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O riff de 1975 que Dave Grohl diz ter dado origem ao heavy metal na sua forma mais rápida
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Nikki Sixx celebra os 45 anos do Mötley Crüe em post online
A música feita pra soar mais pesada que o Black Sabbath e que o Metallica levou ao extremo
Max Cavalera só curtia futebol até ver essa banda: "Virei roqueiro na hora"
Quando perdemos o artista que, para Slash, era um dos maiores talentos musicais do século 20
A última grande cantora de verdade que existiu, segundo Regis Tadeu
A música do Angra que Rafael Bittencourt queria refazer: "Podia ser melhor, né?"
A música do Soulfly que faz Max Cavalera se lembrar de Joe Satriani
Após a saída de Max Cavalera, muita gente deu as costas ao Sepultura, segundo Derrick Green
A música sobre "políticos celebridades" que inspirou Tom Morello a criar uma banda
A resposta que James LaBrie gostaria de dar para quem critica sua voz
O riff escrito nos anos 2000 que causou inveja em Jimmy Page
Clemente reaparece após problema de saúde e agradece mobilização pública
O melhor single do Wings de todos os tempos, segundo Paul McCartney
Sou Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal, do ano da Graça do nascimento de Madonna, Michael Jackson, Bruce Dickinson, Cazuza e Tim Burton. Sou poeta, escritor, produtor e apresentador de Webradio, produtor de eventos e procuro pagar as contas trabalhando com criação de sites. Crescí escutando Beatles, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin. Participei da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos, deixei de ser poeta e fui tentar ser homem, o que no entender de Bukowiski é bem mais difícil. Escrevo poemas desde que comecei a criar pêlos.... nas mãos. Trabalhei como office-boy, bancário, projetista de brinquedos e analista de qualidade. No final do século XX, acordei certo dia de sonhos intranquilos e, transformado em um ser kafkiano, criei um projeto cultural na Internet nos moldes dos antigos panfletos mimeográficos. Mesmo antes de meu processo de metamorfose, nunca deixei de cometer poemas, contos e crônicas. E embora tenha passado dos três dígitos o numero de textos escritos, nunca ganhei um prêmio literário. Fui apaixonado por Varda de Perdidos no Espaço, Janis Joplin, Grace Slick e Sonja Kristina; casei quatro vezes e tenho dois filhos, Raul e Ian. Atualmente sou também editor, costureiro e colador de livros, num projeto de editora artesanal.
Mais matérias de Luiz Carlos Barata Cichetto.
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