Carol Morreu - O Efeito Borboleta Ricótico

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Por Felipe Ricotta
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"Aí, tá pronta?"

"Tô."

"Então...desce que eu já tô chegando aí."

"Beleza."

Domingo = Bad Mood. Sempre. Domingo é foda.

Por mais que você lute contra ele e saia de casa, as vibrações nunca vão ser as melhores. Nem a cerveja, nem as misturas, nem mais um cigarro, nem o Flu que ganhou, nem shows psicodélicos, nem nada. Nem o Bob's de fim de noite tem o mesmo gosto aos domingos.


Domingo.
Lançamento da Revista Mosh #07.
Teatro Odisséia.

Sabe como estragar uma idéia bem legal com um roteiro porco e atuações medíocres?

Assista Efeito Borboleta, o filme.

Aliás, no momento, o deja vu Ashton Kutcheriano tá sendo bizarro, pois meu nariz tá sangrando (é verdade, até sujei a toalha do banheirinho sem querer, minha mãe vai ter um treco) e eu tô tendo que relembrar acontecimentos passados pra escrever essa coluna. Mas peraí, o que está acontecendo? Será que eu tô tendo um...

(...rewind mental? ih alá, voltei no tempo.)

"Aí, tá pronta?"

"Tô."

"Então...desculpa mas eu nem vou mais. Tô doente ainda, de mau humor, nem rola, foda-se esse Mosh Fest."

(a troca de emails dias depois)

"Beleza, galera da Mosh? Olha, mil desculpas por não ter ido no evento de vocês, mas é que eu tive que levar um tio meu no hospital e ele mora lonjaço, foi mó trampo. Depois disso, minha irmã ainda acabou passando mal e eu tive que ficar cuidando dela. Mas e aí? Como foi?

Abraços Ricotta."

"Cara, que mierda você não ter aparecido mas família é fogo mesmo, ainda mais quando passam mal. Vai ser escroto te falar o que rolou por lá porque você vai querer matar seu tio e sua irmã, mas como confio na sua boa índole, lá vai:

A noite começou morna e não sabíamos se iria rolar público num domingo que também era final de feriadão... mas foi só o Super Cordas entrar no palco, despejando suas guitarras e letras psicodélicas, que vimos que tudo ia dar certo! Foram mais de 400 pessoas no evento, entre músicos,jornalistas, artistas, produtores, amigos, gringos etc, numa confraternização só.

Após a surpresa dos Super Cordas (que muita gente não conhecia), Nervoso subiu ao palco com o jogo ganho e fez um show arrebentante com suas levadas jovem guarda NERVOSAS. A sensação da noite!

Os The Darma Lóvers eram os mais esperados e as participações especiais de Dado Villa Lobos e Moreno + 2 no show conferiram um status cult pra banda. e levaram um público que não conhecia ainda a MOSH!. Os incensos da passagem de som devem ter ajudado a trazer as boas vibrações que contagiaram aquela noite de domingo.

E o Lasciva Lula é a banda entrevistada dessa edição da MOSH!, né? Nós adoramos o som dos caras e como não encerrar com o show que consideramos o mais bacana da atualidade? A galera cantou junto todas as músicas, não importando se já era uma da matina.

Além disso, o time de DJs matou a pau durante os intervalos (nos dois pisos) e reunia parte do que acontece no underground carioca: Ácaro (da Baratos da Ribeiro), Trovão (do Boemia Rock), Mansur (do site SobreCarga), Eraserhead, Fábio Maia e Aline Rocket (Cavídeo, Bunker, Matriz). E ainda rolou um carimbo de um personagem da MOSH!, o Super Rock Ghost, que era inicialmente uma brincadeira entre nós e que virou mania entre as meninas que estavam na festa, teve gente com o carimbo na testa até!!

Uma noite perfeita. graças à Krishna!

Abração e melhoras aí pra família!

RLima da Revista Mosh."

* Felipe Ricotta é vocal e guitarra do Carol Azevedo e não foi no Mosh Fest.

(...)

(o que realmente aconteceu.)

Aliás, no momento, o deja vu Ashton Kutcheriano tá sendo bizarro, pois meu nariz tá sangrando (é verdade, até sujei a toalha do banheirinho sem querer, minha mãe vai ter um treco) e eu tô relembrando acontecimentos passados pra escrever essa coluna. Mas peraí, o que está acontecendo? Será que eu tô tendo um...

Não, nem.

(...)

Interpelei o Nervoso um pouco antes do cara subir ao palco pra dar uma sondada em como anda minha popularidade entre os novos talentos da música carica e queimar meu filme um pouco mais, lógico. Já tinha cruzado com o cara um tempo atrás e...

"Aí, tu que é o Nervoso, né? Pô, tô ouvindo direto o segundo disco do Acabou La Tequila, muito bom mermo. Eu sempre te mando uns emails, eu sou o Ricotta. Você recebe?"

"Recebo. Aí, tu é chato pra caralho, hein?"

(risos)

Mas afinal de contas, hoje em dia...

"Você lê ou não lê Ricotta?

"Não! Quer dizer, eu leio alguma coisa de vez em quando e acho que você devia ter um programa de televisão."

Não faço a mínima idéia do que ele quis dizer com isso mas tenho certeza absoluta de que não foi um elogio. Mas embarquei na do cara, foda-se.

"Televisão nem rola, eu não sei falar direito, cara. Eu só sei escrever."

"Mas tu escreve mal pra caralho!" - (risos) - "Mentira, você até que tem boas sacadas de vez em quando."

O cara também fez um trocadilho infame sobre cenouras e ricottas mas vou poupar meus leitores do drama.

Enfim, acabei fazendo a pergunta ensaiada.

"Nervoso, você fica NERVOSO quando vê que chegou mais uma Ricotta no teu email?"

(...)

"A teoria de supercordas assume que os objetos fundamentais da natureza não são pontuais, mas sim objetos extensos como uma corda ou uma membrana."

"Falta anfetamina pra esses caras!" - meu Amigo Envolvido Num Escândalo Sexual Virtual comentou certa hora durante o show do Supercordas.

Não entendi quando ouvi alguém da banda falar algo como ESSA MÚSICA É SOBRE O TEMPO EM QUE O HOMEM PAROU DE SE PREOCUPAR COM OS COMETAS E COMEÇOU A SE IMPORTAR COM OS PRÓPRIOS COMETAS, mas achei a frase genial.

Não entendi também porque certa hora do show alguém da banda tava tocando com aquele prendedor de gaita estilo Bob Dylan, se não tinha nenhuma gaita presa a ele, apenas um cigarro acesso que o cara botou lá, mas que caiu e ficou agonizando no chão sob nossos olhares aflitos.

"É porque o nome da música era Câncer."

Ah tá, explicado então. Teve todo um lance teatral, etc.

(...)

As duas garotas na primeira fila dançando lisergicamente durante o show do Dharma Lovers vieram diretamente do túnel do tempo e uma delas eu tenho quase certeza de que já tinha visto no vídeo The Song Remains The Same do Led Zeppelin. Eu e meu Amigo Envolvido Num Escândalo Sexual Virtual acabamos nos perdendo na dança hipnótica delas e deixamos o show de lado por uns minutos.

"Cara, que tesão essas duas!"

"Mulher dançando é a parada mais linda do mundo, né?"

"É beleza em estado bruto, cara."

O show pra mim significou praticamente o mesmo que uma missa de Domingo deve significar pras pessoas puras que vão pro céu.

Tudo que a Mulher Dharma Lover falava pelo microfone entrava suave pelo meu ouvido, tanto as letras das músicas como os toques que ela dava sobre como todos nós somos um só e variantes do tipo. Ela dançava no ar e travava uma batalha harmônica contra as Microfonias Malignas do som do Odisséia, o que pra mim fez todo o sentido na hora, tava com essa idéia de dualidade Bem vs. Mal na cabeça. A Pureza do Som vs Meu Bad Mood Dominical, que me impedia de entrar por completo no clima. As Duas Vozes Suaves vs. Os Estridentes Ruídos Feedbackianos. Captou?

Mas afinal, e as laranjas no céu? Como assim as laranjas no céu?

(...)

Supercordas. A Entrevista.

1) "Essa música é sobre o tempo em que o homem parou de se preocupar com os cometas e começou a se importar com os próprios cometas." Alguém da banda falou essa frase antes de uma música, me corrijam se ela estiver errada, foi o que eu entendi. Dava pra vocês me falarem um pouco mais sobre a música e a ligação que ela tem com essa frase?

Supercorda: Não, Felipe. A frase foi "Essa música é sobre o tempo em que o homem parou de se preocupar com O QUE OS COMETAS SIGNIFICAVAM e passou a se importar com os próprios cometas". A música ("Terra Na TV") fala do início da descrença em relação à astrologia, e do surgimento da astronomia como ciência dos astros. Acabam os prognósticos que atribuiam aos cometas as desgraças da humanidade e começa o medo de que os próprios cometas se choquem com a Terra ou outras desgraças semelhantes. A música é uma celebração da ciência moderna e foi inspirada na foto publicada pela Nasa da Terra vista da superfície marciana.

2) O nome da banda tem a ver com a Teoria das Supercordas? Teria como vocês explicá-la da maneira mais simples possível?

Supercorda: Tem a ver estritamente com essa teoria. A teoria das supercordas é a última grande teoria física que teria a pretensão de se tornar uma 'teoria do todo', que conciliaria a relatividade de einstein e a mecânica quântica. Segundo ela, a matéria fundamental das partículas atômicas é gerada pela vibração de minúsculas cordas, ou seja, TUDO é formado pelas supercordas. A teoria é cheia de lacunas e imperfeições e pode ser que esteja completamente equivocada, o que nos traz uma associação bem agradável com a nossa banda. Seríamos uns doidos pretensiosos que fazem um rock-falcatrua como todo o mundo mais? Ou seríamos realmente relevantes? O futuro nos revelará. Além disso, como tudo é formado por supercordas, os Supercordas tem a liberdade de falar sobre absolutamente qualquer coisa sem fugir do conceito original de formação do grupo.

3) Vocês acreditam nas laranjas no céu dos Dharma Lovers?

Supercorda: Não. Somos seguidores do único e verdadeiro dEUS, que é o Grande Magneto, com sua completa falta de desígnios.

4) "Eles tomam o seu sol e eu tomo Paracetamol/ Comprimidos musicais não substituem os demais". O que é paracetamol?

Supercorda: É o princípio ativo do Tylenol e outros remédios pra dor.

5) Ouvi um comentário do público sobre o show de vocês "Falta anfetamina pra esses caras!". Vocês levariam como um elogio?

Supercorda: Diríamos "Arranja umas aí pra gente!", mas talvez umas anfetaminas acabariam fazendo com que o nosso show se parecesse com o de bandas como The Libertines ou Cachorro Grande, o que não é nossa vontade (manja Flaming Lips?).

(...)

"Girl we're star-crossed and can't escape
We're condemned and can only wait
At this time now it's far too late
To save us from our fate"
("Starcrossed", Ash)

Pra quê se enganar?

Um dia, você se pega olhando pra tempestade que cai pela madrugada e se emocionando quando o cara do Ash canta o clichê-mor das love songs bobas YOU KNOW THAT I DIE FOR YOU.

E aquilo realmente consegue mexer contigo, mesmo que não seja original, criativo, foda-se isso. Afinal, onde tava escrito que a gente tem que ser original o tempo todo? As vezes, um clichê pode falar muito mais alto que uma tentativa forçada de se cuspir pra fora algo incomum apenas pela necessidade de atestar tua incompatibilidade com o mundo.

Mas o que me interessa mesmo é achar logo alguém que valha a pena antes que a frase se confunda na minha cabeça e acabe se tornando YOU KNOW THAT I DIE FOR ME.

Porque aí é que complica.

Além disso, ainda é cedo pra virar mito.

* Felipe Ricotta é vocal e guitarra do Carol Azevedo e foi no Mosh Fest. E você só entendeu direito essa coluna se assistiu O Efeito Borboleta, aquela merda de filme.

(o making of do texto. meu email na íntegra pros caras da Mosh.)

"Cara, eu sei que não faz o menor sentido, mas tem como você me responder esse email como se eu não tivesse ido na parada? Valeu, aí vai então... Beleza, galera da Mosh? Olha, mil desculpas por não ter ido no evento de vocês, mas é que eu tive que levar um tio meu no hospital e ele mora lonjaço, foi mó trampo. Depois disso, minha irmã ainda acabou passando mal e eu tive que ficar cuidando dela. Mas e aí? Como foi?

Abraços Ricotta."


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Sobre Felipe Ricotta

Felipe Ricotta, 24, é vocal e guitarra do Carol Azevedo.

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