Rock e Heavy Metal - lançamentos e outras novidades - Dezembro de 2025
Abaixo, os últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Assista "Jovem Brasileiro", novo videoclipe do Supla
O Supla lançou nesta sexta-feira (26) o videoclipe da faixa "Jovem Brasileiro", presente no álbum "Nada Foi em Vão", que marca o 20º trabalho de estúdio do artista em uma trajetória de 40 anos na música.
"Jovem Brasileiro" é definida por Supla como "uma balada de peso que cutuca uma ferida". Ele conta que a canção foi criada numa ‘jam session’ com Os Punks de Boutique e a letra foi composta por ele, Teodoro Suplicy e Henrique Cabreira". "A música é inspirada nos jovens brasileiros que, frente à a desigualdade, buscam um futuro e algo para acreditar nessa vida", afirma Supla. "Todos nós queremos andar pelas próprias pernas", completa o músico.
Com direção de Victoria Brito e edição de Gustavo Araújo, "Jovem Brasileiro" integra a série de registros audiovisuais que acompanham o álbum "Nada Foi em Vão". Das 15 faixas presentes no disco, "Jovem Brasileiro" é a 11º a ganhar videoclipe.
Secretcult - horror punk natalino sem espírito de paz
Em The Naughty List, o Secretcult aposta em uma ideia curiosa: usar o imaginário natalino como pano de fundo para duas faixas de horror punk. A proposta é interessante, mas a execução oscila bastante e não consegue sustentar o conceito com a mesma força do início ao fim.
"Wicked Kids" é, sem dúvida, o ponto alto do EP. A música acerta tanto no tema — crianças travessas punidas pelo irmão do Papai Noel — quanto na construção musical. O riff inicial flerta com o stoner rock, mas a semelhança termina ali: a bateria segue uma linha própria, distante da estética do gênero, mantendo a faixa dentro do horror punk. Os vocais aqui funcionam bem, são seguros e bem encaixados, o que reforça a faixa como a melhor do trabalho e praticamente carrega o EP nas costas.
O problema surge com "Whispers in the Snow". Embora a música adote uma pegada mais punk e traga um momento interessante com um "dueto" entre baixo e bateria antes do solo de guitarra, o conjunto não se sustenta. Os vocais ficam claramente abaixo do nível apresentado na faixa anterior, soando menos seguros e menos marcantes, o que enfraquece uma música que tinha potencial para equilibrar o EP.
No fim das contas, The Naughty List soa mais como uma boa ideia parcialmente executada do que como um lançamento realmente sólido. Falta consistência entre as faixas e sobra a sensação de que o conceito natalino de horror poderia ter sido explorado com mais cuidado e impacto.
Alcoholic Coma lança o single "Ashes" e antecipa álbum de estreia
A banda brasileira de heavy/thrash metal Alcoholic Coma lançou o single "Ashes" no dia 25 de dezembro de 2025, com disponibilidade em todas as plataformas digitais. A faixa antecipa o primeiro álbum do grupo, intitulado "Just Pride No Regrets".
Formada em 2023, a Alcoholic Coma é composta por Max (vocal), Louis (guitarra e segunda voz), Tuchão (baixo e backing vocal) e Tom (bateria e backing vocal). O grupo aposta em uma sonoridade agressiva e direta, influenciada pelo thrash metal dos anos 1980 e pelo heavy metal tradicional, com letras que abordam conflitos internos, decadência e resistência.
"Ashes" apresenta riffs rápidos, bateria intensa e vocais marcantes, refletindo a identidade sonora que a banda pretende consolidar em seu álbum de estreia. A música recebeu produção independente e marca uma nova fase criativa do grupo dentro da cena underground nacional.
Além do lançamento nas plataformas digitais, o single contará com um lyric video, com estreia marcada para o dia 1º de janeiro de 2026, no canal oficial da banda no YouTube.
Paralelamente ao trabalho em estúdio, a Alcoholic Coma dá início à divulgação do álbum Just Pride No Regrets e à preparação de sua agenda de shows, apresentando um repertório focado em composições autorais.
A morte como pancada sonora - O novo album da banda Atratus
No dia 27 de novembro, Lali Melo retorna ao metal após 12 anos sem lançar um álbum com composições autorais. O retorno acontece por meio do Atratus, projeto que transita entre o metal tradicional e influências de progressive, thrash e power metal.
O Atratus surge como uma nova banda brasileira, formada em Natal, Rio Grande do Norte, e apresenta um EP conceitual inspirado em uma pergunta universal: "O que acontece quando morremos?". O trabalho propõe uma reflexão sobre a jornada da alma, a percepção pós-morte e os limites do entendimento humano.
Akael retorna às origens Doom Metal em novo álbum "Remembrances of a Synthetic Love"
Os cariocas da banda Akael estão de volta em seu novo álbum "Remembrances of a Synthetic Love". O projeto lançado em 20 de Dezembro de 2025 traz consigo 10 faixas mais 2 bônus track em um Doom Metal completamente inovador.
A banda que havia lançado em 2024 um projeto mais voltado para o Death Metal Melódico, agora retorna às suas origens neste novo lançamento.
Para quem realmente ama Doom Metal "Remembrances of a Synthetic Love" é uma bela pedida. Há de se considerar que este álbum tem influências diretas de bandas como My Dying Bride, Funeral, Draconian, Clouds e outros grupos do gênero.
As The Palaces Burn une peso e caos social em videoclipe agressivo de "United Obsoletion"
A banda As The Palaces Burn lançou o videoclipe de "United Obsoletion", uma das faixas do álbum "Zodiac", disponibilizado em 21 de novembro. A música chega acompanhada de um vídeo direto e perturbador, que traduz em imagens a crítica social presente na letra e reforça a fase mais madura e incisiva da banda.
Segundo o guitarrista, vocalista e compositor Diego Bittencourt, a canção não trabalha com exageros ou ficção distópica. "United Obsoletion não é ficção. É um retrato cru de uma sociedade à beira do colapso, onde a manipulação substitui o pensamento crítico e o caos deixa de ser acidente para se tornar método", afirma. A letra aborda o desgaste coletivo, a perda de referências e a normalização da desinformação como instrumento de poder.
O clipe funciona como uma extensão natural da mensagem da música. "As imagens traduzem a decadência moral, o colapso social e as sombras que guiam nossas decisões. É um manifesto sonoro e visual sobre um tempo em que o silêncio também é uma escolha", explica o vocalista.
"United Obsoletion" integra Zodiac, álbum que aprofunda a identidade do As The Palaces Burn e dá sequência ao caminho iniciado com o single-título lançado em dezembro de 2024. O disco foi produzido por Adair Daufembach, reunindo riffs pesados, refrões marcantes e letras que transitam entre conflitos internos e críticas sociais diretas.
Insomnica lança música que cutuca evangélicos (e todo mundo que só fala, mas não faz nada)
Em "O Espetacular Desfile Imóvel das Estátuas Falantes", banda provoca quem fala bonito, mas evita sair da arquibancada e agir
Autor: Sergio Verine
A banda potiguar Insomnica lança um tiro certeiro contra a hipocrisia moderna. O single "O Espetacular Desfile Imóvel das Estátuas Falantes" questiona: em um mundo cheio de orações, boas vibrações e indignação nas redes, quem de fato faz alguma coisa?
A provocação atinge tanto quem aposta no pensamento positivo como solução mágica quanto cristãos que falam sobre mudança mas permanecem imóveis.
O vocalista Geandre Moret — que também é pastor — explica que até o título longo é intencional. Inspirado em bandas como My Chemical Romance, o nome extenso já conta uma história antes do play.
A letra em primeira pessoa evita apontar dedos: o incômodo é compartilhado. Um verso resume tudo: "Um mundo diferente não vai ser construído por gente indiferente".
Com produção de 2024 e participação de Jen Lima (Story of The Son), a faixa mistura rock alternativo, hip hop e passagens progressivas. Disponível nas plataformas digitais pelo selo Se Vira Music, com lyric video no YouTube.
Muqueta na Oreia aborda colapso ambiental e ação humana no lyric video de "Queima"
Exatamente um ano após o lançamento do single "Queima", o Muqueta na Oreia amplia o alcance artístico e conceitual da obra com a estreia de seu lyric video, apresentado como um manifesto contra a destruição ambiental, as queimadas e a exploração desenfreada do planeta. A música confronta diretamente a ganância humana e o "matricídio" da Terra, propondo reflexão, resistência e reação diante de questões urgentes que impactam o presente e o futuro da humanidade.
Worgohm lança Live Session, HQ e anuncia participação na NAMM 2026
A música pesada brasileira estará representada em uma das maiores feiras de música do mundo, a NAMM 2026, que acontece entre os dias 20 e 24 de janeiro, na Califórnia, Estados Unidos. Michel Oliveira, guitarrista e vocalista da Worgohm, foi confirmado para uma apresentação exclusiva no estande oficial da Tagima, a maior marca de guitarras da América Latina.
Reconhecido como um dos pioneiros no uso de guitarras de oito cordas e instrumentos de alcance estendido no Brasil, Michel Oliveira desenvolveu uma linguagem própria dentro do Metal Moderno, combinando afinações extremas, atmosferas futuristas e a intensidade da identidade latino-americana. O show será uma performance especial com músicas da Worgohm, seu projeto de Prog/Industrial Metal que vem ganhando destaque pela sonoridade contemporânea, timbres profundos e estética marcante. Na apresentação, Michel evidenciará tanto a potência sonora do projeto quanto a versatilidade das guitarras Tagima, explorando afinações graves e texturas atmosféricas que definem a identidade da banda.
O músico aproveitou o anúncio para lançar uma performance completa ao vivo em estúdio da Worgohm, intitulada "Neo Organic Studio Live", evidenciando a potência avassaladora da banda ao longo de seis músicas que percorrem todas as fases de sua discografia.
Jo Campos lança "Concrete Eclipse", primeiro single de sua carreira solo
O guitarrista brasileiro Jo Campos lançou o single "Concrete Eclipse" dando início a seu projeto solo e revelando as diferentes facetas do músico como compositor, que une de maneira surpreendente o peso das vertentes mais extremas do Metal com melodias marcantes e carregadas de feeling, em uma abordagem contemporânea e cheia de personalidade, destacando de imediato a sua obra em meio a uma avalanche de lançamentos genéricos que soterram o Metal Moderno.
"Concrete Eclipse" faz um retrato crítico do mundo contemporâneo, abordando a sensação de sufocamento social e emocional vivida em uma realidade marcada por estruturas de poder rígidas, normas impostas e uma liberdade que se revela apenas aparente. A música questiona a legitimidade desses sistemas, evidenciando a distância entre quem cria as regras e quem sofre diretamente suas consequências.
A música também lança um olhar atento sobre a hipocrisia das elites, expondo como discursos moralizantes e máscaras de virtude ainda são eficazes para manter privilégios dentro de um sistema que pune os menos favorecidos e absolve os que estão no topo. Outro ponto central da narrativa é a invisibilidade social, trazendo à tona indivíduos e grupos apagados por uma lógica que transforma vidas em números e silencia vozes dissidentes.
Aeon Fracture lança o single "Life" antecipando seu quarto álbum de estúdio
FONTE: Hell Yeah Music Company
Ainda embalada pelo lançamento de três álbuns de estúdio, além de um DVD ao vivo, a banda paulista de Prog Metal Aeon Fracture já anunciou seu quarto álbum completo, previsto para o primeiro semestre de 2026. Intitulado "Lullaby For Broken Hearts", o novo trabalho foi antecipado pelo single "Life", que encerra o ano da banda com chave de ouro e eleva as expectativas para os próximos lançamentos.
A pré-produção conta com 19 faixas previstas, o que, em um formato tradicional de CD, resultaria em um álbum duplo. A banda também estuda a possibilidade de lançar o trabalho em vinil, cuja produção será definida após a análise de viabilidade e do interesse do público.
"Life" aborda a turbulência da existência: os medos, a depressão e tantos outros sentimentos que desencadeiam insônia, pensamentos incessantes, angústia e incertezas. Ao mesmo tempo, a música retrata a busca por força para seguir vivendo, como um clamor aos céus e a necessidade urgente de colocar a vida nos eixos e encontrar um caminho para que tudo dê certo.
O artista capixaba que largou o emprego tradicional para viver de rock
Marcos Tadeu estreia carreira solo com EP autoral que transforma conflito profissional, inquietação artística e referências clássicas do rock em um trabalho cru e pessoal.
Em tempos em que a lógica do mercado empurra artistas para caminhos previsíveis, o cantor, compositor e multi-instrumentista Marcos Tadeu decidiu ir na contramão. Natural de Vargem Alta (ES), o músico lança seu primeiro EP autoral, um trabalho que nasce do confronto direto entre viver de arte ou se submeter a uma rotina profissional tradicional — dilema que atravessa toda a obra.
Com influências claras do rock clássico e do blues, Marcos carrega no som referências como Beatles, Led Zeppelin, Sérgio Sampaio e Roberto Carlos, filtradas por uma vivência pessoal marcada por inquietação, estrada e reinvenção. Conhecido na cena capixaba como vocalista e baixista da Jurassic Band, o artista agora assume o protagonismo de um projeto solo direto, sem verniz e profundamente autoral.
Segundo o músico, o EP reflete o espírito do tempo atual e o impacto da pós-modernidade na vida do artista. "As músicas falam de experiências reais que vivi, de trabalhar em uma carga horária pesada em uma empresa e da decisão de me reinventar enquanto artista e me dedicar exclusivamente à música", explica Marcos Tadeu. "Não consegui fugir de quem eu sou."
O EP reúne quatro faixas — "Certo Pra Mim", "Eu Sei", "Rigor Mortis" e "O bandido, o artista e a cidade que os pariu" — que transitam entre narrativas existenciais, crítica social e reflexões sobre identidade. A produção musical foi realizada inteiramente por Marcos, que também assumiu praticamente todos os instrumentos: baixo, guitarras, violão, piano, gaita, percussão e samplers.
O trabalho ainda conta com participações pontuais de músicos da cena local, como Aroldo Sampaio (guitarra), Juba e Ronnie Silveira (bateria), além de Renan Silveira e Signobeat, responsáveis pela mixagem e masterização. O resultado é um EP artesanal, orgânico e honesto — um registro de quem escolheu o risco da arte em vez da segurança do caminho tradicional.
O projeto foi viabilizado por meio da Lei Paulo Gustavo, através de edital da Prefeitura de Vargem Alta, reforçando o papel do incentivo cultural na produção independente.
Golpe de Estado faz último show da carreira neste domingo em São Paulo, no Carioca Club
FONTE: LP Metal Press
Após a morte do único fundador original remanescente, Nelson Brito em 2024, a banda decidiu encerrar as atividades e fará um show com ex-membros, além de diversos convidados.

A banda acaba de lançar um álbum ao vivo, gravado em 2023 em Santo André. Este foi o último registro com Nelson Brito no palco – na ocasião também estiveram Catalau, Rogério Fernandes e Kiko Muller, ex-integrantes do grupo.
Quem quiser adquirir este álbum histórico, ele estará à venda no show deste domingo.
Com 40 anos de estrada, 8 álbuns de estúdio e 3 ao vivo, o Golpe de Estado deixa um legado indiscutível para o rock nacional.
Golpe de Estado – Show de despedida em São Paulo
Participação Especiais: Catalau, Rogério Fernandes, Kiko Muller, Tadeu Dias, Celso Cardoso, Bocato, Neurozen, Matheus Shanoski, Rodrigo Hid, Ricardo Schevano e Daniel Kid.
Dia: 21/12 (domingo)
Horário: A casa abre às 18:00
Local: Carioca Club. Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo- SP
Ingressos:
https://www.clubedoingresso.com/evento/golpe-de-estado-21-12
Realização: TC7 Produções
Santa Cora aborda o vazio moderno em "Panic Nation", seu novo single e videoclipe
FONTE: Hell Yeah Music Company
A Santa Cora lançou seu novo single, "Panic Nation", acompanhado de um videoclipe de produção grandiosa que expande o conceito introduzido em "Ancient Road", dando continuidade à construção narrativa do próximo álbum da banda.
"Panic Nation" é ambientado em uma nação destruída pelo próprio povo, vítima da obsessão coletiva pelo consumismo, pela busca frenética por bens de consumo e pelo vazio de valores que resulta em histeria, disputas e colapso ambiental. O single retrata um povo que transforma a terra em um deserto de inutilidades e expõe as consequências do desperdício, do imediatismo e da substituição contínua de tudo aquilo que perde valor rapidamente. É uma crítica direta à cultura da rivalidade, ao descartável e à superficialidade que permeia a modernidade.
Fourkaos lança videoclipe com performance de "Our Minds, Our Gates"
FONTE: Hell Yeah Music Company
Cada vez mais consolidada como um dos grandes nomes do Metal nordestino na atualidade, a Fourkaos disponibilizou o vídeo de sua performance ao vivo para a faixa "Our Minds, Our Gates", registrado durante a apresentação da banda no Festival de Inverno de Campina Grande, um dos mais tradicionais eventos culturais realizados anualmente na cidade de origem do grupo.
O vídeo evidencia a performance avassaladora da banda ao vivo, reforçando o destaque que sua obra vêm conquistando nos últimos anos. Reconhecidos por diversos prêmios como alguns dos melhores lançamentos do ano, esses trabalhos tiveram como ponto alto o Prêmio Profissionais da Música, no qual a Fourkaos foi eleita a Melhor Banda de Metal do Brasil em 2021, voltando a figurar entre os finalistas em 2025.
Àlfar Quest lança single e lyric video de estreia com participação de Fabio Lione
FONTE: Hell Yeah Music Company
A Àlfar Quest lançou o single e lyric video de "Into the Crystal Deep", marcando a estreia oficial da banda e apresentando de forma contundente a sua proposta artística e conceitual, estabelecida no metal épico e no power metal melódico. A faixa resgata uma sonoridade grandiosa e orientada por narrativas fantásticas, abordagem que por anos perdeu espaço diante da ascensão do metal moderno, mas que atualmente volta a ganhar força e se projeta como uma das próximas grandes ondas do metal mundial. O lançamento conta ainda com a participação especial de Fabio Lione (ex-Angra, Rhapsody), cuja presença acrescenta peso histórico e impacto à estreia do projeto.
A música aborda uma jornada de confronto interior, utilizando a metáfora de uma descida a um reino cristalino como espaço de revelação. Ao longo da letra, personagens são conduzidos a encarar memórias, culpas e verdades ocultas, em um percurso onde passado e identidade se confundem. A narrativa se desenvolve como um teste final, típico das campanhas de RPG, em que não há garantias de redenção e o desfecho depende da capacidade de enfrentar a própria essência.
Aclive lança EP de estreia "Vendetta" e leva o hardcore dos morros de Santos para o país
A baixada santista acaba de ganhar um novo nome de peso na cena do rock nacional: a Banda Aclive lançou em setembro de 2025 o seu primeiro EP, "Vendetta", disponível em todas as plataformas digitais. Formada nos morros de Santos, a Aclive apresenta um som que combina punk rock, hardcore, metal e nuances melódicas, em um trabalho visceral, urgente e repleto de identidade.
Com 5 faixas inéditas, o EP marca a consolidação de uma banda que nasceu sem pretensões em 2019, mas que, rapidamente, encontrou sua voz, e seu público.
"Vendetta traduz a energia intensa que acompanha o grupo desde os primeiros ensaios, interrompidos apenas pela pandemia, período que serviu para fortalecer as composições e dar forma ao repertório", afirma o guitarrista Guz Oliveira.
Sobre a Banda Aclive
A Aclive nasceu da amizade de infância entre Guz (guitarra), Thalita (voz) e Van (baixo), todos moradores dos morros de Santos (SP) e vindos de outros projetos musicais. Em 2019, o trio decidiu unir forças e criar novas músicas, atraindo pouco depois Thiago (bateria) para completar a formação.
O nome "Aclive" representa a origem e a caminhada do grupo, que sobe e desce diariamente as ladeiras dos morros santistas — metáfora perfeita para a resistência, força e autenticidade que também marcam suas composições. Suas influências transitam entre rock, punk, hardcore e metal, criando um som plural e difícil de rotular, capaz de atingir públicos diversos.
Tromba de Elefante lança Videoclipe do Single "O Rei do Provador"
Malcriados e expulsos do ABC paulista, os seis membros do Tromba migraram para a Paulicéia Desvairada. A manada compôs canções de grande potencial radiofônico formando um repertório inusitado em que misturam, sem o menor constrangimento, rock, pop, e punk, com ritmos regionais brasileiros e latinos, destilando sarcasmo em letras bem-humoradas que gozam o cotidiano e arquétipos tupiniquins. Gravaram um CD Single nos estúdios Mosh com quatro composições hilárias e querem atingir ao grande público de todas as etnias e faixas etárias.
Anguish Project lança segundo álbum, "Mischance Control"
O Anguish Project lança seu segundo álbum em apenas um ano! "Mischance Control", sucessor de "What's Believing?", já está disponível nas plataformas de streaming. A produção é assinada pelo baixista, letrista e compositor Kaô (ex-Venus), com engenharia de Tito Falaschi e Átila Ardanuy, que também realizou a mixagem e masterização no High View Studio, em São Paulo.
"Em 'Mischance Control' eu quis aprofundar a ideia de angústia como algo estrutural da existência. A influência de Schopenhauer aparece nessa percepção de que viver é, inevitavelmente, lidar com dor e frustração, e que a busca por sentido muitas vezes esbarra no vazio. Já Freud entra como um complemento, mostrando o conflito interno permanente entre desejo, repressão e consciência. O álbum reflete esse embate interno, essa sensação de controle precário sobre a própria vida, onde até os momentos de prazer são breves antes da angústia voltar a se impor", detalha Kaô, mentor do projeto.
Repertório:
1. The Curse
2. Someone Beloved
3. Only God Will Know
4. When The Angels Fall
5. Bullet
6. Reaching The Sky
7. Runnin' Out O'Time
8. Mischance Control
9. Luci
10. Gotta Get Outta Here
A composição e os arranjos de "Mischance Control" são de Kaô, com produção vocal de Sergio Faga no Silver Studio. Os teclados e arranjos de teclados são de Nei Medeiros, as percussões de Alexandre Grooves e a gravação de bateria de Edu Cominato. A arte e o logo são assinados por Gustavo Sazes. Entre os convidados especiais, além de Tito Falaschi, que também gravou as guitarras, estão Luiz Márcio Canto (solo de violão), Eduardo Tibira (vocais de apoio) e Roberto Barros em "Someone Beloved". Além de Kaô, o Anguish Project conta com Sergio Faga (vocal, Children of the Beast), Denis Okuma (guitarra, Ação Direta) e Fred Barion (bateria, Led Cover).
Phornax lança "Hell’s Paradise", single que explora conflitos internos e renascimento
FONTE: TRM Press
O Phornax, grupo gaúcho de heavy metal, acaba de lançar o single "Hell’s Paradise", já disponível em todas as plataformas digitais. A faixa representa um novo momento criativo e técnico do quinteto, que consolida seu espaço como uma das grandes promessas do metal brasileiro contemporâneo. O Phornax é formado por Cristiano Poschi (vocal), Deivid Moraes e Eduardo Martinez (guitarras), Sfinge Lima (baixo) e Mauricio Dariva (bateria).
Com composição assinada por Deivid Moraes (guitarra) e produção de Renato Osorio (ex-Hibria, Magician, Fighterlord), "Hell’s Paradise" apresenta uma sonoridade moderna, agressiva e ao mesmo tempo melódica. A música se destaca logo nos primeiros segundos com uma introdução impactante, riffs marcantes e um refrão poderoso, carregado de emoção e intensidade.
A letra aborda conflitos internos, superação de limites e renascimento — temas traduzidos em arranjos vigorosos, linhas de bateria sólidas e uma performance vocal expressiva.
O grupo prepara seu álbum de estreia para 2026 e vem apresentando uma série de singles que reforçam sua identidade sonora.
O vocalista Cristiano Poschi explica: "Essa música representa muito do que estamos vivendo como grupo. É intensa, direta e traz à tona sentimentos que todo mundo já enfrentou em algum momento da vida. É o tipo de som que te obriga a sentir."
Jessik lança o rock "Passageiro", collab com Jean Carllos, do Oficina G3
FONTE: AL9 Comunicação
A cantora e compositora Jessik acaba de lançar, em vídeo, o rock "Passageiro", sua nova canção em collab com o músico Jean Carllos, tecladista de uma das bandas mais renomadas do rock cristão brasileiro, o Oficina G3.
A canção, que será lançada nas plataformas de música em 19 de dezembro, é marcada por intensidade, refinamento artístico e uma assinatura estética que confirma a fase mais madura da artista. A faixa, que une sutileza emocional e vigor instrumental, chega acompanhada de um videoclipe cuidadosamente construído e de uma ficha técnica que evidencia a força colaborativa do projeto.
"Passageiro" composta por Flavio Souza, propõe uma viagem sensorial que atravessa memórias, escolhas e transformações. A letra transita entre movimento e introspecção, enquanto o arranjo equilibra energia e delicadeza, um diálogo vivo entre voz, instrumental e emoção.
Flavio Souza também assina a direção artística e musical, o músico conduz o projeto para uma estética abrangente: visual, sonora e interpretativa. Cada elemento foi moldado para reforçar a essência da canção, evidenciando a identidade marcante de Jessik e o encontro musical com Jean Carllos.
A canção faz parte do projeto audiovisual "Direção" que tem outras duas canções de rock and roll já disponibilizadas pela artista e que conta também com colaborações de peso, "Sal e Luz" feat PG, que está com mais de 110k de players no Spotify e "Funnel" feat Dale Thompson, vocalista de uma das bandas mais conceituadas no rock cristão mundial, Bride e que já conta com quase 500k de visualizações no canal da cantora no Youtube.
A presença de Jean Carllos — amplamente reconhecido por sua trajetória e virtuosismo — adiciona nova camada artística à faixa, criando um diálogo musical preciso e sensível ao lado de Jessik.
All Metal Stars BR - Documentário explica turnê que celebra o legado de Andre Matos
FONTE: TRM Press
Projeto reúne ícones do rock e familiares do vocalista em uma homenagem emocionante e inédita, com estreia marcada para março de 2026.
O heavy metal brasileiro se prepara para um dos momentos mais marcantes de sua história. Em março de 2026, estreia a turnê All Metal Stars BR, uma homenagem grandiosa a Andre Matos. Ao lado da turnê, acaba de ser lançado também um documentário exclusivo que explica a ideia da turnê e como ela reuniu esses grandes músicos.
O documentário que acompanha o projeto aprofunda essa proposta. Com direção de Anderson Bellini — responsável pelo aclamado "Andre Matos – Maestro do Rock" — o vídeo mergulha nos bastidores da turnê, com depoimentos emocionantes dos músicos. "Depois que o Andre faleceu, fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que disseram ter sido salvas pelo trabalho dele. Isso não é exagero de afirmar", revela Dani Matos. "Nem nos meus melhores devaneios sobre como seria uma homenagem ao Andre, eu jamais imaginaria ter parceiros tão talentosos comigo nesse projeto", completou.
"Mais do que um show, essa turnê é uma celebração da vida e obra de André. Ele foi uma inspiração para todos nós e esta é nossa forma de agradecer e contribuir para seu legado", afirmam os músicos.
A iniciativa inédita reúne três gigantes da cena nacional: Aquiles Priester (Angra, Hangar), Thiago Bianchi (Shaman, Noturnall) e Edu Ardanuy (Dr. Sin, Sinistra), além da participação especial de Dani Matos, irmão de Andre e atual baixista do Viper. A presença de Dani traz um elemento íntimo e afetivo ao projeto, reforçando sua autenticidade.
Um dos destaques será a apresentação em São Paulo, no dia 15 de março, na tradicional casa Audio, onde André se apresentou em diversas ocasiões. Os shows prometem ser noites épicas para os fãs, com clássicos, faixas raras e até músicas pouco executadas ao vivo, como a icônica "Wuthering Heights".
O line-up da banda principal também impressiona. Além dos já citados, o projeto conta com Guilherme Torres (guitarra) e Saulo Xakol (baixo), ambos do Noturnall, e Fabio Laguna (teclados), ex-integrante do Angra e músico da banda de Edu Falaschi. Todos compartilham laços artísticos profundos com a trajetória de Andre Matos.
O evento também abre espaço para novos nomes do metal nacional. O Phornax, de Porto Alegre, liderada por Cristiano Poschi e Eduardo Martinez (ex-Hangar), é o convidado especial da turnê, destacando-se com o EP Silent War. Juntam-se ainda as bandas Krakkenspit, elogiada em turnês com Noturnall e Edu Falaschi, e a já conhecida Tierramystica, que se incorpora ao time na etapa nordestina.
A produção da turnê é assinada pela Arena Produtora, com o apoio de Cristiano Poschi, responsável por viabilizar toda a estrutura do projeto. Para Bianchi, idealizador do tributo, a intenção sempre foi respeitar a história e os sentimentos que cercam o nome Andre Matos. "Liguei para o Dani perguntando como poderia prestar essa homenagem de forma legítima. E só prossegui porque a família estava a bordo", afirma. "A gente sabe o que Andre representa. Todo mundo que faz parte desse projeto tem uma ligação verdadeira com ele."
A proposta da turnê vai além da música: ela se conecta também com ações sociais. Todas as datas terão opções de ingresso solidário, com preços acessíveis e arrecadação de alimentos, tornando o evento inclusivo e com impacto positivo.
Storia transforma "Rise of the Silver Knights" em balada medieval com videoclipe de produção cinematográfica
FONTE: TRM Press
Primeira versão acústica da banda chega como "presente de Natal" aos fãs, com clipe bem-humorado gravado na Casa Medieval, em São Paulo.
A banda Storia, formada por Pedro Torchetti (vocal), Gabriel Veloso (guitarra), Pablo Guillarducci (baixo) e Thiago Caeiro (bateria), lança o single e clipe de "Rise of the Silver Knights", em uma versão acústica que apresenta um lado mais íntimo e lúdico do grupo. A faixa é uma releitura da música já presente no EP de estreia e que também ganhará uma versão definitiva no álbum completo, previsto para o início de 2026. "Sentimos que a música tinha espaço para um outro lado, quase como se fosse cantada por um bardo dentro do universo do Storia. Daí nasceu essa versão acústica", explica a banda.
Com um forte clima de "bardo medieval", o Storia explora um lado mais calmo, emocional e folclórico de sua sonoridade, sem perder a essência do power metal. "Queríamos explorar um clima de ‘bardo medieval’, trazendo um lado mais lúdico, calmo e emocional da música. É uma interpretação mais leve, quase folclórica, que brinca com os elementos clássicos do Power Metal. Nossa intenção foi criar algo aconchegante e divertido, que os fãs pudessem ouvir como se estivessem numa taverna de fantasia", comentam.
O clipe de "Rise of the Silver Knights" foi gravado na Casa Medieval, em São Paulo, um espaço com ambientação perfeita para transportar a audiência para dentro dessa "taverna" fantástica. "Gravamos o clipe na Casa Medieval, em São Paulo, que é um lugar incrível, com estrutura, temática e atmosfera perfeitas para o que imaginávamos. Decidimos convidar fãs, amigos e cosplayers para participar, todos caracterizados em clima medieval. O Fábio, capitão do time de combate medieval Espada de Prata, também se juntou à gravação, o que deixou tudo ainda mais autêntico", contam. "A experiência foi leve e muito divertida, cheia de improvisos e risadas. O resultado final ficou exatamente como queríamos: um clipe bem-humorado, carismático e ao mesmo tempo acompanhando uma versão musical linda e emotiva."
A nova versão reforça a identidade atual do Storia, fortemente conectada às raízes do power metal tradicional e às influências medievais e fantásticas. "A Storia na sua fase atual explora as raízes do Power Metal tradicional, especialmente suas influências medievais e fantásticas. A versão acústica nasceu desse momento: queríamos brincar com essa identidade, trazendo algo esteticamente ‘bardo medieval’ e, ao mesmo tempo, totalmente Storia. A gravação do clipe reforçou isso, misturamos fantasia, jogos, HQs e séries, tudo com humor", detalham.
Musicalmente, o single bebe em fontes como o folk medieval, as baladas de taverna dos RPGs, trilhas sonoras de fantasia e o espírito do trovador clássico reinterpretado pelo power metal moderno. "Influenciam essa versão o folk medieval, as baladas de taverna dos RPGs, trilhas sonoras de fantasia e o espírito do trovador clássico reinterpretado pelo Power Metal moderno. Misturamos essa estética com harmonias típicas do gênero e com o clima narrativo que permeia todo o universo conceitual da Storia", diz a banda. Além disso, o lançamento marca a primeira incursão acústica do grupo: "É a nossa primeira versão acústica, algo bem diferente de tudo que fizemos até agora. Foi uma oportunidade de mostrar outra faceta da banda, mais leve, e com um toque folclórico que ainda não tínhamos explorado".
Mesmo diferente do material mais pesado, o single não representa uma ruptura, mas um desdobramento divertido do universo da Storia. "É um single à parte, uma espécie de ‘lado alternativo’ da banda. O álbum completo, previsto para o começo de 2026, segue outra proposta sonora. Esta faixa é mais como um presente de Natal para os fãs e uma forma divertida de expandir o nosso universo", explicam. "É um lançamento independente, pensado para oferecer algo especial enquanto os fãs aguardam o próximo capítulo oficial da Storia", completam.
A resposta do público aos trabalhos mais recentes anima a banda e cria boas expectativas para este novo passo. "A recepção ao ‘The Kaer Slaughter’ foi incrível, tanto o single quanto o playthrough no YouTube tiveram um retorno acima do esperado. Estamos muito felizes com o engajamento e com os elogios. Com esse lançamento, esperamos surpreender os fãs de um jeito diferente: algo inesperado e divertido", afirma o grupo.
Gabi Delaporte lança seu primeiro single autoral "Não Vou Parar"
A artista de Salto (SP), que já passou pelo Conservatório de Tatuí e projetos na região, estreia carreira autoral com faixa inspirada no rock alternativo dos anos 90.
A cena cultural da região de Salto acaba de ganhar um novo capítulo autoral. No último dia 8 de dezembro, a cantora e compositora Gabi Delaporte lançou oficialmente seu primeiro single, intitulado "Não Vou Parar". A faixa já se encontra disponível em todas as principais plataformas de streaming e chega acompanhada de um videoclipe.
A estreia marca um momento de crescimento artístico para Gabi, que atua como artista independente e acumula uma década de experiência nos palcos com projetos de voz e violão.
A nova música reflete suas influências pessoais, trazendo uma sonoridade que remete à nostalgia do rock irlandês. Segundo a divulgação, a composição tem referências diretas em clássicos como "Linger" e "Ode to My Family", da banda The Cranberries.
Volpones lança EP de estreia com forte influência do rock britânico
A banda Volpones celebra o lançamento de seu primeiro EP, um trabalho composto por cinco faixas que marcam a força e a identidade do grupo. O EP, lançado pelo selo SE Records, apresenta uma sonoridade marcante, com forte influência do rock britânico em toda a sua extensão.
O destaque do material é a faixa inédita "Susie Grude". O EP também reúne quatro músicas já conhecidas pelo público, mas agora consolidadas neste trabalho de estreia: "Da Matrix ao Metaverso", "Mulher de Vida Fácil", "Língua nos Dentes" e "PhD em Você".
Este EP representa a conclusão de um ciclo importante para a Volpones. Com o lançamento consolidado, a banda já direciona suas energias para a próxima fase, trabalhando intensamente na produção de material novo e promissor para ser lançado em 2026.
SubRock lança o single "Meritocracia En Español"
A banda SubRock reforça sua conexão com o público latino-americano com o lançamento do novo single, "Meritocracia En Español". A faixa mantém a tradição do grupo de criar versões em espanhol de seu repertório, uma estratégia fundamental para expandir sua atuação e alcance no mercado musical da América Latina.
A canção narra uma história poderosa de contraste social. Ela acompanha um jovem da periferia de um país latino-americano que, a caminho do trabalho em um ônibus, observa pela janela um jovem privilegiado ('boy') indo estudar em um carro importado. Essa cena serve como ponto de partida para uma profunda reflexão sobre o conceito de meritocracia e as desigualdades sociais.
"Meritocracia En Español" foi gravada no Conspiração Records, com produção a cargo de Lau Andrade. Este lançamento é o primeiro single em espanhol que a SubRock planeja apresentar até o final do ano. Essas faixas servirão como aquecimento para o aguardado novo EP da banda, com repertório em português, que será lançado no início de 2026.
Sakura lança novo single "Amor Indescritível"
Com influências claras de artistas como POLLO e Ivo Mozart, "Amor Indescritível" é uma poderosa fusão de rap-rock que propõe uma reflexão profunda sobre o romance para aqueles que não o valorizam. A faixa se destaca por suas rimas afiadas e melodias incisivas, prometendo conquistar tanto os fãs de rock quanto os de rap.
O single e seu videoclipe foram lançados oficialmente em 1 de dezembro de 2025 e já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Tumultos Urbanos Lança EP e divulga single "Quem Mata de Verdade"
"Quem Mata de Verdade" é uma obra que mergulha sem filtros na realidade brutal do feminicídio no Brasil uma violência que atinge mulheres de todas as origens, mas impacta com ainda mais força aquelas que vivem às margens: mulheres da periferia, mulheres pretas e mulheres trans.
A música denuncia, com poesia e contundência, que o ato de matar não se limita ao agressor direto. A letra escancara como a própria sociedade com seu silêncio, sua indiferença, sua cultura machista e suas estruturas de exclusão é a verdadeira mão que aperta o gatilho simbólico e literal todos os dias.
Mais do que uma canção, "Quem Mata de Verdade" é um manifesto. É o grito das que não foram ouvidas, um chamado urgente para enxergar o que muitos insistem em ignorar: o feminicídio não nasce apenas do agressor individual, mas de um sistema que desumaniza, abandona e legitima a violência contra mulheres, especialmente aquelas que carregam múltiplas vulnerabilidades. Com força, sensibilidade e crítica social, a música convoca o ouvinte a refletir sobre quem realmente mata e sobre o papel de cada um na transformação dessa realidade.
Revo apresenta o intenso EP "Fúria Secular"
A banda REVO anuncia o lançamento do seu mais novo e visceral trabalho, o EP "Fúria Secular", disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade intensa e letras profundas, o EP é uma jornada de reflexão sobre a origem e a força dos sentimentos negativos que nos movem.
O conceito de "Fúria Secular" nasceu de um momento de introspecção e catarse do vocalista Grande Gui. O artista enfrentava uma raiva reprimida em função de sérios problemas familiares causados por seu irmão mais velho. Essa experiência pessoal acendeu uma chama criativa, levando-o a uma conclusão mais ampla:
"Cheguei à conclusão de que os sentimentos que os seres humanos sentem são frutos de sentimentos dos nossos antepassados. Muitos sentimentos negativos que sentimos no dia a dia estão atrelados a uma fúria de muitos séculos que nós, como sociedade, carregamos."
O EP é, portanto, um mergulho corajoso naquilo que nos conecta com a intensidade emocional de gerações passadas.
O processo de composição foi iniciado por Grande Gui, que desenvolveu a temática e as letras iniciais. Em seguida, a dupla com Vini Mota refinou o material, trabalhando em conjunto nas letras e no instrumental das faixas.
A produção do EP foi um esforço completamente Do It Yourself, realizada pela própria banda REVO. A pré-produção começou no primeiro semestre de 2025, logo após a entrada do baixista Gabriel Voltan. Após a finalização das letras e melodias iniciais, o material foi levado para o restante da banda para ser desenvolvido e produzido na íntegra.
A gravação ocorreu no Estúdio Tyranosom, localizado no bairro da República em São Paulo/SP, com a engenharia de som de Ricardo Brilhante, da banda parceira Antígona.
Denner Zacarias apresenta "Onde me encontrar?", um rock romântico
O cantor e compositor Denner Zacarias lança no dia 12 de novembro de 2025 o single "Onde me encontrar?", faixa que antecipa seu primeiro álbum de estúdio.
A canção tem origem em um episódio simples e carinhoso: ao esperar ansiosamente o horário para encontrar a namorada, Denner foi surpreendido pela curiosidade da mãe, que percebeu sua impaciência ao olhar o relógio repetidas vezes.
Dessa cena, surgiu a melodia e o verso inicial: "Olho pro relógio e vejo o tempo passar. Não sei quantas horas são."
Gravada em seu home studio, com produção do próprio Denner Zacarias e participação de amigos nos instrumentos de corda, a faixa equilibra leveza, romantismo e uma pitada de nostalgia, remetendo ao tempo em que o artista ainda morava com os pais e fazia parte de uma dupla com o irmão.
"Onde me encontrar?" é uma canção sobre o amor e a espera, mas também sobre o poder das lembranças que moldam quem somos.
Um lançamento autêntico e intimista de um artista que encontra beleza nas pequenas histórias da vida.
Ironias - entre o indie e o punk-hardcore, banda volta com "Odisseia Emergente ao Fracasso"
Após dez anos de silêncio, o Ironias rompe o tempo e retorna com o álbum 'Odisseia Emergente ao Fracasso', um trabalho que sintetiza o passado, o colapso e a reinvenção. Mais que um retorno, o disco é uma travessia: um manifesto sobre o existir em meio às ruínas digitais e emocionais da contemporaneidade.
Fundado em 2014 por Jacintho, o Ironias surgiu no circuito punk/DIY do interior de São Paulo, entre as cidades de Leme e Jundiaí, construindo sua trajetória inicial com urgência, intensidade e total independência. Foram dois EPs, turnês pelo Sul do país e uma sonoridade crua e poética que marcou o underground da época.
Agora, com Jacintho, Cely Couto, Matheus Campos e Lucas Rosa na formação, o projeto renasce com maturidade e experimentação, reafirmando sua essência sem perder o ímpeto que o originou.
'Odisseia Emergente ao Fracasso' reúne 11 faixas que oscilam entre o indie rock, o pós-punk e até mesmo o punk-hardcore, construindo uma estética onde atmosferas densas e luminosas se entrelaçam.
Khorium - rap metal e crossover no novo disco "Pária"
FONTE: Agência 1a1
O Brasil segue sendo terreno fértil para a indignação — e a Khorium sabe transformar isso em som. O power trio de Volta Redonda (RJ) acaba de lançar 'Pária', seu quinto álbum, unindo rap, metal e hardcore crossover a letras de forte crítica social. É impossível não reconhecer a conexão entre o disco — gestado há meses — e os acontecimentos que atravessaram o Estado de origem da banda no final de outubro.
'Pária' reflete justamente sobre as estruturas que possibilitam episódios como os que ocorreram no Rio, considerado o mais letal da história da segurança pública, e que deixou ao menos 120 mortos entre policiais, criminosos e pessoas ainda não identificadas.
O álbum coincidentemente chega em um momento em que reforça o papel crítico de um disco e serve de convite à reflexão sobre os ciclos de violência e exclusão que persistem desde a fundação do Brasil.
Pária — os que estão à margem, os que sobram, os não-reconhecidos — é costurado com riffs e temas sociais sensíveis e letras contundentes que não deixam pedra sobre pedra. Entre os muitos questionamentos, o álbum aborda a engrenagem que produz o crime e a violência e analisa as estruturas de poder que permanecem intactas em detrimento da vida do povo.
A faixa de abertura, "A Redenção de Cam", ganhou clipe e é um dos trechos mais simbólicos de Pária, retratando feridas históricas profundas, como racismo estrutural e eugenia. Apesar de sua força emblemática, o disco não se limita a esse tema, visitando outras problemáticas.
A música tem inspiração no documentário "Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil", que narra a história de crianças negras retiradas de um orfanato e submetidas a trabalho escravo e experimentos eugênicos na década de 1930 e no quadro homônimo de Modesto Brocos (1895) considerado um símbolo da expressão racista no Brasil.
Rodrigo Garcia - mergulho mineiro no rock clássico com alma britânica marca lançamento de "Singular", primeiro disco solo
AUTOR: Agência 1a1
O guitarrista, maestro e multi-instrumentista mineiro Rodrigo Garcia celebra 30 anos de carreira com ‘Singular’, seu primeiro álbum solo. Combinando o rock clássico à sofisticação do progressivo e da música clássica, o álbum foi composto, cantado e gravado inteiramente por Rodrigo em seu estúdio em Belo Horizonte. Já disponível nas plataformas de música, ‘Singular’ é uma obra que reflete sua trajetória e autenticidade musical.
‘Singular’ traz uma fusão única de influências britânicas – especialmente dos Beatles – com arranjos que misturam piano e guitarra, criando uma atmosfera elegante e envolvente. Rodrigo, com sua guitarra marcante e seu arco de violoncelo, assina um som pessoal, livre de amarras e fórmulas prontas. As faixas transitam entre um som mais pesado e baladas mais suaves.
"É o álbum que eu sempre quis fazer, com total liberdade criativa", afirma Rodrigo. Com letras profundas e reflexivas traz temáticas, como morte, autodestruição, solidão, angústia e romance, revelando uma jornada íntima através de sentimentos e experiências que marcaram o músico e que certamente atravessam a vida de todos nós.
O clipe de ‘Cloudy Day’, um dos destaques do álbum, tem clima onírico, surrealista e abraça o estranhamento para apresentar uma pessoa desmembrada em várias outras, com seus diversos sentimentos e pensamentos, que se deixa levar por ideias catastróficas a ponto de torná-las reais em situações inesperadas.
Julio Ito lança "Karasu (O Corvo)" - confira o clipe inédito
"Esta canção é sobre um corvo que conheci no Japão..." assim começa o novo clipe do trio Julio Ito e os Fabulosos Eduardos, introduzindo a inspiração que permeia a obra. Ao longo do vídeo, recortes e colagens visuais de registros da banda, da produção em estúdio, de rolês de skate, de ambientes urbanos, de corvos e outras memórias do artista se entrelaçam, dando forma a um mosaico sensorial que aprofunda a narrativa da música.
A canção aborda a simbologia sombria e ao mesmo tempo libertária do corvo — KARASU (カラス) em japonês — como a voz da alma que voa "rasgando o céu dos ideais" e penetra nas profundezas do mundo oculto.
"KARASU" vem com guitarras pesadas, atmosfera misteriosa e uma letra reflexiva. Um rock alternativo que explora os contrastes entre o leve e o intenso, sustentados pela imagem do corvo que "voa longe por aí". Dinamismo, lirismo e alma sombria se misturam nas melodias. KARASU voa em um céu enigmático e introspectivo, apresentando a beleza do não saber.
O clipe "viaja" através do submundo das noites do underground até o vasto céu azul de cidades como São Paulo (bairros da Saúde e Liberdade, Av. Paulista, Parque da Independência etc.), Tokyo (Shibuya, trem bala shinkansen etc.), Mimasaka e Sendai no Japão. Num primeiro momento, as cenas passam a impressão de se tratarem apenas de um punhado de recortes e colagens de memórias pessoais e particulares do artista, mas quando acompanhadas com a canção, a imaginação de cada espectador torna-se a principal mensagem das viagens do corvo KARASU.
Truta lança seu single de estreia "Dó Maior"
O cantor e compositor truta, natural de Brusque (SC), lançou no dia 11 de novembro de 2025 o single "Dó Maior", marcando sua estreia oficial no cenário musical autoral.
A faixa transita pelo rock alternativo, combinando referências que dialogam com o grunge, indie e música popular brasileira (MPB), e traz como temática central a persistência na busca pelos próprios objetivos, abordando o desejo de seguir em frente mesmo diante das adversidades.
"Dó Maior" representa um momento simbólico na trajetória do jovem artista de apenas 12 anos. Em 2025, além de lançar o primeiro single, ele também recebeu menção honrosa no Prêmio Literário SESC Criança 2024 e lançou o livro "As Aventuras de Pintor Júnior", pela editora do SESC.
A produção do single ficou a cargo do Euphonia Estúdio, responsável por construir uma sonoridade intimista e ao mesmo tempo intensa, condizente com a proposta artística de truta. A música carrega uma estética sonora que remete à sensibilidade melancólica de Yoñlu, jovem músico brasileiro que se tornou referência na cena alternativa.
Roqueiro canadense Rockin Ronnie lança hard rock autoral "Witch's Kiss"
O roqueiro Rockin Ronnie lançou um videoclipe de sua música original, "Witch's Kiss", e esse roqueiro do Canadá é influenciado pelo estilo do heavy metal clássico dos anos 80. Ele deseja imitar esse som. Este videoclipe apresenta alguns temas medievais e conta a história de um homem viajando e se encontrando entre as armadilhas malignas da bruxa. Ele luta? Ou aspira encontrar a bruxa? Descubra assistindo ao videoclipe no YouTube!
SantoPecador lança single "Deep Sea Diver's Syndrome"
A banda potiguar de heavy metal, SANTOPECADOR, conta a história de um grupo de mergulhadores em novo single. Deep Sea Diver's Syndrome foi inspirada no incidente ocorrido em Trinidad e Tobago. Na ocasião, mergulhadores foram sugados para dentro de um oleoduto enquanto trabalhavam. Apenas um sobrevivente conseguiu escapar. No entanto, os seus pedidos de ajuda foram recusados pela empresa responsável, e os outros quatro foram deixados para trás. Assim, a música se torna, ao mesmo tempo, uma memória às vítimas mortas e um pedido de respeito aos trabalhadores viventes. Deep Sea, portanto, é o primeiro momento de um trabalho maior a ser lançado ainda em 2026, que trará tanto mais histórias sórdidas quanto músicas insólitas.
Cyberpunch lança single de estreia, "Riding Worms"
O Cyberpunch apresenta o single de estreia, "Riding Worms", marcando oficialmente o início da trajetória autoral da banda paulistana formada em agosto de 2024 por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria). Com a proposta de explorar o heavy metal sob influências de thrash e gótico, o grupo reúne músicos de diferentes gerações e experiências, que se conheceram por meio de anúncios em redes sociais. "O primeiro ensaio ocorreu antes mesmo de qualquer encontro presencial! No entanto, a química foi imediata e transformou o Cyberpunch em uma banda de composição intensa e postura profissional", analisa o vocalista Netuno Balboa.
O universo lírico do Cyberpunch aborda ficção científica e temas inspirados em obras como Duna e Mad Max, sem se limitar a essas referências. As letras utilizam metáforas para discutir conflitos contemporâneos, refletindo questões como luta de classes, colonialismo, ecologia e tensões geopolíticas. O grupo possui oito composições finalizadas para o álbum de estreia, "Chromefall", previsto para maio de 2026. Entre elas está a chamada 'Trilogia Mad Max', formada por três faixas ambientadas nesse cenário.
"Riding Worms", gravado no The Bunker Studio (SP) com produção de Alex Marras e Gabriel Guedes Gois, que também assina a engenharia de som, simboliza o início oficial desta narrativa. A música, mixada no Alex Marras Studios, em Nottingham (ING), usa o imaginário dos vermes gigantes de areia de Duna como metáfora para ciclos de marginalização que aprisionam pessoas vulneráveis e consomem oportunidades e identidade. "O verme assume a forma do Ouroboros, símbolo de ciclos infinitos e autodestruição, conectando fantasia e crítica social", explica Netuno, que explora melodias vocais inspiradas em tradições árabes do Sul da Espanha e do Norte da África.
Beyond the Black lança "Ravens", faixa de seu próximo disco de estúdio
Enviador por: Mateus Ribeiro
A banda Beyond the Black lançou nesta sexta-feira (5 de dezembro) o vídeo oficial do single "Ravens". A faixa integra "Break the Silence", próximo álbum de estúdio do grupo, que tem lançamento programado para o dia 9 de janeiro de 2026.
"Ravens" foca na união, lealdade e resistência. Tanto a música quanto o videoclipe contam com participações especiais e contribuições dos fãs do Beyond the Black, reforçando ainda mais um dos temas centrais do álbum: superar barreiras de comunicação interpessoal e conectar pessoas.
A vocalista Jennifer Haben comentou: "'Ravens' é sobre pertencimento — sobre encontrar luz nos outros quando tudo parece desconectado. Ouvir as vozes dos nossos fãs nesta canção tornou essa mensagem real da forma mais bela possível".
Sexto disco do Beyond the Black, "Break the Silence" é um álbum conceitual enraizado no metal melódico com influências étnicas, explorando temas de comunicação, força interior, resistência e a necessidade urgente de reconexão em um mundo dividido. Faixas como "Let There Be Rain", "(La Vie Est Un) Cinéma", "Ravens" e "The Flood" examinam como as palavras — e sua ausência — moldam nossa realidade. É uma experiência emocional e multifacetada que espelha o mundo complexo de hoje e convida os fãs a fazerem parte deste novo capítulo.
Vertigem Megitrev: EP de estreia "Demônios" mergulha no caos social e na frieza do serial killer
A banda soteropolitana de Metal Alternativo Vertigem Megitrev lançou seu EP de estreia, "Demônios", no dia 21 de novembro, em mais de 100 plataformas digitais, com distribuição pela Brechó Discos e Nikita Music Digital.
O lançamento oficial foi marcado por um show gratuito no Discodelia Pub & Records, no Rio Vermelho, em Salvador, no dia 30/11. O evento contou com transmissão ao vivo pelo Youtube e acessibilidade em Libras e a banda caprichou nos materiais de merchandising. Teve até sorteio de camisas da banda e distribuição de copos personalizados com a arte do álbum.
A Vertigem Megitrev traz uma sonoridade potente dentro do Metal Alternativo, incorporando influências que variam entre Heavy, Death, Thrash e Industrial. O resultado é um som que é descrito como pesado, técnico e cheio de atitude, sustentando a intensidade das letras.
A banda destaca-se também pela diversidade e pela representatividade: Sua formação inclui representatividade feminina e de artistas com deficiência no cenário do metal. O guitarrista e produtor Júnior Jun, por exemplo, é totalmente cego.
A banda foi fundada em 2012, inicialmente como um grupo feminino de rock. A formação atual foi consolidada em 2025 e inclui: Davi Cajuí (vocalista, entrou em 2013), Júnior Jun (guitarrista e produtor, entrou em 2014), Milena Olicarsa (bateria, entrou em 2017), Maria Amanda (baixo, entrou em 2017) e Valter Musael (guitarra, completou a formação atual em 2025). A fundadora da banda, Verena Araújo, é a principal autora das letras.
O trabalho da banda foi produzido integralmente com o suporte do Laboratório Underground, um projeto do Coletivo Sem Freio , que busca fortalecer a cena underground de Salvador. O projeto teve apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, através da Secult BA, via Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
O EP "Demônios": Crítica Social e Narrativas Sombrias
O EP "Demônios" reúne cinco faixas autorais que, em sua essência, abordam a "ação de matar" em diferentes contextos, misturando crítica social, existencialismo e narrativas sombrias, muitas vezes tratadas com sátira.
Samoon lança novo supergrupo do Metal nacional
O tecladista e membro fundador da SAMOON, Samuel Cirelli, confirmou a line-up oficial do supergrupo que o acompanhará nessa atual fase da sua carreira. O músico reuniu um verdadeiro time de peso, que conta com nomes do nível de Henrique Martins (vocalista, Winterfall), Gustavo di Pádua (guitarrista, Aquaria, Endless), Gabriel Triani (baterista, Wizards) e Raphael Dafras (baixista, Edu Falaschi, Almah).
E foi acompanhado do quarteto acima citado que Samuel registrou o primeiro álbum da SAMOON, ao lado do produtor Thiago Bianchi (Noturnall, ex-Shaman) no Fusão Studio. O material conta ainda com as participações especiais dos não menos importantes Vitor Veiga (vocalista, Aquaria, Endless), a vocalista tailandesa Keerati (Skyline) e do próprio Thiago Bianchi.
Desde sua adolescência, Samuel Cirelli sempre se interessou por música, começando seus estudos de teclados aos 15 anos de idade de forma auto de data. Para aprimorar sua técnica, aos 23 anos ingressou na escola de música IT&T. Tocou em algumas bandas covers de Heavy Metal, mas seu alvo sempre foram suas composições autorais.
No ano de 2008 ele formou a banda Illustria, em 2009 lançaram um EP de forma independente contendo quatro faixas. Dentre elas, duas músicas foram suas composições.
A banda realizou shows em São Paulo Capital, Rio Claro e Curitiba/Paraná. Em 2020 formou uma banda chamada SAMOON, no qual todas as composições são de sua autoria. Todas as músicas já estão finalizadas e prontas para serem gravadas.
Leandro Caçoilo, vocalista do Viper, lança o single "Time"
FONTE: TRM Press
O vocalista Leandro Caçoilo, conhecido por trabalhos à frente de bandas como Viper, Eterna, Caravellus, Seventh Seal e Soulspell, lança o single "Time", segunda faixa revelada de seu primeiro álbum solo, "Caçoilo – Building My Own Kingdom", previsto para 2026. A música reforça a veia Power Metal que marcou a trajetória do cantor, unindo velocidade, melodias marcantes e um refrão de impacto em uma composição direta, intensa e focada em temas como a passagem do tempo e as escolhas que definem a vida.
Para viabilizar o lançamento, Leandro prepara uma campanha de financiamento coletivo que será divulgada em breve. A iniciativa tem como objetivo cobrir os custos de gravação e prensagem do álbum, mantendo o controle artístico nas mãos do próprio músico. Quem apoiar o projeto garantindo o CD físico receberá o material autografado e participará diretamente da concretização deste passo decisivo em sua trajetória.
Em "Time", Caçoilo explora com força a potência e a musicalidade de sua voz, construindo linhas vocais cheias de dinâmica, emoção e identidade própria. A faixa sintetiza a proposta do álbum solo: um trabalho autoral e pessoal, no qual letras mais íntimas, que não se encaixariam em suas bandas, ganham espaço em arranjos que dialogam com todas as fases de sua carreira no metal.
A banda que acompanha Leandro no single reúne nomes consagrados do metal brasileiro. Luis Mariutti, Val Santos, Rafael Rosa e Douglas Codonho formam a base sólida e agressiva da música, criando o terreno ideal para os solos de guitarra. O primeiro solo de "Time" é assinado por Antônio Araújo, enquanto o segundo fica a cargo de Bill Hudson, ambos imprimindo virtuosismo e personalidade à composição.
Nascido em 31 de maio de 1980, Leandro Caçoilo é considerado um dos vocalistas mais versáteis do metal brasileiro. Começou aos 15 anos na banda Orion e ganhou projeção nacional com a Eterna, participando dos álbuns "The Gate" (2001), "Terra Nova" (2002) e "Epiphany" (2004). Em 2012, foi eleito pelo site Whiplash um dos 15 maiores vocalistas do Brasil e, paralelamente aos palcos, atua como professor de técnica vocal, formando novos cantores.
Atualmente, Caçoilo é o vocalista da lendária VIPER, com quem lançou "Timeless" (2023), primeiro álbum de estúdio do grupo em mais de uma década, amplamente elogiado pela crítica. Também integra a Seventh Seal, a banda de hard rock Hardshine e o Caravellus, com o qual gravou o álbum conceitual "Inter Mundos" (2021). Com "Time" e o futuro lançamento de "Caçoilo – Building My Own Kingdom", Leandro inaugura oficialmente sua fase solo, sem abrir mão das raízes no Heavy/Power Metal brasileiro.
Malvada lança novo videoclipe de "After"
FONTE: LP Metal Press
A banda Malvada, que foi recentemente confirmada no Bangers Open Air 2026, lançou nesta quarta-feira o videoclipe da música "After" que está presente no segundo álbum lançado pela Frontiers Records.
A banda descreveu o vídeo da seguinte maneira: "Essa música fala sobre coisas que vivenciamos ao longo da vida e queríamos descrever essas cenas e a própria festa. Isso é sobre se divertir com quem você ama, e tentamos mostrar isso neste vídeo. Rock and Roll também é sobre festejar e curtir a vida como ela é. Essa é uma das músicas mais legais do álbum e estamos muito animadas para mostrar esse novo vídeo para o mundo".
O clipede "After" foi gravado e dirigido por Caike Schefer com roteiro de Livia Mendes e produção executiva da TC7 Produções.
A Malvada tocará no Bangers dia 26/04, domingo, ao lado de Angra, Within Temptation, Smith/Kotzen, Winger, Nevermore, Primal Fear, Cobra Spell e muitas outras.
A formação da Malvada traz Indira Castillo (vocal), Bruna Tsuruda (guitarra), Rafaela Reoli (baixo) e Juliana Salgado (bateria).
Crônica Ativa chega ao cinema com novo single em trilha sonora de filme
FONTE: Hell Yeah Music Company
A Crônica Ativa, banda paulista de Metal Moderno, lançou o single "Colateral", acompanhado de um videoclipe com estética cinematográfica que aprofunda a reflexão sobre os efeitos emocionais e psicológicos do perfeccionismo. A faixa também integra a trilha sonora de "A Última Peça", novo filme de Raphael Carlos e Jeziel Bueno, os mesmos criadores de "Prazer, Bruno" e "Quantas Vezes Maria", colocando o trabalho da banda em um novo nível de alcance e reconhecimento.
No centro do lançamento está a mensagem da música, que mergulha nos danos colaterais causados pela autocobrança excessiva. O vocalista Ronald Esteferson explica que "Colateral" retrata o peso de quem tende a ser perfeccionista e vive com a sensação de nunca ser bom o bastante, mesmo quando se dedica de forma obstinada. Para ele, a faixa traduz a dor de ser imperfeito. O guitarrista Marcos Oliveira reforça que a letra dialoga com uma pressão reforçada pela sociedade e pelo capitalismo, onde errar não é permitido e onde a busca constante por desempenho pode se tornar um fardo emocional. Segundo ele, o ponto central da música é mostrar que somente a própria voz pode aliviar esse peso e guiar o indivíduo de forma autêntica, longe das aparências.
A densidade dessa temática se conecta de forma natural com o filme "A Última Peça", em que estudantes de cinema são perseguidos por um serial killer que recria cenas clássicas de terror. Assim como os personagens do longa enfrentam ameaças externas, a música da Crônica Ativa explora ameaças internas como medos, inseguranças e a sensação iminente de falhar, criando uma ligação emocional entre obra musical e narrativa cinematográfica. O videoclipe acompanha essa estética introspectiva e dramática, traduzindo visualmente o conflito interno abordado na letra.
Madame Chaos lança videoclipe emocionante de "There's No Time for Longing"
FONTE: Hell Yeah Music Company
Depois de comover os seus fãs com o single "There's No Time for Longing", a banda gaúcha Madame Chaos tornou a experiência de seu lançamento ainda mais emocionante com a estreia do videoclipe para a faixa, tornando sua temática sobre saudade e dor da perda ainda mais profundas, traduzindo a sensação de ter perdido parte da própria alma, revelando um vazio impossível de preencher, mas, ao mesmo tempo, transmite uma mensagem de aceitação e da necessidade de seguir em frente, ainda que a ausência desse amor permaneça para sempre. É um convite para quem já perdeu alguém a revisitar suas próprias dores e, quem sabe, encontrar um pouco de cura no meio delas.
Wild Hunt transforma mito tupinambá do dilúvio em seu novo single
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda brasiliense Wild Hunt lançou seu novo single e lyric video, "Dilúvio", que antecipa a estreia de seu terceiro álbum completo de estúdio, marcando o início de um novo ciclo da banda, que aprofunda ainda mais sua fusão entre o metal extremo, melodias épicas e narrativas inspiradas nas raízes ancestrais brasileiras. O lançamento também apresenta a sonoridade e o conceito que irão nortear o próximo disco, centrado na resistência indígena à colonização portuguesa.
Inspirada no mito tupinambá do dilúvio, registrado por Alberto Mussa no livro "Meu Destino É Ser Onça", a partir de relatos indígenas e crônicas do século XVI, a música revive uma das grandes narrativas de origem dos povos do litoral brasileiro. Nesse mito, uma inundação catastrófica é desencadeada por Tamanduaré, filho da divindade Maíra, após um conflito com seu irmão Guaricuité. A enchente destrói o mundo e apenas os dois sobrevivem, refugiando-se no topo de árvores. Quando a vida recomeça, cada irmão torna-se ancestral de um povo distinto: os Tupinambá e os Tobajara. Essa separação explica a rivalidade tradicional entre os grupos e a lógica da vingança sagrada que organizava a vida em Pindorama, nome dado pelos povos tupi à "terra das palmeiras", como era conhecido o território que hoje chamamos de Brasil antes da colonização. Em "Dilúvio", a Wild Hunt traduz essa narrativa para uma atmosfera feroz e profundamente ritualística, conectando paganismo, história e cultura indígena por meio de um olhar da mitologia que busca valorizar a mitologia sul-americana dentro do metal.
Gargant lança seu álbum conceitual de estreia, "Dead Night Defiance"
FONTE: Hell Yeah Music Company
A banda Gargant lançou seu álbum conceitual de estreia, "Dead Night Defiance", uma obra que apresenta uma sonoridade autêntica, analógica e orgânica. Resgatando a era de ouro do Heavy/Power Metal do final dos anos 90, o Gargant entrega um som vivo, insurgente e colossal, músicas que soam como tempestades erguidas sobre riffs grandiosos, com atmosferas densas e uma estética que valoriza o peso e o épico.
Conceitualmente, "Dead Night Defiance" constrói uma mitologia própria, onde fantasia sombria, simbologia e conflitos humanos se entrelaçam em narrativas que vão além do entretenimento. Som, letras, clipe, estética e performance coexistem como frações de um único universo, um cosmo grandioso, cinematográfico e profundamente imersivo, onde cada detalhe é pensado para reforçar a identidade e a visão artística da banda.
Blood Flowing revela "What Tomorrow Won’t Bring": retrato doloroso de perdas e espíritos em ruínas
One-man band fundado por Carlos Misanthropic (ex-A Dead Poem), o Blood Flowing reúne um EP, dois álbuns e um split, sendo uns destes, seu registro mais íntimo: um álbum composto durante um período de isolamento extremo, onde cada faixa funciona como um desabafo real de perda e ruptura emocional.
A banda brasileira de Atmospheric / Depressive Black Metal Blood Flowing lança seu mais recente trabalho, What Tomorrow Won’t Bring, um registro visceral em seis faixas lançado no dia 27 de setembro de 2025 que retrata a angústia de quem perdeu, não apenas uma vida, mas esperanças, certezas e pedaços da própria alma. O álbum emerge como uma crônica sombria do luto, da solidão existencial e da decadência emocional, entregando uma experiência sonora que confronta o sofrimento humano sem máscaras.
Enquanto a discografia da banda já inclui um EP, dois álbuns (sendo este um dos dois) e um split, este lançamento se destaca pela profundidade e coesão conceitual. Cada faixa se conecta como capítulos de uma história de dor, da negação e culpa, ao desespero e resignação compondo um arco narrativo honesto e brutal. A aura musical combina densas camadas atmosféricas, timbres em penumbra, vocais rasgados e melodias melancólicas: uma trilha sonora para a ruína interna.
Para os ouvintes dispostos a enfrentar o espelho da própria angústia, What Tomorrow Won’t Bring representa algo mais que um álbum, é uma confissão sombria, um grito silencioso entre o vazio e a esperança morta. O lançamento já está disponível nas principais plataformas digitais.
Confira, ouça, experimente: What Tomorrow Won’t Bring não promete alívio, promete dor e ausência de esperança.
Secretcult – estreia sombria e barulhenta no horror punk
Com The Cult of Chaos, o Secretcult estreia oficialmente mostrando que sabe exatamente o que quer: horror punk direto, sujo, com tempero de heavy metal e hardcore, sem rodeios e sem frescura. O EP reúne cinco faixas que alternam peso, velocidade e clima sombrio, sempre orbitando temas de terror, caos, ocultismo e invasões alienígenas — elementos essenciais para quem respira Misfits, Motörhead, Calabrese e companhia.
A abertura com "I’m the Vampire" é inesperadamente pesada. Longe do punk acelerado que domina o gênero, a faixa aposta em um andamento mais lento, guiado por um riff arrastado e sombrio, puxado para o heavy metal old school. É um começo que cria atmosfera e puxa o ouvinte para dentro da escuridão do EP.
Mas é com "Cleric of Chaos" que o Secretcult mostra suas cartas. Rápida, agressiva e com vocais cuspidos com rancor, a faixa tem aquela energia que lembra o Misfits mais violento, misturada com a crueza do punk clássico. É, sem dúvida, o ponto alto do EP e a música que mais carrega a identidade do projeto.
"All Motherfucker" segue a mesma linha da porrada seca: direta, barulhenta e sem tempo a perder. É daquelas que terminam no auge e deixam o ouvinte esperando mais — quase um mantra punk explosivo.
"Black Flame Rise" resgata a densidade da primeira música, com um riff que mistura metal e punk em partes iguais. O clima mais soturno funciona bem, reforçando a estética do horror e trazendo um peso que equilibra as faixas mais rápidas.
O EP fecha com "Falling Skies", que acelera tudo novamente com uma pegada hardcore punk. É caótica, urgente e perfeita para o tema alienígena que propõe. Dá aquela sensação de corrida final antes do mundo acabar — um encerramento à altura.
No fim das contas, The Cult of Chaos é curto, certeiro e fiel ao espírito do underground. O Secretcult entrega exatamente o que promete: riffs sujos, vocais crus, clima macabro e uma identidade que não tenta copiar ninguém, embora deixe claras suas influências. É horror punk com personalidade, sem pose e sem polimento excessivo.
Undersiege, banda Thrash capixaba, lança single "90 Seconds To Armageddon"
Formada em 2022, a banda UNDERSIEGE se propõe como um novo expoente do cenário do thrash metal brasileiro com sua energia contagiante e som agressivo. Hoje a formação conta com Allan Buss na guitarra e vocais de apoio, Augusto Pezão na bateria, Leonardo Salarolli na voz principal e guitarra e Sandro no baixo e vocais de apoio. Influências e Estilo
Com influências que remontam aos clássicos do thrash metal, UNDERSIEGE busca criar um som único e intenso, misturando riffs pesados, batidas rápidas e vocais agressivos. A banda tem como objetivo principal levar o thrash metal para um público cada vez mais amplo, sem perder a essência do gênero. Seus integrantes se inspiram em bandas clássicas do thrash metal, como etallica, Slayer, Exodus e Sepultura, mas busca criar um som próprio e com identidade própria. Com letras que abordam temas como revolta, liberdade e crítica social, a banda pretende levar uma mensagem forte e intensa para o público.
Death Tribute com Bruno Sutter volta a São Paulo para homenagear Chuck Schuldiner no Manifesto Bar
FONTE: TRM Press
O Death Tribute, projeto brasileiro com Bruno Sutter e dedicado a celebrar o legado de Chuck Schuldiner, retorna aos palcos de São Paulo com uma apresentação especial no novo Manifesto Bar no próximo dia 13 de dezembro. A data tem um significado especial, pois marca 24 anos da morte de Schuldiner, figura central na história do metal extremo e fundador da banda Death, considerada a criadora do estilo death metal.

O grupo é liderado por Bruno Sutter, conhecido músico e comunicador, que assume o baixo fretless e os vocais. Completam a formação Denis Allegri na guitarra, Jonathas Marques Conti também na guitarra e Nando Lima na bateria.
Formado no início dos anos 1980 na Flórida, o Death foi uma das bandas mais inovadoras e influentes do metal mundial. Com discos como Scream Bloody Gore, Leprosy, Human e Symbolic, Chuck Schuldiner elevou o gênero a novos patamares, combinando agressividade, técnica apurada e letras profundas. Sua morte em 2001 por complicações de um tumor cerebral deixou um legado cultuado por músicos e fãs até hoje.
O Death Tribute está em atividade há mais de duas décadas e tem como missão manter viva a obra do Death através de interpretações fiéis e apaixonadas de músicas que atravessam todas as fases da banda.
Bruno Sutter destaca a importância do show: "O Death Tribute é um orgulho pra mim, pois estamos há mais de 20 anos prestando essa homenagem ao gênio Chuck Schuldiner. Estamos muito empolgados e determinados a fazer nosso melhor no novo Manifesto no próximo dia 13 de dezembro, que inclusive é uma data muito simbólica, pois marca 24 anos sem o grande Chuck. Vamos executar músicas de todos os discos do Death e contamos com a presença de todos".
A apresentação promete ser uma noite marcante para os fãs do metal e uma celebração respeitosa e poderosa ao legado de um dos maiores nomes do gênero.
Serviço – Death Tribute com Bruno Sutter:
Quando: Sábado, 13 de Dezembro de 2025
Abertura da casa: 20h
Bandas de abertura: Antrvm (banda autoral) e Pantera Cover (Vulgar)
Local: Manifesto
Endereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo, SP
Classificação: +16
Ingressos: Clube do Ingresso
A Claque lança novo single, "Terra Plana", um retrato sonoro das contradições do nosso tempo
"Terra Plana", nova faixa da A Claque, é um retrato sonoro das contradições do nosso tempo. A música usa ironia e crítica social para expor preconceitos, discursos de ódio e a busca por alguém em quem pôr a culpa. Sua letra denuncia essa lógica: "A culpa não é sua / A culpa é do imigrante / A culpa é do indigente / A culpa é da mulher". Esse recurso artístico reflete os cenários atuais: misoginia, xenofobia e racismo, visíveis no comportamento dos "red pills" e na alta da violência contra as mulheres e os imigrantes, nos ataques à democracia mundo afora, nas guerras físicas e narrativas na Faixa de Gaza e na Ucrânia.
A canção denuncia como discursos simplistas e excludentes alimentam destruição e sofrimento coletivo, e como a retórica de ódio se traduz em violência concreta. Ao repetir "A culpa é da mulher", a música ironiza e expõe esse mecanismo perverso de responsabilização que legitima abusos. "Terra Plana" não apenas critica, mas também provoca reflexão sobre como uma sociedade que propõe uma eterna adolescência lida com a questão da responsabilidade. Há mesmo um culpado?
O arranjo se apoia no deslocamento dos acentos para sugerir a ideia de que a responsabilidade está no lugar errado, e o coro conta com participações da banda Antígona, de Gigi Monteiro e Luis Tavares.
Multi instrumentista taiwanês Hank Lin lidera a banda Avidious nos novos singles "Out Of Time" e "Rivers Of Greed"
FONTE: TRM Press
Mentorado por Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, Hank sai do piano clássico em Tainan para o underground do metal em Los Angeles, revelando sua visão de melodic deathcore antes do álbum de estreia "Death Knows My Name", previsto para o início de 2026
Mentorado por Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, o multi instrumentista taiwanês Chia-Hung "Hank" Lin evidencia sua trajetória musical singular com os novos singles do Avidious, "Out Of Time" e "Rivers Of Greed", duas faixas que destacam seu papel como fundador, principal compositor e força criativa por trás da banda. "Avidious é o lugar onde tudo o que eu sou como músico se encontra, o garoto que começou no piano clássico em Taiwan, o baterista obcecado por groove e o guitarrista que ama melodia e atmosfera", explica Hank.
"Essa banda é a minha forma de transformar todos esses capítulos em uma declaração honesta e pesada." Combinando carga emocional, proficiência técnica e peso moderno, as músicas antecipam o álbum completo "Death Knows My Name", programado para o início de 2026. "Death Knows My Name" é produzido, mixado e masterizado por Adair Daufembach, com Hank gravando todos os instrumentos e Isaac Jones assinando todas as vozes, além de solos convidados de Gabriel Franzese e Houston Davis em algumas faixas.
Hank iniciou sua trajetória na música aos cinco anos, estudando piano clássico, antes de migrar para a bateria aos dezesseis e para a guitarra aos dezessete. Essa base precoce em harmonia e ritmo hoje alimenta a versatilidade de sua escrita, em que arranjos intrincados se encontram com um impacto direto e contundente. "Mesmo que eu seja conhecido principalmente como baterista ao vivo, eu ainda penso primeiro como compositor", afirma. "Quando escrevo para o Avidious, estou sempre ouvindo o quadro completo, a harmonia, o ritmo, a história por trás das letras. As viradas rápidas, os grooves, os riffs, tudo está ali para servir à emoção, e não o contrário."
Ao se mudar para Los Angeles para cursar sua graduação no Musicians Institute, Hank refinou sua arte sob a mentoria de Dirk Verbeuren, conhecido mundialmente por seu trabalho com o Megadeth e como ex-integrante do Soilwork. "Sair de Taiwan para Los Angeles foi como começar a vida no modo difícil, mas isso me forçou a crescer mais rápido como pessoa e como músico", reflete Hank. "Estudar com o Dirk Verbeuren me mostrou que disciplina e criatividade precisam caminhar juntas. Essa mentalidade está em todo o Avidious, cada riff, cada padrão de bateria precisa significar alguma coisa." Como baterista, ele é constantemente requisitado, atuando com Avidious, Thrown Into Exile, Dead Marble, Against The Sun e Joshua Gomez. Mais recentemente, foi convidado a excursionar com a banda de metal melódico Thrown Into Exile em turnê de suporte para nomes como Fear Factory e Cavalera, no show Chaos A.D., liderado por Max e Iggor Cavalera, fundadores do Sepultura.
No Avidious, Hank canaliza essa experiência em uma visão artística focada. A banda mistura a intensidade do deathcore com a melodia do melodic death metal e o groove do metalcore, costurando riffs esmagadores, bateria agressiva e refrães marcantes. Enquanto Hank conduz a composição e a direção musical, o vocalista Isaac Jones assina as letras e os arranjos vocais, explorando temas que vão das batalhas pessoais e conflitos internos a questões sociais mais amplas que atravessam o cotidiano.
"Out Of Time" mergulha no ciclo de arrependimento que acompanha os erros que todos cometem. Construída sobre riffs modernos e cortantes e mudanças dinâmicas, a música captura a sensação inquieta de revisitar decisões passadas e se perguntar "e se?". "Out Of Time fala sobre esse ciclo vicioso em que você reprisa cada erro na sua cabeça e esquece de viver o que está acontecendo agora", diz Hank. "Eu queria que a música soasse como se você estivesse sufocando em arrependimento no começo e, aos poucos, fosse se libertando, aceitando que não pode reescrever o passado, mas ainda pode mudar quem você é hoje." Conforme a faixa evolui, ela avança em direção à liberação e à aceitação, transformando essa tensão em uma mensagem sobre romper o ciclo, largar o que não pode ser mudado e focar no que ainda pode ser reconstruído no presente.
"Rivers Of Greed" volta o olhar para fora e canaliza uma energia mais urgente e confrontadora. Musicalmente, a faixa combina grooves precisos, harmonias dissonantes e clímax grandiosos para reforçar a crítica em suas letras a sistemas corruptos e líderes que permitem que o sofrimento se aprofunde enquanto uma minoria privilegiada sobe sem controle. "Com Rivers Of Greed, transformamos toda essa frustração com sistemas corruptos em algo que você pode gritar junto", declara Hank. "Não é apenas raiva pela raiva, é um chamado para que as pessoas fiquem juntas, parem de se sentir impotentes e percebam que a união é o único jeito de reagir contra aqueles que estão nos afogando na própria ganância." O resultado é ao mesmo tempo um desabafo catártico e um chamado à união, incentivando o público a se erguer contra forças que oprimem e dividem.
O conceito mais amplo por trás do próximo álbum, "Death Knows My Name", aprofunda esses temas emocionais e sociais. "‘Death Knows My Name’ não é sobre ser sombrio só para parecer pesado", explica Hank. "É sobre encarar tudo o que tentamos evitar, como medo, perda e injustiça, e transformar isso em combustível. Se essas músicas ajudarem alguém a se sentir menos sozinho em suas próprias batalhas, então o disco cumpriu seu papel." Com "Out Of Time" e "Rivers Of Greed", Hank Lin e o Avidious inauguram um novo capítulo que conecta suas raízes clássicas, formação acadêmica e experiência de estrada em uma declaração artística coesa.
Symmetrya lança "In The Blink of An Eye", single que explora o colapso do tempo
A banda de Heavy Metal catarinense SYMMETRYA lança o single "In the Blink of an Eye", faixa de seu segundo álbum, "Last Dawn", lançado em 2014. A música aborda a fragilidade da vida e as mudanças irreversíveis que podem ocorrer instantaneamente. O vocalista Jurandir Jr. explica que a música é uma reflexão direta sobre a percepção humana do tempo durante uma crise. "O tempo é o conceito central da música", detalha. "É sobre como a percepção do tempo muda durante um trauma. É sobre como a vida inteira pode ser reavaliada em uma fração de segundo. A letra usa a metáfora de uma pessoa no corredor da morte, onde, em menos de um segundo para viver, sua vida inteira passa diante dos seus olhos".
"A música captura exatamente esse instante", continua o vocalista. "É o colapso, a crise existencial onde o tempo para e, simultaneamente, acelera. É o momento em que a máscara cai e você é forçado a encarar a realidade. O refrão ("A vida é mais fácil quando se é criança") é o lamento por essa inocência perdida, antes que o peso do tempo e das consequências se tornasse real". O álbum "Last Dawn", que explora temas como crise existencial, destino e o conceito de "última madrugada", usa "In the Blink of an Eye" como o momento de impacto súbito, o "flash no escuro" que força a história a mudar.
No intervalo entre o lançamento do debut e "Last Dawn", a banda se estabilizou com uma nova formação, que registro o álbum, composta por Jurandir Junior (vocais), Alexandre Lamim (guitarra), Jacson Luis (baixo), Milton Maia (teclados) e Marcos Vinícius (bateria). Este single faz parte de uma série relançamentos digitais da discografia do grupo, que já disponibilizou o single "Inner Force" e o álbum "Eternal Search" e se prepara para lançar "Last Dawn", seguido de um single do terceiro registro, "Beyond the Darkness" (2018), que consequentemente estará disponível nas plataformas digitais.
Ostra Coisa lança vídeo clipe de "Tecnocrata"
A banda de rock alternativo OSTRA COISA, natural de Ubatuba/SP, anuncia o lançamento oficial do seu mais novo videoclipe, "Tecnocrata". A faixa, que integra o álbum "Teias Siderais" (lançado em junho), chega como uma peça visual mostrando a identidade punk e experimental do quarteto. A canção "Tecnocrata" carrega uma dura crítica social, inspirada nos ensinamentos da economista Maria da Conceição Tavares, abordando temas como o sistema capitalista, a acumulação desmedida de renda e o caos social crescente.
O clipe foi registrado e editado por Marcus Goulart, guitarrista e produtor da banda, no Manguezal Estúdio, responsável também pela produção musical da faixa. A OSTRA COISA, formada em 2012 e composta por Alexandre Sofiatti (guitarra e vocal), Patricia Gomes (baixo), Marcus Goulart (guitarra e produção) e Ralph Casarsa (bateria), já trabalha na criação de seu terceiro álbum, sucessor de "Teias Siderais", que será intitulado "O Peso da Culpa".
Em outubro o grupo lançou a primeira parte do documentário "O Peso da Culpa", com cerca de 15 minutos de duração e edição de Éder Fausto. O vídeo revela os bastidores de uma intensa imersão musical de quatro dias realizada em novembro de 2024 em um sítio em Mairiporã/SP. O documentário mostra os integrantes em processo de criação coletiva, compondo e registrando músicas inéditas em tempo real, com a banda levando seus próprios equipamentos, montando o estúdio de trabalho e cuidando da iluminação e ambientação, elementos que se tornaram parte essencial da estética visual do filme.
Alex Metzzher lança oficialmente seu novo EP, "Back to the Past"
O cantor e compositor Alex Metzzher lança oficialmente seu novo EP, "Back to the Past", uma obra que se conecta ao passado e presente por meio de uma estética sonora marcante, cheia de identidade, emoção e respeito à história do rock.
O músico foi o responsável por todas as letras e arranjos iniciais de todas as músicas presentes no E.P.
Com texturas que remetem à nostalgia e arranjos que dialogam com a modernidade, o EP conduz o ouvinte por uma jornada musical que evoca memórias, sentimentos e paisagens sonoras familiares — todas reinterpretadas com frescor criativo e sensibilidade artística.
A produção, mixagem e masterização ficaram a cargo de Anderson Mattiello, na Mattiello Music Production, garantindo profundidade, clareza e uma atmosfera envolvente que realça a força das composições de Alex Metzzher.
O EP "Back to the Past" é uma verdadeira viagem sonora que honra o passado enquanto aponta para novos caminhos. Cada faixa traz uma temática própria, conectada ao universo do rock, da cultura pop e de referências afetivas:
Capital Inicial apresenta "Movimento", primeiro EP de inéditas em oito anos
FONTE: Sony Music
O Capital Inicial retoma sua veia autoral com "Movimento", EP que chega às plataformas de música digital pela Sony Music, e marca um novo ciclo na trajetória de uma das bandas mais importantes do rock brasileiro. O projeto nasce na reta final de um dos anos mais grandiosos do grupo, coroado pela turnê sold-out "Acústico 25 Anos", com mais de 500 mil pessoas presentes, e pela apresentação no festival The Town, no Palco Skyline — o mesmo que recebeu nomes como Green Day e Bruce Dickinson.
Com seis faixas, "Movimento" é um trabalho que revisita as origens punk rock do Capital Inicial, mas com uma abordagem contemporânea, vigorosa e inquieta. A produção, assinada por nomes como Douglas Moda (Luísa Sonza) e Marcelinho Ferraz (Charlie Brown Jr.), reforça pontes entre gerações e linguagens do rock, incluindo colaborações de Thiago Castanho e Kiko Zambianchi - este último eternizado na história da banda pelo clássico "Primeiros Erros".

Mesmo após quatro décadas de estrada, o Capital segue em plena forma criativa e em diálogo constante com novos públicos — prova disso são os bilhões de streams acumulados, a presença nos maiores festivais do país e a volta de "Primeiros Erros" ao Top 200 do Spotify Brasil em 2025.
"Acredito que o Capital chegou tão longe justamente por sempre olhar para o futuro, por sempre procurar contribuições novas, produtores novos, por sempre estar pensando no passo seguinte a ser dado. Foi com isso na cabeça que procuramos o Douglas Moda e o Marcelinho Ferraz. Queríamos um disco que apontasse novas direções, no entanto sem perder nossa essência, nossa identidade. Esse equilíbrio nem sempre é um feito fácil de se alcançar, principalmente para uma banda veterana como o Capital. Mas acredito que conseguimos. O Capital está ali, mas um pouco diferente", diz Dinho Ouro Preto.
O EP apresenta cinco faixas que traduzem diferentes nuances desta nova fase do Capital Inicial. "Você Me Ama de Verdade", primeiro single do projeto, inaugura o trabalho com uma sonoridade que combina guitarras elétricas, batidas programadas e uma pulsação moderna para falar sobre o amor intenso e ambíguo — ora romântico, ora carregado de desejo. A faixa evidencia um Capital contemporâneo, conectado ao novo rock sem perder sua identidade marcante, e chegou, no dia 6 de novembro, acompanhada de um clipe oficial dirigido por Bernardo Perpettuo, que traduz visualmente a estética vibrante e urbana dessa nova etapa. Assista o clipe de "Você Me Ama de Verdade".
Na sequência, o EP apresenta "Mistério", faixa foco deste lançamento e parceria com Thiago Castanho, que adiciona peso e profundidade ao projeto. Com riffs tensos e atmosfera densa, a música explora zonas mais sombrias da emoção humana e revela um Capital visceral, guiado pela força das guitarras e por um groove característico, em um encontro musical que conecta gerações do rock brasileiro. Assista ao clipe de "Mistério"
Já "Liga Pra Mim" traz a banda em sua forma mais espontânea: uma canção direta, urgente e melódica, que equilibra energia e tons confessionais em uma estética que remete ao rock alternativo dos anos 2000, agora renovado. É um dos momentos mais luminosos do EP e reafirma a habilidade do Capital em criar faixas de conexão imediata com o público.
O quarto momento do projeto é "Cores de Maio", colaboração com Kiko Zambianchi. Aqui, a parceria renasce em uma música sensível, poética e melódica, com nuances de pop rock e uma atmosfera climática que cria um elo emocional entre passado e presente, revelando novas camadas da identidade musical da banda.
Já "Sentido do Fim" apresenta um Capital reflexivo e intenso, em uma faixa que combina força instrumental e lirismo para abordar despedidas, renovações e ciclos inevitáveis — temas que ecoam diretamente a transição vivida pela banda após o grande ciclo comemorativo do "Acústico 25 Anos". O resultado aprofunda e arremata a jornada emocional proposta pelo projeto. Para finalizar o EP, a banda traz ainda uma versão remix, produzida por Doom Mix, de "Você Me Ama de Verdade".
"É revigorante poder se arriscar por caminhos novos e parcerias inéditas. Acho que o Douglas e o Marcelinho trouxeram ao Capital um tempero, um sotaque distinto sem que perdêssemos nossa personalidade. O EP "Movimento" é um disco com um pouco de tudo: guitarras distorcidas, violões, sintetizadores e até cordas. O que une essa variedade sonora é uma produção que nos conduziu rumo a um EP cujo título, "Movimento", não poderia traduzir melhor o que queríamos dizer aos nossos fãs. Nós nunca estamos parados. Queremos nos arriscar. Nós acreditamos que seja possível experimentar e lançar sonoridades inesperadas enquanto nos divertimos - tanto nós, quanto nossos fãs", completa Dinho.
Formado em Brasília, em 1982, por Fê Lemos, Flávio Lemos, Dinho Ouro Preto e, mais tarde, Yves Passarel, o Capital Inicial construiu uma carreira marcada por grandes sucessos, turnês históricas, milhões de fãs e presença constante no topo do rock brasileiro. O grupo coleciona indicações ao Latin Grammy, passagens por dez edições do Rock in Rio, prêmios, discos icônicos e um repertório que atravessa gerações.
Depois de revisitar sua história com a monumental turnê comemorativa do Acústico 25 Anos, a banda agora olha para frente — e "Movimento" é o reflexo direto desse impulso: um Capital fiel às suas origens, mas em constante transformação.
Cazandeh lança o EP "Marés Invisíveis", uma imersão em emoções ocultas
FONTE: Farol Music Assessoria
O cantor, compositor e multi-instrumentista Cazandeh lançou seu novo EP, "Marés Invisíveis". O projeto independente reúne cinco faixas que remontam um extenso percurso pessoal e criativo. "‘Marés Invisíveis’ é uma travessia sonora pelas correntes ocultas da existência — um mergulho nas forças sutis que nos arrastam, nos moldam e nos silenciam", define o artista.
As canções partem de experiências vividas ao longo de sete anos, e refletem sentimentos que muitas vezes permanecem guardados até que encontrem um canal de expressão. "São ondas que ninguém vê, mas todos carregam por dentro", complementa. Cada faixa representa uma face desse percurso múltiplo, como um pentágono emocional. As músicas abordam temáticas diversas: conflitos e intolerância religiosa em "Terreiro de Umbanda"; dilemas afetivos em "Pisando em Ovos"; amores que não chegaram a acontecer em "Amanda"; a resiliência de um casal diante de um momento limite em "Skyline"; e a expectativa do nascimento de um filho — inspirada em um amigo do artista — na faixa "Visão", escolhida para divulgar o lançamento.
"A música ‘Visão’ é uma conversa imaginária entre um pai e um filho que vai chegar", conta Cazandeh, sobre a canção composta em parceria com Gabriel Gudin. Originalmente gravada como uma balada folk, ganhou uma nova sonoridade para o EP: "Nesse álbum, a pedido do arranjador José Luiz Zambianchi, ela foi mutada para uma vigorosa versão rock anos 80".
A produção do EP é dividida entre Cazandeh e José Luiz Zambianchi, que também assume teclados, baixo, guitarra e violão. Vinnie Pereira assinou produção vocal, mixagem e masterização. O trabalho reúne ainda músicos convidados: Denny Conceição (percussão) e Tiago Costa (bateria) em "Terreiro de Umbanda", Gustavo Ferreira (guitarra) em "Pisando em Ovos" e Vinnie Pereira na bateria eletrônica e nos vocais adicionais.
Inspirado por referências que se estendem do rock clássico ao folk — como Rolling Stones, Led Zeppelin, Bob Dylan, Cat Stevens e Barão Vermelho —Cazandeh define sua música como pop/rock, com forte presença dos vocais e da guitarra. "Meu trabalho possui elementos de diversos estilos, mas tem uma grande influência de pop e rock", explica. "Marés Invisíveis" marca mais um capítulo da trajetória do artista, que também integra a banda Soul da Paz, produzida por Kiko Zambianchi.
Para Cazandeh, o projeto é também um gesto de incentivo à expressão artística: "A arte é um chamado que pode chegar na sua vida se você se permitir, não é privilégio de poucos. Acho que mais e mais pessoas deveriam ousar se expressar através da arte".
Nova voz do rock alternativo, O Boto lança single "Sushi no Violão"
FONTE: Farol Music Assessoria
A banda paulistana O Boto lançou nesta sexta-feira (28) o single de estreia, "Sushi no Violão", que marca o início de sua trajetória no cenário do rock alternativo brasileiro. Produzida por Hugo Silva — conhecido por trabalhos com Ego Kill Talent e O Grilo —, a canção antecipa o álbum "Diferente de Ninguém", previsto para o segundo semestre de 2026.
Com influências que passam por Charlie Brown Jr., Red Hot Chili Peppers, Lagum, Oasis e Seu Jorge, o quarteto formado por João Pedro Rydlewski (voz), Lucas Benez (guitarra), Felipe Troccoli (baixo) e Gabriel Brantes (bateria) aposta em uma sonoridade que combina groove, melodia e autenticidade.
"Sushi no Violão" aborda a relação entre mudança e permanência, entre o caos urbano e as pequenas constâncias do cotidiano. A letra retrata um jovem paulistano em meio às transformações do tempo e das próprias percepções, em busca de liberdade e confiança pra buscar sua própria identidade. Segundo Lucas Benez, "a música fala sobre aceitar o que muda e o que permanece. É sobre encontrar liberdade no fluxo da vida, seguir em frente sem culpa e viver de acordo com a própria verdade".
O refrão, que faz referência a um "jato de fuga pro Japão" e a um "sushi em cima do violão", traduz o tom poético e lúdico do grupo. "Essas imagens unem arte e liberdade de forma despretensiosa. O Japão aparece como um lugar simbólico, um refúgio interior, enquanto o sushi e o violão representam a mistura entre o cotidiano e a expressão artística", explica João Pedro Rydlewski.
Formado de maneira espontânea, O Boto nasceu da amizade entre os integrantes e do desejo de fazer música de forma leve e verdadeira. "Nosso som vem dessa troca real entre amigos. A gente se entende musicalmente e pessoalmente, todos os integrantes da banda são pessoas naturalmente muito empáticas, e isso faz toda a diferença", conta o vocalista, que enxerga a banda como uma forma de dialogar com o público que vive o dia a dia das grandes cidades, equilibrando energia urbana e introspecção.
Sharded lança "Get Away With Me", um grito de Grunge para o caos moderno
A banda de Santa Bárbara d’Oeste (SP) lança seu terceiro single, que mergulha na crueza emocional do grunge dos anos 90 para falar sobre ciclos internos, perdas e a busca por refúgio em meio à sociedade "fragmentada".
A Sharded, quarteto paulista conhecido por reviver a essência crua e emocional do grunge, lança seu terceiro single autoral, "Get Away With Me". A nova faixa consolida a identidade da banda, que já havia conquistado o público com os lançamentos de "Useless Mind" e "Hitting on and killing".
A sonoridade da Sharded é uma combinação potente da honestidade do grunge (com fortes influências de Nirvana, Alice in Chains e Soundgarden) com uma pegada moderna e emocional. A banda entrega um som pesado, melódico e direto, sustentado por riffs densos, linhas de baixo pulsantes e uma bateria que oscila entre o groove arrastado e explosões de energia.
"Get Away With Me" nasce de um período intenso de mudanças e reconstrução, onde a música atua como forma de processar as dores, as confusões e as pequenas vitórias da vida. A banda busca transmitir verdade, oferecendo um refúgio autêntico e humano para quem se sente perdido no caos digital.
"Queremos transmitir verdade. Que quem ouça sinta que não está sozinho, que existe beleza mesmo na parte feia das coisas," afirma a banda.
A atmosfera da música é uma mistura de melancolia, intensidade e catarse. O processo criativo da banda é totalmente orgânico, a música nasceu de riffs espontâneos e sensações trazidas para a sala de ensaio, garante que a emoção seja crua e palpável.
A Sharded é uma banda de Santa Bárbara d’Oeste (SP) formada por Eduardo (vocal), Lucas (bateria), Vinicius (guitarra) e Rafael (baixo). é um dos nomes mais promissores da cena do interior paulista, em apenas dois anos de trajetória, a Sharded já subiu em palcos importantes de Santa Bárbara d’Oeste e região, incluindo apresentações em bares do cenário underground e no Santa Bárbara Rock Fest 2025, um dos maiores eventos de rock do interior paulista.
The Halo Effect lança o EP de covers "We Are Shadows"
AUTOR: Mateus Ribeiro
A banda sueca de melodic death metal The Halo Effect lançou oficialmente, nesta sexta-feira (21 de novembro), seu novo trabalho. Intitulado "We Are Shadows", o EP reúne cinco releituras de faixas consagradas por outros artistas.
Cada integrante escolheu uma canção clássica e pessoalmente significativa para reinterpretar. "Shoreline", divulgada no mesmo dia em que o EP chegou às plataformas, representa a seleção do baterista Daniel Svensson. A versão original é assinada pela banda Broder Daniel.
Desnecessário dizer que o The Halo Effect fez a música completamente sua, entregando uma versão poderosa e emocional onde o vocalista Mikael Stanne mais uma vez brilha, mesclando perfeitamente vocais limpos com seus inconfundíveis vocais guturais.
Refletindo sobre sua escolha, Daniel Svensson comenta: "Broder Daniel foi uma das bandas que criaram a cena indie-pop de Gotemburgo no final dos anos 90. Há vários paralelos com o 'Gothenburg Sound' — ambas as cenas foram impulsionadas por uma forte ética DIY [Do it Yourself — em português, ‘Faça você mesmo’] e camaradagem, enquanto atraíam atenção internacional".
Além de "Shoreline", o EP "We Are Shadows" inclui as versões de "How the Gods Kill" (Danzig), "I Wanna Be Somebody" (W.A.S.P.) e "Dance With the Devil" (Phenomena). O trabalho completo está disponível para audição via Spotify no player abaixo.
Leandro Abrantes expande o universo de seu projeto solo com o livro "Chrono Vapórium"
FONTE: Hell Yeah Music Company
Depois de estrear seu projeto solo com "Chrono Vapórium ΔT", uma composição acompanhada por uma HQ que introduz o universo de sua ficção steampunk, o músico, compositor e escritor, Leandro Abrantes, lançou o livro "Chrono Vapórium", que expande e aprofunda a história apresentada anteriormente.
Enquanto o single e a HQ apresentavam apenas o primeiro conto dessa narrativa, o livro reúne a obra completa: uma ficção steampunk ambientada na cidade de estética vitoriana Steamforge. A publicação traz mais sete contos que expandem os acontecimentos dessa distopia, narrados em ordem cronológica sob a perspectiva de diferentes habitantes do local.
Os contos também funcionam de forma independente, cada um carregando sua própria metáfora. O leitor pode iniciar por qualquer história do livro e ainda assim encontrar um começo, meio e fim, compreendendo plenamente sua mensagem. O objetivo do autor é despertar no público uma inclinação à reflexão sobre temas existenciais e filosóficos, não oferecer respostas ou direcionamentos. Suas narrativas apresentam frases provocativas que atuam como gatilhos para esse processo reflexivo.
O livro está disponível pela Uiclap, em uma edição com orelhas, e pela Amazon, em versão sem orelhas e com preço ligeiramente maior devido às taxas do marketplace. Em ambas as plataformas, o autor recebe apenas um valor simbólico de um centavo por exemplar vendido, reforçando seu compromisso artístico acima de qualquer expectativa comercial.
Após hiato, banda de metal alternativo Drama lança single "Surfando no Clonazepam"
Após um hiato, a banda acaba de lançar o single, "Surfando no Clonazepam" – essa é a primeira faixa de um novo momento da banda, que volta à ativa com novos integrantes. Ouça o single aqui.
A música de trabalho ainda marca uma virada na sonoridade da Drama, que busca em novas influências enriquecer o repertório que já é característico: um som pesado, melancólico e extasiante. Com quase vinte anos de história, a Drama ressurge no underground, mostrando que a arte sempre encontra seu caminho de volta. O single "Surfando no Clonazepam" é uma faixa inspirada na influência pós-punk e do rock nacional dos anos 80.
"Esta música nasceu da influência do pós-punk e do rock nacional dos anos 80. Uma harmonia simples, uma linha de baixo cativante, guitarras pesadas, bateria pulsante e vocal suave com uma melodia que passeia por uma estética já muito conhecida pelos brasileiros", explica o vocalista e fundador da banda, Eddie Torres.
A letra da música tem como objetivo traçar uma analogia à vida real, usando como exemplo os efeitos sedativos causados pelo ansiolítico Clonazepam.
"Quando a gente é jovem, a gente fantasia sobre o que seriam relacionamentos perfeitos em mundos imperfeitos. Criamos uma mitologia própria sobre tristeza, morte, amores. Foi assim que a Drama começou há quase 20 anos, retratando o homem que está sempre se punindo e lamentando por não ser uma pessoa diferente ou que poderia ter sido tratado melhor pelo mundo. Anos depois, após uma surra de realidade, a gente se descobre um humano frágil, que tem que respirar fundo e encarar o monstro da rotina, da mortalidade, dos vícios, e que precisa estar ciente de que precisa de cuidados. Daí, nasceu ‘Surfando no Clonazepam’. Quando o mundo parece querer te destruir de várias formas, às vezes dropar um comprimido (ou umas gotas) te ajuda a sobreviver ao caos, e que existe um lugar em que não há julgamentos, explica Eddie Torres sobre a concepção da faixa.
A Drama nasceu em 2006, no Rio de Janeiro, com uma sonoridade única: um "industrial rock" que flerta com o gótico, glam e metal. Guitarras pesadas, sintetizadores pulsantes e letras em português que exploram o lado melancólico da vida. A banda conta com influências de Rammstein, Nine Inch Nails e Depeche Mode. Acesse o perfil da banda aqui.
A Drama conta com: Eddie Torres – vocal; Melissa Diabolyme – baixo; Ricardo Amorim – guitarra; Jorge César – bateria e Tcharles Cipriano – teclado. Após uma pausa em 2016, a Drama voltou aos trabalhos em 2023, abrindo a turnê brasileira da banda Deathstars. Em 2025, a banda abriu o show para o The 69 Eyes, em São Paulo.
As The Palaces Burn lança novo álbum "Zodiac"
O metal feito em Criciúma (SC) está conquistando o Brasil — e a prova é o novo álbum da As The Palaces Burn, "Zodiac", lançado nesta sexta-feira, dia 21 de novembro, em todas as plataformas digitais. Com bons números no Spotify e YouTube, a banda de metal moderno consolida sua posição entre os nomes mais promissores do estilo no Brasil.
O grupo é formado por Alyson Garcia (voz), Diego Bittencourt (guitarra e voz), Thiago Tigre (baixo) e Gilson Naspolini (bateria) — este último, também um influente criador de conteúdo, com um canal de destaque com mais de 100 mil inscritos dedicado à música e à bateria.
Desde sua formação em 2018, a As The Palaces Burn vem construindo uma trajetória de evolução constante. Com dois álbuns e dois EPs lançados, o grupo consolidou uma base sólida, marcada por sua sonoridade única, que combina peso e técnica de forma precisa. O quarteto conquistou notoriedade com hits como "Arcanum" e "Obbey".
O novo álbum, "Zodiac", sintetiza a essência da banda: maturidade artística, produção refinada e uma abordagem emocional intensa, sem abrir mão da agressividade característica que define a ATPB.
Apesar do título, "Zodiac" não é um disco conceitual. Cada faixa tem vida própria, mas o conjunto reflete sobre temas como autoconhecimento, superação e força interior. "A ideia foi criar um álbum livre, que explorasse diferentes atmosferas, mas sempre mantendo o mesmo DNA sonoro", explica Diego Bittencourt, guitarrista e compositor. "Queríamos algo que fosse pesado e sincero, com letras que falam de energia, transformação e resistência."
Confira também o videoclipe oficial da faixa "Defying the Power".
O álbum foi gravado nos estúdios IMGN e Pimpas (Criciúma-SC) e Elephant Studio (Governador Celso Ramos-SC), com produção, gravação, mixagem e masterização de Adair Daufembach, diretamente de Los Angeles (EUA). A arte de capa é assinada por Carlos Fides, um dos nomes mais respeitados do design gráfico no metal mundial.
Entre as faixas, o destaque vai para "Defying the Power", que conduz a promoção do álbum e chega acompanhada de um videoclipe com elementos de IA. A música se ergue como um verdadeiro hino de resistência, marcada por um refrão poderoso e uma mensagem direta: "os medos são ilusões — a força está em se reinventar."
Para o baterista Gilson Naspolini, o lançamento de Zodiac é um marco tanto pessoal quanto coletivo. "Estamos muito orgulhosos deste trabalho. Ele traduz tudo o que aprendemos ao longo dos anos e tudo o que ainda queremos construir. Zodiac é um disco feito para quem vive o metal de verdade — com energia, entrega e emoção", destaca Gilson.



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