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Gene Simmons assume responsabilidade por álbum controverso do Kiss
O ditado popular que Digão do Raimundos acha que não faz sentido: "Me expliquem!"
A inesperada canção do Metallica que traz lágrimas aos olhos de Kirk Hammett
A canção do Rush onde Neil Peart mandou a "pergunta definitiva" que a humanidade pode fazer
O exato momento que o ídolo maior da Jovem Guarda deu lugar ao cantor romântico
A curiosa origem de "Smells Like Teen Spirit", título de clássico absoluto do Nirvana
O clássico imortal dos anos 1980 que produtor queria trocar por um cover
O que Raul Seixas diz em "chuva voltando para terra traz coisas do ar" em "Medo da Chuva"
A música do Megadeth que é mais sombria que "The Conjuring"
O guitarrista que foi convidado para entrar em uma das maiores bandas do mundo no dia 1º de abril
O guitarrista que o lendário Hans Zimmer recrutou para trabalhar com ele em blockbuster
A banda de rock nacional que é cobrada por não ser tão rock, segundo Paulo Ricardo
O disco do Megadeth que fez a cabeça de vocalista do Avenged Sevenfold (e do pai dele)
Como história da Anitta se assemelha à do Sepultura, segundo Andreas Kisser
K.K. Downing revela a "fortuna" que Judas Priest recebeu como cachê em primeiro show
Sou Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal, do ano da Graça do nascimento de Madonna, Michael Jackson, Bruce Dickinson, Cazuza e Tim Burton. Sou poeta, escritor, produtor e apresentador de Webradio, produtor de eventos e procuro pagar as contas trabalhando com criação de sites. Crescí escutando Beatles, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin. Participei da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos, deixei de ser poeta e fui tentar ser homem, o que no entender de Bukowiski é bem mais difícil. Escrevo poemas desde que comecei a criar pêlos.... nas mãos. Trabalhei como office-boy, bancário, projetista de brinquedos e analista de qualidade. No final do século XX, acordei certo dia de sonhos intranquilos e, transformado em um ser kafkiano, criei um projeto cultural na Internet nos moldes dos antigos panfletos mimeográficos. Mesmo antes de meu processo de metamorfose, nunca deixei de cometer poemas, contos e crônicas. E embora tenha passado dos três dígitos o numero de textos escritos, nunca ganhei um prêmio literário. Fui apaixonado por Varda de Perdidos no Espaço, Janis Joplin, Grace Slick e Sonja Kristina; casei quatro vezes e tenho dois filhos, Raul e Ian. Atualmente sou também editor, costureiro e colador de livros, num projeto de editora artesanal.
Mais matérias de Luiz Carlos Barata Cichetto.