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Wolf Hoffmann explica o que o faz considerar os anos 1990 o fundo do poço do Accept
A semelhança entre "Roots" do Sepultura e "Sgt. Peppers", segundo Andreas Kisser
Bryan Adams é o músico preferido de José Mourinho, técnico do Real Madrid
Chris Caffery compara volta do Savatage ao retorno do Pantera
As duas bandas que Ozzy Osbourne não queria que o Black Sabbath se tornasse
A música do Nirvana que deu trabalho e fez Kurt Cobain perder a voz
O álbum do Sepultura inspirado em numerologia, algoritmos e um livro medieval
"Jamais cobraria por um meet and greet", diz Sakis Tolis (Rotting Christ)
Regis Tadeu explica como o linchamento virtual antecedeu a morte de Champignon
O violonista que Jimmy Page dizia estar à frente de todos: "Não dava para acreditar!"
A reação do atual guitarrista do Deep Purple ao ver Ritchie Blackmore com a banda
A principal divergência criativa que Ozzy Osbourne tinha com Tony Iommi no Black Sabbath
O membro dos Ramones que comia baratas e formigas por dinheiro: "Era divertido!"
A música do Def Leppard que fez Scott Stapp descobrir seu amor pelo rock
O dia que Geezer Butler chapou de LSD e achou que seria estrangulado por flores
Sou Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal, do ano da Graça do nascimento de Madonna, Michael Jackson, Bruce Dickinson, Cazuza e Tim Burton. Sou poeta, escritor, produtor e apresentador de Webradio, produtor de eventos e procuro pagar as contas trabalhando com criação de sites. Crescí escutando Beatles, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin. Participei da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos, deixei de ser poeta e fui tentar ser homem, o que no entender de Bukowiski é bem mais difícil. Escrevo poemas desde que comecei a criar pêlos.... nas mãos. Trabalhei como office-boy, bancário, projetista de brinquedos e analista de qualidade. No final do século XX, acordei certo dia de sonhos intranquilos e, transformado em um ser kafkiano, criei um projeto cultural na Internet nos moldes dos antigos panfletos mimeográficos. Mesmo antes de meu processo de metamorfose, nunca deixei de cometer poemas, contos e crônicas. E embora tenha passado dos três dígitos o numero de textos escritos, nunca ganhei um prêmio literário. Fui apaixonado por Varda de Perdidos no Espaço, Janis Joplin, Grace Slick e Sonja Kristina; casei quatro vezes e tenho dois filhos, Raul e Ian. Atualmente sou também editor, costureiro e colador de livros, num projeto de editora artesanal.
Mais matérias de Luiz Carlos Barata Cichetto.
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