Paulo Finatto Jr: os álbuns que marcaram o redator do Whiplash.Net

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Por Paulo Finatto Jr.
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Eu diria que é extremamente complicado falar sobre os discos que marcaram uma vida, ainda mais sendo a minha vida. Seria muito mais fácil dizer qual foi o primeiro CD que eu comprei, aquele primeiro LP que eu ouvi e gostei, ou aquele outro disco, que de alguma forma, se tornou especial e parte essencial da minha coleção. Enfim, a minha experiência com o rock e o metal começou cedo, quando eu tinha onze anos de idade. Foi quase que ao acaso que eu descobri o Iron Maiden, a primeira banda que eu ouvi e realmente me tornei fã, não só deles, mas de todo um estilo musical. De lá para cá, em mais de dez anos de convivência com a “música pesada”, eu apresento aqueles que são os vinte álbuns que funcionam como pontos de referência do meu dia-a-dia, no passar do tempo que eu ia descobrindo novas bandas e novas sonoridades.

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Iron Maiden – A Real Dead One

O “A Real Dead One” foi o primeiro disco de rock/metal que eu ouvi, na casa de um amigo. Mesmo sem tê-lo comprado na época, fiz uma gravação em K7 que eu escutava muitas vezes por dia, em todos os dias da semana que seguiram aquela tarde, que eu fui jogar videogame ao som de uma banda que eu não fazia a menor idéia do que podia ser. Tão pouco imaginava que aquela banda seria uma das mais representativas da época que eu vivi, posteriormente.


Guns n’Roses – Appetite for Destruction

Depois do Iron Maiden, esse aqui foi outro álbum (e outra banda) que foi paixão a primeira vista. Curiosamente, hoje pouco eu ouço de Guns n’ Roses, mas na época que eu peguei emprestado o “Appetite for Destruction”, com o mesmo amigo que me apresentou ao Iron Maiden, eu comecei a sentir a necessidade de ter os meus próprios CD’s. Não me lembro exatamente se foi esse o primeiro CD que eu comprei, mas fui um dos primeiros.


Helloween – Master of the Rings

Eu comecei a gostar do Iron Maiden (e de rock/metal) em 1996, ano que o Iron Maiden passou aqui pelo Brasil. Naquela turnê, veio para abrir aqueles shows uma banda chamada Helloween, que eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha escutado. Meu tio, que também é fã de heavy metal, me apresentou à banda via “Sole Survivor”, uma música presente numa coletânea chamada “Monstros do Rock”, da extinta revista Showbizz. Como eu gostei da música, de verdade, fui atrás daquele álbum, “Master of the Rings”. E foi conhecendo a carreira da banda, através pelo desse primeiro contato, que ela se tornou uma das minhas favoritas, entre todas as que eu conheço e sou fã.


Angra – Angels Cry

Quando eu comecei a ouvir rock/metal, por ignorância e ingenuidade, se eu pensava em metal nacional eu sempre ligava tais palavras ao nome Sepultura. Estava enganado, o que descobri quando peguei emprestado com o meu vizinho “Angels Cry”, o primeiro álbum da banda brasileira Angra. Simpatizei na hora com “Carry On”, e comecei a entender mais o metal como um movimento cultural, a partir da mescla de diferentes sonoridades, por exemplo, a que tem na faixa “Never Understand”.


Judas Priest – British Steel

O Judas Priest foi uma banda que eu descobri também ao acaso, assistindo certa vez o extinto programa Fúria, na MTV. O clipe de “Breaking the Law”, me chamou a atenção muito mais pela qualidade da música do que pelo vídeo, o que me levou a conhecer mais a banda. Com “British Steel”, o álbum, e a música “United” eu comecei a encarar o heavy metal muito mais como uma filosofia de vida, do que apenas como um estilo musical, de minha preferência.


Kiss – Destroyer

O show do Kiss foi o primeiro show de rock que eu fui, em 1999, aqui em Porto Alegre. Eu tinha quatorze anos, e apenas a três eu ouvia um pequeno número de bandas, que não ia muito além de Iron Maiden, Helloween ou Angra. Depois daquele show, meu tio que foi junto comigo ao show, começou a me apresentar à carreira do Kiss. E o disco “Destroyer” é o que resume bem a minha experiência ao ver um grande show, pela primeira vez.


Aerosmith – Get a Grip

Depois de tanto heavy metal tradicional ou melódico, eu senti a necessidade de conhecer bandas diferentes, mas que não fugissem do que eu considero rock. Uma delas, que eu conheci pela MTV, foi o Aerosmith. Depois de ver o clipe e de ouvir muitas vezes “Crazy”, descobri um colega de colégio que tinha o tal “Get a Grip”. Como o disco não era de fato seu, mas sim do seu irmão mais velho, eu consegui uma cópia em K7 que muito eu escutei, quase que diariamente.


AC/DC – Back and Black

Ainda com a idéia de conhecer “novas” e diferentes bandas, através de um sugestão do meu tio, fui atrás do “Back in Black”, do AC/DC. Eu já conhecia a banda, já conhecia algumas músicas, mas não esperava encontrar quase todas as minhas prediletas em um mesmo CD. Comprei com o meu próprio dinheiro (que eu havia ganhado como presente de aniversário do meu padrinho), e muito ouvi a faixa-título e “You Shook Me All Night Long” nas madrugadas seguintes, enquanto eu não conseguia dormir.


Metallica – Master of Puppets

Mais uma banda que eu conheci pela MTV. O Metallica, que na época estava trabalhando na divulgação da sua nova fase com o “Load”, me chamava muito mais a atenção pelas suas músicas antigas (vinculadas no Fúria) do que as novas, que passavam no Disk MTV. “Master of Puppets” eu comprei uma loja de CD’s usados, e até hoje eu o considero um entre os melhores discos que eu tenho. Metal mais do que pesado, e de muita qualidade, diferente do meu habitual Iron Maiden e Helloween, da época (ainda lá por 1996).


Dream Theater – Images and Words

O meu padrinho não sabe o quanto me ajudou em todos os meus aniversários que ele me presenteou com alguma quantia em dinheiro. Em um outro aniversário, da mesma forma, fui procurar algum novo CD para comprar, diferente de todos os que eu tinha em casa. Eu já tinha ouvido algumas coisas do Dream Theater, e já tinha lido a indicação de muitos quanto o “Images and Words” ser o melhor da carreira da banda. Não pensei duas vezes: comprei na hora. Ouvindo em casa, foi um CD que me surpreendeu, pela complexidade do som e pelo estilo progressivo, que ainda era uma novidade para mim.


Dio – Holy Diver

Todo fã de rock/metal, pelo menos um dia, já ouviu a música “Rainbow in the Dark”, um dos maiores sucessos do Dio. Por vontade própria eu procurei conhecer mais a carreira do cantor, que é para mim, um dos melhores (se não o melhor) vocalista de todos os tempos. Peguei emprestado com um outro colega de colégio o “Holy Diver”. Na época eu já tinha computador, e era o início da moda MP3. Copiei para o computador e muito o ouvi naquela época (lá por 1999) enquanto participava de ‘chats’ pela Internet. Posteriormente o Dio seria um dos melhores shows já presenciados por mim, em Porto Alegre no ano de 2001.


Megadeth – Rust In Peace

Depois de conhecer o Metallica, foi de forma natural que eu fui lendo na Internet e na Rock Brigade, que eu tinha o costume de comprar, mais sobre o Megadeth. O “Youthanasia” eu já havia pegado emprestado com um dos meus vizinhos, mas foi ouvindo o “Rust In Peace” que eu me simpatizei pela banda e pelo thrash metal. Esse que é um outro disco entre os melhores da minha coleção, abriu muitas portas para conhecer outras coisas, não só referente ao Megadeth e ao Metallica (que eu já estava conhecendo), como de outras bandas mais extremas.


Nightwish – Wishmaster

Meus vizinhos, que eu convivia e também são fãs de metal, sempre torceram o nariz quando eu tentava apresentar para eles as minhas descobertas dentro do metal melódico. Certa vez eu ouvi: “Quer ouvir um cara cantando como mulher? Então ouve o Nightwish, lá quem canta, pelo menos, é uma mulher de verdade!”. A idéia de conhecer a minha primeira banda com uma mulher no vocal, parecida interessante. Depois de trocar alguns MP3’s, senti a necessidade de conhecer um CD da banda por completo. Eu, que estava começando a freqüentar lojas especializadas em metal no centro da cidade, acabei comprando o lançamento do momento, “Wishmaster”. Até hoje é um disco que eu aprecio bastante, além de ser de uma banda que hoje é disparada uma das minhas favoritas, graças ao trabalho que começou a ser feito nesse disco.


Iron Maiden - Piece of Mind

Considero o “Piece of Mind” um disco importante na minha vida porque foi, graças a ele, que o Iron Maiden consolidou-se como a minha preferência musical. Foi um dos primeiros álbuns que eu comprei com o meu dinheiro, e um dos primeiros do Iron Maiden que eu escutei. Depois dele, continuei comprando todos os álbuns do Maiden que me faltavam, até ter todos os oficiais de estúdio e mais alguns ao vivo.


Deep Purple - Machine Head

Eu tive uma fase, depois de conhecer muitas bandas novas (entre elas o Nightwish), de começar a ouvir coisas mais antigas. Cheguei a comprar uma coletânea do Led Zeppelin, mas o que disco que realmente me marcou naqueles anos foi o “Machine Head”, do Deep Purple. Algo cru, verdadeiramente natural e de muito bom gosto. Tanto que muitas músicas desse disco estão marcadas na história do rock, como são os casos de “Smonke on the Water” e “Highway Star”.


Motley Crue - New Tattoo

Eu nunca tinha ouvido nada do Motley Crue. Enquanto que eu fui assinante da Roadie Crew, uma das resenhas que mais me chamou a atenção foi a de “New Tattoo”, o então novo álbum do Crue, que estava, segundo a revista, sensacional. Quando em 2000 eu visitei a Feira de CD’s no centro de Porto Alegre, que acontece anualmente, eu não havia me empolgado para nenhuma nova aquisição. Até que eu encontrei esse álbum e acabei comprando por me lembrar daquela resenha lida tempos atrás. E como valeu a pena, um dos discos mais legais de hard rock que eu conheço, depois de tanto tempo e depois de tantas outras bandas do estilo.


Black Sabbath - Heaven and Hell

No natal de 2001 eu resolvi comprar meus próprios presentes. Encontrei toda a discografia do Black Sabbath à venda por preço muito em conta: cada CD, original e lacrado, por dez reais. Comprei alguns, todos eu já conhecia, porém não tão bem como um verdadeiro fã. O “Heaven and Hell” foi o que eu mais ouvi, o que eu mais gostei e o que melhor define uma das minhas bandas favoritas, de todos os tempos.


Iced Earth - The Dark Saga

O “The Dark Saga” eu comprei numa época que eu investia muito do meu dinheiro em CD’s. Normalmente, de quinze em quinze dias eu passeava pelas lojas especializadas em metal no centro de Porto Alegre, em buscas dos CD’s mais elogiados nas críticas das revistas que eu comprava na época, tanto a Rock Brigade como a Roadie Crew. Essa fase da minha vida, e esse álbum também, estão marcados como o tempo que eu sempre queria conhecer uma banda nova, ter um CD diferente do que os meus amigos tinham. E até hoje eu sou um pouco assim...


Queen - A Night at the Opera

Para quebrar as barreiras do preconceito musical, que por muito tempo estiveram me cercando, não hesitei em comprar um dos meus maiores sonhos de consumo, em 2005. “A Night at the Opera” é um dos álbuns mais importantes da história da música e do rock, sem dúvida. O Queen virou quase uma obsessão musical por causa de músicas como “Bohemian Rhapsody”, mas teve uma importância fundamental no meu quotidiano: fiquei mais permeável a novas tendências musicais, independente do estilo, importando somente a presença fundamental de qualidade.


Queensryche - Operation: Mindcrime

Mesmo depois de tanto tempo ouvindo metal e rock, não paro de conhecer coisas que eu nunca havia parado para ouvir. Uma delas, ano passado, foi o Queensryche. Enquanto que a banda preparava o seu “Operation: Mindcrime II”, eu fui atrás para conhecer o original, e mais prestigiado álbum da banda. Eu simplesmente adorei. Por mais CD’s que eu tenha, por mais bandas que eu possa conhecer dia após dia, esse disco serviu como aprendizado: estar sempre sujeito a voltar ao passado para conhecer alguma coisa que ficou para trás.

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Sobre Paulo Finatto Jr.

Reside em Porto Alegre (RS). Nascido em 1985. Depois de três anos cursando Engenharia Química, seguiu a sua verdadeira vocação, e atualmente é aluno do curso de Jornalismo. Colorado de coração, curte heavy metal desde seus onze anos e colabora com o Whiplash! desde 2000, quando tinha apenas quinze anos. Fanático por bandas como Iron Maiden, Helloween e Nightwish, hoje tem uma visão mais eclética do mundo do rock. Foi o responsável pelo extinto site de metal brasileiro, o Brazil Metal Law, e já colaborou algumas vezes com a revista Rock Brigade.

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