Nirvana: "Kurt nunca deveria ter se matado", diz Krist Novoselic

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Por Vitor Rangel, Fonte: Blabbermouth
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Na edição de 30 de setembro de 2006 do NME, foi publicada uma rara entrevista com o antigo baixista do NIRVANA, Krist Novoselic como parte da publicação inglesa do aniversário de 15 anos do álbum "Nevermind". Alguns trechos da entrevista seguem abaixo.

NME: Quais memórias aparecem imediatamente em sua mente quando você escuta a palavra "Nevermind"?

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Krist: "Bem, fazer aquele álbum foi bastante agradável. Nós estávamos morando em Los Angeles, ao norte de Hollywood, num apartamento semi-mobiliado, e nos divertindo o máximo possível. Nós trabalhávamos até o meio-dia e íamos até Venice Beach ao anoitecer para ver o sol se pôr. Metade das músicas haviam sido compostas nos meses antes da gravação, e a outra metade, eram músicas que já tínhamos composto há algum tempo. Nós tínhamos o material e estávamos tocando shows ao vivo, e tocando bem."

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NME: Com que freqüência você escuta o "Nevermind" agora?

Krist: "Bem, eu assisti o clipe de ‘Heart-Shaped Box’ na noite passada. É uma viagem dura, cara. Isso está aberto a interpretações, o que é o máximo que eu irei falar, mas... Eu escutei o "Nevermind" não faz muito tempo, e ele é um álbum muito bom. Ele se desenvolve muito bem, possui bastante diversidade, tem um pouco de hard rock, música pop e possui grandes refrões. Eu tenho muito orgulho dele. Eu realmente tenho muito orgulho do modo como toquei baixo naquele álbum. Coisas que eu coloquei no álbum que eu sinto que acabou ajudando para construir a música.

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NME: Quais são seus sentimentos em relação a Kurt Cobain após todo esse tempo?

Krist: "É de partir o coração. Ele nunca deveria ter feito aquilo. Você não pode culpar alguém por fazer aquilo, foi uma disfunção e foi muito ruim. Eu acho que ele deveria ter agüentado e as coisas teriam saído melhor para ele. Ele poderia ter feito qualquer coisa que ele quisesse fazer. Ele era um grande, grande pintor, ele era um escultor, ele era um compositor – ele era um verdadeiro artista. Foi realmente trágico."




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Sobre Vitor Rangel

Um carioca apaixonado pela boa música que no momento está cursando o 5º período de Publicidade na PUC-Rio. Teve seu primeiro contato com o rock ainda na infância, quando sua irmã colocava os discos de Iron Maiden e Pantera no toca-fitas de sua casa. Nos últimos anos, tem se dedicado inteiramente à música e à guitarra. Sua banda favorita é Metallica e também é fã incondicional de Zakk Wylde, Steve Vai e John Petrucci. Escuta de tudo um pouco, desde Madonna até Sepultura. Espera que um dia o Metallica ainda venha fazer um show no Brasil e não tem vergonha em dizer que chorou no show do Black Sabbath, em 2004, no Ozzfest.

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