Anonymous Hate: Death Metal, honestidade e bom gosto

Resenha - Red Khmer - Anonymous Hate

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

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O novo trabalho da banda amapaense Anonymous Hate traz três novas composições, além de quatro covers (sendo dois em um medley para Paranóia Nuclear/Poluição Atômica do R.D.P.) e uma intro.
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As composições inéditas demonstram uma evolução natural que tem caracterizado os trabalhos da banda desde a demo “Worldead” (2010) passando pelo full length “Chaotic World” (2011). Chega a impressionar como a banda evoluiu gradativamente, sem se perder, nestes dois anos. O detalhe é que todos os trabalhos são acima da média.

O Death Metal está mais imposto neste trabalho, enquanto as influências Grindcore (que eram o principal foco) se mantêm de forma mais tímida. O ponto alto do disco é sem dúvidas o vocal do estreante Victor Figueiredo, pois o cara demonstra ter um peito de aço, mandando ótimos e inteligíveis guturais.

Falando no som em geral, “Red Khmer” supera as expectativas e mostra uma banda mais madura, pesada e coesa. Através de riffs sujos, cozinha técnica e veloz, a banda consegue evocar elementos básicos, mas fundamentais ao Death/Grind. Tudo regado a temas que envolvem o caos da humanidade.

Não tem como não destacar a faixa título que é uma fábrica de riffs e cheia de variações rítmicas, a cargo de uma cozinha fenomenal. Dentre os covers, Dead Shall Rise 666 (Terrorizer) é a grande jogada, já que a versão dos caras ficou tão matadora quanto à original.

Outro fator positivo e evolutivo é a melhora na produção tanto sonora (que contribui e muito com o peso das composições) quanto à gráfica (muito acima da média para um EP). Honestidade e bom gosto é sempre bom, e os caras são top nisso, confira!

http://www.myspace.com/anonymoushateap

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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