Rudolph Hille conta ao Whiplash.Net os álbuns que marcaram sua vida
Por Emanuel Seagal
Postado em 02 de setembro de 2025
A Orthostat consolidou-se como um dos grandes nomes do death metal brasileiro e também um dos mais ativos. Em 2024, com dois álbuns em sua discografia, fez trinta shows nas regiões sul e sudeste do país. Agora, promovendo o split "Alchemical Veritas", se prepara para uma grande apresentação no Setembro Negro, um dos maiores festivais da música extrema no Brasil.
Enquanto aguarda os próximos shows e uma vindoura turnê pelo nordeste, Rudolph Hille, guitarrista do Orthostat, conversou com o Whiplash.Net sobre os seus primeiros contatos com a música e os álbuns que marcaram sua vida, incluindo uma pérola pouco lembrada do metal norte-americano.


"Sou guitarrista e produtor musical. Meu primeiro contato com a música e o desejo de me tornar músico e montar uma banda surgiu ainda na infância. Cresci cercado pelos materiais musicais da minha família, e foi nesse ambiente que conheci o Queen. Brian May se tornou minha maior inspiração para começar com a guitarra. A seguir, listo cinco discos que marcaram profundamente minha trajetória. Não são, necessariamente, meus favoritos atuais, mas aqueles que transformaram meu universo musical."

1 – Queen — "Jazz" (1978)
"Talvez um dos meus discos favoritos da vida e a porta de entrada do rock. Esse álbum me impactou muito pelas construções musicais e pela criatividade das composições. As músicas soam extremamente sofisticadas, com um nível de cuidado nos detalhes que passou a influenciar diretamente a minha maneira de compor e criar."

2 – Incantation — "Onward to Golgotha" (1992)
"Na adolescência, eu já ouvia bastante metal mainstream, mas aos poucos fui mergulhando no underground em busca de algo mais sombrio e perturbador. Quando ouvi 'Onward to Golgotha' pela primeira vez, foi exatamente o que eu procurava: pesado, violento, rápido e lento ao mesmo tempo, com uma atmosfera sombria e sufocante. Essa obra não só me impactou como influencia até hoje as composições do Orthostat."
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3 – Ratos de Porão — "Anarkophobia" (1991)
"Esse disco foi um divisor de águas para o meu gosto musical. Descobri através de um programa do João Gordo na MTV; em certo momento, ele citou esse álbum, e isso me motivou a comprar uma fita K7 velha de um amigo da escola. Além de marcar minha infância, esse disco me despertou para um pensamento mais crítico e politizado, fazendo com que eu começasse a questionar tudo ao meu redor."


4 – Cianide — "The Dying Truth" (1992)
"Outro disco que conheci por meio de uma fita K7. É um excelente exemplo de death metal arrastado, talvez um dos primeiros do gênero. Os timbres sujos e grotescos, aliados aos andamentos pesados, criam uma obra única. Não é um álbum que revolucionou a história da música, mas, para mim, é uma verdadeira obra de arte."


5 – Anathema — "Serenades" (1993)
"Esse álbum chegou até mim por acaso, durante um churrasco com amigos. Alguém levou o vinil e, quando ele começou a tocar, fiquei hipnotizado. Nunca tinha ouvido algo tão bonito e agressivo ao mesmo tempo. Passei semanas ouvindo esse disco repetidamente, e até hoje ele ocupa um lugar especial na minha vida. Curiosidade: é o único álbum do Anathema que gosto (risos)."


Clique no player abaixo para conferir o clipe da Orthostat gravado para a faixa "Telosophy" e siga os caras no Instagram.

Álbuns que Marcaram
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