Hangar: condenado à complexidade do sucesso

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Por Antonio Rodrigues Junior
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Com a turbulência e a inatividade momentânea do Angra, o baterista Aquiles Priester e o tecladista Fábio Laguna conseguiram tempo para o lançamento do terceiro álbum "The Reason of Your Conviction", que marca mudanças na direção musical e na estrutura do quinteto.

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Esta matéria foi originalmente publicada na edição 45 da revista Comando Rock
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Manter duas bandas em atividade ao mesmo tempo não é tarefa fácil, por isso o baterista Aquiles Priester (que também comanda as baquetas do Angra) e o tecladista Fábio Laguna (músico convidado no mesmo Angra) tiveram dificuldades para lançar o novo álbum do Hangar. "The Reason of Your Conviction" - terceiro disco do grupo - chega às lojas trazendo novidades depois de seis anos do lançamento anterior.

O sucessor de "Inside Your Soul" (2001) tem como característica a sonoridade mais pesada e repleta de novas influências. O registro também é o primeiro trabalho conceitual feito pelo quinteto, sendo que todas as letras foram escritas pelo baterista (o que chama a atenção pelo fato de não se repetir no Angra). O conteúdo aborda a história de um sujeito que, após ficar adormecido, começa a sofrer alucinações.

O novo material também marca a entrada do novo vocalista Nando Fernandes, que substituiu Michael Polchowicz. O antigo integrante decidiu deixar a banda devido às mudanças sonoras propostas em "The Reason of Your Conviction". Ainda completam o quinteto o guitarrista Eduardo Martinez, o baixista Nando Mello e o tecladista Fábio Laguna (músico convidado do Angra). O trabalho também conta com algumas participações especiais, entre elas a dos vocalistas Arnaldo Antunes (ex-Titãs) e Vitor Rodrigues (Torture Squad). Com o lançamento nas lojas, a banda prepara uma longa turnê de divulgação, que pode se tornar a primeira excursão internacional do conjunto.

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A Comando Rock conversou com exclusividade com os integrantes do Hangar, que contaram sobre o lançamento do álbum "The Reason of Your Conviction", o complexo e intrigante conceito do CD, o fato de Aquiles escrever todas as letras do disco, as participações especiais e os planos para o futuro. O grupo também falou sobre como conciliam seus diversos projetos paralelos e o baterista explicou os planos de lançar uma autobiografia, que deve abordar os bastidores do Angra. Aliás, o músico também comentou um pouco dos problemas enfrentados pelo seu outro conjunto, que está oficialmente dando um tempo.

Comando Rock: O quinteto está lançando o novo álbum "The Reason of Your Conviction". Uma característica muito marcante no novo trabalho é o desprendimento de rótulos, pois o conjunto conseguiu agregar influências distintas como erudito e thrash metal.

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Fábio Laguna: Espontaneidade é a chave para um trabalho consistente e duradouro. Não sabíamos como soaria depois de pronto. Fizemos as canções de forma livre agregando as influências de cada um, que são muito distintas entre os integrantes. O único rótulo comum a todos é a música pesada. Aliás, desprender-se de rótulos é a coisa mais louvável que uma banda pode fazer e, se você conseguiu enxergar isso em nosso trabalho, fico lisonjeado. Quando ouço um grupo novo é exatamente essa característica que procuro, senão prefiro ouvir os que souberam inovar há muito tempo.

Aquiles Priester: Só a banda sabe o que passou para ter este trabalho pronto. Foi um processo muito lento devido a nossa agenda com o Angra na época. Outra coisa que contribuiu para isso foi a distância física, pois somente eu e Fábio estávamos em São Paulo, os demais moram em Porto Alegre. Quando nos encontrávamos, fazíamos intensivos de quase 12 horas tocando e convivendo todo aquele processo mágico que cada conjunto sabe qual é o seu. Quando surgia uma nova idéia, ficávamos por horas trabalhando para achar as demais idéias para completar a composição. Nunca tivemos um modo de compor padrão. Tivemos várias formas diferentes e o mais importante de tudo é que temos muito orgulho deste novo CD.

Comando Rock: "The Reason of Your Conviction" é o primeiro registro conceitual feito pelo grupo. Por que decidiram seguir nesta direção?

Nando Fernandes: Isso foi uma idéia antiga do Aquiles, na qual ele através dos anos se preparou para escrevê-la, lendo muitos livros e assistindo a vários filmes sobre o tema.

Fábio: As músicas são muito densas e carregam uma atmosfera depressiva e neurótica. Isso é heavy metal! Optamos por explorar um tema específico durante todo o disco e falar sobre um serial killer como algo "natural" do ser humano foi uma escolha brilhante. Somos animais, como qualquer outro ser vivo que luta pela sobrevivência, e às vezes alguns de nós confundimos o sentido disso, especialmente num mundo tão conturbado como o atual. Não fazemos apologia à maldade, mas o Aquiles escreveu muito bem sobre o que todos nós temos de mal.

Comando Rock: Como se não bastasse a dificuldade de se criar um disco conceitual, a banda optou por uma temática bastante complexa sobre um sujeito que, após ficar adormecido, começa a sofrer alucinações.

Aquiles: Quando apresentei a idéia para a banda, todos ficaram com receio do tema, pois parecia um tanto limitado. Isso é o retrato da mente de um serial killer e como ele age estrategicamente. Achamos uma ligação forte entre a forma como este indivíduo age e pensa e a nossa música. O prefácio geral do disco explica bem o que queremos dizer. Resumindo de forma bem objetiva, no grupo temos uma maneira de pensar e agir que faz parte de um mundo nosso, um mundo em que realmente acreditamos.

Comando Rock: Outra coisa que chama a atenção nas letras é que todas foram escritas pelo baterista Aquiles Priester. Apesar de já ter contribuído antes, o baterista não tem a mesma oportunidade no Angra, o que é realmente curioso pela qualidade do material.

Aquiles: Estudei muito o assunto através de livros e filmes. Primeiro lia o livro e depois assistia ao filme, dessa forma conseguia entrar na estória e viver a sensação de cada personagem. No livro é ainda mais fantasioso, pois você precisa imaginar a história toda e até devanear como seria o personagem. Cheguei à conclusão que algumas vezes o livro é muito melhor que o filme. Até hoje, quando estou revendo algum filme, consigo identificar partes das letras que foram inspiradas nele. Sabia que teria de dar muitas explicações sobre esse assunto quando as pessoas vissem que tinha escrito todo o conceito e todas as letras do novo disco. Nunca pude fazer isso no Angra por diversas questões, mas a principal é porque a banda sempre teve excelentes compositores e talvez meu estilo não se adaptasse. O estilo musical do Hangar não tem nada a ver com o Angra e por isso sempre fez sentido manter o grupo ativo nesses dez anos.

Comando Rock: O novo CD também marca a estréia do vocalista Nando Fernandes. Como foi a adaptação ao novo integrante?

Fábio: Uma troca de integrante é uma fase maluca dentro de uma banda. A parte musical é sempre a mais fácil de ser resolvida já que a escolha do novo integrante é feita principalmente pelas qualidades musicais que ele pode trazer. Nos demais quesitos, como personalidade, manias, temperamento, só posso dizer que o Nando caiu como uma luva. Ele é uma pessoa carismática e aberta. Musicalmente sou suspeito para falar, porque para mim ele é o melhor vocalista do Brasil. Ele trouxe vida para o disco interpretando todas as canções com muita paixão.

Aquiles: A cada frase que gravávamos com o Nando, percebia que tínhamos perdido a ingenuidade, que agora poderíamos ter finalmente um grande álbum. As músicas precisavam de uma grande interpretação vocal e ele conseguiu fazer isso de forma maravilhosa. O alto astral do Nando é contagiante e temos nos divertido muito em tudo que fazemos. Estamos atravessando uma grande fase e tenho certeza de que nosso relacionamento sempre será preservado acima de tudo.

Comando Rock: O novo vocalista assumiu a vaga deixada por Michael Polchowicz, que inclusive trabalhou nos arranjos de algumas músicas presentes neste CD. Por que ele deixou o grupo?

Nando Mello: O amadurecimento natural das composições fez com que o nosso direcionamento musical ficasse cada vez mais distante do proposto inicialmente. Esta diferença fez com que ele se sentisse a vontade para deixar a banda. Ainda somos grandes amigos e respeitamos muito o trabalho que ele realizou junto com o Hangar.

Fábio: O Hangar acabou ficando pesado demais para o Mike. Ele tem uma voz maravilhosa, um timbre único. Mas, tanto ele quanto todos no conjunto perceberam que havia algo errado na química instrumental e vocal. Ele continua tendo um grande valor para a história do Hangar e vai ser sempre um grande amigo para todos nós.

Aquiles: O Mike mostrou que seu amor pelo Hangar estava acima de tudo. Quando tivemos problemas com as gravadoras com a demo deste disco, ele foi o primeiro que se manifestou para deixar o grupo. Temos grande estima pelo Mike, que abriu mão da sua participação no conjunto para que pudéssemos ir adiante, para que tentássemos chegar aonde sonhávamos quando ainda nem tínhamos gravado o primeiro CD.

Comando Rock: O novo trabalho conta também com algumas participações especiais. A primeira delas e que mais chama a atenção por não ter uma ligação direta com o heavy metal é o vocalista Arnaldo Antunes (ex-Titãs). Como surgiu a oportunidade?

Aquiles: Vi o Arnaldo narrando um texto num estúdio de um amigo meu e fiquei assombrado. Antes de ver a gravação, li o texto que parecia normal... Quando vi o resultado final, perguntei para ele se aceitaria gravar alguma coisa num disco de heavy metal e ele respondeu: "me chama que eu vou"! A partir dali percebi que a introdução deveria ser algo diferente do usual, que poderíamos chamar mais atenção das pessoas se fizéssemos narrações, pois isso combinaria muito bem com todo o clima do CD. Expliquei a idéia inicial para o Fábio e ele tocou umas linhas de cello muito assombrosas e foi fácil imaginar o resto. Fiquei muito lisonjeado quando Arnaldo falou que tinha adorado a frase: "e finalmente encontrei a paz através da dor e do sofrimento, de alguma forma a dor de dentro dos seus olhos é apenas o começo..." O que mais me chamou atenção foi a forma como ele se concentrava para gravar os takes, pois parecia que estava em outro mundo.

Comando Rock: Outro vocalista que marca presença no novo CD é Vitor Rodrigues (da banda de thrash/death metal Torture Squad). Como foi contar com os seus agressivos vocais?

Aquiles: O Vitinho já tinha participado até da demo na época que o Mike era nosso vocalista. Ele soube trazer sua interpretação para dentro da música e, além disso, temos grande respeito pelo trabalho do Torture. Se existe uma banda que merece reconhecimento são esses caras. Sou fã incondicional deles em todos os sentidos.

Comando Rock: O novo disco chega às lojas seis anos depois do antecessor "Inside Your Soul". Por que deste longo período sem lançamentos?

Fábio: O Hangar não é uma empresa. É uma banda de verdade. Não iremos lançar CDs por exigência de gravadora, nunca! Entre o "Inside Your Soul" e o "The Reason of Your Conviction" todos seguiram suas vidas, com seus trabalhos.

Aquiles: Talvez se tivéssemos lançado o sucessor de "Inside Your Soul" antes não estivéssemos prontos para fazer um disco como este. Um álbum complexo como este não é tão fácil de ser escrito. Todos esses anos de experiência nos ajudaram a encontrar um bom equilíbrio entre as partes técnica, musical e melódica.

Comando Rock: Todos os integrantes do Hangar possuem muitos projetos paralelos, em alguns deles vocês chegam a se encontrar. Como conseguem conciliar tantos projetos?

Fábio: Ao contrário da maioria das bandas, nas quais a "ciumeira" interna rola solta, no Hangar os projetos paralelos são bem-vindos. Para mim, eles são uma fonte de amadurecimento e crescimento musical, que no final das contas será usado no Hangar. Para conciliar a vida pessoal de cada um, nada melhor do que um bom planejamento e um direcionamento. Temos de saber a hora certa de concentrar as energias nesse ou naquele projeto e no momento o foco principal é o Hangar.

Comando Rock: Aquiles, falando em outros projetos, depois de escrever todas as letras do novo álbum, você também está escrevendo livros. O primeiro lançamento Inside My Psychobook é direcionado a bateristas abordando a técnica de dois bumbos.

Aquiles: Esse livro é uma espécie de enciclopédia de dois bumbos e traz 100 grooves com dois bumbos, sendo que muitos deles já foram usados em músicas que gravei. Além desses, têm muitas levadas inéditas que nunca foram usadas. Espero que neste ano consiga gravar um DVD aula abordando a parte técnica e também explicando um pouco a forma como componho na bateria.

Comando Rock: Você também promete lançar uma autobiografia, na qual deve revelar tudo que aconteceu em sua vida inclusive os bons e maus momentos ao lado Angra. O que pode nos adiantar sobre o projeto?

Aquiles: Já estou fazendo isso há quase dois anos. Dá muito trabalho falar de si mesmo e ainda ser completamente imparcial. Tenho medo que as pessoas confundam isso com uma revista sensacionalista que vai falar mal do Angra de forma pejorativa. O livro vai contar a história da minha vida desde que nasci e o Angra está inserido nela. Vou relatar de forma adulta os acontecimentos que vivi na banda. Tem dois escritores e um repórter de música juntos no projeto e eles estão selecionando as melhores partes. Já estamos na fase de compilação de fotos e material raro e só falta uma entrevista para finalizar tudo. Será um livro muito rico em detalhes em todos os sentidos.

Comando Rock: Falando em seu outro grupo, o Angra está oficialmente dando um tempo. Porém, há rumores de que a banda estaria passando por momentos difíceis, inclusive com problemas com os empresários e até a possibilidade de mudanças dentro do conjunto.

Aquiles: Isso tudo é verdade e não é novidade para mais ninguém. O grupo está estudando a troca do empresário e isso é tudo que sei, pois não tenho sido chamado para as reuniões nos últimos meses. Essas coisas são bem demoradas, pois envolvem todo o histórico da banda. Não sou dono da marca Angra e nem sócio, por isso não posso falar mais nada sobre o assunto. Acho que os integrantes fundadores são as melhores pessoas para dar alguma explicação. Qualquer coisa que falasse seria sem fundamento nenhum, portanto, prefiro ficar quieto até que saiba o que devo falar.

Comando Rock: Pensando na continuação da carreira do Hangar, quais são os demais planos para o futuro do quinteto?

Aquiles: Temos boas chances de fazer turnês fora do País e isso tem nos deixado muito felizes. Queremos gravar um DVD em algum lugar nesta turnê e ainda gravar um novo álbum até o final deste ano. Já temos vários fragmentos de novas músicas e vamos começar a compor novo material nas folgas que tivermos. Ainda é muito cedo para dizer alguma coisa mais concreta, mas estamos muito confiantes neste CD, pois figurou bem na lista dos 50 mais vendidos de metal no Japão ano passado.


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