Girlie Hell: Os 10 álbuns preferidos de Fernanda Simmonds
Por Eliton Tomasi
Fonte: SOM DO DARMA
Postado em 28 de outubro de 2014
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Fernanda Simmonds, baixista da banda feminina de metal GIRLIE HELL, listou os seus 10 discos preferidos e que marcaram não só sua carreira como musicista, mas também como fã de rock e música em geral. Confira!
10- DEAD SARA – "Dead Sara"
Há mais ou menos dois anos eu achei essa banda em um site que divulgava algumas promessas musicais. Pelo nome e pela foto, fiquei curiosa e fui ouvir o som. Nunca mais parei. Por enquanto este é o único álbum desta banda de Los Angeles e acredito que daqui há 10 anos vou lembrar o quanto ele me marcou. Criatividade, presença, letras bacanas e, claro, uma vocalista de atitude, com uma voz perfeita e muito potente. O tipo de banda que eu piro e amo eternamente.
9- TITÃS – "Titanomaquia"
Furioso! Esta é a melhor definição para o que considero ser o álbum mais marcante e pesado da carreira dos Titãs. Produzido pelo produtor musical norte-americano Jack Endino (Nirvana, Soundgarden, Mudhoney) numa época em que o grunge estava em alta, a banda ousou e abusou de riffs e distorções, letras insanas, críticas políticas, religiosas e sociais, não deixando de esnobar os formadores de opiniões. Foi uma fase de "estados alterados da mente", em que os Titãs conseguiram espantar o público baba e conquistar o respeito de um público mais radical. Que saudade!
8- MERCENÁRIAS – "Cadê As Armas?"
O Brasil não poderia ficar de fora. Tem trabalhos incríveis de grandes nomes como Secos & Molhados, Mutantes, Raul Seixas, Titãs, Replicantes, Garotos Podres, entre outros. Mas vou citar este álbum das Mercenárias pelo fato de ser muito especial. Foi amor à primeira audição, que surgiu em uma época em que eu estava numa fase mais pós-punk/punk rock e uma amiga me aplicou o som. Eu estava aprendendo a tocar baixo e a partir daí sempre tentava tirar o som delas. Músicas curtas e criativas, sonoridades às vezes mais pesadas, outras vezes mais leves, mensagens rebeldes ou com poesias concretistas. Até hoje amo as Mercenárias!
7- JULIETTE AND THE LICKS – "You're Speaking My Language" + "Four On The Flour"
Considero Juliette Lewis uma artista completa, uma das minhas atrizes e cantoras preferidas. Quando ela lançou seu primeiro álbum eu fui seca conferir o trabalho, pois já tinha ouvido a maluca cantar em um filme e adorado. O rock despretensioso da banda, com pitadas de hard/glam/punk/indie e até disco music, superou minhas expectativas. Mais que qualidade, o som tinha uma característica original. A voz rouca e potente, com a atitude marcante de Juliette me lembrou muito Iggy Pop e as fodonas Patti Smith, Joan Jett e Suzi Quatro. Eu não preciso dizer que amei a mistura, viciei e fiquei ainda mais fã. Eu ouvia tanto esses álbuns que até cheguei a tocar algumas músicas com a minha antiga banda Flores Indecentes.
6- OBITUARY – "Cause Of Death"
Considerado um marco do death metal, o "Cause of Death" fez parte de uma fase bastante obscura da minha vida durante uns bons anos.
5- EXODUS – "Bonded By Blood"
Álbum thrash fodástico do Exodus, o "Bonded by Blood" não saia do meu toca-discos nem na hora de dormir. E acredite, eu conseguia dormir maravilhosamente bem!
4- SEPULTURA – "Arise"
A primeira vez a gente nunca esquece. Foi bem assim quando escutei "Orgasmatron" com Sepultura, virou um caso de amor que dura até hoje. Adrenalina às alturas, vontade de bater cabeça, entrar em rodas, tomar uns gorós turbinados por aí com a galera e não me preocupar com mais nada além de descarregar o estresse naquelas distorções encorpadas e nos guturais perfeitos de Max Cavalera. Foi a partir deste álbum que fiquei "rebelde", larguei o hard rock e passei a ouvir Thrash, Death e Black Metal. Quando eu escuto Sepultura, principalmente o "Arise", é como se eu voltasse à minha adolescência.
3- GUNS ‘N’ ROSES – "Appetite For Destruction"
Quando o álbum foi lançado a minha prima apareceu com o vinil do Guns e me aplicou o hit "Sweet Child O’ Mine". Viciei, comecei a colecionar tudo o que vinha da banda e a gostar muito de hard rock em geral. Este álbum foi o primeiro passo pra eu ter evoluído em se tratando de gosto musical.
2- JANIS JOPLIN – "I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama!"
Janis Joplin é insuperável, sem dúvidas a maior e mais influente cantora de todos os tempos. Depois que ela largou um pouco o psicodelismo da louquíssima Big Brother and the Holding Company e foi para a banda Kozmic Blues, conseguiu fazer o que considero ser o álbum mais visceral e perfeito de toda a sua carreira. Mais que sentimento, técnica e qualidade, este álbum é alma pura.
1- L7 – "Bricks Are Heavy"
A primeira vez que ouvi L7 foi em 1993, quando a moda grunge de Nirvana e cia estava em alta e não me atraia muito. Era uma época em que eu curtia mais metal e o hit "Pretend We’re Dead" acabou chamando minha atenção por ser de uma banda feminina. O peso, a atitude e a presença das meninas me conquistaram totalmente. Eu fiquei muito fissurada depois de assistir na TV o show delas no Hollywood Rock 93, na época eu estudava teclado, depois deste show as coisas mudaram, tudo o que eu mais queria era virar baixista e ter uma banda parecida. Passei a colecionar L7 e não preciso dizer que este é o álbum mais perfeito e amado de todos os meus.
Álbuns que Marcaram
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Regis Tadeu atualiza situação de Dave Murray: "Tenho fonte próxima do Iron Maiden"
Celebrando 50 anos, Iron Maiden anuncia o EddFest
Está na hora dos haters do Dream Theater virarem o disco
Rob Halford e Tom Morello deixam claro que o Judas Priest é, sim, uma banda política
A música dos Beatles que George Harrison chamou de "a mais bonita" que o grupo fez
Os álbuns do Pink Floyd que Roger Waters chamou de "pretensiosos"
As 10 cifras de guitarra mais acessadas de todos os tempos no Ultimate Guitar
Lauren Hart no Arch Enemy? Nome da vocalista explode nos bastidores; confira o currículo
Cobra Spell entra em um hiato indeterminado
A música que resume a essência do Metallica, segundo o Heavy Consequence
O guitarrista que Slash acabou descobrindo que "copiava sem perceber"
Dez clássicos do rock que viraram problema devido a alguma polêmica
Regis Tadeu afirma que último disco do Megadeth é "uma aula de dignidade"
Gastão Moreira fala sobre Dream Theater; "a banda mais narcicista de todas"
Mikael Åkerfeldt enfrenta aversão a turnês em nome do sucesso do Opeth

5 álbuns que marcaram Chaene da Gama, do Black Pantera
Os álbuns que marcaram Fausto Mucin, fundador da Die Hard, ícone da Galeria do Rock
Guns N' Roses: os dez álbuns que mudaram a vida de Dizzy Reed
Edu Falaschi: 10 discos que marcaram a vida do vocalista
Corey Taylor: os 10 discos que mudaram a vida dele
Dave Mustaine: os dez álbuns que mudaram a sua vida
Jason Becker: os 10 discos que mudaram a vida dele
Duff McKagan: dez álbuns que marcaram a vida do baixista
Dave Lombardo: dez álbuns que marcaram a vida do baterista
Kiko Loureiro: os cinco discos de rock que marcaram sua vida
Rush: Os álbuns favoritos do baixista Geddy Lee
Malefactor: Os discos que marcaram Lord Vlad
Andreas Kisser: os álbuns que marcaram o guitarrista
Eddie Trunk: os álbuns que marcaram o apresentador
Aquiles Priester: os álbuns que marcaram o baterista
Bruno Maia: os álbuns que marcaram o líder do Tuatha de Danann
Rodrigo Simas: os álbuns que marcaram o redator do Whiplash.Net
Os 5 álbuns que marcaram o vocalista do Marenna, atração do Bangers Open Air 2026
Os 5 álbuns que marcaram o tecladista Fábio Laguna e a confusão com o Testament
5 álbuns que marcaram Cláudio David, do Overdose, incluindo a "bíblia do thrash metal"


