Riti Occult: peculiar em quase todos os sentidos

Resenha - Riti Occulti - Riti Occult

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 7

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Essa banda italiana é peculiar em quase todos os sentidos. Primeiro, o grupo foi formado em 2011 pelos marmanjos Niccolò Tricarico (baixo) e Ivano Mandola (mandola), mas quem toma a linha de frente são as garotas Serena Mastracco (vocais rasgados) e Elisabetta Marchetti (vocais limpos). Completa o atual time a outra 'menina' Sara Del Regno (sintetizadores e efeitos, que aqui foram gravados por Luciano Lamanna).
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Segundo porque a banda não possui guitarra, meio que impossível para algo voltado ao Metal não é? Mas depois a gente explica. Terceiro porque os caras investem em uma mescla nada comum de estilos, que se aproxima mais do Stoner/Doom/Black Metal com fortes veias psicodélicas, ou seja, uma banda pra lá de estranha.

Falando do som em si, é estranho mesmo, mas o baixo supre bem a ausência da guitarra. Distorcido até o talo, ele dá as bases que são levadas lentamente pela bateria de Ivano. Os sintetizadores e efeitos fazem um papel importante e deixam o som soturno do grupo com um ar mais psicodélico e às vezes de incomodo (no bom sentido, se é que me entendem).

As moçoilas, que não são de se jogar fora, se saem muito bem na alternância dos vocais. Serena profana as letras muito bem, muitas vezes nem parecendo ser uma mulher, tão bom são seus timbres rasgados/guturais. Elisabetta é uma ótima cantora lírica e dá um ar mais vampiresco ao som da banda.

As composições caminham entre algo tradicional e um pouco de experimentalismo. Não soam as mais extraterrestres do mundo, mas ainda assim são atípicas. A Black/Gótica I Am Nobody e Revelation são meus destaques. Mas é bom frizar o equilíbrio que há entre as composições.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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