Edu Falaschi quebra silêncio e se pronuncia sobre saída do guitarrista Roberto Barros
Por Gustavo Maiato
Postado em 31 de maio de 2025
Após o anúncio da saída do guitarrista Roberto Barros de sua banda solo, Edu Falaschi comentou publicamente a decisão, afirmando que tudo aconteceu de forma tranquila e com total respeito mútuo. Segundo o vocalista, a mudança já era algo previsto. A entrevista foi ao Ibagenscast.
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"Desde que iniciei minha carreira solo, fiz um trabalho interno para aceitar que mudanças de formação iriam acontecer em algum momento. Isso é comum até em bandas, e ainda mais num projeto como o meu, onde os músicos são contratados", afirmou.
Falaschi destacou que, mesmo sendo um artista solo, sempre procurou cultivar um ambiente de banda com espírito de equipe. "Sou um cara que me apego muito às pessoas. Sempre tratei minha equipe como um time, mesmo que o projeto tenha meu nome. Isso faz com que a gente crie laços fortes e duradouros. Mas a realidade é que, no fim das contas, todos estão ali prestando um serviço profissional", explicou.
Sobre a saída de Roberto, o cantor contou como foi a conversa. "O Betão chegou pra mim e falou que tinha planos pessoais, que queria fazer projetos dele, e eu entendi. Não tem como prender ninguém. Ele tem um futuro brilhante e vai seguir o caminho dele. Sempre serei grato por tudo que ele fez comigo nesses dois discos. Foi um grande parceiro em Vera Cruz e Eldorado", disse.
Edu reforçou que a exigência da rotina foi um dos fatores que pesaram. "Eu trabalho muito. Tenho turnês no Brasil, fora do Brasil, gravações, produção de discos que levam tempo e exigem foco. E quando o interesse pessoal do músico entra em conflito com essa dinâmica, é natural que cada um siga seu rumo. O projeto demanda dedicação, e nem sempre isso é compatível com os planos individuais."
Apesar da saída, o vocalista não demonstra preocupação quanto ao futuro criativo da banda. "Eu já compus com muita gente ao longo da minha trajetória. Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt foram praticamente meus professores no início. Me ajudaram a lapidar ideias e estruturar composições. O Roberto foi fundamental nos dois primeiros discos, mas agora novos parceiros virão. A estrada continua", afirmou.
Falaschi ainda citou outros nomes que colaboraram com ele em diferentes momentos. "No Almah, compus muito com o Felipe Andreoli. O Paulo Schroeber, que nos deixou, foi um cara que me ajudou demais também. É uma rede de talentos que passa, mas que sempre soma. Com o Roberto não foi diferente."
Confira a entrevista completa abaixo.
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