Rodrigo Werneck: os álbuns que marcaram o redator do Whiplash.Net

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Por Rodrigo Werneck
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Após passar a minha infância ouvindo música, digamos assim, de forma totalmente genérica, sem influência qualquer de parentes (sou o irmão mais velho e a maioria dos meus primos não liga muito para música, muito menos os meus pais e tios), somente quando cheguei lá pelos 13 anos de idade foi que comecei a ter um gosto musical mais definido.

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A primeira banda de rock que me chamou verdadeiramente a atenção foi o Kiss. Isso aconteceu em 1982, e exatamente naquela época um vizinho que possuía a coleção completa deles me mostrou o “Alive I”, que de cara me cativou por completo, pelos solos de guitarra incendiários do Ace Frehley, pelo longo solo de bateria do Peter Criss com direito a efeitos (“phaser”), e um monte de músicas bacanas da dupla Simmons & Stanley. Por sorte, logo depois saiu o “Creatures Of The Night” por aqui, e no ano seguinte a banda tocou no Maracanã para 120 mil pessoas, um divisor de águas. Eu estava lá, é claro.


Outra banda que marcou esse meu início de adolescência foi o Queen. Vi no cinema o filme “Flash Gordon”, que conseguiu reunir um dos elencos mais canastrões de todos os tempos, mas cuja trilha sonora era bacana por ser toda feita pela banda. Mas o que marcou época mesmo para mim foi o “Queen II”. Eu havia lido que os primeiros discos não eram do mesmo nível, ou pelo menos não do mesmo estilo, dos subseqüentes. Mal sabia eu, porém, que a pegada pesada e ao mesmo tempo super-harmoniosa desse LP iria mexer com a minha cabeça. “The March Of The Black Queen”, que coisa louca, os vocais extravagantemente sensacionais de Freddie Mercury se chocando com a guitarra de Brian May.


As coisas começaram então a “pesar”. No colégio, nos meus últimos anos de ginásio, conheci bandas como Black Sabbath e Judas Priest. Na época (em 1983), saiu o “Born Again”, mas o álbum do Sabbath que mais me marcou foi o “Sabbath Bloody Sabbath” (sempre preferi a formação original, com o Ozzy). Acho que a mescla do peso e dos riffs geniais de Tony Iommi e Geezer Butler, do estilo próprio da “casa de máquinas” Bill Ward, dos vocais idiossincráticos do Ozzy, lógico, e ainda do toque pessoal do Rick Wakeman, que colaborou no disco, foi o que me cativou. O “Sabotage” vinha logo depois na minha lista.


Pouco depois disso, estreou no cinema o filme “The Wall”, de Alan Parker, baseado no disco homônimo do Pink Floyd. Eu fui assistir com alguns amigos, todos aproveitando que a censura era de 14 anos e nós todos estávamos com 14 ou 15. Naquela época de ditadura militar em franca decadência, esse controle era bem rígido. Lembro-me de sair do filme meio deprimido com seu clima “pra baixo”, mas por outro lado a trilha sonora me cativou completamente, era como se eu estivesse descobrindo (e, de fato estava), que as possibilidades da música como manifestação artística eram infinitas. Thanks to Mr. Roger Waters.


Já no segundo grau, um amigo cismou de emprestar discos do Deep Purple para mim e para outro amigo nosso em comum. Um dia ele levou 2 LPs duplos para o colégio: o “Made In Japan”, que ficou com meu amigo, e o “In Concert”, que parou na minha mão. Lembro-me de pegar o disco e ficar um fim de semana inteiro prolongado (aqueles com feriado na quinta e sexta “enforcada”) só ouvindo Deep Purple. Eu achava que já entendia bastante de música, até ouvir esse disco. Desde então (estamos falando de 1984), Ian Gillan passou a ser meu vocalista preferido, e Ritchie Blackmore meu guitarrista número 1. Isso sem falar em Jon Lord, claro. O interessante é que logo depois a banda se reuniu (êta “timing” perfeito), e saiu o disco “Perfect Strangers”.


Na esteira do Purple, vim a descobrir o Rainbow. Com outro amigo, consegui emprestado o ao vivo “On Stage”. Vim a conhecer um Blackmore mais maduro, mais melódico, mas ainda arrebentando nos improvisos, e contando com a ajuda mais do que especial do mestre Cozy Powell (quantas vezes ouvi o início de “Kill The King” e “toquei” bateria imaginária!), e do Dio, em sua melhor fase. Como já devem ter percebido, tenho um (grande) fraco por discos ao vivo, onde quem é fera de fato faz a diferença e mostra a que veio.


Fiquei um tempo descobrindo novas bandas no terreno do hard rock principalmente, até que um dia consegui uma fita emprestada de uma amiga (que por sua vez pegou com o irmão mais velho), que continha o disco “Works Vol. 1” do Emerson, Lake & Palmer. Meu mundo virou mais uma vez. O que era aquela proliferação de notas, onde nada fazia sentido mas ao mesmo tempo fazia todo o sentido do mundo, chocante e tocante. Estilos variados, abrindo minha cabeça para novos sons e estilos. Simplesmente o melhor tecladista do rock, Keith Emerson, o melhor baterista de todos os tempos, Carl Palmer, e uma das mais belas vozes que eu conheço, Greg Lake, todos juntos na mesma banda.


Pouco tempo antes, o Yes havia se destacado nas paradas com a música “Owner Of A Lonely Heart”. Eu, meio radical ainda, taxei a banda de “comercial”, e a deixei de lado. Um belo dia, ouvindo o programa “Clássicos do Rock – Edição Progressiva”, na infelizmente finada Rádio Fluminense FM aqui do Rio, tocou quase na íntegra o disco “Yessongs” (opa, mais um ao vivo). Eu não achava que seria possível meu queixo cair mais ainda, mas pro chão ele foi. O Yes foi uma das maiores reversões de expectativas da minha vida. Cada membro da banda solando para um lado, e tudo soando maravilhosamente bem, numa espécie de “caos controlado”. Uma vez li um crítico definir o Yes da seguinte forma: “é uma banda onde todos erram de forma maravilhosamente certa”. Steve Howe, magistral, o guitarrista que não toca riffs, Jon Anderson e seus vocais etéreos, Wakeman de novo, Chris Squire debulhando o Rickenbacker, e o mestre Bill Bruford nas baquetas. O que mais era preciso?


Quando o universo progressivo começava a se abrir à minha frente, eis que retorno ao bom e velho hard rock. Um dia fiz umas trocas de LPs (sim, ainda estávamos na época dos LPs!) com um amigo, que possuía uma coleção herdada do irmão. Lembro-me bem de 2 que eu peguei (e tenho até hoje): o “Journey To The Centre of the Earth”, do Wakeman, e o “School’s Out”, do Alice Cooper (com a capa imitando uma carteira de colégio, abrindo e tudo). Fiquei maravilhado com aquela simplicidade genial, aquele escracho, e ao mesmo tempo com a musicalidade incrível da banda e o tremendo carisma de Alice.


Já em 1989 e na faculdade então, após ver várias vezes o nome “Uriah Heep” associado em artigos aos grandes Purple/Sabbath/Zeppelin, resolvi dar uma garimpada. Arrumei o clássico disco ao vivo, o “Uriah Heep Live” (conhecido por muitos como “Live January 1973”). Caraca: o baixista (Gary Thain) literalmente levando a banda nas costas? E aqueles duelos infernais da guitarra de Mick Box (com pedal wah-wah) e do órgão Hammond B3 de Ken Hensley? Fora o vocal operístico de David Byron junto às harmonias vocais de todos, ponto forte do grupo. Outra vez mais o destino mexeu seus pauzinhos, e a banda veio no mesmo ano tocar por aqui. Ken Hensley é até hoje um dos meus compositores preferidos (junto a Jack Bruce), e também um dos meus tecladistas prediletos (junto a Keith Emerson e Jon Lord, que com ele formam a “tríade sagrada” do Hammond B3 no rock).


Numa época em que muitos discos ainda só existiam em lojas de LPs usados, peguei mais 2 que marcaram época no meu toca-discos: um mais acessível, porém maravilhoso, “Song For America”, do Kansas (até hoje o meu preferido deles, talvez por questão de nostalgia), e um a princípio mais difícil de digerir, “At The Rainbow” (do Focus, ao vivo). A verdade é que após algum tempo, insistindo mesmo, aprendi a apreciar o som do Focus, com sua mescla de rock, folk, erudito e jazz. Dois gênios: Thijs van Leer na flauta, órgão e vocal, e Jan Akkerman na guitarra.


Por volta dessa mesma época, conheci outro de meus guitarristas preferidos, Mr. Jeff Beck. Meu primeiro contato foi através do disco “Guitar Shop” (agora já em CD, em 1990), que ele gravou com os feras Terry Bozzio (bateria) e Tony Himas (teclados). Outro de quem tenho todos os discos (mais uma porção de piratas). Beck foi responsável pelo meu primeiro contato com o jazz rock/fusion, junto com o disco “Clear Air Turbulence”, da Ian Gillan Band (que num primeiro momento me causou certa estranheza, admito).


Algumas bandas progressivas, por questões meramente circunstanciais, demoraram um pouco mais de tempo para entrar na minha discoteca. Entre elas, o Gentle Giant e o King Crimson. Esta última, com seu som normalmente sombrio e por vezes um tanto quanto dissonante, demorou um pouco a ser digerida por mim, mas quando isso ocorreu foi de forma irreversível: é uma de minhas preferidas hoje. Um disco que serviu de trilha sonora para várias viagens minhas a Búzios foi o “The Great Deceiver”, na realidade uma caixa com 4 CDs ao vivo, magníficas apresentações da banda na época em que, além de Robert Fripp na guitarra, completavam o time John Wetton no baixo e vocal, Bill Bruford na bateria e David Cross no violino. Peso e improvisos/viagens na medida certa.


A partir daí, conheci obviamente outras tantas bandas, mas pouca coisa que tenha realmente me marcado. Com o renascimento do rock progressivo nos anos 90, cito o movimento sueco como digno de destaque. Dentre eles o Änglagård talvez seja o melhor de todos, mas o disco que mais me marcou foi mesmo “Vemod”, dos seus conterrâneos do Anekdoten. Guitarra e baixo destorcidos, somados a violoncelo e Mellotron criando um clima introspectivo e soturno. A banda chegou a vir ao Brasil em 1999, mas tocou somente num teatro escondido no fundo de uma galeria no bairro do Flamengo, no Rio (e em Macaé, pasmem!).


Por fim, minha última grande descoberta, ainda antes da virada do século: a banda húngara After Crying. Eu sempre fui admirador do rock húngaro, que tem entre seus expoentes o Omega e o Solaris. Mas o After Crying merece um capítulo à parte. Músicos virtuosos e de fina sensibilidade, são capazes de unir trompete, violoncelo, piano, guitarra, bateria e violino, e fazer de rockões a músicas de jazz e outras quase eruditas. Duelos de trompete e guitarra, duetos de piano e cello. O primeiro disco, “Overground Music”, é uma aula de bom gosto e inspiração. Simplesmente sublime.

É óbvio que eu deixei muitas bandas de fora dessa análise, que eu até prefiro a algumas citadas. Mas o objetivo do artigo foi de listar os discos que mais marcaram o meu crescimento musical, e não os discos que eu mais admiro em si (bem, isso já foi explicado anteriormente), logo a lista está coerente!

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Sobre Rodrigo Werneck

Carioca nascido em 1969, engenheiro por formação e empresário do ramo musical por opção, sendo sócio da D’Alegria Custom Made (www.dalegria.com). Foi co-editor da extinta revista Musical Box e atualmente é co-editor do site Just About Music (JAM), além de colaborar eventualmente com as revistas Rock Brigade e Poeira Zine (Brasil), Times! (Alemanha) e InRock (Rússia), além dos sites Whiplash! e Rock Progressivo Brasil (RPB). Webmaster dos sites oficiais do Uriah Heep e Ken Hensley, o que lhe garante um bocado de trabalho sem remuneração, mais a possibilidade de receber alguns CDs por mês e a certeza de receber toneladas de e-mails por dia.

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