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Tuatha de Danann: os álbuns que marcaram Bruno Maia

Por Emanuel Seagal
Em 12/03/21

A banda mineira TUATHA DE DANANN lançou recentemente "In Nomine Éireann", seu sétimo álbum em 26 anos de história. Nesse disco o trio dá uma nova roupagem para músicas tradicionais irlandesas, com seleção de repertório feita pelo vocalista e multi-instrumentista Bruno Maia, que conta ao Whiplash.Net um pouco dos álbuns que marcaram sua vida, confira abaixo.

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Minha família sempre teve uma ligação muito forte com a música, o lado paterno carrega uma tradição musical muito antiga e meu pai toca violão muito bem, violão popular e uns eruditos. Lembro que, desde pequeno, um passatempo deles, meus pais, era tocar e cantar, e aí cantavam muito Chico, Milton, Djavan, João Bosco e Beto Guedes. Meu pai, além do Clube da Esquina, do Chico, da Bossa Nova e da MPB em geral ouvia muito rock: Beatles, Stones, Pink Floyd, Queen, Deep Purple, Yes, Supertramp e Led Zeppelin eram algumas bandas que lembro dele ter um tanto de disco e sempre botar pra ouvir, sem contar que essa era a trilha sonora de nossas viagens. Os Beatles foram minha porta de entrada, sem desconsiderar Balão Mágico, Vinicius para Crianças e o Michael Jackson (que eu curtia bem as danças quando muito pequeno, talvez uns quatro anos). No primeiro contato com eles eu tinha meio que pé atrás pois achava aqueles cabelinhos deles muito zuados e mesmo para uma criança aquele visual era maiado, mas daí um dia meu pai pôs uma fita no carro, numa viagem de BH a Lavras, e tocou a canção Let it Be. Eu não sabia que era Beatles, mas aquilo entrou na minha alma, o trem virou, eu virei um fanático nos hominhos de Liverpool aos sete anos de idade e com o tempo caí no Metal. Meus primeiros acordes quem me ensinou foi minha mãe que nem sabe tocar (estranho, mas é verdade) e depois meu pai foi me dando as manhãs.

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The Beatles - "Revolver"

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Pra mim os Beatles são a maior expressão artística da história. Os caras são tão fodas que mesmo dentro de seu cancioneiro e história há pequenas revoluções musicais, culturais e comportamentais; sem contar com todo o maravilhamento que estes lazarentos proporcioram e proporcionam até hoje com sua arte. Eu cito o álbum Revolver, de 1966, nem como o melhor deles, pois temos o Abbey Road, o White Album, o Sgr Peppers, todos estes álbuns maravilhosos e tão bons quanto, mas tenho o Revolver, talvez, como o mais completo e com muitos dos elementos que fazem dos Beatles serem tão especiais e multifacetados. Neste disco tem três das canções mais lindas já escritas, todas do Paul McCartney, que são "Here, There and Everywhere", "For no One" e "Eleanor Rigby", tem a psicodelia e experimentalismo de "Tomorrow Never Knows", o flerte com a cultura indiana em "Love you Too", tem um pouco de folk em "I’m only Sleeping", rock descompromissado, mas com lindas guitarras gêmeas e as maravilhosas vocalizações em "And your Bird Can Sing", tem muita coisa foda neste disco, poderia ficar horas falando de canção a canção. Supremo! Sou um idólatra beatlemaníaco confesso e apaixonado, perco a razão.

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Sepultura - "Arise"

Foi este disco que acabou me doutrinando e me tirou da caverna Beatle! Eu já adorava o Guns and Roses, desde antes deles virem ao Brasil, em 1991, mas os Beatles, desde a infância, eram quase uma religião pra mim, e eu ainda não tinha me desgarrado, até o dia em que um amigo meu do prédio que eu morava em BH colocou a "Orgasmatron" pra tocar. Aquilo foi impactante! A partir daquilo fui entrando no lado metal da vida. Devorei este disco, que ainda acho o melhor do Sepultura e um dos melhores de todos os tempos. As três primeiras canções não tem páreo, super disco!

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Paradise Lost - "Gothic"

Já ouvia bem Death Metal essa época, bandas como Obituary, Morbid Angel, Benediction, etc e, de repente, ouvi uma fita com o "Gothic". É difícil explicar hoje pra quem não viveu aquela época pré-internet, mas a gente se maravilhava e espantava com mais facilidade, até pelo fato de tudo ser físico, depender de mídia física, disco, fita, tudo era mais difícil de acessar e alguns estilos hoje consagrados davam seus primeiros passos. É o caso do Paradise Lost neste seu segundo álbum, pegou todo mundo desprevenido, com aquele som fúnebre, triste, às vezes muito lento e com vocais ultra guturais, inserção de vocais femininos fantasmagóricos... Este me marcou profundamente, adoro esta banda em tudo que fez e faz!

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Amorphis - "Tales from the Thousand Lakes"

Este disco eu conheci depois do ‘Gothic’, foi em 95, e foi outro nocaute! Era um tipo de Death Metal mais lento, meio doom, com aquele tanto de teclado com sons de moog, os vocais guturais e melódicos (não era tão usual isso, a troca de vocais) e melodias simples, mas emocionais, às vezes alegres, outras melancólicas. Me tornei um grande admirador do Amorphis e este disco é um dos principais pra mim, pra minha formação musical e ouço até hoje, direto. No começo da banda a gente se inspirava muito nessas linhas melódicas deles, nuns maneirismos que eles tem até hoje de modular os temas e partir pro gutural, sensacional! Depois desse disco tem o também sensacional "Elegy" e depois o "Tuonela" que é um pouco mais experimental comparado a estes, mas que adoro também. Depois de um tempo a banda ficou meio perdido até aprumarem de novo, tão aí, fazendo a mesma coisa até hoje.

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Rainbow - "Long Live Rock 'n' Roll"

Eu conheci o Rainbow através deste disco e pirei. Meu amigo Thiago Oliveira que me mostrou quando a gente tinha 16 anos. Eu fiquei emocionado com a faixa título, depois vinha a Lady of the Lake, tinha a Gates of Babylon, que disco! Tem muita coisa aí, né? O proto Heavy Metal, muita guitarra neoclássica, teclados dobrando, os vocais do DIO que não precisam ser comentados, uma aura de mágica quando necessário, um prato cheio pra qualquer rocker ou metalhead! Os três discos com o DIO são fantásticos e gosto muito do "Down to Earth" tbém, e alguma coisa ou outra com o Joe Lynn Turner. A gente tocava Long Live Rock’n’Roll nos shows, era demais!

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Yes - "Close To The Edge"

O Yes é sensacional e é uma de minhas bandas e experiências musicais favoritas de todos os tempos! É outra banda que poderia dizer serem outros álbuns os favoritos, o ‘Fragile’, o "Relayer", sei lá. É um encontro de monstros essa banda, pra mim, os deuses do Rock Progressivo. Meu pai que me mostrou a banda, assim como Beatles, Deep Purple, Queen, Supertramp, Led Zeppelin entre outros. Aqui não há espaço, mas uma de minhas bandas preferidas é o Supertramp, o Roger Hodgson na verdade.

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Milton Nascimento e Lô Borges - "Clube da Esquina 1"

Eu posso ser suspeito pra falar por ser mineiro e tudo, mas eu vejo esse movimento musical de Minas Gerais, o chamado Clube da Esquina, como uma das mais, se não a mais, rica expressividade musical do Brasil. Não falo de mais importante no cenário mundial nem de representatividade, mas de sofisticação harmônica, nas melodias estranhas parecendo que vieram das senzalas misturadas à cânticos sacros, influência do rock progressivo, dos próprios Beatles, elementos do folclore popular e toda a liberdade artística deste pessoal. Fantástico! Os acordes e os temas são ao mesmo tempo estranhos, misteriosos e belos! A voz do Milton não tem par e a genialidade destes dois está imortalizada neste álbum de 1972. Mas, como disse, sou suspeito, ainda colocaria aqui "A Página do Relâmpago Elétrico" do Beto Guedes, o "Milton" de 1969 e o "Minas" do Milton também.

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Helloween - "Keeper of the Seven Keys: Part II"

Não há muito o que dizer sobre este disco! É a segunda parte da sequência e, em minha opinião, imbatível. Um ótimo som, Michael Kiske cantando como ninguém nunca cantou e canções imortalizadas e criadoras de um estilo. É o último disco do mestre Kai Hansen, que deixou as clássicas "I Want Out" e "March of Time", tem composições do Kiske, mas este álbum foi o grande álbum do outro mestre pioneiro, o Michael Weikath, que trouxe as eternas "Eagle Fly Free", "Dr Stein", "Keeper of the Seven Keys". Este disco é uma cartilha! Deste estilo ainda citaria o "Land of the Free" do Gamma Ray e o "Somewhere far Beyond" do Blind Guardian.

Solas - "Reunion: A Decade of Solas"

Eu já era um aficionado por música celta e comprei num sebo em Dublin este cd duplo que trazia um DVD. Eu fiquei embasbacado em como esse povo sapecava o trem ao vivo, o Seamus Egan, John Doyle, Winifred Horan e Mick Mcauley. Num era de Deus não! Depois disso conheci toda a discografia da banda, que é muito boa, principalmente os primeiros discos e creio que é um dos grandes discos ao vivo de música irlandesa que tem por aí. Canções e tunes variadas pra quem curte o estilo. Eu inclui este aqui no meio dos rock só pra constar, pois precisaria de uma outra lista de 10 pra citar pelo menos alguns da música celta, irlandesa e escocesa, que me influenciaram.

Ark - "Burn the Sun"

Este disco é um dos melhores do Metal pra mim. Ótimo som, grandes composições, instrumentistas fantásticos e um dos maiores vocais do estilo, Jorn Lande. Sempre gostei da banda do guitarrista Tory Ostby, o Conception. Eles tinham um ‘quê’ diferenciado dentro do Power Metal, que foi o cenário em que eles foram lançados e trabalhados. Já havia uma abordagem progressiva no som deles àquela época e este ARK é, pra mim, o maior e melhor álbum deste estilo que chamam de Prog Metal. Sem mais!

Considerações Finais: Esse tipo de lista é muito complicado fazer, pois a gente acaba deixando um tanto de coisa de lado. Eu deixei, neste caso, algumas bandas e discos que acho que foram muito importantes na minha vida, tipo o ‘The Ethereal Mirror" do Cathedral, "A Página do Relâmpago Elétrico" do Beto Guedes, o "Land of the Free" do Gamma Ray e o Jethro Tull "Songs from the Woods", além dos ziliões de artistas da música tradicional irlandesa.


Álbuns que Marcaram

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com Iron Maiden e Black Sabbath até chegar ao metal extremo e se apaixonar pelo doom metal. Considera Empyrium e X Japan as melhores bandas do mundo, Foi um dos coordenadores do finado SkyHell Webzine, escreveu para outros veículos no Brasil e exterior, e sempre esteve envolvido com metal, seja com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa. Escreve para o Whiplash! desde 2005 mas ainda não entendeu a birra dos leitores com as notícias do Metallica. @emanuel_seagal no Instagram.

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