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Rock e Heavy Metal - lançamentos e outras novidades - Janeiro de 2026

Abaixo, os últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes. Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com
Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com


Deathraiser quebra silêncio de uma década e lança o álbum "Forged in Hatred"

FONTE: Wargods Press

Banda mineira de Thrash Metal retorna com agressividade renovada em lançamento mundial pela Xtreem Music e anuncia show ao lado do Violator.

Após um hiato de lançamentos que durou mais de uma década, a banda brasileira de Thrash Metal DEATHRAISER anuncia a chegada de seu segundo álbum de estúdio, intitulado "Forged in Hatred". O trabalho, lançado neste mês de janeiro através da gravadora espanhola Xtreem Music, marca o retorno de um dos nomes mais violentos do cenário sul-americano. Embora nunca tenha se dissolvido oficialmente, o DEATHRAISER manteve um perfil discreto na última década, aguardando o momento certo para retornar ao estúdio e aos palcos.

De acordo com a banda, "Forged in Hatred" segue fiel às marcas registradas do Thrash Metal agressivo que definiu a estética do grupo, mas evoluiu para algo mais dinâmico. A identidade visual do álbum mantém o vínculo com a sonoridade; a arte da capa foi desenvolvida por Bebeto Daroz, com design de layout a cargo do baterista William Fernandes e o logotipo desenhado por Wadales.

Formado em 2006 (sob o nome Mercilles), o DEATHRAISER se destacou no underground global em 2011 com o debut "Violent Aggression", que garantiu distribuição em múltiplos continentes e edições (inclusive em fita K7) em países como China, Indonésia e Tailândia. O último lançamento da banda foi um videoclipe para a música "Terminal Disease", disponibilizado em 2013, que ultrapassou 100.000 visualizações no YouTube.

Agora, mantendo a formação clássica que consolidou sua reputação, com Thiago Rocha (guitarra/vocais), Ramon Bedim (guitarra), William Fernandes (bateria) e Junior Gaetho (baixo), o grupo apresenta um material que une a agressividade crua característica da banda a uma nova dinâmica musical. "Forged in Hatred" está disponível em versões CD, vinil e fita K7.

O processo de criação de "Forged in Hatred" iniciou-se efetivamente em 2024, quando a banda retomou os trabalhos de composição. As gravações ocorreram entre outubro e novembro de 2024 no Tellus Studio, em Niterói (RJ), sob a produção de Caio Mendonça, que também assina a mixagem e masterização, finalizadas em 2025. Entre dezembro e janeiro a banda antecipou o lançamento do álbum com os singles "Primitive Medicine" e "One Step to the Grave", também lançados em formato de vídeo clipe e lyric vídeo, respectivamente, mostrando uma prévia do novo trabalho.

Assista ao lyric video de "One Step to the Grave".

Assista ao video clipe de "Primitive Medicine".

Bizarre Bathtub Battle transforma o desconforto em conceito no seu álbum de estreia

FONTE: Hell Yeah Music Company

O Bizarre Bathtub Battle lançou seu álbum de estreia, "Songs to Party With Non-Standard People", um trabalho que foge deliberadamente das estruturas convencionais do metal e do próprio formato de álbum enquanto produto imediato. Lançado como uma obra conceitual em intenção, mas fragmentada em sua linguagem musical, o disco propõe uma experiência que se revela aos poucos, exigindo escuta atenta e disposição para o estranhamento, em vez de oferecer respostas rápidas ou faixas de impacto imediato.

No centro do álbum está uma crítica mordaz ao espetáculo contemporâneo, como a idolatria de bilionários, a lógica da mídia, o entretenimento grotesco e o esvaziamento emocional amplificado pela tecnologia. Guiado pela filosofia de "A Bleak Carnival", o Bizarre Bathtub Battle transforma esse cenário em uma espécie de carnaval sombrio, onde ironia, exagero, humor ácido e teatralidade expõem personagens e situações que parecem absurdas, mas que são apenas reflexos levemente distorcidos do cotidiano. A tecnologia surge menos como antagonista explícita e mais como ambiente inevitável, reforçando a sensação de isolamento em meio a uma festa permanente que já perdeu o sentido.

Nite Stinger - reforçando a identidade hard rock no segundo álbum

"What The Nite Is All About", segundo álbum da banda paulistana de hard rock Nite Stinger, formada por Jack Fahrer (vocal), Ivan Landgraf e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo) e Leandro Araújo (bateria), está disponível em todas as plataformas de streaming. O novo trabalho conta com 11 faixas e chega para reforçar a identidade do grupo, apostando em riffs marcantes, harmonias de guitarra bem construídas e vocais carregados de energia.

Precedido pelo single "Only You", o sucessor de "Nite Stinger" (2021), lançado pelo selo alemão Pride & Joy Music com distribuição digital pela Believe, foi produzido por Bento Mello e Henrique Canalle (Spektra), que também foi responsável pela mixagem e masterização. O álbum mantém a temática que celebra a vida noturna e a atmosfera do hard rock, trazendo participações especiais de Stevie Rachelle (vocal, Tuff e Tales From The Porn) na faixa-título, enquanto o ex-integrante e guitarrista Roger Benet participa do single e do clipe "Only You".

Bento Mello, idealizador do projeto, após sua saída do Tales From The Porn e a união com o guitarrista Bruno Marx, explica que na faixa-título a intenção foi trazer a energia do repertório para o alto de novo. "Seria como o início do lado B de um LP. E, mais uma vez, enfatiza nossa paixão pela vida noturna", enfatiza. "Já 'Your own way to be', que explora a individualidade de cada um como o segredo para se tornar um ser relevante e admirável, vem para manter a mesma vibe da faixa de abertura, 'You Know Why', mas focando mais em peso. Deixamos o trabalho mais melódico para o desenvolvimento das guitarras", acrescenta.

"What The Nite Is All About" marca mais um capítulo na trajetória do Nite Stinger, banda criada em abril de 2019. O nome do grupo surgiu de forma inusitada: inicialmente pensado para um cardápio de drinques, foi sugerido pelo amigo e bartender João Piccolo como Midnight Stinger, posteriormente encurtado para Nite Stinger. Com influências de nomes como Mötley Crüe, Ratt, Def Leppard, Poison, Crazy Lixx, Crashdïet e Midnite City, a banda ganhou destaque com o álbum de estreia homônimo e com os singles "Beat It" e "Danger Zone – Live". Nos últimos anos, o grupo consolidou sua presença ao dividir o palco com Europe, Hardcore Superstar, Ron Keel, Marco Mendoza, Eclipse e Johnny Gioeli, além de marcar presença no festival Summer Breeze Brasil 2024 (hoje, Bangers Open Air).

Confira o clipe do single "Only You", dirigido e editado por Leonardo Xavier, com assistência de Danny Poison.

Age of Artemis lança "Wind of Hope" antecipando seu quinto álbum de estúdio

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda brasiliense Age of Artemis, um dos maiores nomes do Power Metal brasileiro, lançou o single e lyric video de "Wind of Hope", faixa que marca a estreia de sua nova formação e sinaliza o início de uma nova fase na carreira do grupo. O lançamento antecipa o quinto álbum de estúdio da banda e evidencia um momento de renovação criativa, no qual a Age of Artemis soa mais madura, sem abrir mão da força da brasilidade presente em suas composições nem da ousadia que sempre caracterizou sua trajetória.

A canção reforça a capacidade de constante evolução e reinvenção do grupo como uma virtude que, ao longo de quase duas décadas de atividade, garantiu à banda relevância e reconhecimento tanto no cenário nacional quanto internacional.

Samoon lança seu álbum de estreia com elenco de peso do Metal Nacional

FONTE: Hell Yeah Music Company

O Samoon, grupo formado por grandes nomes do Metal Nacional, lançou seu álbum de estreia, "Are You Ready To Dream Again", um trabalho que nasce com ambição artística clara e um forte senso de propósito. O disco nasce com uma proposta grandiosa, tanto pela qualidade técnica envolvida quanto pela reunião de músicos consagrados, e aposta em uma sonoridade que equilibra peso, melodias marcantes e arranjos sofisticados, dialogando com a tradição do gênero sem abrir mão de uma identidade moderna. Desde os primeiros acordes, o álbum revela uma preocupação com a excelência musical e com a construção de uma narrativa capaz de envolver o ouvinte em um percurso emocional coerente e inspirador.

Idealizada pelo pianista, tecladista e compositor Samuel Cirelli, a Samoon nasceu com a proposta de se estabelecer como um verdadeiro supergrupo, reunindo diferentes trajetórias do metal brasileiro em torno de uma visão artística comum. Ao seu lado estão Gustavo di Pádua (ex-Aquaria, Endless, Almah) nas guitarras, Raphael Dafras (Edu Falaschi, Almah) no baixo, Gabriel Triani na bateria e Henrique Martins nos vocais. Essa formação imprime ao álbum uma identidade sólida, na qual melodias marcantes, arranjos sinfônicos e o peso característico do gênero dialogam com influências de bandas como Angra, Avantasia, JAM Project e Iron Maiden, sem soar como mera repetição de fórmulas consagradas.

Sound Age lança o single "Colors" antecipando seu EP de estreia

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda paulista Sound Age lançou o single "Colors", faixa que marca oficialmente sua estreia e o nascimento de sua identidade artística. A música também antecipa o lançamento do primeiro EP do grupo, previsto para o primeiro trimestre de 2026, e já apresenta uma proposta sonora madura, indicando que a banda chega preparada para contribuir com o atual momento de renovação do Rock Nacional.

Em "Colors", a Sound Age reflete sobre a importância de encarar o passado sem se deixar aprisionar por ele, transformando experiências vividas em aprendizado e crescimento pessoal. A letra adota um tom introspectivo e sensível, construído como um diálogo interno que transita entre conselhos, fé e determinação, reforçando a ideia de romper ciclos antigos e buscar a própria transformação de forma consciente. As cores mencionadas ao longo da canção trazem uma metáfora para novas perspectivas, capazes de ressignificar memórias e abrir caminho para um futuro mais promissor.

Skunk Oil - single "Don't Fall Back" antecipa álbum de estreia

A banda Skunk Oil apresenta "Don't Fall Back", single que antecipa o álbum de estreia, intitulado "Skunk Oil", que reúne dez faixas inéditas e teve suas gravações realizadas no Sunset Sound Studios, estúdio histórico responsável por trabalhos de artistas clássicos do rock, como Led Zeppelin, Van Halen, Toto, Rolling Stones, Beach Boys, The Doors e outros. O single "Don't Fall Back", que traz arte de capa de Aaron Bonogofsky, foi produzido pela própria banda. As gravações foram realizadas por Farrokh Shroff e Dennis D’Angelo, com mixagem e masterização assinadas por Adair Daufembach.

Dennis D'Angelo assume os vocais e as guitarras base, além da percussão, as guitarras solo ficam a cargo de Luis Castro, o baixo é de Sebastian Rider e a bateria de Caio Moskalkoff. "Don't Fall Back" aborda de forma direta temas como autossabotagem, estagnação e os ciclos que impedem o avanço pessoal. "A música conduz o ouvinte de um estado de reflexão incômoda para um impulso de urgência e ação, marcando o momento em que permanecer no mesmo lugar deixa de ser uma opção. A letra propõe a quebra consciente de padrões, ressaltando que o progresso nasce da honestidade, do movimento e da conexão, não da perfeição", detalha Dennis D'Angelo.

Formada em 2017 por três estudantes do Berklee College of Music e radicada em Los Angeles, a banda de heavy alt-rock vem se consolidando como um nome relevante na cena alternativa contemporânea ao combinar influências de Queens of the Stone Age, Soundgarden e Muse com uma abordagem autoral que transita entre o grunge, metal, alternativo, punk e blues rock. Assim, vem ampliando sua presença desde o lançamento dos EPs independentes "Skeletons in the Closet" (2018) e "Under Skinned" (2022). Ao longo desse período, o grupo chamou a atenção da imprensa especializada com faixas como "Elephant’s Paw", "Godlike" e "Heavy Feet, Thin Ice".

Reconhecida também por sua força ao vivo, a Skunk Oil já se apresentou em palcos emblemáticos de Los Angeles, como Whisky a Go-Go e Viper Room, fortalecendo sua conexão com o público e seu posicionamento dentro da cena alternativa contemporânea.

Marinas Found - banda gaúcha lança "Saudade", álbum com colaboração de Rodrigo Lima (Dead Fish)

Fonte: Agência 1a1

A Marinas Found apresenta "Saudade", seu terceiro álbum de estúdio, já disponível em todas as plataformas digitais. O disco conta com a participação especial de Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish e fã declarado da banda gaúcha em um encontro que simboliza a conexão entre diferentes gerações do hardcore melódico brasileiro.

Concebido durante a pandemia, o álbum reflete sobre experiências de transição, angústia, conflitos, alegrias, memórias e amadurecimento em um caldeirão que pretende mirar um futuro otimista para jovens adultos em passagem para fases mais maduras da vida.

Marca registrada da Marinas Found, o contraste entre sonoridade pesada e estética vibrante ganha ainda mais força em "Saudade". O álbum evidencia a maturidade da banda ao equilibrar vulnerabilidade e crítica, honestidade e sensibilidade, sem abrir mão da intensidade.

Essa abordagem confere ao hardcore melódico da banda uma dimensão única, onde intensidade e emoção coexistem, abrindo espaço para influências do punk, do rock, do alternativo, do pop e do emo, que vive uma onda de redescoberta e celebração nos últimos anos. O álbum conta com 12 faixas e conduz o ouvinte por uma jornada que vai do chão ao céu, reforçando o caráter emocional e narrativo do trabalho.

Formada em Pelotas, Rio Grande do Sul, a Marinas Found é composta por Pedro Soler (voz e guitarra), Eduardo Walerko (guitarra e voz), Mike Pires (baixo e voz) e Murilo Uarth (bateria e voz). Forjada na ética do DIY, a banda soma 11 anos de estrada construídos no corre independente, em palcos pequenos, turnês autogeridas e na relação direta com a cena underground.

Gritar e celebrar com os amigos, reclamar da sua cidade e dos dramas do crescimento, levantar-se para mudar a situação coletiva, retomar o amor pela vida, e, principalmente, não baixar a cabeça para ninguém: isso é Marinas Found.

Três singles antecederam o lançamento do álbum "Saudade: "Rito", "Cidades Vizinhas" e "Pule o Muro" que foram reunidos em um EP batizado como "Viva Rápido".

"Rito" abriu a era "Saudade" refletindo sobre crescimento pessoal, reconexão e cura emocional após períodos difíceis, especialmente os vividos durante a pandemia. A faixa equilibra peso e melodia, agressividade e contemplação.

Já "Cidades Vizinhas" traz a participação de Rodrigo Lima, do Dead Fish. Inspirada na cidade natal da Marinas, a música aborda a relação ambígua com o lugar de origem entre o afeto e o aprisionamento, o desejo de partir e a vontade de voltar. A faixa utiliza a simbologia das antigas luzes amarelas aconchegantes dos postes, hoje substituídas por LEDs frios, como metáfora da perda de vínculos afetivos nas cidades. A colaboração representa um encontro entre gerações do hardcore nacional e reforça a continuidade da cena independente do Sul do Brasil.

Sobre a parceria, Rodrigo Lima afirma: "Marinas Found é uma das minhas bandas preferidas da nova geração. Faz toda a diferença eles lançarem um álbum agora e botarem a cara. Se continuarem nessa trajetória, vão deixar um legado importante para o Sul do Rio Grande do Sul, para o Brasil e para o mundo."

"Saudade" surgiu ainda durante a pandemia, num momento em que a banda, hoje entre os 20 e 30 anos, começou a perceber que algumas coisas iam ficando para trás. O projeto nasceu como um ideal de vida, construído com pessoas muito próximas, mas com o tempo e as escolhas de cada um, a formação foi mudando. A rotina, os compromissos e o próprio passar do tempo foram criando distâncias inevitáveis.

A música reflete a saudade de um tempo mais ingênuo e espontâneo, não necessariamente ligado à juventude, mas a uma forma mais leve de estar no mundo. Mais do que algo que paralisa ou entristece, "Saudade" aparece como uma tentativa de reconciliação com o que foi esquecido ao longo do caminho, uma força feliz e criativa, capaz de gerar algo novo tão bonito quanto aquilo que já existiu".

Degenerare Principe - Nova banda de blackgaze e seu estilo não convencional

Violões, guitarras elétricas, baixos, vozes inassimiláveis, bateria, batidas eletrônicas, gritos de demônios e... letras belíssimas. Pois, apesar de sua decadência, o príncipe ainda conserva valores aristocráticos.

Este é o Degenerare Principe, uma banda organizada como uma federação anarquista: alguns membros nem sequer têm contato uns com os outros, fazemos música sem precisar da aprovação dos demais. É claro que isso não os impede de colaborar nas mesmas faixas.

"Gostamos de nos definir como uma banda de Black Metal (afinal, achamos a classificação "Experimental" vaga pra caralho), apesar das discrepâncias entre nossa música e a de outras bandas do gênero. Aproveite nossa música!"

Rolimã aprofunda clima contemplativo em novo single

A Rolimã segue apresentando as diferentes camadas de seu próximo álbum em "dos dias nublados que me perdi pensando na vida", single que marca um momento mais introspectivo dentro da nova fase da banda. A faixa dá continuidade ao ciclo iniciado com o single duplo, "capim limão / conosquinho", lançado em novembro de 2025 e antecipa o disco de estreia, previsto para março de 2026 pelo selo Downstage.

Natural de Águas de Lindóia, interior de São Paulo, a banda explora na nova música a vontade de desacelerar e observar o presente, mesmo diante da sensação de que o melhor ainda está por vir. A letra parte de imagens simples e cotidianas para falar sobre pausa, contemplação e fuga da rotina acelerada, revelando um lado mais sensível do repertório.

Musicalmente, "dos dias nublados que me perdi pensando na vida" flerta com o emo e o shoegaze, apostando em guitarras espaciais, um riff marcante e uma dinâmica que acompanha a narrativa emocional da canção. A voz surge de forma honesta e direta, enquanto o instrumental carrega uma densidade que contrasta com o tom mais leve da letra.

Produzida por Luke Mello no Urgent Studios, a faixa integra uma sequência de lançamentos que inclui novos singles em janeiro, fevereiro e março, preparando o terreno para o álbum "pior que eu tava tão de boa que esqueci até que eu tava aqui". Paralelamente, a banda vem compartilhando registros de bastidores, gravações e processos criativos em suas redes sociais, reforçando o caráter íntimo e processual do projeto.

"dos dias nublados que me perdi pensando na vida" já está disponível em todas as plataformas digitais.

O grupo, na ativa desde 2021, é formado por Vitor Formagio (voz e guitarra), Victor Marcondes (bateria), Lucas Golo (baixo) e Breno Godoi (trompete). O EP de estreia saiu em 2022, Retalho, gravado 100% analógico em fita no estúdio no ForestLab (Rio de Janeiro) por Lisciel Franco. Agora, a banda se prepara para uma fase completamente nova.

Hank Lin lança "One More Minute" com a banda Avidious

FONTE: TRM Press

Hank Lin lança "One More Minute" com a banda Avidious e celebra abertura para o Nailbomb em Los Angeles nos EUA

Terceiro single do álbum "Death Knows My Name" já está disponível nas plataformas; baterista e multi-instrumentista também percorreu os Estados Unidos com o Thrown Into Exile, abrindo shows do Cavalera (Chaos A.D.) e do Fear Factory

Chia-Hung "Hank" Lin, baterista e multi-instrumentista à frente do Avidious, lançou "One More Minute", terceiro single que antecipa o álbum de estreia "Death Knows My Name", com chegada prevista para 13 de fevereiro. A novidade vem na esteira de um momento importante na estrada: em 20 de janeiro, a banda se apresentou no 1720 Warehouse, em Los Angeles, como atração de abertura do Nailbomb, projeto de Max Cavalera.

"Essa música representa um momento muito importante para mim. Ela veio de um lugar de dúvida e angústia, mas também de beleza e catarse", afirma Hank. "É sobre como, às vezes, é mais fácil se agarrar à dúvida do que encarar a esperança de frente. É intensa e vulnerável ao mesmo tempo."

No aspecto musical, "One More Minute" aposta em uma combinação de vocais agressivos, riffs contundentes e um refrão melódico e melancólico, além de um solo de guitarra emocional e até um solo de bateria, reforçando o perfil detalhista de Hank no estúdio. A faixa foi composta por Hank, com letras escritas com o vocalista Isaac Jones, e recebeu produção, mixagem e masterização do produtor brasileiro Adair Daufembach. Hank gravou todos os instrumentos, com exceção do solo de guitarra, co-escrito com o guitarrista brasileiro Gabriel Franzese e executado por ele.

Symmetrya traz reflexão visceral sobre o câncer com o single "Insidious"

FONTE: Wargods Press

A banda catarinense de Power/Progressive Metal SYMMETRYA lança oficialmente o single "Insidious", uma das faixas mais emocionantes de sua discografia. A música faz parte do álbum "Beyond the Darkness" (2018), último trabalho de estúdio do grupo, que em breve chegará na íntegra a todas as plataformas de streaming.

Com mais de oito minutos de duração, "Insidious" é a faixa que encerra o álbum e se destaca por sua letra forte e complexidade instrumental. A letra aborda de forma crua e direta a batalha contra o câncer, narrando desde o diagnóstico "insidioso" e silencioso até a luta física e espiritual pela sobrevivência. É um relato sobre a fragilidade humana, o medo da morte e, acima de tudo, a resiliência do espírito diante da devastação causada pela doença.

Musicalmente, a faixa sintetiza a identidade do SYMMETRYA, mesclando o peso do Heavy Metal tradicional com passagens progressivas e melodias marcantes, características que consolidaram o grupo — na época formado por Jurandir Jr. (vocal), Alexandre Lamim (guitarra), Gean Carlos (baixo), Marcos Vinicius (bateria) e Milton Maia (teclados) — como um dos principais nomes do gênero no Sul do país.

O lançamento de "Insidious" como single prepara o terreno para a disponibilização completa de "Beyond the Darkness" nas plataformas digitais. Originalmente lançado em formato físico em 2018, o disco recebeu excelentes críticas da mídia especializada por suas letras inspiradas em obras literárias e artísticas.

A temática de "Insidious" ressoa profundamente dentro da comunidade do Rock e Metal, um gênero que, infelizmente, perdeu alguns de seus maiores ícones para esta doença devastadora. O single evoca a memória de lendas como Lemmy Kilmister (Motörhead), Ronnie James Dio, Jon Lord (Deep Purple), Chuck Schuldiner (Death), Eddie Van Halen e tantos outros. Ao abordar o câncer sem filtros, o SYMMETRYA não apenas entrega uma composição técnica e poderosa, mas também presta uma forma de tributo à fragilidade e coragem daqueles que enfrentaram essa batalha silenciosa, transformando a dor em uma mensagem de força para os fãs que lidam com perdas semelhantes.

Eloy Fritsch revisita a estética "Spy-Fi" em novo vídeo com formação em trio

FONTE: Wargods Press

O tecladista e compositor Eloy Fritsch está divulgando seu novo videoclipe, para a faixa "The Spy", música instrumental que integra originalmente seu 12º álbum solo, "Sailing To The Edge". A produção apresenta um novo arranjo para a música, executado em formato de power trio com a participação de seus filhos, Ricardo Fritsch (baixo) e Filipe Fritsch (bateria). Composta como uma trilha sonora imaginária, "The Spy" explora a linguagem do gênero Spy-Fi. A estrutura musical faz referência a compositores fundamentais das trilhas de ação do século XX, como Lalo Schifrin (Missão Impossível), Henry Mancini (Peter Gunn) e John Barry (007).

A faixa é a terceira do álbum "Sailing To The Edge", lançado originalmente em 2017. A obra é caracterizada pelo uso extensivo de sintetizadores analógicos e digitais — incluindo timbres clássicos de Minimoog e Mellotron — para construir texturas orquestrais e atmosféricas. Na composição, Fritsch utiliza sintetizadores para emular naipes de metais, criando temas incisivos que dialogam com solos de teclado. A sonoridade remete ao Rock Progressivo Sinfônico clássico, notadamente influenciada pela técnica de mestres do instrumento como Rick Wakeman e Keith Emerson.

O disco transita tematicamente entre a fantasia e a ficção científica, com faixas que evocam desde cenários medievais até viagens no tempo. Dentro deste repertório, "The Spy" destaca-se por sua dinâmica cinematográfica e pelo andamento acelerado, diferenciando-se das peças mais espaciais ou New Age que também compõem o trabalho.

Enquanto a gravação original de 2017 privilegiava a produção de estúdio, o novo vídeo traz uma abordagem mais orgânica. A presença da seção rítmica formada por Ricardo e Filipe confere maior "peso" e dinâmica à execução. O registro visual documenta a interação familiar e a precisão técnica do trio, oferecendo uma nova perspectiva sobre a composição quase uma década após seu lançamento original.

Banda inglesa Incarcerated lança singles com mixagem de Flemming Rasmussen (Metallica)

FONTE: Wargods Press

A banda de Death/Thrash Metal INCARCERATED, sediada em Londres desde 2021, anuncia o lançamento oficial de seu primeiro álbum completo, intitulado "Necrosphere". O disco estará disponível em todas as plataformas de streaming e no formato físico a partir do dia 30 de janeiro. O trabalho contou com o seguinte line-up: Lander da Silva (guitarra/vocais), Rafael Rojo (guitarra solo), Andy Butler (baixo) e Alberto Pesco (bateria). Em setembro de 2025 o grupo anunciou a entrada do novo baterista, Hercules Tsekouras, que agora assume as baquetas para a turnê de divulgação do álbum.

A produção de "Necrosphere" envolveu nomes de peso da engenharia de som mundial, conferindo ao álbum uma sonoridade que remete aos clássicos do gênero. As gravações ocorreram no Rogue Studios, em Londres, sob a produção de Alessio Garavello (vocalista do A New Tomorrow, ex-Power Quest e Dragonforce) e coprodução do baixista Andy Butler. Para a etapa final de mixagem e masterização, a banda trabalhou com Flemming Rasmussen no lendário Sweet Silence Studios, em Copenhague. Rasmussen é conhecido por definir a sonoridade do Thrash Metal nos anos 80, assinando obras seminais do Metallica ("Ride the Lightning", "Master of Puppets", "...And Justice for All"), além de trabalhos com Morbid Angel, Artillery e Blind Guardian.

Musicalmente, o álbum foi antecipado por dois singles lançados no final de 2025, que servem como amostra da dualidade estilística do quarteto. A faixa "Fatal Fate" (lançada em 07/11/2025) explora uma pegada mezzo Death mezzo Thrash e destaca-se por um recurso lírico singular: a aliteração, onde a letra é construída predominantemente com a letra "F", criando uma métrica percussiva sobre temas de fanatismo e distopia. Em contraste, o single "Deprived" (lançado em 13/12/2025) apresenta uma abordagem mais focada no Death Metal. Nesta composição, a letra de Lander articula uma crítica social direta, abordando a desigualdade econômica, a falácia da meritocracia e a ganância corporativa. "Fatal Fate" ganhou uma versão em videoclipe, produzido por Dean Addison, enquanto "Deprived" foi lançada em vídeo criado pela própria banda, um "behind the scenes".

Desde o lançamento de seu primeiro EP em 2022, o INCARCERATED tem recebido atenção da mídia especializada internacional pela agressividade e execução técnica de suas composições. O Deadly Storm Zine (República Tcheca) classificou o som do grupo como um "ataque sangrento de Thrash Death Metal", enquanto a publicação brasileira Heavy&Hell notou influências diretas de veteranos como Carcass, Kreator e Slayer. Com a chegada de "Necrosphere", a banda planeja expandir sua atuação ao vivo, com uma turnê de divulgação agendada para 2026 cobrindo o Reino Unido, Irlanda e Europa continental.

No campo visual, a banda contou com Ivan Stan para a criação da arte da capa do álbum, com design criado por Sabrina Schiavinatto, enquanto as fotos promocionais do grupo foram clicadas por Peterson Marti.

Assista ao vídeo de "Deprived".

Banda Libro lança "O que existe em nós", música escrita após a partida de Chester Bennington, um retrato cru sobre a depressão e ansiedade

No dia 13 de janeiro de 2026, a banda Libro lança o single "O que existe em nós", uma faixa intensa que aborda os impactos da depressão e da ansiedade de forma direta e emocionalmente honesta.

A música foi escrita após a partida de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, cuja morte marcou o rock moderno e reacendeu debates sobre saúde mental dentro e fora da indústria musical. Com versos crus e atmosfera carregada, "O que existe em nós" traduz sensações comuns a quem convive com transtornos emocionais: falta de ar, confusão mental, distorção da realidade e a luta constante para seguir em frente.

"Nada bem. Eu não estou nada bem."

A canção não se apresenta como homenagem nem como resposta definitiva, mas como um questionamento aberto. O ponto central gira em torno da dor que levou Chester ao suicídio e da possibilidade — ou ausência — de salvação para alguém consumido pela tristeza. A partir disso, a banda amplia o tema para algo universal: a ansiedade e a depressão que podem existir em qualquer pessoa, independentemente de fama, talento ou reconhecimento.

Além do aspecto artístico, a banda reforça que falar sobre saúde mental também envolve responsabilidade social. A música destaca a importância da busca por ajuda profissional, como psicólogos e psiquiatras, além do papel essencial de redes de apoio e grupos de escuta.

Em situações de sofrimento intenso, serviços como o Centro de Valorização da Vida (CVV), disponível gratuitamente pelo telefone 188, são fundamentais para acolhimento e prevenção ao suicídio. Musicalmente, a faixa dialoga com o rock alternativo, carregando uma intensidade emocional que remete ao impacto lírico de bandas como o Linkin Park, sem perder identidade própria. O resultado é uma música que funciona como reflexão, alerta e desabafo coletivo. "O que existe em nós" convida à escuta, ao diálogo e à quebra do silêncio em torno das dores invisíveis — dentro e fora da cena musical.

Alcoholic Coma lança o single "Just Pride No Regrets", faixa-título de seu álbum de estreia

A banda brasileira de heavy/thrash metal Alcoholic Coma lançou o single "Just Pride No Regrets", faixa-título de seu álbum de estreia homônimo. A música aprofunda o conceito lírico e estético que define a identidade da banda, funcionando como um verdadeiro manifesto de atitude e posicionamento.

Com versos diretos e repetitivos como "Think what you want / Scream what you want", a letra de "Just Pride No Regrets" aborda a resistência individual diante do julgamento externo, da intolerância e do ódio gratuito. A canção reforça a ideia de seguir convicções próprias sem arrependimentos, mesmo em meio à pressão social e à hostilidade.

Musicalmente, a faixa mantém a base agressiva do thrash metal, com riffs rápidos, bateria intensa e vocais marcantes, alinhados à proposta crua e direta que a Alcoholic Coma vem apresentando em seus lançamentos. O single antecipa o clima do álbum Just Pride No Regrets, que consolida a banda dentro da cena underground nacional.

Formada em 2023, a Alcoholic Coma conta com Max (vocal), Louis (guitarra e segunda voz), Tuchão (baixo e backing vocal) e Tom (bateria e backing vocal). O grupo vem construindo sua trajetória com lançamentos autorais e forte presença estética, apostando em letras que exploram conflitos internos, orgulho, decadência e resistência.

O single "Just Pride No Regrets" já está disponível nas plataformas digitais, e integra a sequência de lançamentos que antecedem o álbum de estreia da banda.

Wild Hunt exalta a luta anti-colonial tupinambá em single e videoclipe de "Tupi Army"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda brasiliense Wild Hunt deu sequência à divulgação de seu aguardado terceiro álbum de estúdio com o lançamento do single e videoclipe de "Tupi Army". A faixa aprofunda o conceito apresentado anteriormente em "Dilúvio", revisitando a resistência indígena frente à colonização portuguesa, reforçando a identidade artística do grupo que une metal extremo, melodias épicas e narrativas inspiradas nas raízes ancestrais brasileiras.

Inspirada no violento processo de colonização portuguesa no Nordeste do Brasil no século XVI, "Tupi Army" narra a resistência liderada pelo cacique Serigy, que por cerca de três décadas enfrentou as investidas dos colonizadores na região que hoje corresponde ao estado de Sergipe. A canção destaca a união de diferentes povos indígenas, como os tupinambás e seus aliados, liderados por Serigy, Siriry e Pacatuba, que formaram uma expressiva força de guerra em defesa de seu território, cultura e liberdade diante da imposição colonial.

Àlfar Quest lança videoclipe com estética inspirada em Caverna do Dragão

FONTE: Hell Yeah Music Company

Embalada pela excelente repercussão de seu single de estreia, "Into the Crystal Deep", que conta com a participação de Fabio Lione, a Àlfar Quest lançou agora o videoclipe da faixa, com uma produção que aprofunda o conceito narrativo da obra, apostando em uma ambientação que remete a uma campanha de RPG e dialoga diretamente com a estética de referências como Caverna do Dragão e Stranger Things.

Com uma repercussão surpreendente para uma banda independente, ultrapassando a marca de 35 mil reproduções já com seu single de estreia apenas no Spotify, a Àlfar Quest vem se consolidando como uma das grandes apostas de uma nova onda do Power Metal mundial. O grupo se destaca por combinar uma produção contemporânea com uma sonoridade que resgata a grandiosidade dos clássicos do gênero, especialmente aqueles lançados nos anos 1990. O reconhecimento ao trabalho da banda se estendeu por todos os continentes, com diversas publicações exaltando sua proposta artística e culminando, inclusive, na escolha da Àlfar Quest como artista de capa da nova edição do zine brasileiro Power Nation.

Nokaos celebra 25 anos com o single "Obediência Cega", um ataque direto à fé sem questionamento

A banda Nokaos, um dos nomes mais longevos e ativos da cena underground do Grande ABC Paulista, comemora 25 anos de estrada com o lançamento do novo single "Obediência Cega". A música chega como um manifesto direto e sem rodeios contra o fanatismo religioso e a manipulação exercida por líderes espirituais sobre seus rebanhos, reforçando a tradição do grupo em unir energia e crítica social.

Formado em 2001, o Nokaos construiu sua identidade sonora a partir de uma mistura de ska, punk, reggae e hardcore. Essa sonoridade segue firme em "Obediência Cega", com arranjos mais maduros e um discurso afiado, refletindo a nova fase do grupo.

"A música fala sobre abrir os olhos. Questionar discursos prontos, principalmente quando eles são usados para controlar pessoas e enriquecer poucos", explica Eric Toloi, guitarrista da banda. "Não é um ataque à espiritualidade, mas à exploração da fé como ferramenta de poder."

Ao longo de sua trajetória, o Nokaos lançou uma série de trabalhos que ajudaram a consolidar seu nome na cena alternativa nacional, como os EPs "Nokaos" (2002), "Dos Nossos Sonhos" (2006), o single "Rotina" (2010), o EP "Festa" (2013), o álbum "Sem Freio" (2017), além de faixas como "Talkey" (2019), "De Peito Aberto" (2021) e uma versão de "Follow You Down", da banda Gin Blossoms, lançada em 2023.

Mesmo após duas décadas de estrada, a banda segue inquieta criativamente. Segundo Toloi, o momento atual é de celebração, mas também de responsabilidade artística:

"Chegar aos 25 anos não é só comemorar o passado. É entender o que ainda temos a dizer. ‘Obediência Cega’ representa muito isso. Continuamos acreditando que música também é ferramenta de reflexão."

Além do novo single, o Nokaos segue rodando com um repertório que mescla músicas antigas, lançamentos recentes e versões inusitadas, mantendo a energia característica que já passou por diversas casas e festivais importantes da cena underground em várias cidades do país.

Atualmente, a banda é formada por Duda Docini (vocal), Eric Toloi (guitarra), JP Andrade (baixo), Menduca (guitarra), Igor Bueno (bateria), João Vitor (trombone), Rafael Guazzelli (saxofone) e Robert Magalhães (trompete).

Carcinosi une death metal e colapso ambiental em "MultiClimatic Incident"

Em tempos de desastres ambientais e negacionismo climático, a banda de Death Metal Carcinosi usa a brutalidade sonora para descrever um cenário de ruptura iminente. O novo single, "MultiClimatic Incident", já está disponível nas plataformas de streaming.

A narrativa lírica aborda o colapso ambiental, a fome e as tempestades não como metáforas, mas como consequências diretas de um processo contínuo de degradação humana. O conceito central é a visão de que o apocalipse não é um evento súbito, mas um acúmulo histórico de erosão moral e desastres naturais.

A arte do single é assinada por Sebastian Suarez e o lyric video - que você pode ver abaixo - reforça visualmente o clima de devastação, foi desenvolvido por Tiago Vargas, vocalista e baixista do grupo.

Deathraw anuncia seu primeiro lançamento, "Reduced to Ashes"

Deathraw (Thrash Metal, França) anuncia seu primeiro lançamento, "Reduced to Ashes", com lançamento previsto para 13 de fevereiro de 2026.

Moldado por um som enraizado no legado do Thrash Metal da Bay Area, o som do DEATHRAW é caracterizado por riffs rápidos e implacáveis, equilibrados por passagens mais melódicas, refletindo uma abordagem direta e autêntica, sem excesso de produção.

Composto por ex-membros e membros atuais de BLACKENED, DEAD TREE SEEDS, DRAUGEN, SCURRILOUS e MINDKILLER, o DEATHRAW aposta em solos expressivos, vocais crus e bateria precisa e impactante, tudo sustentado por uma produção poderosa. O álbum também conta com um solo de Ol Drake (EVILE).

Vencidos lança álbum de estréia "To Build a Fire", inspirado em conto de Jack London

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda Vencidos lançou seu álbum de estreia, "To Build a Fire", uma obra densa, contemplativa e profundamente existencial que marca o início oficial do projeto iniciado em 2024. Inspirado no conto homônimo de Jack London, o disco se apresenta como uma descida lenta e inevitável até o limite humano, narrada em primeira pessoa, onde a autoconfiança dá lugar à lucidez brutal em um cenário de frio absoluto. Ao longo da obra, natureza, corpo e consciência se tornam inimigos íntimos, refletindo a indiferença do mundo natural diante da fragilidade humana e as consequências trágicas do orgulho e arrogância.

Musicalmente, o álbum alterna peso e contemplação, explorando dinâmicas, texturas e o uso consciente do silêncio para traduzir exaustão, erro e resignação, onde cada faixa funciona como um marco desse colapso progressivo, até que o fim se imponha sem catarse ou redenção, apenas como fato. As canções de "To Build a Fire" abordam temas como finitude, solidão existencial, crítica à ideia de progresso civilizatório e o absurdo da condição humana, dialogando mais com a filosofia trágica e o pensamento de autores como Albert Camus do que com qualquer noção de fé ou salvação.

Mario Kohn lança videoclipe do single "All The Bad Things Are Gone"

FONTE: Hell Yeah Music Company

O músico e compositor Mario Kohn segue surpreendendo com sua capacidade de criar trabalhos artísticos com potencial de empoderar e encorajar as pessoas. Seu single mais recente, "All The Bad Things Are Gone", que já traz uma mensagem extraordinária de superação diante das dificuldades da vida, agora ganhou contornos ainda mais poderosos com um videoclipe inspirador, que amplia e reforça o significado da canção.

Com uma proposta estética absolutamente orgânica e verdadeira, o videoclipe de "All The Bad Things Are Gone" transmite uma mensagem de superação e resiliência diante das adversidades da vida. A canção e o videoclipe abordam o processo de deixar para trás experiências dolorosas, relações tóxicas e situações que geraram sofrimento, ao mesmo tempo em que celebra a força interior necessária para atravessar esses momentos. O discurso também aponta para o movimento de seguir em frente, incentivar outras pessoas a encontrarem seus próprios caminhos e confiar no poder da mente e da determinação individual, reforçando que, mesmo diante das dificuldades, é possível persistir, evoluir e preservar a própria integridade.

Rethoryka lança "Contra o Tempo" e marca retorno aos palcos após hiato

FONTE: AL9 Comunicação

Após um período de pausa e reflexão, a banda Rethoryka está oficialmente de volta ao cenário musical com o lançamento do álbum Contra o Tempo, trabalho que reafirma sua identidade sonora. O disco chega ao público em 2026, trazendo o rock and roll em sua forma mais pura, direta e visceral.

Com 10 faixas, o álbum reúne 7 canções inéditas e 3 regravações, resgatando composições marcantes da trajetória da banda. Gravado há algum tempo, Contra o Tempo ganha agora seu lançamento oficial, dialogando com o presente sem perder a essência clássica que sempre definiu o som da Rethoryka.

O projeto conta com participações especiais de Felipe Ramos, Renato Vianna, Arthur de Jesus e Silas Gomes, ampliando o peso artístico e a diversidade musical do álbum. A produção é assinada por Rodrigo Pinheiro e Diego Lining, que conduziu o trabalho com foco em timbres orgânicos, riffs marcantes e uma sonoridade que remete às raízes do rock, sem abrir mão de qualidade técnica e contemporaneidade.

A Rethoryka mantém em Contra o Tempo sua proposta lírica consistente, com letras que abordam propósito, conflitos internos e resistência, sempre de forma honesta e sem excessos, conectando mensagem e atitude rock.

Liderada por Diego Lining, a banda também anuncia o retorno aos palcos após dois anos de hiato, retomando apresentações ao vivo com uma formação mais coesa e artisticamente fortalecida. Para Diego, o novo álbum simboliza mais do que um lançamento musical:

"Esse disco nasceu em um momento em que o tempo parecia não jogar a nosso favor. Hoje, lançá-lo é uma forma de mostrar que a mensagem, a fé e o rock verdadeiro não envelhecem. ‘Contra o Tempo’ é sobre permanecer firme, mesmo quando tudo parece pedir o contrário", afirma o vocalista.

Contra o Tempo marca, assim, um novo capítulo na história da Rethoryka, um retorno consistente, fiel às origens e ao mesmo tempo atento ao presente, reafirmando o espaço da banda no rock cristão nacional e preparando o terreno para uma nova fase de estrada, palco e conexão com o público.

Igreja do Sexo lança o álbum "Do pó ao pó" e o clipe de "A Metropolis Tem Fome"

A Igreja do Sexo lançou "Do pó ao pó", um disco de deathrock que cheira a cidade quebrada, fé apodrecida e política decrépita. O álbum nasce do incômodo e faz questão de permanecer nele.

A banda é formada por um bando de esquerdistas safadas cutucando um sistema político falido, zombando de líderes religiosos grotescos, nacionalismos de fantasia e dessa colonização constante do pensamento crítico. Tudo vira alvo: o púlpito, o palanque, a moral de fachada e a alienação travestida de virtude.

Sem disfarçar posicionamento, a Igreja do Sexo assume o deathrock como arma contra o moralismo crente e o capitalismo tardio, transformando raiva, sarcasmo e decadência em música.

O disco caminha entre o deboche e o desencanto, sempre com estética underground e letras que preferem o confronto ao conforto. Nada aqui tenta ser neutro, elegante ou universal.

Junto com o álbum, a banda lançou o videoclipe de "A Metropolis tem Fome", uma crítica direta ao nosso sistema capitalista, explorando paralelos entre nossa sociedade moderna e o clássico filme Metropolis (1927). Coincidentemente o filme mudo se passa em 2026, nosso momento atual. A letra, parte inspirada no longa e parte inspirada em nossa realidade, se funde às imagens emprestadas da obra, e tudo se torna um, como um eco de uma força que perdura através das eras, um ciclo de consumo e morte atualizado entre os tempos, potencializado por tecnologias e patrocinado pelo sistema financeiro e pela necropolítica.

"Do pó ao pó" já está disponível nas plataformas digitais, assim como o clipe de "Metrópolis Tem Fome". Para quem ainda acredita que rock serve para incomodar, a Igreja do Sexo continua fazendo o serviço sujo.

Immolation lança o single "Adversary" e anuncia detalhes de seu próximo disco

AUTOR: Mateus Ribeiro / Fonte: Nuclear Blast

A banda norte-americana de death metal Immolation anunciou nesta sexta-feira (16 de janeiro) detalhes sobre seu próximo álbum. Intitulado "Descent", o décimo segundo disco de estúdio do grupo tem lançamento programado para o dia 10 de abril deste ano.

"Estamos muito empolgados em lançar ‘Descent’ este ano. A energia e a sensação deste novo trabalho são quase viciantes. Não poderíamos estar mais felizes com o resultado e mal podemos esperar para que todos o ouçam! Este álbum eleva o que fizemos nos últimos discos a um novo patamar. O material permanece fiel às nossas raízes, mas também explora territórios novos e ambiciosos, com acenos aos nossos primeiros momentos. Sempre buscamos criar músicas interessantes, e acredito que alcançamos isso em cada faixa. É realmente um dos nossos melhores registros, com produção, atmosfera e fluidez incríveis. Estamos ansiosos para tocar tudo isso ao vivo para vocês em breve", afirmou a banda.

Também nesta sexta-feira, o Immolation divulgou o primeiro single de seu novo registro: trata-se de "Adversary", uma mistura esmagadora de blast beats, solos intimidadores e vocais cavernosos. Definida por uma percussão implacável, riffs dissonantes e o comando dos guturais de Ross Dolan, a faixa é uma demonstração monumental do poder duradouro da banda.

"Descent" foi gravado em dois locais: Justin Passamonte gravou as guitarras, baixo e vocais no Jpass Music, enquanto a bateria foi registrada no Mercinary Studios com Noah Buchanan. A produção foi um esforço colaborativo entre a banda e o engenheiro de longa data Zack Ohren, que também cuidou da mixagem e masterização. O resultado é uma produção robusta e de alta fidelidade, que captura os momentos mais fervorosos e sombrios da banda com igual clareza. Chamar "Descent" de "pesado" ou "brutal" é um eufemismo; trata-se de um death metal com uma voz única e elevada que se sustenta por si só.

Visualmente, a banda convocou mais uma vez Eliran Kantor para criar uma obra-prima assustadora na capa — uma verdadeira marca registrada da estética do Immolation — complementada pelas ilustrações do encarte interno feitas por Santiago Jaramillo (Triple Seis Design). Com este lançamento, o Immolation reforça seu status como uma das forças mais duradouras e vitais do gênero.

Panta Rei celebra a vida em canção contra o adoecimento mental no capitalismo.

A banda santista Panta Rei inicia o ano de 2026 com uma verdadeira pedrada sonora. Trata-se do lançamento do single "Mofar", um punk rock estimulante sobre o sofrimento mental no capitalismo, acompanhado de "Poesia", uma canção de amor visceral com um groove viciante e vocais poderosos. "É como se estivéssemos querendo dizer que, apesar de todo o sofrimento causado pela exploração, existe sempre, lá no fundo da gente, uma energia explosiva capaz de renovar o mundo", diz Iury, vocalista e compositor das canções.

As músicas foram produzidas de modo totalmente analógico nos estúdios de Lisciel Franco no interior do Rio de Janeiro. Segundo Tuco, guitarrista, a banda "gravou o play com equipamentos lendários, o microfone dos vocais era da década de trinta, os da bateria eram da década de setenta. Só relíquia!". O som, cuja gravação fechou com chave de ouro um ano de muitas batalhas, é áspero, cru, direto e impactante. As canções têm data de lançamento para dia 10 de Fevereiro no Bandcamp e 12 de Fevereiro nas demais plataformas digitais, com direito a clipe e show de estréia. "A gente vai chegar com tudo, galera. Se preparem!", avisa Bruno, baterista da banda.

A Panta Rei é uma banda de psicodelia pesada de Santos, SP, com influência de bandas como Black Sabbath e Casa das Máquinas. O trio, composto por Iury Cascaes (vocais, baixo), Arthur "Tuco" Campos da Cruz (guitarra) e Bruno Novaes (bateria e backing vocals), é reconhecido na cena local por suas apresentações memoráveis e por marcar presença de modo inconfundível. Atualmente, está com a agenda aberta para shows e trabalha na publicação de um single, sendo esta a primeira etapa na promoção de seu primeiro álbum, a ser lançado nos próximos meses.

Claustrofobia lança "Aqui Não", novo single com participação de João Gordo

Claustrofobia retorna após o aclamado álbum 'Unleeched', lançado pelo selo americano M-Theory Audio e disponível no Brasil pelo selo da Wikimetal Music. O disco teve destaque em grandes portais como Metal Injection, Decibel Magazine, Roadie Crew e mais.

Agora, a banda brasileira promove o single "AQUI NÃO", com participação de João Gordo, do Ratos de Porão. Lançada nesta quarta-feira, 14, a faixa chega acompanhada de um videoclipe criado pela Cyber Dog com auxílio de Inteligência Artificial - onde o Claustrofobia explora pela primeira vez o uso dessa tecnologia -, mesclando com cenas da performance tradicional da banda.

Sobre o single, Marcus D'Angelo comenta: "‘AQUI NÃO’ é um crossover Thrash–Core–Death 100% brasileiro, com uma letra ácida que desperta identificação em diferentes camadas, mas que essencialmente deixa claro que jamais seremos contaminados pelas armadilhas humanas, amplificada pelo mundo virtual e dominante no cenário atual, especialmente no Brasil.

Ele continua: "A faixa reafirma que não abrimos mão dos nossos princípios, mesmo em um momento em que todos parecem obrigados a se render ou se adaptar a alguma regra conveniente. E nada seria mais apropriado do que convocar o João Gordo, mestre absoluto do Crossover brasileiro, para vociferar essa resistência conosco, espalhando desconforto exatamente para quem merece senti-lo".

João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, acrescenta: "Cara, é uma honra da minha parte participar de um som do Claustrofobia. Eu já participei de músicas de quase todas as bandas grandes de metal do Brasil — Sepultura, Krisiun, Nervosa — e sempre falava: ‘caralho, cara, só faltava o Claustrofobia’. Quando ouvi a música, achei irada. O Claustrofobia é um dos bastiões do metal raivoso no Brasil. É muito raivoso mesmo. Eu já vi show deles do lado do palco e fiquei impressionado com a fúria, o ódio e o sangue no zóio desses dois irmãos, cara. Participar dessa música foi um prazer. É uma música consciente, com uma letra boa, tá ligado? E ainda em português, o que eu prezo muito, principalmente sendo cantado aqui no nosso país. É isso aí. Não tem muito o que falar. É foda."

O Claustrofobia canaliza sua energia do heavy metal com uma sólida carreira no Brasil, América do Sul, Europa e Estados Unidos. Atualmente morando nos Estados Unidos, a banda excursionou com o Sepultura, abrindo os shows da turnê de despedida, a Celebrating Life Through Death, ao lado Obituary e Agnostic Front. E recentemente, abriu 22 shows da turnê norte-americana da CRYPTA.

Symmetrya disponibiliza o álbum "Last Dawn" nas plataformas digitais, revelando trilogia inspirada em Paulo Coelho

FONTE: Wargods Press

Com participação de Rafael Bittencourt (Angra) e arte de Gustavo Sazes, o disco revisita temas existenciais e traz referências literárias que vão de Stephen King ao misticismo de "A Bruxa de Portobello".

A banda brasileira de Power/Prog Metal SYMMETRYA anuncia a chegada oficial de seu segundo álbum de estúdio, "Last Dawn", a todas as principais plataformas de streaming. Originalmente lançado em 2014, o disco é uma peça central na discografia do grupo e retorna agora em formato digital, permitindo que o público redescubra a complexidade lírica e os arranjos maduros que definiram a identidade do quinteto. Este relançamento é parte fundamental da estratégia da banda de disponibilizar seu catálogo completo, servindo como ponte entre o debut "Eternal Search" (2007) e o sucessor "Beyond the Darkness" (2018), intercalado por singles.

Um dos pontos mais interessantes de "Last Dawn" é a sua forte conexão com a literatura, marca registrada do grupo. O álbum apresenta uma trilogia conceitual composta pelas faixas "Past Life Trauma", "Nature of the Witch" e "Athena’s Legacy". As três músicas foram diretamente inspiradas no best-seller "A Bruxa de Portobello", do escritor Paulo Coelho. A banda traduziu para a linguagem do Metal a jornada de Athena, a protagonista do livro, explorando musicalmente sua busca espiritual, os conflitos com o dogma religioso e o legado místico deixado por ela. As faixas funcionam como atos de uma história, começando pelos traumas passados, evoluindo para a descoberta da natureza mística e culminando no legado deixado pela personagem ("Athena's Legacy").

Além de Paulo Coelho, o cinema e a literatura de horror também marcam presença. "Something in the Mist" é um dos momentos mais celebrados do disco: esta faixa conta com a participação do guitarrista e fundador do Angra, Rafael Bittencourt. A letra é inspirada no conto "O Nevoeiro" (The Mist), de Stephen King, capturando o medo do desconhecido em uma atmosfera pesada e progressiva.

Sobre o lançamento digital, o vocalista Jurandir Jr. declarou: "Relançar o "Last Dawn" no ambiente digital é, de certa forma, dar uma nova vida a essas histórias. O conceito de 'última madrugada' e a reflexão sobre o tempo que permeiam o disco conversam muito com o mundo acelerado de hoje. Queremos que os fãs antigos redescubram essas camadas e que o novo público entenda de onde viemos enquanto nos preparamos para o futuro."

A produção visual de "Last Dawn" conta com a assinatura de Gustavo Sazes (Arch Enemy, Angra, Kamelot), que traduziu o clima soturno e reflexivo das letras para a capa. A formação responsável pelo registro trouxe Jurandir Junior (vocais), Alexandre Lamim (guitarras), Jacson Luis (baixo), Milton Maia (teclados) e Marcos Vinícius (bateria). A crítica especializada da época elogiou o equilíbrio da banda, que consegue transitar entre o peso do Heavy Metal tradicional e a sofisticação técnica do Prog Metal sem perder o foco na melodia.

Deadly Shadows captura a fúria ao vivo em vídeo de "Answers Outside", gravado no festival Natal Do Metal

FONTE: Wargods Press

A banda DEADLY SHADOWS acaba de lançar um vídeo oficial ao vivo de "Answers Outside". A performance foi registrada no dia 14 de dezembro, durante o tradicional festival Natal do Metal, em Caxias do Sul. A faixa integra o EP "The World Fell Down", lançado no mês passado. A escolha do Natal do Metal 2025 para a gravação não foi acidental. O evento –beneficente - consolidou-se como um dos principais encontros da cena pesada da serra gaúcha.

Liricamente, "Answers Outside" fala sobre resistência contra as incertezas externas e a manipulação. A composição aborda o tormento da dúvida e a percepção de que as respostas verdadeiras não vêm de dogmas alheios, mas de dentro de si mesmo. A faixa transita entre a atmosfera sombria de "sonhos irreais" e a clareza de se tornar sua própria luz guia, rejeitando as "mentiras" repetidas por vozes externas.

Dish Carpens - "Banda de um homem só" brasileira lança álbum de estreia orgânico e eclético

O nome é um tanto emblemático e pode fazer o leitor incauto achar que se trata de algo estrangeiro, mas a Dish Carpens é brasileiríssima: o grupo nasceu no interior de São Paulo, em Indaiatuba, no longínquo ano de 2007. Note que a palavra "grupo" é usada aqui com certa liberdade artística, pois na verdade esse projeto musical envolve uma única pessoa. O autodidata Klaus Sgroi, que coincidentemente nasceu na capital brasileira da música (Tatuí) e faz questão de divulgar o fato sempre que possível, é músico multi-instrumentista, compositor, letrista, produtor e o que mais a situação pedir.

Nessa autoproclamada "banda de um homem só", Klaus é responsável por todos os processos que se esperam de uma banda convencional, da composição das melodias e das letras até os arranjos e a mixagem do áudio. Até tarefas mais técnicas, que todos os artistas delegam a profissionais específicos, ficam a cargo do faz-tudo, incluindo a elaboração da arte visual, o cadastro das obras e dos fonogramas e a distribuição online das músicas.

Embora a Dish Carpens tenha nascido há quase duas décadas, apenas no fim de 2025 seu primeiro álbum ganhou vida. Um single e uma coletânea de gravações antigas já haviam sido lançadas no streaming antes disso, mas o autointitulado álbum de estreia foi sendo protelado devido a inúmeras dificuldades e contratempos. Após nada menos que 13 anos e meio, o hercúleo projeto foi finalizado e disponibilizado gratuitamente para apreciação de todos.

O registro chama a atenção por soar bem orgânico, com métodos de gravação que evitam artificialidades modernas, e por conter músicas bastante variadas, não se limitando a um único gênero. Escuta-se com mais frequência o Rock, mas também há exemplos de Pop ("I Wanna Go Home", "Ti Aspetto in Città"), Folk ("Protest Song (Dam!)"), Punk ("Show Me") e Metal ("She Passed Through My Life Like a Hurricane"). Além disso, um trecho de "Spontaneously" lembra muito o Reggae, enquanto a letra espiritual e a atmosfera etérea de "Gotta Feel You" fazem com que Gospel não seja uma classificação tão absurda para a canção.

Como se espera de um álbum independente, ainda mais um realizado integralmente por uma única pessoa, o disco é simples em todos os sentidos. Justamente por isso, não conta com versão física, estando disponível apenas nas maiores plataformas de música. Ideal para quem curte um trabalho DIY e duplamente interessante para quem gosta de descobrir artistas independentes brasileiros, valorizando a arte nacional. Confira no link abaixo:

Paulo Baron exibe guitarras raras marcadas por encontros com lendas

FONTE: Top Link Music

Paulo Baron revela relíquias do rock em vídeos nas redes sociais e exibe guitarras raras marcadas por encontros com lendas

Líder da Top Link Music compartilha histórias de instrumentos ligados a Slash e Michael Schenker e assinados por nomes como Jimmy Page, Carlos Santana e Gary Moore.

Paulo Baron, líder da Top Link Music e um dos principais produtores do rock e do heavy metal no Brasil, vem compartilhando em vídeos nas redes sociais parte do acervo que reuniu ao longo de 36 anos de carreira. Entre itens de coleção e instrumentos carregados de memória, ele apresenta guitarras que funcionam como registros de bastidores, reunindo marcas físicas, dedicatórias e assinaturas de artistas que ajudaram a definir a história do rock. "Instrumentos que eu tenho e as coisas que eu coleciono. Eu tenho muita coisa de coleção aí que eu fui ganhando no percurso desses 36 anos trabalhando na música", conta. "Mas essas guitarras têm um simbolismo muito especial pra mim."

Um dos relatos mais surpreendentes envolve uma Epiphone ligada a Slash e ao Freddie Mercury Tribute Concert, realizado em 1992, no Estádio de Wembley, em Londres. Na época, Paulo tinha 22 anos, morava na Inglaterra e, segundo ele, conseguiu credencial para atuar como roadie, ajudando a equipe de Slash. Durante a passagem de som, foi usada uma Epiphone "só pra testar" e, insatisfeito, o guitarrista teria arremessado o instrumento, que caiu e quebrou. "Era uma Epiphone, uma guitarra que era só pra testar. Ele estava um pouco alterado, vamos chamar assim. Ele não gostou da guitarra, tocou um pouco na passagem de som e falou: ‘Essa guitarra é uma merda’ e jogou a guitarra", relembra Baron.

Em vez de restaurar totalmente, ele preservou a "cicatriz" do episódio, mantendo a costura feita com cabos. Depois, pediu para ficar com a guitarra e afirma que, no dia seguinte, ao contar a história para Slash no hotel, ganhou uma dedicatória no próprio instrumento, com desenho e a marcação do ano de 1992. Com o tempo, a peça também recebeu assinaturas de Gary Moore, Carlos Santana e, em um detalhe pequeno quase apagado, Jimmy Page.

Em outro vídeo, Baron apresentou uma guitarra que descreve como "muito especial" e associada a Michael Schenker. Segundo ele, o instrumento reúne assinaturas de músicos ligados ao Scorpions em diferentes fases e ainda guarda palhetas que foi colecionando ao longo dos anos. "Vou falar sobre essa também, muito especial, que foi do Michael Schenker", disse. "É uma guitarra muito especial porque ela está assinada por praticamente todos os Scorpions, ou pelo menos por muitos dos que fizeram grandes sucessos." Entre os nomes citados estão Michael Schenker, Rudolf Schenker, Klaus Meine, Matthias Jabs, Mikkey Dee e James Kottak. "Todos esses estiveram aqui em casa e foram assinando", completa.

Hydrah Rock lança primeiro EP

O power trio Hydrah Rock, de Duque de Caxias (RJ), formado por Fabí Magnier (voz e guitarra), Everado Pio (bateria) e Gabriel Henrique (baixo e voz), celebra um mês do lançamento de seu primeiro EP, apresentado ao público no dia 15 de dezembro por meio da single "Caminhos". O trabalho conta com duas faixas, incluindo também "Internamente", e marca o início oficial da trajetória da banda nas plataformas digitais.

Com fortes influências de nomes nacionais e internacionais como Metallica, Pitty e Luxúria, "Caminhos" transita por sonoridades densas e melódicas para narrar uma jornada de autoentendimento diante de julgamentos e pressões externas.

Composta por Fabí Magnier em meados de 2009, a canção nasceu em um período de ruptura pessoal, quando a artista vivia o afastamento de uma religião marcada por rigidez e constantes julgamentos. A letra reflete esse confronto interno entre identidade, expectativas impostas e a necessidade de romper barreiras para seguir o próprio caminho, temas que seguem atuais e ressoam após um mês de circulação do EP.

Produzida por Gustavo Amorim (Guvrim), a faixa equilibra peso, melodia e reflexão emocional, preservando a identidade da Hydrah Rock de unir simplicidade e força instrumental e sensibilidade lírica por meio de uma construção direta e envolvente. A single também conta com um vídeo visualizer, que amplia e reforça a atmosfera introspectiva da música.

All4One lança "No One Is Innocent", um retrato cru da hipocrisia moderna

Já está disponível nas plataformas digitais o novo single "No One Is Innocent", que mergulha fundo em um tema desconfortável, porém inevitável: a hipocrisia moral e o hábito humano de julgar enquanto esconde as próprias falhas.

A letra constrói imagens diretas e simbólicas, como o "lobo em pele de cordeiro" e o "juiz de túnica", figuras clássicas que representam pessoas que ocupam posições de autoridade moral, social ou religiosa, mas que por trás do discurso carregam contradições e crimes silenciosos. A ideia central não é apontar um grupo específico, e sim provocar uma reflexão mais ampla: ninguém está realmente isento de culpa.

O refrão repetitivo — "No one is innocent" — funciona quase como um mantra incômodo, reforçando que, por mais que alguém tente manter uma aparência limpa, as rachaduras sempre aparecem. A música fala sobre máscaras, falsas virtudes, julgamentos públicos e a ilusão de superioridade moral, temas extremamente presentes no cenário atual, especialmente em tempos de exposição constante e redes sociais.

Musicalmente, o single acompanha o peso da mensagem. Os riffs são diretos, a base é agressiva e a interpretação vocal carrega um tom de confronto, sem soar teatral. Tudo é pensado para servir à letra: não há excessos, apenas intensidade e propósito.

"No One Is Innocent" não oferece respostas nem soluções fáceis. A proposta é simples e desconfortável: lembrar que, antes de apontar o dedo, todos carregam suas próprias sombras. É uma música que provoca mais do que explica, convidando o ouvinte a encarar o espelho antes de vestir a toga.

Eloy Fritsch Trio lança vídeo de "Wizards Battle March"

FONTE: Wargods Press

O vídeo traz uma fusão eletrizante de sintetizadores e rock progressivo que captura a sinergia instrumental de Eloy Fritsch e seus filhos Filipe e Ricardo.

O tecladista e compositor Eloy Fritsch acaba de divulgar o novo vídeo na formação trio. A faixa escolhida para a produção é "Wizards Battle March", uma das composições de seu mais recente álbum, "Dragons and Wizards", lançado em julho de 2025.

O vídeo captura a energia e a química do power trio formado por Eloy e seus filhos Filipe Fritsch (bateria) e Ricardo Fritsch (baixo). Gravado ao vivo em 24 de setembro no Estúdio Brothers, em Porto Alegre, o vídeo conta com imagens de Lauren Veronese e transporta o espectador para dentro da performance. A música é um progrock sinfônico guiado por melodias e solos tocados nos sintetizadores, com levadas e mudanças rítmicas na bateria e no baixo. O ouvinte, desde o início da música é instigado a acompanhar atentamente as diferentes sessões musicais e as novidades que se sucedem, servindo como uma amostra perfeita da proposta do novo disco instrumental.

O novo álbum será lançado em CD físico na Europa em 2026 e está disponível nas plataformas digitais desde julho. "Dragons and Wizards" marca o retorno de Fritsch ao universo conceitual. Com sete faixas inéditas, a obra é inspirada em sagas de fantasia como "O Senhor dos Anéis" e "Game of Thrones", mas também carrega um significado pessoal profundo: o disco reflete um período de resiliência e reconstrução no Rio Grande do Sul, após os eventos climáticos extremos que marcaram a região nos últimos anos.

Musicalmente, "Wizards Battle March" apresenta influências de bandas de rock progressivo dos anos 1970 como ELP e Triumvirat. A melodia que inicia a música é marcante e abre espaços para solos virtuosos no sintetizador. O som de órgão Hammond está presente em várias partes da música e resgata o ar setentista em contraste com o som mais moderno de sintetizador. A harmonia moderna e as mudanças de ritmo tornam a música complexa e um desafio para os músicos, que gravaram ela em um único take no estúdio, valorizando a energia da performance ao vivo.

O vídeo de "Wizards Battle March" já pode ser assistido no canal oficial do artista no YouTube, e o álbum completo encontra-se disponível em todas as principais plataformas de streaming.

Banda amapaense Desolation lança seu auto-intitulado terceiro álbum de estúdio

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda amapaense de Deathcore, Desolation, lançou seu terceiro álbum de estúdio, consolidando uma discografia construída com muito profissionalismo e evidenciando a maturidade artística alcançada pelo grupo ao longo de mais de uma década de trajetória.

O álbum "Desolation." conta com regravações do primeiro disco da banda, agora com uma produção ainda mais refinada e releituras mais pesadas e extremas de suas próprias composições, elevando a banda a um padrão internacional de qualidade, com uma sonoridade que dialoga com o metal old school sob uma ótica absolutamente contemporânea.

"Pegamos os arranjos compostos pelos antigos integrantes e aplicamos a identidade atual da banda, tornando o som mais moderno e coerente com o que somos hoje, sem deixar de respeitar a estrutura e os trechos icônicos dos arranjos originais", destaca a banda.

Editora lança livro dedicado a contar os detalhes de "Chaos A.D.", clássico do Sepultura

FONTE: Editora Cobogó

A Editora Cobogó lançou no final do ano passado o livro "Sepultura: Chaos A.D.", dedicado a contar os detalhes do quinto disco lançado pelo grupo brasileiro.

O lançamento faz parte da coleção "O Livro do Disco", criada para "apresentar aos leitores reflexões musicais distintas sobre álbuns que foram, e são, essenciais na nossa formação cultural e, claro, afetiva".

Escrito por Vinicius Castro, formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e que trabalha como pesquisador musical, roteirista e repórter, o livro "destrincha as canções e histórias por trás do álbum, o contexto cultural e as reações de jornalistas e músicos, no Brasil e no exterior, ao novo som da banda - que incorporou elementos regionais como a moda de viola, o violão clássico, a percussão das escolas de samba e os batuques do Olodum".

"Chaos A.D." foi lançado em 1993 e até então é o maior sucesso comercial do grupo, sendo o disco que o projetou para grandes festivais internacionais, inclusive como headliner. Estima-se que suas vendas ultrapassaram 1 milhão de cópias pelo mundo, atingindo importantes posições em países como EUA, Reino Unido, Alemanha e Suécia. Ele ainda foi listado pela revista Rolling Stone Brasil como o 46º maior disco da música brasileira (2007) e o 29º melhor álbum de metal de todos os tempos (2018) pela Rolling Stones EUA.

Interessados podem adquirir o livro no site da Editora Cobogó, na Amazon, Estante Virtual e outros sites.

Ficha técnica
Título: Sepultura: Chaos A.D.
Autor: Vinicius Castro
Idioma: português
Número de páginas: 176
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 19 cm

Ritualist lança single "Silicon Heart" e prepara terreno para novo álbum

FONTE: Wargods Press

Com influências que vão de Iron Maiden a Gojira, trio da região metropolitana de Porto Alegre apresenta faixa distópica que une o Heavy Metal tradicional a elementos extremos, antecipando o álbum "Awakening Protocol".

A banda gaúcha RITUALIST iniciou 2026 apresentando seu novo trabalho. O grupo disponibilizou no dia 02 de janeiro, exclusivamente em seu canal no YouTube, o lyric video do single "Silicon Heart". A faixa dá uma amostra da sonoridade do disco "Awakening Protocol", previsto para chegar às plataformas digitais em março.

Formado em 2012 na região metropolitana de Porto Alegre pelo guitarrista Rogério Reis, o RITUALIST construiu sua identidade com a proposta de fazer um som pesado unindo diversas influências. A base do grupo está calcada no Heavy Metal tradicional dos anos 70 e 80, mas as composições recebem pinceladas de elementos atuais de diversos subgêneros do Metal. Essa fusão reflete as variadas influências dos músicos, que citam nomes como Megadeth, Iron Maiden, Judas Priest, Iced Earth, Helloween, Nevermore, Turisas, Rammstein, Symphony X e Gojira.

O single "Silicon Heart" exemplifica essa mistura, apresentando um Heavy Metal feito para bater cabeça, com arranjos de teclado e toques de Metal extremo. O vocalista Ricardo Janke demonstra versatilidade técnica ao transitar entre o timbre melódico e guturais. O lyric Video, produzido pelo próprio vocalista, ilustra um mundo distópico onde máquinas subjugaram a raça humana. "A letra fala em emoções artificiais, liberdade perdida, paraísos disfarçados e a sedução de um progresso desenfreado que nos torna escravos da tecnologia", explica Janke.

O novo álbum "Awakening Protocol" trará oito faixas inéditas e duas bônus tracks. Segundo o guitarrista Rogério Reis, o lançamento do single veio para manter o engajamento dos seguidores, visto que o disco teve alguns atrasos devido a conflito de agenda dos músicos convidados. O disco está 95% finalizado, restando apenas a gravação de vozes de artistas convidados — motivo que levou ao ajuste na data de lançamento para março deste ano. "Poderíamos ter honrado o prazo anterior, mas sentimos que as participações especiais iriam deixar o disco ainda mais grandioso e do jeito que imaginamos. Os fãs vão adorar e a espera vai ter valido a pena", afirma Reis.

Carniça de Bode une Hardcore e Metal Extremo em seu novo EP, "7 Palmos"

FONTE: Hell Yeah Music Company

Formada por nomes expressivos da cena do Hardcore e do Metal Extremo nacional, a banda paulistana Carniça de Bode lançou seu novo EP, "7 Palmos", acompanhado do videoclipe para a faixa "Seita Hostil", aprofundando ainda mais sua proposta brutal e implacável, unindo a agressividade do hardcore com elementos do metal extremo, ao mesmo tempo que reforça o discurso crítico e combativo presente em suas letras.

O lançamento marca o auge criativo e o amadurecimento da proposta do grupo formado por Guilherme Serpa nos vocais, também conhecido como Jimmy Luv, cantor de ragga da lendária banda Família 7 Velas, Tony Losito na bateria (ex-Gritando HC), Guilherme Goto na guitarra (ex-Lobotomia), Paulo Demutti na guitarra (ex-Paura) e Diego Delfin no baixo, além do simbólico sexto elemento da banda, o mascote Bode Macabro.

Confira o videoclipe de "Seita Hostil" abaixo.

Alcoholic Coma lança o single "Shattered" e avança divulgação do álbum de estreia

A banda brasileira de heavy/thrash metal Alcoholic Coma lançou o single "Shattered", segundo lançamento extraído de seu álbum de estreia, Just Pride No Regrets. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais e dá continuidade à divulgação do trabalho iniciado com o single "Ashes".

Formada em 2023, em Barra Bonita (SP), a Alcoholic Coma é composta por Max (vocal), Louis (guitarra e segunda voz), Tuchão (baixo e backing vocal) e Tom (bateria e backing vocal). O grupo aposta em uma sonoridade agressiva e direta, influenciada pelo thrash metal dos anos 1980 e pelo heavy metal tradicional.

"Shattered" apresenta uma abordagem mais intensa e sombria em relação ao single anterior, com riffs rápidos, bateria precisa e vocais marcantes. A faixa reforça a identidade sonora da banda e evidencia a proposta do álbum Just Pride No Regrets, que explora temas como conflitos internos, decadência e resistência.

Assim como "Ashes", o novo single foi produzido de forma independente e integra o repertório autoral que a banda vem consolidando dentro da cena underground nacional. O lançamento faz parte do cronograma de divulgação do álbum completo.

Paralelamente ao trabalho em estúdio, a Alcoholic Coma segue com a divulgação de seu material e a preparação de sua agenda de shows, focada em composições autorais.

Sylosis lança "Erased", mais uma faixa de seu próximo disco de estúdio

AUTOR: Mateus Ribeiro / Fonte: Nuclear Blast Records

O Sylosis divulgou nesta quarta-feira (7 de janeiro) "Erased", mais uma faixa de seu próximo disco de estúdio. Intitulado "The New Flesh", o álbum tem lançamento programado para o dia 20 de fevereiro deste ano.

Sétimo trabalho de estúdio do Sylosis, "The New Flesh" é um monumento impressionante a riffs devastadores, melodias incisivas e força bruta refinada. O álbum dá continuidade a "A Sign of Things to Come" (2023).

"‘Erased’ foi uma das últimas músicas a serem compostas para o álbum. Conforme nos aproximávamos do prazo final para submeter tudo, havia uma pressão que realmente ajudou a moldar esta canção em algo especial. Há um refrão massivo aqui e uma das nossas seções de ponte favoritas que já criamos. Mal podemos esperar para tocar esta ao vivo", afirma a banda.

O vídeo de "Erased" foi divulgado no canal oficial do Sylosis, em parceria com a Nuclear Blast Records. Clique no player abaixo e confira.

Beyond the Black lança seu novo disco de estúdio, "Break the Silence"

AUTOR: Mateus Ribeiro / Fonte: Nuclear Blast Records

A banda alemã Beyond the Black divulgou nesta sexta-feira (9 de janeiro) seu novo disco de estúdio, "Break the Silence". O trabalho sucede o álbum autointitulado do grupo, lançado em 2023.

"Break the Silence" é um álbum conceitual enraizado no metal melódico com influências étnicas, explorando temas de comunicação, força interior, resistência e a necessidade urgente de reconexão em um mundo dividido. Faixas como "Let There Be Rain", "(La Vie Est Un) Cinéma", "Ravens" e "The Flood" examinam como as palavras – e sua ausência – moldam nossa realidade. É uma experiência emocional e multifacetada que espelha a complexidade do mundo atual e convida os fãs a fazerem parte deste novo capítulo.

A vocalista Jennifer Haben comentou: "Em ‘Break the Silence’, abrimos as portas para novas influências e colaborações. Desde elementos sinfônicos até étnicos e artistas convidados que trouxeram seu próprio estilo para a mistura — este álbum reflete tudo o que amamos sobre fazer música sem fronteiras. É uma poderosa combinação de quem somos e de quem estamos nos tornando".

Com 10 faixas e aproximadamente 38 minutos de duração, "Break the Silence" está disponível nas plataformas digitais. O álbum pode ser ouvido via Spotify no player abaixo.

Flor Astral - Rock carioca une Hard e Psicodelia em lançamento duplo

O cenário do rock autoral brasileiro ganha um novo fôlego com a chegada da Flor Astral. A banda carioca acaba de disponibilizar o single duplo "Novo Sol", marcando sua estreia com uma sonoridade potente que equilibra o peso das guitarras e a liberdade criativa.

Já disponível em todas as plataformas digitais, o lançamento apresenta as faixas "Novo Sol" e "Tudo Que Vier". O trabalho revela uma identidade que une o retrô ao contemporâneo, servindo como um convite para quem busca a energia visceral do Hard Rock misturada às camadas profundas e expansivas do Rock Psicodélico.

"Novo Sol": A faixa-título funciona como o cartão de visitas do grupo, explorando texturas, sensibilidade artística e uma sonoridade que foge do óbvio.

"Tudo Que Vier": Traz riffs potentes e uma entrega enérgica, consolidando a pegada Rock da banda logo nos primeiros acordes.

Este lançamento duplo é o primeiro capítulo da jornada que culminará no álbum "Imersão", previsto para chegar em breve. Enquanto o disco completo prepara o terreno para aprofundar essa fusão entre peso e transe, o foco agora é a força deste primeiro lançamento.

Anjos do Acaso: retorno após 14 anos com novo álbum "Três Versões"

Após 14 anos sem lançamentos, a banda goiana Anjos do Acaso, formada pelos irmãos Paulo Ernanne de Andrade e Everton de Andrade, está de volta com o álbum "Três Versões".

O projeto é conduzido unicamente por Paulo Ernanne de Andrade (composições, vocais e produção), mantendo o nome original da banda e crédito ao irmão Everton.

O estilo continua sendo rock alternativo com influências punk e hardcore, marcado por letras filosóficas densas, com múltiplas camadas de interpretação, abordando temas existenciais, crítica social sutil e reflexões pessoais.
O lançamento está sendo feito de forma independente, com uma faixa por dia sendo publicada no canal oficial no YouTube.

A primeira faixa já disponível é "Incógnita".

Here I Am lança lyric video de "I’ll Rise", faixa do álbum "Synergy"

FONTE: TRM Press

Música foi escrita a partir de um período de dúvidas e desgaste vivido pela banda e aborda a decisão de seguir em frente mesmo sem garantias.

A banda brasileira Here I Am lançou o lyric video de "I’ll Rise", faixa do álbum "Synergy". A música foi composta a partir de um momento real de dificuldade enfrentado pelo grupo e trata das incertezas, pressões e questionamentos ligados à continuidade na carreira musical.

A formação do Here I Am conta com Eric Bruce (vocal), Roney Araujo (guitarra), Renan Cardoso (baixo), Diego Rocha (teclado) e Andrew Vieira (bateria). Entre as influências citadas pelo grupo estão Andre Matos, Symphony X, Dream Theater, Disturbed e Coldrain.

Segundo a banda, "I’ll Rise" foi construída a partir de um cenário marcado por dúvidas sobre seguir em frente, além de obstáculos comuns ao cotidiano de muitos músicos, como falta de espaço, pressão, cansaço e insegurança sobre o futuro.

"A Música I’ll Rise nasceu em um momento real de dificuldade para a banda. Não é uma história distante ou metafórica, é um reflexo direto do que estávamos vivendo. As incertezas, os medos e as angústias de seguir em frente como músicos hoje estavam presentes em cada decisão. A dúvida constante se valia a pena continuar, se o esforço, o investimento emocional e pessoal, e todas as renúncias realmente levariam a algum lugar. Como toda banda, enfrentamos obstáculos que vão além da música: falta de espaço, insegurança sobre o futuro, pressão, cansaço e o receio de que tudo isso não dê certo."

A letra, de acordo com o grupo, parte do ponto em que a mente vira "um labirinto", com perguntas sem resposta e a sensação de caminhar sem saber exatamente onde vai chegar, mas com a necessidade de reagir e continuar.

"A letra foi escrita a partir desse ponto de desgaste, quando tudo parece confuso e a mente vira um labirinto. É o momento em que você se sente preso, cercado por pensamentos que pesam, por perguntas sem resposta, e por uma sensação de estar andando sem saber exatamente onde vai chegar. Mas, ao mesmo tempo, existe a necessidade de reagir. Não porque tudo esteja resolvido, mas porque parar não é uma opção."

A banda resume o significado da faixa como a decisão de levantar e seguir mesmo sem garantias, priorizando a continuidade do processo.

"I’ll Rise" significa exatamente isso: levantar mesmo sem garantias. Seguir em frente mesmo com medo. Não é sobre uma vitória conquistada, mas sobre a decisão de continuar acreditando no processo. A música representa o instante em que, apesar das dificuldades de ser músico hoje e dos desafios que toda banda enfrenta, escolhemos não desistir."

Desfiladeiro lança "Nihil", uma ode ao black metal dos anos 90

Mergulhe na escuridão da mente humana com a proposta deste quarteto gaúcho, com letras em português e atmosfera old school.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A banda Desfiladeiro apresenta seu primeiro álbum, "Nihil", uma obra que abraça a crueza do black metal old school, rejeitando a polidez moderna e inspirando-se na atmosfera criada pelas bandas do estilo nos anos 90.

Diferentemente de seus pares, o quarteto formado por Marcello Camargo (vocais), Jeferson Fagundes (guitarra), Rui Brandão (baixo) e Flavio Arce (bateria) canta em português. Suas letras transitam pelos corredores escuros da mente humana, abordando temas como niilismo, misantropia, destruição da humanidade e doenças psíquicas.

O álbum "Nihil" já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming e chega sob o estandarte do selo português Prophetical Productions.

Edsão celebra 40 anos de estrada com o lançamento de "A Difícil Arte de Viver"

O Compositor, Multi-instrumentista, Jornalista, e Escritor Paulistano, apresenta seu primeiro trabalho solo nas plataformas de streaming Spotify, Deezer, Apple, e YouTube Music.

As composições apresentam canções e músicas instrumentais, elaboradas e vigorosas, traduzidas em arregimentações viscerais, com pegada e atitude.

As letras contundentes versam sem pieguice sobre a crueza do cotidiano, conflitos existenciais e dificuldades nos relacionamentos, refletindo sobre a ditadura do gosto vigente na mídia, sem jamais render-se a retóricas panfletárias ou militâncias sórdidas.