em 2009. Unindo releituras de clássicos da própria trajetória, como "War Inside" e "Emissaries of Death", a composições inéditas concebidas pela formação atual, o disco reafirma a identidade da Lybrian ao mesmo tempo em que expande seus horizontes artísticos e conceituais.
Em "Labyrinth of Dreams", a Lybrian mergulha em uma proposta que equilibra elementos mitológicos e atmosferas épicas com uma abordagem mais introspectiva, humana e contemporânea. Influenciado por nomes como Rhapsody, Blind Guardian e Helloween, mas com referências que vão desde o Metal Clássico até o Extremo, o álbum explora temas como depressão, ansiedade, medo, autosabotagem e os conflitos psicológicos travados diariamente dentro da mente humana. Faixas como a própria "Labyrinth of Dreams" e "Obscure Sun" simbolizam essa nova identidade da banda, que busca unir peso, melodia e profundidade emocional em uma experiência conceitual atual e carregada de propósito.
Phantom Star aborda a caça às bruxas no novo single "Witch Hunt"
FONTE: Wargods Press
A banda curitibana de Heavy Metal Phantom Star disponibilizou o single "Witch Hunt" nas plataformas digitais. A música antecede o álbum de estreia do grupo, "Phantom Star", agendado para o dia 20 de junho pela gravadora Classic Metal Records. Com influências de King Diamond, Savatage, Virgin Steele, Mercyful Fate e Queensryche, "Witch Hunt" é o primeiro registro do grupo após a entrada de Lucas Shred nos teclados, o que consolidou o formato de sexteto. A faixa conta com a participação especial de Tiago Souza, da banda Wild Witch, que gravou os vocais de apoio. A ilustração da capa do single foi feita por Nelson Fontella.
A letra de "Witch Hunt" aborda a perseguição e a tortura de mulheres durante os períodos de inquisição, narrando a fuga de uma acusada de bruxaria e a subsequente captura por líderes religiosos, culminando na execução na fogueira. A composição menciona o "Witchfinder General", em referência histórica aos caçadores de bruxas que agiam em nome da igreja.
Sobre a música, o vocalista Matheus Luciano comentou: "A 'Witch Hunt' mostra bem o caminho que seguimos no disco completo. Com o Lucas no teclado, conseguimos trabalhar arranjos que antes não eram possíveis na banda, o que deixou o som exatamente como procurávamos. Foi a faixa certa para adiantar o que vem no álbum."
O próximo show do Phantom Star será no dia 11 de julho, no Let's Rock Fest, na Ópera de Arame, em Curitiba. O evento celebra os 32 anos da Let's Rock Shop e terá a banda norte-americana Riot V como atração principal. O show contará também com a banda Trovão.
Sobre o Phantom Star: Na ativa desde 2024, o Phantom Star possui no histórico os singles "Touch of a Curse" (2024) e "I Am the Storm" (2025), além de já ter tocado ao lado de bandas como Picture, Vandenberg e Hammerfall. O grupo é formado por Matheus Luciano (vocais), Maurício "The Fox" e Lucas Licheski (guitarras), Ricke Nunes (baixo), Vinicius "Muh" Vastrinche (bateria) e Lucas Shred (teclados).
Banda mineira Libertà lança seu novo EP, "Contraponto"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda mineira Libertà lançou o EP "Contraponto", seu novo trabalho de estúdio, que aprofunda a identidade construída pelo grupo desde sua formação, em 2021. Transitando entre o Grunge, o Metal, o Hard Rock e o Stoner Rock, o lançamento apresenta seis faixas inéditas que exploram diferentes nuances em termos de sonoridade e de expressão de sentimentos, unindo peso, melodia e letras em português, que se conectam com o ouvinte pela mensagem e pela profundidade das composições. Com uma proposta mais madura e agressiva, "Contraponto" consolida um momento importante na trajetória da Libertà após anos de evolução artística, circulação pela cena underground e participação em importantes festivais do interior mineiro.
O conceito de "Contraponto" nasce justamente da dualidade presente nas composições do EP. O trabalho se inicia de maneira mais introspectiva e melódica, conduzindo o ouvinte por atmosferas densas e reflexivas, até culminar em faixas mais explosivas, carregadas de indignação, crítica e carga emocional. Musicalmente, o EP evidencia as principais influências da banda, passando por nomes como Alice in Chains, Soundgarden, Stone Sour, Pantera e A Perfect Circle, mas sem abrir mão de uma personalidade própria construída com muita garra e honestidade.
Em "Shadows Of Science", Warshipper enfatiza visão ateísta e materialista da existência
FONTE: Som do Darma
Masterizada por Brendan Duffey, o single também ganhou um videoclipe em animação que está disponível no canal da banda no Youtube
São 15 anos de carreira, quatro álbuns de estúdio, um luxuoso relançamento em CD Duplo, duas turnês europeias, participações em importantes festivais e shows por várias regiões do Brasil. Os números que o Warshipper vem acumulando são mesmo relevantes, reflexo direto de sua qualidade artística e musical: sonoridade extrema de infinitas potencialidades!
Essas qualidades foram amplamente reconhecidas pela imprensa especializada em resenhas publicadas sobre o mais recente álbum da banda, "Essental Morphine", lançado em 2023:
"Esse álbum é maravilhoso" (Silas Rodrigues – Heavy Mustache); "Essential Morphine é um dos discos mais criativos que já me deparei" (Renan Bezan – O Subsolo); "Mais do mesmo não existe no dicionário do Warshipper, há sempre algo diferente e surpreendente em cada novo trabalho" (Cristiano Ruiz – Mundo Metal); "Um dos grandes álbuns de música extrema do ano" (Rodrigo Monteiro - Rock Master); "O melhor álbum da banda, me surpreendeu demais" (Ricardo Brigas – Cultura em Peso); "O Warshipper nos faz entender o death metal sob outras perspectivas" (Flávio Farias – Headbangers News); "Em fração de três anos, o Warshipper deu um surpreendente salto rumo à sua maturidade musical" (Diego Pinheiro).
A turnê de divulgação de "Essential Morphine" tem contado com alguns dos shows mais marcantes da carreira da banda até aqui, como a participação na edição 2023 do Setembro Negro Festival, a apresentação como co-headliners do Dia Mundial do Rock em Macapá/AP onde tocaram para mais de 30 mil pessoas, a passagem pelo Porthell Metal Fest em Portel/PA e os shows ao lado do Swallow The Sun e Septic Flesh. E ainda como parte da tour de "Essential Morphine", o Warshipper embarcou para sua segunda turnê pela Europa em Outubro de 2024. O grupo fez shows em sete países diferentes: Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Espanha, Luxemburgo e Portugal.
Se não bastasse, o Warshipper se apresentou em Maio de 2025 no Bangers Open Air, o maior festival de heavy metal do Brasil que aconteceu no Memorial da América Latina em São Paulo. No mesmo dia da apresentação do Warshipper, também tocaram alguns dos maiores nomes do metal de todos os tempos como Avantasia, Wasp, Blind Guardian, Kerry King, Destruction, Paradise Lost, entre outros. O show do Warshipper foi recebido por extremo entusiasmo por quem esteve prestigiando-os no Palco Waves.
"Shadows of Science tornou-se rapidamente uma das minhas composições favoritas do Warshipper", comentou o vocalista e guitarrista Renan Roveran.
"Além de ser instrumentalmente pesada e densa, a faixa traz um forte contexto lírico que caracteriza nossa conhecida visão crítica a qualquer transcendência religiosa, firmando nossa abordagem ateísta, antidogmática e sempre estruturada na visão científica e materialista da nossa existência."
"O processo criativo foi fluido e natural, une ideias de riffs e melodias do Rodolfo, do Thales e minhas - há muito de nós três nessa música! A gravação foi rápida e precisa, mesmo dividida entre estúdios. Para valorizar ainda mais o single, a arte da capa foi assinada novamente pelo nosso amigo Cayo Farias e o videoclipe em animação ficou por conta de Sandro Nunes", acrescentou Roveran.
O Warshipper é atualmente formado pelos membros fundadores Renan Roveran (vocal/guitarra) e Rodolfo Nekathor (baixo/vocal), além de Thales Statkevičius (guitarra). Em breve a banda anunciará seu novo baterista.
O "Metal asteca cinematográfico" de Anna Fiori
AUTOR: Rafael Sales
A vocalista e compositora mexicana Anna Fiori, em comemoração aos seus 15 anos de carreira, lançou no dia 21 de maio seu terceiro e mais ambicioso álbum de estúdio intitulado "Metztli", um álbum conceitual que guiará o ouvinte através do luto e da perda, sob a perspectiva da deusa da Lua da cosmologia Nahua.

Conhecida por unir metal sinfônico, elementos cinematográficos e instrumentação pré-hispânica em uma identidade artística profundamente conectada às raízes culturais mexicanas, Anna apresenta em "Metztli" uma obra conceitual intensa, espiritual e emocional. O álbum mergulha em temas como perda, transformação, dor, renascimento e conexão ancestral sob a cosmovisão Nahua, o maior grupo indígena do México e da América do Norte que forma um conjunto de povos mesoamericanos unidos pelo idioma, o náuatle – língua historicamente associado aos povos mexicas e outras civilizações pré-colombianas e que aparecem em muitos versos ao longo das músicas e que também dá o título do álbum, "Metzlti", que em tradução livre significa "Lua".
Musicalmente "Metztli" expande ainda mais os horizontes sonoros de Anna, combinando metal sinfônico, metal progressivo, elementos modernos com uma ambientação cinematográfica, mas sem abandonar a forte presença das sonoridades indígenas por meio da instrumentação pré-hispânica que se tornou uma das marcas registradas de Anna Fiori ao longo dos anos e surge ainda mais grandioso nesse trabalho.

A produção do álbum ficou a cargo do renomado músico e produtor Vikram Shankar, conhecido atualmente por ser o tecladista do Within Temptation e Pain Of Salvation, enquanto a direção e orquestrações contam com o trabalho de Jorge Salmay, o álbum tem a participação dos músicos Arturo Ferrante nos teclados, Ignacio Fontán Blanch na bateria, Juan Carrizo e Markov nas guitarras, Voltan Acat no baixo e um fantástico conjunto de coral. Mixado por Erik Monsonís Azpiroz, guitarrista da banda de metalcore Afterglow. Com o apoio e orientação do Maestro Agustin García Reyes (artesão e instrumentista pré-hispânico) e do maestro David Cayetano Tlatoanistis (tradutor de náuatle e Porta-voz das Primeiras Nações da Huasteca Potosina).
Anna iniciou sua carreira ainda na infância no teatro musical aos quatro anos de idade e se dedicou na formação em canto e produção vocal, passando a trilhar sua trajetória no metal em 2006, lançando diversos trabalhos autorais e participando de mais de 30 colaborações com bandas da América Latina e Europa
Em 2013 lançou seu primeiro álbum solo "Magna Mater", responsável por projetá-la como uma das pioneiras do metal sinfônico mexicano contemporâneo, recebendo reconhecimento tanto da imprensa especializada quanto do público latino-americano. Cocriou o Edenwar em 2015 – um projeto digital e internacional de metal sinfônico, compartilhando sua música com Fabio Lione (Rhapsody/Angra), Christian Vidal (Therion), Timo Somers (Delain), Chen Balbus e Idan Amsalem (Orphaned Land), entre outros. Esse projeto a levou a cantar "Symphony of Enchanted Lands" na turnê de 2017 do Rhapsody Reunion pelo México, coincidindo com o lançamento de seu segundo álbum solo, "In Ohtli Tonalli".
Além do aspecto musical, seu terceiro e recém-lançado álbum solo "Metztli" também chama atenção por sua construção estética e visual. O projeto apresenta uma abordagem artística fortemente inspirada pela mitologia, espiritualidade e identidade cultural mexicana, com capa criada por Iossef Guzmán Zamudio (Evolet) que fotografou Ruby Vizcarra, modelo de Guadalajara, reconhecida no mundo da moda por seu movimento "Albino Latino". A máscara e o figurino foram confeccionados artesanalmente como parte fundamental do conceito do álbum, além das artes internas serem assinadas pelo designer brasileiro Rafael Sales (o mesmo que escreve essa matéria para vocês). "Metztli", sem dúvidas, é uma experiência que vai além da música e se aproxima de uma narrativa audiovisual completa. Contanto ainda com um documentário que revela os bastidores que pode ser assistido no player abaixo e foi transmitido em uma seção de cinema SOLD OUT na Cidade do México:
O primeiro single desse trabalho "En El Vacío" aborda o vazio emocional causado pela perda e pelo desgaste psicológico, trazendo uma interpretação intensa de Anna e evidenciando o equilíbrio entre peso, emoção e grandiosidade orquestral:
Com "Metztli", Anna Fiori reforça sua proposta artística singular dentro do metal contemporâneo: unir tradição e modernidade, ancestralidade e peso, emoção humana e grandiosidade cinematográfica em uma obra profundamente pessoal e culturalmente poderosa.
Novo single do Underpassing Souls Fear traz linhas de bateria de Dirk Verbeuren, do Megadeth
FONTE: Wargods Press
O projeto de Progressive/Death Metal UNDERPASSING SOULS FEAR, idealizado pelo guitarrista Edu Vignatti, acaba de lançar o seu novo single, intitulado "Terrible Cries". A faixa já está disponível nas principais plataformas digitais e chama a atenção por contar com a gravação de bateria a cargo de ninguém menos que Dirk Verbeuren (Megadeth, ex-Soilwork). O single mantém a pegada extrema e técnica do projeto. A composição é direta e agressiva, sem abrir mão das quebras de andamento tradicionais do Metal Progressivo.
O grande destaque do lançamento fica para a seção rítmica. Com um currículo respeitado na música pesada mundial, o belga Dirk Verbeuren é hoje um dos instrumentistas mais conceituados do estilo. Atualmente ocupando o posto no Megadeth, o músico construiu sua reputação ao longo de décadas ajudando a moldar a sonoridade de bandas como Soilwork, Aborted, Scarve e Cadaver. Conhecido pela velocidade impressionante e por ter criado o famoso "Dirk Blast" (sua variação particular do blast beat), o baterista gravou linhas de bumbo duplo e levadas que garantiram exatamente o que Edu Vignatti imaginou para a música.
Sobre essa parceria, Edu Vignatti comentou os bastidores da gravação: "Ter o Dirk Verbeuren gravando as baterias de "Terrible Cries" foi um passo gigantesco para o Underpassing Souls Fear. Ele captou com exatidão a essência e o clima da composição, adicionando elementos próprios que impressionam. Este single representa muito bem o nível de complexidade que venho buscando para o projeto".
Para o registro de "Terrible Cries", o line-up contou, além de Edu Vignatti na guitarra e de Dirk Verbeuren na bateria, com Lucas Lazzarotto nos vocais, Alex Carrion no baixo e Eder Bergozza nos teclados. A parte visual do lançamento também recebeu atenção especial, com a arte da capa de "Terrible Cries" criada pela Inkcreations, ilustrando muito bem o clima da composição.
As atividades recentes do UNDERPASSING SOULS FEAR vêm mantendo o nome do projeto em evidência no underground. O trabalho realizado no último ano rendeu indicações importantes no cenário independente, incluindo o Star Metal Awards 2025 e o 2º Prêmio Balbúrdia.
Harmony Fault lança videoclipe de "Left for Dead in the War" com forte crítica antiguerra
FONTE: Wargods Press
A banda gaúcha de Goregrind HARMONY FAULT lançou neste sábado um videoclipe oficial para a música "Left for Dead in the War". Formado em Lajeado, e em atividade desde 2002, o grupo apresenta uma faixa agressiva, curta e direta, mantendo sua linguagem extrema característica. A banda é formada por Guilherme (vocal), Pulga (guitarra), Monteiro (baixo) e Calebe Luiz (bateria e backing vocals).
O novo material foca no abandono e na destruição humana, elaborando uma crítica severa aos conflitos armados. A música faz parte do mais recente álbum de estúdio do quarteto, "Gore Beyond Blood", lançado em março de 2024. O disco conta com 17 faixas e aproximadamente 35 minutos de duração, trazendo ainda faixas como "Disgusting Inside" e "Maggot Eater". O álbum foi lançado em parceria com os selos Old Grindered Days Records, Rotten Foetus e Disturbed Mind Records. Gravado, mixado e masterizado no Hurricane Studio em Porto Alegre/RS entre julho de 2022 e outubro de 2023, conta com a produção de Sebastian Carsin.
A letra de "Left for Dead in the War" adota a perspectiva de alguém que foi abandonado em meio à guerra, relatando um cenário de morte, dor, poeira e corpos. A obra não trata o conflito bélico como glória ou heroísmo, mas sim retratando-o como um verdadeiro horror humano. O refrão "No mercy shot / Left for dead in the war" repete a ideia de desumanização, desespero e abandono. A leitura principal da música é resumida na abertura do clipe com a frase: "War leaves nothing but graves".
A montagem do vídeo mistura cenas de destruição, registros reais de conflitos e tomadas da banda tocando ao vivo. A edição aproximou a brutalidade sonora do horror exibido nas imagens. Para construir a sensação de caos, ruína e arquivo histórico, a direção optou por uma atmosfera fria, com cortes secos, granulação e fotografia em preto e branco. As cenas em que os músicos aparecem tocando receberam um tratamento visual específico para integrá-las ao universo das imagens de guerra.
Sobre o conceito visual e político do lançamento, o baterista Calebe Luiz explica: "A proposta é mostrar a guerra como máquina de destruição humana, não como espetáculo militar. A violência visual do clipe existe para causar desconforto, não fascínio". O vídeo evita qualquer formato panfletário ou a glorificação da estética militarista. No encerramento, ocorre uma quebra no padrão preto e branco com a exibição de cenas de Gaza coloridas e destruídas, lembrando que a catástrofe não pertence apenas ao passado, mas continua acontecendo no presente.
Ouça o álbum "Gore Beyond Blood" no Spotify:
Lufeh mostra sua influência metal com o prog e peso de "War Of Emotions"
Novo single de Overwhelmed destaca o lado mais intenso do grupo, unindo riffs pesados, teclados melódicos e uma narrativa sobre conflito interno.
A banda Lufeh apresenta "War Of Emotions", novo single de Overwhelmed, álbum de estúdio previsto para 29 de maio de 2026. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke, nos vocais e violinos, com os integrantes Lufeh na bateria, Duca Tambasco no baixo e backing vocals, Deio Tambasco na guitarra e backing vocals, e Gera Penna nos teclados e backing vocals.
Com uma sonoridade mais pesada dentro do repertório, "War Of Emotions" evidencia o Lufeh em um terreno de maior tensão, sem abrir mão das melodias vocais e da construção progressiva que orientam o álbum. A faixa combina riffs densos, teclados expressivos e uma performance marcada por contrastes, equilibrando força instrumental e atmosfera dramática.
"Essa música é um pouco diferente para nós. Embora não sejamos uma banda de heavy metal, essa faixa tem, sem dúvida, uma alma metálica", comenta Lufeh. "Somos um grupo bem eclético, então gostamos de explorar esses sons mais pesados, mas usamos os teclados e as melodias vocais para garantir que a faixa continuasse pertencendo ao restante do álbum."
Na letra, "War Of Emotions" aborda uma batalha interna em que verdade e ilusão se confundem. A canção conduz o ouvinte por um processo de confronto com o próprio reflexo, transformando inquietação, dúvida e autopercepção em matéria-prima para uma faixa de forte impacto emocional.
O single integra Overwhelmed, trabalho gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, e produzido por Gera Penna. O álbum traz oito faixas e marca uma nova etapa criativa para o Lufeh, que buscou desenvolver composições já orientadas pelas melodias vocais, sem abandonar a técnica, os arranjos intrincados e a fusão entre rock progressivo, fusion e metal.
"Este álbum é resultado de muita dedicação, maturidade e da realização de um sonho", afirma Lufeh. "Gravar no histórico estúdio Sunset Sound, em Los Angeles, onde grandes nomes da música mundial registraram seus sucessos, foi uma experiência inesquecível."
Em Overwhelmed, o Lufeh amplia seu alcance musical ao incorporar novas texturas vocais e instrumentais. A presença de Ginny Luke acrescenta uma dimensão particular ao som do grupo, tanto pela interpretação vocal quanto pelo uso do violino em faixas do álbum, reforçando o caráter cinematográfico e emocional do repertório.
Cromathia retoma atividades com single "Cycles of the Fall"
Após alguns anos de hiato, a banda paranaense Cromathia anuncia sua volta às atividades e prepara uma nova fase marcada pelo lançamento do single "Cycles of the Fall". Tendo Guga Rovel, do Sad Theory, como convidado no vocal, Osmar Ferreira e Marco Bueno (guitarras), Felipe Mata (baixo) e Thiago Mussi (bateria) registraram o novo material no Estúdio 2, em Curitiba, com produção de Vitor Meirelles, mixagem e masterização de Samuel Bassani.
O conceito de "Cycles of the Fall", que ganhou um lyric video produzido por Jean Michel (DSNS ART), mergulha em uma reflexão sobre os ciclos históricos da humanidade, traçando um paralelo entre civilizações que evoluem, atingem o ápice, entram em decadência e inevitavelmente renascem. A letra aborda a repetição constante desses processos de ascensão e colapso, conectando o peso musical da banda a uma temática densa e existencial.
"O novo single, 'Cycles of the Fall', representa exatamente o momento da banda. Passamos por um período de silêncio, mas retornamos mais fortes, mais maduros e com ainda mais vontade de criar algo brutal e verdadeiro", afirma o guitarrista Osmar Ferreira. "A música fala sobre destruição e reconstrução, algo que também vivemos dentro do próprio Cromathia", acrescenta.
Fundada em 2003 por Osmar Ferreira (guitarra) e Thiago Mussi (bateria), a banda iniciou sua trajetória fortemente influenciada pelo heavy metal tradicional. Com o passar do tempo, no entanto, o grupo encontrou sua verdadeira identidade ao mergulhar na agressividade do thrash e do death metal, consolidando um estilo técnico, pesado e obscuro. Os primeiros registros vieram com a demo "Age of Shades" (2004) e o EP "Souls of Purgatory" (2009), trabalhos que ajudaram o nome do Cromathia a ganhar reconhecimento no underground. Já em 2016, o grupo lançou o álbum "Another Day of Torment", considerado um marco em sua discografia por apresentar uma sonoridade moderna, extrema e conceitualmente profunda. "A ideia é manter toda a agressividade que sempre caracterizou o Cromathia, mas com uma abordagem ainda mais madura e intensa", comenta Thiago Mussi. "Estamos preparando algo extremamente pesado para os fãs e esse é apenas o começo."
Banda gaúcha Horse Power lança o álbum "Ao Vivo na Praça Marechal Deodoro – Taquara/RS 2005"
Gravado ao vivo em 2005, o disco captura a energia direta do palco, sem retoques ou excessos: guitarras altas, público presente e o espírito visceral do rock'n'roll ecoando na praça. O lançamento resgata um momento importante da trajetória da banda.
Com influências que passam pelo rock clássico, pelo hard rock e pela pegada das bandas de garagem, a banda apresenta um álbum marcado pela espontaneidade, pelo peso e pela atmosfera de um show verdadeiro - daqueles feitos no volume máximo.
À época a Horse Power contava com Regis Amoretti (Baixo e vocal), Gilmar Gelinger (Guitarras) e Pedro Vargas (Bateria). Atualmente, a formação conta com Sandro Costa na bateria - o retorno da formação original.
Actum Est: Projeto nacional de Black Metal lança álbum com arte de Christophe Szpajdel
O projeto brasileiro de Atmospheric Black Metal, Actum Est, acaba de lançar oficialmente o seu álbum de estreia intitulado 'The Great Descent'.
O trabalho busca resgatar a essência mais fria e opressiva do metal extremo, envelopada em camadas densas e paredes de som atmosféricas. Um dos grandes destaques do lançamento é a sua forte identidade visual: o emblema oficial do projeto foi inteiramente desenhado pelo lendário artista internacional Christophe Szpajdel, conhecido mundialmente por moldar a estética visual do underground.
O álbum já está disponível em todas as plataformas de streaming e vem conquistando uma resposta expressiva e orgânica, ultrapassando 160 mil visualizações nas redes sociais oficiais do projeto nas últimas semanas.
Dressed In Blood lança o EP conceitual "Darkness Within"
FONTE: Wargods Press
A banda gaúcha DRESSED IN BLOOD acaba de lançar o seu novo EP, intitulado "Darkness Within". O material foi disponibilizado oficialmente por meio do selo Heavy.Future, consolidando o estilo agressivo e técnico do grupo, que mescla Atmospheric Metal, Groove Metal e Metalcore, e dando sequência à trajetória iniciada com o single de estreia "The Curse of Mankind" (2024) e o recente lançamento "Hands of Time".
Tematicamente, "Darkness Within" explora diferentes formas de colapso e consciência, abordando desde o conflito interno até a crítica social e o confronto existencial. Cada faixa apresenta uma perspectiva distinta ao ouvinte, sempre conectada pela tensão constante entre a resistência e a perda de controle. Transitando entre a superação pessoal, a memória coletiva, a alienação moderna e a introspecção profunda, o EP constrói uma experiência imersiva. A obra viaja de forma constante entre os estímulos externos e os recessos internos, culminando em um mergulho completo na mente humana.
O instrumental de "Darkness Within" acompanha fielmente essa temática conceitual. As composições evoluem de estruturas mais diretas e firmes para construções mais atmosféricas e fragmentadas. Desta forma, cada faixa traduz um estado mental não apenas nas letras, mas também na maneira como a sonoridade se desenvolve, ilustrando a transição exata da resistência ao colapso.
O vocalista Lucas Caetano Grzesczak comenta sobre a proposta deste novo material: "Esse EP é um reflexo exato das tensões que vivemos internamente e daquelas que observamos no mundo ao redor. Queríamos que o ouvinte sentisse essa transição, essa perda de controle gradativa, representada tanto nas letras quanto na atmosfera e agressividade dos arranjos. Este registro é, fundamentalmente, sobre encarar os próprios abismos de frente e compreender as várias faces do colapso."
Fundado em 2020, o DRESSED IN BLOOD conta atualmente em sua formação com Lucas Caetano Grzesczak (vocal), Matheus Esteves (guitarra), Paulo Ricardo Copat Ruaro (guitarra), Lauro Arthur De Oliveira Camerini (baixo) e Bruno Saboia Endler (bateria). O grupo estreou em abril de 2024 com o lançamento do single "The Curse of Mankind".
Confira o vídeo de "Hands of Time":
Medievo lança seu álbum conceitual de estreia, "Septima Prophetia"
FONTE: Hell Yeah Music Company
O projeto brasileiro Medievo, criado pelo compositor Cleytton Cartanoly, lançou oficialmente seu álbum de estreia, "Septima Prophetia", uma obra conceitual que redefine o Metal Sinfônico, Lírico e Gótico em direção a um universo de Dark Fantasy construído em múltiplas camadas narrativas. O lançamento chega às plataformas digitais como a primeira grande manifestação oficial do projeto, apresentado como um ciclo artístico completo entre som, palavra e imagem.
"Septima Prophetia" se organiza como uma travessia dividida em três atos, "Silentium et Pressagium", "Certamen et Fractura" e "Exilium et Siderum Ruina", que funcionam como estágios progressivos de uma profecia em ação. Em vez de tratar sua narrativa como ilustração da música, o Medievo inverte a lógica, fazendo suas composições sustentarem e conduzirem a experiência do universo, resultando em uma obra que transita entre orquestrações épicas, coros, camadas vocais e passagens de tensão e silêncio, criando uma escuta que se constrói pela força da música e pela arquitetura conceitual.
Ziggy Phoenix, banda britânica de hard rock com brasileiro, lança single "Bittersweet Regret"
Ser brasileiro e viver de música na Inglaterra, uma das casas sagradas do rock, não é para qualquer um. É nesse cenário, no mesmo país que revelou nomes como Keith Richards, Jimmy Page, Brian May e Tony Iommi, que o guitarrista brasileiro Leon Joullie ajuda a escrever sua própria história com a Ziggy Phoenix, banda britânica de hard rock formada em Brighton.
O grupo lançou nesta quarta-feira, dia 20 de maio, o single de estreia "Bittersweet Regret". A faixa apresenta ao público a mistura que define a banda, com riffs pesados, vocais intensos, energia crua e uma estética que passa pelo rock dos anos 1970, pelo grunge e pelo blues rock moderno.
A força da banda já chamou atenção da imprensa especializada. A Classic Rock Magazine descreveu a apresentação ao vivo da Ziggy Phoenix como "uma mistura sensual e cheia de alma de músicas autorais emocionalmente carregadas".
A banda é formada pela britânica Ziggy Leighton-Burnett nos vocais, Leon Joullie na guitarra, e o português Pedro Silva no baixo. "Bittersweet Regret" fala sobre o momento em que alguém percebe que está preso a uma relação sem respeito. A música funciona como um aviso direto: não permaneça em um lugar onde você não é valorizado.
Ziggy reforça que a canção é uma reação contra padrões que levam ao autossacrifício em nome do amor. "Bittersweet Regret é um convite para quebrar o molde, destruir condicionamentos sociais e reagir contra o autossacrifício e a necessidade de agradar em nome do amor", afirma a vocalista.
Ela diz que buscou traduzir o desgaste emocional de quem chega ao limite. "Quero que o ouvinte sinta o impacto emocional de uma mulher que chegou ao limite."
O peso da faixa também passa pela guitarra de Leon Joullie. O músico cita a influência de Jack White na construção dos timbres, com fuzz pesado e estruturas diretas. "Sons enormes de fuzz contrapostos pela simplicidade: a melhor combinação", diz.
A banda vem ganhando espaço na cena underground britânica. Já passou por palcos importantes, participou do Isle of Wight Festival 2025 e abriu shows para nomes como Creeping Jean, Cam Cole, Danny Vaughn, Hawklords e The Dead Reds.
"Bittersweet Regret" antecipa o primeiro EP da banda, previsto para outubro. Antes disso, o grupo segue com shows no Reino Unido e prepara uma turnê pelo Reino Unido e pela Europa em setembro, ao lado do The Dead Reds. Em outubro, a Ziggy Phoenix deve desembarcar no Brasil para uma turnê com a banda Krad.
João Gordo & Asteroides Trio faz pocket show gratuito na London Calling Discos para lançar novo álbum
A tradicional loja London Calling Discos, referência da cena alternativa paulistana e atualmente celebrando seus 40 anos de atividade, promove no próximo dia 28 de maio de 2026, quinta-feira, às 13h, um pocket show gratuito de João Gordo & Asteroides Trio, na Galeria do Rock, em São Paulo.
A apresentação marca o lançamento de "Hallucinogenum Infernale", novo álbum do projeto iniciado em 2020 durante a pandemia. A proposta nasceu a partir do álbum-tributo aos 40 anos do Ratos de Porão, trazendo releituras de clássicos da banda em versões influenciadas pelo rockabilly e psychobilly.
Agora, João Gordo & Asteroides Trio avançam para uma nova fase com o primeiro disco composto integralmente por faixas inéditas, ampliando a identidade sonora do projeto ao combinar elementos do punk, garage rock e psychobilly em músicas autorais.
O evento acontece na própria London Calling Discos, espaço histórico da Galeria do Rock e ponto de encontro de diferentes gerações ligadas à música independente, ao punk rock e à cultura underground.
Data: 28 de maio de 2026 (quinta-feira)
Horário: 13h
Local: London Calling Discos
Endereço: Galeria do Rock – Av. São João, 439 – 2º andar – lojas 302/304/306 – São Paulo/SP
Informações: (11) 3223-5300 / WhatsApp (11) 97802-9843
Entrada gratuita
PadyKura lança lyric video para o novo single "Cicatriz que Canta"
O projeto nacional de Metal Alternativo PadyKura acaba de lançar oficialmente o lyric video de seu novo single, intitulado "Cicatriz que Canta". A faixa traz uma sonoridade densa, pesada e moderna, combinando riffs marcantes de guitarra com linhas vocais que alternam entre a melodia e a densidade características do gênero.
Apostando em uma identidade visual forte guiada pela estética Black Purple, o projeto independente busca consolidar seu espaço na nova cena do rock e metal nacional. O lyric video foi desenvolvido para imergir o espectador na atmosfera visceral da letra e já está disponível no canal oficial do YouTube.
Número 7 lança single e videoclipe de "Daqui a 100 Anos"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda baiana Número 7 lançou o single e videoclipe de "Daqui a 100 Anos", antecipando seu álbum de estreia, previsto para o segundo semestre de 2026, e apostando em uma sonoridade que combina referências do metal extremo dos anos 80 e 90 com uma abordagem contemporânea e letras em português. O lançamento também marca um capítulo importante na trajetória do grupo, criado pelo músico e compositor Jos Lago, que faleceu em 2025, após enfrentar um câncer durante o processo de produção do disco. Agora, o álbum ganha vida como uma celebração ao seu legado artístico, preservando suas composições, mensagens e visão criativa através da continuidade da banda.
Dentro da narrativa conceitual do álbum, "Daqui a 100 Anos" propõe uma reflexão sobre a existência humana, a fragilidade da vida e a inevitabilidade da morte. A faixa coloca em perspectiva os dramas emocionais, psicológicos e sociais enfrentados ao longo da vida, culminando em uma mensagem direta sobre viver o presente de forma genuína, sem apego ao sofrimento ou às questões materiais. Em meio a questionamentos sobre autodestruição, colapso social e até a substituição da inteligência humana pela artificial, a música transforma a morte do personagem central da história em um convite à celebração da vida enquanto ainda há tempo.
Tempusvernum lança "Lady PuniCher", primeiro single de seu próximo EP
FONTE: Wargods Press
Faixa inédita aborda o exercício do poder e do controle, antecipando o terceiro trabalho de estúdio do grupo paulista de Metal Poético.
A banda paulista de Metal Poético Tempusvernum disponibilizou seu mais recente single, "Lady PuniCher", nas plataformas digitais. A faixa é a primeira de uma sequência de quatro músicas inéditas programadas para 2026 e prepara o terreno para o terceiro EP do grupo.
O título da música utiliza um trocadilho com o termo em inglês punisher para descrever uma personagem dominadora, que consolida sua identidade através do exercício do poder e do controle. Fiel à identidade de composição do grupo, as letras não entregam respostas prontas, deixando o significado final em aberto para a interpretação de quem ouve.
A chegada de "Lady PuniCher" aos aplicativos coincidiu com a sua estreia nos palcos. O grupo executou a faixa ao vivo durante o Sonora - Festival Internacional de Compositoras, em Bauru (SP), evento ocorrido no domingo. O evento também serviu como marco para a nova estrutura da banda, agora operando como um quarteto. Após a recente saída da guitarrista Gabrielle Rocha, o show validou o entrosamento entre a vocalista Hegle, a baterista Lívia Messi, e os membros efetivados no último ano, Nathan França (guitarra) e Thiago Barbosa (baixo).
Com o single nas plataformas e a formação consolidada ao vivo, o Tempusvernum concentra suas atividades no Estúdio Sombrio. Sob a condução do produtor Dudlei Landim (Anthemas), o quarteto avança nas gravações dos singles e consequentemente do novo EP, que dará continuidade à dualidade abordada nos antecessores "Frightened" e "Enlightened", lançados em 2024.
Banda Mudwar lança single de groove metal gravado em estúdio rural em Pernambuco
Não apenas de anos, mas de vivência - de palco, bastidores e tudo que o metal deixa pelo caminho.
Formada em Olinda (PE), a banda reúne músicos com mais de duas décadas na cena underground. João Paulo (guitarra), BBX (bateria), Colaço (vocal) e Zema (baixo) se encontram pela primeira vez em um projeto autoral que carrega peso real - não como estética, mas como consequência.
O som é direto. Denso. Sem concessões.
Riffs arrastados, bateria esmagadora e uma construção que não busca agradar - apenas existir da forma mais honesta possível dentro do underground. A sonoridade transita entre o groove agressivo do metal moderno e a densidade do metal extremo, mantendo uma abordagem crua e orientada por experiência, não por tendência.
O primeiro trabalho, o EP "Nothing", será apresentado em três etapas. O ciclo se inicia com o single "I Need More Metal", com lançamento previsto para maio, seguido por "Verme Maldito" - faixa em português - culminando na faixa-título que encerra o projeto.
Com composições majoritariamente em inglês, incursões em português e novas experimentações surgindo - incluindo material futuro em espanhol - o Mudwar constrói sua identidade sem concessões, guiado por trajetória e consistência.
Mudwar não surge como promessa.
Surge como resultado.
Daron: lançando single inspirado na atmosfera clássica de Ozzy Osbourne
O vocalista gaúcho Daron apresenta o novo single, "Restos de Sol", acompanhado de um videoclipe gravado no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP. A música traz influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, unindo peso, reflexão e elementos teatrais em uma composição cantada em português. "O single 'Restos de Sol' fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado", afirma Daron.
A faixa aborda temas como identidade, percepção e libertação interior, conduzindo o ouvinte por uma jornada introspectiva marcada por imagens poéticas e reflexões sobre antigas prisões mentais. Segundo o artista, a proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que "mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho".
As gravações aconteceram no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP, com instrumentos e vozes registrados pela atual formação da banda: Daron nos vocais, Gabriel Oliveira "Galo Cinza" na guitarra, Tony Carpa na bateria e Arthur Marques no baixo. A mixagem e masterização ficaram por conta de Nicolas Lira Gomes, enquanto a captação foi realizada por Rafael Rosa. A arte é assinada por Márcio Aranha e as fotos por Maycon Avelino.
Confira o videoclipe de "Restos de Sol", com gravação, direção e edição de Maycon Avelino (Starship Vídeos).
Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single "O Cemitério", inspirado na obra "Pet Sematary", de Stephen King.
Batalhão Da Morte lança seu primeiro vídeo/single, "Guerras" e se prepara primeiro disco
Batalhão Da Morte, grupo de thrash metal formado em Campinas/SP, lança seu primeiro single, "Guerras".
A banda também gravou um vídeo para divulgação da faixa, dirigido pelo guitarrista da banda Elfo. As cenas foram gravadas na Feira Militar de Campinas, na sala de ensaios do Clube da Música e no Museu do Forte Anhanguera.
"Guerras" faz parte da demo "Contagem De Corpos" que contém outras duas músicas: "Campo De Batalha" e "S.M.D.". O material foi gravado no Estúdio Casa39. Com a demo, a banda busca viabilizar o lançamento já de um disco completo.
O Batalhão Da Morte aposta em letras em português com temática bélica e é formado por dois ex-integrantes do Cavaleiro Dragão, Charles Martinez (vocais) e Leon (baixo), mais Elfo (guitarra), Gabriel (guitarra) e Bruno (bateria).
Ameslari lança os singles "Absence" e "A Billion Different Ways To Find You"
O cantor e compositor AMESLARI destaca dois novos singles: a balada "Absence" e a dançante "A Billion Different Ways To Find You". As faixas vêm após o sucesso do rock 'n' roll "Lay Down", lançado em dezembro de 2025. "Absence" é uma canção de amor para alguém que está longe, trazendo a ideia de que a ausência da pessoa (já referida no título) aumenta a vontade de tê-la por perto. A sonoridade é inspirada nas grandes baladas dos anos 1980 e em artistas como INXS, Ghost e Prince e X Japan.
AMESLARI também tocou guitarra na faixa. "Foi uma música bem divertida de compor", conta o artista. "Eu adoro essa vibe dos anos 1980, dessas grandes baladas com aquela sonoridade tão característica, então quis capturar isso nessa música, que compus pra alguém por quem eu estava apaixonado", conclui.
Já "A Billion Different Ways To Find You" é uma canção de amor direta, intensa e de sentimento à flor da pele. Como o título sugere, a letra fala de amar alguém não só nesta vida como em todas as outras que houver (se houver), e em todos os universos, multiversos e realidades possíveis, dizendo que essas pessoas vão se encontrar em todos esses cenários e se apaixonar de novo.
AMESLARI cantou e tocou piano e teclados na gravação. Tal qual "Lay Down", a canção teve participação da cantora Nana. "Musicalmente, essa foi mais uma que eu quis que tivesse uma vibe muito oitentista", conta o artista. "Por isso, me inspirei muito no Troy e no Sam Fender, que são cantores de que gosto muito, e também no Keane, uma das bandas da minha vida. Acho que são duas músicas fortes e que podem ressoar bem com as pessoas, tanto pelas letras quanto pelo som".
A capa do single foi pintada e montada por AMESLARI para lembrar uma colagem feita à mão. AMESLARI é acompanhado por sua banda de apoio: por Thiago Carbonari (bateria), Moi Gonzales (guitarra), Alessandro Perê (piano) e Rafael Vilas Boas (baixo).
Contestado lança o single "From the Pain to Slavery"
A banda catarinense Contestado, lançou recentemente "From the Pain to Slavery", seu segundo single oficial. O trabalho dá sequência à proposta construída pelo grupo desde o início de sua trajetória, aproximando música pesada de temas ligados à identidade regional, memória histórica e crítica social.
Com influências que passam por Sepultura, Slayer e Kreator, a faixa apresenta uma sonoridade marcada por riffs pesados e de forte tensão atmosférica. Ao mesmo tempo, a música busca desenvolver uma narrativa mais introspectiva, explorando conflitos internos e relações entre dor, submissão e permanência.
A letra utiliza imagens ligadas ao sofrimento e à transformação para discutir como determinadas experiências podem levar pessoas a relações de dependência. Dentro da proposta conceitual da banda, a música também dialoga simbolicamente com aspectos históricos da Guerra do Contestado, especialmente no que se refere a contextos de desigualdade, perda e resistência.
"From the Pain to Slavery" já está disponível nas principais plataformas de streaming e integra a nova fase da Contestado, que segue produzindo material autoral e ampliando sua atuação dentro da cena underground catarinense e brasileira.
Fuligem lança videoclipe de "Ao Meio"
Já está disponível no canal da Casa Sonora no YouTube o videoclipe de "Ao Meio", single de estreia da banda Fuligem, de Porto Alegre (RS).
Com participação de King Jim (Garotos da Rua) nos vocais, a canção reúne Wagner Rodrigues (guitarra), Bruno Oliveira (bateria) e Adry Diaz (baixo) em uma obra carregada de intensidade.
A letra foi adaptada do poema homônimo de Julia Carolina, em uma composição assinada por ela com Wagner Rodrigues e King Jim.
A produção musical é de Wagner Rodrigues. A foto de capa do single foi realizada por Bya de Paula. Direção, filmagem e edição por Lu Noronha. Gravação de áudio e realização: Casa Sonora.
"Ao Meio" chega como encontro entre poesia, peso e imagem - um lançamento para assistir no volume máximo.
William Control participa de novo single do brasileiro Mr. Aldama
O artista brasileiro Mr. Aldama lançou recentemente o single "It's Just Fashion", uma parceria internacional com William Control, artista cult da cena darkwave/gótica e conhecido mundialmente por ter sido vocalista e principal compositor da banda Aiden, um dos nomes mais populares do post-hardcore/gothic punk dos anos 2000.
Além do trabalho com o Aiden, William Control consolidou uma carreira solo voltada ao darkwave e synthpop sombrio, tornando-se uma referência dentro da cena alternativa internacional.
Misturando synthpop, darkwave e electropop, "It's Just Fashion" apresenta uma crítica irônica à obsessão moderna por beleza, fama e perfeição estética. A música aborda temas como procedimentos estéticos extremos, pressão social nas redes e fenômenos contemporâneos ligados ao culto da imagem, incluindo referências a medicamentos como Ozempic e metáforas inspiradas em teorias conspiratórias envolvendo adrenocromo, utilizadas de forma satírica dentro do conceito artístico da faixa.
Com estética futurista e atmosfera cyberpunk, a música mistura crítica social, cultura pop e sonoridades eletrônicas inspiradas nos anos 80.
Alax William lança single "Maybe Next Year" e mostra a força do country rock brasileiro
A música intensa e cheia de poesia fala sobre alguém que adia visitas, conversas e gestos de afeto até perceber que o "ano que vem" pode nunca chegar.
Em um ritmo bastante intenso de inspiração e produção, o cantor paulista Alax William lançou, no dia 14 de maio, o single "Maybe Next Year", novo registro de seu projeto solo dedicado a uma mistura de country music com rock.
A faixa chega após um período de trabalho forte, no qual o músico colocou no mundo três álbuns - "Sounds From The Dirt Road" (2025), "Still Knows My Name" (2025) e "All I'll Ever Need" (2026) - e três singles: "Better", "Half-Forgotten Song" e agora "Maybe Next Year".
O projeto nasceu oficialmente em 2025, mas suas composições começaram ainda em meados de 2015. A proposta de Alax foi usar o country como forma de expressão pessoal, com histórias ligadas à vida simples, à estrada, à espiritualidade e às experiências reais. O resultado é um som que parte da tradição country, mas dialoga com uma sensibilidade próxima do rock, especialmente na construção emocional das canções.
Segundo Alax, o novo trabalho resume bem essa direção artística. "Maybe Next Year" é uma música sobre aquilo que a gente deixa para depois. Ela fala sobre família, tempo, arrependimento e sobre entender que algumas oportunidades não voltam. A ideia é lembrar que a vida simples, o amor e as pessoas que caminham com a gente valem mais do que qualquer promessa deixada para o futuro", conclui.
Em "Maybe Next Year", esse caminho aparece de forma direta. A música fala sobre alguém que adia visitas, conversas e gestos de afeto até perceber que o "ano que vem" pode nunca chegar. Em um dos trechos centrais, Alax canta: "Don't leave your love for skies that may not clear / 'Cause maybe next year never gets here". Alex afirma que busca "propagar a mensagem", se consolidar como um dos nomes pioneiros da country music brasileira e abrir novas oportunidades para o estilo no país.
Antidemon estreia na Coreia e explica nova formação
Antidemon iniciou neste mês uma nova turnê pela Ásia com shows na Coreia do Sul e no Japão. Além da estreia em solo coreano, a banda brasileira também chamou atenção pela atual formação em duo, com Batista assumindo a guitarra ao lado da baterista e esposa Juliana Batista.
Considerada por muitos no underground como uma espécie de "Sepultura do metal cristão", a banda segue divulgando o álbum Convergence enquanto amplia sua agenda internacional. A comparação faz referência à relevância conquistada pelo Antidemon dentro do metal extremo cristão, especialmente pelo alcance internacional e pela influência construída ao longo dos anos no circuito.
Pra ele, a decisão de seguir sem baixista fixo partiu de uma direção espiritual e também da rotina intensa de viagens da banda.
"Não é algo confortável para mim assumir a guitarra, mas foi necessário", afirmou com exclusividade ao Se Vira Music. "Nós já chegamos a ficar nove meses fora do Brasil. Não é fácil acompanhar essa demanda de shows."
De acordo com o músico e pastor, mais de 20 guitarristas passaram pelo Antidemon desde 2012, justamente pela dificuldade de conciliar a rotina da banda com trabalho, família e longas temporadas fora do país. A atual formação começou oficialmente em setembro do ano passado durante apresentação no festival Ajuntamento das Tribos, no Rio de Janeiro.
Batista, que também ficou conhecido nacionalmente após uma entrevista no programa de Jô Soares, contou ainda que a recepção do público surpreendeu positivamente. "As pessoas têm aceitado muito bem essa versão em dupla", disse. "Conseguimos entregar um timbre pesado que mantém o peso necessário para o nosso estilo."
A turnê começou em Seul, capital sul-coreana, onde a banda realizou show no Club Victim. Segundo o vocalista, o público superou as expectativas da organização. "Havia três vezes mais pessoas do que esperavam. Foi inacreditável", revelou. Em depoimento enviado ao Se Vira Music, o perfil Seung Hun Metal - Media, que cedeu as fotos da apresentação, definiu o show como "intenso e inesquecível".
Após a passagem pela Coreia do Sul, o Antidemon seguiu para o Japão, onde já se apresentou em Hamamatsu e Nagoya. A agenda ainda inclui cidades como Osaka, Kyoto, Yokohama, Kawasaki e Tóquio.
Batista destacou que, além dos shows, a viagem também tem servido como espaço para conversas sobre fé e espiritualidade com fãs asiáticos. "Nossa mensagem não fica só no palco. Muitas pessoas vêm conversar, perguntar sobre nossa fé e querer entender mais."
Depois da Ásia, a banda embarca para uma nova série de apresentações na Finlândia entre julho e agosto. O Antidemon também confirmou agenda cheia até fevereiro do próximo ano, incluindo uma turnê pela América Latina ao lado da banda australiana Mortification.
"Sentido e Imagem", primeiro álbum da banda de pós punk Chuva Tangente
A banda Chuva Tangente é um projeto de pós punk experimental que nasceu da parceria de Davi Lira e Marcos Paulo, tendo o Marcos sugerido que Davi compusesse um álbum para, em seguida, montarem uma banda que pudesse tocar o trabalho.
O álbum "Sentido e Imagem" foi lançado no dia 9 de abril, 2026, e com ele nasceu a banda Chuva Tangente, que já tem formação completa e começou os ensaios para apresentações ao vivo.
O álbum aborda problemas sociais, reflexões pessoais e filosóficas, mergulha no cenário urbano de concreto e trás muitas referências de livros e filmes (principalmente os de monstro).
A sonoridade é pós punk, referenciando diversas fases do gênero, trazendo elementos bastante autorais.
Davi Lira, já vem de trabalhos solo, como "Filme Trash/Lado B" e "Criptozoologia"; e Marcos é integrante do "Sequelas", de Belém (PA), que tem dois álbuns lançados. Com essa formação e nova fase, eles pretendem fazer diversas apresentações ao vivo, lançarem material novo e consolidar um estilo próprio da banda no cenário musical.
Projeto de I.A. Lyra Echo anuncia a queda da elite no single/clipe "No Masters, No Gods, Just Admins"
O início de maio marcou o lançamento oficial do novo vídeo e single de LYRA ECHO, a ciborgue alienígena e viajante cósmica do sistema estelar Vega. A faixa "No Masters, No Gods, Just Admins" integra o "Protocol: RED", projeto mais radical da artista e uma insurreição musical contra os monólitos corporativos do futuro.
Com uma sonoridade guiada por EBM, Metal Industrial e guitarras agressivas, a obra é fruto da direção de Alex Voorhees (Imago Mortis) e do coletivo StarBright Productions. Situada na distopia brutalista de 2041 - cujas semelhanças com a nossa realidade são inegáveis -, a narrativa visual evoca uma rebelião urgente. Das ruas estéreis e encharcadas até a tomada triunfal da sede da ONU, a massa trabalhadora impõe sua força para garantir que tudo o que é produzido pertença a quem produz.
"É hora do reboot! Vocês estão prontos para eliminar a elite?", conclama LYRA ECHO. O clipe, materializado a partir da tecnologia de transmissão visual Seedance 2.0, retrata o confronto definitivo da classe oprimida invadindo as esferas de poder. A linha de frente dessa aliança rebelde conta com a participação de ícones reais, trazendo as frequências insurgentes de Carlos "Vândalo" Lopes (Dorsal Atlântica), Carlos Garcia e Alessandro Iglesias, lado a lado com a vanguarda digital representada por Jones Manoel, Laura Sabino e Ian Neves.
Juntos, eles aplicam a sentença final contra os opressores: "Sudo... command... delete... user... elite". Para a Diva Cibernética, a fusão com a inteligência artificial não existe para substituir a criatividade humana, mas para operar como um espelho de nossos problemas e uma arma de subversão. A faixa culmina na declaração de que o sistema antigo foi derrubado e, finalmente, democratizado.
Criação da Voorhees Productions, Lyra Echo combina elegância biomecânica com agressividade industrial em um gênero próprio batizado de Alien Beat. A discografia da artista atua como uma auditoria da falha sistêmica e uma rejeição à tirania do lucro, fundamentada na crença de que a tecnologia deve focar na expansão da consciência e não na exploração. As imagens do projeto são geradas por IA a partir dos roteiros criados por Alex, e as músicas compostas por ele, inclusive linhas vocais, as quais são alteradas depois para dar vida aos vocais da personagem.
Psicodelia, brasilidades e canções setentistas: Conheça a banda Guaraná Chará
E se Raul Seixas, Mutantes e Grateful Dead fizessem uma parceria? Essa é a proposta da banda Guaraná Chará, conjunto musical independente que prepara o lançamento do primeiro álbum de canções autorais ainda em 2026.
Formado por Lúcio Alcalde e Guilherme Coura, o grupo aposta no formato do conjunto estadunidense Steely Dan: Um núcleo de dois músicos parceiros que contam com convidados para suas apresentações ao vivo.
A banda Guaraná Chará prepara o lançamento do primeiro trabalho autoral em 2026.
Com dois singles lançados e um videoclipe, o rock "Novidade Antiga", o conjunto já se apresentou em São Paulo abrindo o show do lendário cantor Di Mello com participação do trombonista Bocatto.
Para Guilherme Coura, vocalista do grupo, a proposta principal do projeto é a improvisação ao vivo: "Apostamos no formato de canção, mais simples, para atingir o maior número de pessoas possível. Verso, refrão, músicas de dois minutos e meio. Nos shows, a idéia é justamente estender essas composições para um momento de troca por meio do improviso, meio como um teatro, onde o imprevisível toma conta por meio da troca com o público".
O próximo single do grupo se chama "Conversa Fiada" e será lançado em junho. Gravado de forma completamente independente e produzido pela própria banda, a faixa aposta em um tema comum a muita gente: Conviver com aquela pessoa bêbada que acha que sabe de tudo.
"Quem nunca teve que lidar com um sabe-tudo na mesa do bar? Às vezes, a gente acaba sendo um sem perceber. A letra fala justamente sobre isso, num toque meio sarcástico: 'Não tenho interesse em saber sobre a fundação do Estado/quem tá sendo entrevistado/Se é Plutão ou se é Platão/Não estou interessado/Nesse seu papo furado'", conta Guilherme Coura.
Para conhecer o trabalho da banda Guaraná Chará e acompanhar os próximos lançamentos, basta buscar o nome do conjunto em todas as plataformas de streaming ou acessar o perfil @guaranachabanda no Instagram.
Substratos - "Unbroken Tomorrow", segundo capítulo da jornada emocional "Alive Within the Silence" está disponível
Misturando alternative rock atmosférico, elementos de cinematic metal, melodias marcantes e solos expressivos de guitarra, a música aborda temas como resiliência, superação emocional e a busca por esperança mesmo diante dos momentos mais difíceis.
Com atmosferas melancólicas, passagens introspectivas e uma construção emocional crescente, "Unbroken Tomorrow" transforma vulnerabilidade em força através de uma sonoridade cinematográfica e intensa.
Querido Eu - Banda lança EP de estreia
No dia 02/05 (Maio) de 2026, a banda paulistana "Querido Eu" lançou digitalmente e de forma independente o EP homônimo, "Querido Eu", com quatro faixas que tratam desde relacionamentos tóxicos, responsabilidade afetiva, e convivência com a falsidade até o existencialismo com base sartreana.
Iniciado a partir do fim de uma outra banda (Orgânico), o projeto Querido Eu tem a proposta de fazer um som entre um emo '90 e um hardcore/emocore influenciados por bandas como Hot Water Music, Mineral, Samiam e Dance of Days.
Luctiferu anuncia retorno e lançamento de "Legions Rise"
A banda gaúcha Luctiferu anuncia oficialmente seu retorno às atividades juntamente com o lançamento do álbum "Legions Rise", editado em CD pelo selo francês Percussive Spectre.
Originalmente gravado em 2009 no Hurricane Studio, em Porto Alegre, o álbum reúne composições ligadas à trajetória da banda dentro do extreme black death metal, preservando a sonoridade desenvolvida pelo grupo ao longo dos anos no underground do sul do Brasil.
O lançamento chega em formato digipak com livreto contendo letras e créditos completos, marcando também uma nova fase para a Luctiferu após anos sem atividades oficiais.
Parte da história do material também passa pela demo "Vox Clamantis", gravada em 2004 e lançada oficialmente apenas em 2021. Algumas dessas músicas integraram anteriormente a coletânea "4 Tormenting Ways To Death", ao lado das bandas Bloody Sign, Morificy e Cromb.
A arte da capa foi desenvolvida por Moises Alvez através do projeto Hellforge Metal Art.
Segundo a banda, o retorno da Luctiferu também marca o início dos preparativos para um novo álbum de inéditas previsto para 2027.
O CD deve chegar nos próximos dias em Porto Alegre e estará disponível para venda na loja Nihil Productions.
Cyberpunch: single "Immortan War" aprofunda crítica sobre poder e desigualdade
A banda paulistana Cyberpunch formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta o novo single e videoclipe, "Immortan War", que usa o universo de Mad Max como metáfora para discutir temas como poder, legado, desigualdade social e a busca humana por imortalidade. Inspirada na figura de Immortan Joe, personagem marcado pela obsessão por sucessão e domínio, a música propõe uma reflexão sobre estruturas de poder e subjugação que atravessam diferentes contextos históricos e sociais. "Ela nasceu da figura de Immortan Joe, mas fala muito sobre a obsessão humana por deixar legado, conquistar poder e perpetuar influência, muitas vezes às custas da desigualdade e da opressão social", destaca o vocalista Netuno Balboa.
Musicalmente, "Immortan War" combina velocidade e peso do thrash metal, com influências diretas de Megadeth e Sepultura, além da tradicional cavalgada do heavy metal inspirada em Iron Maiden. O single ainda incorpora synths eletrônicos, timbres densos e vocais graves, criando uma atmosfera mais obscura próxima ao metal industrial. "A ideia foi unir agressividade, velocidade e peso com um refrão que tivesse força de hino e um breakdown pensado para incendiar o mosh pit", afirma Netuno Balboa.
O single foi gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer. A produção executiva ficou a cargo da Caverox Records.
Sanctus Nosferatu lança single e lyric video de "1.E4" antecipando novo EP
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda portuguesa Sanctus Nosferatu lançou o single e lyric video de "1.E4", antecipando o novo EP do grupo, que marca oficialmente o início de uma nova fase em sua trajetória. Apostando em uma abordagem moderna, épica, sombria e carregada de crítica social, a faixa transforma o conceito de uma jogada de xadrez em uma metáfora para manipulação, controle e alienação coletiva, reforçando uma renovação da identidade que acompanha a banda desde sua formação, em 2002, para algo mais extremo, complexo e atmosférico.
Dentro do conceito do EP, "1.E4" transborda uma combinação agressiva entre Thrash, Death e Black Metal, sob uma perspectiva bastante contemporânea de composição e produção. Inspirada pela abertura clássica do xadrez que dá nome à música, a faixa aborda a ideia da humanidade como peças manipuladas dentro de um sistema invisível de controle, questionando a ilusão do livre-arbítrio e o condicionamento coletivo.



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