Eduardo Contro: os álbuns que marcaram o redator do Whiplash.Net

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Por Eduardo S. Contro
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Tive que pensar bastante pra fazer essa lista dos 10 CDs que me marcaram. Afinal, nunca paramos pra lembrar quantos já passaram nas nossas mãos desde criança. Com certeza a minha será a lista “menos” metal dentre as da equipe do Whiplash!. Nunca fui muito de fases, ouvia diversas coisas e apenas comprava aquilo que me agradava. Por isso acho que rolou toda essa mescla de estilos.

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Guns N’ Roses – Appetite For Destruction

Impossível não mencionar esse CD. Na época nem era CD, mas tudo bem! Bom, quem não se lembra dos primórdios da MTV Brasil? Eram basicamente uns hits desse disco, como “Sweet Child ‘O Mine” e “Welcome To The Jungle”, que tocavam o dia inteiro na programação, e só deles se falava. O Guns praticamente me apresentou ao Rock n’ Roll. Fui fã desses caras com apenas sete anos de idade, quando na verdade deveria estar ouvindo Fofão e afins.


Aerosmith – Big Ones

Poucos voltaram ao sucesso na história do Rock de forma tão surpreendente como o Aerosmith. O retorno da banda pegou muitos de surpresa e eu me incluo nessa lista. “Big Ones” tinha grandes sucessos e era recheado de baladinhas cativantes. E como não recordar do clipe de “Crazy” com as estonteantes Alicia Silverstone e Liv Tyler?


Nirvana – Nevermind

Se tem uma banda que marcou minha vida, “trues” podem me malhar, foi o Nirvana. Exatamente por ser simples, sujo, pesado, rasgado, revoltado e tudo o que combinava com os meus 14 anos. “Nevermind” traduzia perfeitamente o sentimento de revolta e a fase de adolescente rebelde sem causa. Kurt foi um ídolo que me fez crescer com as madeixas até os ombros e as roupas rasgadas tentando copiá-lo. Sim, o Nirvana fez uma revolução no Rock, isso com certeza, mas pra mim foi muito mais: me fez amar o estilo.


Raimundos – Lavô Ta Novo

E os Raimundos... Eu já ouvia bastante o primeiro CD dos caras, mas esse aqui realmente me marcou, pois me lembro até hoje de sair da escola com meus amigos e ir pro bar, ou sei lá aonde, cantando a belíssima canção “Eu Quero Ver O Oco”. Todos sabiam de cor na época e acredito que devem se lembrar até hoje. Valeu a pena pelas boas risadas que proporcionou e me mostrou que o Rock também pode ser divertido. Esse é o único disco de bandas nacionais que entra na minha lista.


Metallica – Black Album

Apesar de ter sido um dos maiores sucessos do Rock, o “Black Album” já dava mostras de uma mudança forte no Metallica. Daí pra frente, infelizmente, a maior banda de todas se tornara a maior decepção da história. Pelo menos é isso que eu e muitos devem sentir. Até hoje me recordo do desgosto de ouvir o “Load” pela primeira vez... Enfim, o “Black” era fantástico e foi depois de escutá-lo que fui até a loja e comprei todos os CDs anteriores do grupo, que inclusive eram melhores, mas menos comerciais. Me apeguei muito a esse disco.


Iron Maiden – Best Of The Beast

Uma boa coletânea de toda a trajetória da maior banda de heavy. Já conhecia muito sobre Iron e tinha outros discos, mas incluo esse na lista por que se o meu Player sofreu com um CD foi com esse, de tanto tocar (e também porque ele poupou muita gente de ter que gastar uma bela grana pra comprar todos os álbuns do Iron).


Marilyn Manson – Antichrist Superstar

É difícil falar sobre o Manson. Um artista polêmico, um dos maiores sucessos da Indústria e também um reflexo do que o marketing é capaz de fazer na música. Apesar disso, em sua concepção era um som alternativo com muita pegada. Esse CD marcou por abrir caminho pra uma nova vertente musical até então desconhecida por mim e que se tornaria uma grande paixão até hoje, o Industrial.


Pearl Jam - Ten

Mais um disco que dispensa apresentações. Vale apenas uma menção à qualidade de um trabalho de estréia como esse, que, na minha mera opinião, foi o melhor de toda a sua longa carreira. “Ten” é um daqueles CDs que pode ser ouvido do início ao fim sem pular nenhuma faixa. Com certeza a banda nunca mais lançará um disco que repetirá o sucesso desse primeiro. Apesar de já ter sido influenciado pelo grunge de Seatle antes de conhecer o Pearl Jam, preciso dizer alguma coisa além de que até hoje quando vamos a um bar ou escutamos rádio ainda ouvimos tocar constantemente "Alive", "Jeremy",, "Even Flow" e "Black"?


Rage Against The Machine

O auto-intitulado CD desse quarteto revolucionário de Los Angeles me marcou bastante lá por volta de 1996. Nunca havia ouvido algo parecido, o som pesado com um vocal rasgado e letras de protesto me fascinou. É um disco precioso, pois disseminou ainda mais as bandas que gostam de misturar Rock com Eletrônica, Jazz, Hip Hop, etc., dando uma bela reinventada no estilo. A intensidade desse disco não cai um segundo com uma porrada atrás da outra. Os riffs de Tom Morello combinados com scratches são únicos. Sempre tive vontade, mas infelizmente essa é uma das bandas que não tive o prazer de apreciar ao vivo.


Cradle Of Filth - Dusk And Her Embrace

Esse CD sem dúvida causou mais uma revolução para o meu gosto musical já um tanto quanto eclético. Enquanto havia passado pelo Hard Rock, Metal, Grunge, Industrial, etc., quem me pegou de surpresa foi essa banda de metal extremo. O disco foi um dos que mais me marcou, pois a partir dele mudei um pouco meu gosto musical e passei a me interessar por bandas mais “pesadas”. Graças a ele tive o prazer de conhecer grupos como Dimmu Borgir, Samael, Old Man’s Child, Children of Bodom, e por aí vai.

Outros 10 CDs importantes para mim, mas que por falta de espaço não entraram...

The Cure - Staring At The Sea: The Singles
Nine Inch Nails - The Downward Spiral
Led Zepellin - BBC Sessions
White Zombie – Astro Creep: 2000
Black Sabbath – Greatest Hits
Dimmu Borgir – Enthrone Darkness Triumphant
Bruce Dickinson – Alive In Studio A
Sepultura - Roots
Alice In Chains - Facelift
Ozzy Osbourne – Live & Loud

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Sobre Eduardo S. Contro

Assessor de imprensa, nascido em 1982. Músico nas horas vagas, sua história com o rock começou aos 7 anos de idade. Na época, fazia reuniões com os amigos para ouvir Guns, Rolling Stones, Beatles e afins. Aos 12 se tornou fã do estilo Grunge e, como muitos jovens rockeiros, logo passou a ouvir metal, graças ao Iron Maiden. Hoje é bastante eclético. Escuta de tudo um pouco, de rock progressivo setentão a Black Metal. Desde 1996 (ano da criação do Whiplash!) acompanhou o crescimento e desenvolvimento do site e hoje se sente feliz por fazer parte dessa família. Sempre disposto a conhecer bandas novas e discutir sobre os rumos da música, vive em busca de contribuir para a evolução do rock brasileiro.

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