LaBataria: Perfeito para se ouvir andando de Skate por aí

Resenha - Pedaços de Carne - LaBataria

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Por Artie Oliveira
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Nota: 9

Quatro anos depois de seu último trabalho, de nome "LaBataria", e aproveitando o retorno do baterista original, Marcel Ricardo, a banda decidiu entrar em estúdio novamente, porém com um projeto maior que os anteriores: Lançar três EPs de seis faixas cada, que posteriormente serão reunidas num Disco de Vinil. Ao invés de gravar em Campinas, optou-se por realizar este novo trabalho no RG Estúdio, em Americana, sob a batuta de Guilherme Malosso, também guitarrista do Minottauro.

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Comparado com os lançamentos anteriores, nota-se claramente a preocupação de fazer um disco com muito mais esmero na produção, mas sem deixar a característica mais marcante da banda: instrumental Punk Rock/Hardcore com letras inspiradas em histórias/filmes de Terror e Lendas Urbanas, como é o caso de "Loira do Banheiro", anteriormente conhecida na primeira Demotape como "Algodão no Nariz".

Logo de início, tem-se a participação de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, "abençoando" o disco com o seu 'Viva LaBataria, o Terror de Campinas!', que segue com a demolidora "Punk que é Punk, dá Mosh de Costas", seguida pelas não menos pesadas "Terror 97a" e "Papa".

O projeto gráfico, idealizado pelo guitarrista Artur Souza, sai do convencional ao apresentar CD e encarte embalados como carne, com direito a código de barras e um chaveiro de resina em formato de um dedo decepado.

Encerrando com "Mordida de Tubarão" e "Ode aos que não Merecem", este EP é perfeito para se escutado no volume máximo ou, como sugere Terror 97a, andando de Skate por aí!

Nota: 9/10 (Só porque o disco é muito curto e dá um gostinho de quero mais)



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Sobre Artie Oliveira

Campineiro de vinte e poucos anos que tá nesse negócio de roquenrou independente desde os 16 e não pretende picar a mula tão cedo.

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