RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas

imagemO rockstar que rejeitou duas vezes a Rainha Elizabeth II

imagemA mancada pela qual George Harrison disse que Eric Clapton jamais o perdoou

imagemA música do Rush que a própria banda considerava "uma das piores"

imagemO rockstar rejeitado pela Rainha Elizabeth II que foi condecorado, mas não por ela

imagemA incrível banda obscura, brutal e bela que foi o Black Sabbath dos 90s para Scott Ian

imagemThe Cure: 5 bandas que o vocalista Robert Smith já declarou odiar

imagemAnúncio do Parkway Drive como headliner do Summer Breeze causa chiadeira

imagemArnaldo explica por que saía do palco quando Titãs tocava hit de "Cabeça Dinossauro"

imagemFãs do Guns N' Roses tretam com Regis Tadeu nas suas redes sociais

imagemTim Ripper diz que sua era como vocal do Judas Priest foi "varrida para debaixo do tapete"

imagem"Não estou agradando a Dave; Estou agradando o Megadeth", afirma Kiko Loureiro

imagemO clássico do Rainbow que Dio considera na "mesma pegada" que "Smoke on the Water"

imagemRoger Waters não poupa críticas ao atual presidente do Brasil

imagemDe e-mail a rolê com Mustaine, Kiko Loureiro conta como se tornou integrante do Megadeth

imagemOs motivos que levaram Jairo Guedz a sair do Sepultura na época do "Schizophrenia"


NFL Steve Harris

Iron Maiden: Essencial para todo fã do grupo inglês

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Por Ricardo Pagliaro Thomaz
Em 06/11/15

Nota: 9

Este ano fomos agraciados com mais um álbum da veterana banda britânica Iron Maiden, banda que eu tenho um enorme apreço já faz muitos anos, e que sempre nos trouxe muitas alegrias, falando de temas delicados, e quase sempre ocultistas e místicos. Aliás, esta característica do sobrenatural permeia praticamente todo o álbum novo do grupo, The Book of Souls, disco que, segundo fontes e entrevistas, será o derradeiro álbum de estúdio do Iron Maiden. Claro que isso para mim é motivo de grande tristeza, mas também fico muito contente que a banda esteja fechando sua carreira com um excelente disco e uma carreira invejável.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Vencido o câncer que Bruce Dickinson teve na língua, a banda resolveu imediatamente começar os trabalhos de seu último disco de carreira. E que forma mais bacana de terminá-la, um disco duplo! Não há álbuns duplos na discografia do Maiden, pelo menos não de estúdio, portanto, isso representa algo bem grande para a banda, uma carta de agradecimento e carinho com seus fãs que os acompanhou durante todos estes anos e também um final de estrada sensacional e majéstico para uma banda que criou um grande legado, influenciando inúmeras pessoas ao redor do globo e que pode se gabar de sair de cena no topo de sua carreira, uma vez que, mais uma vez, um disco do Maiden foi sucesso de vendas.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Não só a banda é uma grande inspiração, mas também seu frontman, Dickinson, músico, um exímio vocalista, piloto, empresário e um guerreiro, um exemplo como artista e como pessoa para qualquer um que o acompanhe. Tenho uma grande admiração por ele e um enorme prazer de falar sobre o seu trabalho. Embora os três últimos álbums do Maiden não tenham sido meus grandes favoritos, muito por eu achar que a banda meio que estava no piloto automático com eles, você pode pegar qualquer disco do grupo que sempre achará coisas interessantes por lá. Mas este, cara, é um show a parte! Na minha opinião, o melhor álbum do Maiden desde o excelente Brave New World (2000).

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Fica até difícil escolher aqui uma favorita. O primeiro CD abre e "If Eternity Should Fail" resume muito o arquétipo lírico que o Iron empregou durante toda sua carreira, que é a morte e o ocultismo, aqui através dos olhos de um shaman, um curandeiro. Fica então aquela dicotomia entre vida e morte, ou seja, o ser que cura falando sobre o estado de morte, quando ele começa a cantar "Here is the soul of a man, here in this place for the taking". Depois tem "Speed of Light", que é praticamente um tema de ficção-científica com uma instrumentação muito boa. Além da música, ganhamos um clipe muito legal, onde Eddie passa por diversas fases dos videogames, desde os 16 bits com Donkey Kong, passando por Contra, Mortal Kombat, até chegar nos FPS do tipo Call of Duty de hoje. Um dos clipes mais legais do Maiden que eu já vi, até porque também sempre fui gamer.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Em "The Great Unknown", além da instrumentação e das passagens excelentes que são marca registrada do grupo, há a ótima letra falando do medo pelo desconhecido, das coisas que o homem não entende, e por isso acredita que a morte e o apocalipse sempre se encontram à espreita.

Vem em seguida o primeiro épico do álbum, "The Red and The Black", um épico cheio de dicotomias e lados, quando vemos que The Red (o sangue, penso eu), e The Black (a morte, a escuridão), dois elementos aparentemente opostos, colidem em uma batalha, e isso podemos ver bem no verso "The black jack king and the red queen clash", enquanto nós, seres humanos ignorantes, tomamos lados, mas não percebemos que qualquer força oposta no mundo dos homens está disposta a assumir o controle, e não a nos salvar de nossas próprias angústias, e todo este sofrimento porque não nos dispomos a sermos mais inquisitivos e questionar a todos, não confiando jamais no mundo dos homens para nada. Eu não preciso mencionar a instrumentação excelente e algumas das melhores passagens instrumentais do Maiden em tempos, mas já que acabei de mencionar, também aproveito para falar que o coro de "oh, oh, oh, oh, oh" presente no refrão será devidamente seguido pelos fanáticos durante a turnê.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

"When the River Runs Deep" é uma acelerada que opta justamente por falar das coisas das quais não temos controle e que nosso destino é sempre uma incógnita, quer peguemos o caminho para cima, ou para baixo quando estamos na encruzilhada da vida, pois decidimos ir até o fim do rio que a permeia.

Chegamos no fim do primeiro cd com o épico "The Book of Souls", um excelente épico que resume muito bem os temas destacados até então no álbum; fala sobre o equilíbrio de forças e o destino das almas, a dicotomia entre estar tentando alcançar uma força oposta ao elemento que nos encontramos, como na passagem "They were praying to the gods of nature and were living in the cities of stone", e a sempre angustiante ideia da passagem do tempo, de que tudo um dia acaba, a riqueza, o poder e as almas passam através dos astros e atingem seu destino definido por suas vidas. A riqueza de arranjos e as passagens sempre certeiras e excelentes com a marca registrada do Maiden são a cereja do bolo e fecham com primor o primeiro disco.

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Passemos para o segundo cd, que eu coloco tremulamente no player após a audição magnânima de um trabalho, até então primoroso. Apesar de o segundo disco do álbum não ser tão bom quanto o primeiro, também possui o ótimo trabalho que o Maiden sempre desenvolveu. Abrimos com "Death or Glory" uma daquelas músicas que simplesmente mostra na letra duas forças antagônicas lutando e fazendo de tudo para se sobressaírem, e aquele trabalho instrumental característico do Maiden, semelhante a algo como "Runing Free".

Em "Shadows of the Valley" o que mais me chamou a atenção mesmo foi a instrumentação, nada de novo, típica batida marcheada do Maiden, bacana, inclusive com som orquestral de fundo, mas a letra evocando o vale das sombras e figuras ocultas como o corvo, símbolo do mau agouro e da morte dá o tom soturno, enquanto destila sua mensagem de tentações e pecados desde o início dos tempos do homem. Seguindo ela, "Tears of a Clown" e sua batida arrastada de Hard Rock dá a tônica para um tipo de letra que acho bem bacana, psicológica, sobre o sujeito que mostra um sorriso falso diante de uma multidão, mas por dentro sente angústia e sofrimento; é uma letra falando sobre depressão, ao meu ver.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

A penúltima, "The Man of Sorrows", uma semi-balada, fala sobre a indiferença em relação às atribulações e sonhos alheios, uma letra bem melancólica. Que bom que o álbum fecha com um grande épico chamado "Empire of the Clouds", um título majéstico para um tema também bem majéstico, que faz até o coração palpitar, e inclusive o meu épico favorito do álbum. Com seus 18 minutos de duração, o épico se refere ao desastre aéreo do R101, um dirigível britânico criado em 1929, e na letra é citado em forma de poema, o grande tamanho do dirigível, que segundo as descrições, dava para carregar o Titanic dentro, para se ter ideia da grandeza do veículo, e um dia caiu em um desastre na França que matou 1840 pessoas. A melodia tem bem o aspecto de luto, mas ao mesmo tempo dá uma tônica de grande importância para as almas que se perderam no desastre, fazendo com que seja um dos épicos mais interessantes do Maiden.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Em termos gerais, as melodias do grupo dão a tônica da idade que carregam no momento em suas vidas, mas nem por um instante desvirtuando da aura que o grupo sempre impôs em seu som, apesar de parecer bem mais pessoal do que de costume. E todas as letras, de forma geral, versam sobre a dicotomia entre vida e morte e falam de almas, constituindo realmente um livro das almas como o próprio título do álbum implica.

E uma vez que fecho este livro das almas, minha reação imediata é abrí-lo novamente desde o início para degustar sua leitura poderosa e épica sobre a natureza da alma humana. Um volume que fecha mais um capítulo na carreira do Maiden e que também fecha o livrão da Donzela de Ferro de forma grandiosa, excitante e que vai nos deixar uma imensa saudade de ver mais um lançamento novo da banda pelos anos que virão. Se este for realmente o último capítulo na trajetória do grupo, eu agradeço com todo meu coração o grande trabalho da carreira da banda, a música, a inspiração, as passagens memoráveis, as letras épicas, históricas, informativas, inspiradoras e toda a força que a banda transmitiu ao longo de sua carreira. Recomendado para todos e essencial para todo fã do grupo inglês.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

The Book of Souls (2015)
(Iron Maiden)

Tracklist:
CD 1:
01. If Eternity Should Fail
02. Speed of Light
03. The Great Unknown
04. The Red and the Black
05. When the River Runs Deep
06. The Book of Souls

CD 2:
01. Death or Glory
02. Shadows of the Valley
03. Tears of a Clown
04. The Man of Sorrows
05. Empire of the Clouds

Selos: Parlophone, Sanctuary Copyrights/BMG (US)

Iron Maiden é:
Bruce Dickinson – voz, piano em "Empire of the Clouds"
Dave Murray – guitarra
Adrian Smith – guitarra
Janick Gers – guitarra
Steve Harris – baixo, teclados (com teclados adicionais de Michael Kenney)
Nicko McBrain – bateria

Discografia anterior:
- The Final Frontier (2010)
- A Matter of Life and Death (2006)
- Dance of Death (2003)
- Brave New World (2000)
- Virtual XI (1998)
- The X Factor (1995)
- Fear of the Dark (1992)
- No Prayer for the Dying (1990)
- Seventh Son of a Seventh Son (1988)
- Somewhere in Time (1986)
- Powerslave (1984)
- Piece of Mind (1983)
- The Number of the Beast (1982)
- Killers (1981)
- Iron Maiden (1980)

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Site oficial: www.ironmaiden.com

Para mais informações sobre música, filmes, HQs, livros, games e um monte de tralhas, acesse também meu blog:
acienciadaopiniao.blogspot.com.br


Outras resenhas de Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book Of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book of Souls - Iron Maiden

Resenha - Book of Souls - Iron Maiden

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Stamp


publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Bruce Dickinson é confirmado como uma das atrações do Summer Breeze 2023

Com tempo de sobra, Bruce Dickinson também faz segurança em show do Iron Maiden

The Trooper Of Swing: confira como ficaria clássico do Maiden em versão Dire Straits

Lição de Casa: 50 músicas que todo headbanger deveria ouvir uma vez na vida - Parte I

A lição que Bruce Dickinson aprendeu com Pete Townshend sobre abuso de poder

Músicos criam bela versão de "Fear Of The Dark" tocando violão e violino; veja vídeo

O hino que o Iron Maiden quase não gravou pois o autor achou que era "muito comercial"

O dia que Casagrande curtiu show do Iron sem drogas e fã veio elogiar força de vontade

Bruce Dickinson brinca com bicho de pelúcia atirado no palco; veja vídeo

As 51 músicas que o Iron Maiden nunca tocou ao vivo por ordem de lançamento

O Sabaton vai assumir o lugar do Judas Priest e Iron Maiden?

Bruce Dickinson explica quando começa o abuso nos relacionamentos com as groupies

Regis Tadeu e a música do Iron Maiden que serviu pra encher linguiça mas se tornou clássico

Iron Maiden divulga vídeo oficial de "Stratego" ao vivo; assista aqui

Paul Di'Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, faz a tão esperada operação no joelho

Vlog Rock: A saga de Charlotte, a prostituta do Iron Maiden

Iron Maiden: quando Bruce tentou vender discos nas ruas de Nova York (e fracassou)

Heavy Metal: as 10 capas mais icônicas do estilo, em lista do Ruthless Metal

Metallica: a letra que fez Hammett e Hetfield chorarem

Slash: por que ele usa óculos escuros o tempo todo?


Sobre Ricardo Pagliaro Thomaz

Roqueiro e apreciador da boa música desde os 9 anos de idade, quando mamãe me dizia para "parar de miar que nem gato" quando tentava cantarolar "Sweet Child O'Mine" ou "Paradise City". Primeiro disco de rock que ganhei: RPM - Rádio Pirata ao Vivo, e por mais que isso possa soar galhofa hoje em dia, escolhi o disco justamente por causa da caveira da capa e sim, hoje me envergonho disso! Sou também grande apreciador do hardão dos anos 70 e de rock progressivo, com algumas incursões na música pop de qualidade. Também aprecio o bom metal, embora minhas raízes roqueiras sejam mais calcadas no blues. Considero Freddie Mercury o cantor supremo que habita o cosmos do universo e não acredito que há a mínima possibilidade de alguém superá-lo um dia, pelo menos até o dia em que o Planeta Terra derreter e virar uma massa cinzenta sem vida.

Mais matérias de Ricardo Pagliaro Thomaz.