Em 14/01/2001 | Resenha - Rock In Rio III - 14/01 (Rio de Janeiro, 14/01/01)

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Resenha - Rock In Rio III - 14/01 (Rio de Janeiro, 14/01/01)


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Pato Fu

Tocando para um público em sua maioria fã do rock meio-pesado-meio-balada do Guns N'Roses, a banda tinha duas opções:

a) basear o show nos hits radiofônicos e correr o risco de tomar de Carlinhos Brown o posto de primeira grande vaia do RIR III.

b) basear o show no repertório mais velho e mais pesado e correr o risco de desagradar parte do publico que não conhecia mais do que o que tocava no rádio...

Banda competente e escolada em palco, o Pato Fu fez uma boa dosagem entre os hits e o repertório mais pesado. A pergunta de John ao final do show, “Vocês preferem Porrada ou as mais calminhas?” devia ter sido feita pela organização do evento alguns meses antes. A resposta do público foi clara... “Porrada!” Encerrando com uma versão rapidinha e instrumental para Enter Sandman do Metallica, o Pato Fu mostrou que entende público de rock muito melhor do que quem organizou a escalação do RIR III.

Carlinhos Brown

Patética... não a apresentação do músico (gosto não se discute) mas a organização do festival que insiste em colocar atrações disparatadas para dividir espaço no mesmo palco com bandas “pesadas”... aconteceu com Erasmo Carlos no RIR I... aconteceu com Lobão abrindo para o Sepultura no RIR II... é algum tipo de tradição que por algum motivo obscuro se insiste em manter? Algum tipo de fetiche sádico?

Na impossibilidade de atirar garrafas na organização do festival, por falta de alvo melhor, acabou sobrando para Carlinhos Brown, que mostrou macheza no início do discurso mas terminou se perdendo em um bate-boca estéril com o público ("vocês que gostam de rock tem muito a aprender, e o dedo vocês podem enfiar no traseiro"). Também teve sua parcela de culpa por insistir em um show marcado para dar errado ao invés de encurtar a apresentação. Errou até mesmo em pedir que fosse interrompido o jato de água que refrescava o público. Só saiu do palco ao ter seu som cortado. Dificilmente haverá uma cena pior no festival.

Ira! E Ultraje a Rigor

A expectativa de uma inédita apresentação conjunta não se concretizou (a não ser que se considere apresentação conjunta uma única música). Uma pena... mas não chegou a prejudicar as excelentes performances das duas bandas. Seria difícil imaginar melhor recepção para os dois “clássicos” do rock nacional em uma noite dominada por um público que em sua maioria nem tinha saído da infância quando as bandas estouraram na década de 80. Público cantando junto da primeira à última música e, pasme, em vários momentos, rodas de mosh muito mais selvagens que as dos shows “mais pesados” que viriam no final da noite.

Por mais que se conheça a qualidade do Ira! ao vivo a banda surpreende. O público insistia em chamar pelo Ultraje... ninguém queria a saída do Ira! mas sim a esperada apresentação das duas bandas em conjunto. Aparentemente um pouco sem jeito pela saia-justa gerada, a banda emenda clássicos... Núcleo Base (“essa agora é sobre alistamento militar obrigatório”), Envelheço na Cidade, Flores Em Você e a ótima versão de Teorema. Melhor show, só se houvesse mais tempo. Até mesmo a teoricamente chatinha "Telefone", com participação de Fernanda Takai, terminou saindo melhor que a encomenda.

O Ultraje entra, ovacionado pelo público (cadê a farofinha, Roger?)... sem perder muito tempo anunciam que vão tocar uma música de uma banda que é responsável por estarem lá... acompanhados do Ira! detonam uma versão antológica para Should I Stay Or Shoud I Go do Clash. Daí em diante foi hit atrás de hit.

Muito difícil comentar um show do Ultraje. Extremamente previsível. Sexo!, Nós Vamos Invadir sua Praia, Inútil, Marylou... quase 200 mil pessoas gritando “Cú!” em Nada a Declarar... o cover de Paranoid, do Black Sabbath, um esperado afago no público mais pesado... Previsivelmente um ótimo show. Não podia e nem devia ser diferentes mesmo! Rock and roll simples e direto... na veia... sem surpresas... faltou “Eu Gosto de Mulher”... nada é perfeito.

As duas bandas dos anos 80 que pelo menos ao vivo melhor mantiveram a sua qualidade. Sem grandes inovações na sonoridade... até porque não precisavam. E tocaram no início da noite, sem estrelismos.

Papa Roach

A presença da banda na abertura foi exigência de Axl Rose. Tocou um alterna-metal sem grandes atrativos, que só conseguiu mexer um pouco com o público durante a última música, única conhecida dos brasileiros; Last Resort.

Oasis

Por mais que se ouça falar da antipatia da parelha Gallagher, é difícil imaginar que uma banda com tantos hits radiofônicos e com um público tão grande possa ser tão ruim ao vivo. As expectativas não eram das melhores? Pura intriga da oposição? O Oasis entra no palco e prova que é realmente ruim ao vivo. Mais... se incompetência em palco fosse medida em latas de cerveja, o Oasis seria a fábrica da Budweiser. Apresentaram no Rock In Rio uma performance tão pretensiosa e antipática quanto as declarações que a precederam: "O oasis é uma das duas únicas bandas que ainda tocam rock no planeta. A outra é o Black Crowes".

Ótima oportunidade para deitar no gramado e dar uma dormida ao som da soporífera Wonderwall, juntando energia para o show mais decente que estava por vir.

Já no final, uma sensível melhorada, culminando com um bom cover para My My Hey Hey, de Neil Young, obviamente ilustre desconhecido para 99% do público que estava lá para ver o Oasis, mas já era tarde para salvar o show. A última música, Rock n'Roll Star, foi dedicada a Axl Rose.

Guns N'Roses

Festa estranha, com gente esquisita. Muito pessoal que devia brincar com chocalhos quando do lançamento do Appetite for Destruction e estava no show para ouvir November Rain e Dont Cry. Muita menina de bandana tentando “guardar lugar na frente” desde o show do Pato Fu. Com a proximidade do show do guns, e a natural ida para a frente do pessoal que corretamente tinha dado uma cochilada no show do Oasis, era de se esperar um bocado de desmaios. Acreditem se puder... muita gente que já não se aguentava em pé simplesmente sentou no chão no meio do público que se aglomerava, a poucos metros do palco, impedindo a circulação de quem queria ir para a frente mas principalmente de quem queria sair da frente. Em caso de qualquer tipo de tumulto com certeza as consequências seriam graves. Como última alternativa quem precisava passar fingia desmaios para que os sentados se levantassem e dessem passagem aos “feridos”; as interpretações eram ridículas, mas pessoas capazes de sentar no chão em meio a um público apertado e tenso, obviamente são estúpidas e fáceis de enganar suficiente para engolir qualquer fingimento de desmaio. Seria cômico se não fosse quase trágico; muitos começos de brigas por causa da dificuldade de circulação poderiam terminar com muita gente pisoteada e ferida em caso de início do tumulto generalizado que podia se prever para qualquer momento. Felizmente o clima estava excelente, pouquíssimo calor apesar da falta de jatos de água ou qualquer coisa do gênero.

Com o início do vídeo de abertura (um desenho animado com Axl seguido de um clipe ao estilo Nine Inch Nails), a parcela preguiçosa e irresponsável do público levanta do chão e abre espaço. A previsível introdução de Welcome to The Jungle e a banda entra. Apoteótico. Ficava claro que se tratava da melhor iluminação, do melhor som e do melhor palco do festival até o momento. Muita pirotecnia . Em meio ao pula-pula generalizado uma névoa começa a cobrir o público. Gelo seco? Água aspergida de longe? Algum tipo de efeito especial? Não... poeira levantada do chão, pela primeira vez, do gramado que se transformaria em apenas poeira até o final do show. Àquelas alturas do campeonato, apesar da certa dificuldade de respirar, tudo era festa e a poeira era só mais uma prova de que aquele seria talvez o melhor show do festival.

Havia sido exaustivamente anunciado, inicialmente pela internet e mais tarde pela imprensa convencional, a presença no Rio de Slash para assistir ao show do Guns e uma possível jam. A quase totalidade do público esperava a participação do guitarrista e uma parcela mais boba esperava uma reunião de toda a formação original. O novo guitarrista, Buckethead, com cabelos longos enrolados, semelhantes aos de Slash, rosto coberto por uma máscara e um balde de Kentucky Fried Chicken na cabeça, mais uma capa de chuva amarela, gerava expectativas. Impossível deixar de pensar que a qualquer momento fosse tirar a máscara e revelar que na verdade se tratava do guitarrista original.

Axl, mais demagogo que nunca, em sua primeira conversa com o público, explica que todos estão ansiosos pelo que ouviram na imprensa. Intencionalmente ou não o início do discurso leva a crer cada vez mais que Slash entraria no placo a qualquer hora (ou simplesmente sairia de dentro do balde de KFC).

Enquanto o público grita “Slash! Slash!” Axl apresenta o novo guitarrista, Paul Tobias, e explica que este era apenas o segundo show de sua carreira para um público grande. Apresenta também Dizzy Reed nos teclados, único remanescente da formação anterior, e o público urra. Dizzy seria ajudado durante o show por um segundo tecladista, Chris Pittman.

O novo baixista é Tommy Stinson (ex-Replacements). É difícil negar que Duff faz falta (principalmente pela performance menos apática), mas há de se admirar o seu substituto não apenas por ser um instrumentista competente suficiente (ao menos para uma banda como o Guns); precisa ter culhões para enfrentar um público daquele e substituindo quem ele substituia.

Its So Easy começa e novamente fogo no palco e no público. Emendam Mr Browstone. A banda tocaria no decorrer do show o álbum Appetite praticamente completo; melhor set list era praticamente impossível.

Segue-se Live and let Die e a primeira música "nova" do show, Oh My God, já devidamente ensaiada pelo público... e muito melhor ao vivo. Mais uma do Appetite, Think About You.

Axl apresenta o novo baterista, Brian Mantian (Brain), e quando todo mundo esperava um chato solo de bateria, começa a introdução de You Could Be Mine, acompanhada de imagens de corridas e acidentes automobilísticos. E não é que até nas faixas dos Ilusions a banda parece preferir as mais pesadas? Muita gente da frente, que conheceu o Guns pelo Rádio, percebe que o show vai ser de uma banda diferente, e começa
a ceder lugar.

O vocalista continua babando o ovo da nova banda e apresenta Robin Finck. Com voz tão estranha quanto o seu visual herdado do NIN, Finck se dirige ao público em um português sofrível e difícil de entender. Começa a tirar da guitarra um som com bastante groove e para perplexidade (seguida de risadas, diga-se) começa a cantar em português o clássico “Sossego” de Tim Maia (“Ora vamos, não me amole com esse papo de emprego! Não está vendo que estou nessa porque quero sossego!”). Falar português foi lugar comum entre os astros internacionais do Rock In Rio III... Finck atingiu novo patamar em matéria de puxação de saco ao público brasileiro. Empatia imediata e público conquistado no ato. Todo mundo cantou junto... afinal era Guns e não Carlinhos Brown. Àquelas alturas do campeonato o público cantaria junto qualquer coisa.

Slash faz falta? Buckethead no palco impressiona muito mais pela sua técnica e pelo visual extremamente estranho do que por uma performance explosiva. É quieto e mecânico. Axl rose o apresenta e em meio a uma trilha trance o guitarrista se arma com dois nunchakus (lembram de Bruce Lee em operação Dragão?) e faz a performance não musical mais marcante da noite. Esporrante. Acreditem... o cara, além de guitarrista é meio ninja e dança “break”. Empatia imediata e público conquistado no ato. Alguma dúvida de que ele não era o Slash disfarçado? Claro! Ainda persistia a teoria conspiratória; toda a carreira anterior de Buckethead teria sido forjada para montar a volta apoteótica de Slash ao guns no maior festival de música do mundo? Para provar que não era o Slash precisaria tirar a máscara, correto? Mas o solo de Buckethead tira do ar qualquer esperança de que fosse um disfarce. Slash pode ser a cara do Guns... pode tocar com mais feeling... mas definitivamente não toca tão bem, tecnicamente falando... olhando a todo momento do show a silhueta com o balde, é difícil esquecer uma outra silhueta com cartola, mas fica claro pela primeira vez na noite que Buckethead não é Slash... e nem precisa ser. Segue-se Sweet Child O'Mine.

Axl está notadamente mais gordo do que a sete anos e menos gordo do que a um ano. Mais simpático... reclamou da segurança apenas uma vez... ameaçou parar o show apenas uma vez... não fez muita cena. Mas em Knocking On Heavens Door percebe-se a mudança do vocal. As músicas em muitos casos estão sendo cantadas em tom abaixo do original... não perdeu a voz a contrário do que se pode pensar a primeira vista... aparentemente a idade lhe trouxe, isto sim, conhecimento de seus limite e ele já não insiste em cantar em tons que não consegue. Guns N’Roses ao vivo nunca fora a sétima maravilha do mundo justamente por esse motivo. Mas o progresso é notável. Se não grita como antes, pelo menos não parece mais uma gralha nos momentos menos inspirados.

Em um intervalo, um piano é colocado no Palco. Ok... vamos encarar pelo lado bom... todo mundo precisa de um tempo para respirar. Além do mais Axl havia tido sete anos para melhorar seu piano sofrível, e não precisava aprender a tocar mais que uma ou duas músicas... sete anos é tempo mais que suficiente... ou não... expectativas frustradas, segue-se November Rain.... chatinha... mas fazer o que?

Mais duas do Appetite (Out Ta Get Me e Rocket Queen) seguidas de mais duas novas, Chinese Democracy (que dá nome ao disco que está por vir, acompanhada de cenas de "protesto" no telão) e The Blue. Ambas excelentes, pelo menos ao vivo.

O tempo passa, o tempo voa, e Axl ainda insiste no assovio desafinado... Patience... tudo bem... dá para aturar, ao vivo, público cantando junto, fica bonitinho, tudo é festa... Pra compensar seguem mais duas do Appetite... Nightrain e My Michelle, e mais uma nova Silk Worm.

Um cover de Tim Maia, um guitarrista clone de Marilyn Manson, um outro guitarrista ninja com um balde na cabeça... o que mais poderia surpreeender o público? Entra no palco um grupo da escola de samba Unidos do Viradouro, bateria, mulatas, passistas. Público de início perplexo e depois, como era de se esperar, puto nas calças. Garrafinhas voando e muita gente indo embora. Detalhe trash: a bateria não estava corretamente microfonada e no público só se ouviam os tamborins, o que tornou a performance ainda mais dispensável. Se Axl quis homenagear o público carioca, por ser americano, não tinha obrigação de saber que não iriam gostar... mas com certeza alguém da produção tinha obrigação de avisar que aquilo ia ser ridículo.

A banda volta para o bis com Paradise City. Com espaço sobrando (inclusive muito próximo ao palco) e o público que sobrou com fôlego recuperado, o melhor momento de um ótimo show.

Axl continua demagogo nos intervalos (desculpa para recuperar o fôlego?) mas era difícil imaginar uma cena como a que se seguiu. Apresentou ao público a pessoa que estava fazendo a tradução simultânea de suas falas... Elizabeta Lebeis, uma brasileira, sua manager, responsável por sua “recuperação” nos ultimos sete anos, cozinheira e “mãe”... aparentemente melhor mãe do que tradutora, diga-se de passagem. Um final piegas e dispensável que deixou gosto de “quero mais”.

O que se podia esperar de uma banda desfalcada de praticamente toda a sua formação original, que passa sete anos preparando um disco que nunca saiu, que estaria flertando com “alterna-metal” e techno? Seria difícil esperar um show mais decente. Pode ter sido diferente do que se esperava (volta da formação original, ao menos de mais um membro) mas não foi pior. Um álbum de estúdio no mesmo nível deste show pode encerrar as comparações e talvez, afinal de contas, exista vida no Guns sem a formação original. As músicas novas, ainda sem versões de estúdio definitivas, ao menos ao vivo parecem valer a pena.

Que nos perdoe o público do Iron Maiden... a Donzela de ferro teria que cortar as chatas músicas novas se quisesse fazer um show que pudesse rivalizar com este do Guns, sem sombra de dúvida, a marca desta terceira edição do Rock In Rio.

Setlist:
Welcome To The Jungle
It's So Easy
Mr. Browstone
Live And Let Die
Oh My God
Think About You
You Could Be Mine
Sossego (solo de Robin Finck)
Sweet Child O'Mine
Knockin' On Heaven's Door
Madagascar
November Rain
Out Ta Get Me
Rocket Queen
Chinese Democracy
The Blues
Patience
Nightrain
My Michelle
Silk Worms
Paradise City

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