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Abaixo, alguns dos últimos lançamentos de singles, álbuns e clipes de bandas de Rock e Heavy Metal do Brasil e do exterior, atualizados diariamente, notas de assessoria de imprensa e enviadas pelas bandas. Apoie compartilhando em suas redes.

Saiba como enviar seus lançamentos para divulgação.

Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com
Foto: TarasMalyarevich @ www.depositphotos.com


aBAND'onados lançam videoclipe de "Ser Motard"

Novo vídeo da banda conimbricense resulta de uma parceria com o Moto Clube Motores da Plaina

Os aBAND'onados acabam de lançar o videoclipe de "Ser Motard", um dos temas do primeiro álbum que mais diretamente se cruza com o universo das duas rodas. O vídeo foi gravado durante o concerto da banda na IV Concentração do Moto Clube Motores da Plaina, realizada no passado dia 22 de agosto, em Martim, Barcelos, e procura transportar para o ecrã a energia vivida durante uma noite de música e convívio motard.

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A escolha do local para a gravação surgiu no âmbito da parceria estabelecida entre os aBAND'onados e o Moto Clube Motores da Plaina, que acolheu a banda na programação da sua IV Concentração. Em vez de recorrer a uma produção encenada em estúdio ou a imagens desligadas da realidade do tema, a banda optou por registar "Ser Motard" em contexto de atuação, aproveitando a atmosfera e a interação proporcionadas pelo evento.

O resultado é um videoclipe construído a partir das imagens captadas durante o concerto, combinando a interpretação do tema pelos aBAND'onados com momentos do próprio evento e com a presença do público. A opção permite preservar uma dimensão particularmente espontânea e documental, fazendo do vídeo um registo daquele momento e, simultaneamente, uma extensão visual da própria música.

"Ser Motard" é um tema que traduz a ligação dos aBAND'onados ao ambiente das concentrações e eventos ligados ao motociclismo, abordando o espírito de comunidade, estrada, liberdade e convívio associado a este universo. Através do videoclipe, a banda procura também aproximar a música das pessoas que vivem estes encontros e dos espaços onde essa cultura se manifesta.

O lançamento acontece numa altura em que os aBAND'onados pretendem reforçar a sua presença no circuito de eventos motards, procurando levar a sua música a concentrações, encontros e outros eventos ligados ao motociclismo de norte a sul do país.

Os aBAND'onados são uma banda de Coimbra, com uma identidade marcada pelo rock cantado em português. O grupo continua atualmente a promover ao vivo o seu álbum de estreia, Baixar os Braços (Não), apresentando os temas do disco em diferentes palcos e mantendo uma atividade regular de concertos.

Com o lançamento de "Ser Motard", os aBAND'onados dão agora mais um passo na divulgação do seu trabalho e procuram aproximar a sua música de uma comunidade com a qual têm vindo a estabelecer uma ligação cada vez mais forte.

Superfuzzy lança "Sem Direção"; single carrega referências do grunge dos anos 90

A Superfuzzy lançou "Sem Direção", o segundo single da banda paulista formada em 2025. A faixa foi gravada no estúdio Toca do Lobo, com produção de Paulo Anhaia, que já trabalhou com nomes como Charlie Brown Jr., CPM 22 e NX Zero. Para o baixista Samir Natali, o processo de gravação foi marcado pela liberdade. "Foi ótimo, o Paulo nos deixou bastante confortáveis e trouxe ideias incríveis."

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Segundo o vocalista e guitarrista Betto Zanchi, "Sem Direção" fala sobre saúde mental. "É sobre lidar com a depressão, sobre como essa doença afeta as pessoas e como saber lidar com suas próprias emoções." O single conta ainda com um videoclipe dirigido por Lucas Shtorache e Dani Buarque, e chega pelo selo Alcateia STDK Records, criado pela própria banda em parceria com o empresário Júlio Stodiek.

Formada por Betto Zanchi (guitarra e voz), Nando Antonietti (guitarra), Samir Natali (baixo) e Gabê Almeida (bateria), a Superfuzzy reúne músicos que já tocavam juntos em outros projetos havia quase vinte anos. "No ano passado resolvemos escrever um novo capítulo dessa história, e esse capítulo se chama Superfuzzy, uma banda de verdade, com amigos de verdade, que fazem a música que gostam, sentem e acreditam. Sem firulas, eufemismos ou atenuações", diz Nando.

A banda define sua sonoridade a partir do grunge, do post-grunge e do rock alternativo dos anos 1990 e início dos anos 2000. Entre suas influências estão Foo Fighters, Alice in Chains, Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam. Para o guitarrista, essa relação com o período também está ligada à maneira como os integrantes se relacionam com a música. "Nós tocamos grunge dos anos 90 porque nós vivemos isso. Nós viemos pra enfiar um chute na bunda dessa galera, trazendo o rock como ele era e nunca deveria ter deixado de ser: direto, verdadeiro, cru e alto!"

Vulcan or Vampire? lança single "Simplesmente, Garak", homenagem ao personagem de Star Trek

Single original celebra Elim Garak e transforma em música uma das figuras mais enigmáticas do universo de Star Trek

A banda Vulcan or Vampire? lança o single "Simplesmente, Garak", uma homenagem musical original ao icônico Elim Garak, personagem de Star Trek: Deep Space Nine. A canção mergulha na personalidade ambígua do cardassiano que, entre segredos, espionagem e versões contraditórias do passado, tornou-se um dos personagens mais complexos e queridos pelos fãs da franquia.

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Produzida 100% sem utilização de inteligência artificial, "Simplesmente, Garak" parte de uma das características mais marcantes do personagem: sua extraordinária habilidade para transformar verdade, mentira e desinformação em partes de uma mesma narrativa.

Ao longo da composição, a letra questiona quais das histórias contadas por Garak poderiam ser verdadeiras e quais seriam invenções. A resposta surge no refrão, inspirado em uma das ideias mais emblemáticas associadas ao personagem: todas as histórias podem ser verdadeiras — especialmente as mentiras.

Mais do que recontar acontecimentos da série, a música procura traduzir a essência de Garak: um personagem cuja identidade nunca cabe inteiramente em uma única definição. Alfaiate em Deep Space Nine, antigo agente ligado à Obsidian Order, exilado cardassiano, observador perspicaz e mestre da manipulação, Garak atravessa a série constantemente desafiando os limites entre lealdade, sobrevivência, amizade e dever.

"Simplesmente, Garak" também celebra aquilo que transformou o personagem em um favorito dos fãs: sua complexidade moral. Em vez de oferecer respostas definitivas sobre quem Garak realmente é, a canção assume justamente o contrário — talvez compreender Garak signifique aceitar que versões incompatíveis de uma mesma história podem coexistir.

Conheça o Love Rock da Project Heart no seu novo single "Sentimentos do Coração"

A banda Project Heart acaba de lançar o seu novo single intitulado "Sentimentos do Coração". A faixa apresenta a sonoridade do Love Rock, combinando sensibilidade e energia numa produção totalmente independente.

A música se destaca pela semelhança do rock brasileiro que marcou os anos 2000, muitas vezes se assemelhando a bandas como CPM 22 e Nx Zero, segundo os ouvintes da banda.

Este tem sido apenas o primeiro ano de banda, e o projeto tem se desatacado pelo trabalho feito de forma autónoma, focado na qualidade e no cuidado em cada detalhe de produção. A canção tem autoria de Davi Andreotti e produção do Instituto Zaramello de Música.

Secretcult lança o EP "Deliver Us From Evil"

Em "Deliver Us From Evil", o Secretcult investe em uma sonoridade que busca suas raízes no horror punk, mas não se limita às convenções do gênero. Ao longo das seis faixas, a banda alterna entre o punk de temática macabra, o hard rock de pegada crua e passagens que flertam com o stoner rock e o stoner metal. O resultado é um trabalho que apresenta diferentes facetas do grupo e evidencia uma evolução perceptível, principalmente nos vocais.

A abertura com "House of Horror" coloca o horror punk novamente no centro da proposta. A temática sombria combina com a identidade da banda, estabelecendo o tom do EP. Na sequência, "Fury" muda parcialmente a direção, apostando em um hard rock cru, sem abandonar as raízes punk. A combinação dá variedade ao repertório, embora represente uma mudança considerável em relação à faixa de abertura.

Em "My Evil Side", o Secretcult retorna ao território do horror punk. A faixa reforça a identidade que permeia boa parte do trabalho e funciona como uma das peças centrais dessa proposta. Já "Silver Bullet" mantém essa aproximação com o gênero, explorando o imaginário clássico do horror e dos monstros, uma temática que se encaixa naturalmente no universo da banda.

É nas duas últimas músicas, entretanto, que o EP toma um rumo diferente. "Mysterious Machine" apresenta uma pegada mais próxima do stoner rock, enquanto "Web Of Oblivion" avança em direção ao stoner metal. Essa mudança amplia o espectro sonoro do lançamento e demonstra que o grupo não pretende ficar restrito a uma única fórmula. Por outro lado, a transição entre estilos exige do ouvinte uma disposição para acompanhar diferentes abordagens dentro de um repertório relativamente curto.

Outro aspecto que merece destaque é a evolução do vocalista. Comparado aos trabalhos anteriores, percebe-se uma melhora nítida na técnica e na execução vocal. A evolução contribui para dar mais consistência às composições e mostra um avanço importante para a banda. Os solos de guitarra também merecem atenção: são momentos interessantes dentro das músicas e ajudam a acrescentar personalidade aos arranjos, evitando que o repertório dependa exclusivamente dos riffs e da velocidade para se sustentar.

No balanço geral, Deliver Us From Evil é um trabalho que encontra seus melhores momentos quando explora a identidade horror punk do Secretcult, sem deixar de apresentar boas ideias nas incursões pelo hard rock e pelo stoner. A evolução vocal e os solos de guitarra são pontos positivos, enquanto a diversidade estilística faz com que o EP percorra caminhos distintos ao longo de suas seis faixas.

O resultado é um lançamento que demonstra progresso e amplia as possibilidades sonoras da banda, ainda que nem todas as direções exploradas tenham necessariamente o mesmo impacto. Para quem acompanha o horror punk e suas aproximações com o rock pesado, o EP oferece uma audição interessante, sobretudo por mostrar um Secretcult disposto a desenvolver sua sonoridade.

Aquele Jon encerra ciclo de singles antes de seu novo álbum com "Arte"

Em meio à pressa, às cobranças e às perguntas que atravessam a vida contemporânea, encontrar espaço para contemplar pode parecer cada vez mais difícil. Entre as dúvidas sobre quem somos, o que significa sucesso ou fracasso e como lidar com aquilo que sentimos, "Arte", novo single de Aquele Jon, parte justamente dessas inquietações. A canção, que foi ao ar hoje nas plataformas digitais, com distribuição global Virgin Music Group, fala sobre dividir perguntas e experiências com alguém e encontrar, na arte, uma maneira de tornar os dias mais leves. Ouça aqui.

Terceiro e último single antes do lançamento de seu álbum de estreia, "Arte" amplia o universo apresentado por Jonston Guerra nos primeiros lançamentos do projeto. Se no primeiro single da trilogia, "Devolva-me" (ouça aqui), o artista mergulha nas ausências e nos processos de autoconhecimento que atravessam as relações, e em "Jogo do Bicho" (ouça aqui) investiga conflitos internos que podem nos afastar das pessoas que amamos, a nova faixa aponta para outro movimento: o encontro e a possibilidade de compartilhar essas inquietações.

Na letra, perguntas existenciais convivem com cenas e gestos cotidianos. O desejo de ver a lua nascer ao lado de alguém, as conversas sobre Deus e a existência, a tentativa de compreender a própria mente e as dúvidas sobre sucesso e fracasso constroem uma atmosfera íntima. Nesse contexto, o amor não aparece apenas como romance, mas também como a possibilidade de dividir o mundo, suas perguntas e suas descobertas com outra pessoa.

"‘Arte’ é uma música que transcende as aspirações e também é uma declaração romântica. Ela fala sobre a importância da arte e sobre como, através dela, conseguimos nos questionar sobre quem somos. Mas também fala sobre essa capacidade que a arte tem de trazer uma certa leveza diante dos dias difíceis e de potencializar as nossas relações", explica Jonston Guerra.

É nessa troca que está um dos sentidos centrais da canção. Em vez de buscar respostas definitivas para as questões que apresenta, "Arte" se interessa pela própria experiência de perguntar. A arte aparece como espaço de investigação, sensibilidade e liberdade, capaz de abrir novas perspectivas sobre aquilo que ainda não conseguimos compreender.

O refrão, marcado pela imagem das luzes de um terraço se apagando lentamente e pela ideia de estar "se alimentando de arte, com pesquisas subsequentes", reforça esse caráter contemplativo. A composição propõe uma atenção maior ao que acontece dentro e fora de nós, reconhecendo que algumas respostas podem não chegar e que a própria busca também pode transformar a maneira como percebemos o mundo.

Como último lançamento antes de seu álbum de estreia, "Arte" também oferece uma nova perspectiva sobre o universo que Aquele Jon vem construindo em sua carreira solo. Ao lado de "Devolva-me" e "Jogo do Bicho", a faixa apresenta diferentes maneiras de lidar com a experiência humana: a ausência, os conflitos internos, os afetos e, agora, a possibilidade de encontrar na arte e na relação com o outro um espaço de respiro.

Conhecido por sua trajetória de mais de uma década à frente da banda Olho da Cara, referência do circuito underground/indie do ABC Paulista, Jonston Guerra dá continuidade, em carreira solo, a uma pesquisa artística que aproxima a sensibilidade da canção brasileira da estética do indie rock contemporâneo. O projeto foi gravado no Último Estúdio e tem produção de Lou Alves, integrante da banda Walfredo em Busca da Simbiose, além de participações de Renan Vasconcelos e Saudade.

LS Jack lança versão de "Garota Dourada", clássico do Rádio Táxi

O LS Jack lançou nesta sexta-feira (25) uma versão de "Garota Dourada", clássico de 1982, do Rádio Táxi. O segundo single do EP "Canções Que Ficaram Em Nós" ganha uma releitura com a identidade e sonoridade atual do power trio, formado por Vitor Queiroz, Bicudo e Sérgio Ferreira.

"Garota Dourada" tem um significado importante para "Canções Que Ficaram Em Nós", já que foi o pontapé inicial do projeto. A escolha aconteceu quando o LS Jack retomou suas atividades como um trio e voltou à estrada. Nos shows, a banda percebeu que a nostalgia era um dos sentimentos mais presentes nas manifestações do público, o que levou à ideia de revisitar uma canção que também pudesse apresentar a nova formação da banda carioca. "Imaginamos que uma regravação que tivesse o espírito da banda seria algo interessante, sobretudo porque estaríamos apresentando uma nova voz no LS Jack. Aí apareceu a Garota Dourada, que é uma canção de uma banda de São Paulo com a cara do Rio de Janeiro", explica o vocalista e baixista Vitor.

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A gravação também colocou o LS Jack em contato com referências que fazem parte da trajetória do grupo. O processo de construção do arranjo da faixa trouxe à tona lembranças do período em que a banda começava a se formar e acompanhava o surgimento do pop rock brasileiro dos anos 80. "Garota Dourada foi como fazer uma viagem no passado e revisitar aqueles três jovens (...). Ali foi onde tudo começou: os primeiros acordes, as primeiras levadas e a vontade de ganhar o mundo fazendo parte de uma banda", conta o baterista Bicudo.

De acordo com Sergio Ferreira, a expectativa para o lançamento da faixa, que vem acompanhada de um videoclipe, é grande por se tratar de uma música conhecida e com a qual as pessoas já têm uma relação afetiva. "Ao mesmo tempo, dá a oportunidade para as novas gerações conhecerem essas pérolas. Isso não tem preço. O videoclipe completa a história. A gente pensou nesse trabalho como algo que tivesse uma identidade própria", diz o guitarrista.

A ideia, a princípio, era que "Garota Dourada" fosse a única canção a ganhar uma nova interpretação pelo grupo, mas durante o processo criativo, outras quatro versões surgiram, dando origem ao EP "Canções Que Ficaram Em Nós", com direção musical de Marcelo Sussekind e produção da MS Produções.

O primeiro single do novo projeto foi "Cheia de Charme", sucesso de Guilherme Arantes que ganhou uma nova versão com a participação do próprio compositor. Para o LS Jack, a presença do artista também teve impacto na recepção da faixa. "Como o primeiro single foi ‘Cheia de Charme’ e tivemos a participação do Guilherme Arantes, acho que recebemos a luz dourada dele, que ajudou a potencializar a música. E todos os dias recebemos mensagens dos nossos fãs e dos fãs do próprio Guilherme", revela Vitor.

Além de "Garota Dourada" e "Cheia de Charme", o EP contará com as faixas "Se" (Djavan), "Vento Ventania" (Biquini Cavadão) e "Sinônimos", de autoria de Paulo Sérgio Valle e José Augusto, popularizada por Chitãozinho & Xororó.

Flechas e Luzes lança novo álbum "O Farol das Lembranças"

Formada em 2016, em São Paulo, por Rafael Caldas e César Giardino, a banda Flechas e Luzes completa 10 anos em 2026 e constrói passo a passo sua trajetória no cenário do rock brasileiro autoral. Em 2018, o grupo lançou o EP "Dias de Luta! Noites de Luto!", trabalho que viabilizou a realização dos clipes "O Mundo que Mudou de Cor" e "Órfãos", este último em animação; dirigido por Leandro Franco, conhecido por trabalhos com artistas como Supla e Inocentes.

O primeiro álbum "O Sopro do Caos" (2021), acompanhou quatro videoclipes: "Perder a Linha", "O Último Céu", "O Peso da Vida Real" e a faixa-título. O clipe de "O Peso da Vida Real" contou com a participação da atriz global Isabella Dragão.

"O Farol das Lembranças" (2026) é o segundo álbum da banda e acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais. Os singles/clipes: "Tão Vulnerável" , "A Fonte" e "Floresta de Aparências" também já estão disponíveis no Youtube e impressionam o público pela estética cinematográfica.

Com mais de 100 mil visualizações no YouTube, 90 mil reproduções no Spotify e uma crescente base de seguidores nas redes sociais, o grupo amplia seu espaço na cena independente brasileira.

Regis Amoretti revisita músicas no EP "Relendo"

Novo trabalho do músico e compositor de Taquara (RS) apresenta releituras de "Âmago", "Sei", "Melhor Me Conter" e "Frágil"

Regis Amoretti, músico e compositor de Taquara, no Rio Grande do Sul, acaba de apresentar "Relendo", EP que revisita quatro músicas originalmente registradas no álbum "Contém Rock".

O novo trabalho reúne, na ordem, "Âmago", "Sei", "Melhor Me Conter" e "Frágil", em releituras que propõem um novo olhar sobre composições que já fazem parte da trajetória do artista.

O próprio título do EP resume a proposta. Em vez de simplesmente repetir registros anteriores, Amoretti retorna às próprias canções e as apresenta novamente, a partir de uma perspectiva diferente. É uma espécie de reencontro com o próprio repertório — e, ao mesmo tempo, com diferentes momentos de sua trajetória musical.

Lunardes lança "Versos de Poetas", primeiro single do álbum "Voe"

Versos de Poetas, marco inicial da trajetória da banda Lunardes, nasceu antes mesmo da formação oficial do grupo. A canção começou com uma melodia de Felipe e tomou forma em uma tarde de composição com Karina — que usava seu marcante fone vermelho enquanto lapidavam a faixa. Essa parceria intuitiva não apenas selou a estética do grupo, mas também antecipou a entrada da vocalista no projeto.

A faixa transforma um término real em uma narrativa sincera sobre sacrifícios amorosos, renúncias e recomeços. Versos como "Virei o tempo contra o mundo pra poder te encontrar" traduzem mudanças concretas de cidade e a dor da reconstrução após o fim. Com um olhar sensível, a letra registra o impacto das decisões tomadas em nome do amor e o desejo profundo de deixar a mágoa para trás.

A música ganha ainda mais força ao ser escolhida como a primeira faixa de trabalho do aguardado álbum Voe. Por carregar a essência do grupo e uma conexão imediata com o público, o single foi a aposta natural para guiar os ouvintes pela atmosfera sonora desse novo projeto, apresentando o cartão de visitas perfeito para a nova fase da Lunardes.

Mais do que narrar o fim de um relacionamento, a música funciona como um retrato visceral de uma fase de profundas transformações pessoais. Ao capturar a beleza e a vulnerabilidade desse processo, a Lunardes consolida sua marca registrada: transformar histórias humanas e vivências reais em composições marcantes, dando o tom ideal para o universo do álbum Voe.

Planetas e Botões usa metáforas para os conflitos da vida em "Plena Calma"

FONTE: Hell Yeah Music Company

A banda gaúcha de Rock Alternativo, Planetas e Botões, lançou o single e videoclipe de "Plena Calma", uma composição que parte dos conflitos das relações humanas para falar sobre o desgaste emocional, a vontade de deixar certas dores para trás e a procura por um lugar onde seja possível respirar com tranquilidade. Com uma abordagem intimista e imagens que remetem ao fluxo dos sentimentos, o grupo dá continuidade à fase iniciada com "A Tarde Aqui", mantendo o olhar atento às pequenas experiências da vida e às inquietações que acompanham o amadurecimento.

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Em "Plena Calma", a imagem de um rio que transborda e procura por onde desaguar conduz a narrativa de alguém dividido entre a vontade de desistir e a esperança de encontrar outra maneira de seguir em frente. Os versos falam sobre palavras que machucam, desencontros e a dificuldade de permanecer preso ao passado, até que a busca por serenidade começa a ganhar espaço. A música encontra força na tensão entre cansaço e esperança, tratando a necessidade de paz como algo que precisa ser descoberto, mesmo quando o caminho parece pouco claro.


Lançamentos de Bandas de Rock e Heavy Metal