Ace Frehley: show mostra porque Paul e Gene não o querem de volta ao Kiss

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Por Bruce William, Fonte: Regis Tadeu
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Regis Tadeu escreveu sobre o show solo que Ace Frehley fez neste final de semana em São Paulo, veja o texto completo no link a seguir:

https://br.noticias.yahoo.com/show-de-ace-frehley-mostra-por...

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Tinha tudo para ser uma noite memorável. Ace Frehley parou de beber há vários anos, está excursionando bastante e certamente estaria em forma para apagar a péssima impressão que deixou por aqui quando esteve com o Kiss em 1999 naquele show no autódromo de Interlagos que serviu apenas para apresentar o ótimo Rammstein aos brasileiros. Vem lançando discos irregulares – o fraco Space Invader e o bom Origins Vol. 1, só de “covers” -, mas está na ativa e sóbrio, o que seria garantia de um bom espetáculo ontem no Tom Brasil, aqui em São Paulo. Não rolou…

Para meu espanto e de muitos presentes ao local, o show foi uma demonstração de como um artista se torna displicente e preguiçoso com o excesso de adulação por parte dos fãs, esses eternos retardados que perdoam qualquer deslize de seus ídolos por conta de justificativas como “ele tem um passado glorioso”, “ele é um ícone” “tem que relevar tudo de errado que ele faz” ou mesmo por conta de uma simples memória afetiva.

Frehley subiu ao palco sabendo que seria reverenciado. Para um cara como ele, isso basta para apresentar qualquer coisa, mesmo que de modo “qualquer nota”. O guitarrista deve pensar “Ninguém vai reparar mesmo”. Bom, eu e alguns da platéia reparamos…

Não tenho qualquer problema em relação ao fato de 98,7% dos artistas veteranos ter a necessidade de tocar suas canções em andamentos mais lentos e com a afinação mais baixa. Afinal de contas, o desgaste físico de uma turnê é muito mais pesado para quem já tem anos nas costas. Só que nada justifica Frehley ter diminuído tanto o andamento de TODAS as canções que ele mostrou ontem a ponto de as mesmas soaram como uma espécie de “doom hard rock”. Tudo soava tão lento que faria o Paradise Lost soar como o GBH em termos de velocidade. Foi terrível ouvir grandes canções compostas por ele para o Kiss – “Shock Me”, “Rocket Ride”, “Parasite”, “Cold Gin”, “Strange Ways” – tocadas de maneira preguiçosa. Fez o mesmo quando tocou composições de sua carreira solo, como a outrora ótima “Rip It Out”. Para piorar ainda mais, em “Snowblind” ele ordenou que a banda tocasse o refrão em um andamento ainda mais lento que o restante da canção, resultando em um troço inacreditável de se ouvir. Nem vou comentar a respeito da enorme quantidade de notas erradas distribuídas ao longo do show e, principalmente, o péssimo solo que Frehley fez em uma lentíssima “New York Groove”, que é para não passar mais nervoso...

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