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Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades

Abaixo, os últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com
Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com


Road Metal lança álbum "Endless Nights"

FONTE: Farol Music

Formada em Manaus, no coração da Amazônia brasileira, a Road Metal lançou o álbum "Endless Nights", com 10 faixas produzidas por Anderson Sousa do grupo Evil Syndicate. "As músicas falam das loucuras da noite, festas, liberdade, motociclismo, superação e irmandade", revela o baterista Braythener.

Carregada de influências como Iron Maiden, Manowar, Helloween, Accept, Bon Jovi, Mötley Crüe e DIO, a Road Metal foi formada em 2024 pelos músicos Wallafy (Voz), Danny (Guitarra), Adrian (Guitarra), Charley (Baixo) e Braythener (Bateria), que apostam no heavy metal tradicional para marcar a estreia da banda.

"O disco apresenta músicas intensas, guitarras afiadas, vocais marcantes e uma atmosfera épica que transporta o ouvinte para o universo clássico do metal", garante o baterista. "A Road Metal traz uma mistura de heavy metal clássico com energia moderna, incorpora uma pegada de hard rock oitentista e cria uma identidade sonora que une peso, melodia e atitude, mantendo viva a tradição que marcou gerações", completa Braythener.

Lançado de forma independe "Endless Nights", já está disponível nas principais plataformas digitais.

Emphuria lança o álbum "Inevitável" com videoclipe de "Invisível"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A Emphuria lançou oficialmente seu segundo álbum de estúdio, "Inevitável", consolidando-se como um dos grandes destaques do Metal Moderno no Brasil. O disco conta com participações de Charles Gama (Black Pantera), Nego Max e DJ Terrorscreen, que reforçam a proposta plural e contemporânea do grupo, unindo elementos do metal moderno ao hip hop, hardcore e outras diversas influências que ampliam e enriquecem a identidade artística da banda.

O lançamento chega acompanhado do videoclipe de "Invisível", faixa que conta com a participação de Nego Max e aprofunda ainda mais o diálogo da banda com diferentes linguagens e estéticas. Com direção de Felipe Hervoso, o clipe expande o propósito artístico do grupo ao incorporar crítica e profundidade, ampliando o impacto da obra dentro e fora do universo do metal.

Still Living Lança seu quarto álbum de estúdio

A banda celebra um momento especial em sua carreira com o lançamento de seu novo álbum, "Ashes", disponibilizado oficialmente no dia 13 de março de 2026. O trabalho chega como um marco significativo, coincidindo com a comemoração de 22 anos de estrada, consolidando uma trajetória que inclui 4 álbuns de estúdio, 2 EPs e diversos singles lançados ao longo dos anos.

Gravado no Alpha Studio (Garanhuns, PE, Brasil), o novo disco reafirma a identidade artística do grupo ao mesmo tempo em que aponta para novas direções sonoras, refletindo a maturidade adquirida ao longo de mais de duas décadas de atividade.

Kiko Loureiro confirma quatro shows no Brasil em junho para encerrar turnê de "Theory of Mind"

Apresentações acontecem em Pirenópolis, Campinas, Santo André e Porto Alegre; turnê terá participação de um nome especial ainda a ser anunciado.

O guitarrista Kiko Loureiro anunciou uma série de quatro apresentações no Brasil em junho, em uma turnê especial que marca o encerramento do ciclo do álbum "Theory of Mind". Os shows passam por Pirenópolis, Campinas, Santo André e Porto Alegre, reunindo repertório da atual fase do artista em um momento simbólico de fechamento dessa etapa do trabalho. Além da proposta, a turnê contará com a presença de Felipe Andreoli (baixo), Bruno Valverde (bateria) e Luiz Rodrigues (guitarra).

"Estou feliz em anunciar que estarei no Brasil em junho para alguns shows especiais do Theory of Mind, fechando o ciclo do álbum. Teremos também um convidado especial, que será anunciado em breve", destaca Kiko.

Jeff Scott Soto canta com Sammy Hagar, Michael Anthony e Joe Satriani nos Estados Unidos

O Masters Of Voices 2026 chega à América do Sul em julho com um encontro raro entre quatro vocalistas que marcaram gerações no rock e no metal. Antes desse aguardado giro pela América Latina, Jeff Scott Soto, um dos nomes do projeto, viveu mais um momento especial em sua trajetória ao subir ao palco em Las Vegas, nos Estados Unidos, a convite de Sammy Hagar.

Na apresentação, Soto dividiu cena com Sammy Hagar, Michael Anthony e Joe Satriani, interpretando clássicos como "Heavy Metal" e "I Can't Drive 55". O encontro reforça o prestígio internacional do cantor e aumenta ainda mais a expectativa do público para sua participação no Masters Of Voices 2026. Jeff Scott Soto registrou o momento em seu Instagram.

Idealizado por Paulo Baron, da Top Link Music, o Masters Of Voices 2026 reúne quatro grandes vozes da história do rock: Eric Martin (Mr. Big), Jeff Scott Soto (Talisman, Journey, Yngwie Malmsteen), Edu Falaschi (Angra, Almah) e Tim "Ripper" Owens (Judas Priest, KK's Priest, Iced Earth).

Nos convites ao público, os artistas destacam a empolgação de se reunir com um time espetacular de músicos para cruzar a América Latina em uma turnê que promete grandes clássicos, performances marcantes e muita energia no palco. A banda de apoio conta com Felipe Andreoli no baixo, Marcelo Barbosa e Leo Mancini nas guitarras, além de Edu Cominato na bateria, sustentando o espetáculo com peso, técnica e dinâmica de arena.

Masters Of Voices 2026

05/07 – Santiago (Chile), Teatro Teletón
07/07 – Montevidéu (Uruguai), MMbox
09/07 – Buenos Aires (Argentina), Vorterix
17/07 – Belo Horizonte (Brasil), Mister Rock
18/07 – São Paulo (Brasil), Tokio Marine Hall
19/07 – Limeira (Brasil), Mirage Eventos
22/07 – Medellín (Colômbia), Teatro Universidad de Medellín
23/07 – Bogotá (Colômbia), Royal Center

Stormsorrow lança o debut "The Blood Red Horizon"

Após quase duas décadas de gestação artística, a Stormsorrow lançou oficialmente "The Blood Red Horizon", seu álbum de estreia em todas as plataformas digitais. O trabalho chegou amparado por dois singles amplamente elogiados - "Burning Skies" e "The Storm Will Remember My Name" - que não apenas apresentaram a força criativa da banda, mas também evidenciaram a amplitude conceitual, emocional e sonora de um projeto que amadureceu com o tempo sem perder sua essência; pelo contrário, só ganhou impacto e qualidade.

O álbum foi eleito pelos leitores da revista Roadie Crew como o segundo melhor álbum nacional de 2025. Além disso, integrantes da banda também figuraram em posições de destaque na votação de melhores músicos do ano. Não apenas na Roadie Crew, mas também em outros veículos - brasileiros e internacionais -, "The Blood Red Horizon" figurou em posições de destaque, sendo citado por plataformas como Metal Na Lata, Mundo Metal e Rebel Rock, entre outras.

Inicialmente ancorada nas raízes do Thrash Metal clássico, a Stormsorrow expandiu seus horizontes ao longo dos anos, abraçando elementos de Melodic Death Metal e do Thrash contemporâneo. Hoje, seu som dialoga de forma épica com o impacto melódico de In Flames e Dark Tranquillity, a agressividade dos primeiros trabalhos do Arch Enemy e Kataklysm, o peso e a densidade emocional do Nevermore, a precisão rítmica do Iced Earth e a força criativa de nomes como Kreator, sem jamais perder identidade própria.

À frente da Stormsorrow, Kahlil Souto assina todas as composições, letras, vocais e guitarras base, além da coprodução de "The Blood Red Horizon". Os solos - marcantes e essenciais para o clima épico do álbum - ficaram a cargo de Vicente Luiz, que também assina a produção, mixagem e masterização realizadas no Veritá Sounds, em Goiânia/GO, entre 2024 e 2025.

Um dos pontos de destaque de "The Blood Red Horizon" é o time de convidados especiais: Lord Vlad (Malefactor), Mário Pastore (Pastore, ex-Acid Storm), Victhor De Victhorian (Victhorian) e Alexandre Grunheidt (ex-Ancesttral). Nomes que adicionam camadas vocais, dramaticidade e texturas únicas, enriquecendo ainda mais a narrativa do álbum. A capa, assinada por Carlos Fides, traduz visualmente o cerne do conceito: a decadência moral, espiritual, material e emocional da humanidade.

O primeiro single, "Burning Skies", trouxe influências diretas das composições e palhetadas de Jon Schaffer (Iced Earth), aliadas ao peso contemporâneo de bandas suecas, além de abordar o famoso caso ufológico de Travis Walton - tema que marcou a infância de Kahlil Souto e ganhou novo significado na atual era de discussões globais sobre vida extraterrestre. Já o single mais recente, "The Storm Will Remember My Name", apresenta o lado mais épico e cinematográfico da banda, com participação marcante de Lord Vlad e uma letra que reflete sobre legado, transcendência e propósito, encerrando o álbum em um clímax apoteótico.

"Burning Skies" (Lyric Video):

"The Storm Will Remember My Name" (Lyric Video):

Conceitualmente, "The Blood Red Horizon" é a primeira parte de uma trilogia idealizada por Kahlil Souto. Cada faixa representa um aspecto da degeneração humana ao longo da história - desde tragédias políticas, religiosas e sociais até reflexões profundamente pessoais sobre vícios, abandono, tecnologia, guerras de narrativa e o colapso de valores. Obras como "Enemy of God" (Kreator), "Clayman" (In Flames), "Burning Bridges" (Arch Enemy) e "Horror Show" (Iced Earth) serviram de guia emocional durante a construção dessa jornada.

Com melodias marcantes, arranjos robustos e letras que transitam entre ficção, história, crítica social e introspecção, a Stormsorrow constrói um álbum tanto devastador quanto humano - agressivo, épico, técnico e melódico na mesma medida. A banda já tem planos imediatos para shows, e está concentrando-se na pré-produção do segundo capítulo da trilogia. A possibilidade de levar esse universo conceitual aos palcos, entretanto, permanece em aberto, dependendo da recepção do público.

A formação da Stormsorrow conta com Kahlil Souto (vocal/guitarra), Vicente Luiz (guitarra), Arthur Albuquerque (bateria) e Yuri Passos (baixo).

Com "The Blood Red Horizon", que sairá em CD físico em breve pela gravadora Voice Music, a Stormsorrow se posiciona como uma das apostas do metal nacional contemporâneo. Após quase vinte anos de espera, a banda finalmente apresenta ao público um trabalho sólido e ambicioso.

Mike Terrana, lenda da bateria mundial, é o novo parceiro de marca brasileira

"Estou muito animado em iniciar essa nova parceria. A qualidade e a resposta sonora que encontrei são exatamente o que procuro para expressar minha música com intensidade".

Foto: Marketing Williams
Foto: Marketing Williams

A presença de músicos internacionais ligados ao Brasil segue crescendo - e agora ganha mais um capítulo com Mike Terrana. O veterano baterista, conhecido por passagens por nomes importantes do hard rock e do heavy metal, anunciou uma parceria com a Williams Drumheads, marca brasileira especializada em peles de bateria.

Reconhecido por sua pegada agressiva e precisão técnica, Terrana construiu uma carreira sólida ao longo de décadas, tornando-se referência para bateristas que buscam velocidade, intensidade e presença de palco. Seu estilo, marcado por viradas rápidas e execução extremamente precisa, ajudou a consolidar seu nome entre os mais respeitados da cena.

A nova parceria coloca a Williams no setup oficial do músico, tanto em estúdio quanto nas apresentações ao vivo. A empresa, fundada no Brasil, vem ampliando sua atuação fora do país e hoje figura entre as marcas mais relevantes do segmento, com distribuição internacional e presença crescente no mercado profissional.

Em declaração divulgada pela assessoria, Terrana destacou a identificação com o produto. "Estou muito animado em iniciar essa nova parceria. A qualidade e a resposta sonora que encontrei são exatamente o que procuro para expressar minha música com intensidade", afirmou.

O movimento também indica uma estratégia clara da marca brasileira em se aproximar de artistas com reconhecimento global, fortalecendo sua imagem no exterior. A ideia é não apenas associar o nome a músicos consagrados, mas também participar diretamente do desenvolvimento de soluções voltadas ao uso profissional.

Com isso, Mike Terrana passa a utilizar oficialmente os equipamentos da Williams em gravações e turnês, ampliando a visibilidade da marca em palcos internacionais - e reforçando a presença de empresas brasileiras dentro do circuito global do rock e do metal.

Raiken lança EP "Shattered Shield" unindo peso, melodia e identidade conceitual

Shattered Shield é o novo EP da Raiken, lançado em 20/03/2026. O trabalho marca a evolução sonora da banda após um longo hiato e mudanças de formação.

Produzido e gravado pela própria Raiken, o EP reúne 5 faixas que reafirmam a identidade do grupo: peso e emoção, mitologia e realidade, em uma combinação de elementos modernos com a crueza do thrash/death old school.

Para os fãs de Arch Enemy, Children of Bodom, Kalmah.

O EP está disponível nas principais plataformas de streaming, incluindo Spotify, Apple Music, Deezer e YouTube Music, desde 20/03/2026, tendo lançamento antecipado no Bandcamp em 15/03/2026.

Sobre a banda

A Raiken foi formada em 2008, em Brasília (DF). Atualmente, a banda é composta por Ricardo Leite (baixo e vocal), Cristiano Marques (guitarra), Leonardo Pacheco (guitarra) e Daniel Neves (bateria).

Com dois EPs lançados, Raiken (2010) e Shattered Shield (2026), o grupo é conhecido por unir melodia, peso e velocidade a temas mitológicos e o realismo do dia a dia.

Alex Metzzher lança novo videoclipe "Magic Boots"

O rock clássico ganha um novo capítulo em 2026 com o lançamento de "Magic Boots", o mais novo videoclipe de Alex Metzzher - uma experiência intensa, energética e carregada de atitude que promete conquistar fãs logo nos primeiros segundos.

Extraída do álbum "Back to the Past", a faixa chega como um verdadeiro hino moderno do rock, unindo peso, melodia e uma estética visual marcante. O videoclipe traduz com precisão a essência do artista: presença de palco dominante, vocais poderosos e uma identidade sonora que resgata o melhor do clássico com uma pegada contemporânea.

Conhecido por sua consistência e qualidade em lançamentos audiovisuais, Alex Metzzher eleva ainda mais o nível de sua discografia com "Magic Boots". O trabalho sucede uma sequência sólida de lançamentos que incluem "Time Traveler" (2024), o EP "Stranger Nights" (2024), além dos singles de destaque e o explosivo "Live Invasion" (2025) - consolidando uma trajetória em constante crescimento.

Com direção de vídeo assinada por Neno Terra e produção musical refinada por Anderson Martiello, o clipe entrega não apenas música, mas uma experiência completa - visual, sonora e emocional.

Mais do que um lançamento, "Magic Boots" é um convite: aumente o volume, aperte o play e mergulhe em uma viagem direta ao coração do rock.

E tem mais vindo por aí: em breve, o artista lançará uma série especial revelando os bastidores e significados de cada faixa do álbum "Back to the Past".

Velorium lança álbum "O Limiar do Desconhecido"

A banda mineira Velorium, de Pedro Leopoldo (MG), lançou o álbum "O Limiar do Desconhecido", seu primeiro full-length.

Com uma sonoridade que transita entre o atmospheric black metal e o post-black metal, o trabalho incorpora influências de doom, shoegaze e post-rock, resultando em uma atmosfera densa, melancólica e intensa.

Fundada em 2004, a banda já havia lançado a demo "Honras em Sacrifícios Humanos" em 2009 e o EP "Prisão de Carne" em 2017.

Alberto Rigoni lança "Dystopia", álbum que coloca o baixo no centro de uma obra

Novo trabalho do baixista e produtor italiano reúne Michael Manring, Stuart Hamm, Tim "Herb" Alexander e David Menoudakis em um projeto instrumental que busca equilíbrio entre força, emoção e construção cinematográfica

O baixista e produtor italiano Alberto Rigoni lança Dystopia, novo álbum em que aprofunda sua proposta de unir composição autoral, baixo em primeiro plano e construção sonora cinematográfica. O trabalho reúne participações de Michael Manring e Stuart Hamm, dois nomes históricos do instrumento, além dos bateristas Tim "Herb" Alexander, conhecido pelo trabalho com o Primus, e David Menoudakis, em um projeto instrumental que transita entre o progressive, a fusion e o rock contemporâneo.

Segundo Rigoni, Dystopia nasceu da vontade de criar um álbum que expressasse de forma ampla sua visão como compositor e baixista, mas que também abrisse espaço para diferentes personalidades musicais. A proposta era desenvolver um trabalho poderoso, moderno e atmosférico, sem abrir mão de melodia e emoção. O conceito foi se formando de maneira natural a partir de sua ligação com a música progressiva, com paisagens sonoras cinematográficas e com composições guiadas pelo baixo. Mais do que um disco técnico, a intenção era construir uma obra com identidade, contrastes e profundidade.

Os convidados foram chamados durante o processo de composição e produção, quando a direção artística do álbum já estava definida. Rigoni explica que cada músico foi escolhido não apenas pelo alto nível técnico, mas também pela personalidade e pela voz musical próprias. A ideia, segundo ele, nunca foi apenas reunir nomes reconhecidos, e sim criar uma química real entre artistas capazes de acrescentar algo particular a cada faixa. Para o baixista, foi justamente essa soma de visões que ajudou a dar a Dystopia mais caráter, energia e impacto emocional.

Colocar o baixo em posição de destaque também foi um dos principais desafios do disco. Rigoni observa que, na maior parte dos álbuns de rock e metal, o instrumento costuma cumprir uma função de sustentação. Quando passa a ocupar uma das vozes principais da produção, é necessário encontrar um equilíbrio preciso entre peso, clareza e espaço dentro da mixagem. Isso exige atenção minuciosa aos arranjos, à escolha de timbres e à própria construção sonora das músicas, para que o baixo permaneça forte e presente sem comprometer a interação com guitarras, bateria e teclados. Para ele, esse processo é parte essencial da proposta do álbum: fazer o baixo soar de forma clara, melódica e agressiva quando necessário, sempre a serviço da música como um todo.

Sobre a recepção ao trabalho, Alberto Rigoni afirma: "Estou realmente impressionado com a resposta incrível que Dystopia recebeu até agora. Ver a crítica destacar não apenas a musicalidade, mas também a emoção, a atmosfera e a visão artística por trás deste álbum significa muito para mim. Dystopia foi criado para ser mais do que um disco de baixo - foi pensado como uma jornada por intensidade, melodia e imaginação. Aos nossos amigos da América do Sul, obrigado pela paixão, pela energia e pelo profundo amor pela música progressiva e intensa. Espero que este álbum fale com vocês de forma forte e pessoal."

Armadilha presta tributo a pioneiro do heavy metal venezuelano em "Motín en Occidente"

FONTE: Som do Darma

A banda paulistana Armadilha foi criada em 2010 e hoje é formada por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Palhano Bondezam (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Esses quatro headbangers encaram seu trabalho com tamanho significado que praticamente enunciam o heavy metal por uma perspectiva antropológica.

A começar pela sua estética musical que remete aos pioneiros do heavy metal brasileiro como Stress, Avenger, Centúrias, Azul Limão, entre outros, ou seja: heavy metal tradicional cantado em português, embora não sustentado pela repetição, mas sim pela produção de diferença.

Não obstante, o heavy metal do Armadilha é processo, multiplicidade, pois a banda amplifica territórios e vai dialogar com bandas do mesmo gênero em toda América Latina.

Exemplo é o novo single da banda, "Motín en Occidente", um cover do Arkangel, a primeira banda de heavy metal da Venezuela e da América Latina!

"Muitos se surpreendem com o fato da primeira banda de heavy metal do Brasil ser do Pará, mas quantos imaginariam que a primeira banda da América Latina é venezuelana e não mexicana, brasileira ou argentina?", questiona Pedro Zupo. "Desde o trabalho do nosso outro projeto (Living Metal) que estamos buscando enaltecer a obra dos pioneiros do heavy metal da América Latina e integrar a cena brasileira à latino-americana. O Arkangel foi pedra fundamental para o metal em nosso continente, estavam entre os primeiros a nos ensinar que podemos ser mais do que apenas fãs."

"Motín en Occidente" faz parte do tracklist de "El ángel de la muerte" lançado pelo Arkangel em 2000.

"Em agosto do ano passado fizemos um show no Hangar 110 aqui em São Paulo e tivemos a honra de tocar 'Motín En Occidente' junto ao Joad Jimenez (vocalista do Arkangel que gravou a música). Sabe o tamanho disso? Viramos amigos de um de nossos ídolos! O 'Ángel de la Muerte' é um dos melhores discos de heavy metal da América Latina e é uma honra sermos nós quem estamos revisitando isso ao público brasileiro", acrescentou Gregório Palhano Bondezam.

A antropológica versão de "Motín en Occidente" gravada pelo Armadilha ainda se propõe a dialogar sobre a geopolítica mundial contemporânea.

O vídeo animado da música reúne líderes mundiais que, distintamente, defendem interesses pessoais frente às misérias humanas. Embora não sejam páreos diante do poder do heavy metal que surge como instrumento de justiça nas mãos de alguns dos principais representantes do gênero que já não estão mais entre nós como Ozzy, Dio, Lemmy, entre outros.

Onvecna lança seu segundo Disco, "Código Não Binário"

A banda Onvecna formada em 2021 na Cidade de Maricá-RJ, lançou em março de 2026, seu segundo disco "Código Não Binário". Com uma abordagem corajosa e letras que convidam à introspecção, nesse disco eleva essa discussão prometendo um olhar ainda mais aprofundado e provocador sobre a temática, embalado pela intensidade sonora que já é marca registrada da banda.

Banda catarinense Contestado lança single "Gears Of Hell"

A banda catarinense Contestado lança seu primeiro single, "Gears Of Hell", uma faixa que une a agressividade do Thrash Metal a uma abordagem lírica crítica e reflexiva. Formada em 2025 no litoral norte de Santa Catarina, a banda reúne Lasanha (guitarra), Casarin (bateria) e Gabriel (baixo e vocal), com a proposta de combinar peso musical, memória histórica e questionamento social em composições autorais.

O nome Contestado faz referência à Guerra do Contestado, conflito do início do século XX no sul do Brasil, símbolo de resistência e disputa por território e identidade. Inspirada por esse contexto, a banda constrói sua identidade a partir de temas históricos e das tensões da vida contemporânea.

Musicalmente, o grupo dialoga com influências como Sepultura, Kreator, Slayer, Brujeria e Machine Head, resultando em um som pesado, com groove e densidade temática. "Gears Of Hell" traz uma metáfora direta: o inferno não é sobrenatural, mas o próprio sistema de exploração do trabalho.

O single marca o início da caminhada da Contestado, que busca se afirmar como uma voz autoral no Metal brasileiro.

Fatigati mistura hardcore, punk e rock alternativo no single "Nenhum Ponto Final"

O Fatigati divulgou o single "Nenhum Ponto Final", que antecipa o lançamento do EP de estreia "A Seguir", previsto para o segundo semestre deste ano. A faixa sucede o primeiro single, "Nada Vai Durar" (2025) e dá continuidade ao projeto idealizado pelo músico Michel Angelo, responsável pela voz, guitarras e baixo.

Segundo Michel, a música faz uma reflexão sobre a busca por certezas. "'Nenhum Ponto Final' fala sobre a recusa em aceitar certezas prontas. A música parte da ideia de que muitas respostas que recebemos sobre o mundo são, na verdade, formas de aliviar o medo e o sofrimento diante do desconhecido, daquilo que não controlamos".

"Nenhum Ponto Final", de acordo com Michel, integra uma narrativa que vem sendo construída desde o primeiro lançamento da Fatigati, em que as canções surgem a partir de experiências pessoais e reflexões sobre o tempo, escolhas e amadurecimento. "As músicas nascem de inquietações existenciais que surgem da própria experiência de vida. Com o tempo percebi que elas acabam formando uma narrativa quase involuntária, como se cada composição representasse uma etapa de um processo de amadurecimento."

Nesse percurso, o single anterior abordava diretamente a impermanência, enquanto a nova faixa avança para o questionamento das certezas. "Em Nenhum Ponto Final, a reflexão avança para outro lugar. A música questiona justamente a nossa necessidade de respostas finais e a tendência de transformar explicações em certezas para tentar organizar o caos da existência."

Formada em Poços de Caldas, Minas Gerais, a Fatigati dialoga com referências do hardcore, do punk e do rock alternativo. A produção da nova faixa segue a proposta independente do projeto, com a produção do próprio Michel. O lançamento ocorre por meio do selo Tapebox, também assinado pelo músico.

"A Fatigati nasceu de inquietações existenciais e da vontade de transformar essas perguntas em música direta e honesta, que acompanham o momento de vida e aquilo que está sendo vivido no dia a dia. A ideia é sempre cantar com honestidade sobre o que aparecer no caminho", revela Michel.

Loss lança o primeiro single de seu álbum ao vivo gravado em Londres

"Leaving" está disponível nas plataformas de música e também em vídeo gravado ao vivo no Cart And Horses, mesmo pub em que o Iron Maiden iniciou sua carreira, nos anos 70, na capital britânica

A Loss é a afluência da experiência e singularidade características da cena mineira de rock pesado. Natural da capital BH, a banda é capitaneada por Marcelo Loss (vocal e baixo) que foi fundador do grupo Concreto, com o qual gravou sete álbuns, sendo que o último contou com baterias gravadas por Vinny Appice (Black Sabbath, DIO). Também faz parte do line-up da banda o baterista Teddy Bronsk, que também já passou pelo Concreto e foi o fundador da lendária banda Witchhammer, uma das pioneiras do metal nacional na década de 80, com quem gravou quatro álbuns. Por fim, também é integrante da Loss o guitarrista Adriano Avelar que traz no currículo trabalhos ao lado de importantes nomes da música, desde compositores como Marku Ribas e Klinger, a rappers como Xis, Deleve, Thales Dusares e o ex-Planet Hemp, Speed Freaks.

A bagagem desse trio de músicos da Loss justifica o som vanguardista que eles vêm fazendo desde seus primeiros trabalhos, o EP "Let's Go" (2020), o álbum "Storm" (2022) e os diversos singles lançados. Mas é em seu segundo e novo álbum de estúdio, "Human Factor", que o Loss não só dá manutenção a sua vocação para lançar música boa, como prospecta novas possibilidades criativas.

Lançado em agosto do ano passado, "Human Factor" reúne 11 faixas e foi gravado e produzido no Analog Dream Studio em Belo Horizonte/MG porém mixado e masterizado no Sheriff at Antfarm Studio em Ebeltoft, Dinamarca, por ninguém menos que o renomado produtor Tue Madsen, famoso por ter trabalhado com Rob Halford, Meshuggah, Behemoth, Sick Of It All, Vader, etc. "Human Factor" também reserva participações bastante especiais como a do multi-instrumentista Johnny Herno e de Alan Wallace, guitarrista e membro fundador do Eminence.

Como parte da turnê em divulgação a "Human Factor", o Loss embarcou em Outubro para sua segunda turnê europeia.

Agendada e organizada pela produtora Som do Darma, a "The Human Factor - European Tour 2025" contou com sete shows em seis países diferentes, inclusive em grandes capitais como Paris, Amsterdam e Londres.

"A nossa segunda turnê pela Europa foi um sucesso", comenta Adriano Avelar. "Em todas ocasiões fomos muito bem recebidos pelo público europeu e a tour toda foi uma experiência fantástica. Tocamos em locais icônicos como o La Java, que é a casa mais antiga de Paris, também fomos a segunda banda brasileira a se apresentar no Cart And Horses, em Londres, que é o pub onde o Iron Maiden iniciou sua carreira".

E foi justamente durante o show realizado no Cart And Horses, em Londres, na Inglaterra, que o Loss registrou a maior parte do repertório que irá compor o primeiro álbum ao vivo da banda, "Live In London (A Night at Cart'n'Horses)". Gravado ao vivo em show realizado no lendário pub londrino no dia 25 de Outubro de 2025, "Live In London" vai reunir o seguinte tracklist: "The Storm", "Human Factor", "Até Quando", "Life Shows", "Burn Inside", "In My Mind", "Leaving", "Let's Go", além de duas faixas bônus, "The Light", gravada ao vivo no La Java em Paris, na França, e "Hold Me", gravada ao vivo no The Cave em Amsterdam, na Holanda.

Além do single "Leaving", assista ainda o vídeo "The Human Factor European Tour 2025 - The Storm Teaser" que traz a música "The Storm" como pano de fundo para um resumo do que foi a segunda turnê europeia do Loss.

Ammit lança Live Session tocando seu EP de estreia na íntegra

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda brasileira Ammit lançou a live session "A Journey Into The Mystical Echoes", apresentando a performance ao vivo em estúdio das cinco faixas que compõem seu EP de estreia. O registro ressalta os elementos sombrios e atmosféricos que marcam sua proposta artística, ao mesmo tempo em que evidencia a técnica e a profundidade de suas composições.

A live session traz a performance integral do EP "The Master Key", lançado em agosto de 2025, reunindo as faixas "The Elixir", "The Master Key", "Devourer of The Dead", "Scale of Hearts" e "The Claim". Ao vivo, as composições assumem novas camadas de expressão e evidenciam a versatilidade do grupo, que transita entre peso, densidade e ambientações que dialogam com referências da música clássica à eletrônica, mantendo uma identidade estética audaciosa e carregada de personalidade.

Ryan Perdz mergulha no grunge sombrio em novo single "Sour"

Lançado no último dia 6 de março, o novo single "Sour" marca mais um passo importante na trajetória de RYAN PERDZ, consolidando sua identidade sonora dentro de um rock visceral, emocional e carregado de influências do grunge dos anos 90.

Com uma atmosfera densa e melancólica, "Sour" mergulha em temas como dor, autossabotagem e a inevitabilidade das próprias consequências. A letra expõe vulnerabilidade sem filtros, conduzindo o ouvinte por uma narrativa intensa, onde sentimentos de perda, conflito interno e resignação se entrelaçam em versos marcantes como "I think I'm gonna die young / I'll see my setting sun when the damage is done".

Sonoramente, a faixa apresenta guitarras cruas e carregadas, uma base rítmica sólida e uma interpretação vocal poderosa. A voz de Ryan Perdz é um dos grandes destaques: rouca, emotiva e expressiva, evocando a força e a profundidade de ícones do grunge, em uma fusão que remete à intensidade clássica do gênero, mas com personalidade própria.

O lançamento vem acompanhado de um videoclipe que reforça ainda mais a estética da música. Em um cenário marcado por chuva, relâmpagos e uma ambientação sombria, o artista aparece tocando e cantando em meio a esse caos atmosférico, criando uma experiência visual que dialoga diretamente com o espírito cru e introspectivo do grunge noventista.

"Sour" não é apenas uma faixa, é uma imersão emocional que traduz angústias contemporâneas através de uma linguagem sonora atemporal. Com esse lançamento, Ryan Perdz reafirma seu potencial como uma voz autêntica dentro do rock atual, capaz de conectar gerações ao revisitar influências clássicas com uma abordagem honesta e intensa.

O single já está disponível nas principais plataformas digitais.

Roosevelt Bala, do Stress, revela bastidores e reflexões sobre o heavy metal em entrevista

Ícone do Heavy Metal brasileiro, Roosevelt Bala é o destaque de uma entrevista reveladora que já está disponível ao público. Conhecido por sua atuação à frente do Stress, um dos nomes pioneiros do gênero no Brasil, o músico compartilha histórias marcantes, opiniões contundentes e uma análise sincera sobre a evolução da cena nacional.

Ao longo da conversa, Bala revisita momentos importantes de sua trajetória, desde os primeiros passos do Metal no país até os desafios enfrentados por bandas independentes ao longo das décadas. Com franqueza e experiência, o artista também aborda o cenário atual, trazendo reflexões e perspectivas sobre os rumos do estilo.

A entrevista se destaca pelo tom direto e pela riqueza de detalhes, oferecendo ao público uma oportunidade única de conhecer mais profundamente a visão de um dos responsáveis por abrir caminhos para o Heavy Metal brasileiro.

Mais do que um resgate histórico, o conteúdo se apresenta como um registro relevante para fãs, músicos e interessados na cultura do som pesado, reforçando a importância de Roosevelt Bala na consolidação do gênero no Brasil.

A entrevista completa já está disponível no YouTube:

Novo single da Fuligem já está disponível para audição

"Ao Meio" marca a estreia do grupo e traz a participação especial de King Jim (Garotos da Rua), um dos nomes mais emblemáticos do rock gaúcho.

A faixa transita entre blues rock e stoner, com riffs densos e atmosfera intensa. A letra foi adaptada do poema homônimo, escrito por Julia Carolina.

O single foi produzido por Wagner Rodrigues, que também assina as guitarras. A formação conta ainda com Adry Diaz (baixo) e Bruno Oliveira (bateria).

Banda de metal paraibana Goromax lança seu primeiro single

A banda GOROMAX acaba de dar mais um passo importante em sua trajetória com o lançamento do single "Ataque", já disponível nas principais plataformas de streaming. Apostando em uma sonoridade pesada, densa e ao mesmo tempo moderna, o grupo consolida sua proposta dentro do metal alternativo, carregando fortes influências do stoner rock.

"Ataque" chega como um trabalho que traduz bem a identidade da banda: riffs marcantes, atmosfera arrastada e uma pegada visceral que dialoga com o peso característico do stoner, sem abrir mão de elementos contemporâneos do metal alternativo. O resultado é uma faixa que equilibra agressividade e ambiência, criando uma experiência sonora intensa e envolvente.

A GOROMAX vem construindo seu espaço de forma independente, apostando em uma estética própria e em composições que valorizam tanto o impacto quanto a personalidade musical. Com "Ataque", o grupo reafirma essa proposta, entregando uma música que tem potencial tanto para playlists especializadas quanto para conquistar novos ouvintes dentro do cenário underground. Confira agora o som:


Lançamentos de Bandas de Rock e Heavy Metal